O Conflito da Tempest (Star Wars D20)

Retrato de tunas

Há muito tempo, numa Galáxia muito, muito distante... 

A Guerra dos Clones mudou a Galáxia; das cinzas da Velha República emergiu o Império Galáctico e a Nova Ordem. Mas no Outer Rim a vida prosseguiu como sempre, sob o signo da sobrevivência. Um dia de cada vez.

O Espaço Hutt é agora mais extenso que alguma vez. O huttese é a segunda língua mais falada na Galáxia, os Hutts controlam o crime organizado interestelar e Nar Shaddaa é o seu coraçãozinho negro, o centro de poder dos kajidics, os clãs Hutts.

Os PC's são rufias, malandros, jogadores inveterados, ladrões, contrabandistas, mercenários. E trabalham para os Hutts, a partir de Nar Shaddaa, a Lua dos Contrabandistas. Oportunidades de ouro para empreendedores temerários. Que possam viver tempos interessantes.

Goopta mo bossa!

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Muito bem. Vou seguir a

Muito bem. Vou seguir a cerreira desses malandros com muito interesse.

Verbus

So I bless you with my curse
And encourage your endeavour
You'll be better when you're worse
You must die to live forever

- Jim Steinman - Dance of the Vampires -

Sans la liberté de blâmer, il n'est point d'éloge flatteur - Beaumarchais

I don't believe in the concept of "One True Game" - Steve Kenson, Icons

Sessão I

Os Heróis:

- Gil "Fullhouse", humano, jogador inveterado, expulso da Academia Militar de Carida por jogo ilegal e comportamento considerado inapropriado num cadete imperial.

- Torin Dol, kel dor, piloto-de-aluguer, toda a família e amigos mortos ou exilados no seu planeta mãe, Dorin, na sequência da Guerra dos Clones.

- Vincent Vega, humano, ladrão, fura-vidas sem família, morta durante a Guerra dos Clones; viveu toda a vida nas ruas sujas de shanty towns de espaço-portos de planetas do Outer Rim. Fez-se amigo de um jedi perseguido, que lhe transmitiu os rudimentos da Força antes do Império o caçar e eliminar.

- Razak "Blaster", humano, mercenário; outro ex-militar de conduta duvidosa, cujo currículo inclui tráfico de armas.

 

Os heróis conhecem-se há cerca de um ano. Formam uma parceria mais ou menos estável, têm efectuado algumas missões em conjunto para empregadores que exigem discrição e resultados. É na sequência de uma dessas missões que se encontram neste momento desempregados em Rudrig, um planeta agrário insignificante algures na Hegemonia de Tion.

Abordados por H- 3PO, um droid protocolar verde jade, são contratados por Popara o Hutt para uma missão humanitária a Endregaad, planeta da Hegemonia atacado por uma praga virulente e sob bloqueio de quarentena por parte das forças navais da Autoridade do Sector Corporativo. A sua missão é, usando um dos transportes espaciais da empresa de navegação de Popara, Skydove Freight, levar um carregamento de especiaria medicinal aos habitantes desesperados. Claro que, os hutts sendo os hutts, a verdadeira razão para o contrato é que Mika, o filho mais novo de Popara, foi apanhado no bloqueio de Endregaad onde se encontrava em negócios da família. Popara quer o seu filho de volta, a qualquer preço...

A bordo do seu iate espacial de luxo, o Imru Ootmian (Wandering Outlander na língua dos Hutts) em órbita sobre Rudrig, decorrem as negociações entre Popara e os heróis. Além de Popara, conhecem Zonnos, seu filho primogénito, e Vago, outro hutt da casa de Popara e seu subalterno.

Zonnos, rodeado pela sua entourage de guerreiros wookiees, desconfia das capacidades dos heróis e desafia os mesmos para uma aposta: derrotar um dos seus wookiees e provar o seu valor. Os heróis aceitam o desafio e Razak derrota o seu adversário em combate corpo a corpo, provando o valor do grupo aos olhos de Popara, que, numa despedida final antes do início da missão dos heróis, se dirige a Razak pelo nome e, em Básico, língua que os hutts raramente falam, lhes pede que "encontrem o meu rapaz".

Digno de nota:

Torin Dol em relação ao iate de Popara: "she's beautiful!"

Razak comentando os caríssimos bibelots que adornam o interior do iate: "Fancy!"

Fullhouse em relação ao desenlace do combate com o wookiee: "eu nunca perco uma aposta!" 

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Resumo

Belo resumo de sessão, dando uma ideia por alto do que se passou. Podia ser mais pormenorizado, mas suponho que não tem de ser apenas o GM a fazê-lo, podemos vir a saber coisas do ponto de vista de cada herói. E se o universo de SW é muito conhecido, há pormenores que podia vir mais explicados.

Cheers,

Verbus "Palpatine"

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broas....

o resumo pareçe curto e geral mas a verdade descreve o k aconteceu bastante bem,visto k por impossibilidades varias a sessão começou muito tarde!!!!

em todo o kaso posso acrescentar 1 ou outro pormenor,como o facto de depois da abordagem do H- 3PO informamo-nos sobre Popara o Hutt  e ele ser muito poderoso ,"honesto"  QB(kuanto 1 hutt pode ser) e reconpensar muito bem os seus trabalhadores.

 

e k a recompensa pelo trabalho de ir salvar o filho de  Popara o Hutt é uma nave de tranporte(a mesma k vamos levar as spices,por isso vou tentar levar menos tiros possiveis)

e k na luta entre Razak e o wookiee a party apostou no resultado final.....uns ganharam outros perderam(na tiveram fe no Razak)

o resto esta bem explicado......e + pormenores so falando de rolls de dados e isso na ´muito importante!! 

 penso k esta tudo,kem tiver mais ou kiser corrigir alguma coisa força!!!

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

viva, como foi bem dito

viva,

como foi bem dito pelo Barendd, a recompensa do invulgarmente generoso Popara é um transporte espacial, um Suwantek TL-1200 registado com o nome Firefly... apropriado, não? Wink Razak, devias mudar o nome para Jayne!

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Endregaad é um planeta 

Endregaad é um planeta da Hegemonia de Tion, uma área atrasada da galáxia, disputada por interesses hutts e do sector corporativo; nada se sabe da natureza da epidemia que causou a quarentena. Popara fornece aos heróis, além da nave, as coordenadas para atravessar a Espiral de Indrexu, uma área de espaço de difícil navegação que atalha em dias a viagem.

O lorde Hutt contrata os heróis, já se sabe, para resgatar o seu benjamim, o seu filho mais novo, do planeta sob bloqueio, esperando que a especiaria medicinal e uma tripulação não-hutt seja prova de boa vontade suficiente para a CSA (Autoridade do Sector Corporativo) autorizar a aterragem no planeta, cujas forças locais incluem pelo menos um couraçado, antigo mas ainda formidável.

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Sessão II

Após a audiência com Popara tornada famosa pela cena de pugilato entre Razak e o wookiee, os heróis são de novo escoltados até à superfície de Rudrig por Vago e H-3PO. À sua espera está Firefly, o transporte espacial que os levará a Endregaad. Após umas últimas recomendações, Vago deixa aos heróis quatro datadisks com informação sobre Mika, sobre o bloqueio da CSA, sobre Endregaad e sobre a doença em si. Os heróis familiarizam-se com a nave e com a informação presente nos discos, H-3PO coordenando a carga da especiaria medicinal para bordo.

À noite, após uma visita rápida a uma cantina local, onde conversam com um aqualish nativo de Endregaad (e que pouca informação adicional fornece aos heróis), retornam à Firefly para dar de caras com o carregamento quase completo e uma visita surpresa: Zonnos o Hutt. Zonnos, acompanhado de dois dos seus wookiees e um escravo klatooinian, apenas quer desejar aos heróis boa sorte e boa viagem, "no hard feelings!"; se encontrarem o seu adorado irmão, muito bem, se não... enfim, digamos que continuarão a ter um amigo no clã hutt... desconfiados, os heróis revistam a nave de fio a pavio após a partida do hutt, à procura de escutas...

Antes da partida da nave, Vincent Vega anuncia aos seus colegas que deixará o grupo para outras paragens: não lhe agrada a associação com os hutts. Despedem-se assim os quatro companheiros. 

Partindo no dia seguinte de manhã, com as coordenadas através da Espiral de Indrexu no navcomp, Firefly rasga o hiperespaço em 5 saltos de duração de dia e meio; ao final do 5º salto, chegam ao sistema Joxin, onde fica Endregaad, e são recebidos a tiro por uma nave assaltante que exige a especiaria e se identifica como "valorosos guerreiros do clã Bomu", cujo símbolo parece ser um louva-a-deus verde. A batalha espacial que se segue resulta num empate, com ambas as naves danificadas, apesar da superioridade do inimigo, e com Firefly procurando refúgio no hiperespaço para fugir ao seu perseguidor. Contactando com Vago, os heróis descobrem que o clã Bomu é um grupo familiar de mercenários que (também) trabalha para os hutts...

