Song of Ice and Fire: onde andava toda a gente?

Eu, como a maior parte de vocês, imagino, também fui apanhado pela febre da série Game of Thrones, da HBO, tanto que fui ler os livros, e em menos de 3 semanas já vou no 3º, edições da Saída de Emergência, só a ler nos transportes públicos e na praia.

Também fui a sites de discussão e já sei quem morre e quem casa com quem.

Há uma coisa que me faz espécie:

Quando os livros começam, o rei Robert tinha acabado com a dinastia Targaryen há sensivelmente 15 anos; os livros são todos sobre intrigas palacianas, e as poucas cenas de luta e batalha acontecem em pano de fundo. A minha pergunta, e tópico para discussão se estiverem para aí virados, é a seguinte:

-porque é que os 7 reinos estiveram tão sossegadinhos durante 15 anos e só agora resolveram desatar à porrada? Certamente que os Lannister, sendo tão ricos e poderosos, como é descrito, poderiam ter logo tomado o trono quando da morte do último rei Targaryen, ou não?

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Bem...

Falando com o conhecimento limitado de quem viu a série e vai a um terço do primeiro livro (não spoilem!) fico com a impressão de que o Targaryen foi abaixo depois de uma guerra valente. Ora mesmo sendo os Lannisters OS mais ricos não quer dizer que se aguentassem a lutar contra as outras famílias todas. Daí terem optado pela em teoria mais pacífica táctica de tomarem o trono via casamento e descendentes.

Mas isto sou eu no "supônhamos".

 


Top10:

Bem não se pode dizer que

Bem não se pode dizer que tenham andado quietos... Os Greyjoy das Iron Islands revoltaram-se contra a coroa 5 anos depois do Robert ser coroado.

E mesmo os Lanisters não se sentiriam confiantes para enfrentar os Baratheon, Stark, Tully e Arryn que formavam uma aliança bastante firme até à morte do Jon Arryn.

Na minha opinião é uma situação de equilibrio de poderes e um pequeno empurrão em qualquer sentido poderia provocar uma reacção em cadeia.

Eu estou agora a começar a ler segundo livro e por isso posso não ter a informação toda...

Os Greyjoy levaram na boca

Os Greyjoy levaram na boca como gente grande, ao que parece.

A única questão que ponho é: não se podia ter morto o Jon Arryn mais cedo? Não me lembro quem foi Hand of the King antes dele. E, se foi ele o Hand durante os 15 anos, porque raio só se lembrou de investigar passado esse tempo todo?





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A escrever: down*town, tech-noir rpg

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Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogado

O Jon Arryn só começou a

O Jon Arryn só começou a investigar quando começou a ter suspeitas. Vou escrever isto de forma vaga para não spoilar, mas acho que vai ser óbvio para quem já sabe a história:

Bastava duas pessoas terem menos cuidado nos afectos que mostravam para despertar curiosidade, e depois é só fazer o '2+2' sobre o aspecto físico de algumas personagens.

 

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Corusca, a geek gamer girl's blog

Isso até faz algum sentido.

Isso até faz algum sentido. Os "filhos" do rei e os seus muitos "bastardos" nem sequer são parecidos capilarmente, algo que só se notaria passado um par de anos.





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boas leituras

Eu estou no segundo livro, A Clash of Kings. Pelo que me parece, os Lannister não precisam de estar no trono para controlarem Westeros, pois não? Aliás, quando lá chegam, um rei Lannister não me parece lhes valer de muito.

Quando lá chegam já está

Quando lá chegam já está toda a gente contra eles; e, se não precisam de ter o trono pra controlar Westeros, porque raio então sentam lá o Joffrey, pondo toda a gente contra eles?





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the king is dead, long live the king

Rui escreveu:
Quando lá chegam já está toda a gente contra eles; e, se não precisam de ter o trono pra controlar Westeros, porque raio então sentam lá o Joffrey, pondo toda a gente contra eles?

Boa pergunta, até porque o puto é um cromo Tongue out mas a mãe dele gosta muito do filhinho e, até certo ponto, faz o que quer, ou seja, não me parece que os Lannister sejam assim uma frente muito unida.

 

O Tyrion e a Cersei têm uns

O Tyrion e a Cersei têm uns diálogos brilhantes, no 2º livro (3º em pt).





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2º?

Quer dizer que até o segundo está partido em dois na edição portuguesa? Sabes onde poderei ver a comparação de uns e outros?

 

Edit: Entretanto já percebi... Estão todos partidos em dois! Hahahah, que bem. -orders online-

 


Top10:

Game of Thrones Books

Tambem eu já embarquei nesse comboio. Tongue out

Agora que já saio o ultimo episódio da 1ª série de GoT este fim de semana saquei os 10 episódios e já vi os 1ºs cinco.

