o blogue de jrmariano

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Entrevista no BEJRPG – “Bom é jogar RPG além-tejo”

No verão fui entrevistado por uma excelente comunidade de jogadores de RPG que têm a vista a divulgação do RPG nos seus aspectos mais apelativos e positivos. Fica desde já o meu agradecimento pelo interesse demonstrado.

Para quem tem realmente uma curiosidade mórbida ou de gosto questionável segue de em seguida a entrevista que me foi feita pela Campanha BEJRPG

Foi feita a entrevista com João Mariano, um jogador e mestre de RPG de Portugal, o qual teve contato com a Campanha Bom é Jogar RPG através da internet e os parceiros aqui no Brasil, mostrando assim que além de o RPG ser um jogo sem fronteiras é também uma forma de fazer inúmeras amizades em todas as partes do mundo.

Qual é seu nome e idade?

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Bom é Jogar RPG - uma rede social brasileira de jogadores de RPG

Há uns meses falei no meu blogue (http://www.abreojogo.com/blog/jrmariano/2008/11/redes_sociais_de_roleplayers) acerca de "em como as redes sociais de jogadores de RPG afectam não só a experiência de jogar como também a disseminação e divulgação do hobby."

Entretanto, de lá para cá, cheguei à conclusão de que usar a Internet na sua versão Web 2.0 para ajudar a reforçar a rede social seria demasiado complicado e precisaria de bastante organização de esforço construtivo o que incluiria alguma habilidade em marketing, design e programação.

Mas heis que dou conta do projecto Bom é Jogar RPG (http://bejrpg.ning.com/):

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Jogar RPGs Japoneses com ajuda de uma Nintendo DS

A Studios Brocolli, vai lançar para a Nintendo DS uma versão interactiva do remake do Sword World (o Sworld World 2.0, um J-RPG clássico de fantasia ocidental do SNE Group), com uma grande tradição de jogo no Japão. Este título para a consola portátil da Nintendo, pertencente à linha “Gamebooks DS“, não é sim um videojogo de RPG, mas sim uma versão aumentada electronicamente da experiência de jogo que um RPG tradicional proporciona. O cartucho contém todos os manuais de jogo, quatro cenários, ilustrações de exemplo e arte fantástica, um bloco de notas para tomar apontamentos num instante, um índice e glossário com motor de busca, um lançador de dados e um motor de resolução de cenários e de combate.

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Lady Blackbird: Mini-jogo, maxi-aventura!

Nobres apaixonados e reis piratas, uma noiva em fuga de um casamento arranjado, uma nave espacial cheia de contrabando, a abordagem de um cruzador Imperial em pleno espaço sideral, identidades encobertas e planos secretos, criminosos entusiastas e inocentes de consciência pesada, prisioneiros no fundo do porão… Estes são alguns dos detalhes excitantes da aventura por detrás da mistura de jogo e cenário que é o Lady Blackbird de John Harper, o também autor de AGON, o jogo de RPG competitivo de heróis gregos aguerridos e exploração insular intrépida.

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RPGMob ou sessões de RPG espontâneas em lugares públicos!

Lamentavelmente não têm sido muitas as notícias concretas face à minha iniciativa de divulgar o RPG e recrutar novos jogadores na zona de Santarém e Almeirim.

Os meus alunos, depois de sensibilizados para a experiência de jogo (e espero afectados pelo potencial pedagógico da experiência) com a actividade de contextualização histórica das dificuldades linguísticas do homem primitivo em formato de jogo de RPG numa das minhas aulas e de terem tomado contacto com o D&D Roleplaying Starter Set. mexendo-lhe e questionando-me ao ritmo da sua curiosidade acerca do jogo, não deram seguimento à promessa/compromisso de se jogar RPG em Santarém aos fins-de-semana.

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Manual 3D&T Alpha: Crítica ou Resenha - Parte I

esde que comecei as minhas andanças na Internet pelos vários sites e blogues brasileiros acerca de Roleplaying Games que me tenho deparado com algumas surpresas e chegado a algumas conclusões. Além da constatação de que o Brasil tem um mundo editorial de RPG gigante (em comparação com Portugal!) e uma comunidade vibrante e interessada, dois factos que de certeza advêm da dimensão claramente superior da sua população de roleplayers (rpgistas, ou seja de Homo Ludus Personae!), dei igualmente conta da existência de jogos originais brasileiros, sendo um deles o Defensores de Tóquio (cuja abreviatura é D&T) da autoria de Marcelo Cassaro.

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As versões introdutórias do Dungeon & Dragons podem atrair novos jogadores de RPG?

