Encontro Regional do Norte (aka CaragoCon) primeira edição. O que foi...

Retrato de Mallgur

Decorreu no passado sábado o primeiro Encontro Regional do Norte, ou CaragoCon para os amigos.

Começou na XXL onde eu e o Tintazul, empréstimo alcobacense cuja participação se agradece desde já, chegamos por volta das 14:30. Já lá estavam o Eddie e companhia. Havia alguma falta de espaço devido a alguns torneios de CCGs que decorreriam nessa tarde mas o responsável pela loja lá nos arranjou duas mesas onde pudemos preparar-nos para começar.

Entretanto chegou o pbv e o npl. Como várias pessoas queriam experimentar o Tigris & Euphrates e o pbv tinha trazido a sua cópia, montamos duas sessões. Numa o Tintazul com a minha cópia e noutra eu o npl o pbv com a deste último.

O ProphecyOne chegou pouco depois de começarmos. Sugeri que voltássemos ao início para ele poder jogar, mas ele preferia assistir.

O jogo correu-me mal. Perdi todos os conflitos internos pois creio que tive talvez uns 5 ou seis tiles vermelhos no total da partida e embora compensasse, com outras áreas de domínio, nomeadamente o preto e azul, não pude contrabalançar a escassez de pontos vermelhos. Ainda por cim, quando podia ter aproveitado o monumento preto/vermelho que construí fui atacado pelos dois oponentes de seguida. Enfim... as coisas não podem correr sempre bem. O npl ganhou bem.

O outro Tigris ainda decorria quando terminámos. Como já éramos 5 nesta altura, depois da chegada da MJ, optámos por um Citadels que o pbv ganhou com mais quatro ou cinco pontos que eu num jogo interessante onde aprendi que andei muito tempo a jogar mal!

O Tigris do outro lado ainda prosseguia... pelo que fomos até ao velho oeste com um Bang!, já na companhia do Rick Danger que chegara entretanto. Foi nesta altura que atingimos o máximo de participantes na XXL, 10.

O Bang foi, como sempre, interessante. Os fora-da-lei ganharam, mesmo só sobrando um dos 3 iniciais. Eu e o pbv fomos mortos relativamente cedo pelo que ainda aproveitamos para ele experimentar o Hive enquanto o outro grupo, que tinha terminado o Tigris, estava a apreciar o Bohnanza.

A hora do jantar aproximava-se. O Tintazul tinha que regressar aos compromissos familiares, os seus três pupilos de Tigris também iriam embora bem como o ProphecyOne e o pbv.

Sobrámos eu, a MJ o RickDanger e o npl que fomos jantar ao Crystal Park.

Depois do repasto juntámo-nos ao Hélder ao albinscott e à Patrícia. Estávamos 7, portanto... Como eu tinha trazido os jogos do Tintazul, havia que experimentar o Shadows Over Camelot.

Foram três horas de jogo. As coisas correram muito de feição aos cavaleiros ao início e cumpriram-se as demandas pelo Graal, pela Excalibur e pela armadura de Lancelot, bem como uma guerra vitoriosa contra os saxões. A gestão de pontos de vida, catapultas e cartas negras foram óptimas e só muito perto do final surgiu a primeira espada negra na távola redonda. O npl teve que sair entretanto pelo que não assistiu ao final. Ficaram o Miguel e a Lígia a ver como se desenrolaria o jogo. Tudo terminou com a conclusão da batalha contra o Dragão e preenchimento da távola com as espadas brancas finais. O bem venceu com apenas uma espada negra e não havia traidor.

