Bué Coisas a Saber Antes de Comprares: os Big 5 da Splotter

Retrato de lemon


    
  
 

Há um par de semanas completei uma colecção que já me assombrava há uns anos: os Big 5 da Splotter - Roads & Boats,  Antiquity, Indonesia, The Great Zimbabwe, Food Chain Magnate.

Bravo, Lemon. És um homem de um prestígio inigualável - mulheres querem-te e homens temem-te.

É então a altura ideal para partilhar com todos vocês este guia de compras em relação a todos eles. Fica já o disclaimer: todos os jogos de que vou falar encontram-se no meu top10. Sou fã, para dizer o mínimo. Contudo, não são para todos. Vamos ver se são para vocês.

Para isto fluir bem, vou analisar os jogos por ordem cronológica. Isto porque a Splotter reutiliza e afina muitas das ideias dos seus jogos anteriores.

Bora lá.

Splotter - Uma Introdução

Para quem não sabe, a Splotter é uma micro-publicadora de jogos holandesa, composta apenas por Jerouen Doumen e Joris Wiersinga. Fundada em 1997, tornou-se proeminente em certos nichos de jogadores por fazer jogos altamente interactivos, profundamente estratégicos, aparentemente complexos mas realmente simples, e acima de tudo jogos que rodeiam o 0% sorte. São jogos longos e trabalhosos que recompensam habilidade acima de tudo.
Os jogos de Jerouen e Joris são caros. Tipo mesmo caros. Caros e raros. Rima e é porque é verdade. Justifica-se facilmente: nos anos inciais, a Splotter fazi os seus jogos à mão, vá-se lá imaginar. Cada pedido era respondido com uma semana de noites artesanais para providenciar o jogo requisitado. Mas mais do que isso hoje em dia, as tiradas deles são muito pequenas pois fazem-no do bolso deles e na Europa (ao invés de organizar manufacturação na China). Joris e Jerouen já disseram mais do que uma vez: "isto para nós é um hobby mais que uma profissão". Fair enough, seus preguiçosos.
De qualquer forma, criaram um pequeno império de jogos intensos e extraordinários que merecem estar em qualquer colecção.
Ficam aqui os seus melhores, conhecidos como os Big 5
 

Roads & Boats
1999

O mamute. A melhor comparação que já vi feita a este jogo foi que é o Twilight Imperium para quem gosta de eurogames. R&B é um jogo de logística pura e o meu maior problema é que não consigo explicar bem o jogo sem que soe a seca. Cada jogador começa com 3 burros, umas tábuas de madeira e 2 gansos. Cada jogador (possívelmente) acaba com petrolíferas, fábricas, portos, aeroportos, casas da moeda, bolsas de valores, Universidades de Economia, infraestruturas de energia eletrica, entre outras coisas, ao seu dispôr. É um civ game de proporções épicas. É aqui que a Splotter introfuz uma das tricatrocas mais interessantes do seu cardápio de manobras. É que isto é um jogo de logística com foco em transportes. Burros, carros, navios, aviões, you name it. Como tal, o jogador apenas possui esses mesmos transportes. Tudo o que o tabuleiro produz, tudo o que está para além das capacidades de transporte dos jogadores, todos os edifício produtores, tudo está à mercê de quem estiver lá para aproveitar.

Ai construiste uma mina que te demorou 3 turnos a montar? Seria uma pena se alguém se metesse no seu burrico e fosse aí mamar na tetinha de ouro, não seria? Para a próxima constróis mais longe da minha burraria.

Quem me conhece sabe que eu não sou fã de euros. Como tal não consigo perceber o que me atrai a este título. Acho que é o puzzle tremendo de perceber onde é que os materiais vão ter de estar exactamente no momento x ou y. É um jogo longo e que requer concentração constante. Mas ao mesmo tempo, é um jogo que depende muito do grupo que o joga – pode ser tão interactivo ou multiplayer solitaire quanto o quiserem.  

 

Custo – €100

Jogadores –Excelente a 1, Excelente a 2, Excelente a 3, Muito Bom com 4, a duração começa a custar com mais.

Duração – 2h a 4h dependendo do AP e do número de jogadores

Talvez gostes se gostas de: Euros pesadões, Neuland, resource managment, sandboxes, puzzles de eficiência, o jogo de vídeo Civilization

Não vais gostar se não gostas de: pedacinhos de cartão. Tantos. Pedacinhos. De. Cartão.
 


 

Antiquity
2004


 
Oi oi! O que é que faltava a Roads & Boats? Miséria e pestilência, claro!

Antiquity pega na ideia de construir uma civilização e troca a pergunta logística de R&B por uma nova: qual o preço a pagar pelo progresso?

