Retrato de jpn

Novo apanhado de teoria de RPGs

Há uns tempos, a revista places to go, people to be começou ou a revisitar a teoria de RPGs e a publicar apanhados. E escrevia eu na altura:

jpn escreveu:

Olá! Para quem tem ouvido falar da teoria de RPGs que se desenvolve na Forge mas não consegue seguir os fórums, a revista places to go, people to be começou a publicar uma série de artigos com um apanhado dos básicos. O primeiro fala essencialmente do que é um RPG, e está aqui.

Já não era sem tempo :) E isto também serve prá malta (estilo eu, o JMendes, o Ricmadeira...) que lê a Forge mas já tem os básicos apagaditos...

JP

PS: parece que vai saír o primeiro livro científico sobre RPGs "a sério", ou seja, com "peer review" por juri e todas as outras mariquices que distinguem a ciência "a sério" das opiniões. Hehe, entrámos para o mundo académico :)

E eu estou aqui porque eles publicaram o segundo artigo, sobre o que eles consideram uma das principais falhas dos RPGs "tradicionais": o "Impossible Thing Before Breakfast", que é o postulado frequente que os jogadores controlam os personagens mas o GM controla a história. Ora, se os personagens são os principais impulsionadores da história, este postulado é altamente contraditório. Enfim, o M.J. Young fala disto melhor que eu - aqui.

Retrato de MGBM

Domaine + Dos Rios - Boardgames lixados

Eu tive o prazer de jogar a dois boardgames que têm uma caracteristica comum: são lixados e porcos para os oponentes. São eles o Domaine e o Dos Rios.

Comecemos pelo Domaine. O tabuleiro, tal como o do Dos Rios, é modular, logo nunca ha dois jogos iguais. Depois de montado o tabuleiro ha que cada jogador por um castelo e um cavaleiro. Quando todos os jogadores tiverem posto isso, o jogo começa. O coraçao do jogo sao as cartas e os efeitos que elas produzem, desde criar fronteiras ate criar uma aliança entre dominios. Mas a principio sao as cartas de fronteiras que sao as mais valiosas.

Domaine

Novidades: 26 de Junho 2005

Nestes últimos dias introduzimos algumas novidades no funcionamento do portal. Na sua maioria foram apenas pequenas correcções aqui e ali, ao qual há a juntar uma reorganização do menú de navegação (o que fica debaixo do bloco da "chatbox"), que era uma tarefa que andava a ser adiada há já bastante tempo. Ah, e como repararem os "avatares" regressaram finalmente ao site. Quando houver tempo, contamos brincar um bocadinho mais com o tema/skin e melhorar algumas coisitas.

A grande novidade foi introduzida agora mesmo: a presença de um editor de texto, simples e rápido, para ajudar a compôr e formatar os vossos textos. Infelizmente, não houve muito tempo para o testar, mas o essencial parece funcionar minimamente bem. Contamos com o vosso feedback para identificar e resolver eventuais problemas. É seguro que ocorram alguns (nestes primeiros dias será normal, por exemplo, que nem todas as opções de formatação usadas na edição por vocês sejam visíveis no texto final). Tomem nota de que o editor pode ser desligado/ligado muito facilmente (carregando no link "desactivar/activar editor" que aparece por baixo das caixas de texto). Se não se derem de todo bem com ele, podem mesmo desligá-lo permanentemente através duma opção que encontrarão quando editarem o vosso perfil.

A Sessão Mais Longa – Parte II

Finalizando os comentários à nossa orgia de roleplay (mais precisamente do RPG Heroquest) no fim-de-semana prolongado de 10 a 13 de Junho...

A Sessão Mais Longa – Parte I

Tal como já tinha comentado de passagem, no fim-de-semana prolongado de 10 a 13 de Junho (13 é o feriado de Lisboa, para quem não é de cá) participei numa verdadeira orgia de Roleplay. Os cabecilhas do evento foram os nossos JMendes e Ralek (Rogério), e a coisa consistiu basicamente nisto: cinco pessoas (nós os três mais a Ana e o Nuno, um amigo do resto do gang) trancadas numa casa com comida e bebida, durante 4 dias. Era um autêntico Big Brother, só que em vez de estarmos trancados com as câmaras, ficámos trancados com um RPG (Heroquest), dados, papel, lápis e borrachas! Só se parava para comer, dormir e satisfazer outras necessidades físicas; e só se ia à rua para beber café ou comprar mantimentos...

