RPG de Introdução em Português?!

Retrato de jrmariano

Todos sabemos da necessidade de que haja um RPG introdutório em português para atrair mais novos jogadores. Algo que atingisse o gosto de muita gente e atravessasse vários géneros de entretenimento e tal. Já se tentou aqui pela casa fazer-se isso mesmo mas ainda nada de concreto surgiu.

Pois bem, não é inovador mas é aclamado nas terras além-mar; não é original mas é bem ilustrado e baseia-se essencialmente em anime e manga; não é genial mas é sólido e bastante jogado e discutido: aqui está, a versão gratuita do sistema genérico brasileiro 3D&T na sua nova iteração(acho que a quarta) chamado "3D&T Alpha", publicado pela Jambô Editora em versão impressa mas distribuida também on-line em pdf.

Podem descarregá-lo aqui: http://www.jamboeditora.com.br/comunidade/downloads/3d&t.zip

Tem ilustrações excelentes (no estilo japonês) e faz-me lembrar à primeira vista uma versão leve de GURPS e D&D. É focado mesmo para emular o estilo de animação e BD japonês com mechas, raparigas psíquicas e monstros de estimação. O design é funcional, está em versão landscape (para os vossos portáteis e monitores de pc) e tem 146 páginas.

A terminologia é clara e fácil de ser usada em PT sem grande dificuldade e "enrolar de língua".

E vocês que acham de vossa justiça? :)

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3D&T!

Opa!

Meu nome é Trevisan, parceiro do Marcelo Cassaro, autor do 3D&T, e co-autor do cenário de campanha Tormenta, para D20. Só estou passando para agradecer a divulgação do material e convidá-lo a conhecer meu blog (www.doutorcarecalab.blogspot.com), onde - inclusive - coloquei uma notícia linkando com a nota no seu blogue!

 

Muito obrigado, e que a gente possa estender os laços entre Brasil e Portugal

 

Abraços brasileiros!

T.

Cheers!

T.

Benvindo!

Olá!

Sê benvindo aqui ao nosso site, o Abre o Jogo, uma Comunidade Portuguesa de RPGs e Jogos de Tabuleiro, ao qual o meu blog faz parte! Não tens que agradecer a menção que fiz ao 3D&T pois não só acho a iniciativa da Jambô Editora de publicar o pfd gratuitamente uma excelente iniciativa como também por aqui andamos sempre a discutir a possibilidade de haver RPGs publicados em Português por cá para que possamos divulgar mais o hobby em Portugal.

Estou a pensar em correr uma sessão de demonstração do 3D&T no próximo LeiriaCon (Encontro Nacional de Jogos de Tabuleiro de Portugal - mais info aqui: http://www.abreojogo.com/node/5182) mas antes disso tenho que o experimentar e até desenvolver um cenário de introdução original que agrade os possíveis fãs de animé que lá compareçam. Parece que o animé do momento por cá é o Naruto portanto talvez seja uma aventura muito Shonen com técnicas secretas marciais e transformações gigantescas, apesar dos meus gostos pessoais tenderem mais para outros animés.

Felizmente sempre tive curiosidade sobre os RPGs no Brasil e de como o facto de terem muitas coisas publicadas em Português e terem milhares de jogadores devia ser o paraíso ao contrário de nós. O engraçado foi quando li alguns jogadores Brasileiros dizerem exactamente a mesma coisa de Portugal! Parece que tinham ficado com essa impressão porque publicamos a Caixa Vermelha de D&D no anos 90 e AD&D em fascículos num jornal qualquer. Pois mas não podia estar longe da verdade: os RPGs em língua portuguesa morreram mesmo aí, a coisa não cresceu muito e os jogadores por cá jogam os jogos nas suas edições em inglês (ou nas línguas que dominarem além desta). A loja da Devir Portugal chegou a ter edições brasileiras de Vampiro e Lobisomen à venda mais tarde mas o purismo dos fãs das edições originais não lhe deu grande sucesso. Cheguei a tentar encomendar a edição brasileira do D&D para oferecer a um familiar mais novo e recusaram-se a encomendar.

Graças a umas pesquisas na internet devido à minha curiosidade quanto ao potencial pedagógico do RPG descobri a Ludus Culturalis e o Desafio dos Bandeirantes. Através do contacto pessoal com o efernandes (user brasileiro imigrado cá e antigo aqui no Abre o Jogo)descobri ainda mais coisas.