Depois de sensibilizar os meus formandos a um tipo de actividade lúdica diferente do habitual mesmo que esta estivesse envolta de pedagogia, o tal jogo de interpretação de personagens que organizamos e onde os meus “jogadores-formandos” representaram os papéis de homens primitivos possuidores de um vocabulário reduzido e com um grave de problema de sobrevivência, a porta estava aberta para que eu lhes mostrasse o roleplay sob outra forma, esta mais lúdica que pedagógica: decidi mostrar-lhes duas versões introdutórias da grande referência dos RPGs de mesa (tanto histórica como presente) que é o Dungeon & Dragons da Wizards of the Coast!

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Sistema Solar: Introdução

Um dos projectos no qual já estamos a conjugar esforços no Ideonauta é a tradução para português e publicação da versão genérica do sistema de jogo, o Solar Sytem, por detrás do jogo de interpretação de papéis The Shadow of Yesterday de Clinton R. Nixon.

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Novo blogue, nova viagem!

Uma das ideias que tinha pensado para pôr em prática no Sopa do RPG era a produção de materiais originais de introdução ao RPG em língua portuguesa baseados nos poucos RPGs na nossa língua quase disponíveis no mercado. Eventualmente iria postar aqui algumas apresentações/apreciações do Mundo das Trevas e Vampiro: o Requiém da Devir (edição brasileira do jogos de terror misterioso e gótico da americana White Wolf), do Manual 3D&T Alpha (RPG brasileiro de animé/mangá de acção!) e o modo como as ia usar para atrair novos jogadores e garantir a sua participação na rede de roleplayers.

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Roleplay envolto em Pedagogia

Tal como referi no artigo anterior, desenvolvi no âmbito do módulo Viver em Português (cujo programa mistura Língua Portuguesa, História e Cultura de uma maneira abrangente) uma actividade de Roleplaying com uma boa dose de Gaming.

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Quem é o Homo Ludus Personae?

Uma das dúvidas que me assolou depois de pensar no último post e que foi confirmado na resposta a um comentário à publicação duplicada na comunidade on-line Abre o Jogo, o tal acerca das Redes Sociais de Roleplayers, foi quem será efectivamente essa espécie rara de gamer, o Roleplayer?

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Redes Sociais de Roleplayers

Depois de ler algumas coisas sobre Redes Sociais pensei em como as redes sociais de jogadores de RPG afectam não só a experiência de jogar como também a disseminação e divulgação do hobby.
A teoria diz que os grupos de pessoas e a sua transmissão de ideias, confiança e afinidades pode ser comparada a uma rede em que cada um das pessoas é um "nó" que se liga a vários outros "nós" fazendo-se mostrar como sendo uma tapeçaria em forma de comunidade.

E como é que isto se relaciona com o RPG?

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Vai algo quentinho para esta alma de roleplayer?

Não sei se é do tempo frio ou de estar a ficar mais velho mas sinto uma forte resistência a sair do meu novo lar, a cidade ribatejana de Almeirim, para demorar uma hora em transportes até Lisboa. A capital é já há um tempo a minha base de operações em tudo o que tenha a ver com RPGs e gaming em geral. É lá que tenho um certo número pessoas com quem tento jogar com melhores e piores resultados, muitos deles derivados da minha própria inconstância e desejo de novidade mas principalmente dependentes de questões logísticas para quem sempre fez 50-100 km para ir jogar RPG.

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Encontros de RPG em Lisboa?

Bem, voltei a pensar nos Encontros de RPG: essa espécie de iniciativa que tínhamos em Lisboa há uns par de anos para cá e por uma razão ou outra deixaram de haver.

Não ando a pensar própriamente nas razões porque não se voltaram a repetir porque essas provavelmente já estão lá bem acomodadas no seu passado mesmo sentindo que aprendi algo com elas.

Estava aqui a pensar no que se podia fazer para promover/energizar a actividade do RPG diante dos novatos e veteranos.

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World of Darkness e Vampire: The Requiem à venda em Português!

Pois é lá estou eu a insistir sempre na mesma ideia: RPGs em língua portuguesa podem ser um dos passos decisivos para a atrair mais jogadores e divulgar o hobby a desconhecedores.

Ainda há pouco afirmei que não existem jogos de RPG em português norma continental à venda em Portugal. Pois enganei-me mas por pouco: existem à venda uma cópia da edição brasileira (pela Devir Brasil) do RPG de horror obscuro da White Wolf, o World of Darkness e uma cópia do seu refinamento em temática e regras, Vampire: The Requiem (ou seja Mundo das Trevas e Vampiro: o Réquiem respectivamente).

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