Voltando para Endregaad, desta vez à espera de sarilhos e com os escudos levantados (reparações entretanto feitas à pressa durante o salto), os heróis não encontram quaisquer piratas espaciais mas sim as forças da CSA. Escoltados a bordo do Resolute, o couraçado que representa as forças espaciais do sector corporativo no sistema, esperam numa sala de conferências pela chegada da comandante, tendo tempo de avaliar um datapad que especifica os pormenores das patrulhas de bloqueio ao planeta! Aparentemente, o melhor será penetrar o mesmo no lado oposto de Endregaad. Os heróis relatam então as suas experiências à capitão-tenente Angela Krin, comandante do couraçado, após a chegada desta. Agradecida pela especiaria medicinal e pelas informações quantos aos piratas, a comandante deixa claro, no entanto, que não serão tolerados furos ao bloqueio... e pelos vistos, a situação à superfície é caótica e sem governo, com lei marcial decretada pelas tropas da CSA presentes em Tel Bollin.

Enquanto droides de carga descarregam a especiaria, a ser enviada posteriormente para Tel Bollin, a capital de Endregaad, Razak, Torin e Gil têm tempo, entre reparações mais aprofundadas à sua nave, de apreciar a superfície alaranjada do planeta desértico onde as suas vidas se irão jogar dentro em breve...

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Vou comentar!

Até agora tenho gostado das sessões, temos mesmo é que ter mais mãos no convés (reparem na bela da piada, a referência humorística aqui é de ouro) quando estivermos em combate espacial, além de termos que decidir quem é que vai para a onde fazer o quê durante essas ocasiões, se não tivermos battle ready no próximo combate duvido que nos consigamos "safar outra vez".

Já vi também que furar o bloqueio é a nossa única hipótese. Para isto vejo duas hipóteses:
1) Furamos na outra ponta do planeta e tentamos aproximarmo-nos o melhor que conseguirmos da cidade sem entrar nos radares do Resoulte, o que pode implicar esconder a nave numa caverna e fazer o resto a pé e depois provavelmente ter que furar a guarnição que está a manter a ordem na cidade (para isto o Tiago já deu a ideia que podiamos disfarçar-nos de habitantes à procura de medicamentos ou abrigos);

Problemas: Furar com a nave (que não é pequena) pode não ser fácil e furar a cidade muito menos.
Vantagens: A conseguir temos a nave no planeta e é mais fácil escapar.

2) Já que estamos no Resolute e que este vai enviar o carregamento para o planeta, podemos tentar infiltrar-nos no dito cujo (tipo esconder-nos no porão ou à boa maneira Star Wars disfarçarmo-nos de soldados imperiais) e aceder ao planeta via essa rota, não tendo que furar o bloqueio aéreo ou das tropas no terreno.

Problemas: Uma vez lá em baixo estamos sem nave e teremos que dessenrascar qualquer coisa para voltar para a Firefly.
Vantagens: Possivelmente menos resistência na infiltração.

Para quem não reparou eu gosto imenso destes pedaços de roleplay onde o pessoal discute e executa tácticas maradas e esgroviadas para atingir um objectivo hehe.

Nota importante quanto à primeira sessão: FILHA DA %&$#... esqueci-me de apostar créditos em mim... mas ainda assim curti o duelo e ainda hei-de fazer aquele wookie meu amigo.

Nota importante quanto à segunda sessão: tenho que tentar engatar a capitã do Resolute como é que faço isso?

"the drunks of the Red-Piss Legion refuse to be vanquished"

Engatar a comandante e outras cenas

viva a todos,

gostei das sugestões do RPL, parecem-me uns senhores cheios de recursos; evidentemente que vou guardar a minha opinião, mas terão inegavelmente que furar o bloqueio. e sim, precisam-se tripulantes! venham a mim os tripulantes!

quanto à comandante angela krin, o razak vai no bom caminho, se se portar decentemente aos olhos da dama; e que significa portar-se decentemente? a-ah, terá de descobrir à maneira antiga, i.e. bater o couro...

 

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Sessão III

Com a promessa de reparações à sua nave, os heróis deixam-se ficar mais dois dias a bordo do Resolute, ajudando no serviço ou simplesmente esperando. Assistem à especiaria medicinal ser carregada e transportada para o planeta, e finalmente partem também, deixando a impressão, claro, que retornam à sua origem com notícias do agradecimento da CSA aos hutts.

Naturalmente, os heróis têm outros planos: estudando o esquema de patrulhas ao planeta, o piloto da Firefly percebe que a melhor forma de furar o bloqueio é evitar os sensores do couraçado e entrar na atmosfera pelo lado oposto. E assim se metem ao caminho, viajando durante algumas horas dentro do sistema de Joxin, onde fica situado Endregaad.

Ou não fosse a paranóia a melhor amiga dos aventureiros, Torin Dol resolve fazer uma busca à nave à procura de bugs e escutas, não terá a CSA decidido plantar algumas durante as reparações. A grande surpresa é não encontrarem apenas uma, mas sim quatro escutas! De facto, revolvendo a nave de fio a pavio, a tripulação dá de caras com quatro aranhas electrónicas, obviamente escutas, que destroem sem conseguir determinar a origem; especula-se: terá sido Popara, Zonnos ou a CSA? Preocupações, preocupações...

E heis que chegam à atmosfera de Endregaad, sem patrulhas de caças à vista. A Firefly mergulha então para a descida até à superfície. E surge então um grupo de três caças IRD da Autoridade, que depois de um aviso ignorado pelos heróis, ataca sua nave. Acelerando loucamente a pique e com os caças inimigos seguindo no seu encalço, os tripulantes da Firefly conseguem rechaçar os perseguidores, que desistem da perseguição após todos os três caças serem danificados ou ionizados seriamente; aparentemente os heróis mostram alguns escrúpulos, ou receio, em relação ao uso de força letal contra os IRD's, por causa de retaliações futuras da CSA... muito animados, Torin, Razak e Gil seguem então até à superfície ventosa e árida de Endregaad. No meio de uma paisagem alaranjada de estepe, canyons e desfiladeiros, mesetas e ravinas parcamente arborizadas, descobrem um local perfeito para aterrar e esconder a nave, a cerca de meio dia a pé de Tel Bollin. É no meio de tempestades de areia, cobertos com capas e respiradores, que os heróis chegam ao fim do dia aos arrabaldes da cidade.

Tel Bollin está coberta por um véu de cinzas e um cheiro fétido de cadáveres a arder. As ruas estão desertas, as casas entaipadas ou saqueadas. Aqui e acolá há uma ou outra figura solitária que segue o seu caminho e por vezes grandes fossas a arder são avistadas nas ruas. O cheiro é pestilento. Vêem-se hovercrafts militares com patrulhas da CSA a sobrevoar os telhados, e por vezes um alienígena com ar perdido a rondar as ruas. Acostando um velho chevin obviamente infectado, carregando um fardo de mortos para as piras funerárias, os heróis conseguem indicações para os escritórios da Skydove Freight. Pelo caminho vêem mais patrulhas da CSA e ainda são acostados por um dealer, vendendo glitterstym nas vezes de especiaria medicinal. Por vezes famílias dirigem-se para sul, com lenços vermelhos ao pescoço marcando-os para a vacinação.

Quando estão a chegar ao seu destino, Torin dá de caras com um velho conhecido, um cerean apanhado na quarentena e desejoso de sair do planeta; bem falante e educado, é um agente comercial com quem o kel dor já havia tido contacto. O seu nome é Del-pal-tu e oferece-se para acompanhar os heróis e ajudá-los em troca de ajuda para sair do planeta. Gil oferece resistência, não confia em não-humanos, mas é "convencido" por Razak. O grupo recebe assim mais um novo elemento, um diplomata.

E dos escritórios abandonados da Skydove Freight pouco se aproveita, saqueados pela turba. Apenas uma mensagem escrita a vermelho na parede, que diz "Guerreiro Caído" e que o cerean identifica como sendo uma cantina no norte da cidade onde pára o que resta da comunidade não-humana de Endregaad, acusada pela maioria humana de causar a praga. Resquícios da Guerra dos Clones ou propaganda da Nova Ordem de Palpatine, este racismo? A Galáxia é um sítio duro para alienígenas. E é assim que os heróis se metem a caminho da cantina, onde sabem que poderão andar os niktos que acompanhavam Mika. Numa das ruas escuras, que se tornam mais sujas e vazias à medida que se viaja para longe do centro de apoio à população, estabelecido pela CSA no Pavilhão de Desportos da cidade (informação do cerean), os heróis são quase atropelados por um gang de swoop bikes, agora à solta pela cidade pilhando e roubando.

