Apresentando Lord of of the Rings Online

Retrato de kabukiman

E uma thread para Lord of the rings online (LOTRO)?

 

" Robot durante o dia, vegetal durante a noite"

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Sim, quem é que joga?

Eu jogo, assim como o

Eu jogo, assim como o Astinus deste forum. Há  montes de portugueses lá, não sei é se algum deles está no abreojogo.

 

" Robot durante o dia, vegetal durante a noite"

 

 

" Robot durante o dia, vegetal durante a noite"

que tal?

kabukiman escreveu:
Eu jogo, assim como o Astinus deste forum. Há  montes de portugueses lá, não sei é se algum deles está no abreojogo.

E que tal é em termos de roleplay?
Estive a espreitar e acho que a criação de personagem é o habitual raça+classe+cabelo :) com pouquinha costumização. Que tal evolui o aspecto/poderes do personagem ao longo do jogo? Consegue-se criar um conceito próprio ou é tudo igual?
Que tal é o PvM?
Jogas nos servidores europeus ou americanos? Dá para jogar quer nuns quer noutros?
Vale a pena a nova expansão?

As personagens no inicio

As personagens no inicio são iguais dentro de uma raça (apenas muda um pouco a cosmética). Com o tempo isso vai-se alterando. Adoptas uma carreira que te dá 3 profissões diferentes (no meu caso optei por armsman que me dá acesso a prospector-mineiro, woodcutter e weaponsmith). Ora isso tem consequencias enormes no jogo. Eu passo muito tempo a minerar,  e depois vendo o metal e pedras preciosas que encontro. O pessoal que tem profissões como joalheiro ou armeiro sem ter a capacidade de prospecção, é obrigado a comprar a matéria-prima ao preço que eu quero. E só quando eles atingem um nível muito elevado para conseguir fazer produtos de excelente qualidade, ninguém lhes compra os equipamentos produzidos, dado que o jogo fornece outros bem melhores... Mas eles para atingir esse nível elevado tem de comprar a matéria-prima.

Adquirem-se skills diferenciadas durante o jogo, sendo quase todas de combate fazendo um  dano variado (elas são muitas, mas só podes escolher um reduzido número para ficarem activas e serem utilizadas em combate, ficando à vista num mini-menu, de onde as selecionas quando precisas).

Apenas a nível táctico: se opto unicamente por skills que fazem muito dano e que demoram alguma tempo a ser recarregadas, arrisco-me a eliminar alguns adversários depressa (se forem de baixo nível), mas gasta o "power" (equivalente a energia) depressa ficando o personagem sem tácticas especiais. Utilizar skills de baixo dano (e baixo gasto de power) permite fazer danos todos os turnos, mas está-se uma eternidade a combater. Cada um escolhe o que quer (eu faço uma combinação de ambos).Assim 2 champions nível 30 ou 40 serão razoavelmente diferentes... dentro de certos limites. Um pouco como o fighter de AD&D (nesse aspecto os magos e clérigos de A&D conseguiam ser mais diferentes). Neste aspecto acaba por ser parecido com muitos rpg's em computador (nem melhor, nem muito pior)

Existem os emotes para interacção social (como no sims) com outros jogadores, mas é tudo muito primitivo, acabam por funcionar como smilies.

As quests são todas opcionais. Mesmo as da história principal: não precisas faze-las. Podes decidir ficar o jogo inteiro no shire, a procurar ovos e farinha para fazer bolos e tartes deliciosas. Uma boa parte das quests são obviamente de combate (e são as que rendem mais pontos). Mas outra parte é estritamente pacifica. Uma vez fiz uma cadeia de quests (quase uma dúzia ao todo) em que um hobbit estava a fazer a "corte" a uma hobbit que queria ficar solteira. Para ajudar, tive de apanhar vegetais da horta, vende-los num mercado, andar a fazer de correio entre os 2 pombinhos, até que ela aceitou namorar com ele. Devo ter ganho uns 300 pontos no máximo (e estou a ser generoso) nesta aventura; matar uma meia dúzia de aranhas gigantes dá mais pontos, dá menos trabalho e consome menos tempo. Mas dá menos gozo. Ora são quests deste género que acho que tornam este jogo "quase" um rpg.

