Warhammer Fantasy Roleplay 3.ª edição - Um híbrido RPG/BG?

Retrato de neonaeon

http://www.fantasyflightgames.com/ffg_content/media/front-page-player/player.html

ATENÇÃO: Vídeo altamente perigoso para a vossa carteira.

Mais informação: http://new.fantasyflightgames.com/edge_minisite.asp?eidm=93

P.S. - Não deixa de ser engraçado voltar a ver um RPG dentro de uma caixa.

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muito interessante

Alguém tinha de fazer algo deste género mais cedo ou mais tarde e parece-me bem que seja a FFG, mas 66 euros para começar a jogar é um produto bastante arriscado. Acho que a WotC quando lançou 4E deve ter considerado esta hipótese e decidido que é muito melhor vender livros, cartas, tiles, novelas, miniaturas e subscrições online tudo em separado do que fazer um kit tão caro e esperar que alguém compre.

Pessoalmente, sinto-me tentado mas preocupa-me o excesso de material language dependant. É exactamente o mesmo problema que o Tales of Arabian Nights tem.

 

eu também...

Eu acho interessante e até entusiasmante. Sinto-me tentado apesar de preço de compra na Amazon ser apenas 45 euros já com portes.

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americana?

jrmariano escreveu:
Sinto-me tentado apesar de preço de compra na Amazon ser apenas 45 euros já com portes. 

Tens a certeza? Na amazon.co.uk está a 68 libras.

 

Sim...

Lá está a 68 dólares americanos que convertidos para Euro dá cerca de 45.

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Pounds

Eu tb vejo libras... a menos que estejas a falar da amazon.com e não da amazon.co.uk como disse o Rick

pois

jrmariano escreveu:
Lá está a 68 dólares americanos que convertidos para Euro dá cerca de 45.

Vindo dos USA, é aquele festival dos portes + taxas + IVA, por isso vou esperar que ainda vá aparecer na Planeton :P

 

Er...

Não fui muito claro mas os 68 dólares + portes => convertidos em Euros dá cerca de 47 euros. E e sim estou a falar da Amazon.com.

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além-fronteiras

Bom, em comparação, o preço para comprar de D&D 4E os três corebooks, mais as cartas para todas as classes do PHB, mais uns dados e umas miniaturas dá mais de 100 euros.

jrmariano escreveu:
Não fui muito claro mas os 68 dólares + portes => convertidos em Euros dá cerca de 47 euros. E e sim estou a falar da Amazon.com.

Ok, mas o que é que acontece quando um pacote daquele tamanho passa pela alfãndega?

 

Rick Danger escreveu:

Rick Danger escreveu:

Bom, em comparação, o preço para comprar de D&D 4E os três corebooks, mais as cartas para todas as classes do PHB, mais uns dados e umas miniaturas dá mais de 100 euros.

Sim, PHB+DMG+MM+fichas de personagem (que eram bem cobradas nos tempos pré-PDF)+ dados + Boxed Setting ia bem para cima de 100 euros.

Bem...

Por mais estranho que pareça, mandar vir da Amazon USA o conjunto especial dos três livros de D&D (79 euros) para que cheguem em 2-4 dias (pagando assim as taxas alfandegárias no caso do WHFR3)é mais caro 10 euros do que o Warhammer Fantasy Roleplay 3rd Edition (69 euros).

Pensando que ao D&D faltam fichas de personagem e dados para se começar a jogar não deixa de ser interessante a diferença em preço. Por outro lado não podemos esquecer que o WFRP3 limita um pouco os números de jogadores devido aos componentes estarem pensados para quatro jogadores e possivelmente a evolução dos persos devido ao escasso número de carreiras avançadas.

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E tens a certeza que eles

E tens a certeza que eles enviam para Portugal? A Amazon americana recusa-se a enviar vários jogos da FFG para a Europa (talvez para não arruinar o negócio da congénere inglesa).