Como já seria de esperar, estou a gostar bastante, por isso queria aqui pedir a vossa opinião sobre os livros pois estou a pensar em comprá-los tambem.

Aconselham a comprar os livros em versão original (Inglês) ou em versão PT por exemplo?

Existem várias versões/editoras? Basta ir a uma FNAC cá em LX e comprar o 1º livro de Game of Thrones?

ou é preferivel encomendar online?

 

~Nuno Carreira / Strilar (* Boardgamer * Roleplaygamer * Cardgamer * Onlinegamer * Geek * L5R GM *)

Como preferires...

Entre ler em inglês ou português é naquela. Não acho que neste estilo de livro faça muita diferença ler na lingua original... Estou a ler o primeiro em inglês, e tenho o segundo em português.

Nas FNACs cá por cima alguns dos livros já estão esgotados. Custam cada um à volta de 20 euros. Ah, e partiram, penso eu, dois dos livros originais em duas partes (o chamado fazer render o peixe).

Online, por 30 euros compras os primeiros 4... O que na FNAC te fica por 100 euros...

https://www.bookdepository.co.uk/Song-Ice-Fire-4v-George-Martin/9780345529053?selectCurrency=EUR&currencyChange=Change

 


Top10:

Eu estou a ler em pt pq

Eu estou a ler em pt pq trabalho numa livraria e tenho os livros mesmo à mão, mas se tiveres oportunidade de comprar em inglês, é o melhor que fazes; a edição tuga é um roubo, e quer-me parecer que nem sempre a trad é a melhor.




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Pessoalmente prefiro ler

Pessoalmente prefiro ler este tipo de obras em inglês.

Ainda não tenhos os livros mas já andei a investigar...

existem 2 edições em inglês: a americana (da Bantam) e a britanica/australiana (da Harper Collins Voyager)

encontras ambas as edições no book depository, regra geral mais barato do que na fnac

 

Stormrover (a.k.a. Nuno)


Last played:

Ou podes sempre tentar uma

Ou podes sempre tentar uma edição digital, se não te importares de ler em pda/tablet.



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Recomendo que leias em

Recomendo que leias em inglês, não pela qualidade da tradução (até me pareceu cuidada no pouco que li em Português), mas porque te fica muito mais caro comprares a edição nacional, mesmo com as promoções que a editora costuma fazer.

 

Na Fnac encontras geralmente só uma das versões em inglês à venda, e é a que divide o 'A Storm of Swords' em dois livros distintos. Eu tenho a outra, mas as capas dessa que falei antes são, na minha opinião, mais interessantes.

 

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Corusca, a geek gamer girl's blog

beber à fonte

Pessoalmente, gosto de ler em inglês o que é escrito em inglês, mas sei que há muita gente que não quer ler um texto tão extenso numa segunda língua. Por mim, é sempre fixe ir contando as inúmeras vezes que uma personagem diz algo como "we shall break our fast together on the morrow" e suponho que a tradução portuguesa não vai até este nível.

No entanto, acho que as traduções devem ser valorizadas tendo certamente um preço mais caro que os livros originais. A questão de os dividir em várias partes deve ter a ver com não assustar os potenciais clientes com os calhamaços do George Martin. Sempre dá para ler um primeiro livro mais depressa e emprestar-lo a alguém enquanto se passa para o segundo e por aí fora.

 

Sim; ninguém toma o

Sim; ninguém toma o pequeno-almoço, neste filme, mas há muito jejum quebrado.



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Comprar inglês ou

Comprar inglês ou português? Nem um nem outro, eu empresto-te pá! O livro custa tanto se foi lido por outras pessoas ou não, e não é como se as palavras se gastassem! Desde que tenhas cuidados com eles eu empresto-te a versão inglês, e já que estavam a falar em preços eu comprei por menos de 10 euros cada na fnac, e isso sem qq tipo de desconto que não tenho cartão.

=D

+1 BFF!

~Nuno Carreira / Strilar (* Boardgamer * Roleplaygamer * Cardgamer * Onlinegamer * Geek * L5R GM *)

Eu e o calão e

Eu e o calão e abreviaturas somos uma má combinação...

Queres que te traga os livros (ou melhor, o primeiro que os livros ainda são grandes e a mala vai cheia!) na próxima quarta?

Winter is coming

"mais um best friend forever" Wink

yes please, trás só o 1º, eu eventualmente vou mandar vir os 4 primeiros livros do "book depository" mas assim vou já lendo. Laughing

E mais não digo antes que o Rui me mate pelo off-topic. Sealed

~Nuno Carreira / Strilar (* Boardgamer * Roleplaygamer * Cardgamer * Onlinegamer * Geek * L5R GM *)

Argh!!!!!!!!

descarrilando o tópico mais um pouco....

