It hurts to set you free

Retrato de Rick Danger

Serve este tópico para actualizarmos a nossa percepção de quando vamos concluir a campanha.

No ano passado, estava com a ideia que isto ia prolongar-se ao longo de 2007, com possibilidades de princípios de 2008. Agora, segundo o Ãngelo nos indica, estaremos a apontar para Agosto/Setembro deste ano. Necessitava de confirmar os meses/anos :) que ainda temos de forma a ajustar o ritmo da história e as ideias que pretendia concluir.

Não nos esqueçamos que, ao chegar do Verão, metem-se férias e Agosto passa depressa, por isso estamos a falar de mais 3 a 4 meses? 15 a 20 sessões?

 

Já agora, confesso desde já que cometi um ligeiro erro de avaliação ao ter a ideia de ir tornando a crónica mais esotérica/complexa/profunda à medida que vai evoluindo para o final - o que daria origem a mais decisões difíceis, mais oportunidades perdidas, mais anotações durante a sessão e eventualmente mais write-ups. Já recuei nesta intenção, tendo em conta que o tempo e a disponibilidade - para todos nós - acaba por ser menor agora do que no ano passado.

Já vos ocorreu que, se calhar, podíamos ter suspenso a crónica no momento em que foram para torpor para recomeçarmos daqui a 2/3 anos? :) Sim, mas provavelmente, nessa altura, nunca mais a acabávamos. Assim sendo, vamos lá ver o que podemos fazer para os eventos se precipitarem.

"It hurts to set you free
But you'll never follow me
The end of laughter and soft lies
The end of nights we tried to die"

- Doors, The End

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Nao nos vamos despedir já...

Se tivessemos parado ali era certo q nunca mais recomeçariamos. Meter-se-ia mta coisa pelo meio e, com sorte, apareceriam outros jogos. Foi melhor, sem duvida, termos continuado. :)

Agora 3/ 4 meses para acabar a Cronica deixa-nos com um problema! Temos mt q fazerem pouco tempo! Coisa q so é remediada, meus Senhores, se fizermos sessoes mais longas! Ok q dizer isto é facil, eu propria tb estou apertada de tempo... mas vamos tentando, sim?

Por mt q me custe acabar a cronica (mas hei, tudo o q é bom tem um fim, ne?), custava mais acaba-la sem dar um fim á historia.

Posso ja agora acrescentar, q esta foi sem duvida a cronica q mais gostei, principalmente devido á historia e a "nao party" q funcionou mto bem ja q temos ideias parecidas do q gostamos e queremos da historia.

Jacob, foste o melhor membro de party desde os meus inicios de roleplay. E Sr Mestre de Jogo, esta está a ser sem duvida, a tua obra de arte. :)

Definamos primeiro o que queremos ver resolvido...

*bows to Ian*

Sem dúvida, também gostei muito desta crónica, e fica a minha referência para comparação de experiências futuras de RP. Na altura que passámos de 3 para 2 jogadores fiquei algo apreensivo, mas agora olhando para trás acho que nos desenbaraçamos muito bem. Tb gostei muito das minhas aventuras com o Ian, Inês, e o mestre-jogo sem dúvida fez um excelente trabalho.

Agora, mais que preocuparmo-nos quando acabar em termos de tempo real diria preferível definir quando acabarmos em termos de história - pois esta crónica merece sem dúvida um final que nos deixe satisfeitos aos três. Por outro lado, pela sua natureza de "os jogadores definirem a história", a tendência natural creio que é para ela nunca ter fim... cada acção nossa motiva uma reacção do mestre-jogo que motiva um conflito que motiva uma acção etc.

Assim, pergunto-nos aos três, pegando num thread anterior, o que gostariam ainda de fazer, e que situações gostariam de "concluir":

- a nível de World of Darkness, temos Raven King vs. Monfort-Bram vs. Covenants "vs." Sullivan vs. Hornmist Society. Inclino-me para apoiar o Raven King, embora deva para já um pedido de desculpas à Sra. Sofia (não se tratam Elders assim). 

- a nível de história pessoal, temos do lado do Ian família, Samuel e vingança pelo Adam, e do meu lado basicamente Quentin e Erika, tendo o meu pai e a Rachel atingido um status quo que não me importo de simplesmente manter and be done with it.

Detalhando alguns aspectos de interesse global:

Raven King - o que pretendemos? ver como fica o mundo (Covenants etc.) depois do seu regresso? Usá-lo para matar o Monfort? Cumprirmos o nosso papel como Caçador e Mensageiro?

Covenants - once Dracul, always Dracul? E Dracules mais embrenhados nos assuntos do Covenant (tipo o que nós não fizemos...) ou mais independentes? Continuamos a senda de conhecimento de Oculto?

Monfort - matá-lo ou tentar garantir que o Bram nunca volta do inferno? Persuadir o Raven King a matá-lo para que o Bram nunca volte do inferno?

Hornmist - na verdade, a Hornmist é a Erika, portanto serão mais um assunto meu... a menos que o Ian tenha alguns planos para eles?