Podes dar uma olhadela nas entradas do meu blog aqui sobre a situação do RPG em Portugal e no Brasil aqui: http://www.abreojogo.com/blog/jrmariano/2006/02/brasil_e_portugal_duas_realidades_um_mesmo_hobby

Lá estão referidos outros dois links que podem esclarecer mais as coisas.

De qualquer modo obrigado pela notícia que noticia o meu blog no teu blog (eh bela repetição!) e espero pôr lá uma comentário lá também.

"Se alguma vez sou coerente, é apenas como incoerência saída da incoerência." Fernando Pessoa

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Olá! Também sou

Olá!

Também sou brasileiro e acabei vindo parar aqui através do Doutor Careca, e gostaria de contribuir mais um pouco sobre o início do intercâmbio mostrando mais dois projetos brasileiros totalmente gratuitos, feitos por fãs e de excelente qualidade também, são eles:

http://www.tagmar2.com.br/

Tagmar, considerado o primeiro RPG brasileiro, é uma alternativa muito viável a D&D, apesar de não ser High-Fantasy, tem uma ambientação sólida e regras bem estabelecidas, destaque para o sistema de magias.

http://www.underhaven.com.br/index.php#

Ao Cair da Noite, lançado a pouco, é uma alternativa ao Mundo das Trevas, ainda não o conheço muito bem mas não duvido de suas qualidades aparentes.

Espero que tenha ajuado, até outra oportunidade.

Bemvindo também!

Olá shishikishi!

Sê bemvindo ao nosso site e obrigado pela mostra desses dois projectos brasileiros.

O tagmar 2 já é de certo modo nosso conhecido. Não só o efernandes já tinha falado dele como o próprio marcelo_rodrigues (o detentor actual da licença de uso do sistema acho) chegou a promovê-lo aqui na nossa página.

Podes dar uma vista de olhos nos dois artigos por ele submetidos e a reacção dos nossos utilizadores aqui: http://www.abreojogo.com/forum/rpg_geral/2007/01/tagmar_rpg_brasileiro_de_licenca_aberta e http://www.abreojogo.com/2007/01/tagmar_2_o_1_rpg_brasileiro_agora_remodelado_com_licenca_abe

Não sei talvez por ser muito focado num estilo de jogo que homenageia o Dungeons & Dragons ou outra razões o feedback foi positivo de início mas pouca gente pegou nele para jogar.

O "Ao Cair da Noite" eu já tinha visitado o site portanto já conhecia por alto o projecto. Gosto bastante da influência do World of Darkness e de o autor ir buscar as várias influências de todos os jogos da White Wolf, inclusive um sistema social de debate e conversa! Muito interessante.

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Ideia!

Trevisan, será que o Marcelo Cassaro e a Jambô Editora estariam interessados numa versão PDF do 3D&T em Português de Portugal? Algo que pudessemos tornar disponível aqui em Portugal gratuitamente?

Espero que a ideia não pareça demasiado estranha mas é verdade que se roleplayers puristas brasileiros resistem às traduções para português os roleplayers puristas de cá resistem às diferenças entre as nossas duas normas do português.

Talvez não seja totalmente do interesse da editora porque é uma iniciativa que difícilmente ser converterá em vendas directas devido aos obstáculos de exportação.

Mas com um pouco tempo gasto de minha parte ou outro voluntário qualquer, de certeza que seria fácil superar as poucas diferenças linguísticas entre um texto e outro. Que tal?

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O RPG no Brasil

Olá,

Também sou Brasileiro, cheguei aqui através do seu comentário na Área Cinza e em outros blogs que eu acompanho. Legal saber que o jogo despertou interesse por aqui. Aliás, não sabia do quanto o mercado de RPG por aqui era... inexistente. Aliás, com o euro forte, o acordo de revisão ortográfica fechado mês passado – se é que aquela história de abrir mercados para livros em outros países vale um vintém, e este mercado virgem de RPG, acho que seria interessante uma certa empresa ousada daqui começar a investir por aí...

Acho que a principal diferença, que acabou por definir o RPG em Portugal como um mercado dependente do Brasil, é a enorme população Brasileira em comparação a população de Portugueses. Acontece que, estatisticamente, os RPGistas quase nunca ultrapassam 1% da população, acho que isso só acontece nos EUA, normalmente ficando muito abaixo disso.

Só que, em se tratando de países continentais como EUA e Brasil, esse 1% pode representar milhões de pessoas. Nos EUA, onde 1% da população joga RPG, isso significa um público de 2,8 milhões. Isso é um quarto da população de Portugal. Se 0,25% da população Brasileira jogar RPG, isso significa meio milhão de jogadores, mais do que toda a população de Lisboa, sua cidade mais populosa. Agora, se por milagre o mesmo 0,25% da população Portuguesa jogar, isso significa pouco mais de vinte e cinco mil jogadores. Sentiram a diferença?