 

QUERO MAIS!!!!!

 

(acabei ontem de ver o último episódio da série...)

 

Stormrover (a.k.a. Nuno)


Last played:

Song of Ice and Fire

Boas,

Eu já li todos os livros existentes há uns anos atrás, e continuo pacientemente à espera da continuação, que deve cá chegar algures depois do verão.

 

Como já referiram antes, uns 5 anos depois do Robert ter chegado ao poder, os Greyjoy das Ilhas de Ferro tentaram uma rebelião armada e foram completamente massacrados pelo poderio militar das outras casas todas juntas.

Esse exemplo serviu para mostrar que nenhuma casa poderia resistir sozinha num conflito aberto. Em vez disso, as rivalidades e conflitos de poder tornaram-se mais refinados, com intrigas palacianas e jogadas de bastidores.

Em relação à posição dos Lanister na queda dos Targaryen, eles ficaram neutros quase até ao fim.

Só depois da vitória decisiva dos rebeldes na batalha do tridente é que eles se aliaram aos rebeldes.
Pode-se dizer que eles esperaram para ver de que lado é que a vitória iria cair antes de se comprometer.

Para além disso o rei iria sempre ser um Baratheon pois uma das "bases legais" da rebelião era que a familia Baratheon teria uma pretenção ao trono por descender de um ramo bastardo da familia Targaryen.

Mesmo assim os Lanister conseguiram o melhor prémio de consolação, que foi meter uma Lanister como Rainha, e assegurar que eventualmente um descendente Lanister se sente no trono.

 

A parte de ler em pt ou no original acho que depende das preferências de cada um.

O nivel da tradução é bastante bom, mas não recomendo que se misturem as duas edições pois alguns nomes estão diferentes.

(ex. Correrrio/Riverrun, Vila Velha/Oldtown, etc...).

Claro que a nivel monetário deve compensar comprar os originais, mas vejam com atenção o tamanho dos livros.

Esses mais baratos podem ser edições mais compactas e mais dificeis de ler, e a 900 ou 1000 paginas cada um pode começar a fazer mossa.

--
GPires

Eu demorei um pouco a

Eu demorei um pouco a perceber que Correrrio era "Corre Rio" e não "Correrio". Há várias passagens traduzidas à letra, e é preciso um conhecimento do inglês e das suas expressões originais para perceber o que os personagens realmente querem dizer; o exemplo do Rick do "break fast in the morrow" é apenas um.



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A escrever: down*town, tech-noir rpg

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogado

gpires escreveu: (ex.

gpires escreveu:
(ex. Correrrio/Riverrun, Vila Velha/Oldtown, etc...).

 

Isto seria suficiente para me convencer a ler a versão original. Quem é o imbecil que traduz nomes de sítios? Será que Eddard passou para Eduardo, Cersei para Cecília, Tyrion para, sei lá, Tirião? King's Landing para Aterragem do Rei? Winterfell para Queda do Inverno?

Aliado a isto a possibilidade de os livros estarem editados segundo o Acordo Ortográfico, a escolha é quase imediata:

Eu comprei a edição inglesa na www.bookdepository.com por pouco mais de € 25,00...

 

_

Não me irrita perder porque cada derrota ensina algo e torna a próxima vitória mais gratificante.

Se vão comprar na Book

Se vão comprar na Book Depository, há um pack com os quatro livros que estava a um preço decente.

 

Já agora, na BD eles estão a ter um 'Summer Festival' e daqui a um tempo vão ter Fantasy com promoções. Não sei se incluirá descontos extra nos livros do GRRM, mas pode ser que sim.

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Corusca, a geek gamer girl's blog

Raquel escreveu: Se vão

Raquel escreveu:

Se vão comprar na Book Depository, há um pack com os quatro livros que estava a um preço decente.

 

Já agora, na BD eles estão a ter um 'Summer Festival' e daqui a um tempo vão ter Fantasy com promoções. Não sei se incluirá descontos extra nos livros do GRRM, mas pode ser que sim.

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Corusca, a geek gamer girl's blog

O Summer Festival do bookdepository dá a possibilidade de terem 10% de desconto adicional. Basta ir ao anúncio e chatear alguns amigos :) Já agora, atenção que a BD tem dois sites diferentes, um acabado em .com, outro em .co.uk; os preços são diferentes nos dois, normalmente é mais barato no .com mas nem sempre.

 

Entretanto, o novo livro (o quinto, Dance with Dragons) sai já no dia 12 de Julho (e parece que desta é certo), em hardcover; está com 50% de desconto na amazon, deve ficar por volta dos 15 euros se conseguirem portes à borla.

