O Perfume dos meus Livros

Retrato de Vitor

   Estou feliz!

   Tenho dois roleplays novos e ambos cheiram muito bem! :) 

   Apesar das minhas últimas aquisições de RPG (mais precisamente de CoC) serem de qualidade indiscutível, admito que esta antecipação pelo que aí vinha me fez recuar alguns anos. A novidade é uma adrenalina fabulosa!

   Ora no primeiro pacote vinha o manual de WotG. E cheira bem. Pela primeira vez comprei um manual sem a minima prespectiva de fazer sessões. Posso afirmar seguramente que uma boa razão para tal é a necessidade que encontrámos de haver livros na mesa, pois WotG é um roleplay algo complexo e às vezes há mais do que uma pessoa a procurar informação. E neste roleplay isso pode não ser tão fluido como queremos que seja o nosso Kung Fu. Mas o mais engraçado é que alguns de nós reparámos que, em poucas semanas, surgem 3(!!!) manuais sobre a mesa de jogo. Ora isto não é apenas uma questão de recursos, parece-me. Há algo mesmo de diferente neste WotG. E há jogadores dispostos a apostar mais do que tempo nele.

   No segundo pacote veio uma surpresa maior: Mutants and Masterminds. Maior porque surgiu na minha lista de escolhas durante a compra do WotG. Procurei algo para "valorizar" os portes, algo de novo, de risco monetário reduzido (basicamente com pouca bibliografia) e, claro está, que eu não quisesse queimar. Numa avaliação rápida encontrei o que queria: perdeu Godlike, já um velho resistente na minha wishlist para este MnM referido como o mais completo pelas criticas. Ganhou o spandex sobre os Aliados. As cores, os desenhos... e também cheira bem. (AHHH!!! E comprei também o shield, just in case).

    Em suma, tenho dois livros novos para me deliciar. Está na hora de assimilar estas novidades e ver até onde me levam. Heróis do Ocidente e Oriente, spandex e Kung Fu.

   Ai o Perfume...só por isto já valeu a pena.

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Parabéns pela compra do

Parabéns pela compra do MnM. :)

2ª Edição, presumo?

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

Yep, agoooooora é ler e

Yep,

agoooooora é ler e ver até onde vai. Mas isso ainda vai demorar um bocadinho.

 --

Vitor

Se precisares de dicas manda

Se precisares de dicas manda vir. :)

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

Boas escolhas

Não vou falar de WoG porque sou suspeito mas MnM é uma boa escolha. Ainda duvido que seja melhor que o Champions em termos de flexibilidade, crianção de poderes, etc. mas ganha em simplicidade e apelo visual. A ver vamos se é desta que ganhas coragem e começas a fazer aí umas aventuras 4-color. O Green Ant quer sair do City of Heroes e explorar Freedom City. Tongue out

   Infelizmente não

   Infelizmente não conheço o HS-Champions, mas acredito que no arcaboiço e elasticidade do HS caiba lá muito mais detalhe.

   No MnM já vi que existem algumas skill/power definitions que facilmente podem ser moldadas para o poder específico.  Não garanto que um manual tão pequenino consiga resumir um nivel de particulariedade a 100% mas pode ser elastico. Mas deu uma boa impressão no primeiro browsing...*thumb up*

   E obviamente, se aquilo me agradar tanto como o cheiro e as cores, venha de lá esse G.A. e as suas super antenas. Depois de Paragon City, Freedom City também precisa de conhecer o "verdão". 

Na onda dos superheróis

Na onda dos superheróis aconselho também o Wild Talents, o Aberrant e melhor ainda With Great Power... ;)

"Se alguma vez sou coerente, é apenas como incoerência saída da incoerência." Fernando Pessoa

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Já que estão todos a

Já que estão todos a meter a colher, recomendo um jogo chamado Capes! (o ponto de esclamação faz parte do nome).

"the drunks of the Red-Piss Legion refuse to be vanquished"

Eu recomendo o Hero: 600

Eu recomendo o Hero: 600 páginas de regras, 600 páginas de poderes, 600 páginas de setting.