Já noite, o grupo chega ao Guerreiro Caído. À porta estão as swoop bikes que há pouco os iam atropelando... o que promete sarilhos. Lá dentro o ambiente é pesado, cheira a fumo, especiaria e sangue. Um ithorian, bêbedo, jaz roncando em cima de uma mesa; dois bothans conversam baixinho a um canto; um par de pequenos aliens joga uma simulação holográfica e uns quantos humanos estão espalhados pelo bar. A bartender, velha de aspecto pesado e cabelos grisalhos, pede aos heróis que fechem a porta. A cena que domina o bar é o grupo de bikers, grandes facas à cintura e roupa berrante, botas altas e tatuagens estranhas, divertido com uma brincadeira cruel: ao fundo do bar está um nikto (será um dos seguidores de Mika?), infectado e inconsciente, debruçado sobre uma mesa, e os bikers divertem-se lançando canecas de bebida até à beira do bar, apostando para ver quem consegue fazer chegar a bebida o mais próximo da beira sem cair em cima do nikto. Quando parece que será desta que o dito receberá o seu baptismo de cerveja, os heróis avançam, preparando-se para o que der e vier. Del-pal-tu engendra uma artimanha e dirige-se ao nikto inconsciente, arrastando-o da cadeira enquanto grita com ele, fingindo ser seu patrão ou encarregado e desculpando-se perante os bikers, que ficam algo baralhados. Então algo estranho acontece, quando um dos bikers perde a cabeça, saca da sua catana e espumando da boca corre a atacar os heróis, gritando que lhe estragaram a brincadeira! E agora todos reparam que as estranhas tatuagens destes rufias são afinal as veias da cara e pescoço, estranhamentre dilatadas e de um azul muito escuro...

Qual será o desfecho desta briga de bar, e será este nikto a pessoa que procuram?

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Fixe!

Adorei! Está explicativo, e bem resumido! ;)

Um ponto do qual achei bastante piada foi o de me teres inserido no jogo de uma forma engraçada. Por momentos estava à espera de "não ser aceite" pelos humanos, mas no final tudo correu bem! E a cena do bar, foi brutal! Estava lá à espera de tal reacção... ( mas pensando bem, acho que não tinhamos outra alternativa senão esta )
Hehe!

Obrigado pela sessão, espero estar livre para a próxima! =)

Muito fixe o report! Ainda

Muito fixe o report!

Ainda não tinha tido oportunidade para verificar este topico e realmente apercebi-me o quanto interessante se torna haver uma levantamento das acções mais importantes dos Pc ( E viva o meu Gil Fullhouse!!!).

Queria só deixar um recado ao GM! 

Estes Npcs todos que por ai desfilam, não passam de uns copinhos de leite. Mas será que ninguem têm "Blasters" suficientes para entrar num joguinho de cartas amigavel (e de paradas altas) aqui com o Gil???

Hum Hum... Até ja tenho um deck marcado e tudo... ehehehe

Venham de lá os Hutts, que estes gajos da autoridade cooporativa parecem acabadinhos de sair da Catequese com os seus Destroyers, Battlesuits, caças, lasers e afins... Venham mas é jogar a vermelhinha aqui com o Gil.

 Pff.. Meninos de coro...

;-) ehehehe

Upss..

Eu não diria isso... o Sr. GM irá.... *engole em seco* comer-te vivo com os NPC's do bar...

LOLmeu caro "fullhouse",

LOL

meu caro "fullhouse", o que precisas é de um casino: diz que há uns bem afamados em bespin, um sítio chamado cloud city... ou que tal em ord mantell, também outro local cheio de gente colorida, digamos!? há que o encarar de frente, um planeta de quarentena não é local de jeito para um jogador profissional!

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Casinos???? Aonde,

Casinos???? Aonde, aonde??

Então que estamos nos a fazer nesta rocha poeirenta e decrepita???
Vamos embora que ouvi dizer que estava um Hut a trabalhar como coupier no casino de Bespin... Se calhar é o gajo que nos estamos a procura. ehhhehe

È melhor irmos verificar!

 ;-) 

broas....

pois tenho de adminitr k das 3 foi a sessão k + gostei.......muito pork as coisas correram bem,e teve acção para todos os gostos!!!!!!e acabou em grande!!!!!a ver se sobrevivemos ao arraial de porrada!!!!

e fika provado......ser paranoico é util!!!

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

Paranóia

realmente a paranóia é quase que um efeito secundário de se jogar roleplay! as aventuras instigam-na, os GM's propagam-na, os jogadores viciam-se nela...

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Sessão IV

E com um urro tresloucado, um dos bikers ataca o pobre cerean, que apenas tentava ajudar o nikto bêbedo. Razak dispara um tiro de aviso (a intenção era a arma, mas enfim...) que apenas despoleta reacções de fúria animalesca da parte do restante gang; claramente "sob a influência", os bikers sacam das vibroblades e a situação torna-se up close and personal. Mas os restantes clientes mal têm tempo de fugir porta fora ou procurar refúgio atrás das mesas; em meros segundos, sacando dos seus blasters, os heróis despejam uma saraivada de fogo que deixa o gang estendido no chão, mortos ou atordoados... quando a poeira assenta, Razak encoldra e dirige-se ao bar, pedindo uma bebida à "doçura" (sic), a velha grisalha que treme como varas verdes. E Del-pal-tu sai de trás da mesa onde procurou refúgio, e Torin revista os bikers, entrega o dinheiro à velha, "para os estragos" (sic) e encontra ainda umas curiosas ampolas com um líquido escuro, uma por cada rufia. Fullhouse, "mais uma aposta ganha!" (sic), agarra nas chaves das swoop bikes que lá estão fora e o grupo decide desaparecer com o nikto antes que cheguem as forças da CSA para controlar a situação.

Desaparecendo no deserto fora de Tel Bollin montados nas suas swoops emprestadas, os heróis passam a noite ao relento, depois de ajudarem o nikto (doente com a peste e bêbedo), claramente empregado de Mika. No dia seguinte encontram uma quinta abandonada nos arredores da cidade e aí fazem o ponto da situação, depois de ganharem a confiança do nikto, de seu nome Orgamon. Orgamon parece ser extremamente devoto de Mika, e fala do seu mestre com uma devoção escrava e uma ternura obsessiva. Ao que parece, o jovem hutt, depois de decretada a quarentena, decidiu investigar por sua conta a origem da peste, seguindo uma pista que o levaria a Vale do Templo, uma comunidade mineira a uns 120 km a norte de Tel Bollin; leva alguns dos seus guarda-costas mas deixa Orgamon encarregue dos escritórios da Skydove Freight. Diz o nikto que foi há três dias que ouviu Mika pela última vez, e parece que tinha encontrado algo interessante, ordenando ao nikto que se dirigisse a Vale do Templo com mantimentos; o saque dos escritórios por parte de uma multidão enfurecida veio dar cabo dos planos do servo de Mika, que desde então e após contrair a peste, passa os dias a beber no Guerreiro Caído. Claramente Orgamon está de rastos com toda a situação. Fullhouse, cuja antipatia por alienígenas é bem conhecida (e amplamente demonstrada), insulta o nikto e enxovalha-o pela sua suposta falta de responsabilidade e auto-comiseração: quando Del-pal-tu intervém, o jogador torna-se violento e esbofeteia o cerean! É necessário que Razak e Torin intervenham para acalmar os ânimos...

Bom, Orgamon incita os heróis a partir para Vale do Templo, e insiste em acompanhar, mesmo convalescente. Voar até lá com a Firefly seria o ideal, minutos de voo. Mas as patrulhas de IRD's, nota Torin, estão cada vez mais cerradas sobre as suas cabeças, o céu permanentemente riscado pelos rastos de vapor dos caças da CSA... mas diz o nikto que uma caravana está a ser organizada com apoio aos que ficaram em Vale do Templo. Poderão talvez acompanhar a caravana? Nesse dia voltam novamente à cidade e falam com Simol Toc, um comerciante que organiza a expedição. Um conjunto variado de veículo, desde carroças puxadas por chandos, uma espécie de réptil nativa de Endregaad, até landspeeders e swoops, compõem a caravana, descrita por Simol como "um grupo de pessoas que por acaso vão para o mesmo sítio". São famílias que voltam às suas casas, mineiros que voltam ao trabalho. Todos já receberam a vacina da CSA e querem retornar às suas vidas e reencontrar família e amigos que se recusaram a deixar as suas casas. Um camião fretado pela cidade carrega a valiosa especiaria medicinal e é guardado por seis guardas contratados para o efeito (armados com machados sónicos) e que não respondem a Simol. Os heróis são contratados para guardas da caravana, pois a especiaria poderá atrair atenções indesejadas. E os dotes técnicos de Torin vêem a calhar num local como este, povoado de tecnologia obsoleta e em estado crónico de má manutenção... e há, claro, os rumores de desaparecimentos no deserto, mas são velhas lendas e folclore mineiro de um planeta de fronteira mal cartografado.

Assim passam a noite na companhia dos nativos, gente simples mas afável, partilhando histórias, uma refeição quente e bebidas. Toda a gente parece antipatizar com a CSA, muitos detestam-na. Fullhouse faz a delícia dos miúdos com os seus truques de prestidigitação. E na manhã seguinte, bem cedo, a caravana faz-se ao deserto, para norte, em direcção a Vale do Templo, deixando para trás a anarquia e dirigindo-se ao vazio...

