BattleStar Galactica - Review

Retrato de JohnnyBeGood
Battlestar Galactica

  Nome original Battlestar Galactica
Autor(es) Corey Konieczka
Jogadores 3-6
Tempo de jogo 120 minutos
Idades +10
Publicado por Fantasy Flight Games (2008)

A história

Imaginem que os habitantes da Terra são uma das 13 “tribos” que, há muito tempo atrás, partiu de um planeta chamado “Kobol” para colonizar o universo.
As restantes 12 “tribos” descobriram vários planetas capazes de suportar vida, noutras galáxias, bem distantes da nossa.
A vida nestes planetas evoluiu, impulsionando os seus habitantes a criar uma raça de andróides, chamados “Cylons”, para realizar as tarefas mais difíceis de forma a facilitar a vida nestas colónias.
Estes robôs metálicos evoluíram e revoltaram-se contra os seus criadores, fartos da submissão e prepotência impostas pela raça humana.
Depois de um longo e violento conflito, os Cylons partiram para um mundo ao qual pudessem chamar seu. Durante 40 anos, não mais se avistaram Cylons nas colónias dos humanos.
Só que eles decidiram voltar, dispostos a cumprir o seu desígnio: exterminar a raça humana.
Para o alcançar, apresentaram um trunfo: conseguiam imitar a forma humana e, desta forma, infiltrar-se no seio dos humanos.
Os ataques às colónias foram de tal forma destrutivos que poucos humanos conseguiram escapar à aniquilação.
Os sobreviventes fugiram para o espaço na esperança que as Battlestars, naves de combate da anterior guerra com os Cylons, os pudessem defender.
Existiam 12, 11 delas renovadas e equipadas com alta tecnologia. Estas 11 Battlestars foram um alvo fácil para os Cylons... Assim como fizeram nas colónias, os Cylons entraram nos sistemas informáticos destas naves de guerra e simplesmente “desligaram” os seus sistemas de defesa.
Restava uma Battlestar: a velhinha Battlestar Galactica, que se preparava, no dia dos ataques, para se converter numa nave museu. Corriam os preparativos para a sua reforma, com a ministra da educação a bordo para presenciar a homenagem. O seu comandante preparava o discurso de despedida. Até que soou a notícia...
Restavam cerca de 200 naves civis com os sobreviventes em fuga das colónias.
O presidente das 12 colónias tinha perecido nos ataques, bem como todos os seus sucessores governamentais. A ministra da educação, no fundo da longa lista de sucessão, tornava-se na única sobrevivente do governo, herdando assim o título de Presidente das colónias.
A esperança recaí-a, desta forma, na última nave de guerra: a Battlestar Galactica.
Existiam duas opções: ficar e lutar, ou fugir.
A Presidente e o Almirante escolheram a mais sensata: fugir.
Fugir com os cerca de 50.000 espécimes da raça humana para um sítio onde os Cylons não os encontrassem. Fugir da extinção. Para onde? Para a lendária Terra, para alguns um verdadeiro mito, casa da 13ª “tribo” que partira em tempos de Kobol, o berço da humanidade. O caminho para lá? Em Kobol descobririam. E assim, a frota de fugitivos traçou o seu destino: Kobol.

 

O objectivo

Neste jogo de tabuleiro cooperativo assumimos o papel de personagens a bordo da Battlestar Galactica com o objectivo de fugir aos ataques Cylons, protegendo a frota de naves civis e os escassos recursos que restam aos Humanos, na procura do berço da humanidade: Kobol.

No entanto, existirão personagens que adoptaram a forma humana, sendo portanto agentes Cylons infiltrados, a actuar sob identidade oculta. Para estes, o objectivo é simples: exterminar a raça humana, seja destruindo a Battlestar Galactica, seja esgotando os recursos limitados, seja permitindo a introdução de guerreiros Cylons (Centuriões) a bordo da Galactica, impedindo que os humanos alcancem Kobol.