E, sim, arriscas-te a apanhar uma surpresa desagradável na alfândega.

Bem...

Eu lembro-me de mandar vir o D&D Basic Game 3rd Ed. que vinha numa caixa e não me taxaram nada tal como todos os livros que mandei vir até agora. Mas isso foi em 2006, acho.

Por outro lado a Amazon já avisa na encomenda que não se responsabiliza pelas taxas alfandegárias o que dantes não fazia. Também disponibiliza uma opção nos portes mais caros em paga com antecedência as taxas que forem precisas. Nessa modalidade o jogo chega em 4-5 dias e custa 66 euros.

De qualquer modo é uma questão de se arriscar por até agora não tenho tido grandes problemas.

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jrmariano escreveu: Eu

jrmariano escreveu:
Eu lembro-me de mandar vir o D&D Basic Game 3rd Ed. que vinha numa caixa e não me taxaram nada tal como todos os livros que mandei vir até agora. Mas isso foi em 2006, acho.

Tiveste alguma sorte. Das vezes que mandei vir da Amazon americana tive quase sempre surpresas desagradáveis, com eles a cobrarem-me mais 15-20 euros para entregar as embalagens. A insatisfação foi tal que basicamente desisti.
Boa sorte!

Curioso que no RPG.net já

Curioso que no RPG.net já parece haver resmungos e bocas ao jogo pela sua aproximação aos BGs e gente a defender que isto não é um RPG "a sério".
Será que estamos a assistir ao início da cisão RPGs narrativos/RPGs de tabuleiro?

avaliação pendente

neonaeon escreveu:
Será que estamos a assistir ao início da cisão RPGs narrativos/RPGs de tabuleiro?

Essas cisões já há muito tempo fazem parte da geografia do planeta RPG :) A WotC apontou o caminho e a FFG está só a dar mais uns passos no sentido dos boardgames. Ainda tenho de ver as regras para saber quão processuais vs condicionais são, mas não me parece que a estrutura deste jogo seja assim tão diferente do tradicional RPG que Warhammer sempre foi. Até sou capaz de arriscar e apostar que esta 3a edição é ainda mais tradicional que a 4a edição de D&D.

 

Hmm...

De tudo o que tenho lido é bastante tradicional com a inovação de todo o "interface" de jogo passa por componentes mais associados a outros tipos de jogo.

É como se substituísse os dados com números e regras todas contidas num manual por dados com símbolos e cartas e cartões com informação pronta a jogar.

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jrmariano escreveu: É

jrmariano escreveu:
É como se substituísse os dados com números e regras todas contidas num manual por dados com símbolos e cartas e cartões com informação pronta a jogar.

Acho que os resmungos passam por aí. Há gente que se queixa que é uma forma de fazer pagar mais e que limita a jogabilidade...

Certo...

Quanto à jogabilidade não sei porque ainda não o experimentei. Gostava muito de o levar à LeiriaCon 2009 para todos termos a oportunidade de experimentar e talvez aguçar o apetite aos fãs de jogos de tabuleiro.

Do que li parece-me que é capaz de acelerar à velocidade de acesso à informação dos novatos melhorando assim o tempo de aprendizagem e de interacção dos jogadores com as regras do jogo.

Além de que os dados "costumizáveis" com leitura diferentes consoante o lançamento, o uso das cartas com duas faces ilustrando o modo como o personagem tenta resolver o conflito e as suas consequêncas, a pista visual para a iniciativa e desafios prolongados, e a ficha de grupo de personagens parecem-me inovações interessante com algum valor por si próprias.

Quanto ao pagar mais é uma questão mais polémica. Para a quantidade dos componentes que traz será que assim um tão
preço tão injusto? Talvez não.

O compromisso monetário dos jogadores perante o jogo é alto visto que este só traz conjuntos de cartas para três jogadores e que se quiser mais e algumas opções extra tem que se comprar um pacote extra.