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

E se jogarmos na vésper

E se jogarmos na véspera de feriado? deixo o desafio.

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Sounds good!!!Não

Sounds good!!!

Não devo ter nada marcado!

boas......

isso ker dizer ok???quarta á noite???se for conta comigo!!!!o rpl deve poder depois das 21:15. 

 

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

a minha proposta é

a minha proposta é quarta à noite, cerca das 21h30.

que acham?

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Eu não vou puder, ainda se

Eu não vou puder, ainda se fosse na noite do feriado, talvez desse. Contudo, como pretendo ver o fim desta aventura, podem jogar sem mim para podermos arrumar a história no Domingo. 

"the drunks of the Red-Piss Legion refuse to be vanquished"

broas....

eu concordo com o horario,mas devo dizer k isto na condição de jogarmos 3 jogadores + o DM!!!!!se for so  2 na vale a pena estar a jogar!!!!desculpem lá mas o facto de kerer jogar o + possivel na pode interferir com a minha experiencia de rpg!!!!!isto é uma campanha k estou a gostar e muito,não é para ter sessão em k vou tar contrariado.

de modo algum kero colidir com o resto da party mas tambem,na sou de guardar o k penso,não ofendendo ninguem claro

 

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

Já falei com os meus pais,

Já falei com os meus pais, e posso aparecer, mas preciso de boleia!
Alguém tem o número do Sr. Lord Ariakas? ( para lhe perguntar se me pode dar boleia e marcar)

 

Sessão V

Com a alvorada, a caravana inicia a sua viagem de três dias através do deserto até Vale do Templo. Lá em cima as formações de IRD's riscam o céu azul com os seus rastos. O primeiro dia passa sem eventos, e à noite, após o acampamento montado, as famílias descansam nos seus landspeeders e carroças e os mineiros solteiros dormem à volta da lareira. Os guardas da especiaria medicinal montam a sua guarda à valiosa carga e os heróis, conforme o acordo com Simol Toc, fazem também turnos de vigia. Passa pouco da meia noite quando Fullhouse repara na comoção que se levanta dos lados do furgão com a especiaria; parece que Rondo, um dos guardas, está desaparecido... já com todos os heróis de pé, conferenciam com Simol e o chefe dos guardas. Se ao princípio se suspeita que Rondo possa ter fugido da caravana com um saque de especiaria, essa hipótese é colocada de lado após se fazer um inventário. E a noite passa num clima de nervosismo geral.

Na manhã seguinte não se fala de outra coisa no acampamento. Nem os heróis nem Simol se sentem confortáveis em deixar um homem para trás no inóspito deserto, por isso acorda-se que vão procurar os rastos do guarda desaparecido. E assim, na companhia de Verge, um dos guardas (e com Del-pal-tu a permanecer para trás), os heróis, após encontrarem vestígios de luta a uns 50 metros da caravana, seguem um trilho de pistas nas suas swoops que os leva para noroeste (a caravana segue o caminho para norte). Parece que o infeliz guarda terá sido arrastado durante quilómetros por algum animal, mas a ausência de sangue acalenta esperanças de o encontrar vivo. E ao longo de quase dez quilómetros seguem o rasto. E então, a meio da manhã, numa zona de penedios, os heróis são emboscados por quatro criaturas estranhas, um emaranhado de lianas e troncos com quatro grosseiros membros cobertos de espinhos, sem cabeça nem olhos nem nada... rápidas, as criaturas rapidamente entram no corpo-a-corpo, e todos menos Razak sucumbem ao veneno paralisante dos espinhos dos Filhos do Oásis; e é Razak quem salva o dia, numa impressionante demonstração de domínio do blaster, abatendo as criaturas uma a uma enquanto estas se atarefam a arrastar os seus amigos paralisados para sabe-se lá que destino truculento... apesar de abalados, os heróis seguem a pista e poucas centenas de metros à frente deparam-se com uma estranha visão: uma grande árvore domina a planície árida, crescendo do centro de um pequeno oásis de água barrenta. A planta possui um tronco que é um emaranhado de lianas (mas, estarão a mexer-se!?) e grandes sacos amarelos que parecem ser os seus frutos. E na sua base patrulham mais dois dos Filhos do Oásis. Graças à habilidade de Fullhouse como franco-atirador, as duas criaturas são abatidas rapidamente, e o grupo avança cautelosamente em direcção à árvore. É aqui que a pista vem dar, mas nem sinal de Rondo... disparando alguns tiros contra a árvore e os seus frutos, estes parecem não surtir qualquer efeito. E é ao avançarem um pouco mais que tem lugar um arrepiante fenómeno, ao serem assaltados por ondas psíquicas de terror abjecto. A árvore possui poderes mentais!? O medo é avassalador e é com custo que os heróis resistem ao pavor e decidem bater em retirada.

Voltando à caravana, que apanham passado pouco tempo, ainda vêem ao longe mais das criaturas a dirigirem-se a toda a velocidade para a árvore, a Mãe do Oásis, atendendo ao seu chamamento... Rondo é declarado morto.

Na caravana as notícias espalham-se e geram o medo entre as pessoas. Os heróis ganham uma reputação que cria respeito e temor. O dia passa sem mais eventos e à noite, apesar da vigia reforçada, tem lugar mais um confronto com as criaturas. Apesar da resistência heróica dos heróis e dos guardas (enfim, Del-pal-tu procura refúgio no meio dos chandos...), e abatendo mais das criaturas, um dos guardas é arrastada para o seu terrível destino... na manhã seguinte os ânimos são negros, há frustração no ar. Fullhouse pragueja, lamentando não terem a Firefly à mão para bombardear a Mãe do Oásis a partir do ar... talvez se possa alertar a CSA após retornar a Tel Bollin, sugere Simol Toc, assinalando-se no mapa a posição do perigo.

O resto do dia corre sem problemas, atravessando uma região progressivamente mais acidentada. E assim, ao fim do terceiro dia, a caravana chega finalmente a Vale do Templo, após atribulada viagem. Encaixada no fundo de um pequeno vale, Vale do Templo não passa de uma colecção atabalhoada de pré-fabricados de plástico e aço, rodeados de caminhos de terra batida e com grandes toldos coloridos a unir os edifícios como protecção do sol. Ao entrar na povoação os heróis reparam nos poucos residentes que restam, em deplorával estado, quase todos mineiros que se recusaram a abandonar os seus negócios; mas alguns dão as boas-vindas à caravana, e há reencontros entre familiares e amigos. Chegou a ajuda há tanto esperada!

Orgamon, o nikto, está muito excitado com a perspectiva de reencontrar o seu amo, e assim que pode desaparece na povoação à procura de sinais de seu bem-amado Mika. Os heróis sacodem o pó da estrada, são pagos por Simol em cristais geode e ajudam a descarregar a especiaria medicinal, começando de imediato a vacinação dos habitantes. É então, ao lusco-fusco, que um gigante de homem, as veias negras e os olhos esbugalhados, sai ao caminho de Fullhouse gritando como um louco que consegue cheirar a especiaria, que lha dêem, que lha dêem imediatamente!! E inevitavelmente os heróis vêem-se envolvidos numa luta de rua com Urfo, o drogado gigante e seus amigalhaços igualmente viciados. Mas é uma luta desigual, apesar do possante mineiro ser um colosso de força; usando os seus blasters para atordoar os drogados, o assunto resolve-se rapidamente. Simol Toc, que assiste à luta, diz que já viu em Tel Bollin mais destes viciados numa nova droga, que os deixa loucos.

Orgamon entretanto dá com a pista de Mika, e um velho mineiro, Huwin Clathor, dá-lhes as indicações para os heróis encontrarem o hutt, que deixou Vale do Templo há cerca de quinze dias para investigar uma nave destroçada algures a norte. Curiosamente, apercebem-se que Mika tem uma boa reputação entre os mineiros. No dia seguinte partem ao encontro de Mika, e numa hora chegam ao desfiladeiro onde se encontra uma nave despenhada. Pequenas figuras atarefam-se ao seu redor. Orgamon, muito entusiasmado, grita e esbraceja para as figuras, que correspondem, e o grupo desce o desfiladeiro nas suas swoops para ir ao encontro dos estranhos. Para além de um grupo de mineiros que se atarefa a desmantelar o salvado, encontra-se numa grande tenda montada ao lado do salvado um jovem hutt, guardado por dois niktos. Orgamon, delirante, lança-se no chão e entoa as suas lamentações e alegrias em rever o seu querido amo! Finalmente os heróis encontram Mika, o Hutt... com os seus servos niktos constantemente atrás de si, protegendo-o do sol com grandes leques e tentando futilmente humedecer a sua pele ressequida.

