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Heroquest versão genérica está a chegar! Yes!

Outstanding! -

The non-Glorantha version of Heroquest is coming, titled QuestWorlds

QuestWorlds is a poly-genre roleplaying adventure game in which players portray characters from any imaginable genre of fiction.

* Simple yet sophisticated. One system is used for ALL resolutions, whether mortal combat, intellectual debate, torrid seduction, racing spaceships or horses or giraffes, mercantile bickering, or even (depending on the scale) a worldwide nuclear war.
* Based on the popular HeroQuest roleplaying game, designed by award-winning Robin Laws, praised for its cleverness, ease of learning and fun.
* Limitless. Only the players' imaginations limit their options.
* A story and narrative game, not slowed down by cumbersome mechanics.

Sorcerer, at last

Para estrear o meu blog, uma pequena nota.

Ontem à noite, tive finalmente oportunidade de experimentar o Sorcerer. Alas, a sessão não correu lá muito bem. Houve vários momentos em que toda a gente ficou um bocado no ar, sem saber o que fazer a seguir, principalmente o GM, o que devia estar a achar que a responsabilidade de pôr as coisas a andar era mais dele que nossa.

Mas será que era? Não sei, talvez.

Entretanto, pus um post na Forge a falar sobre isto. Vamos lá ver o tipo de comentários que de lá sai.

Retrato de Rick Danger

GNS - Um caso prático

Imaginemos, hipoteticamente, que eu tenho um grupo dos meus melhores jogadores e que tento ter uma ideia da sua orientação G/N/S.

Imaginemos que eu suspeito com bastante convicção que eles são, essencialmente, Narrativistas, mas com uma formação Gamist acentuada. Isto porque dar-me-á a ideia que, mais do que tentar fazer sentido com o personagem (o que seria Sim), eles jogam para aquele momento X ou Y em que podem revelar W ou Z acerca da sua personagem. A história e os seus intervenientes servem apenas o propósito de fazer acontecer algo significativo na sessão.

Agora imaginemos que a tal tendência Gamist se traduz, obviamente não em munckinismo, mas na ideia de que esses momentos têem de ser "ganhos" ao mestre-jogo ou, por outro lado, são "perdidos" porque foi o mestre-jogo que fez acontecer as situações que ele pretendia.

The Shadow of Yesterday

Esta review acabou de aparecer na RPGnet:

RPG Review: The Shadow of Yesterday (2004) - Capsule Review by Ryan Bigelow (3/5): A great fantasy game that gives the players tons of creative control. You can't help but have a memorable gaming experience.

The Shadow of Yesterday é brilhante. Não só isso, como é 100% grátis! Podem adquiri-lo em formato livro como de costume, fica um pouco caro para nós por causa dos portes mas a melhoria da apresentação até vale a pena, ou podem simplesmente ir até ao site da editora (www.anvilwerks.com), clicar na página do jogo, clicar na página do "rulebook" e depois clicar no botão "imprimir" do vosso browser. :)

Coincidências

O comentário do meu homónimo Rick Danger ao primeiro post neste blogue revelou-se decididamente profético. Mal ele sabia que mais ou menos à hora que ela estava a postar aquele comentário, o meu comparsa João Pedro e eu estavamos a começar uma loooonga conversa com outro jogador sobre precisamente esse tema.

Dois dias mais tarde, quando o dito jogador passou por cá, calhar de ler a pequena troca de opiniões em torno da "pergunta desviante" (e que nome poderia ser mais profético do que este?) do Rick. Depois disso, talvez não acreditando nem coincidências nem em homónimos, sentiu-se injustiçado ou ridicularizado ou simplesmente irritado por ver que mais alguém discordava das suas opiniões sobre um sistema de jogo que ninguém mais era suposto conhecer, quanto mais expressar exactamente a mesma posição contrária à dele, no mesmo dia, à mesma hora, a centenas de quilómetros de distância. A coincidência é realmente demais. :)

E o vencedor é...

...uma vencedora!

Ontem a ecografia às 21 semanas da Irina finalmente deu-nos um resultado final. O futuro membro do grupo de jogo vai ser uma menina, tal como queríamos!

O nome está decidido há já muitos meses: Iliana.

E a história engraçada à volta do nome, é que vem de uma personagem de RPG! Mais precisamente, de uma NPC da campanha de Amber da Raquel chamada Ilyena. Neste caso foi mais a sonoridade do nome que nos atraiu do que propriamente algo na aura/perfil/personalidade da dita personagem.

Alguém mais tem histórias do género? Animais de estimação com nomes de aventureiros caídos em combate em masmorras escuras e húmidas? Alcunhas derivadas de antigos PCs? Professores detestados que foram rebaptizados com nomes do Monster's Manual?

Retrato de Rick Danger

para os fãs de Orpheus...

..ou para quem gosta de Wraith, fica aqui uma letra que eu fiz para a minha banda, baseada no belo conceito que a White Wolf cedo criou para fantásticas histórias de fantasmas. Em específico, aproveitei o background de uma das signature characters de Orpheus.

Já agora também experimento se está a funcionar a formatação html :P

Columbia U. - A Primeira Sessão

Contra todas as minhas expectativas, ontem à noite ainda acabámos por jogar a nossa primeira sessão da campanha de Kult! Como ninguém, à excepção de um jogador, tinha personagem pronto, pensei que íamos passar a noite a fazer contas de cabeça aos pontos, e a falar sobre conceitos, e sobre o que se pretendia da campanha, etc. Afinal, ainda se jogou mesmo.

Acho que isto é das coisas que mais admiro no Miguel, a sua força vontade e capacidade para enfrentar os problemas directamente e não se limitar a assumir uma posição passiva. Eu conheci-o justamente porque, numa altura em que o meu grupo regular passava meses sem conseguir combinar uma sessão, em casa dele todos os fins-de-semana havia um jogo a decorrer, fizesse chuva, sol ou neve; bastava haver dois jogadores e pronto, havia jogo, não era como o meu grupo em que se algum dos 5 ou 6 jogadores tivesse de faltar se desmarcavam os planos.

Retrato de Rick Danger

primeiro post - apresentação

Para inaugurar o meu blogzito, deixem-me só apresentar-me, roleplayísticamente falando. Bibliografia fica para outra altura.

Neste momento, estou a mestrar duas crónicas de Legends of the Five Rings para praticamente o mesmo conjunto de jogadores. Usamos primeira edição com bastantes alterações feitas por mim, sendo que a storyline oficial é também marginalmente ignorada.

A primeira crónica já decorre há bastante tempo, atravessando vários conjuntos de parties. É, aparentemente, uma versão oriental das aventuras d'Os Cinco, ou até mais Triãngulo Jota. Os personagens são jovens samurais numa pequena província e lidam pela primeira vez com temas como dever, responsabilidade, sacrifício, amizade, etc. O senhor da província, um homem inteligente e generoso, permite explorar este tema de crescimento individual, pois não é o habitual mini-tirano japonês.

É jantar e ir jogar

Daqui a menos de hora e meia tenho de sair daqui para ir para casa do Miguel. Vamos dar início à campanha de Columbia U., que tal como o nome indica vai girar à volta da famosa universidade de Nova Iorque. Primeiro era para ser baseada no sistema de Kult, depois decidimo-nos pelo Conspiracy X, mas depois voltámos atrás novamente e vai mesmo ser no velho e fiel Kult que jogamos há anos.

Não sei se vamos começar hoje as hostilidades, porque ninguém tem um personagem pronto, mas ao menos vai saber bem voltar a reencontrar o velho gang e discutir os personagens e a nova campanha.

Tenho um personagem quase pronto.