Sullivan - from friend to foe to friend. E agora, fica assim? Teremos atingido também um "steady state" com ela (mesmo que ela não tenha atingido esse "steady state" na cidade...) e poderemos deixar as coisas por aqui?

Comments agradecem-se. Já agora Ricardo, sempre jogamos amanhã? Só faltas tu... avisem-me de ponto de encontro. Tinha distinta preferência pelo Sr. Fernando, pq aproveitava a passar na Devir.

Ângelo 

 

tempo real please

yoriagami escreveu:
Agora, mais que preocuparmo-nos quando acabar em termos de tempo real diria preferível definir quando acabarmos em termos de história

Sobre isso já tenho uma ideia melhor. Agora, concluindo todos os pontos que sublinhaste, eu consigo acabar a campanha em 3 sessões ou em 30, só preciso de saber quantas.

no offense but...

...duvido seriamente que conseguisses (conseguissemos) uma resolução satisfatória para todos os pontos "pendentes" em 3 sessões.

Anyway, compreendo o que queres dizer. Ora bem, Maio, Junho, Julho, Agosto apontemos para as 4 sessões/mês, +2-3 sessões adicionais nesse período, dá 18-19. Recomendo-te portanto apontares para as 20 sessões, deixando Setembro como folga para cobrir alguma indisponibilidade temporária durante os 4 meses próximos.

Para além de Setembro, da minha parte, suspeito que diminuiríamos o ritmo para meses/sessão... melhor não contar com isso.

Podemos ainda combinar algum all-nighter tipo em Agosto para dar um certo avanço. Quem diz all-nighter diz all-afternooner... 

pulling the plug

yoriagami escreveu:
...duvido seriamente que conseguisses (conseguissemos) uma resolução satisfatória para todos os pontos "pendentes" em 3 sessões.

Não vejo assim tantos pontos pendentes para além de matar o Sheffield e salvar o Quentin. Tanto o Raven King como os Dracul facilmente fariam fade into the background. O Alain morre enrabado por um demónio que tenta controlar :) e tudo acaba bem.  O Ian arranja emprego e casa-se com o Samuel. O Jacob fica com a Rachel e torna-se assassino profissional ;) Fim

Low-budget finale

Bem, não é satisfatório, mas sempre supera ser colhido por um autocarro...

default

Entretanto - enquanto não fica definido - vou tentar preparar as próximas sessões já tendo em conta que terminamos em três meses.

Wrap-up vs. Write-up

Apercebi-me, ao reler este thread, que não comentei aqui relativamente à tua questão de "e se tivéssemos parado quando fomos para torpor".

Pessoalmente, considero-me satisfeito com a crónica até aqui. Pararmos quando fomos para torpor, tal como parar agora, deixa-me contente com a história como desenrolada até aqui. Não há muito que queira absolutamente fazer para "realizar" o Jacob neste World of Darkness, contudo há alguns pontos cujo desenrolar me parece mais interessante e "fértil" como história:

* o regresso do Raven King, claro. Embora seja muito mais provável o não-regresso, ou o regresso do Raven Bran, este aspecto da história tem ainda um bom potencial.

* The Lure Of Power. Vamos por um caminho fácil (tipo infernalismo) para ganhar poder? Penso em Protean 5. Se já nos babámos quando conseguimos curar dano ou inchar stats a primeira vez, o que faríamos por uma dessas habilidades *mesmo* fixes? Qual o preço, em almas e traições? E depois de conseguir isso, há lugar a arrependimento, ou antes a deleite no quanto "mais que os humanos" somos agora?

- Covenant relationships. Sempre interessante, embora a tentação de mandar o Covenant pastar aumente agora que a Trinity não está activa e não há necessidade de aguentar actos tão traumatizantes como dar o dízimo etc. O Covenant pode ainda dar-nos muito, claro, mas menos agora que nas alturas mais instáveis das nossas vidas. Tudo isto mudará no eventual regresso do Bran? E do Raven King? São tópicos interessantes.

-  para mim, o Quentin e o Sheffield. O Quentin morre para poder ser salvo?  Ou consegue voltar da possessão? Mata o Benjamin no processo? E se ele for salvo, quem é que dorme com o John?  :p     O Sheffield é mais simples, ajudar a capturá-lo e/ou matá-lo e até que ponto premir o gatilho eu próprio? Fingir ajudar a capturá-lo? As coisas parecem apontar nesse sentido.

- trabalhos para o Raven King. O Mensageiro e o Caçador. Aspectos de Oculto ainda potencialmente bastante interessantes, eventualmente articuláveis com o The Lure of Power. O que será preciso para viajar ao Inferno, ou para caçar a Primeira Besta? Qual esse preço tão elevado ou poder tão singular que na longa história do RK ainda nenhum dos seus servos conseguiu?