Para aqueles que professam a fé na teoria das probabilidades, este é o segundo jogo de Shadows que jogo, com 7 jogadores em ambos os casos e em nenhum deles existia traidor. Uma vez que há 1/8 de hipóteses de não haver traidor num jogo, há 1/64 de possibilidades de não existir traidor em dois jogos. E foi o caso em ambos os que joguei... estas coisas fazem-me sempre pensar se esta teoria de cálculo é verdadeiramente útil quando estamos a falar de uma só partida... Ou seja, até que ponto seria útil para mim, neste caso, levar em conta que as probabilidades de não existir traidor eram muito baixas? Se alguém tivesse feito uma acusação o nosso resultado teria sido diferente... É por isso que, em certos casos, mais vale guiarmo-nos por outros dados, como sejam a análise do comportamento dos jogadores.

Enfim... voltando ao que interessa. Precisava de outro jogo que desse para todos. A Lígia estava relutante em jogar e por isso queria algo leve, sem grandes regras e que desse alguma diversão. Fomos para um Werewolf. Não sou um dos melhores narradores para este jogo, mas lá fui tentando... Eram só 7 jogadores, um lobisomem e uma vidente incluídos. Deu para desanuviar um pouco em duas partidas em que o lobisomem foi sempre apanhado apesar de alguns linchamentos injustos...

Depois terminámos a noite com duas partidas de Bang, que a Lígia não quis jogar. Numa delas fui o Xerife e morri com uma traiçoeira carga de dinamite!

Já passava bem das duas da manhã quando fui para casa. Só dormi lá para as três. Mas foi bom. Muito bom.

Gostava que tivesse aparecido mais malta... pelo menos ao mesmo tempo. No total participaram 15 pessoas, o que não é mau, mas com alguma dispersão. Durante o dia estivemos 10 e à noite 8, com alguns comuns.

Quero agradecer a todos os que participaram e ao Neonaeon por lançar a ideia, mesmo que ele próprio não pudesse estar presente.

Haverá um próximo CaragoCon! Até lá, felicidades a todos e boa jogatina!

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muito bom

Apesar de não ter conseguido chegar a tempo de jogar o Tigris, acho que foi um encontro porreiro, havendo muitos jogos diferentes, na XXL e depois no Crystal Park, captando pessoal num lado e no outro :)

Gostei particularmente do Shadows Over Camelot. Sendo eu alguém que está a considerar adquirir o (também cooperativo) Arkham Horror, pergunto-me se este jogo da távola redonda não será melhor. A possibilidade de existir um traidor parece-me interessante, apesar de não termos tido essa experiência. Aliás acho que é um jogo com bastante potencial escondido.

Em primeiro lugar, joga-se relativamente rápido. À primeira parece confuso, mas a mecãnica de hand management funciona para tudo. Para jogadores experientes, a única coisa que vai atrasar as operações é a possibilidade de traição.

Em segundo lugar, julgo que o papel do traidor - que não se revelou - deve ser bastante simples quando é a primeira vez que toda a gente está a jogar. Ninguém consegue perceber se um cavaleiro está a jogar mal porque não sabe ou porque faz de propósito. Por outro lado, fazer traição entre jogadores experientes deve requerer um certo cuidado e é aí que o jogo deve ter mais piada.

No geral, acho que isto foi uma experiência a repetir. Esperemos que, numa próxima, possamos contar com a presença dos nossos outros dois "patrocinadores" :) o Nazgul e o neonaeon.

Tigris&Euphrates!

Gostei bastante de jogar o Tigris&Euphrates, foi o jogo que mais me seduziu pela complexidade(parece-me! Pois ao fim duma 1ªvez tenho noção que não domino "todas" as mecânicas envolvidas), apesar de continuar a considerar que a minha vitória se deveu à sorte de escolher uma boa estratégia.

Gostava de tentar novamente.

O Citadels também foi giro.

Já agora o shadows of Camelot já foi um bocado para além do meu horário.

A carta que eu tinha era...não me lembro exactamente, mas acho que dava

4 white cards..ah! já me lembro, chamava-se "reenforcements"!

Quanto ao "Tropical", tinham razão, ainda é pior que o "Chorar por mais", e também se leva com banhos de tabaco(ainda piores!?) :(

Para a próxima meus caros, perdoem-me, mas se eu ficar para jogar depois de jantar devo fazê-lo no redondo.