Durante o jogo temos duas secções que vamos construindo – a nossa cidade e os edifícios que a compõem, dando ao jogador novas artimanhas e truques com que trabalhar, e o campo com todos os nossos camponeses, lenhadores, pescadores e tudo e tudo. Os segundos recolhem, e os primeiros processam.

E é aqui que começa a dor e penúria moral - tanto aldeão implica muitas bocas para alimentar. No final de cada ronda existe um nível de Fome que vai aumentado de ronda para ronda. Se tivermos guardado comida em vez de a semear ou utilizar para facilitar expedições aventureiras, tá safo...por agora. Mas se não houver nada nos cofres, vai haver sangue. Morre gente e as suas campas têm de ser erguidas em algum lado. Onde? - perguntas tu, confuso como um nabo. Naquele lote da tua cidade que tinhas reservado para construir uma nova Universidade. Agora é um jazigo. E outro jazigo. E outro. Jasus que é só mortos.

Mas pronto, uma pessoa até aguen....ainda há mais?É que todo o trabalho intensivo lá na Antiguidade rural produz bué lixo. Suja as águas e polui os campos. E portanto esses lagos onde pescaste e esses campos que araste agora levam com lixo e tornam-se inutilizáveis. E se não tiveres mais onde colocar lixo, morre mais gente por falta de condições sanitárias, o que significa mais campas a ocupar mais espaço na cidade. Mas se não tiveres mais espaço não te preocupes, as campas podem inundar os edifícios já construídos e torná-los a eles inúteis também, dificultando-te muito a vida.

QUE. MEL.

Ah, mas quando resulta, meus amigos. Quando conseguem esquivar-se das garras da fome e pestilência. Quando vêem aquela nação triunfante.... c’est magnifique!

Outra cena muito gira no Antiquity, e que vamos ver mais tarde noutros jogos, é a ideia de primeiro assentar os pés na terra e depois então escolher como vamos ganhar o jogo. O jogo é ganho através da construção de uma de cinco Catedrais, a um de cinco Santos. Cada um deles nos dá um poder especial e uma condição de vitória diferente. Muy catita.  

 

Custo – €70

Jogadores – Excelente a 2, Excelente a 3, Bom a 4

Duração – Por volta de 2h30

Talvez gostes se gostas de: qualquer Uwe Rosenberg, Civ games, Resource Management, Chorar No Escuro

Não vais gostar se não gostas de: Stress, Stress, Chorar no Escuro ..........e pedacinhos de cartão.
 

 

Indonesia
2005


 
Mamma mia, here we go. A Splotter entra no reino dos jogos económicos.


Numa Indonesia capitalista, os jogadores encarnam gestores de companhias de distribuição e logística prontos a lucrar com o Pacífico e os seus recursos: arroz, especiarias, petróleo, refeições de microondas.

Indonesia revisita algumas ideias Splotter, nomeadamente o desapego ao controlo (fomentando mais a necessidade de influênciar o estado do jogo ao invés de controlá-lo) e as redes de infra-estrutura logística que vimos em R&B. Introduz um foco que vai influênciar os jogos seguintes da publicadora até hoje: a ordem de turno. Mais sobre isso daqui a pouco.

Quando digo que Indonesia deseja que pratiquemos os desapego, estou a falar das malditas Mergers. Todos os turnos podemos adquirir companhias. Custo zero. Fácil. O problema vem na fase seguinte: qualquer pessoa que tenha desbloqueado tal habilidade pode convocar a fusão de duas companhias na mesa, quer estejam sobre o seu controlo ou não. Essa fusão vai a leilão e o vencedor toma controlo sobre a nova empresa e paga licitação vencedora aos anteriores donos, em partes proporcionais ao tamanhos das empresas fundidas. Isso significa que se eu ficar sem a empresa ao menos pagaram-me por isso. Agora é bom que não me tenham pago demais. Passo a demonstrar um exemplo (omitindo certas limitações que teriam de ser desbloqueadas):

Zé ($100) tem uma companhia de barcos (3 barcos). O Pedro ($100) tem outra (2 barcos). O Pedro diz: “quero merger!” e começa o leilão. Toda a gente na mesa participa mas os outros não têm dinheiro para ir a jogo. O Pedro fica com a fusão por $70. Espetáculo. 3/5 de $70 para o Zé (que agora tem $142) e 2/5 para o Pedro (que agora tem $58).  

Na próxima ronda, se o Zé tiver capacidade para pedir uma nova fusão entre essa nova companhia vai fazê-lo com $142, e o Zé vai tentar defender-se com os seus míseros $58. Trés jolie. Prá próxima: contenção nesses bids, caríssimo Zé.