Devem justificar da mesma

Devem justificar da mesma forma que no Senhor dos Anéis, Bag End está traduzido como Fundo do Saco... A partir do momento em que o nome é fictício não há nada que te impeça de o traduzires livremente.

Eu não consegui ler o Senhor dos Anéis por causa disso, na altura revoltava-me mas agora nem tanto, acho que o Português está mal habituado à sua língua. Pois acredito se o Senhor dos Anéis fosse originalmente escrito em português, 90% das pessoas iria lê-lo em Inglês só porque é mais cool ler-se Bag End que Fundo do Saco.

 

(Sem assunto)

Thumbs Up

 


Top10:

Eu sou 100% a favor da

Eu sou 100% a favor da tradução integral para português, incluindo aportuguesamento ortográfico de nomes ficionados. Na versão portugusa 1000 vezes mais Terramar do que Earthsea, Terra Média do que Middle Earth. Se eu quiser ler um livro em inglês, compro-o nessa língua. Se há coisa que me irrita no nosso país é a mania de usar o inglês a torto e a direito (muitas vezes por grunhos que não conseguem ler uma frase em inglês). Uma boa tradução traduz tudo, não se fica pelas meias tintas.

Sérgio

São opiniões...

Eu sou 100% contra.

O aportuguesamento ortográfico de nomes é um facilitismo de tradução. Nada mais.

A tradução de nomes é um erro crasso. Mostra, acima de tudo, desrespeito pela língua original. Desrespeitar o original não é o mesmo que respeitar a língua para onde se traduz. Embora agora se pense que sim... que traduzir estupidamente tudo é uma forma de "defender" o Português.

Como deveria então um Inglês traduzir Sintra, por exemplo? Para mim, escreve-se Sintra, Porto ou Lisboa tanto em Inglês como em Português. Eu não escrevo a um Inglês "Welcome to Oporto", escrevo "Welcome to Porto". O nome da cidade é Porto e não Oporto. Só aceito a tradução semi-fonética de um nome próprio, seja de local ou pessoa, quando o alfabeto utilizado não é o mesmo ou incompatível como, por exemplo, o Cirílico.

_

Não me irrita perder porque cada derrota ensina algo e torna a próxima vitória mais gratificante.

Infelizmente, ser

Infelizmente, ser Português implica também saber ler o que se escreveu e saber interpretar. Em momento algum eu disse que o tradutor tem que traduzir TUDO o que lhe aparece à frente. E se não falei de exemplos como Sintra ou Linchenstein ou Sussex ou Arkham foi porque está implícito que há determinados nomes que são impossíveis de traduzir. Mas sejamos também menos picuinhas: uma obra pode ser perfeitamente adaptada a outras línguas, inclusivé com nomes traduzidos e o mundo não se quebra subitamente. E se outra prova não existisse basta ver a Bíblia.

A minha participação nesta discussão termina aqui porque não quer tornar esta thread sobre A Song of Ice and Fire numa discussão sobre os prós e contras das traduções. Se há coisa que aprendi é que aqueles que abominam traduções de obras de fantasia vão continuar a ler em Inglês e os restantes lêem em Português.

Nota final: A série Os Tudos nunca foi para ser fiel à história. Como qualquer adaptação televisiva, vê-se pelos méritos próprios. Agora se concordam ou não nesses méritos é pano para outra discussão que não aqui.

Mallgur escreveu: O

Mallgur escreveu:
O aportuguesamento ortográfico de nomes é um facilitismo de tradução. Nada mais.

?????? Como?

Vejamos, estás a dizer que é mais fácil aportuguesar do que... manter o original! Há algo que falha nessa lógica.

Não há nada de fácil no aportuguesamento, é uma competência complexa (sendo certo que muita gente o faz a martelo, mas o mesmo sucede com muita tradução). Foi também por aí que se tornou necessária a normalização ortográfica, basta ler o português do século XVI e as variantes que então ocorriam ao nível do aportuguesamento. Como em tudo, mais vale não mexer quando não se sabe o que se está a fazer (pegando no teu exemplo, Orc não precisa de aportuguesamento, por exemplo).

Citação:
A tradução de nomes é um erro crasso. Mostra, acima de tudo, desrespeito pela língua original.

Ilíada. Odisseia. Eneida. Romeu e Julieta. As minas de Salomão. Terramar. Parece-me que estás um pouco desfazado da realidade. Ou será que o princípio só se aplica ao inglês? (É que eu só costumo ver estes pruridos com o inglês, frequentemente quem os tem é bastante menos exigente com outras línguas...).Quanto ao tal desrespeito, a única forma de respeitar as outras língas é aprendê-las e não as traduzir de todo. Ora voltando à Odisseia que mete no bolso toda a fantasia anglosaxónica, diz-me o que preferes, lê-la no grego antigo ou em português? E em português com os nomes aportuguesados ou com os nomes em grego antigo?