É um rpg simples, desde que os jogadores não leiam as regras.

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

"Eu recomendo o Hero: 600

"Eu recomendo o Hero: 600 páginas de regras, 600 páginas de poderes, 600 páginas de setting.

É um rpg simples, desde que os jogadores não leiam as regras."

Deixa lá, os meus jogadores não têm short-attention span. Tongue out

Têm-te a ti. :)

Têm-te a ti. :)

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

Rui wrote: Têm-te a ti.


Rui escreveu:
Têm-te a ti. :)

Muito obrigado. Tomo isso como um elogio como os meus jogadores podem constatar.

Claro. Eu admiro as pessoas

Claro. Eu admiro as pessoas que têm que ir rebuscar elogios aos seus jogadores. :)

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

Rui wrote:Claro. Eu


Rui escreveu:
Claro. Eu admiro as pessoas que têm que ir rebuscar elogios aos seus jogadores. :)

É verdade.

 Estás a falar do

 Estás a falar do Champions?

 O HERO é o sistema, e é bom que os jogadores saibam bem o que estão a criar, pois o detalhe depende deles.

 Quanto ao manual do Champions não conheço, mas concerteza terá elementos para os jogadores e talvez alguns interditos ao GM.

 Já agora, se alguem conhece, por favor, explique-me. Gostava de saber.

É isso mesmo. Com o MnM

É isso mesmo.

Com o MnM consegues fazer isso tudo, mas com muito menos páginas.

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

Rui wrote: É isso

Rui escreveu:
É isso mesmo.

Com o MnM consegues fazer isso tudo, mas com muito menos páginas.

Pois, isso é o que vou ver. Fiquei bem impressionado, e até pode ser que chegue plenamente ao que eu quero. E as cooooores! :)

Não sei se concordo em que faz tudo o que o HERO faz; o HERO System é um sistema que suporta uma multiplicidade de settings possíveis. Para saber isso do MnM teria de testar o sistema deste com settings completamente diferentes, e essa é uma fasquia muuuuito alta.

BTW, o Champions não tem 600 páginas, mas pouco mais de 200, e é um setting, se assim lhe quiseres chamar.

Se fores ao site do jogo,

Se fores ao site do jogo, podes encontrar lá malta que faz desde espiões até star wars, passando por fantasia, entre muitos outros.

Eu quando comecei fiz uma campanha tipo Hellboy meets Planetary, e fiz outra tipo LXG, por isso já vez que o alcance do jogo é realmente grande.

O próprio jogo tem uma secção com a quantidade de coisas que se pode fazer, por isso podes ver por ti.

Mais uma vez, se precisares de ajuda, pede. :)

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

Nanana...  Thanks mas

Nanana...

 Thanks mas não.

 He/She's my Hero, I play it...sou egoísta mesmo, mas eu é que sei o que crio. É o meu alter-EGO do momento ;)

 E lá voltamos às scenes. Eu quero ser o meu herói, é esse o meu investimento. Não quero jogar o de ninguém, nem quero jogar NPCs, nem o Vilão nem nada disso. Quero jogar a minha criação.

 Bolas, lá o meu Son of Rússia pareceria esquizofrénico numa roda-viva dessas!!!

 Bem, o Wild Talents não

 Bem, o Wild Talents não me atrai particularmente, não depois de conhecer o seu predecessor, Godlike, que como referi anteriormente é um velho integrante na minha Wish List. É uma suposta evolução do mundo do Godlike, mas em que me parece que se torna algo num limbo: nem com a humanidade (não, não são dramas pessoais, é mesmo poderem morrer como qualquer John Q. Patego com uma bala na espinha) do antecessor nem com as 4 colours do género. E lá continua o Godlike na Wish List...;)

 Do Aberrant li alguns resumos, mas sinceramente não consegui manter-me interessado porque tudo o que descrevem vai parar sempre à máxima dos mega-plots a-la-White Wolf. My fault, mas pronto, não como. Culpem o WoD e o Vampire. Ahh...e são "people with superpowers, not superheroes"...neste género, Godlike still on the lead pela minha persistência.

