o blogue de JMendes

Resposta III - Non-Sequiturs

Resposta II - Exploração e Controlo

Ahey, :)

Right. Next bit. :)

LadyEntropy escreveu:
O personagem é algo que o jogador tem controlo total. É o seu pequeno mundo é que ele decide sempre e a toda a hora o que acontece. Talvez se tenha de submeter às regras do grande mundo, mas, ei, não importa porque um jogador tem SEMPRE controlo do seu personagem, do pequenino grande mundo que alguém que é mais que um amontoado de números e palavras numa folha. Talvez o senhor João não saiba o que isto é, tão ocupado a olhar para a história e a querer poder interferir na história que esquece que existem outras coisas para além da história. Que, por exemplo, é perfeitamente possível passar várias horas apenas a explorar o mundo, ou a interagir.

Vou dedicar-me a este parágrafo, poque me parece ser mais ou menos central à tua linha de raciocínio. Aliás, a linha de fecho do post é uma reiteração da primeira frase. Acontece, no entanto, que o parágrafo está apenas todo errado...

Teoria III - Decisão vs Representação

Hoy, :)

<baiting mode=shameless>Enquanto vou esperando para ver se a autora do post que deu origem a isto aparece ou não para dar um ar de sua graça ;) </baiting>, vou dedicar-me a mais umas generalidades, em preparação para o próximo parágrafo que irei desmontar. As generalidades de que vou falar vão directamente ao encontro do vocábulo role, conforme aparece na sigla RPG.

Teoria II - Ferramentas vs Processos

Hoy, :)

A semana passada, postulei sobre as fronteiras operacionais da actividade de role-play. Esse thread cresceu para uma conversa útil e animada com o Sérgio sobre as possíveis falhas da maneira como eu coloco essa fronteira. Enquanto essa conversa se desenrola, chegou a altura de falar sobre um tema parecido, mas diferente.

(Pré) Teoria - Dentro vs Fora

Oi, :)

Voltei. Não sei durante quanto tempo é que me vou conseguir manter activo, mas pelo menos por uns tempos, voltei. E voltei por causa deste post, que, para grande surpresa da sua autora, eu muito apreciei.

Resposta I - Criatividade, Partilha e Autoridade

Ahey, :)

Agora que já estabeleci algum do meu léxico, posso começar a responder a alguns pontos. A minha primeira resposta vai ser a estes dois pedaços de post:

Relatórios do Retiro completos

Oi, all, :)

Para quem quiser saber, finalmente acabei todos os relatórios que queria escrever, relativos à nossa ida para as Caldas em Junho. Este link leva ao post no meu blog com a coleção dos links para os relatórios todos. Enjoy!

Cheers,
J.

Desabafo de um anti- ( anti- ( RPGs não tradicionais ) )

Oi, :)

Aqui há uns dias, apercebi-me de uma tendência perturbadora nuns quantos threads que aqui apareceram. Observerm bem estas duas sequências:

  1. Alguém coloca um post com uma pergunta ou pedido de opinião acerca de um aspecto genérico dos RPGs
  2. Alguém dá uma resposta com algumas limitações e/ou pressupostos por trás
  3. Eu (ou outrém) detecto pressupostos e/ou limitações da resposta em si e tento trazê-los a lume, debatendo a resposta e/ou fornecendo respostas alternativas
  4. A pessoa que colocou a resposta em #2 interpreta a minha contribuição como um ataque ao seu estilo de jogo e sente necessidade de se defender
  5. O thread degenera num debate tradicional-vs-não-tradicional
  1. Alguém coloca um post com uma preocupação ou desabafo acerca de RPGs tradicionais
  2. Alguém sente necessidade de fazer valer a posição tradicional ou decide incentivar a polémica, e contrapõe
  3. Eu (ou outrém) detecto pressupostos e/ou limitações no contra-ponto em si e tento trazê-los a lume, debatendo-o e/ou fornecendo visões alternativas
  4. A pessoa que colocou a resposta em #2 interpreta a minha contribuição como um ataque ao seu estilo de jogo e sente necessidade de se defender
  5. O thread degenera num debate tradicional-vs-não-tradicional

De uma maneira ou de outra, acaba por se gerar na comunidade a ideia de que o grupo dos tradicionais anda ocupado a deitar abaixo o grupo dos não-tradicionais ou vice-versa.

Mother May I no Lisbon Gamer

Yellow, :)

Acabei finalmente a série Mother May I, e resolvi colocar aqui um resumo, porque achei que podia. :)

  1. O primeiro post é uma descrição das regras do jogo infantil que dá o nome à série, Mamã Dá Licença.
  2. O segundo post é uma descrição minha do estilo de jogo de muitos grupos de RPG, e das suas semelhanças com o tal jogo infantil.
  3. O terceiro post é uma descrição de duas situações excepcionais, em que qualquer jogo de RPG se afasta do tal jogo infantil.
  4. O quarto e último post é uma descrição de uma série de técnicas que podem contribuir para dar aos jogadores mais input criativo.

Comentários, sugestões e acrescentos são bem vindos, aqui ou lá. :)

Direito de Veto - Reflexões sobre Dogs

Allo, :)

Como alguns de vocês já sabem, na semana passada, joguei Dogs depois do meetup. Houve uma cena que aconteceu que me ficou a moer a cabeça...

No último conflito, os vários Dogs tinham pela frente uma mob de pessoas. Dois desses Dogs tinham uma pessoa de família na mob, e o que a mob ia fazer tinha a ver com uma pessoa de família de um terceiro Dog. O quarto Dog, a família dele não tinha nada a ver com aquela pessoa em particular. Ora, em Dogs, sempre que o conflito tem a ver com malta da família, um gajo recebe pelo menos mais 1d6.

Quando eu, como GM disse a três jogadores que eles tinham direito ao dado, o quarto jogador disse, ya, eu também vou usar um dado extra, porque o meu primo vai aparecer. Eu disse, não vai não, que ele não tem nada a ver com esta história (e não tinha, but that's beside the point). Ele insistiu, dizendo que o primo ia aparecer, e eu, como GM, puxei dos galões de controlador de NPCs e disse, não vai nada.

E ele calou-se.

Bleargh!! :(