Blogues (RPG)

Novo jogo de Fantasy RPG

Estou a ver se juntava dois grupos separados de jogadores que jogariam uns contra os outros numa aventura do MERP Dark Mage of Rhudaur. O Rolemaster 2 (RM2) é um D100 em que se somam os valores dos skills ao grau de dificuldade e a um D100; com um 111 obtém-se sucesso. O trunfo do RM2 é o sistem a de combate, em que são descritos pormenorizadamente os golpes, e um fighter de lvl 3 pode arrumar um de lvl 9.

 

As detalhes e descrições dos personagens e campanha estão neste fórum:

http://www.realroleplaying.com/rmsmf/index.php?PHPSESSID=82478e8c010b424af5e659b0baf90747&topic=4875.msg164896#new

António Simões

Retrato de Dwarin

Trail of Cthulhu - Os Mortos Podem Voltar, Parte 1

Decidi limpar o pó da campanha de Trail of Cthulhu e voltar à carga para horror de todos os envolvidos. Eis que o blogue teve novas entradas (particularmente a secção de NPCs recorrentes de ToC) e a nova entrada da primeira parte da investigação sobre os mortos que podem voltar, aqui. Isto já foi jogado no ano passado mas convém actualizar as entradas para podermos dar continuidade à campanha. Na altura, entrou uma nova jogadora, inexperiente em rpgs, mas fã de séries e filmes policiais.

Retrato de Rick Danger

Spin-offs: Diplomacy

Antes que comecem já a inserir crítica cinéfila no meu blogue Ashamed não, não estou a falar deste filme. Estou a falar daquele que provavelmente é o jogo de tabuleiro que mais facilmente se transforma num LARP: Diplomacy. A única coisa que fica a faltar ao jogo - e não é pouco - é este poder, num espaço de mais ou menos oito horas, ser experimentado por quem nunca o jogou e ainda haver tempo para fazer roleplay entre as ordens do turno. Isto significa que precisa de ser mais simples/rápido, mas não pode perder a complexidade que faz com que pessoas diferentes possam ter interpretações diferentes sobre como uma dada situação no tabuleiro se pode desenrolar.

Retrato de Rick Danger

10 coisas que aprendi com 10 episódios de Jogador-Sonhador

Chega o Jogador-Sonhador aos dois dígitos e fica assim ultrapassada a barreira psicológica dos dez episódios - aquela que se diz estatisticamente ser o ponto antes do qual a maior parte dos podcasts termina. Que tal tem sido esta experiência?

1. Tens de fazê-lo tu mesmo
É bom termos uma comunidade o mais interligada possível, mas a verdade é que continuamos a ser muitos poucos roleplayers para que possa haver qualquer efeito de bola de neve, ou seja, só por acaso é que mais que uma pessoa se envolve no mesmo projecto. Por isso, ainda dependemos muito da iniciativa individual de cada um. Se estiverem a pensar começar algum projecto, não abram um tópico á espera de ideias ou encorajamento. Façam logo algo de concreto e só depois o anunciem, não deixando que o projecto fique a aguardar feedback para avançar.

2. Salta para os ombros dos gigantes
Há muita coisa para fazer num podcast e gravar episódios é só uma parte de todo o trabalho que dá. Ver aquilo que os outros já fazem e que ferramentas utilizam é importante para não sermos apanhados de surpresa por todo o tipo de problemas. É quase obrigatório gostar de ouvir podcasts antes de pensar em gravar um.

3. É preciso Audácia
Para o programa gratuito open-source que é, o Audacity não deixa de ter tudo o que é preciso para montar um episódio, podendo trabalhar com todo o tipo de formatos audio. Não é por aqui que é preciso gastar sequer um tostão para gravar um programa...

4. É preciso tostões
...mas é muito provável que se acabe por investir qualquer coisa em algum equipamento ou em alojamento. Pode ser que chegue usar o microfone embutido do portátil mais uns auscultadores, mas isso também pode não ser suficiente para gravar um programa durante mais de meia-hora. Há uma certa dose de experimentação que é preciso fazer para encontrar a melhor combinação entre o sítio onde gravamos, a nossa voz e o equipamento utilizado. Quando os ficheiros gravados começam a ficar maiores, também o alojamento deixa de ser à borla e o espaço disponível começa a ser uma preocupação.

Farside, primeiro rascunho

E pronto, aconteceu, comecei a dedicar-me a escrever um RPG.

Em 2006 eu e o JRMariano começamos a brincar com uma ideia chamada Farside. Entretanto, devido a indisponibilidades comuns (entenda-se preguiça). Nunca mais pegamos neste tema.

A ideia de Farside era pegar nas mecânicas de um jogo chamado
Don't Rest Your Head e adaptá-lo a um universo de fantasia, onde os jogadores interpretariam uns personagens chamados Zealots, protectores das tribos Vermillion.

Retrato de wulfgars

Link util para fãs de D&D 4E

Eis um site util para os fãs de D&D 4E , onde podem arranjar bastante material para as vossas campanhas.

 

http://www.dd4edition.com/

Esta não estava à espera

Deparei-me com esta página: http://www.ipa.univ.pt/Ensino/Formacao/interactive.asp

Bem sei que o contexto é o da formação profissional. Mas será que há aqui algo de interessante para um jogador de jogos de personagens? Já alguém deu uma olhada a esta coisa?

Retrato de Nazgul

The Red Box

A saudosa caixa vermelha, que me iniciou nos RPG's, é a nova aposta da WotC para iniciar novatos no D&D na sua 4ª edição para 2010! Até tem a mesma capa!

Mais um regresso às origens?

THE RED BOX

Retrato de Vargr

I'm the King of the World!...sort of...

 

Numa atitude que não me fica nada bem, vou subir ao meu púlpito e apregoar a minha virtude literária aos quatro ventos.

 

Tentem não levar muito a mal quando a lerem aqui.

 

Retrato de Vargr

O meu bebe ja nasceu! Forte, peludo e castanho.

Bem malta, quem espera sempre alcanca.

 

Ide aqui meus bravos peregrinos e ouvide as boas novas. Smile