1º Episódio do Ludonautas sobre Primeiras Vezes no RPG

Retrato de jrmariano

Neste episódio de estreia falámos através do Skype e conversámos acerca das nossas mais recentes viagens e interesses no mundo do Roleplay.

Falámos também acerca das diversas primeiras vezes no que diz respeito ao RPG: a primeira vez que jogámos ou mestramos uma sessão e o modo como preparamos um novo jogo que nunca tenhamos jogado antes. Falámos também das primeiras desonestidades e traumas.

Espero que gostem e comentem por aqui se vos convier.

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Gostei muito!

Só para dar uma pequena palavra a dizer que gostei muito.   :)

Sempre porreira, a conversa informal, e falaram de uma série de tópicos que achei interessantes, dentro e fora do tema principal, que acho que foi muito bem escolhido.

E pronto, é isso. Grande abraço e venham mais episódios!

Henrique

Obrigado pelos elogios e

Obrigado pelos elogios e amáveis palavras, Henrique... Como sempre, aliás!

A ideia é mesmo ser uma conversa mais informal sem deixar de ser informativa.

Ainda estamos a sondar temas para o próximo. Alguma sugestão? :)

sopadorpg.wordpress.com - Um roleplayer entre Setúbal e Almeirim

Ludonautas Podcast - Viajando, sem nos

sopadorpg.wordpress.com - Um roleplayer entre Setúbal e Almeirim
Ludonautas Podcast - Viajando, sem nos movermos, pelos mundos do RPG

2ªs vezes....

O primeiro foi sobre 1ªs vezes, agora pode ser sobre 2ªs vezes. Não, não estou a brincar. Uma das dificuldades com os rpgs é manter-se a chama, continuar-se a jogar. Suspeito que a maior parte das pessoas que ensaiam abandonam os rpgs ao fim de pouco tempo. Porquê? O que é que faz com que alguns se mantenham fiéis e continuem ligados aos rpgs ao longo do tempo?

Sérgio

Isso é um tema

Isso é um tema interessante. :) Cada um deve ter motivos diferentes para deixar de jogar.

No meu caso foi por uma questão de falta de disponibilidade, tanto de mim como do pessoal amigo com quem jogava. Jogava mais quando andava na faculdade e tinha um horário mais reduzido e flexível. Agora é mais complicado arranjar muitas horas (ou alguns dias, como era o caso de vez em quando) seguidas em que se possa quase só jogar. Cada um de nós tem um emprego que ocupa grande parte do tempo, a sua família, e outras responsabilidades.

Já nem MMORPGs tenho jogado muito no último par de anos. Não podia estar sempre lá às horas dos raids ou passar muito tempo seguido em frente do PC. Acabo por ter mais facilidade em jogar RPGs a solo no PC.

 

Mas ficou sempre lá o 'bichinho' dos RPGs pen & paper. Um dia destes conto voltar a jogar, nem que seja para sessões 'soltas' e/ou para experimentar coisas novas (no meu caso é fácil variar porque joguei poucos RPGs diferentes)..

 

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Corusca, a geek gamer girl's blog

Boa tarde! Já tinha dito

Boa tarde!

Já tinha dito no twitter que tinha gostado bastante, mas já agora comento aqui também.

 

Uma coisa que não cheguei a dizer lá foi o que o henriquebsoares disse - gostei do formato de conversa informal do podcast. :)

 

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Corusca, a geek gamer girl's blog

Parabéns pelo episódio...

Parabéns pelo episódio... :)

 

 

ora aqui está um tema que evoca muitas memórias, se bem que algo embrulhadas e dissimuladas num nevoeiro.

abordando os vários temas que foram falados vou colocar aqui as minhas próprias experiencias.

Oficialmente a minha primeira vez como jogador foi em Marvel Super Heroes (da TSR), onde joguei, sem grande sucesso (até porque na altura não conhecia muito bem a personagem dos comics) uma personagem pre-gerada, chamado Speedball, e acabei bloqueado, sem conseguir tomar decisões ou mesmo agir...

 

Algum tempo depois experimentei a Red Box original de D&D ainda como jogador. Foi a minha primeira experiencia de jogo real, onde pude tomar decisões a interpretar a personagem que tinha à frente.

Passado algum tempo adquiri na Tabak das amoreiras um box set de um jogo de miniaturas chamado "Battletech: Batalhas titânicas no Século XXI", da Imperium Jogos.