Por outro lado é um modelo de produto que pode ser a solução para as baixas vendas do modelo "Livro + Suplementos => Nova edição regular".

Outro possível modelo é a distribuição digital e em POD de conteúdos dinâmicos apoiados em comunidades on-line. Acho que essa possibilidade é a que vai ser explorada pela White Wolf no futuro do World of Darkness.

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Irra

Que isto parece-me fabulástico.

 


Top10:

Vejam tambem o filme logo a

Vejam tambem o filme logo a seguir, a descrever o conteúdo da collectors edition do war of the ring! Só a forma da caixa foi o suficiente para dizer quero!quero!quero!

Há 10 tipos de pessoas: As que sabem binário e as que não sabem.

hum...

Houve uma encarnação anterior do Warhammer Roleplay, chamada Warhammer Quest, que dependia fortemente de acessoriozecos para ser minimamente apelativo, o que escondia o facto de ser um sistema super rígido de sim e não, sem talvez, com o foco em combates mecanizados onde o GM era, essencialmente, um árbitro.

Isto foi antes da projecção á escala mundial do MTG, e portanto numa altura em que a cena fantasy era praticamente circumspecta ao pessoal de D&D e aos wargamers da própria GW. Por isso fazer um RPG com ares de boardgame, e marketizá-lo como intrínsecamente um jogo de miniaturas, permitia-lhes expandir o seu mercado de figuras sem alienar completamente os puros wargamers. Já tinha sido feito, e com sucesso relativo, por isso venga.

O que acontece é que o Warhammer Quest, como os seus similares anteriores e posteriores, falha em apelar aos roleplayers mais hardcore, devido á estrutura castradora que não permite grandes nuances de decisão. O jogo era tão automático que dava (pelo menos em teoria) para um gajo jogar sozinho. E se isto não é a antítese de roleplaying então besuntem-me com mel, ponham-me umas orelhas de mickey e mandem para um cave onde viva uma família de owlbears.

Não gostei muito do foco na dualidade agressivo/ponderado desta nova edição, activa um bocado o alarme da falta de opções. Já a linha gráfica está soberba, como aliás é norma tanto FF como da GW. O que eu espero é que, tudo bem, apele aos boardgamers, mas sem deixar de ser um RPG. É fatela deixar um setting tão coeso como o do Warhammer sem um RPG decente, só para vender em número.

E já agora, o sistema rulebooks & supplements pode ficar de facto muito mais caro, mas é flexível o suficiente para o GM fazer mix & match de regras, settings e flavour. Por exemplo, até a tão mal-falada 2ª edição de D&D permitiu cenários tão díspares como Dark Sun e Planescape. Se as regras base dependessem de cartõezinhos com desenhos cada um destes settings teria que passar a ser praticamente um jogo novo. Ou, para pessoal chunga como eu, post-its escritos a caneta com ilustrações de bonecos-palito.

Mas para quem é primeiro boardgamer e só depois roleplayer, isto é capaz de ser digno de ereção. Confesso que eu também babei um bocado. E o tom céptico e amargo é porque estou com saudades de Shadowrun.

 

OK...

Bom comentário de estreia, Ivo! Bemvindo.

Não conheço muito bem o Warhammer Quest mas pela pequena pesquisa que fiz parece ter mais semelhanças com os Descent e o Runebound da FFG do que propriamente o novo Warhammer. Por tudo que li do pessoal que já postou comentários acerca pre-release deste fim-de-semana o WHFRP3 parece ser um RPG mesmo.

Mais detalhes informados só quando se experimentar o jogo ou depois de ver um bom vídeo de sessão de jogo.

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Gracias!

Obrigado.

Numa segunda vista de olhos já me parece melhor. A interpretação que os gajos do vídeo fazem do setting é muito parecida com a minha, especialmente nos comentários daquele da barbicha. E o eye-candy é uma constante, no que limita a originalidade também ajuda á imersão dentro desses mesmos limites. Encomendem lá isso e convidem aqui a pessoa para um test-drive.