Citação:
Como deveria então um Inglês traduzir Sintra, por exemplo?

Ah, os ingleses. Lisbon, Oporto, Mozambique, Madera, só lhes escapa mesmo à senha anglicizante o que lhes soa bem à primeira. Mau exemplo.

Citação:
Eu não escrevo a um Inglês "Welcome to Oporto"

E, num espírito de radical coerência, não dizes a um português, "vou de férias a Londres", seguramente que dizes, "vou de férias a London, sabes, a capital da England, na Great Britain".

O que é preciso, nisto como em tudo, é bom senso, o que me leva de volta para a fantasia. Faz todo o sentido traduzir Earthsea por Terramar, por exemplo. Transmite o significado e soa melhor. A Ursula Le Guin escolheu o nome Earthsea pelo seu significado e pela sua musicalidade a qual só existe em inglês. A tradução dá esses dois valores em português de forma muito feliz, logo impõe-se. Há sempre coisas que são intraduzíveis mas raramente estas são palavras, simples ou compostas. O que custa a traduzir são as expressões idiomáticas.

Sérgio

smascrns escreveu: ??????

smascrns escreveu:
?????? Como?

Vejamos, estás a dizer que é mais fácil aportuguesar do que... manter o original! Há algo que falha nessa lógica.

É mais fácil aportuguesar e depois basta fazer uma substituição automática no software que se use. Perder tempo a pensar se a tradução de um nome é ou não adequada dá trabalho... Tem mais lógica assim?

Realmente, deixar no original seria mais fácil. Sem dúvida. E mais correcto também.

Citação:
Não há nada de fácil no aportuguesamento, é uma competência complexa (sendo certo que muita gente o faz a martelo, mas o mesmo sucede com muita tradução).

Não? Ora dá-me aí um exemplo...

Concordamos, contudo, e como disse ante que há muita gente que traduz a martelo...

Citação:
Como em tudo, mais vale não mexer quando não se sabe o que se está a fazer (pegando no teu exemplo, Orc não precisa de aportuguesamento, por exemplo).

E quem define o que precisa ou não de aportuguesamento?

Riverrun não precisa de aportuguesamento nenhum. Winterfell também não. Eddard idem. Earthsea igualmente...

Citação:
Ilíada. Odisseia. Eneida. Romeu e Julieta. As minas de Salomão. Terramar.

Lê lá o meu post anterior... O Grego escreve-se num alfabeto incompatível com o nosso. Isso lida com os três primeiro de uma assentada... Além disso, Odisseia é uma tradução perfeita, não um aportuguesamento.

Quanto aos outros, estamos a falar de títulos e de nomes que não são aportuguesamentos.

Só no último é esteve mal o tradutor, mais à frente, tu próprio demonstras porquê...

Citação:
lê-la no grego antigo ou em português? E em português com os nomes aportuguesados ou com os nomes em grego antigo?

Provavelmente, em Inglês.

Citação:
Citação:
Como deveria então um Inglês traduzir Sintra, por exemplo?

Ah, os ingleses. Lisbon, Oporto, Mozambique, Madera, só lhes escapa mesmo à senha anglicizante o que lhes soa bem à primeira. Mau exemplo.

A pergunta era como deveria traduzir, não que outros erros eles cometem. Não sei qual é a tua filosofia, mas os erros dos outros não me servem de justificação aos meus.

Ah.. E não se escreve "Madera" em Inglês. Escreve-se Madeira.

Citação:
E, num espírito de radical coerência, não dizes a um português, "vou de férias a Londres", seguramente que dizes, "vou de férias a London, sabes, a capital da England, na Great Britain".

Não... Se fosse verdadeiramente radical diria "I'm going to London on vacation. The capital of England and the United Kingdom."

Citação:
O que é preciso, nisto como em tudo, é bom senso,

Eu prefiro regras claras...

Citação:
Faz todo o sentido traduzir Earthsea por Terramar, por exemplo.

Mau exemplo. Eu não acho que faça sentido algum.

Citação:
Transmite o significado e soa melhor.

A tal coisa das opiniões...

Citação:
A Ursula Le Guin escolheu o nome Earthsea pelo seu significado e pela sua musicalidade a qual só existe em inglês.

Espera... A musicalidade só existe em Inglês e faz todo o sentido eliminar isso? Então o que aconteceu à ideia de manter o espírito da obra? O que aconteceu a tentar transmitir a mesma sensação que ao leitor na língua original? Afinal, parece que não sou eu que tenho falta de lógica ou coerência.

Citação:
Há sempre coisas que são intraduzíveis mas raramente estas são palavras, simples ou compostas. O que custa a traduzir são as expressões idiomáticas.

Ai é?

