o blogue de soledade

Retrato de soledade

Venda de garagem

Se alguém estiver interessado nestes jogos eles estão à venda:

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Encontro Nacional de Boardgamers - Rescaldo

E pronto! Já está. Tal como no encontro anterior também não houve feridos e tudo correu muito bem. Jogou-se o suficiente. Algumas novidades para alguns, para outros, coisas repetidas, mas, o mais importante, foi ver pessoal novo a agarrar os meeples com unhas e dentes e, só a muito custo, os queriam soltar. Era vê-los!

O número de pessoas, contadas mais a dedo que outra coisa, superou as 50. Nunca ao mesmo tempo e a jogar mas, no conjunto, fomos mais de 50. Mais importante ainda, apesar de estarmos ainda muito longe do objectivo pretendido (5 milhões só no distrito de Leiria), conseguimos atrair uma dúzia de pessoas novas para o vício (saudável, claro). E esses procurámos que estivessem sempre a jogar coisas interessantes, que os pudessem agarrar.

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Sábado?

E o que nos guarda sábado? Pronto. É assim, tenho, finalmente, uma novidade. Já há tanto tempo que não trazia novidades não é?! Esta deve ser boa. Chama-se Notre Dame mas não sei se serve a 3. Vejam isso e feedbackem-me. Mas com carinho e jeitinho.

 

PS 

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Jogo o que bebo

Começo a perceber que os tops são importantes. Reparei nisso quando fiquei muito indignado por ver alguns dos meus jogos favoritos serem maltratados pelas injustiças dos gostos dos outros. Também me apercebi que as listinhas das coisinhas que se querem, são sempre mais ou menos importantes para quem as faz. No meu caso, uso-as, sobretudo, para não me esquecer deste ou daquele jogo que agora descobri, no caso de outros são necessidades, estão no topo, ou na base, da pirâmide de Maslow.

Mas o mais importante, por aquilo que me foi dado a perceber, é a constante mutação. Eu, como muitos, sou um jogador temperamental. Gosto disto hoje, muito mais do que vou gostar amanhã. Gosto menos daquilo amanhã muito menos do que irei gostar no dia seguinte. E assim se vão fazendo as wishlists e os tops, com alterações de última hora, com assombros de boas ou más disposições, com alterações de humor, ritmo diário, parceiros de jogo e outras coisas mais ou menos humanas.

Quando comecei a jogar Risco era o jogo dos jogos. Como costumamos dizer por aqui era "o jogo". Chamávamos "o jogo" ao Risco como bebíamos uma garrafa de Porta da Ravessa achando que era o melhor vinho do mundo. Tinha uma entrada agradável, era um alentejano simples, fácil de beber. Nesta altura gostávamos de Risco porque não conhecíamos mais nada.