Afinal, o Shadowrun não vai parar por isso, senão já tinha parado com aquele jogo campónio da Microsoft.

Shadowrun

Há muito tempo que não ouvia falar disso, a FASA antes bem tinha dois universos que eu adorava, a minha extensa colecção de livros de ficção assim atesta.

Ok.

Apareçam no Encontro de Roleplayers da LeiriaCon que faz parte dos planos. :)

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benvindo melquisedeq!

Já agora, fica aqui um copy-paste do FAQ:

 

Q: Is Warhammer Fantasy Roleplay really a roleplaying game, or is it a boardgame?

The new edition is very much a roleplaying game. The Game Master (or “GM”) and the players representing the adventurers work together to develop the stories that their player characters (or “PCs”) will be moving through. The classic elements that make up a traditional roleplaying experience are still present, though they may now have an exciting new twist.

 

Q: So how do these components & cards fit into a roleplaying game?

These components were designed to help players immerse themselves in their adventures, to allow them to focus on the story and their characters, and to add an exciting new dimension to the roleplaying experience. The use of components and cards allow the GM and the players to “interface” with the game mechanics and their story in new and interesting ways. For example, the custom dice provide the GM and players with additional information to weave into their story, beyond just whether an action succeeds or fails. The action cards allow players to utilise skills and abilities more easily, and evaluate different options they have available by comparing information on the cards. The stance meter is a tool that provides the player characters with additional context and risk management for their actions, and can give heroes an idea of how to approach the situation while providing a visual and tactile element to their decision making. The party sheets help provide additional flavour for the party, and act as a handy tool for party cohesion and a centre of focus.

 

muy bien, pero...

Pelo menos concordam que o potencial do jogo é mais limitado, não menos, que um verdadeiro pen & paper?

Isto oposto a um, hum... pen & cards & crazy dice & mentalometer & still some bloody paper, loads of it...

Há pessoal para quem o processo de criação de um personagem é partir a cabeça na elaboração do background, detalhe e cor que quer dar ao indivíduo da classe/raça/facção que tinha escolhido.

E depois há pessoal cujo brainstorming procura conseguir encaixar o personagem que escolheu num dos moldes (leia-se classe/raça/facção) do sistema que vai jogar, sem trair a essência que idealizou. E isto é complicado naquele tipo de RPG mais ready-to-roll, que aparentemente se tem vindo a tornar norma por ser mais popular ao apelar a noções estéticas generalizadas (quando a estética não é um fim por si só, pelo menos a este nível).

É como os signos... há quem se reveja no seu, há quem gostasse de ter outro (duh), e depois há quem sabe que é todos ao mesmo tempo e portanto nenhum porque isso é tanga. Mas toda a gente reconhece imediatamente os símbolos.

Pá, eu sou mais de freeform. A solo gosto de Morrowinds e Fallouts. E isto parece-me mais para a malta dos Final Fantasies e dos MMOs. Já joguei, aliás vou jogando (e curtindo), mas em caso de ter de escolher nem tenho que pensar nada. Porque só vou ficar indeciso entre um anão Trollslayer de moicana e machado ou um anão nobre de pala no olho e dual longswords se não puder mesmo ser um berserker elfo com dual hand-crossbows. E palas nos DOIS OLHOS. Bang!

 

Já agora, os cartõezecos e isso ajudam, sem dúvida. Até porque nós costumavamos fazê-los, lembram-se. Só precisavamos de uma caneta, papel e um x-acto (ou, no meu caso, uma tesoura sem pontas). E não me lembro de pensar na altura "hummmm... o que isto precisa aqui é de um desenho de um gajo a gritar com uma faca na mão".

pero aún mas...

Claro que se me convidarem para jogar eu vou...