Traduz lá "Byte" sem fazer a triste figura de um Francês a chamar-lhe "octet"...

Essa coisa de confiar no bom senso depois dá casos como o que vi recentemente de traduzir "wait on tables" para "esperar nas mesas" em vez de "servir à mesa" quando claramente se estava a falar de uma profissão. Isto foi tão mais grave que a personagem que o disse ficou a parecer mais uma prostituta do que uma moça que ocasionalmente servia às mesas para ganhar dinheiro...

Tal como o poster anterior, ficarei por aqui nesta questão com a seguinte conclusão:

Existem duas formas de encarar a tradução de nomes próprios e de locais.

Uma defende que se confie no bom senso do tradutor, trazendo a essa (difícil) arte a arbitrariedade e o risco (pelos vistos comum) de que o tradutor não o tenha. Outra, a que eu defendo, que não se traduzam nomes próprios ou de locais, especialmente os fictícios. Uma regra simples, que não prejudica as obras originais e minimiza os riscos de asneira.

Quanto ao resto, leiam a obra, em Português ou em Inglês. Para já está a valer a pena...

_

Não me irrita perder porque cada derrota ensina algo e torna a próxima vitória mais gratificante.

  A realidade é que não

 

A realidade é que não existe regra sobre isto...

Não está patente qualquer regra sobre isto em nenhum dos acordos ortográficos (quer o de 1945 quer o de 1990 que entrou em vigor recentemente (2009))

O traduzivel e o intraduzivel são separados por uma ténue linha perdida numa névoa, e somente a história é que dita quais os nomes que ficam de cada lado da linha.

William Shakespeare nunca foi, em português, Guilherme, mas Thomas Moore é Tomás Moro e Martin Luther é Martinho Lutero

o mesmo se aplica a locais, alguns, mais conhecidos à dezenas e centenas de anos têm traduções tanto numa lingua como noutra (Nova Iorque, Londres, Edinburgo, Marselha, Veneza, Lisbon, Oporto (se bem que neste caso nunca percebi porque não ficou com a tradução "literal" como o vinho)) outros, em alguns casos menos conhecidos à alguns anos outros até bastante famosos nunca foram traduzidos (Los Angeles, Hollywood, Manchester, Nice)

Já agora.... no Senhor dos Aneis (ed. da Europa América de à 20 anos atrás) apesar de erros crassos como traduzir orcs para gnomos, nessa mesma edição alguns locais (fundo do saco por exemplo) são traduzidos/adaptados... enquanto outros nem por isso (rivendell, gondor...)

Pessoalmente prefiro os nomes no original (francês, inglês, etc...) ou com a sua variante no grafismo ocidental (grego, russo, japonês, etc...) com uma N.T. (nota do tradutor) sobre o significado do nome (quando este existe) aquando a primeira referencia (um bom exemplo deste tipo de prática é a Saga dos Otori, editado pela Presença) ao mesmo, se bem que percebo em muitos casos traduções como as feitas para facilitar os que não têm facilidade com as linguas estrangeira, mas como sempre tudo tem de levar com uma boa dose de bom senso...

 

p.s.: ao ver a série não me choca a tradução de "King's Landing" por "Porto do Rei"

 

p.s.2: por curiosidade existe uma publicação a nivel da comunidade europeia da lista de traduções (quando existentes) de regiões europeias: https://publications.europa.eu/code/pt/pt-5001000.htm

 

 

 

 

Stormrover (a.k.a. Nuno)


Last played:

Regra geral...

Mallgur escreveu:

Isto seria suficiente para me convencer a ler a versão original. Quem é o imbecil que traduz nomes de sítios? Será que Eddard passou para Eduardo, Cersei para Cecília, Tyrion para, sei lá, Tirião? King's Landing para Aterragem do Rei? Winterfell para Queda do Inverno?

 

Bem, regra geral não é mto saudável andar a traduzir nomes a torto e a direito mas como tudo na vida há excepções.

Na minha opinião, os nomes podem (e devem) ser traduzidos quando a sua tradução vier trazer valor acrescentado à narrativa, aproximando-a do original.

 

Por exemplo, manter os nomes "Riverrun", "King's Landing" ou "Whispering Wood" vai ser encarado como mais um nome sem significado especial para quem, supostamente, não perceba inglês (daí estar a ler uma tradução e não o original).

Apresentar uma tradução com "Correrrio", "Porto Real" ou "Bosque dos Murmurios" torna a experiencia do leitor mais aproximada à que um leitor inglês tem quando lê o original.

 

Claro que não se pode tomar isto por regra e desatar a traduzir tudo o que é nome passivel de ser traduzido à letra, é uma questão de bom senso e equilibrio.

 

Volto a dizer que no caso desta série a tradução até está bastante boa, mas se querem experimentar tem bom remédio.