Obrigado a todos os envolvidos pela óptima tarde passada a jogar:)

Nuno.

Napoleon(greatest military genius of last centuries, if not ever!):

«Le meilleur soldat n'est pas tant celui qui se bat que celui qui marche.»

Napoleon(greatest military genius of last centuries, if not ever!):
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Mallgur escreveu:

Mallgur escreveu:

O npl ganhou bem.

Posso aceitar que a minha estratégia tenha sido correcta, mas podem querer que houve sorte no instinto, e nas aventuras que fiz durante o jogo terem corrido quase todas bem. Pois muitas vezes ainda estava a esforçar-me por consolidar as regras na minha cabeça...

Definitivamente, quero repetir.

Mallgur escreveu:

optámos por um Citadels que o pbv ganhou com mais quatro ou cinco pontos que eu num jogo interessante...

Acho que o PBV ganhou mesmo com muito mérito este jogo. Foi "imensas" vezes roubado e assassinado e no entanto ganhou com larga vantagem.

Eu tenho a certeza que usei uma estratégia muito inferior. Não se fica em último lugar por acaso...

Mallgur escreveu:

O Bang foi, como sempre, interessante. Os fora-da-lei ganharam, mesmo só sobrando um dos 3 iniciais. Eu e o pbv fomos mortos relativamente cedo

Então, não me dão os parabéns por ter prevalecido contra um Xerife, seu ajudante e um Renegado!?

:D

Mallgur escreveu:

O bem venceu com apenas uma espada negra e não havia traidor.

Pelo caminho para casa interrogava-me sobre isto...Parecia-me que se houvesse traidor, este poderia ter terminado o jogo num impulso, visto que as catapultas estavam tão perto do limite...Pelo que só encontrava duas explicações:

1º Não havia traidor, apesar de haver "só" 1/8 de hipóteses de tal acontecer.

2º O traidor tinha jogado mal, intencionalmente ou não, talvez por ainda estar a aprender as regras/mecânicas de jogo, ou por querer deixar o jogo prosseguir o seu curso até ao fim para o ver...

No entanto, apesar de tudo, parecia-me mais provável a 1ªhipótese.

Mallgur escreveu:

Para aqueles que professam a fé na teoria das probabilidades,

Eu professo;)

Mallgur escreveu:

este é o segundo jogo de Shadows que jogo, com 7 jogadores em ambos os casos e em nenhum deles existia traidor. Uma vez que há 1/8 de hipóteses de não haver traidor num jogo, há 1/64 de possibilidades de não existir traidor em dois jogos. E foi o caso em ambos os que joguei...

Isso não tem nada de extraordinário Malgur!

Se jogasses Axis sabê-lo-ias! ;) 

Mallgur escreveu:

estas coisas fazem-me sempre pensar se esta teoria de cálculo é verdadeiramente útil quando estamos a falar de uma só partida...

No caso da partida de sábado só se deveria considerar 1/8 de hipóteses de não haver traidor.

O facto de não ter havido anteriormente era irrelevante sábado.

A teoria das probabilidades é só um factor a ter em conta nestas coisas.

Há outros a considerar...

Mallgur escreveu:

Ou seja, até que ponto seria útil para mim, neste caso, levar em conta que as probabilidades de não existir traidor eram muito baixas?

Neste caso, considerar exactamente 1/8 e as atitudes dos jogadores.

A hipótese que eu achava mais provável quando ia para casa era a de

não haver traidor. Isso confirma aquilo que escrevi acima.

As probabilidades(1/8) eram só um factor a considerar na análise.

Mallgur escreveu:

É por isso que, em certos casos, mais vale guiarmo-nos por outros dados, como sejam a análise do comportamento dos jogadores.

O melhor mesmo em minha opinião, é fazer uma análise ponderada dos diferentes factores envolvidos.