 

Até tenho andado a pensar num persona maníaco-depressivo, para ver o GM a morder-se todo a trocar cartõezinhos vermelhos por verdes e vice-versa.

é uma toolbox

melquisedeq escreveu:
Pelo menos concordam que o potencial do jogo é mais limitado, não menos, que um verdadeiro pen & paper

Prognósticos só no fim do jogo :) mas parece-me que o potencial é todo igual dado que suspeito que este mesmo jogo poderia ser publicado só em livro sem grandes modificações, da mesma maneira que muitos RPGs também poderiam incluir dados, cartas e miniaturas catitas, mas são vendidos só num (ou três) livro(s). São todos tabletop RPGs.

Assim, parece-me (lá está, ainda sabemos pouca coisa) que este produto é feito assim mais por decisão comercial do que por qualquer propósito de criar o melhor híbrido entre RPGs e BGs. Em termos comerciais, acho que a FFG está a tentar fazer duas coisas: vender um RPG (porque isto é mesmo um RPG) aos boardgamers e tentar descobrir um modelo de negócio que permita vender RPGs sem estes serem pirateados.

 

Ok.

Uma visão mais extensa (com fotografias!) do jogo depois do pre-release: http://www.fantasyflightgames.com/edge_foros_discusion.asp?efid=164&efcid=3&efidt=234427

E outro report ainda melhor: http://www.fantasyflightgames.com/edge_foros_discusion.asp?efid=164&efcid=3&efidt=234589

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Na RPG.Net já há um

Na RPG.Net já há um tópico dedicado a criticar o WFRP3: http://forum.rpg.net/showthread.php?t=483421

É curioso o comentário de que as mecânicas de jogo impediam a imersão na história, em vez de ser o contrário.
Um pouco mais à frente há uma descrição do sistema de dados (que parece uma evolução do antigo jogo de tabuleiro Heroquest).

Fora isso as críticas continuam a assentar no preço e na possibilidade de se perderem/danificarem componentes do jogo.

Por acaso...

O segundo link que postei comenta exactamente o contrário, de que os dados facilitaram a imersão e o contar da estória. Caso para dizer que sempre vão haver diferentes opiniões.

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Subscrevo...

"Caso para dizer que sempre vão haver diferentes opiniões."

Verdade. 

E seja claro que a minha postura  de descrença em relação a esta edição é mais de saudosista que reacionário.

Alguém que mande vir uma caixa e meta aqui um review dos puros (não review de um review, ou, se me permitem, re-review).

WHFRP3

Eu vi o video e fez-me babar, gritar o quanto queria, lamentar estar imerso em tantos jogos que até me esqueço dos nomes e ter tantos que não conheço nenhum com todos os pormenores para discutir qualquer detalhe.

No entanto, vendo as coisas mais ponderadamente concordo completamente com o último post do Rick Danger (já não me lembrava de andar a discutir RPGs contigo, já vão uns anos) e completamente com o melquisedeq!

A bonecada toda, os cartões, a caixa, os dados é tudo lindo, maravilhoso e faz qualquer amante de RPG sonhar, mas essencialmente não passa disso, acho que não traz nada que seja imprescindível e vem poupar trabalho que provavelmente os ST's e os PC's não querem que seja poupado, pois é o pormenorizar o nosso personagem até o conhecer-mos que depois vai dar tanto prazer em jogar com ele.

 

Quanto ao preço até acho muito barato! 68 US$ por quatro livros, dados, dezenas de cartas e outros acessórios? É quase oferecido se tivermos em conta que a Edição Especial de Dark Ages Vampire que a unica coisa que trazia era um livrinho extra e uma capa bonita há 10 anos atrás custava 45 ou 50 €!

Isto do ponto de vista relativo a produtos semelhantes, claro que em absoluto tirar tanto euro da carteira doi...

 

"The complete fool is half a prophet."

Sold!