 

Agora alguns aspectos que estão mais "fading to background" e que serão talvez secundários: 

- Seven. Tal como o Bran ou o RK podem tornar o Covenant subitamente mais importante, também os Seven o podem - mas com um incontornável twist. Se os Seven só por si atacam e matam vampiros, então eu e a Inês inconscientemente estamo-nos marinbando para eles, pois nunca nos vão matar a nós! (é conhecimento externo, mas que se pode fazer?) O seu interesse vai na medida da ligação deles ao Alain Monfort e de ver a Sofia e o Dimitri a caçar.    :) 

- Sullivan. Uma relação em regime estacionário. Agora que deixamos mais para trás os aspectos "mortais" da nossa vida, o que a Sullivan pode fazer por nós tem menos interesse. E consequentemente, o que nós podemos fazer por ela virá sempre em segunda prioridade...

- relações pessoais. Entre o Jacob e a Erika, entre o Jacob e a Rachel, entre o Ian e a família, entre o Ian e o Samuel, entre o Jacob e o pai - tudo isso não parece ir a lado nenhum de onde está agora. Dá para alguns diálogos interessantes, mas não creio que no tempo da crónica algo nestas relações possa evoluir significativamente - descontando, claro, a morte de alguns NPCs.

E pronto, ficam estes comentários para vossa consideração. As * são os tópicos que teria pessoalmente mais interesse em jogar.

Como nota final, acho que devemos ter presente que o Epílogo do Ian e do Jacob terá de ser escrito por nós próprios, Inês. Não pelo Ricardo. Ele só pode dar-nos é as pontas soltas - que ainda serão certamente soltas no "final".

Abraço,

     Ângelo

asterisco cardinal

yoriagami escreveu:
* o regresso do Raven King, claro. Embora seja muito mais provável o não-regresso, ou o regresso do Raven Bran, este aspecto da história tem ainda um bom potencial.

Neste momento, será interessante por ser um possível ponto de conflito Ian/Jacob? É que, para já, não parece que seja possível convencer os Dracul e o Jacob - após tê-los questionado - não considera nenhumas das suas razões válidas. Qual é a vossa preferência por que a história culmine com o regresso do Raven King?

Citação:
* The Lure Of Power. Vamos por um caminho fácil (tipo infernalismo) para ganhar poder? Penso em Protean 5. Se já nos babámos quando conseguimos curar dano ou inchar stats a primeira vez, o que faríamos por uma dessas habilidades *mesmo* fixes? Qual o preço, em almas e traições? E depois de conseguir isso, há lugar a arrependimento, ou antes a deleite no quanto "mais que os humanos" somos agora?

Supostamente, o Jacob está à espera que o Ian dê o primeiro passo para o infernalismo a ver como é que aquilo corre, mas para já não se passa nada. Se isto tem direito a asterisco, talvez o Jacob possa fazer alguma coisa :)

Citação:
O Covenant pode ainda dar-nos muito, claro, mas menos agora que nas alturas mais instáveis das nossas vidas.

Acho que é precisamente quando a vida de um vampiro se torna mais estável que um Covenant pode dar aquilo que não se encontra em mais lado nenhum. Para protecção e sanguinho, bastava a Sullivan.

Citação:
Fingir ajudar a capturá-lo? As coisas parecem apontar nesse sentido.

A parte do fingir é que é pena, pois não vamos ver o Jacob ser responsabilizado pelo tempo que se perdeu sem apanhar o Sheffield e, através dele, se ter chegado ao Alain. Revelation: agora é tarde demais.

Citação:
- trabalhos para o Raven King. O Mensageiro e o Caçador. Aspectos de Oculto ainda potencialmente bastante interessantes, eventualmente articuláveis com o The Lure of Power. O que será preciso para viajar ao Inferno, ou para caçar a Primeira Besta? Qual esse preço tão elevado ou poder tão singular que na longa história do RK ainda nenhum dos seus servos conseguiu?

Não sei. Se tiver interesse, façam alguma coisa em sessão :)

Citação:
Se os Seven só por si atacam e matam vampiros, então eu e a Inês inconscientemente estamo-nos marinbando para eles, pois nunca nos vão matar a nós!

Chama-se diablerie, é fixe e eles são os mestres do D proibido. Alguém tinha falado em Lure of Power? ;) Revelation: almost too late for that, one chance left.

Citação:
- Sullivan. Uma relação em regime estacionário. Agora que deixamos mais para trás os aspectos "mortais" da nossa vida, o que a Sullivan pode fazer por nós tem menos interesse. E consequentemente, o que nós podemos fazer por ela virá sempre em segunda prioridade...

Acho que o Ian curte bastante a patroa Sullivan ^^ Talvez a Inês queira comentar.

Citação:
- relações pessoais. Entre o Jacob e a Erika, entre o Jacob e a Rachel, entre o Ian e a família, entre o Ian e o Samuel, entre o Jacob e o pai - tudo isso não parece ir a lado nenhum de onde está agora. Dá para alguns diálogos interessantes, mas não creio que no tempo da crónica algo nestas relações possa evoluir significativamente - descontando, claro, a morte de alguns NPCs.