 Quanto ao último, não conheço. Fiz uma pesquisa rápida mas encontrei algumas coisas que não encaixam no que quero, especialmente a questão dos Enrichment Scenes. Quanto à qualidade, não encontrei vantagens sobre o HERO, SAS ou MnM, mas apenas li opiniões e descrições. O gameplay method também não me atrai. Não estou para aqui a hostilizar ninguém, mas se quisesse imitar séries de TV jogava PTA ;) Não quero gritty ou anti-heroes. Quero four colours flying around, save the Universe and so on.

 Claro que não deixo de agradecer sinceramente as tuas sugestões, pois não deixaram de atrair o meu interesse. Como podes ver a questão na minha escolha tem a ver com saber especificamente o que quero do roleplay que procuro. Se souberes de mais, serão bem vindos, e irei investigá-los como fiz com estes.

Vitor wrote: Bem,

Vitor escreveu:

 Bem, o Wild Talents não me atrai particularmente, não depois de conhecer o seu predecessor, Godlike, que como referi anteriormente é um velho integrante na minha Wish List. É uma suposta evolução do mundo do Godlike, mas em que me parece que se torna algo num limbo: nem com a humanidade (não, não são dramas pessoais, é mesmo poderem morrer como qualquer John Q. Patego com uma bala na espinha) do antecessor nem com as 4 colours do género. E lá continua o Godlike na Wish List...;)

O Wild Talents, supostamente porque ainda não foi publicado, é uma evolução das regras do Godlike (que apesar de interessante não comprei por não se encaixar num timeframe demasiado específico) e não do mundo. Terá vários ensaios acerca de histórias alternativas do mundo mas não é uma evolução histórica do setting de Godlike. Pelo menos foi o que percebi. Vai ter as variantes todas do 4 Colours e Grim & Gritty do Godlike original por isso talvez seja flexível o suficiente.

Vitor escreveu:
  

Do Aberrant li alguns resumos, mas sinceramente não consegui manter-me interessado porque tudo o que descrevem vai parar sempre à máxima dos mega-plots a-la-White Wolf. My fault, mas pronto, não como. Culpem o WoD e o Vampire. Ahh...e são "people with superpowers, not superheroes"...neste género, Godlike still on the lead pela minha persistência.

Compreendo perfeitamente a questão do gosto. O sistema parece-me simples e eficiente o suficiente para QUEM venha da escola do WoD. Como não é o teu caso, passa à frente! ;)

Vitor escreveu:
 

Quanto ao último, não conheço. Fiz uma pesquisa rápida mas encontrei algumas coisas que não encaixam no que quero, especialmente a questão dos Enrichment Scenes. Quanto à qualidade, não encontrei vantagens sobre o HERO, SAS ou MnM, mas apenas li opiniões e descrições. O gameplay method também não me atrai. Não estou para aqui a hostilizar ninguém, mas se quisesse imitar séries de TV jogava PTA ;) Não quero gritty ou anti-heroes. Quero four colours flying around, save the Universe and so on.

Presumo que neste parágrafo estejas a falar mesmo do With Great Power... Bem, não conheço RPG que melhor simule os estilo Stan Lee. O story arc de qualquer história de WGP... é totalmente copiado da estruturas dos comics dos anos 60 (e não de séries de TV) e o jogo é todo acerca do sofrimento dos personagens. Tal como qualquer comic do Homem-Aranha é tudo acerca de como as convicções ou relações dos personagens são transformadas violentamente apesar de todos os poderes super-heróicos que este tenha. Realmente é verdade que não tem listas de poderes e tudo o mais mas não é esse o propósito deveras. O intuito não é o de simular poderes num setting com leis de pseudo-física. É recontar as grandes histórias míticas de capa e spandex. :) 

Bem existe para aí um chamado Truth & Justice  a que podes dar uma vista de olhos.

Have fun and soar high! ;)

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Vou tentar meter o meu

Vou tentar meter o meu último threadjack aqui, para dizer o seguinte (e acho que era giro se houvesse comentários, mas por favor, para isso abram nova thread):

GAM são os primeiros super-heróis: oh, não o Dr Destructor vem aí! Nada temam, está aqui o Capitão Fantástico, mais uma vez!