Parece que a primeira tiragem do jogo já está esgotada, e a FFG está a tentar fazer outra tiragem para Dezembro.

http://www.fantasyflightgames.com/edge_news.asp?eidn=960

Nos fóruns da RPG.net já há gente a cortar os pulsos, figurativamente falando, por causa deste sucesso.

http://forum.rpg.net/showthread.php?t=485369

Entretanto, a FFG está a vender os suplementos da 2.ª edição ao preço da maria cachucha:
http://store.fantasyflightgames.com/client/client_pages/sale2009.cfm?catid=12

Mais alguns comentários

Mais alguns comentários interessantes sobre o WH3, desta vez na discussão de uma crítica do WH2 publicada na RPGnet. Vejam o post 5: http://forum.rpg.net/showthread.php?t=486801

Sérgio Mascarenhas

Sérgio

Sérgio, não estou a

Sérgio, não estou a responder-te a ti pessoalmente, mas à atitude de "isto não é um rpg", que me levou a não escrever mais neste sítio:

http://forum.rpg.net/showthread.php?t=487007

Substituir "D&D 4ed" por "Warhammer 3ed" e servir a gosto.

--~~--

Visitem o Ideonauta, um blog sobre roleplay!

Não te metas comigo, camarada; tenho n avisos à navegação, alguns deles em público, e não tenho medo de os usar!

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

Bem, eu não conheço  o

Bem, eu não conheço  o WH3 directamente e não creio que o venha a conhecer (não tenho orçamento; o que li sobre o jogo não corresponde à minha perspectiva; embora goste - e muito - das campanhas de WH1, não sou adepto do universo de jogo; há coisas que me atraem mais para gastar os meus €€). Sem prejuízo disso, acho que estas discussões do «é, não é rpg» são profundamente inúteis quando incidem sobre as mecânicas ou os materiais de jogo pois não é por aí que se define um rpg.

No entanto, os mesmos materiais e mecânicas que usamos para um rpg podem ser usados para outros tipos de jogo e eu tenho bastante interesse neste tipo de cruzamentos e polinisações. Aliás, sempre assim foi, ou não tenha o DD sido desenhado a partir de um jogo de guerra. Penso que é conveniente apostar-se com conta, peso e medida nestas ligações para chegar a novos públicos.

Mas há que estar atento para não correr o risco de acabar mesmo num jogo doutro tipo. Os comentários do Jason Dural (o fulano que compilou o novo BRP) sobre o WH3 parecem-me fazer sentido, por exemplo.

Sérgio Mascarenhas

Sérgio

smascrns escreveu: Os

smascrns escreveu:

Os comentários do Jason Dural (o fulano que compilou o novo BRP) sobre o WH3 parecem-me fazer sentido, por exemplo.

E onde é que eles estão, s.f.f?

  Num thread da RPGnet.

 

Num thread da RPGnet. Ando à procura... será este? http://forum.rpg.net/showthread.php?t=485554

Parece-me que sim mas já não o acompanho há uns dias. De qualquer das formas, as intervenções do JD que interessam estão lá mais para a frente.

Sérgio Mascarenhas

Sérgio

Obrigado. Ainda estou a

Obrigado. Ainda estou a tentar navegar pelo fórum (o sistema da RPG.net não é muito prático para estas discussões intermináveis), mas é incrível o ódio épico que algumas pessoas parecem ter pelo jogo. Não tarda nada ainda temos um movimento terrorista contra o WHFR3.

A RPGnet é célebre pelas

A RPGnet é célebre pelas suas discussões inflamadas, embora por vezes as pessoas sejam demasiado sensíveis às labaredas. E também é célebre pela intervenção sem critério definido dos administradores. Eu já fui barrado duas vezes (mas há vários anos) e tive um par de advertências...

Sem prejuízo disso, é um dos melhores sítios para discutir rpg e dos mais antigos.