Assim, temos duas “equipas” em jogo com objectivos diferentes, sabendo à partida de que lado estamos a jogar. O problema é que não sabemos quem está a jogar na nossa “equipa”...
Terás de descobrir em quem confiar e quem deverás enviar para a prisão.

 

 

Os componentes

A caixa de jogo não é muito grande mas vem repleta de componentes. Naves, folhas de personagens, cartas, marcadores em cartão, tudo de muito boa qualidade e a transpirar tema.
O tabuleiro representa a Battlestar Galactica e todas as suas localizações chave, a Colonial One (nave que transporta a Presidente das colónias), indicadores dos diminutos recursos da frota e as localizações passíveis de serem activadas pelos Cylons. O trabalho gráfico está excelente, existindo até espaço para os caças da Galactica (os Vipers), e para os exploradores Raptors.
O livro de regras é denso (cerca de 30 páginas) mas explícito e bem escrito, com inúmeros exemplos de regras em ilustrações.
Temos também um dado: um d8 que será lançado pelas mãos dos humanos… e dos Cylons.
Existem 8 tipos de naves neste jogo: a Galactica (nave ofensiva e de suporte), a Colonial One, os Vipers (naves ofensivas), os Raptors (naves de exploração) e as naves civis, todas naves pertencentes à frota dos humanos; Basestars (naves ofensivas e de suporte), os Raiders (naves ofensivas) e os Heavy Raiders (naves de transporte de Centuriões), estas referentes à frota Cylon.
Algumas estão representadas no tabuleiro, outras apresentam-se em pequenos modelos de plástico bem detalhados, enquanto que outras apresentam-se em cartão espesso e de dupla face.
Temos marcadores de dano para representar os danos na Battlestar Galactica e nas Basestars.
Temos também 10 folhas de personagens, todas com características diferentes e todas com virtudes e defeitos. Tal e qual como nós...
Existem 4 tipos de personagens: Lideres Políticos, Militares, Pilotos e de Suporte. Estas personagens têm peões com o seu retrato, o que permitirá mostrar a sua localização no tabuleiro.
Existem dois títulos a atribuir às personagens que estiverem em jogo, de acordo com uma linha de sucessão: Presidente e Almirante.
Depois temos as cartas: muitas cartas.
As personagens têm habilidades diferentes dependendo do seu carácter: existem cartas de habilidade de 5 tipos diferentes sendo eles: Politica, Liderança, Táctica, Pilotagem e Engenharia.
Estas cartas estarão em baralhos separados ao fundo do tabuleiro, ao dispor dos jogadores.
O Presidente tem acesso as cartas de Quórum, importantes, pois possibilitam acções únicas.
O Almirante tem a seu dispor 2 marcadores de bombas nucleares para atacar naves Cylons e, quando a frota consegue “saltar” (deslocar-se mais rápido do que a velocidade da luz para uma localização pré-definida), poderá seleccionar nas cartas de Trajecto, o destino desse salto.
Temos cartas de Crise, que como é perceptível, são cartas que irão dificultar a tarefa dos humanos colocando vários obstáculos ao longo do jogo.
E como se não chegasse, existem cartas de Super Crise, concedidas aos Cylons no acto de revelação.
Para acabar temos, as não menos importantes, cartas de Lealdade: cartas estas que serão distribuídas aos jogadores em duas fases e que lhes indicarão em que lado estarão a jogar: ou pelos humanos, ou pelos Cylons. Cada um vê a sua carta e não a mostra a ninguém. E na segunda fase, mais cartas destas serão distribuídas. Poderemos receber uma carta a dizer que somos humanos na 1ª fase e na 2ª colhermos uma carta que nos diz que passamos para o outro lado da barricada: somos um Cylon.