No entanto, este é o aspecto mais importante da crónica, mesmo que agora tudo pareça estar noutro nível. Uma campanha de vampire, começando com personagens mortais, está irremediavelmente presa aos aspectos humanos e ao seu conflito com um novo e estranho mundo das sombras.

Citação:
Como nota final, acho que devemos ter presente que o Epílogo do Ian e do Jacob terá de ser escrito por nós próprios, Inês. Não pelo Ricardo. Ele só pode dar-nos é as pontas soltas - que ainda serão certamente soltas no "final".

Concordo completamente, tendo até uma certa pena de isso não ter acontecido mais em sessão. Vão começando a escrever esses Epílogos.

Rick Danger escreveu:

Rick Danger escreveu:
yoriagami escreveu:
* o regresso do Raven King, claro. Embora seja muito mais provável o não-regresso, ou o regresso do Raven Bran, este aspecto da história tem ainda um bom potencial.

Neste momento, será interessante por ser um possível ponto de conflito Ian/Jacob? É que, para já, não parece que seja possível convencer os Dracul e o Jacob - após tê-los questionado - não considera nenhumas das suas razões válidas. Qual é a vossa preferência por que a história culmine com o regresso do Raven King?

O regresso do Raven King tem a vantagem potencial de poder dar uma volta ao World of Darkness a que nós já nos "habituamos", podendo trazer novamente a "magia" das primeiras sessões... desse ponto de vista, o Bran tb poderia servir. O RK tem a "vantagem" do conflito Ian/Jacob, e de ser uma quest particularmente difícil.

Rick Danger escreveu:
yoriagami escreveu:
* The Lure Of Power. Vamos por um caminho fácil (tipo infernalismo) para ganhar poder? Penso em Protean 5. Se já nos babámos quando conseguimos curar dano ou inchar stats a primeira vez, o que faríamos por uma dessas habilidades *mesmo* fixes? Qual o preço, em almas e traições? E depois de conseguir isso, há lugar a arrependimento, ou antes a deleite no quanto "mais que os humanos" somos agora?

Supostamente, o Jacob está à espera que o Ian dê o primeiro passo para o infernalismo a ver como é que aquilo corre, mas para já não se passa nada. Se isto tem direito a asterisco, talvez o Jacob possa fazer alguma coisa :)

Let's try it com Protean then! Na próxima sessão devo conseguir ler os guardanapos e isso poderá servir para "fascinar" o Jacob. A partir daí, as possibilidades são algumas. (as a sidenote, o Ângelo está bastante curioso por ouvir as tuas explicações para os níveis 2 e 5... :)

Rick Danger escreveu:
yoriagami escreveu:
O Covenant pode ainda dar-nos muito, claro, mas menos agora que nas alturas mais instáveis das nossas vidas.

Acho que é precisamente quando a vida de um vampiro se torna mais estável que um Covenant pode dar aquilo que não se encontra em mais lado nenhum. Para protecção e sanguinho, bastava a Sullivan.

Claro, para protecção e sanguinho, bastava a Sullivan. Agora, discordo que o Covenant possa dar "aquilo que não se encontra em mais lado nenhum" ao Ian e ao Jacob. Daqui por uns 30 anos de situação estável", sim. Para já, o lado humano é, como tu próprio dizes, ainda muito presente.

Rick Danger escreveu:
yoriagami escreveu:
Fingir ajudar a capturá-lo? As coisas parecem apontar nesse sentido.

A parte do fingir é que é pena, pois não vamos ver o Jacob ser responsabilizado pelo tempo que se perdeu sem apanhar o Sheffield e, através dele, se ter chegado ao Alain. Revelation: agora é tarde demais.

Well, good. :) Esse é um tarde demais que vou gostar de ver...

Rick Danger escreveu:
yoriagami escreveu:
- trabalhos para o Raven King. O Mensageiro e o Caçador. Aspectos de Oculto ainda potencialmente bastante interessantes, eventualmente articuláveis com o The Lure of Power. O que será preciso para viajar ao Inferno, ou para caçar a Primeira Besta? Qual esse preço tão elevado ou poder tão singular que na longa história do RK ainda nenhum dos seus servos conseguiu?

Não sei. Se tiver interesse, façam alguma coisa em sessão :)

One tries. Para já, o foco tem sido fazê-lo regressar...

Rick Danger escreveu:
yoriagami escreveu:
Se os Seven só por si atacam e matam vampiros, então eu e a Inês inconscientemente estamo-nos marinbando para eles, pois nunca nos vão matar a nós!

Chama-se diablerie, é fixe e eles são os mestres do D proibido. Alguém tinha falado em Lure of Power? ;) Revelation: almost too late for that, one chance left.

Descontando o facto de que a Sofia mata quem lhe cheira a D. Mas pronto, sem risco tb n tem piada. Essa "tentação" é *muito* interessante! Vamos ver como se apresenta a "chance" que falas. No campo relacionado com os Seven, nós seguimos um bocado a toque dos Dracul sem tempo para mais.