Depois de definido o controlo das empresas começa o puzzle logístico de entregar os produtos das quintas às cidades. Quem vende produto ganha dinheiro mas não sem primeiro pagar a quem controla os barcos que transporta o dito cujo. E é aqui que entra a importância supracitada da Ordem de Turno.

As cidades querem quantidades limitadas de bens. Quem encher primeiro tem jantar. Quem não fôr a tempo, aperta o cinto. Mas querem saber a melhor parte? A jogada de génio dos Splotterinis? Toda a gente é obrigada a entregar, se assim o conseguir.

Isto leva à maravilhosa (desde que não me aconteça a mim), fantástica (desde que não me aconteça a mim), estupenda (desde que não me aconteça a mim) jogada em que temos de pagar aos barcos mais do que o dinheiro que recebemos pelos bens.

Custa na carteira e na alma.  

 

Custo – €80

Jogadores – Médio a 2, Bom a 3,  Excelente a 4, demasiado curto a 5

Duração – Quanto mais jogadores, mais curto o jogo. Entre 2h a 5 jogadores e 5h a 2.

Talvez gostes se gostas de: Economia, Logística, Container, 18xx, Cube Rails, Modern Art, alianças temporárias e incentivos

partilhados.

Não vais gostar se não gostas de: Abdicar de controlo em prole de influência, ter de estar envolvido e interessado em todas

as jogadas de todos os jogadores, efeitos borboleta, comida de micro-ondas.
 

 

The Great Zimbabwe
2012


 
O meu favorito da lista.

Em TGZ somos tribos africanas a tentar adorar os deuses o melhor que conseguimos. Para isso temos de construir templos cada vez mais altos usando produtos criados com os recursos altamente esgotáveis que a terra-mãe nos providencia.

Começamos com um toque de génio. É o leilão para determinar a Turn Order. Alinham-se as plaquetas do jogadores e quem quiser permanecer no leilão divide por elas uma licitação superior ao jogador anterior. Quem passa vai para o último lugar disponível e o último a passar joga em primeiro (mas também deu mais vacas). O que é fenomenal é que quem passa continua a receber as licitações dos que estão em jogo. É uma forma fenomenal de dividir a riqueza por entre todos.

Depois começa aquilo que já falámos em demasia: um combate apertado de logística e contralogística para ver quem esgota os recursos certos e agrada os Deuses. Vai beber um pouco a R&B com a ideia de produtores de bens primários e produtores de bens secundários, que neste caso tornam os primários obsoletos. Quanto ao preço desses bens cabe aos jogadores definirem-nos. Depois é só converter todos esses bens em templos para a Deusagem.

E por falar em Deuses, TGZ vai também buscar ao Antiquity a ideia de assimetria estratégica. Durante o nosso turno podemos decidir a que Deus rezamos e isso define um poder especial do qual poderemos usufruir:  usar recursos uma segunda vez, viajar mais longe, etc...

Ao contrário do Antiquity (que é um pouco multiplayer solitaire) este traz um acréscimo. Temos de ter muito cuidado em não telegrafar as nossas intenções aos adversários. Se escolho um Deus cedo demais, toda a gente pode contrariar essa estratégia pois sabem o que vou tentar fazer. Tarde demais e posso não ter tempo para o fazer.

Como último ponto, vamos falar da condição de vitória. São VPs. Exciting stuff. Mas caaalma que o melhor está para vir. Para além de VPs temos VRs (Victory Requirement) que são nada mais nada menos que o total de pontos que precisamos de obter para vencer o jogo. Todas as cartas de tecnologia, de ajudantes, de Deuses, que vamos buscar para nos facilitar a vida sobem os VRs. Quanto mais facilitamos a nossa vida, mais a complicamos.  

 

Custo – €75

Jogadores – Médio a 2, Excelente a 3,  Excelente a 4, um pouco longo a 5

Duração – Em média 2h.

Talvez gostes se gostas de: Economia, Logística, Food Chain Magnate, Root

Não vais gostar se não gostas de: Interacção, lutar pela ordem de turno, ficar sem fazer nada num turno
 

 

Food Chain Magnate
2015


 
E finalmente chegamos à Prima Donna. À Celebridade. À Cristina Ferreira dos jogos de tabuleiro económicos. 

 

FCM merece toda a fama que tem -  é um jogo profundamente complexo mas com um conjunto de regras simples e acessível. A meu ver a Splotter fez de fenomenal, inovador, e honestamente único com este jogo foi pegar em todas as lições que aprendeu com os seus dois jogos económicos anteriores e moldar as dinâmicas para que se aproximem dos eurogames. Não é um eurogame económico, é um económico eurogame. Picuínhices que já explico melhor.