Mika fala sempre em básico, o que já de si é bizarro num hutt. Após cordialidades e apresentações, expressa o seu agrado em ver os heróis mandados por seu portentoso pai à sua procura. Durante algum tempo os heróis contam a Mika as suas aventuras, ouvidos atentamente pelo hutt, que lhes conta depois, da sua parte, o seu tempo passado em Endregaad desde o estabelecimento da quarentena da CSA. Resumidamente, Mika descobriu este destroço a norte de Vale do Templo e percebeu que a tripulação, que encontrou morta, transmitiu a peste ao planeta, levada pelo vento. Tudo isto Mika enviou em relatório à CSA, mas não recebeu nenhum feedback da Autoridade...

A nave (uma YV-100, segundo Torin Dol) seria provavelmente de contrabandistas, transportando um carregamento de especiaria, a tal nova droga que surge entretanto em Tel Bollin e em que Mika parece muito interessado por causa dos estranhos efeitos que tem nos consumidores. E parece que já tem um nome nas ruas e tudo: Tempest. Mas alguém terá chegado aos destroços primeiro que Mika e levado a droga, o que explica a mesma já existir à venda nas ruas. Também foi impossível recuperar caixas negras e aviónicos, que poderiam dar uma explicação para a queda da nave. De qualquer modo, o seu trabalho aqui está feito, os direitos do salvado passados para os mineiros como mostra de generosidade, e começa-se a elaborar os planos para levar Mika para fora de Endregaad e de volta a seu pai.

Entretidos nesta conversa com Mika, em que se passeiam pelos destroços, os heróis e o hutt são surpreendidos pelo grito de alerta dos mineiros: estranhos nas colinas, montados em speeders e armados! E é no meio de tiros e correndo para um abrigo que os heróis se preparam para lidar com a nova ameça destes salteadores do deserto. Conseguirão agora, já tão perto de concluir a sua missão, salvar Mika destes inimigos?
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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

boas......

mais uma sessão k adorei,teve um pouco de tudo!!!!!foi fixe!realmente o nosso grupo pareçe mel para sarilhos!!!!!!

 

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

Ahaha Gil "FullHouse" é

Ehehehe

Gil "FullHouse" é o maior! Deem-lhe uma sniper rifle e 120 mt de distancia e ele consegue snipar... duas arvores com pernas???

Hum... Isto não soa muito bem. Mas pronto! Um alvo abatido é sempre um alvo abatido, mesmo que sejam duas arvores carnivoras.

Hum realmente isto não soa nada bem... ;-)

LOL

Bem, uma sessão fixe em que houve em pouco de tudo, para todos os gostos.

Vamos lá ver se salvamos o Mika, destes salteadores do deserto.

Ja agora queria aproveitar esta msn para fazer uma votação.

Quem for a favor de deixar o Del-pal-tu amarrado a Mãe do oasis, da proxima vez que ele se esconda no meio de um tiroteio, levante o braço!

;-)

*looks around* Porquê?

*looks around*

Porquê? Estás assim com muito medo da arvore que vais entregar o Del-Pal-Tu para esta de deixar de entrar nos teus sonhos/pensamentos?

:P

 

boas......

portem-se todos bem ou fikam a pedir boleia no planeta!!!!!!

 

Ps:folgo em saber k vai haver jogo!!!!contem comigo.o rpl na vai á sessão ja k não esta na cidade,penso k  em trabalho!!!

 

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

Sessão VI

O alerta é dado por um dos servos nikto de Mika: um grupo de estranhos, montados em swoops, aparece lá em cima no topo do monte, e de imediato ataca o grupo, cá em baixo. Enquanto quatro motoqueiros descem a colina a toda a velocidade, ao encontro dos heróis, os outros quatro ficam lá em cima, alvejando mineiros, niktos, hutts e heróis.

O combate é rápido mas brutal. A carnificina deixa um sentimento estranho nos espíritos de todos. Os motoqueiros eram viciados em Tempest, claramente alterados pela droga, e todos eram lutadores exímios; provavelmente descobriram a fonte da droga e vinham resolver a questão do abastecimento. Tudo degenerou num corpo-a-corpo sem limites, e com a ajuda de Mika, montado no seu skiff e manejando o canhão blaster do veículo (que salvou o dia), os heróis matam todos os assaltantes, mas a um custo pesado, pois com a excepção de Torin Dol, ferido ligeiramente, todos os outros heróis ficam bastante feridos e Gil "Fullhouse" é deixado em coma, próximo da morte. Mortos ficam também os dois guardas nikto de Mika e quatro dos seis mineiros, vítimas das circunstâncias - no lugar errado na altura errada. Ainda mais chocante é a forma bárbara com que Gil abraça o combate, degolando um dos atacantes quando este, indefeso, jazia a seus pés.

Mika, no final da luta, organiza o regresso a Vale do Templo, enquanto Torin administra primeiros socorros aos seus companheiros, usando os medpacs que os assaltantes traziam. O grupo regressa então, deixando para trás o campo de batalha com os seus mortos destroçados, e levando a triste carga dos mineiros assassinados de volta às suas famílias. Em Vale do Templo apenas param o tempo suficiente para descarregar os cadáveres e os sobreviventes, no meio do carpir das viúvas.

Ao final do dia, graças à velocidade das swoops e do skiff, regressam a Tel Bollin, onde encontram uma cidade mais parecida com um lugar civilizado, agora que a vacina está a pôr fim ao flagelo da peste. Mika, junto com o seu secretário Orgamon (já recuperado dos efeitos da peste), precisa de um dia para tratar dos seus assuntos com os mineiros, e os heróis aproveitam para descansar nos escritórios arrombados da Skydove Freight.

Após esse dia de descanso, o jovem hutt está ansioso por sair do planeta, e o grupo retorna à Firefly, escondida numa gruta do deserto, e após carregarem o skiff e as duas swoops no porão, preparam-se para levantar vôo e furar, de novo, o bloqueio da CSA. Já fora da atmosfera são interceptados por um esquadrão de IRD's, e segundo ordens de Mika (a quem não deve agradar uma batalha espacial) entregam-se à Autoridade sem resistência. Escoltados ao Resolute, são deixados em quarentena enquanto Torin explica a Angela Krin os quês e porquês das suas aventuras em Endregaad. Os heróis feridos são graciosamente tratados a bordo das instalações médicas do navio de guerra, pois precisavam de um banho de bacta. Angela Krin, apesar da óbvia empatia por quem cumpre o seu dever, tem também o seu a cumprir, e os heróis, assim como Mika, sofrerão provavelmente processos judiciais. Felizmente não causaram, nas suas acções em Endregaad, a morte a nenhum funcionário da CSA...

Mika contacta o seu pai. Após dois dias de prisão domiciliária, Angela Krin visita-os a bordo da Firefly para os informar que são livres de partir... e que é possível que os seus destinos ainda se cruzem. São assim os favores de um lorde Hutt.

Os heróis rumam então em direcção ao sistema de Cignet, seguindo instruções de Mika, onde se localiza a lua Droxu, com os seus múltiplos anéis. É um sistema desolado e desabitado, na fronteira do Espaço Hutt. A viagem, que dura dia e meio, dá tempo para o grupo conversar com Mika, que se mostra interessado nas suas aventuras e procura conhecer melhor as aspirações dos heróis.

Chegados a Cignet, os heróis entram na órbita de Droxu e acoplam numa estação orbital abandonada, na posse da família de Popara há séculos, e local discreto para reuniões informais. Já lá se encontra o Imru Ootmian.

Após a nave ser fumigada por uma equipa de niktos em fatos espaciais pesados, são recebidos por Vago e H-3PO; Vago e Mika trocam cordialidades em huttese de forma formal e algo fria. Enquanto os escolta ao encontro de Popara, Vago manifesta aos heróis o seu agrado pelo seu desempenho. Mais uma vez são recebidos a bordo do iate de Popara, na sua sala de audiências, onde é calorosa a recepção feita por Popara ao seu filho mais novo, que se encontra feliz por rever seu pai. Os dois irmãos trocam acenos de cabeça, uma vez que também Zonnos se encontra na sala, mas sem o seu séquito de wookiees; e está com o ar de quem acabou de engolir algo desagradável. Observando tudo estão as servas pessoais de Popara, as três irmãs twi'lek.

Após Mika retomar o seu lugar antes vazio, Popara, visivelmente feliz, pede aos heróis para fazerem o relatório das suas actividades, e assim acontece. Fala-se durante algum tempo, e a questão da Tempest parece ser a que mais preocupa o velho lorde hutt, que encarrega Mika de lidar com a situação, se necessário. Esta confiança da parte de seu pai nas suas capacidades deixa o jovem hutt muito agradado.

Bem, e após se fazer o ponto da situação, Popara, de forma muito teatral, manifesta todo o seu agrado aos heróis recompensando-os com 4000 créditos cada um (trazidos com pompa em caixas de durasteel por quatro wookiies) e a posse da Firefly! Mais um favor a cada, a cobrar quando quiserem, "a maior benesse a que um ser pode aspirar, o favor de um Lorde Hutt!" E a promessa de, caso no futuro precise de alguém para lidar com assuntos delicados de forma discreta, eficiente e rápida, contará com os heróis.