Rick Danger escreveu:
yoriagami escreveu:
- Sullivan. Uma relação em regime estacionário. Agora que deixamos mais para trás os aspectos "mortais" da nossa vida, o que a Sullivan pode fazer por nós tem menos interesse. E consequentemente, o que nós podemos fazer por ela virá sempre em segunda prioridade...

Acho que o Ian curte bastante a patroa Sullivan ^^ Talvez a Inês queira comentar.

So I keep hinting, mas ninguém me liga...

Rick Danger escreveu:
yoriagami escreveu:
- relações pessoais. Entre o Jacob e a Erika, entre o Jacob e a Rachel, entre o Ian e a família, entre o Ian e o Samuel, entre o Jacob e o pai - tudo isso não parece ir a lado nenhum de onde está agora. Dá para alguns diálogos interessantes, mas não creio que no tempo da crónica algo nestas relações possa evoluir significativamente - descontando, claro, a morte de alguns NPCs.

No entanto, este é o aspecto mais importante da crónica, mesmo que agora tudo pareça estar noutro nível. Uma campanha de vampire, começando com personagens mortais, está irremediavelmente presa aos aspectos humanos e ao seu conflito com um novo e estranho mundo das sombras.

Sim, obviamente não tem piada se subtraires os NPCs humanos do jogo. Not quite what I meant...

Asteriscos de madrugada

Ora bem, aproveitando q vou deixar o exame de amanha para época de recurso, acrescento os asteriscos do lado do Ian:

* Raven King ou Dracul? A qd de Avalon, nao se punha a questao de escolher, parecia q os Dracul aceitariam e até apoiariam o Raven King. Mas isso nao teria piada, pois nao? Tendo de decidir um lado ou outro, o Ian escolhe os Dracul. Afinal, poder e conhecimento ao alcance de todos é mto utopico, mas q Dracul quereria isso? Se todos souberem tanto como nós q é q q nos torna quem somos? E o Ian quer q toda a gente possa ter acesso ao q ele tem? No, not really! Mas tb nao é so uma questao de ambiçao é mm questao de escolher lealdades a qd de um possivel confronto. Mesmo passando a vida a ouvir dizer q nao sabe o q sao os Dracul, o Ian sente-se parte do Covenant; até, a mto custo, lhes entregou o Circle, usando o laço q tinha ao Sire. Once a Dracul, always a Dracul!

* Infernalismo: va la! Nao preciso de dizer q quero meter-me por esse caminho! Nao tem sido obvio pelas vezes q chago o John? Por falar nele, ja agora, curti mto a hipotese de termos, agora, os dois uma cena juntos! Vai ter imensa piada (para a jogadora e para o Ian) ve-lo em acçao. O proprio Ian, embora ache o John irritante a maior parte das vezes, has a soft spot for him! He's a charming bastard!

MAs de volta ao Infernalismo, o Ian quer mergulhar o mais fundo possivel(e de preferencia de cabeça) no Oculto (O Raven king seria uma optima oportunidade, s nao desse cabo dos Dracul e nao mostrasse a toda a gente o caminho!). Ainda fascinado com o mar de possibilidades, o risco é so mais um atractivo... ok q ha mta coisa q pode correr mal, but part of him is also in it for the kick! Come on, John, don't fail me now!

* Samuel: Nao Emma, Samuel! Nao, nao vou tentar fazer uma troca. Ok q estou a dar a entender q o Ian é bastante ambicioso e a Sullivan seria, friamente, melhor partido, mas nao é disso q se trata neste caso! Agora q o Samuel começa a entender o q se passa com ele e está disposto a q percorram juntos o mesmo caminho, nao ha qualquer duvida de com quem o Ian vai ficar. (A nao ser q o Dimitri lhe dê bola! :P))

*Bran: Aqui a opiniao do personagem e da jogadora sao opostas. O Ian, obviamente, q quer fazer de tudo para o Bran n regressar. Pode ter ficado fascinado com ele( verdadeiramente fascinado, diga-se. E ate meio abalado nas suas convicçoes). quem nao ficaria? O Bran é o q o Ian achava q o Raven King deveria ser! Forte, Impiedoso e implacavel! Mas, mais uma vez a escolha está feita e o Ian, como Dracul, sabe q o Bran regressando é tudo menos boas noticias para o seu covenant! Vai trazer um novo dominio da cidade, parecido com o da Trinity mas de forma monoteísta! Ou pior, dividido com o Alain!!

Eu, por outro lado, estou a fazer figas pelo Bran e mortinha por "ver o Circo pegar fogo", como se costuma dizer. Note-se q achava um bom final o Ian ficar pet do Bran! (Se o Alain ja la nao estivesse) ;P 

* Alain : "Vou matar o Alain"... mais cedo ou mais tarde. Nem q seja o objectivo do Ian para os proximos seculos, o Adam morreu a tentar mata-lo.  He WILL die!

* Sheffield: esse é outro q tem os dias contados. Ainda nao sei mto bem como, mas ele, pelo menos, em historia tem de morrer! Traidor!! O Alian tb consigo achar piada se nao morrer e ficar um objectivo/ obcesao do Ian mata-lo.