Em FCM somos Ms de uma FC a tentar fazer o melhor que conseguimos para dominar completamente as vendas de consúmiveis duvidosos no nosso bairro. Para isso temos de organizar a logística (onde é que eu já ouvi isto antes??) de ir procurar fornecedores de bebidas, de instalar as novas localizações dos nossos restaurantes, etc.

Mas claro que tinhas de haver algo novo: em FCM temos de contratar gente para a nossa empresa, gente essa que vai afectar tudo o que se passa no mapa, desde os preços à publicidade, da produção de hamburgueres à gerência dos restaurantes. Essa gente custa dinheiro, mas "é preciso gastar dinheiro para fazer dinheiro", sempre disse o meu tio que morreu pobre e feio.

A razão pela qual digo que FCM se apresenta como uma alternativa económica mais aproximada dos euros que os seu antepassados económicos tem a ver com controlo.

Tanto no TGZ como no Indonesia, o que nós fazemos ou deixamos de fazer tem apenas 70% de impacto no vencermos ou não o jogo. É absolutamente necessário saber ler a mesa, e coordenar alianças com outros jogadores para que possamos levar a cabo os nossos planos. Ao mesmo tempo, temos de antecipar alianças dos outros, e factores completamente externos ao nosso controlo podem lixar-nos a vida.

Em FCM isso não é bem assim: o nosso motorzinho de eficiência é muito mais impérvio a interferências externas. Ainda temos de ter imperativamente em conta o que os nossos oponentes andam a fazer senão levamos na fuça, mas para ganhar não precisamos de ninguém. Quem tiver o melhor planos e se adaptar melhor às mudanças no jogo, ganha definitivamente.

E mais não digo que já escrevi sobre este aqui: 10 Coisas a Saber Antes de Comprares Food Chain Magnate.  

 

Custo – €75

Jogadores – Bom a 2, Excelente a 3,  Médio a 4, Nunca na Vida 5 (para mim. estas notas são diferentes para outro pessoal)

Duração – Decidida pelos jogadores durante o jogo. Podem ser 2h, podem ser 5h.

Talvez gostes se gostas de: Economia, Logística, Drafting, TGZ, Eurogames pesadões.

Não vais gostar se não gostas de: ter de planear lá para a frente, ter de gerir uma empresa de 25 pessoas.
 

 

Conclusão

Os jogos da Splotter nem sempre estão disponíveis, e quando estão são caros. Mas espero que com este pequeno guia tenham mais claro quais é que se encaixariam com os vossos gostos.

E a minha sugestão é sempre: não paguem preços de candonga pelos Splotters. O pessoal aproveita-se bué deste vício e esmifra o resto da malta como se não houvesse amanhã.

Eles são raros, sim, mas de x em x anos têm reprint. Mais vale esperar. São excelentes jogos, mas não valem um rim.

 

Espero que tenham gostado.
 

 
Boas jogatanas e até à próxima
 

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Apenas FCM

Apenas joguei uma vez o FCM. Não consegui apreciar, talvez  um pouco por os jogos económicos não serem a minha área. No entanto reconheço que foram 3 horas bem passadas com a cereja no topo do bolo que foi uma saborosa vitória.

No entanto a lista que descreves despertou ainda mais a curiosidade que tinha nos dois primeiros. Começo a estar arrependido de ter começado a ler o artigo :D

lbaixinho escreveu: Começo a

lbaixinho escreveu:
Começo a estar arrependido de ter começado a ler o artigo :D

Conheço bem essa dor

TGZ

Tenho cá três desses mas só joguei (várias vezes) o Antiquity, que é dos meus jogos preferidos. Já não és a primeira pessoa que vejo dizer que o The Great Zimbabwe é o favorito, temos que combinar isso para uma Con futura. :D

Sempre a postos!

Sempre a postos!

Splotter

Também eu sou fã da splotter devido aos belissimos jogos que já produziram (alguns com mais de 20 anos e que continuam actuais) e que considero, quase sempre, diferentes de todos os outros que tenho/conheço!

 

 

Ainda tens muitos para experimentar. Não penso que sejam melhores do que os que indicas mas, ainda assim, têm sempre aquele sabor diferente. Recomendo o Greed Incorporated e o Bus (tenho ideia de que este é considerado o pai, ou melhor, o avô, dos worker placement)

Expansões

Ah! Ainda me faltam experimentar as expansões Food Chain Magnate: The Ketchup Mechanism & Other Ideas (que custa tanto como o jogo!! argh!!)