Mallgur escreveu:

Fomos para um Werewolf. Não sou um dos melhores narradores para este jogo, mas lá fui tentando... Eram só 7 jogadores, um lobisomem e uma vidente incluídos. Deu para desanuviar um pouco em duas partidas em que o lobisomem foi sempre apanhado apesar de alguns linchamentos injustos...

Tenho a certeza que teria sido interessante jogar...já me tinham referido o jogo durante o jantar.

Mallgur escreveu:

Numa delas fui o Xerife e morri com uma traiçoeira carga de dinamite!

E foi o Xerife quem colocou a carga em jogo?

Mallgur escreveu:

Quero agradecer a todos os que participaram e ao Neonaeon por lançar a ideia

Nós é que te agradecemos a tua infinita paciência para nos ensinares jogos! :)

Mallgur escreveu:

Haverá um próximo CaragoCon!

Talvez lá para o fim de Setembro!?

O ideal era nós podermos nos coordenar a nível nacional, para mais pessoal

do sul poder aparecer. Isso é que enriquece as/os Convenções/Encontros.

Com eventos a decorrer em Lisboa/no sul, em datas tão próximas é só natural que todos os Eventos fiquem um pouco desfalcados em afluência...E mais pobres. :(

 

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CaragoCon

Que grande post, Carago(Con)!

npl escreveu:

Acho que o PBV ganhou mesmo com muito mérito este jogo. Foi "imensas" vezes roubado e assassinado e no entanto ganhou com larga vantagem.

Eu tenho a certeza que usei uma estratégia muito inferior. Não se fica em último lugar por acaso...

Creio que o maior mérito do vencedor foi provocar o fim do jogo na altura certa. Esta coisa de ele ter sido roubado e assassinado várias vezes ao início e, mesmo assim, ter ganho demonstra que o jogo é equilibrado.

npl escreveu:

Então, não me dão os parabéns por ter prevalecido contra um Xerife, seu ajudante e um Renegado!?

:D

Parabéns!

npl escreveu:

Isso não tem nada de extraordinário Malgur!

Se jogasses Axis sabê-lo-ias! ;)

Se calhar é por isso que não jogo Axis... ;)

npl escreveu:

E foi o Xerife quem colocou a carga em jogo?

Não...

npl escreveu:

Talvez lá para o fim de Setembro!?

O ideal era nós podermos nos coordenar a nível nacional, para mais pessoal

do sul poder aparecer. Isso é que enriquece as/os Convenções/Encontros.

Para isso é que se organizou e organizará o encontro nacional do Porto.

Quanto a outro CaragoCon, depende um bocado da forma como as coisas forem evoluindo. Creio que se abriram várias possibilidades de expansão do hobby aqui no norte e isso já foi muito positivo.

A minha ideia seria que o CaragoCon juntasse o maior número possível de jogadores do norte, em paralelo com os encontros mais regulares (semanais ou quinzenais) numa espécie de "festa" a que a maioria de nós se sentisse "obrigado" a ir por ser algo especial. Se for muito frequente perderá essa característica.

npl escreveu:

Com eventos a decorrer em Lisboa/no sul, em datas tão próximas é só natural que todos os Eventos fiquem um pouco desfalcados em afluência...E mais pobres. :(

Pois... isso pode ser um problema. Daí também que algo como um CaragoCon deva ser, na minha opinião, uma ocasião especial.

Creio que a expansão do hobby a nível nacional poderá ser feita segundo duas linhas mestras. Por um lado consolidar, a nível regional, os vários grupos dispersos que possam existir (o CaragoCon foi uma tentativa nesse sentido) para criar uma comunidade mais coesa que se encontre e jogue regularmente; Por outro, promover o intercâmbio e encontro das várias comunidades regionais em eventos a nível nacional, cuja regularidade deverá existir mas com uma periodicidade que permita a maior afluência em cada evento.