SIM são todos os super-heróis dos anos 80 e 90, pós Watchmen

NAR são os heróis kirbyanos: oh não, estou atrasado para o jantar com a Mary Jane mas ainda não acabei de bater no Dr Octopus!

A escrever: down*town, tech-noir rpg
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Er... Rui. Por acaso os

Er... Rui. Por acaso os heróis Kirbyianos é mais o primeiro exemplo (com muitos murros "kapow!" e deuses contra-cultura do ouro mundo. O Exemplo que deste para NAR é mais Stan Lee.

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Rui wrote: Vou tentar

Rui escreveu:

Vou tentar meter o meu último threadjack aqui, para dizer o seguinte (e acho que era giro se houvesse comentários, mas por favor, para isso abram nova thread):

GAM são os primeiros super-heróis: oh, não o Dr Destructor vem aí! Nada temam, está aqui o Capitão Fantástico, mais uma vez!

SIM são todos os super-heróis dos anos 80 e 90, pós Watchmen

NAR são os heróis kirbyanos: oh não, estou atrasado para o jantar com a Mary Jane mas ainda não acabei de bater no Dr Octopus!

Sim, sim!! Tirem lá esse labelling desta thread. Aqui falo de livros de RPG. Please.

jrmariano wrote: O Wild

jrmariano escreveu:

O Wild Talents, supostamente porque ainda não foi publicado, é uma evolução das regras do Godlike (que apesar de interessante não comprei por não se encaixar num timeframe demasiado específico) e não do mundo. Terá vários ensaios acerca de histórias alternativas do mundo mas não é uma evolução histórica do setting de Godlike. Pelo menos foi o que percebi. Vai ter as variantes todas do 4 Colours e Grim & Gritty do Godlike original por isso talvez seja flexível o suficiente.

Estava a ver o site da ARCDreams e tens razão, são regras inovadoras sobre as de Godlike (não sei se evolução porque não vi nada de errado nas originais. suponho que seja para suportar herois mais super, mas tenho de ler mais). Eles contemplam também cenários dum futuro de Godlike, apesar de serem mais gerais. Olha lá, e onde é que o Godlike era 4 coloured? Wink

 

jrmariano escreveu:

Presumo que neste parágrafo estejas a falar mesmo do With Great Power... Bem, não conheço RPG que melhor simule os estilo Stan Lee. O story arc de qualquer história de WGP... é totalmente copiado da estruturas dos comics dos anos 60 (e não de séries de TV) e o jogo é todo acerca do sofrimento dos personagens. Tal como qualquer comic do Homem-Aranha é tudo acerca de como as convicções ou relações dos personagens são transformadas violentamente apesar de todos os poderes super-heróicos que este tenha. Realmente é verdade que não tem listas de poderes e tudo o mais mas não é esse o propósito deveras. O intuito não é o de simular poderes num setting com leis de pseudo-física. É recontar as grandes histórias míticas de capa e spandex. :)

Do que me lembro, as grandes histórias de capa e spandex dos anos 60 estavam de mãos dadas com poderes e pseudo-física (não do setting, mas dos próprios heróis e poderes). E as páginas estavam cobertas de vilões e herois em confronto, carros a voar, mulheres nas mãos de robots gigantes, OVNIs em orbita a ameaçar com raios desintegradores. Now this is what I like! Cool

Por muito que goste (ou venere) Watchmen, não é o tipo de coisas que pretendo recriar. Claro que fica a nota :)

jrmariano escreveu:

Bem existe para aí um chamado Truth & Justice a que podes dar uma vista de olhos.

Engraçado é Laughing A qualidade é duvidosa, mas acho que aquilo nem é 100% a sério Smile

Clarificações...

O Godlike não era mas tinhas variantes de regras para se o quisesses tornar.

Acerca de With Great Power... o jogo é perfeito para isso tudo o que disseste e não tem nada a ver com Watchmen. O sofrimento de que falo é melodramático à lá comic e nada mais e afecta qualquer aspecto do personagem, inclusive sidekicks ou poderes.