Sérgio Mascarenhas

Sérgio

Aqui vai a ligação para

Aqui vai a ligação para uma interessantíssima entrevista ao responsável pelo desenho do Warhammer 3: http://www.rpg.net/columns/interviews/interviews20.phtml.

Particularmente interessante o facto de ele ter sido contratado por anúncio público. O estado a que isto chegou!!!

Sérgio Mascarenhas

Sérgio

Bem...

Já chegou a minha cópia e realmente abrir a caixa é uma experiência "infantil" bastante interessante! :D

Se quiserem a reportagem fotográfica e mais alguns comentários digam qualquer coisa. :P

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Cortes!

Deixa-te lá de cenas e mostra ao pessoal o que é um Boardgame feito RPG...ou um RPG feito Boardgame..já estou confuso!

 

Confused

jrmariano escreveu: Já

jrmariano escreveu:
Já chegou a minha cópia e realmente abrir a caixa é uma experiência "infantil" bastante interessante! :D

Se quiserem a reportagem fotográfica e mais alguns comentários digam qualquer coisa. :P

Queremos.

esta carta diz o quê? e esta? e esta?

neonaeon escreveu:
jrmariano escreveu:
Já chegou a minha cópia e realmente abrir a caixa é uma experiência "infantil" bastante interessante! :D Se quiserem a reportagem fotográfica e mais alguns comentários digam qualquer coisa. :P

Queremos.

Já agora, podes fazer uma rápida avaliação sobre quão dependente da língua é o jogo? Em particular, qual é a quantidade de texto com que um jogador é confrontado durante uma possível sessão, incluindo criação de personagem?

 

Ok.

Estou ainda a analisar as coisas para vos dar esse tipo de resposta e por isso ainda vai demorar um pouco.

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Ca esperamos a análise á

Ca esperamos a análise á caixinha,

Agrada-me bastante o interesse que warhammer fantasy roleplay despoleta na malta de board games:)

Estou seriamente a considerar mandar vir uma caixinha para mim.

Se comprar Rick, vais ser dos primeiros a saber

ses

Se o language dependency estiver ao nível de um Chaos of the Old World ou mesmo um Arkham Horror, não vou fazer a aquisição mesmo que acredite que esta nova versão de Warhammer está muito boa.

Bornsleepy escreveu:
Se comprar Rick, vais ser dos primeiros a saber

Se comprar, Pedro, vais ser dos primeiros a saber :)

 

Rick Danger escreveu: Se

Rick Danger escreveu:

Se o language dependency estiver ao nível de um Chaos of the Old World ou mesmo um Arkham Horror, não vou fazer a aquisição mesmo que acredite que esta nova versão de Warhammer está muito boa.

 

que queres dizer em concreto com o language dependency ?

 

spique ingrich

Bornsleepy escreveu:
Rick Danger escreveu:

Se o language dependency estiver ao nível de um Chaos of the Old World ou mesmo um Arkham Horror, não vou fazer a aquisição mesmo que acredite que esta nova versão de Warhammer está muito boa.

que queres dizer em concreto com o language dependency ?

Quero dizer simplesmente a definição do BGG:
For those who do not speak the language in which this game is published, how language-dependent are the components (aside from the rules)?
1. No necessary in-game text
2. Some necessary text - easily memorized or small crib sheet
3. Moderate in-game text - needs crib sheet or paste ups
4. Extensive use of text - massive conversion needed to be playable
5. Unplayable in another language


Obrigado pela definição

Obrigado pela definição Rick.

 

Do que já vi e sendo

Do que já vi e sendo bastante conservador na minha opinião eu dava-lhe um 4, pois com uma tradução da ficha de personagem e de algumas cartas (decorando entretanto muitos preceitos das regras, tal como se calhar em D&D) é possível de se jogar sem se saber muito Inglês.