FIM DO 1º CAPÍTULO
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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

regras

após ler as regras com alguma atenção, reparei que o único erro ecfectuado durante o combate final foi que o disengage de torin dol deveria colocá-lo a 2x speed longe do atacante, o que o teria deixado a salvo, supostamente. de resto foi tudo ok.

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

broas....

bem k sessão!!!!tivemos + uma vez de tudo,acção,surpresas,alegrias,terror,violencia selvatica e tensão in\off-character {;)}.bom espero k o dm tenha disponibilidade futura para continuar a saga!!!

 em relação ao assunto da nave.....é o k ja disse acho k é muito para a nossa singela e não tão rica party!!!!acho k a manutenção é muito cara,uma nave + pekena serve bem,mas tambem não estou a dizer para trocar por um x-wing!!!!!!!algo + adkuado ao tamanho  e possibilidades finançeiras da party.mas isto é uma party e a nave é de todos!!!!opinem á vontade!!!!eu digo k fika melhor falar com popara,ou o mika ou o vago....na sei kem sera melhor mas acho k isso fika melhor do k vender a nave 2 segundos depois da receber!!!!eu acho(e é so isso k vale)k isso é + ofensivo...mas digam coisas!!!!

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

Eu concordo contigo! Pagar

Eu concordo contigo! Pagar um balúrdio para arranjar a nave cada vez que se estraga é algo arriscado. A minha personagem podia falar com Popara, visto que tem boa "diplomacy", e tentava resolver o assunto...

Depoimento de um Soldado

Saudações estimados Irmãos de armas.

Enquanto descanso no meu compartimento da Firefly, tenho ouvido um estranho ruido de fundo, semelhante a uma Voz-off (Um ser narratorial omnicieste, talvez) que conta em detalhe todos os acontecimentos dos ultimos dias. E que estranhos e emocionantes estes têm sido.

Não vale a pena narrar o que se passou durante a minha estadia e dos meus irmão de armas Razak e Torin Dol, naquele poeirento e claustrofobico mundo de mineiros, peste e arvores carnivoras, porque aparentemente essa Voz-off tudo sabe. I wonder how???

Que eu saiba o Q é uma personagem de uma (outra) serie televisiva, mas em tudo este estranho Ser se assemelha... 

Mas continuando...

Nasci em Coruscant, filho de uma blue collar family, e cedo percebi que o trabalho arduo dos meus pais não me iria levar a fortuna mas sim a um banho diário de oleo e uma doença pulmonar, mais tarde, na velhice.

Felizmente, descobri que possuia outros talentos. A Lady Luck sempre me piscou o olho nos jogos de crianças com os meus irmãos e dai a passar para a cantina mais proxima, desafiando os transeuntes para um joguinho de vermelhinha ou um lançamento de dados foi um passo. Ganhei muito dinheiro que ajudou a economia familiar e me permitiu uma vida mais folgada que os meus irmãos, sempre exaustos e a tresandar a um misto de oleo de maquinas, suor e hidrocarbonetos.

Um dia conheci uma personagem que mudou a minha vida. Um capitão das força imperiais, reformado, falou-me das maravilhas e glorias do Imperio.

Contou-me de poderio militar do imperio, de combates espacias em campos de asteroides, de planetas inexplorados repletos de raças estranhas, de gloriosas batalhas em que os exercitos do imperador esmagaram insurrectos durante as clone wars cobrindo-se de honra e glória, das recompensas do serviço ao imperador, de esquadras imensas de naves e destroyers capazes de garantir a ordem na galaxia.

 Foi o suficiente. No dia seguinte reuni os meus pertences, despedi-me da familia e alistei-me na academia militar.

Integrei uma unidade de stormtroppers, especializando-me em Sniper. 

Ai aprendi toda uma nova filosofia de vida. O nosso pelotão era como se de uma unica pessoa se tratasse, do qual todos nós eramos membros. Eramos irmão de armas, e morriamos para defender a pessoa que estava ao nosso lado. Eramos um grupo e nenhuma força no universo nos podia deter.

Tudo pela gloria do Imperador e do Império.

Aprendi como o imperador era uma figura benevola que havia libertado o Universo da tirania elitista dos Jedis, da corrupção decadente da republica e como se preocupava com cada pessoa da galaxia, desejando ardentemente a felicidade e alegria de todos.

 Aprendi tambem como as raças alienigenas haviam provocado as clones wars que tanta desgraça lançaram sobre as nossas vidas.

 Mas no fim aprendi outra coisa. Aprendi como a estrutura militar estava corrupta e o imperador sozinho e infeliz, sem ninguem em quem confiar, ninguem que fizesse as suas nobres ideias avançarem. Ninguem excepto talvez o fiel e fervoso Lord Vader.

Aprendi isto no dia, em que fui levado a tribunal militar por gambling.

Dias antes havia sido convidado para um jogo com dinheiro a sério, na messe dos oficiais. As minhas proezas nas cartas ja haviam ganho fama nas fileiras. Entre os meus adversários, havia sem eu saber um adjunto do comandante do meu batalhão, oriundo de familias nobres.

Limpei-o com um dos meus famosos "FullHouses". Nessa ronda, ele perdeu uma pequena fortuna. O dinheiro era tanto que ele não tinha como paga-la no momento. Disse que teria de levantar creditos e vender uns "bens menores" para a poder pagar.

Combinamos no dia seguinte, encontrarmo-nos para ele me pagar. Em vez disso, no local combinado estavam varios agentes da Policia Militar a minha espera.

 Nesse dia percebi porque é que o Imperador não conseguia levar a cabo o seu magnifico projecto. As altas estruturas militares estavam cheias de corruptos, amantes de jedis e apoiantes de rebeldes.

Fui obrigado a apresentar a minha demissão dos stromtroppers para evitar uma humilhação maior que seria a expulsão compulsiva.

Nunca perdi a minha lealdade para com os meus companheiros de pelotão, nem para com o meu adorado Imperador, mas afastei-me do contacto com as estruturas do exercito. Pode ser que assim, me venham a esquecer e eu um dia, possa regressar ao meu devido lugar que é nas fileiras imperiais a lutar pelo Imperador e o seu sonho de uma galaxia melhor.

Nas minha deambulações pela galaxia, juntei-me a Razak e a Torin Dol que se tornaram os meus novos companheiros de armas. Apôs varios trabalhos juntos, fomos então recrutados pelos Hutts para este trabalho de resgate. Encontramos a superficie do planeta, um Cerean cobarde chamado Del Pal Tu ou la como raio se chama, que se colou a nós e simplemente se recusa a ir embora.

Apesar dos outro membros da party, se terem afeiçoado a ele, a unica coisa que o vejo a fazer é esconder-se atras de uma mesa ou buraco, sempre que há um combate. Pode ser que venha a ter alguma utilidade, porque finalmente ao fim de varios dias a esconder-se ignobilmente, mostrou alguma aptidão, fora da média, para mexer em computadores e tecnologias. A ver vamos se ainda há algum sumo que se aproveite neste... alienigena.

Mas tudo isto para responder a essa tal "Voice-off" que relata as nossas aventuras e que me acusou de ceder a barbarie no campo de batalha.

 Analisemos a situação:

No exercito explicaram-me (e bem) que cada pelotão têm uma função, um objectivo a realizar. Para isso contamos com os nossos colegas e irmãos de armas que devemos proteger e que reciprocamente nos irão proteger no campo de batalha. Existe uma variante, que são os civis, que devem ser encaminhados para fora do caminho para não se magoarem e não nos atrapalharem na nossa missão.

Por sua vez existem as forças oponentes que são o obstaculo a realização da nossa missão. Estas são simplemente, irmãos de armas, que se encontram do outro lado das trincheiras, por força das circunstancias. Se as pudermos convencer a ir-se embora pacificamente. melhor, até poderemos ser aliados um dia no futuro. Se elas insistirem em ser um obstaculo no caminho da nossa missão, terão de ser removidas. Nada de pessoal, nada de emoções, simplemente profissional. Sem dar nem esperar treguas ou misericordia. É assim a vida de um soldado. No pelotão todos aceitamos isso e esperamos que o inimigo aceite o mesmo. É o codigo informal dos soldados. Era assim antes do imperio, é assim agora e será assim depois do imperio (E que este viva seculos na plenitude da sua gloria)

Neste caso o meu objectivo era salvar, o Hutt Mika. Razak e Torin Dol meus companheiros de armas. Os salteadores do deserto era o obstaculo e os mineiros e Del Pal Tu os civis.

Esse individuos violaram todos os codigos de honra. Encharcados nessa nova droga Tempest, cegos pela furia e ganancia, não tentaram dialogar. Entraram aos tiros, chacinaram civis, sem os deixar retirar-se do campo de batalha, comprometeram a integridade da minha missão e dos meus companheiros.

No momento do combate corpo-a corpo , ja haviam morto 5-10 civis desarmados e pelas costas, Del pal tu jazia inconciente no chão, Torin Dol lutava pela vida com um dos salteadores e Razak era massacrado pela investida de três bandidos que o tentavam mutilar com vibroaxes e vibroblades ou atropelar com as swoopbikes.

