o blogue de Rick Danger
[RPGénesis] Shinigami fora da gaveta
Submetido por Rick Danger a Domingo, 22/08/2010 - 11:48.- 13 comentários
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Igreja lança suplemento de RPG em Portugal
Submetido por Rick Danger a Quarta, 07/07/2010 - 10:50.- 1 comentário
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Hit Points e a história de Phineas Gage
Submetido por Rick Danger a Quinta, 01/07/2010 - 12:37.
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O meu primeiro UK Games Expo
Submetido por Rick Danger a Quarta, 09/06/2010 - 00:41.

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Cthulhu chama-me novamente
Submetido por Rick Danger a Domingo, 16/05/2010 - 20:02.- 9 comentários
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também blogo em inglês (sort of)
Submetido por Rick Danger a Quarta, 31/03/2010 - 11:51.
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Além do Prezi, também tenho andado a experimentar o Tumblr (nada a ver uma coisa com a outra
) e aproveitei para tentar criar um blogue na língua de Shakespeare, já que a língua de Pessoa mantenho blogada aqui. E sim, tinha de ser sobre RPGs, claro!
Random Table - Carvings, scratches and bumps on roleplaying games (RPGs) - live, tabletop or whatever.
A vantagem do Tumblr é que tem um aspecto mais interessante que o blogspot ou o wordpress e está logo à partida formatado para manter todo o tipo de conteúdos (artigos, citações, fotos, links, audio, chat, vídeo). A desvantagem é que este tipo de blog não é tão aberto a comentários ou a ser seguido por pessoas que já não estejam registadas no Tumblr. De qualquer forma, o RSS feed está disponível aqui.
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O que têm de especial os RPGs (apresentação em Prezi)
Submetido por Rick Danger a Sexta, 19/03/2010 - 14:33.
Para experimentar o prezi.com, fiz uma primeira apresentação a partir deste artigo de introdução aos RPGs que escrevi no ano passado.
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Spin-offs: Diplomacy
Submetido por Rick Danger a Sexta, 26/02/2010 - 11:22.
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Antes que comecem já a inserir crítica cinéfila no meu blogue
não, não estou a falar deste filme. Estou a falar daquele que provavelmente é o jogo de tabuleiro que mais facilmente se transforma num LARP: Diplomacy. A única coisa que fica a faltar ao jogo - e não é pouco - é este poder, num espaço de mais ou menos oito horas, ser experimentado por quem nunca o jogou e ainda haver tempo para fazer roleplay entre as ordens do turno. Isto significa que precisa de ser mais simples/rápido, mas não pode perder a complexidade que faz com que pessoas diferentes possam ter interpretações diferentes sobre como uma dada situação no tabuleiro se pode desenrolar.
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10 coisas que aprendi com 10 episódios de Jogador-Sonhador
Submetido por Rick Danger a Domingo, 21/02/2010 - 00:28.
Chega o Jogador-Sonhador aos dois dígitos e fica assim ultrapassada a barreira psicológica dos dez episódios - aquela que se diz estatisticamente ser o ponto antes do qual a maior parte dos podcasts termina. Que tal tem sido esta experiência?
1. Tens de fazê-lo tu mesmo
É bom termos uma comunidade o mais interligada possível, mas a verdade é que continuamos a ser muitos poucos roleplayers para que possa haver qualquer efeito de bola de neve, ou seja, só por acaso é que mais que uma pessoa se envolve no mesmo projecto. Por isso, ainda dependemos muito da iniciativa individual de cada um. Se estiverem a pensar começar algum projecto, não abram um tópico á espera de ideias ou encorajamento. Façam logo algo de concreto e só depois o anunciem, não deixando que o projecto fique a aguardar feedback para avançar.
2. Salta para os ombros dos gigantes
Há muita coisa para fazer num podcast e gravar episódios é só uma parte de todo o trabalho que dá. Ver aquilo que os outros já fazem e que ferramentas utilizam é importante para não sermos apanhados de surpresa por todo o tipo de problemas. É quase obrigatório gostar de ouvir podcasts antes de pensar em gravar um.
3. É preciso Audácia
Para o programa gratuito open-source que é, o Audacity não deixa de ter tudo o que é preciso para montar um episódio, podendo trabalhar com todo o tipo de formatos audio. Não é por aqui que é preciso gastar sequer um tostão para gravar um programa...
4. É preciso tostões
...mas é muito provável que se acabe por investir qualquer coisa em algum equipamento ou em alojamento. Pode ser que chegue usar o microfone embutido do portátil mais uns auscultadores, mas isso também pode não ser suficiente para gravar um programa durante mais de meia-hora. Há uma certa dose de experimentação que é preciso fazer para encontrar a melhor combinação entre o sítio onde gravamos, a nossa voz e o equipamento utilizado. Quando os ficheiros gravados começam a ficar maiores, também o alojamento deixa de ser à borla e o espaço disponível começa a ser uma preocupação.
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