Basta ir sacar o excerto de cada livro que a editora disponibiliza gratuitamente online.
Depois logo decidem se gostam ou não da tradução.

 

Claro que se já começaram a ler em inglês (ou tenham começado pela série de tv) é normal que já tenham interiorizado os nomes originais e que a tradução vos pareça "errada".

 

 

Em relação ao preços estou completamente de acordo que quanto mais barato melhor e cada um deve escolher a melhor opção de acordo com a sua carteira, mas não utilizem a desculpa da "tradução é má" para se convencerem a comprar os originais.

 

 

PS: E já agora não chamem idiota ao tradutor sem pelo menos ter a decencia de ler um dos livros.

Até parece que nunca leram aquelas velhinhas traduções da colecção Argonauta!
Essas sim é que eu classificaria como roçando a idiotice.

 

--

GPires

Opinião de tradutor

Sendo tradutor profissional, sou da opinião que, em obras literárias, se devem traduzir os nomes das pessoas e até de locais fictícios ou não. Esta tradição não é nova e acho que uma grande parte da nova geração se afasta disso porque o Inglês é, hoje em dia, mais universal que seria há 40 anos atrás e há toda uma literatura acessível aos jovens que não o era no antigamente. Há também uma certa vergonha da nossa língua quando, por cá, temos literatura com expressões idiomáticas tão complexas e interessantes como, pegando no exemplo dado aqui, "break fast in the morrow."

Mesmo que não sejam fãs do género, vejam a série Os Tudos, onde os nomes são todos traduzidos e nem por isso tira credibilidade à série. A rainha Elizabeth (dos Tudor) é a Rainha Isabel (sempre a ouvi assim em Portugal) e Henry VIII sempre foi Henrique VIII e a sua mulher Anne Boleyn era Ana Bolena. Daí não vejo mal que Brandywine seja Brandevinho e Bag End seja Fundo do Saco. Aproxima o leitor da realidade que o autor original pretende transmitir.

Se bem se recordam, quando joguei Burning Wheel comecei a adoptar nomes Portugueses para personagens e locais mesmo porque há um estigma associado a tudo o que é língua Portuguesa. Imaginem se Conan não ficava mais giro como Rei de Aquilónia, inimiga de Nemédia, e que tenha viajado pelo Afgulistão e pelo Turão.

Dwarin escreveu: Mesmo

Dwarin escreveu:
Mesmo que não sejam fãs do género, vejam a série Os Tudos, onde os nomes são todos traduzidos e nem por isso tira credibilidade à série. A rainha Elizabeth (dos Tudor) é a Rainha Isabel (sempre a ouvi assim em Portugal) e Henry VIII sempre foi Henrique VIII e a sua mulher Anne Boleyn era Ana Bolena.

Bom... Como a credibilidade da série Tudors é quase nula pois está pejada de erros históricos e anacronismos pode dizer-se que a tradução está ao mesmo nível, então. Evilgrin

Citação:
Daí não vejo mal que Brandywine seja Brandevinho e Bag End seja Fundo do Saco. Aproxima o leitor da realidade que o autor original pretende transmitir.

Se nesses exemplo até não seria grave pois são nomes que poderiam surgir facilmente numa evolução normal em língua portuguesa, depois caímos em exemplos ridículos como traduzir Orc para Gnomo... E não, "Orco" não seria uma boa opção. Orc funciona perfeitamente, tanto em Inglês como em Português.

 

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Não me irrita perder porque cada derrota ensina algo e torna a próxima vitória mais gratificante.

À uns longos anos atrás

À uns longos anos atrás ofereceram-me o Senhor dos Anéis em Português, e quando acabei de o ler fui comprar uma versão na lingua original, pois dava para notar que o mesmo estava escamoteado em vários sitios. Quanto ao Game of Thrones, comecei a comprar o primeiro livro cá saído em português e fui comprando ao ritmo a que foram sendo publicados e não me arrependo. Nunca tive a necessidade de ir ler a versão inglesa. Por curiosidade já estive a ler 2 capitulos da versão inglesa e a minha idéia mantèm-se: a versão portuguesa é das melhores traduções que alguma vez li.

 

Confrontado hoje entre comprar a versão inglesa de 4 livros ou a portuguesa de 8 livros, o peso económico da decisão iria fazer-me comprar a versão inglesa, simplesmente porque pagar de uma assentada uns cento e tal euros pela versão portuguesa seria uma brutalidade.

 

Últimas jogatinas:

Negating the unforeseeable is utterly unrealistic, and scrambling to deal with problems is indeed a game skill.

A malta que anda a discutir

A malta que anda a discutir o sexo dos anjos não quer fazê-lo noutro sítio?