Então, mesmo que nosso poder de compra seja menor, – o Real, mesmo sendo, provavelmente, a moeda mais forte da América do Sul e Central, ainda fica nos termos de R$ 1,80 para cada dólar – temos um público consumidor muito, mas muito maior que o de vocês.

Por isso não adianta vocês ficarem impressionados por que aqui temos um EIRPG que reúne 15 mil pessoas e vários encontros regionais com centenas ou mesmo milhares de participantes. Porque esse EIRPG acontece na terceira maior cidade do mundo, que sozinha tem duas vezes a população de Portugal. E onde 15 mil pessoas, provavelmente, é o equivalente a 30 segundos de movimento no metrô. Em apenas uma linha do metrô. Os encontros regionais? O Brasil tem pelo menos uma dezena de cidades com mais de um milhão de habitantes e dezenas com população na casa das centenas de milhares.

Outro ponto é a diversidade. Em um encontro de RPG daqui, você encontra jogadores de card games em torneios; fãs de animação japonesa fazendo cosplay e vendo exibições de anime; amantes de literatura fantástica se vestindo como o Legolas e comprando mais quinquilharias sobre seus livros prediletos; viciados em MMORPG’s assistindo palestras da Level Up sobre seus jogos; e dúzias de coisas correlatas.

Provavelmente é difícil para vocês entenderem tanta mistura, mas veja bem, quando você vai à missa católica no domingo, pede a benção de Ogu no terreiro de Umbanda na terça e louva o Senhor na igreja evangélica nas quintas; quando, como no meu caso, seus avôs paternos são Italianos, mas seus avôs maternos são índios Carijós; bem, você aprende a gostar de misturas ou, ao menos, respeitá-las.

 

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O RPG em Portugal

Bemvindo Nume!

O mercado de RPGs em Portugal não é inexistente, pois vendem-se livros de RPG na sua língua original em algumas lojas de jogos e lojas como a FNAC (cadeia francesa de livrarias e artigos electrónicos com muita força cá em Portugal. Além de que muitos fãs portugueses encomendam das lojas on-line Americanas devido à força do Euro e nalguns casos (o da Amazon) o de não pagar taxas alfandegárias.

Agora livros de RPG em língua portuguesa à venda por cá? Só na loja da Devir e foi há alguns anos atrás, os tais livros de Lobisomem e Vampiro que referi anteriormente.

Em Portugal o mercado é relativamente virgem para quem não conhece RPGs e pode vir a conhecer assim que estes estiverem mais acessíveis por estarem traduzidos. Aqueles que são fãs das edições originais dos jogos resistem um pouco às traduções pois são muito puristas. Presumo que aí no Brasil aconteça o mesmo com alguns fãs que preferem Rogue a Ladino, ou Mutants & Masterminds a Mutantes & Malfeitores.

Talvez seja difícil uma editora brasileira investir directamente neste mercado pois a exportação dos livros deve ser cara (cruzar o atlântico é complicado e custa dinheiro) e é preciso superar as diferenças entre as nossas duas normas de português pois o acordo ortográfico ainda não é usado orgânicamente pelos nossos falantes.

De início concordava inteiramente com a tua interpretação das diferenças entre o tamanho das nossas populações serem o factor condicionante de não existir um maior número de fãs de RPG em Portugal. Tendo em conta que Portugal tem cerca de 11 milhões de habitantes e a sua cidade capital tem cerca de 3 milhões de habitantes, o possível 1% (não é uma percentagem confirmada mas apenas uma ideia que alguém lançou na rpg.net) seria efectivamente muito pouco.

Contudo é de reparar no caso da Finlândia, um país que tem metade dos habitantes de Portugal e onde existe um mercado muito forte de RPGs (traduzidos e originais), com grandes convenções de jogadores e eventos de LARP à larga escala, RPGs subsidiados por fundos do governo, escolas que usam RPG como metodologia principal de ensino e tudo o mais.