*familia: para o Ian, obviamente, q é um tema mto sensivel e o fere bastante. Sempre foi extremamente ligado a todos eles; e agora o pai esta preso por sua causa e o avô e a Diane culpam-no. Deve afastar-se definitivamente e arcar com as culpas ou tentar reconquista-los e passar o resto do tempo a mentir-lhes? Em questao de jogo, no entanto, e estando nós em contagem decrescente para o final, nao sei se vou perder mto tempo com este ponto. Pode, como o Angelo sugeriu, ficar para a nossa conclusao da historia. Ainda nao desisti de fazer o embrace á Diane... mas talvez no final da historia.

Lights, camera, ...

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no ressalto, ressalvo

Atenção que este thread é mais para last important issues. Para questões de sessão para sessão, postem nas respectivas. 

Ikki chan escreveu:
Once a Dracul, always a Dracul!

Só que não ao ponto de ficar no covenant neste momento importante, nem ao ponto de tentar convencer o Raven King em vez de tentar convencer os Dracul da bondade da sua vinda, nem ao ponto de colaborar com a exterminação da Casa de Porticus. É assim Dracul ainda mais ou menos: mais do lado da Diane, menos do lado deles ;)

Citação:
* Infernalismo: va la! Nao preciso de dizer q quero meter-me por esse caminho! Nao tem sido obvio pelas vezes q chago o John?

Posso confirmar a informação do John que qualquer gajo com oculto 3 - profeta do Raven King - tem tudo o que precisa para se iniciar nos caminhos do infernalismo. Entao quando começam? Assim como estão, o Jacob espera pelo Ian, o Ian espera pelo John e o John não se importa que vocês esperem e assim ninguém se magoa.

Citação:
nao ha qualquer duvida de com quem o Ian vai ficar. (A nao ser q o Dimitri lhe dê bola! :P))

Ou o Bran.. ou o Morfeus... ou mais qualquer gajo fixe de que ele não se aperceba mas que a Inês goste :P

Citação:
*Bran: Aqui a opiniao do personagem e da jogadora sao opostas.

Como já falamos, a escolha cabe-te a ti, mesmo. Escolhe uma postura.

Citação:
* Alain : "Vou matar o Alain"...* Sheffield: esse é outro q tem os dias contados.

Já não sei se o Ian apanha algum destes. As coisas avançam e o Ian não estava lá para convencer o Jacob a entregar o sire, deixou que ele lidasse com o assunto sozinho. O resultado foi que o Sheffield recebeu um aviso e ficou ainda mais difícil de encontrar. Acho que a única coisa que ainda pode acontecer é o Jacob revelar isso ao Ian e o nosso Nosferatu querer matar o Gangrel por lhe ter estragado qualquer oportunidade de vingança.

5, 4, 3, 2, 1..

Já faltou mais para acabarmo, aliás, está a chegar o momento de terminarmos a campanha. As últimas sessões têem dado bastantes voltas aos aspectos que vocês já apresentaram ao longo deste tópico, por isso acho que era bom fazerem uma revisão aos vossos asteriscos :) agora que estamos a chegar ao fim. Anos passados, o que é que acham da conclusão que se aproxima e do que é que vai ficar por fazer?

T-minus Seven

Tamos lá segunda, sim senhor. 18h45 no Sr. F. ou 18h15 em casa do Ricardo ou 18h30 no S. João.

Objectivos de curto prazo, leia-se, para a próxima sessão, são 0) mandar o meu pai "sondar o terreno" no apartamento da Rachel 1) ir ter com o Benjamin aos Dracul 2) recrutar ajuda (Petrenkov) para ir "salvar" (ou buscar o corpo) da Rachel 3) diablerizar alguém, candidatos sendo o Eric e o Michael, ou alguém dos Lancea, se por sorte os encontrar. A Bannister está out-of-league para nós imho (e depois da sova de "ontem"...), e o melhor é recrutar a Matilda para isso.

Supondo que atingimos no final desta noite um rumo mais definido, os objectivos de mais longo prazo são 1) apoiar o Benjamin, 2) encontrar-me com o Quentin e ajudar no Floating Market, 3) restabelecer uma relação cordial com o Alain Monfort, e manter uma relação com o Cunningham, 4) experimentar Infernalismo para, 5) conseguir subjugar em combate e diablerizar um vampiro mais forte, e 6) caçar A Besta (?) e/ou persuadir o Alain a fazê-lo/ajudar-me como atonement por ter devassado a Raven Queen.

Isto é basicamente o que ainda gostava de fazer, agora que algumas variáveis foram eliminadas.