Knight Six: Criação da Série

Temos mais uma série de PTA no activo, e chama-se Knight Six. Eu, o Joaquim (The_Watcher) e a Raquel (Eowyn) tínhamos combinado jogar uma sessão (a primeira de muitas, esperamos) de PTA no fim-de-semana passado, mas primeiro precisávamos de uma série...

Retrato de Eowyn

O Que Faz Uma Boa Personagem?

Com a minha experiência recente em PTA (com a fabulosa série Dirtside!) surgiu-me a pergunta: afinal o que faz uma boa personagem? O que é que torna uma personagem memorável?

Gostei tanto de jogar a minha Rita Jamieson que acho sinceramente que ficará para a história como uma das minhas personagens mais memoráveis – como o foi a Véronique D’Arcy do Call of Cthulhu com o seu sotaquezinho francês, a sua tendência a vender artigos menos legais na sua loja de antiguidades, e a sua misteriosa pontaria infalível com armas estranhas mesmo quando quase não tinha stats para isso.

Já com a Rita (famosa aqui no portal, ao que parece) não posso dizer que perceba exactamente porque gostei tanto dela. Terá sido apenas uma empatia especial por causa de todos os trambolhões emocionais que ela foi passando ao longo dos 5 episódios de Dirtside? Os stats é que não foram de certeza: em PTA não há bolinhas para colorir, nem níveis para trepar. Terá sido a acção? Houve alguma, empolgante quanto baste, mas nada que ultrapasse alguma da tensão que já vivi com este grupo de jogadores em Call of Cthulhu ou em D&D.

Portanto enquanto tentava perceber é que me surgiu a pergunta.

Retrato de jpn

Capitán Alatriste - Juego de Rol

Eu jogo com um grupo que gosta de Gamist baseado em mistério e intrigas sociais, e já andávamos fartos de Call of Cthulhu. Experimentámos alguns sistemas "indie", como o PrimeTime Adventures e o Great Ork Gods, mas ou são Narrativistas ou Gamists baseados em combate, o que não nos entusiasmava por aí além. Mas descobrimos um joguito chamado Capitán Alatriste que é perfeito para este estilo de jogo.

O jogo
Capitán Alatriste passa-se no "século de ouro" Espanhol, 1630's, durante o reinado de Filipe IV (III de Portugal). Os jogadores são fidalgos de baixo nível, demasiado pobres para sustentar o estilo de vida que se espera do "nobre bem sucedido" em Madrid, e a sua hipótese de subir na vida é (ao bom estilo Latino) arranjar "cunhas" e "tachos" que lhes dêm riquezas e reconhecimento aos olhos dos seus pares. É inspirado na obra Capitán Alatriste de Arturo Pérez-Reverte, que vai ser adaptada ao cinema em breve, e está cheia de lutas pelo poder, intrigas políticas e duelos pela honra. O jogo está em Castelhano mas vai saír uma edição em inglês em breve.

Inquérito #1

Verão, férias, exames... agora devia ser a altura em que mais se joga e fala de Roleplay, mas não. Pensei em lançar aqui um pequeno inquérito, para animar as hostes e ver que curiosidades escondidas desenterramos. Vamos a isso?

1) Quais foram os últimos três RPGs que jogaste ou mestraste?

2) Quais são os três RPGs que mais gostavas de experimentar?

3) Quais são os últimos três Boardgames ou Cardgames que jogaste?

FUGA 2005 Lisboa e Roleplays

FYI pessoal

No próximo fim de semana realiza-se em Lisboa a convenção FUGA (Future Gaming) 2005. Este é o segundo ano que o evento se realiza e além dos jogos para computador e convidados que são as atracções de primeira linha a FUGA deste ano contem ainda com uma workshop sobre "Escrita criativa para jogos de computador e RPGs tradicionais" a realizar a partir das 13h.

Para mais informações: http://www.futuregaming.net

Notar também que a organização vai aproveitar a ocasião para divulgar o Mestrado Europeu em Jogos (de Computador) - uma parceria com instituições francesas que garante estágios e um programa ao nível europeu (e não a merda nacional do costume) que irá ser implementado na ITIC durante o ano que vem e para o qual as inscrições abrem no final deste mês.