Passado algum tempo descobri na Bertrand umas novels da Europa-America passados no mesmo universo do jogo o que me levou a gostar do ambiente em que este se passava. Gostei tanto que comecei a comprar a vários suplementos em Inglês, e diversas miniaturas, na altura no CJS do Saldanha.

 

E descobri que havia um RPG associado a este universo chamado MechWarrior (na altura na 2ª edição) que permitia conjugvar todos os elementos do combate de miniaturas com o assumir de personagens e de criação de história e não simples combates de Mech contra Mech...

 

Foi uma longa campanha onde dei demasiadas benesses aos jogadores que evoluiram a nível de poder muito mais do que era suposto, tanto a nível financeiro, como de poder político e mesmo a nível de gadgets cientificos.

Não deixou de ser um excelente ponto de aprendisagem que me permitiu não cometer os mesmos erros nos jogos que mestrei posteriormente (pelo menos nã à mesma escala)

 

Já agora estes quase de 20 anos que RPGs já tive muitos momentos marcantes tanto como jogador como MJ. Acho que nunca fiz ninguém desistir de jogar... apesar de já ter falhado várias vezes tentativas de aliciar pessoas a jogar.

Como MJ a cena mais marcante foi provavelmente na ultima sessão da minha campanha de D&D3.5 onde ao longo de muitas sessões a personagem de um jogador ia sendo corrompida aos poucos, sem os restantes jogadores se aperceberem.

Toda esta plot (que em tempo real demorou cerca de 3 anos) culminou com o melhor amigo dessa personagem, controlada por outro jogador a matar o amigo, inadvertidamente quando apenas queria evitar incapacita-lo.

Foi a minha plot de longo termo mais bem sucedida, para a qual tive a colaboração do jogador da personagem corrompida, cujo desenlance surpreendeu todos os outros jogadores.

Sobre batotas não me lembro de ter feito batotas como jogador... mas como MJ, principalmente ao inico fazia muito o "ignorar" ou "alterar" de alguns rolls... hoje em dia continuo a usar um screen mas mais para ter as minhas referencias, muitas vezes visuais, à minha frente do que propriamente para poder alterar rolls...

Outro erro "batoteiro" a que no inicio recorria muito era aquilo a que eu chamo o "7º de Cavalaria". Ou seja... quando via que as coisas estavam a correr muito mal para os jogadores... fosse por más opções táticas dos jogadores, pouca sorte nos dados ou mesmo o encontro não ser equilibrado no seu desenho, fazia acontecer alguma coisa que evitava a derrota das personagens dos jogadores... entretanto aprendi que a derrota não é um fim, mas sim o ínicio de novas oportunidades de roleplay.

 

That's all folks...

continuem com este podcast e bons jogos....

p.s.: e dia 25 lá estamos para o Encontro dos RP de Lisboa

 

Stormrover (a.k.a. Nuno)


Last played:

Tanto para dizer

Epá, tanto poderia dizer sobre aqui sobre o post do Companheiro Nuno, até porque já nos conhecemos desde estas alturas em que começámos a jogar RPGs e acompanhei muito do que ele fala, mas ía só dizer que também comecei com Marvel Super Heroes, participei nessa campanha de Battletech e Mechwarrior, que também foi das minhas experiências mais formadoras, no sentido em que foi a minha primeira campanha longa.

E dizer também que a última sessão da campanha de D&D 3.5 dele, já muitíssimo long-running, foi realmente fulminante e muito intensa.

 

 

Obrigado por todo os

Obrigado por todo os comentários. Criar uma reação de interesse, mesmo que de nostalgia, em quem ouviu o podcast é uma boa recompensa. :)

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[inserir aqui parágrafo introdutório do Dune]

Da minha parte, obrigado por terem ouvido este primeiro episódio e agradeço ao João e ao Diogo por mais uma conversa interessante sobre RPGs. É também sempre uma grande satisfação receber feedback dos ouvintes. Se gostaram, recordo-vos que o Ludonautas já teve três episódios-piloto, por isso acompanhem o site http://ludonautas.podbean.com/ e subscrevam o feed. Quanto ás segundas vezes, também posso desde já sugerir o episódio 36 do Jogador-Sonhador: Como continuar a jogar RPGs.

Queria também dar os parabéns em particular ao João pela paciência e pela preserverança que eu sei que é preciso ter para gravar e editar um episódio deste tamanho com várias pessoas. Esperemos que o Ludonautas continue em força Happy