Quanto ao fim da campanha, faço notar que esta crónica já criou vários momentos muito especiais, desde o nosso querer falhar os rolls no início da espiral descendente do WoD, passando pelas sensações de hopelessness ao entregar o coro aos Bannister, passando pela quase exaustão ao serviço da Trinity, passando pelas traições da Sullivan e do Sheffield, passando pelos dramas do pai do Ian e do conflito com o meu, passando pela paz encontrada, aparentemente, com os Dracul, passando pela tentativa de assassinato do Alain, passando pelo afastamento dos Dracul e aproximação ao Benjamin, e chegando aos Seven. Em cada um destes aspectos encontramos algo que queríamos fazer, um rumo a seguir, e a crónica foi seguindo daí. O termos sempre uma ideia presente de "ainda gostava de..." é um bom testemunho a quão envolvente e apaixonante a experiência de jogo foi.

Isto para dizer que talvez seja irrealistico pensarmos em "arrumar toda a casa" para acabar esta crónica. Acho que *vamos* ficar com a sensação de que queríamos fazer mais coisas e isso é *bom*. Significa que poderíamos continuar a jogar até Blood Potency 5 ou 8 ou mais, se tivéssemos disponibilidade para tal. Haverá finais mais felizes?    :) 

astericos não, números! :)

yoriagami escreveu:
0) mandar o meu pai "sondar o terreno" no apartamento da Rachel 1) ir ter com o Benjamin aos Dracul 2) recrutar ajuda (Petrenkov) para ir "salvar" (ou buscar o corpo) da Rachel 3) diablerizar alguém, candidatos sendo o Eric e o Michael, ou alguém dos Lancea, se por sorte os encontrar.

0) O Edward foi ter com o Sheffield que acaba de ser salvo pelo Benedict 2) O Petrenkov já não está por cá

Citação:
A Bannister está out-of-league para nós imho (e depois da sova de "ontem"...), e o melhor é recrutar a Matilda para isso.

A Matilda vai com o Alain chupar Lanceas, agora que já não têem os espíritos para os proteger. A Bannister é talvez mais fácil de diablerizar que o Eric ou o Michael, tendo em conta que sabem onde ela estará. Dois gajos emboscados atacam no primeiro turno com vigor + strenght boost + full attack + willpower o que dá, de base, sete dados para cada um (sem contar com os stats das personagens e as armas).

Citação:
1) apoiar o Benjamin,

..significa seguir para o ponto 6)..

Citação:
6) caçar A Besta (?) e/ou persuadir o Alain a fazê-lo/ajudar-me como atonement por ter devassado a Raven Queen.

Não esquecendo que, de acordo com o Raven King, matar a Besta põe um fim à natureza vampírica.

Citação:
3) restabelecer uma relação cordial com o Alain Monfort, e manter uma relação com o Cunningham,

Done.

Citação:
4) experimentar Infernalismo..

..que deixou de existir desde que o Raven King regressou.

Citação:
5) conseguir subjugar em combate e diablerizar um vampiro mais forte,

Chama-se dois contra um, uma emboscada, um turno praticamente de borla para atacar. Outras hipóteses incluem chamar a polícia, usar seguranças ou bombas incendiárias :)

Citação:
Isto para dizer que talvez seja irrealistico pensarmos em "arrumar toda a casa" para acabar esta crónica.

Certamente que não. A minha ideia era, se teoricamente fosse para continuar a jogar, ser necessário aplicar um interlúdio de umas dezenas de anos e começar outro tipo de campanha. De qualquer forma, podem acontecer coisas que concluem mesmo Vampire de forma definitiva.

points well taken

0) creio que no momento em que regressámos tínhamos acabado de tomar sangue na clínica, ou seja, o meu pai ainda não sabe do Tom. Logo, talvez seja recrutável.

2) bem visto sim senhor. We'll miss him/her.

3) sim, talvez mais uma conversa final com o Cunningham.

4) ah my bad. Again, bem visto.

5) comecemos pela emboscada à Bannister, talvez, se a noite der para isso (ainda há que ir ter com o Benjamin e "salvar" a Rachel). Se correr bem vemos daí, e funciona como objectivo parcial. Ficará a questão de quem a diableriza - moralmente deverá ser o Ian, diz o *Ângelo*.   :)

6) talvez a forma mais interessante de fecharmos o tasco, se põe fim à natureza vampírica como um todo. Os epílogos não estão ainda escritos...enfim, diablerie para esta noite, The Uskglass Vampire para a próxima.

 

experiência

Tendo em conta que ainda esta semana poderemos terminar a campanha, não faz sentido eu dar mais pontos de experiência no final das sessões. Assim sendo, vamos dar agora ao Jacob e ao Ian 100 pontos de experiência de fim de crónica - os seus últimos XPs que podem gastar antes do que pode vir a ser a última sessão.

Joder!

Ah diablerizei a Bannister cedo demais...   :)

+XP

E ainda +20 de "descomprarmos" o mérito Status:Ordos Dracul 1?   :)

Setembro 2005 - Setembro 2007

Eis então que terminamos esta longa aventura, iniciada há já dois longos anos atrás. Estamos todos de parabéns. Resta saber o que fazer a partir daqui. Tenho algumas sugestões para possíveis últimos tópicos:

Ask the Storyteller
Perguntas e respostas sobre tudo o que ainda queriam saber sobre o mundo de "House of Cards" e não tiveram oportunidade de perguntar.