Aliás eu diria, que enquanto a maior parte das regiões do jogo, são bastante semelhantes a D&D, o shire parece um jogo completamente à parte.Beber não sei quantas bebidas alcóolicas num tempo limitado e correr de taverna em taverna (repetindo o processo) para entrares numa confraria de bebedores. Apanhar ovos das galinhas evitando que o galo te detecte. Encontrar um cão perdido. Atravessar a maior parte do shire, transformado em galinha (leram bem). Entrar num concurso de tartes. Fumar tabaco. Tudo isso dá uma atmosfera especial ao jogo. Mas não transforma num rpg.

 

Os deeds fazem-me lembrar o pendragon: fazes determinados feitos (que tanto pode ser matar 50 goblins, como tornar-te um correio no shire e distribuir cartas, evitando perigos terriveis como outros hobbits descobrirem que cartas levas), recebendo uma meia dúzia de pontos, uma virtude (que vai influenciar as skills) e um título que podes usar. Fulano tal, "o destruidor das teias", ou o "mestre das tartes"!.

 

Outro ponto a favor são é a inter-ajuda e as felloships. Grupos de jogadores que não se conhecem de lado nenhum ajudam-se mutuamente partilhando informações ou ajudando novatos em quests que eles próprios já fizeram, que não lhes vão mrender pontos, mas apenas para ajudar os que precisam. Isto torna-se um ponto delicado para avaliar: não está relacionado com o jogo directamente, mas com o tipo de pessoas que joga. Mas não serão os próprios mecanismos do jogo que favorecerão um certo altruismo? Ora tudo isto resulta em imensa interação por parte dos jogadores. Continua a não ser role-play no sentido tracional do termo, mas é uma adaptação social aos mecanismos do jogo.

O combate contra monstros é estilo diablo (um bocadinho mais sofisticado, mas mais nada): carregas no botão de rato, e escolhes que skills queres que ele use (durante o combate) e ele faz o resto, só tens de ter cuidado com os níveis de power, se ficarem reduzidos a zero, deixas de poder usar as skills e fazes combates simples (aí é igualzinho ao diablo)

Jogo unicamente nos servidores europeus, e creio que não é possivel com uma edição europeia jogar nos servidores americanos e vice-versa (tem a ver com ser companhias diferentes).

Ainda não joguei a expansão (saiu na terça-feira, e vou demorar algum tempo a digerir aquilo)..

O que falta ao jogo para ser um verdadeiro rpg? Capacidade de escolha nas respostas. Quando interajo com um npc, apenas posso dizer que sim senhora, ou recuso a quest. Não há mais diálogos. É certo que se pode escolher as quests. mas mais nada. Não é possivel dar as respostas tortas que se dava em baldur's gate. Ou em deus ex.

Ponto positivo, a interacção entre jogadores é enorme (aqui sim, o jogo assemelha-se a um rpg tradicional)

Outro ponto positivo, é possível fazer várias abordagens ao efectuar numa quest: não sou obrigado a entrar pela porta principal e massacrar tudo pelo caminho (pelo menos na maioria das quests. Posso tentar usar stealth até ao meu alvo e matar/roubá-lo/salvá-lo, enfrentando o mínimo de adversários possíveis (ou entrar à exterminador).

 

"Robot durante o dia, vegetal durante a noite"

 

 

" Robot durante o dia, vegetal durante a noite"

parece-me interessante

Obrigado pela extensa review, o jogo corresponde ás minhas expectativas. Parece-me ser um MMORPG bastante bem feito mas sem nada de particularmente inovador. Para mim, valerá principalmente pela imersão no ambiente de Tolkien.

No entanto - e como demoraste a responder :) - já renovei a minha subscrição em City of Heroes/Villains na semana passada.