Não sei como avalias a falta de qualidade sem leres o livro e só através do site da net mas garanto-te que é um produto sério e focado num determinado estilo de jogo de superheróis.

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jrmariano wrote:

jrmariano escreveu:

O Godlike não era mas tinhas variantes de regras para se o quisesses tornar.

Estava a falar das bases.

jrmariano escreveu:

Acerca de With Great Power... o jogo é perfeito para isso tudo o que disseste e não tem nada a ver com Watchmen. O sofrimento de que falo é melodramático à lá comic e nada mais e afecta qualquer aspecto do personagem, inclusive sidekicks ou poderes.

Não sei como avalias a falta de qualidade sem leres o livro e só através do site da net mas garanto-te que é um produto sério e focado num determinado estilo de jogo de superheróis.

Não percebo se estes dois parágrafos tratam ambos do WGP, mas no contexto das minhas respostas parece-me que não. Quanto ao WGP, bem, como eu não gasto dinheiro sem ter uma antevisão mínima do que vou comprar, falo do que li nas reviews e no site, que é quem tem a responsabilidade de me captivar. Como te disse, não me pareceu mau, até interessante, mas eu quero apenas concentrar-me na parte dos combates e poderes épicos como focus e cor, em deterimento (mas não ignorando) dos dilemas. Basic as it is, é a fun que procuro e que gostava de partilhar com alguns jogadores. Quem aqui já jogou o jogo de PC "Freedom Force" acho que sabe do que estou a falar.

O segundo parágrafo, sobre a seriedade do produto, na minha frase tinha a ver com o T&J. Esse é que parece muito "para a brincadeira" na imagem que deixa transparecer (e transparece, nos artigos que li). Se assim não é, "vendem-se" mal...

 Em relação a ambos, não lhes diminui qualquer avaliação de qualidade, mas apenas o encaixe na minha modesta matriz de requisitos.

Compreendo perfeitamente e

Compreendo perfeitamente e concordo contigo acerca do marketing do T & J.

E sim, o Freedom Force é excelente, apesar de muito táctico para mim, o que deixa antever os meus gostos e requisitos não é? ;)

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Se estás numa de

Se estás numa de clássicos (tanto jogos mais velhinhos e também com um estilo mais Silver Age) dá uma vista de olhos no Villains and Vigilantes e no Marvel Super Heroes RPG.

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Com esta história toda de

Com esta história toda de 4-colors e Super-heróis, já estou mesmo a considerar criar o Green Ant. Ainda me fazes desistir de fazer sessões de WoG. eheh

Dwarin wrote: Com esta

Dwarin escreveu:
Com esta história toda de 4-colors e Super-heróis, já estou mesmo a considerar criar o Green Ant. Ainda me fazes desistir de fazer sessões de WoG. eheh

Don't you dare!

 Dedica-te ao CoH se quiseres, mas deixa por ora o RPG como está que está óptimo e recomenda-se :)

 

Vitor wrote: Dwarin

Vitor escreveu:
Dwarin escreveu:
Com esta história toda de 4-colors e Super-heróis, já estou mesmo a considerar criar o Green Ant. Ainda me fazes desistir de fazer sessões de WoG. eheh

Don't you dare!

Dedica-te ao CoH se quiseres, mas deixa por ora o RPG como está que está óptimo e recomenda-se :)

 

Hear, hear!

Sans la liberté de blâmer, il n'est point d'éloge flatteur - Beaumarchais

I don't believe in the concept of "One True Game" - Steve Kenson, Icons

Foto!

Gnaaaa!!!!

 Se tenho de gramar aqui a cara do Verbus, tomem lá a minha. ;)

Mister Fotogénico

Eh, que fixe! Gosto sempre de ver que mais roleplayers deste país não têm vergonha de se mostrar a fazer aquilo que mais gostam (jogar) e não precisam de se esconder atrás de avatares e nicknames. Parabéns por terem saído do armário, eheh. ;-)

E parabéns ao Vitor; parece que o teu blogue anda bastante concorrido, homem! Continua a escrever!