Gosto tanto de um descarrilamento como qualquer um de vós, mas já irrita.

E que tal entrarem na discussão original?

1000 obrigados.





A jogar: D&D 4th Dark Sun
A escrever: down*town, tech-noir rpg

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogado

Voltando ao assunto original.

Só queria aconselhar os que ainda vão a meio, a resistirem às tentações e evitarem ao máximo os spoilers que abundam por essa internet fora.

Um dos maiores feitos (entre outros) desta saga é manter a ideia de que ninguem está a salvo e praticamente tudo pode acontecer.
É essa incerteza que nos faz criar uma relação de empatia mais forte com as nossas personagens favoritas.

Nas situações de perigo eminente ficamos mesmo receosos que a personagem X ou Y acabe morta numa vala qualquer com os corvos a debicarem-lhe os olhos.

Se já sabem à partida quem é que morre, quem é que casa com quem, etc... esses momentos de tensão, bem como as várias reviravoltas no enredo vão perder alguma da piada.

 

Claro que devem ler os livros na mesma, pois a história é sólida e a caracterização/desenvolvimento das personagens está bem conseguida, mas não vão conseguir o mesmo nivel de envolvimento emocional.

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Gpires

Tenho a acrescentar a este

Tenho a acrescentar a este tópico que, movido pela curiosidade despertada no decorrer de tão entusiasmático debate, procedi à compra do 1º livro da saga na LÍNGUA DE CAMÕES, visto que se apresentava o dito com 40% sobre o preço de editor na cadeia de lojas FNAC.

Boa João!!!!

Não te vais arrepender da língua de Camões!!!

 

Últimas jogatinas:

Negating the unforeseeable is utterly unrealistic, and scrambling to deal with problems is indeed a game skill.

Humm

A primeira metade do primeiro livro, queres tu dizer. Tongue out

Vê lá se não morres com a palavra Terramar.

 


Top10:

Pobre Camões

A "palavra" Terramar pode não te aparecer e chatear neste livro, mas o pobre Camões deve ter dado uma volta na campa com esse "entusiasmático"... Laughing Happy

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Não me irrita perder porque cada derrota ensina algo e torna a próxima vitória mais gratificante.

"Entusiástico" - obrigado

"Entusiástico" - obrigado pela correcção Sr. Mallgur :P

Deixando uma dica

Deixando uma dica para quem queira comprar a edição portuguesa, vale a pena ir dando uma olhadela na promoção 2=3 no site da propria editora.

https://saidadeemergencia.com/index.php?page=Articles.ArticleView&article_id=137

Na compra de quaisquer dois livros, podem escolher um terceiro de oferta numa lista (algo reduzida, mas que costuma ir mudando todos os meses).

 

Por exemplo, no caso do Crashburner que já comprou o 1º volume, poderia comprar o 2º e 3º volumes obtendo de borla o 4º - Despertar da Magia.

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GPires

Eu já só leio em inglês

pois os editores portugueses são uns autênticos ch..... Já li todos os disponíveis e estou à espera de 21 Jul para pôr os olhos no 'A Dance with Dragons'. Já não leio um livre desde o a 'Feast for Crows'...... Quanto ao resto é só ires lendo e saberás o que queres saber

seus...

Lá me vao voces obrigar a reler os livros outra vez...

Já sigo a saga há anos, tendo as versões em inglês pré separação em 2 metades. Para mim não se põs a questão de comprar em ingles ou português. Não havia tradução na altura :D.

cada vez que saia um livro novo tinha de ir reler o anterior para me relembrar de toda a rede de intrigas e centenas de personagens. Agora vou ter que reler todos porque já troco os nomes todos :).

Entretanto já tenho 10 episodios prontinhos para serem visualizados. schlep.

p.s. Com as reviravoltas e assassinatos que já houve, e estando as coisas como estão no fim do 4º livro, eu acho que no fim todos os pretendentes ao trono acabam mortos (já não sobram assim tantos) e implantam uma républica :)

 

Há 10 tipos de pessoas: As que sabem binário e as que não sabem.

Spoilers Alert

Cuidado com os Spoilers! Fighting Há pessoas que não chegaram ao fim do 4º livro.

Da minha parte acho mesmo que vou encomendá-los em versão original aqui:

https://www.bookdepository.com/song-ice-fire-4v-george-martin/9780345529053

 

Tinham-me dito que o 3º livro estava dividido em 2 mas não parece ser o caso aqui.

De qualquer forma ainda vai demorar um tempinho até eu poder fazer "schlep" tambem. Tongue out

Mas vê os 10 episódios da 1ª série, estão mesmo muito bons!

~Nuno Carreira / Strilar (* Boardgamer * Roleplaygamer * Cardgamer * Onlinegamer * Geek * L5R GM *)