Dois dos meus oponentes ja haviam sido neutralizados e um terceiro jazia, não inconsciente nem indefeso, mas sim atordoado temporariamente. Em menos de 10 segundos, ele novamente estaria activo.

Eu tinha de intervir e tentar ajudar o meu irmão de armas Razak, antes que este fosse morto mas não podia descurar ao inimigo, senão seria atacado selvaticamente pelas costas. Tive uma janela de oportunidade e aproveitei-a. Fiz o que se chamaria na literatura um "coup de grace". Deste modo podia tentar auxiliar em segurança os meus companheiros.

Num campo de batalha faz-se o que se pode para ficar vivo juntamente com os meus irmãos de armas. É o destino e fado dos soldados. Todos aceitamos isso. Não é bonito, não é poetico mas é assim que são as coisas.

E estes individuos não era soldados, eram maniacos assassinos, psicopatas alterados pela tempest, cuja razão estava para alem da salvação e que não hesitaram em matar mineiros e camponeses desarmados e a fugir pelas vidas.

Mantive a minha honra como soldado e individuo. E não concordo que essa "Voz Off" que insiste em ressoar nos corredores da Firefly, apelide de barbarie o meu acto no calor da batalha. As coisas são assim na guerra. É matar ou ser morto. E enquanto eu conseguir levantar uma arma, não deixarei que o inimigo elimine um dos meus companheiros, sem levar igual troco de volta.

 Por mim

 Pela honra

 Pelos meus companheiros

 Pelo Imperador

  Gil "Fullhouse"

NOTA DO JOGADOR: Todo o texto anterior é falado "In-game" sendo as opiniões e pensamentos da personagem.

Ja agora em termos de regras. Podesse fazer um coup de grace com uma ranged weapon? Pensava que era so com melee weapons.

Thumbs Up, Lord Ariakas!!

parabéns pelo texto; é o que eu chamo fleshing out a personagem.

coup de grace é uma acção não específica: demora um turno inteiro e o efeito é o descrito - crítico automático, e se sobreviver fortitude save DC 10+dano infligido ou morte imediata. e com qualquer arma, desde que adjacente ao alvo.

os stormtroopers em geral, como devem estar à espera, estão carregados de DSP's. não, não é doença venérea, são dark side points.

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Pessoal, 1.000 perdões por

Pessoal, 1.000 perdões por não ter aparecido nestes domingos, mas a minha vida profissional deu-me um choque frontal a 200km/h e estive fora estas duas semanas em formação.

Contudo agora já estabilizei, li o que se tem passado e queria saber se ainda vão continuar a jogar.

"the drunks of the Red-Piss Legion refuse to be vanquished"

Sim/Não

Sim, mas o Pedro não vai poder continuar por agora. Ele se arranjar mais tempo, pois a vida prosissional deu-lhe "um choque frontal a 200km/h", continuará a fazer sessões.

olá tripulação da

olá tripulação da Firefly,

como podem ver pelo delay da minha resposta, o choque frontal já se deu!

que novidades? bem, por enquanto vai ser impossível continuar o trilho da droga tempest, eventualmente arranjarei tempo mas não sei quando nem como. o que quer dizer que a campanha está em stand by...

dou os meus parabéns aos jogadores pela cortesia, fair-play e bom rolepay ao longo destas seis boas sessões. RPL, pena não teres assistido ao final do capítulo.

e finalmente, para acabar a coisa com tecnicalidades, fiquem a saber que subiram todos de nível e ganharam XP's suficientes para subirem de nível da próxima vez que houver sessão, i.e. estão no 4º nível à beirinha do 5º.

kudos a todos, até breve.

p.s. lembrem-se destas sábias palavras nos momentos em que as saudades da campanha vos atormentarem: "the force will be with you, always." Cool

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Sessão VII

Após o sucesso da missão a Endregaad, os heróis vêem-se de repente com uma nave própria e ainda uns milhares de créditos para gastar em merecidos R&R. Não é à toa que escolhem passar uns tempos em Ord Mantell, onde contrabandistas de renome organizam mais uma vez o famoso Blockade Runner's Derby, uma corrida espacial (e tempo de festa e tréguas entre as várias famílias do crime organizado da galáxia) em torno da núvem de cometas do sistema Bright Jewel, que atrai uma hoste de curiosos, aficionados e turistas ao famoso planeta de caçadores de prémios e contrabandistas, situado nas orlas das Regiões Desconhecidas, na fronteira entre o Mid Rim e o Outer Rim.

Razak procura, evidentemente, gastar os créditos em mulheres, bebida e armas novas e reluzentes (o resto vai estoirá-lo!); Torin Dol sempre quis assistir ao famoso derby, que atrai os melhores pilotos da galáxia e algumas das naves mais rápidas; Gil "fullhouse" está em pulgas para experimentar os famosos casinos da região; e Del-Pal-Tu, apesar de lhe ser indiferente, acompanha-os na mesma por defeito.

Assim, os heróis chegam a Ord Mantell a bordo da Firefly a tempo de assistir ao começo do derby. O planeta é famoso pelo derby (que se realiza há várias décadas), pelos sucateiros espaciais, pelos muitos contrabandistas que pululam na região, pela falta de lei e pelo jogo, legal e abundantemente disponível em muitos e famosos casinos, como o Lady Fate Casino ou a Jubilee Wheel. E assim, no meio de milhares de outros visitantes, os heróis juntam-se à turba que procura diversão e emoções fortes nestes tempos tristonhos de repressão imperial, cuja presença consiste num oficial que comanda alguns regimentos de stormtroopers mas cujo poder acaba à porta do Palácio do Governador; quem manda em Ord Mantell são os vários líderes do crime organizado...

Ao fim de três dias, após deixarem a Firefly no hangar 27 do espaçoporto de Worlport (capital planetária, cidade de vários milhões famosa pela sua arquitectura neo-corelliana) já Razak vive num estupor bêbedo entre orgias, totalmente inútil e grogue de sono e álcool; Gil está igualmente consumido pelo furor do jogo, passando a dada altura 28 horas seguidas em torno das mesas de sabaac, ganhando e perdendo pequenas fortunas e mantido de pé graças a doses maciças de synthstim...

Assim, Torin e Del-Pal-Tu, os alienígenas e os mais calmos do grupo, acabam por descobrir um pequeno mas aconchegante bar fora dos caminhos mais turísticos onde se pode ver, ao vivo por holovids, o derby em todo o seu esplendor.

E é num desses serões de deleite desportivo, em que um jovem mas promissor piloto corelliano chamado Han Solo parece estar a dominar a prova, que o destino bate de novo à porta do grupo. Três rufias rodians, envergando blusões com o símbolo do Clã Bomu (o louva-a-deus), envolvem-se numa briga com um cliente do bar, que parece estar a proteger uma jovem rapariga humana, que se havia sentado ao balcão e que, aparentemente, os rodians procuravam. Torin Dol, nunca o ser para se envolver numa luta que não lhe diga respeito, não deixa de se envolver nesta; afinal estes Bomu são os mesmos piratas que os atacaram na sua missão a Endregaad! E assim, rapidamente a escaramuça sobe de tom com blasters a serem empunhados, tiros por todo o lado e os clientes a fugir desesperadamente por portas, janelas e outros buracos. Em menos de um minuto, em que o dito cliente do bar se revela ou extremamente sortudo ou extremamente apto, e com a ajuda de Torin e sua caçadeira (pois Del-Pal-Tu escolhe o refúgio aconchegante de uma mesa revirada), os Bomu fogem porta fora, deixando um dos seus morto e estatelado no chão. No meio do silência pós-peleja, Torin, caçadeira na mão, apresenta-se ao estranho, enquanto despeja uma caneca de líquido (deixada apressadamente pelo respectivo dono) sobre uma mesa a arder e seguido por perto por um (cada vez mais) nervoso Del-Pal-Tu. E o estranho, quem é? Ansen Gallis, um viajante humano de Nar Shadaa. E a menina? Pelos vistos, uma dama em apuros, diz Ansen, chamada Renci Tosh, que o havia acostado momentos antes com um pedido de ajuda para recuperar a sua nave, forçada a uma aterragem de emergência algures nas colinas a norte da cidade... e os Bomu? Músculo ao serviço de um elemento do crime que, por alguma razão, raptou a dita rapariga. Que história... e Renci Tosh, onde se encontra? Pelos vistos fugiu durante a luta. Há que encontrá-la. À saída do bar, pelas traseiras, Torin deixa ficar um molho de créditos no balcão para pagar os danos inflingidos ao estabelecimento... e o grupo sai sem saber os resultados do derby.

Amanhã é outro dia. 

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

boas......

lindo..............ja tinha saudades de StarWarsD20,á ka seculos k na tinhamos sessão......k apsar de curta  foi bacana!!!!!

fikou provado k na podemos entrar em nenhum bar da galaxia!!!!!!mas enfim correu bem a luta!!!!!!

o Ansen Gallis tem sorte komo o ******* mas pronto!!!!coisas do jogo!!!!

a ver se jogamos proximamente!!!!!