Palavras Finais
Anos passados, sempre fomos discutindo sobre aquilo que estava a correr melhor ou pior nas sessões. Agora que podemos olhar para trás e ver todo o caminho percorrido, qual é o balanço geral?

Epílogos
Ainda foram algumas as pontas soltas que ficaram tanto para o Ian como para o Jacob. Talvez queiram atender a cada uma numa lista de tópicos ou numa séries de write-ups? Ou tudo só num texto final?

Prémios
Que tal votarmos sobre o melhor/pior desta longa campanha? Prémio para o melhor ou pior NPC? Melhor cena? Melhor local do setting? Melhor disciplina? Melhor write-up de cada um?

Tendo terminado a minha função de mestre-jogo, deixo a vocês a iniciativa de pegarem em qualquer um destes tópicos, pela ordem que acharem mais interessante.

No entanto, quero desde já dizer que estou satisfeito por - pela primeira vez desde que jogo RPGs - ter começado, mestrado e concluído uma grande campanha, de uma forma que julgo ter sido satisfatória para todos. Obrigado.

Finalmente chego a escrever

Finalmente chego a escrever algo em resposta a este post. Procurando incorporar também os teus comentários sobre o fim da campanha.

Palavras Finais

Creio, como já disse, que o tom de bassplaying, como lhe chamas, que encontraste esteve just right para o tom da crónica - e para o tema do conflito humano-monstro. Ao pensar, tudo o que aconteceu foi motivado ou permitido ou auxiliado ou "tipped over" por nós, ao mesmo tempo sempre fomos impotentes face ao tremendo World of Darkness para gravarmos um caminho sem estabelecer compromissos e sacrificar lealdades e engolir sapos.

Para o final, como também já referiste, foi necessário acelerar e deixar o bassplaying, por motivação minha. Queria deixar aqui dito que me custou acelerar assim a coisa, e o final que escolhi pretendeu não deixar hipótese de continuar a crónica! A minha apetência era por diablerizar o Eric, culpabilizar a Alice por não conseguir matar a Besta (e por ela querer proteger o Alain), e ir descendo mais um pouco na espiral do WoD. Mas se tivesse ido por aí, se calhar não teria resisitido a ter marcado mais umas sessões convosco - com detrimento de outros objectivos da minha vida.

Foi portanto melhor assim. Se um dia voltarmos ao WoD, talvez uma ideia seja refazer a última sessão seguindo agora essa variante... 

Epílogos

Texto final, cada um escreve para si e para o outro, e o Storyteller escreve para os dois personagens.  Depois comparamos ao longo de um jantar...

Prémios

Melhor NPC: John Constantine, you gotta love him, you gotta hate him

Melhor disciplina: Celerity, because it saved our asses a LOT of times

Melhor sessão: destaco aquela em que, sem cada um saber do outro, tanto eu como o Quentin tinhamos morto uma "prenda" da Sullivan, e que fomos depois enterrar os corpos; destaco aquela em que andamos atrás do Quentin/Petrenkov por Hide Park fora e o Ian foi parar às Dreamlands; destaco a sessão em que fomos à igreja resgatar o Samuel e os míudos.

Melhor descrição/ambiente: tie entre as várias impressões do colégio de St. James e a casa do O'Leary a que pegámos fogo.

 

Por ora é só!   :) 

And the Oscar goes to...

Começando pelos Premios:

Melhor NPC: tenho d concordar com John Constantine! ^^ O gajo com mais piada para roleplayar, sem duvida :)

melhor disciplina: Nightmare, sorry! Bem q nos safou com combate Circle vs. Ian/ Matilda. Isso e por mto q ás vezes nao ganhe mais do q um ou dois turnos, dá estilo q dura para o fim da cronica. ;)

melhor sessao: Entrada no Floating market e o explorar do mercado!

"atributo mais importante do jogo": Composure :P Por todos os resolve + compusure ou Compusure blood potency q conseguimos passar e empinar o nariz a criaturinhas como o Alain e a Cathernine Pole

momento mais triste: morte do Adam! :( E destruiçao dos dracul as maos uns dos outro

NPC q apeteceu estrangular ao longo da Cronica: Catherine Pole ("ng estava a contar q fosseis especiais!") em empate com Alain Monfort ( s bem q tenho d admitir q la para as ultimas sessoes comecei-lhe a achar bastante piada).

Maior arrependimento: nao ter morto o Sheffield mal a Mathilda mo deu. Fiquei com o coraçao nas maos qd o Alain sugere um confronto entre o Ian e aquele desgraçado! E nao ter impedido o Adam de descer o elevador para enfrentar o Alain qd nos apercebemos q estava á nossa espera. (tb nao sei como se segurava um bruto daqueles lol)

NPC mais fofinho: Adam! Tao mau e assustador, mas chorou agarradinho ao Ian... That's sweet.

Qd tiver mais tempo continuo o write up do Ian e faço um comentario decente á nossa longa Cronica. :)