 

O jogo

Eis-nos chegados à parte crucial de qualquer jogo: a jogabilidade.
Pois aqui o jogo “Battlestar Galactica” apresenta todos os seus predicados, transformando-se num verdadeiro 2 em 1: dois jogos num só. Um a ocorrer no tabuleiro e outro, em verdadeiro alvoroço, fora dele.
Como é que isto ocorre?
No início, cada jogador escolherá uma personagem de forma a termos a presença de pelo menos uma de cada tipo: Líder Político, Militar e Piloto (sendo que a de Suporte pode ser escolhida a qualquer altura).
No nosso turno irão decorrer 4 fases.
A 1ª será o recebimento de cartas de habilidade, de acordo com as referências dadas pela nossa folha de personagem.
Na 2ª fase ocorre o movimento (ou não) para uma qualquer localização da Galactica, Colonial One ou, se estivermos a pilotar um viper, para uma área adjacente. E aqui começa o jogo fora do tabuleiro: perguntas do tipo “Porque é que te moveste para este local?” ou “Porque não foste antes para ali?” vão assolar as nossas jogadas.
E é então que, na 3ª fase, a fase de acção, o caldo fica entornado. Poderemos fazer uma única acção no nosso turno. Uma. Só. Desde activar a localização onde estamos, a jogar uma carta de Habilidade com uma acção descrita, a jogar uma carta de Quórum (caso sejamos o Presidente), a lançar uma bomba nuclear (se formos o Almirante), a atacar naves hostis (ou, conforme o ponto de vista, aliadas), serão tudo acções disponíveis. E devemos escolher a mais ponderada. Porque, por esta altura, não serão só com perguntas que nos irão atingir: ameaças, pedidos de esclarecimentos, insinuações… um mar revolto de intrigas e suspeitas no qual não é fácil navegar. Principalmente se a Galactica estiver a ser atacada por naves Cylon e nós decidirmos, ingenuamente claro, ir ao Press Room da Colonial One comprar cartas de habilidade Política. Caso façam isto, não fiquem admirados se passados poucos turnos encontrarem-se no local mais frio e escuro da Galactica: a Brig.
A 4ª fase compreende toda a resolução duma carta de Crise. Aqui estará em jogo a confiança e o sentido de entreajuda de modo a que os humanos possam ultrapassar mais uma dificuldade. Será aqui, porém, que os Cylons infiltrados poderão dar um ar da sua graça sem dar muito nas vistas…
Existem 3 tipos de crises: os eventos que permitem que uma determinada personagem escolha uma adversidade que irá decorrer, os ataques Cylons, que serão bem-vindos para estes imitadores da forma humana e os testes de habilidade. Nestes últimos, teremos de jogar (ou não) cartas de habilidade da nossa mão para uma pilha, para depois contabilizar se conseguimos realizar os pontos positivos necessários para evitar o infortúnio relatado na carta de Crise. Isto se formos humanos, claro. Como Cylons, queremos é que o fracasso aconteça.
Mas as cartas de Crise também trarão, possivelmente, mais duas coisas: a activação da frota Cylon e o avanço na preparação para o salto mais rápido do que a luz.
Caso sejamos um Cylon revelado poderemos fazer verdadeiras maldades aos humanos: desde roubar cartas valiosas de Habilidade, a escolher entre duas crises qual a melhor para ser resolvida (para a destruição dos humanos, claro) até à jogada da carta de Super Crise…
Pesando estas duas posições, podemos dizer que é bem mais fácil sermos Cylons do que humanos. Isto porque temos quase tudo a ajudar-nos… menos os pobres do humanos.