Acho que existem duas razões principais para isso acontecer nesse país pequeno: mentalidade da sua cultura e talvez a urbanidade dos seus habitantes. Em vários aspectos a sua cultura está mais avançada o que aumenta a literacia e divulgação de e tolerância a algo novo e mais fora do conhecimento do público em geral. Por outro lado os hábitos urbanos dos finlandeses estão mais consolidados. Por exemplo aqui em Portugal a maioria dos jogadores são de grandes centros urbanos (Lisboa, Porto, etc.) onde as ocupações de tempos livres dos jovens adultos ocorrem dentro de casa e são de lazer e não desportivas ou outras que tal. Se Portugal se tornasse um país mais urbano de certeza que este facto mudava, isso e a educação e formação dos jogadores existentes e futuros quanto aos potenciais de entretenimento do RPG.

Por acaso aqui as vários tribos de fãs de animé, MMORPG's, literatura fantástica não se reúnem à volta do RPG apesar de haver fãs de RPGs que também têm esses gostos ou terem chegarado aos RPGs vindos desses meios ou devido a eles. Não existe muita segregação ou discriminação entre grupos. Apenas esses grupos é que desconhecem o RPG de mesa.

É devido mesmo a esse facto que sempre pensei que se deveria apelar aos fãs de géneros como animé ou fantástico através de RPGs em língua portuguesa (caso do 3D&T Alpha). Ou isso ou pôrmos os nossos jogadores de tabuleiro que são um grande grupo neste site apesar da maioria deles não perceberem onde raio está a graça dos Roleplaying Games! :D

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Opa, Acho que me expressei

Opa,

Acho que me expressei mal, Mariano, me referia a não existir um mercado de títulos em português de Portugal, ou seja, um mercado para livros traduzidos ou nacionais.

É, de fato, chato tem em tudo quanto é canto do mundo mesmo. Mas o sucesso do Mutantes & Malfeitores por aqui provou que eles não fazem a diferença em termos comerciais. Pelo menos em termos de mercado Brasileiro. :)

Sobre investir aí, hoje eu falei com o Guilherme Dei Svaldi, editor-chefe da Jambô Editora, sobre a possibilidade. Talvez role algo, talvez não, mas eu passei a dica sobre o espaço de mercado aqui. Agora cabe ao Gui, como o profissional que é, julgar se vale ou não a pena o investimento.

Interessante o caso da Finlândia, desconhecia isso. Como também não conheço nada da história socioeconômica do país (exceto que o sistema educacional deles é um dos melhores do mundo, regulamente citado como exemplo), me abstenho de comentar e acabar dizendo besteira.

Agora, sobre a união das diferentes tribos por aqui (que nem é tanta, mas existe), o maior “culpado” se chama Marcelo Cassaro, autor do 3D&T e um dos autores de Tormenta, o sistema e o cenário de maior sucesso no Brasil.

Aqueles chatos que eu e você estávamos falando ali em cima torcem o nariz, mas dezenas de milhares, se não centenas de milhares de jogadores Brasileiros foram introduzidos ao RPG pelo trabalho dele. Ainda na década de 90, 3D&T trouxe os fãs de games e mangás para o RPG através de uma inteligente estratégia de lançamento dos livros em bancas de jornal a preços acessíveis. Como resultado, os livros de 3D&T já venderam mais de 60 mil cópias nas suas diversas edições e se tornaram um dos sistemas mais jogados e queridos do Brasil.

Não bastasse isso, Tormenta invadiu várias das mídias que eu citei, HQ’s (ou BD, como vocês chamam por aqui) com um felling japonês, romances de fantasia e até um projeto de animação (que ainda não saiu do papel), sempre trazendo mais e mais gente para o hobby por aqui. Aliás, era comum, na antiga Dragão Brasil, mensagens de gente que nem mesmo jogava RPG, mas acompanhava as publicações do gênero por que adorava ler sobre os assuntos abordados.

Eu acredito que foi essa mistura de gêneros e mídias que fez com que o RPG crescesse até o ponto que chegou por aqui. Até por combinar com a própria cultura misturada daqui.

 

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Não quero ser chato ou

Não quero ser chato ou repetitivo mas TAMBÉM sou brasileiro e leitor do Trevisan. Fiquei muito satisfeito em saber que produções criadas por aqui - inteiramente nacionais - estão conseguindo ir tão longe.

 

É muito importante pois podemos interligar experiências de realidades completamente diferentesde uma mesma paixão - o rpg. Espero que este contato gere frutos...

De tudo um pouco sobre as paixões de todos nós. Procure na Confraria de Arton.

Sugestão!

Apesar de estar ainda a ser escrito dêm uma vista de olhos num artigo sobre os primórdios do RPG em Portugal, aqui: http://www.abreojogo.com/2008/09/para_a_historia_dos_rpg_em_portugal_i

"Se alguma vez sou coerente, é apenas como incoerência saída da incoerência." Fernando Pessoa

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