 

... e a velhinha a &Cetera

 

Já experimentaram alguma destas expansões?

Isto é absolutamente

Isto é absolutamente escandaloso. Inveja máxima!

Quando quiseres pôr na mesa o Greed Inc ou o Ur 1830BC lembra-te de mim, por favor!

Ur 1830BC e Greed Incorporated

... o Ur 1830BC já não tenho há vários anos. Experimentei e não fiquei fã e, tendo em conta que tinha um bom valor de mercado, resolvi despachar...

 

Quanto ao Greed Incorporated... para o próximo ano combinamos isso. Acho bastante piada ao jogo (especialmente o tema que apareceu mesmo na altura certa) wink

Pena em relação ao Ur! Queria

Pena em relação ao Ur! Queria ver se vale a pena dar €100 por ele ashamed

Fico então à espera de um Greed Inc. 2020! 

Poupei-te 100 euros

Não vale, nem 10 quanto mais os 100 smiley

É que nem como variante chega a ser interessante, é um arraçado de 18xx (datado atenção, pois não existiam muitos 18xx quando ainda andavas de ranho pendurado no nariz) que não tem nada de diferente a não ser com um tema de um rio colado a cuspo.

O Greed é muito engraçado, já o tive por 2x e acabei por vender por propostas irrecusáveis.

Excelente artigo, muito divertido, também sou fã da Splotter e tenho pena de não ter comprado o TGZ quando saiu, e de só ter jogado o FCM 1x. 

Ok ok! Tá na altura de

Ok ok! Tá na altura de transferir a minha atenção e dinheiro para outro jogo então!

Bus

Já jogaste o Bus? Saiu agora uma nova edição. surprise É um jogo apertado e bem tramado!!! pig

Tenho andado a olhar para ele

Tenho andado a olhar para ele mas, embora queira muito jogá-lo, não me parece um jogo de €75... Mais tipo €50

Dos 5 tenho o Antiquity, o

Dos 5 tenho o Antiquity, o Indonesia e o Food Chain Magnate. Os outros estão na wishlist... Ainda só experimentei o Antiquity e gostei bastante embora me tenha parecido demasiado solitaire multiplayer e me chateie um pouquinho ter q andar a mexer em tantas pecinhas. Não deixa de ser, no entanto, um jogo de topo! Excelente artigo, como os anteriores! Tens que começar a publicar também no facebook para alargar o público-alvo. Ainda há muita gente que não vem aqui (nem sabem o que perdem) e acaba não aceder a artigos desta qualidade. Fico a aguardar mais! 

Epá

Só para dizer que se o Antiquity te parece muito multiplayer solitaire, é porque não estão a jogar bem... evilgrin

Éramos todos noobs no jogo

Éramos todos noobs no jogo mas pareceu-me que a única interação é pela disputa do território... smiley

À primeira vista parece que

À primeira vista parece que sim. Até perceberes que podes usar Stables para ir dumpar lixo longe de casa, no território de outro, aumentar o nível de fome usando exploradores (ficando imune a esse aumento), sujar lagos e usar o Santo Coiso para desfazer a poluição só quando precisas de espaço, etc.

É o mais MS dos Splotters, sim. Mas ela ainda está lá presente. Quando dominas a cena de não morrer à fome, aí é que o jogo começa a sério.

Tenho andado a pensar sobre

Tenho andado a pensar sobre isso mas há duas cenas que me têm impedido, justificadamente ou não: 1) acho que o público que vejo nos canais do Face tende mais para jogos mais leves que aqueles sobre os quais gosto de escrever. 2) tenho a sensação que o público do FB não se sentiria à vontade com o UI aqui do AoJ por isso partilhar o link estaria fora de questão.

O que tenho pensado é passar estes artigos para um blogue. Continuar com o AoJ como plataforma primária mas abrir ao resto do pessoal através de um arquivo nesse blogue. Quem sabe um dia passar isto a vídeo

E obrigado pelo elogio!

lemon escreveu: 1) acho que

lemon escreveu:
1) acho que o público que vejo nos canais do Face tende mais para jogos mais leves que aqueles sobre os quais gosto de escrever. 2) tenho a sensação que o público do FB não se sentiria à vontade com o UI aqui do AoJ por isso partilhar o link estaria fora de questão.

E há quem diga que eu sou injusto para com os users do Façabocas... Acho nunca lhes apliquei um isulto tão súbtil ou tão mortífero!

yes evilgrin

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Gamer profile

Se a carapuça serve, eles que

Se a carapuça serve, eles que tirem uma fotografia e a ponham no Facebook com uma citação sobre carapuças.