 

Conclusão

Este jogo é muito especial. Especial porque é um jogo de emoções. Joga-se dentro e fora do tabuleiro, joga-se de uma forma cooperativa sem saber quem está a cooperar connosco, joga-se fora do nosso turno, joga-se com o risco, joga-se com a confiança.
Mal o jogo inicia, somos transferidos para um universo paralelo. E temos de o viver. Temos de encarnar as personagens que representamos, como se estivéssemos ali, onde tudo está a acontecer, na Battlestar Galactica.
Esta vivência é essencial para que este jogo ultrapasse a barreira da banalidade. Sem isso, o jogo é simplesmente razoável. Com a dedicação, a traição, a desconfiança, as acusações, a tensão, o desacreditar, enfim, com as emoções, este jogo atinge o patamar do excepcional. Pode ser, em certas situações, mesmo memorável: desde as vitórias no último suspiro do jogo (ou derrotas, dependendo do lado da barricada) a jogadas de inspiração como sejam a destruição duma batelada de naves inimigas ou até a ordem de prisão dada a uma personagem no momento certo, até aos mais desprezáveis actos de revelação pelos Cylons ou às suas acções mais nefastas para com os humanos como sejam a colocação duma bomba na Colonial One ou a destruição dos motores “FTL”, este é um daqueles jogos que não termina quando se arruma a caixa mas sim com o rescaldo do mesmo, o que proporciona uma experiência singular e única de jogatina para jogatina.

Imaginem que o destino da raça humana, seja ela a extinção ou a sobrevivência, está nas vossas mãos.
Imaginem que podem viver este momento.
Imaginem que acreditam que podem ser os principais responsáveis ou culpados nesta demanda: a fuga para Kobol ou o extermínio.
Imaginem que, com base na confiança e lealdade, é possível.
Como diria o Almirante William Adama:
“ So say we all ! “ – Assim dizemos nós !

Texto da autoria de: Dugy (Eduardo Cruz)

Clica na imagem para ver o Trailer (legendado em Português).

 

Em análise


 

Parâmetros

Dugy

Firepigeon MGBM

Sorte

Estratégia

Táctica

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Componentes

Regras

Jogabilidade

Equilibrio

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Avaliação Star YellowStar YellowStar YellowStar YellowStar Yellow Star YellowStar YellowStar YellowStar YellowStar Yellow Star YellowStar YellowStar YellowStar YellowStar Yellow Half

 

 

Dugy

O Battlestar Galactica é um jogo onde a intriga e a desconfiança imperam. Estes ingredientes fazem deste jogo um exemplo muito interessante da relação social entre pessoas. Teremos, ao longo do jogo, de descobrir em quem confiar e quem deverá acabar na prisão. Esta interacção de emoções eleva este jogo a um patamar muito elevado.
As decisões a tomar no nosso turno são meramente tácticas, visto que muita coisa irá acontecer até chegar o nosso turno novamente. Já a participação nos testes de habilidades revela o lado estratégico do jogo: que cartas jogar e que cartas guardar para mais tarde usar. Existe alguma sorte no jogo, principalmente na forma como o deck de crises irá condicionar a nossa viagem e no lançamento do dado quando ocorrem ataques.
Os componentes são fantásticos, pois, além da excelente qualidade dos mesmos, alguns deles são miniaturas fidedignas das naves presentes na série.
Apesar de ser um jogo longo, a sua jogabilidade (e rejogabilidade) intensa faz o tempo voar. Não se admirem que, após acabar uma jogatina, queiram iniciar outra logo de seguida.
Para terminar, só queria dizer que o Battlestar Galactica é, para mim, o jogo do ano de 2008. Por todas as experiências que me proporcionou leva 5 em 5.

Firepigeon

 

Este é um jogo dificilimo de avaliar. Nada nele é extraordinário, não tem mecânicas que per si o coloquem acima de outros, mas quando se joga.....é algo de incomparável. Um dos poucos jogos em que o total é bastante superior à soma das partes, e por uma larga margem!! Não se preocupem se não conhecem a série de televisão, ou se não gostam de ficção cientifica, basta aos jogadores gostarem de verem as relações e conflitos a aparecerem e como cada um lida com eles.

Das melhores qualidades deste jogo é a história que fica para contar depois de o jogar. É ver como dias depois ainda os jogadores relatam o que fizeram e ainda estão a explicar porque é que fizeram tal e tal acção naquele momento. Ou porque é que suspeitavam errónemente do outro, etc etc. A não perder. Um dos jogos do ano de 2008 sem dúvida alguma!

