Boardgames - Struggle of Empires (9/Janeiro/2006)

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Decorreu ontem o segundo evento de jogos de tabuleiro que organizámos, e desta vez passámos seis pessoas à volta de uma mesa a jogar Struggle of Empires. O plano original de jogar Battlestations teve de ser cancelado porque o Manuel Pombeiro teve uma emergência de última hora e não pode vir demonstrar o jogo.

Como alternativa, eu e o Hugo Carvalho levámos uma pequena selecção de jogos para conseguirmos entreter toda a gente que pudesse aparecer. Eu levei o Lord of the Rings e o RoboRally, dois jogos levezinhos que podia ensinar na hora, e o Hugo levou o tal Struggle of Empires (que andava a tentar estrear há algum tempo), o Goa e o jogo de cartas Blue Moon. Uma vez que éramos seis pessoas, e decidimos jogar todos em conjunto, isso deixou de fora o LotR (5 jogadores), o Goa (4 jogadores) e o Blue Moon (2 jogadores). Sobravam o RoboRally e o Struggle of Empires. O RoboRally eu apresentei-o como um jogo divertido e caótico, onde a sorte é quase tudo (o que pode ser bom ou mau, dependendo do público), mas que me pareceu arrastar-se demasiado quando o joguei recentemente. O Struggle é muito mais jogo, muito mais sério, e que exige muito mais das cabecinhas dos jogadores. Surpreendentemente (para mim), toda a gente decidiu dar uma oportunidade ao SoE e lá nos aventurámos nas regras, sob a tutela do Mestre Hugo, que já as conhecia mas que nunca tinha jogado o jogo.

Só  tenho quatro palavras: fa-bu-lo-so!  Struggle of Empires é uma criação de Martin Wallace, um dos grandes designers de jogos do nosso tempo, e a julgar por este exemplo, a fama é bem merecida. Uma infinidade de opções, estratégias e tácticas, garantem que o jogo não envelhecerá e continuará a desafiar durante muito tempo, e o ênfase dado à interacção entre jogadores, com as regras a forçarem periodicamente a formação e a destruição de alianças, resulta num jogo realmente envolvente para todos. O livro de regras podia ser bastante mais claro em certos aspectos (parece que essa queixa não é só nossa), mas lá nos conseguimos arranjar; as regras acabam por não ser complicadas (apesar de parecerem, para quem nunca jogou antes) e depois de se tirarem as dúvidas que o livro deixa, a coisa corre sobre quatro rodas. Mas se quiserem saber mais e com maior detalhe, leiam também aqui no site os comentários do Hugo à sessão e ao jogo.

A vencedora da tarde foi a nossa Raquel, parabéns! Tivémos de dar o jogo por encerrado um nadinha antes do tempo, porque a loja ia encerrar, mas uma olhada rápida ao tabuleiro parecia confirmar que o primeiro lugar que ela - a jogar com a França - mantinha desde o início não estava lá muito ameaçado. Já eu, jogando a orgulhosa Prússia, fiquei para trás no primeiro dos três turnos, e em último ia seguramente continuar até porque estava a levar uma coça no terceiro e último turno da Rússia, Espanha e França.

Saímos todos da Magic Meck  empolgados pelo jogo e com vontade de o voltar a jogar em breve. Nesta primeira sessão começamos a entender o resultado das nossas escolhas e a ter uma ideia do que se tem de fazer para ganhar o jogo, de modo que penso que toda a gente estava desejosa de voltar a jogar para experimentar novas estratégias... como alternativas para ganhar territórios, poder, aliados, forças militares e dinheiro há inúmeras, há um número estupidamente grande de estratégias diferentes para explorar!