Mas depois do que já tinhas lido sobre o jogo não estavas realmente à espera que eu fosse dizer o contrário assim que o tivesse nas minhas mãos, pois não? :P

Edição: Depois de reflectir um pouco e ler a review de WHFRPG3 de um dos designers da Wizards (http://community.wizards.com/wotc_rodney/blog/2009/12/20/thoughts_on_wfrp3) acho que esse trabalho de saber as regras aplica-se mais ao MJ quando lê pela primeira vez o livro de regras. O resto pode ser explicado, a ficha traduzida e uns post-it's podem ser colocados nas cartas, pois é um pouco all-you-need-to-know-is-in-front-of-you basis. Sendo assim dou-lhe mais um 3!

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Obrigado pelo link Mariano,

Obrigado pelo link Mariano, a crítica é muito interessante. Há um ponto que me chamou a atenção:

«Damage is tracked by cards, conditions are tracked by cards, etc. so that I spent 0 time bookkeeping and instead spent all of my time adjudicating events in play».

É verdade que se poupa o tempo de registos, mas adiciona-se o tempo necessário para organizar as cartas e marcadores no início e no fim da sessão de jogo. Uma das minhas experiências com jogos de tabuleiro é a de que se os materiais de jogo não estiverem bem organizados perde-se muito tempo a lidar com eles. Há aqui uma transacção a considerar, pelos menos à primeira vista.

De resto a crítica confirma algo que eu já suspeitava: o WHRPG3, tal como o DD4, segue uma filosofia de jogo e de design de jogo que não corresponde à que eu prefiro. Digamos que prefiro designs «plasticina» a designs «lego».

Sérgio Mascarenhas

Sérgio

Ainda melhor que as minhas fotos...

Alguém postou no YouTube um vídeo de alguém a desempacotar o jogo: http://www.youtube.com/watch?v=NzptE_ynrxA

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Esqueçam...

As que tirei originalmente ficaram bastante más. Vou ver se tiro outras.

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E que tal?...

...uma review de 40m em Português do Brasil em formato vídeo?

http://vimeo.com/8272345

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Na minha humilde opinião o

Na minha humilde opinião o WFRP primeira edição é como os Corn Flakes: o original e melhor. Cool

 

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Por acaso...

Nunca gostei muito de Corn Flakes: sou mais Cruesli de Chocolate. :P

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em pacotes

Eu, cereais, não consigo comer todos os dias a mesma coisa.

Do que eu consigo ver, parece que as cartas até têem bastante texto e não é só do género "Attack: 2d10+5", "Defense +2" ou "Damage: 1d100 minus Armor" - portanto parece ser até mais difícil de traduzir do que D&D4E.

 

Já joguei e há fotos!

Fotos com comentários aqui: http://bit.ly/8E4VoD

Gosto da mecânica dos dados que permite uma leitura sugestiva do efeito das acções e das distâncias abstractas. Gosto de ter as cartas como suporte das permutações das regras e dos poderes especiais (sem ter de consultar o livro) e com muita "cor". Gosto da maneira flexível com que se gere os antagonistas. E sempre gostei do universo, claro.

A gestão dos componentes ainda é um pouco "exigente" mas é uma questão de curva de aprendizagem. E sim, o manual é pouco claro às vezes. Felizmente arranjei uma cheat sheet no Hammerzeit!, um site de fãs de WHFRPG3.

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outra questão

Este Warhammer funciona bem só com dois jogadores + MJ ou parece pedir mais gente?

 

Parece que sim!

Apesar de eu ter cometido alguns erros (a favor e contra os jogadores, equilibrando assim a experiência de jogo) joga-se bem com apenas dois. Um dos truques é ajustar o número de "henchmen" (que usam regras especiais) ao número de jogadores que foi o que fiz.

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pergunta estúpida

Porque é que isto não está disponível de borla?

Por exemplo, as regras do Chaos of the Old World estão lá no site para quem as quiser ler.

Não estão a aproveitar o potencial de lançarem um RPG neste formato.