MGBM

Battlestar Galactica não é um jogo para todos. De facto, não é um jogo para muitos. Este é um jogo especial, que acomoda um tipo especial de jogadores, aqueles que preferem puro divertimento e socialização acima de regras, mecânicas ou apresentação.

Este é um jogo que me faz lembrar o Diplomacy, mas que não só é muito mais rápido de jogar como que o elemento de traição, muito mais dissimulado no Diplomacy, está constantemente presente aqui. Como tal o jogo joga-se sobre o fio da navalha, e isto pode não agradar a todos os tipos de jogadores. Mas para quem a ideia de acusar e ser acusado, sem fazer ideia quem é o traidor, ou se se é o traidor fazendo todos os possíveis para descarrilar o jogo para os outros jogadores tentando ser o mais subtil possível, então este é o jogo perfeito para vocês.

Este é um jogo que uma pessoa tem que estar socialmente preparada para ser agressiva e levar pancada de todos, e é isto que torna o jogo incrivelmente divertido, tornando-o mais num fenómeno social do que num jogo em si.

A palavra ideal para definir este jogo é: Divertimento. Este foi um jogo feito para o grupo se divertir, sem mas nem ses. Agora o que o vosso grupo tem de fazer antes de comprar o jogo é, será que nos iremos dar bem estando a acusar-nos uns aos outros durante 3 horas? Se a vossa resposta é sim, então este jogo tem um lugar obrigatório na vossa colecção. Se responderem não, nem pensem mais sobre este jogo.

Pessoalmente, é um dos jogos de 2008 e uma das melhores experiências sociais que um jogo de tabuleiro pode oferecer. Recomendo vivamente com o senão que este é um jogo feito para um determinado tipo de jogadores.

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Favor...

Favor reparar os parâmetros da análise "Jogabilidade" e "Equilíbrio". Estão com os valores trocados. Será Jogabilidade Star YellowStar YellowStar YellowStar YellowStar Yellow  e Equilíbrio Star YellowStar YellowStar YellowStar YellowStar White.

De resto, está razoável esta review. Parece que é a 1ª review deste fulano, deverá dar-se um pequeno desconto...

Cylon  rulezzzz !

 

Últimas jogatinas...

Pareceu-me, pela review dos

Pareceu-me, pela review dos três colaboradores, um jogo fantástico. Uma pergunta: até que ponto é que o número de jogadores o faz melhor ou pior jogo?

 

Volgoque veritas iam attributa vino est.
Plinius Maior, Naturalis Historia Liber XIV, 141

Mais,melhor

O jogo funciona bem a 4, melhor a 5 e óptimo a 6.

Basicamente é um jogo onde impera o meta-jogo, logo, quanto mais diversidade de personalidades, melhor.

O fantástico do meta-jogo, é que este se prolonga para além de uma partida de BSG... se voltares a jogar com as mesmas pessoas, decerto não te vais esquecer do que aconteceu no anterior...

Nada como ser Cylon e poder fazer maldades aos amigos...

«Mais vale estar calado e julgarem-te um idiota, do que abrir a boca e dissipar todas as dúvidas.»

Herrar é umano.

Done!

Mea culpa! Corrigido...

«Mais vale estar calado e julgarem-te um idiota, do que abrir a boca e dissipar todas as dúvidas.»

Herrar é umano.

Sim senhor

Bela review, Dugy. Tudo apontadinho com detalhe e entusiasmo, parabéns. Wink

 


Top10:

Obrigado

Estás a dizer isso porque somos amigos... Cool

Esmerei-me... mas acho que podia ter ficado melhor.

Últimas jogatinas...

recomenda-se

Uma excelente apresentação para um jogo de tabuleiro excelente Thumbs UpCylon

quem diria...

tenho de dizer que recordo com um sorriso o primeiro jogo que fizemos no cristal park...

quem venham muitos jogos de BSG.