Mas isso é conversa para outro tópico...

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Só para terminar.

Mallgur escreveu:

A minha ideia seria que o CaragoCon juntasse o maior número possível de jogadores do norte, em paralelo com os encontros mais regulares (semanais ou quinzenais) numa espécie de "festa" a que a maioria de nós se sentisse "obrigado" a ir por ser algo especial. Se for muito frequente perderá essa característica.

Concordo. Depois de sugerir o final de Setembro, apercebi-me que isso daria uma frequência à volta de 4 Eventos por ano(Natal, Páscoa, início do verão e final deste).  Ora qualquer coisa que seja mais de 2 vezes por ano deverá pecar por excesso...

Napoleon(greatest military genius of last centuries, if not ever!):

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http://www.flames-of-europe.de

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Excelente!

Apesar de só ter comparecido na segunda parte do encontro (para grande pena minha, pois fui alheio às condicionantes que me impediram de comparecer mais cedo), passei umas 3 ou 4 horinhas de forma superior!

Acho-me suspeito para tecer estes comentários, pois tenho a impressão que depois da seca que foram décadas sem ter companheiros de jogos de tabuleiro, qualquer evento a dois ou a três, num qualquer vão de escada e jogando Abordagem seria suficiente para me espetar um sorriso na cara...

O Shadows Over Camelot foi uma surpresa para mim, pois nunca jogara qualquer jogo cooperativo. Pareceu-me muito interessante, visualmente apelativo e relativamente fácil de entender por um newbie como eu. No entanto, como sou do tipo competitivo, acho que um jogo sem "equipas" perde imensa piada. No caso do Shadows então, sem um traidor a coisa fica um pouco pior. Com essa personagem parece-me que será mais divertido... e competitivo! Apesar disto, gostei.

O Werewolves of Miller's Hollow já conhecia do encontro de Leiria, em Junho. Este é o tipo de jogo cujo gozo proporcionado aumenta exponencialmente em função do número de participantes, portanto em Leiria houve vantagem... No entanto o Mallgur esforçou-se (e bem!) por fornecer uma atmosfera credível ao ambiente que se vivia na aldeia de Crystal Park. Um óptimo jogo para desanuviar.

Finalmente, o Bang! Andava muito curioso por conhecê-lo e foi mesmo desta! Foi uma excelente introdução, apesar de os dois jogos me terem sabido a pouco. Gostei muito, sobretudo porque permite criar interacções ininterruptas entre os jogadores, por ter um ritmo elevado e pelo facto das personagens se manterem incógnitas, o que por vezes permite uma boa dose de angústia (sobretudo quando o xerife descobre que acaba de assassinar o seu próprio ajudante, não é Mallgur?...)

Resumindo, achei lindamente! A Patrícia também gostou muito, mas preferiu o Shadows Over Camelot - competição também não é muito com ela, portanto compreende-se... Tirei umas fotos, pouquitas, mas confesso que ainda não tive oportunidade de as descarregar da máquina. Tentarei publicá-las em breve.

Esperamos ambos juntar-nos à cambada com crescente assiduidade!

Ainda bem que gostaste

Fico contente que tenhas gostado...

Realmente o Shadows deve ser melhor com traidor... mas havemos de ter oportunidade para verificar isso.

No Werewolf, é mesmo necessário algum esforço para procurar integrar os jogadores no espírito do jogo. É talvez do mais parecido que tenho com RPG, sem ser um RPG. Deverá resultar melhor com um grupo grande que esteja desinibido e represente mais. Se os participantes, durante a fase do dia, conversarem um pouco e se tentarem convencer uns aos outros, ao invés de rapidamente votarem em alguém a coisa fica com certeza mais engraçada.

O Bang é mesmo muito bom... Já não me recordo dos detalhes do jogo, mas se calhar matei mesmo um ajudante... Ops!

Vai aparecendo e quando puderes publica as fotos.

Até breve!

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