Não, não consigo criar

Não, não consigo criar threads, só comentar, daí ter feito o comentário.

 

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" Robot durante o dia, vegetal durante a noite"

estranho

kabukiman escreveu:
Não, não consigo criar threads, só comentar, daí ter feito o comentário.

Aqui à direita, o terceiro bloco a contar de cima chama-se "Roleplayers Massivos". A quinta opção nesse menu chama-se "Criar Tópico nos Grupos". Vês esse link? Que acontece quando o clicas?

Agora já dá. Mas há uns

Agora já dá. Mas há uns dias atrás o link  estava "morto"

 

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Bem, o meu personagem

Bem, o meu personagem chama-se Arbragol, é um elfo champion (nível 20 para já) e tenho uma casa nas Homestade Falathorn. Estou numa Kinship de portugueses, embora faça montes de felloships com pessoal de todas as nacionalidades que me cruze.

 

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Fico contente por teres

Fico contente por teres gostado da review. Se mais alguém tiver coisas a acrescentar, era interessante ouvir. Entretanto, vou colocar coisas que fui descobrindo.

Entretanto, posso acrescentar algumas coisas. A casa que adquirimos(que custa uma pequena fortuna), pode ser decorada com objectos que vamos encontrando, ganhando em quest ou comprando. Tapetes, cadeiras, camas, árvores, todas aquelas alegrias do sims. Só que não servem para nada, apenas para contentar a vaidade do proprietário (arranjei uma pele de urso para o chão, mas é demasiado grande para a minha casa, vou ter de vender essa pele) e para guardar objectos (depois de se comprar um cofre).

Existem casas de Hobbits no Shire (duas assoalhadas contínuas com lareira, aspecto muito querido), casas de Elfos nas Ered Luin (a paisagem da zona residencial elfica é um autentico jardim, as casas são de rés-do-chão e primeiro andar, ambas com lareira, agradáveis esteticamente), as casas dos anões ficam na outra ponta das ered (dentro de montanha, aspecto pesado, com apenas 1 lareira) e a dos humanos é em bree (a zona parece quase um bairro social degradado, as casas parecem de camponeses medievais em tamanho maior, podiam ter-lhes dado melhor aspecto). Infelizmente, o pouco tempo se passa nas zonas residenciais, pois há pouco para fazer, e as pessoas passam o tempo todo nas quests. Deveriam ter arranjado algo mais, para as pessoas passarem lá mais tempo, parecem bairros suburbanos durante um dia de semana.

 

Quanto à nossa personagem, a partir do nível 20, podemos alterar a sua aparência. vamos ao barbeiro e mudamos o penteado e outros pormenores. Melhor ainda: no menu da personagem, temos um sub-menu de outfits. Aí escolhemos as roupas que achamos mais giras e colocamo-las, deixando por baixo os equipamentos defensivos todos. Ou seja, embora estejamos com armadura, capacete, luvas de ferro, e afins, o que se vê é uma bela túnica bordada, um chapéu com plumas e umas luvas elficas elegantes (ou o que preferirem em termos de moda). Aí sim, os characters ficam com aspecto diferente uns dos outros (e é impressionante ver como a maioria das pessoas rapidamente adere a um look pessoal).

Disseram-me que uma alteração que se deu com a expansão, foi que nos níveis superiores, podemos personalizar a nossa arma de forma contínua. Ela adquire determinados traços, e depois podemos reforjá-la para melhora-la de modo que ela acompanha o personagem e evolui com ele, tornando-se a sua arma (o que está de acordo com a mitologia Tolkeiniana e escandinava). Acaba-se com a mentalidade de consumo, "fixe encontrei uma arma melhor, vou livrar-me da antiga". Infelizmente isso é só lá mais para a frente (mas também só seres excepcionais como Feanor, Turin e Aragorn é que beneficiavam disso).

 

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as aventuras de Lulzy

Uma divertida narrativa em personagem desde o nível 1.
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