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

ah, soube bem, soube bem,

ah, soube bem, soube bem, quase um ano depois da última sessão! a ver se repetimos a dose, desta vez com mais tempo e mais gente!

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Oh shô Tiago!

É sorte, ter a defesa a 18?, é sorte, ter tantos 1's como o adversário, sendo que o meu BAB é superior?, é sorte, estar a lutar de mãos nuas contra 3 gajos de blasters e mesmo assim ganhar?

Isto é só para repor a verdade, porque as pessoas dizem certas e determinadas coisas e escondem-se atrás de canhões!!!!!!11!!!! Ora vamos lá a ver!!!1111!!!!!11!

--~~--

Não te metas comigo, camarada; tenho n avisos à navegação, alguns deles em público, e não tenho medo de os usar.

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

broas....

pois pois..........isto do home k roubou a arma ao adversario e depois em vez de diparar...........marretada na cabeça do rodian!!!!!

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

WooW! :D Conseguiram

WooW! :D
Conseguiram esconder-me por detrás de uma mesa! obrigado! :D ((preciso mesmo de umas aulas com o Sr. Full para aprender a disparar))

lol,ou isso ou apareçeres e

lol,ou isso ou apareçeres e decidires fazer k o perso faz outra coisa............kuando poderes voltar a jogar foça.....k keremos ter um gang intergalatico de contrabandistas!!!!!!

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

Oh dear... Oh dear... Tss

Oh dear... Oh dear... Tss Tss

Realmente tenho de dar umas liçoezinhas de pistola ai ao amigo que se esconde nas mesas... So tenho duvidas de que la estará do cano do blaster mas enfim...

Olá a todos. Passado um ano enfim que se retoma a viagem da firefly. Realmente tenho pena de n poder comparecer mas uma sessao a começar a meia-noite qd no dia a seguir tinha de ir pra a estrada, não dava mesmo. Sorry.

Eu agora vou entrar de férias, portanto vou ter (alguma) disponibilidade nos próximos tempos. Se quiserem com binar sessões mesmo que seja num dia de semana a noite, por mim a partida poderá ser. A ver se fazemos umas sessões que também a muito tempo que não jogo rpg.

Hasta

PS- essa historia de um bar acabar tudo aos tiros com o del-pal-tu escondido atras de uma mesa parece-me familiar! Onde será que já vi isto :-) !

boas......

pois realmente temos de dar uma dicas ali ao senhor del-pal-tu!!!!!!

pois o pedro tem tentado organizar sessoes mas realmente os horarios da malta tão longe de ser iguais!!!!a ver se conseguimos ter a campanha de volta ainda k em modo semi-regular!!!!!

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

Sessão VIII

A pancadaria no bar deixa um Bomu morto no chão e o estabelecimento semi-destruído. Saindo pelas traseiras, Torin Dol, Ansen Gallis e Del-Pal-Tu encontram Renci Tosh à sua espera. "Obrigado pela ajuda, forasteiros!", diz ela. E depois de se apresentar, Torin deixa claro que a ajudará nem que seja pela antipatia que sente por estes rodians do clã Bomu. Renci presta-se a pagar 400 créditos a cada um pela ajuda dos heróis em encontrar a sua nave, perdida nos arredores de Worlport. E contactando Fullhouse pelo commlink, Torin e Ansen dirigem-se, juntamente com a menina Tosh, para os arrabaldes da cidade, a norte, uma área industrial repleta de ferros-velhos e sucateiros espaciais. Del-Pal-Tu prefere regressar ao seu quarto de hotel, e deixa por agora o grupo.

Com a chegada de Fullhouse ("Ora o que temos nós aqui!?"), os três heróis acompanham então Renci para norte, para os baldios onde se despenhou a bordo do seu Z-95. Apesar de Ord Mantell ser um planeta luxuriante, cheio de selvas, esta região é árida e pedregosa. E apesar de Torin ter proposto usar a Firefly para o reconhecimento, Renci garante-lhes que será muito difícil detectar o local do acidente do ar, pelo que optam por ir a pé, já que não ficará a mais que 6 ou 8 horas a pé. E ainda é manhã.
Ao longo da caminhada pelas terras baldias, Renci vai conversando com os três heróis, à vez, ora com uns, ora com outros. É uma conversa que ganhará contornos agrestes à medida que se vai politizando: a loira rapariga parece sensível à triste história do kel dor, e do seu povo confinado ao seu planeta por édito imperial. Fullhouse fala abertamente do seu percurso pelo Corpo de Stormtroopers, da sua lealdade à Nova Ordem e do seu desgosto em ter sido expulso por jogo ilegal e conduta imprópria (não parece arrependido, contudo...). Apenas Ansen Gallis é curto e grosso, evitando obviamente quaisquer conversas. A discussão torna-se quente à medida que se percebe que há dois campos, o pró-imperial de Fullhouse e o céptico ou mesmo anti-imperial, de Ansen. Mas antes que a discussão atinja um clímax ou uma conclusão algo desconfortável, a julgar pela forma como Ansen Gallis fita Gil "Fullhouse" Derringer, aparece ao longe um solitário viajante, que se aproxima amigavelmente: é um caçador rodian, Teerik, que avisa os heróis dos perigos da fauna local, em particular o temido Savrip. Após outras cortesias, despedem-se, e Teerik dirige-se para Worlport sem saber informar o grupo sobre a nave destroçada.

Ao final da tarde o grupo encontra o local do acidente, mas a nave desapareceu! Pelos rastos, parece ter sido obviamente arrastada dali; os rastos são tão claros que são fáceis de seguir mesmo para um batedor não treinado. Mas Fullhouse espia um vulto no cimo dum cerro, e ele e Ansen vão investigar. Não encontram nada nem ninguém, só rochas; Fullhouse regressa ao encontro de Renci e Torin, mas Ansen fica mais um pouco no cimo do monte... E é então atingido por um raios atordoantes, disparados por um atacante escondido no meio das rochas. E quem o ataca? Uma twi'lek de pele púrpura tenta em vão atordoá-lo com o seu blaster, mas não contava com a grande resistência do aspirante a Jedi. Usando a Força, empurra a twi'lek ao chão e usa o seu poder de intimidação para a fazer desistir. Mas a twi'lek desembaraça-se dele e ao empunhar os seus dois sabres de luz, Ansen cria um impasse - "Não te quero fazer mal", diz a twi'lek, que por sua vez aponta o seu blaster a Ansen, "nem aos teus amigos. Quero a rapariga, tem a cabeça a prémio, é procurada pela lei." É, portanto, uma caçadora de prémios...
Mas as tentativas de resolver pacificamente este impasse ("Lei? Qual lei?", pergunta Ansen) apenas resultam na twi'lek a ser atordoada pelo alien da carabina, Torin Dol, que entretanto chega com os outros dois companheiros ao cimo do monte. Toda a gente está algo embasbacada ao ver as estranhas armas reluzentes de Ansen, que rapidamente as guarda, e vira o seu descontentamento para Renci: quem é ela, e porque é procurada por uma caçadora de prémios!? Renci nega saber o que quer que seja, e agora também Fullhouse e Torin exigem saber o que se passa, e que raio são aquelas espadas-laser! Cria-se um momento tenso enquanto Renci se sente acossada e Ansen lhe exige a arma que carrega. É a própria miúda que questiona Gida Luroon (pois assim se chama a twi'lek), e ficam os heróis a saber que Renci á procurada pelos Bomu, que o prémio é de 600 créditos - uma ninharia - e que Gida nada sabe das motivações dos rodians; era apenas mais um trabalho. "E então, vão-me matar ou deixam-me ir embora?", pergunta, desafiante. E (sem armas), os heróis lá a deixam ir.

No meio de um ambiente pesado, o grupo retoma as buscas da nave. Renci está claramente amuada, talvez magoada pelas suspeitas de Ansen e dos outros e confrontando Ansen com as revelações de Gida, pelo menos consegue que este lhe devolva o blaster, como prova de confiança.

Já ao cair da noite, o grupo chega à vista duma cratera na base da qual pastam dois banthas e no cimo da qual se vislumbra uma grua. Fullhouse não detecta nada à vista e o grupo avança para junto da base da cratera, onde se conseguem ver, entalhados na rocha, uns degraus que levam lá para cima. A nave foi claramente arrastada até aqui pela parelha de banthas, e depois usado o guincho para a erguer para o cimo da cratera. E lá seguem os heróis pelo caminho óbvio, começando a trepar a parede rochosa ao longo dos pequenos degraus de pedra.

A meio caminho, como já se estava a à espera, os donos dos banthas começam a atacar os heróis com... arcos e flechas!? Estão a ser atacados por simplórios primitivos, pelo menos dois! Torin despacha um a tiro de carabina, enquanto as flechas voam em redor da cabeça de Ansen, que lidera o cortejo pelas escadas acima. O outro, ferido por Fullhouse, grita o alerta. Renci, a quem foi dito para ficar lá em baixo, saca do blaster e desata a subir a parede da cratera. Toda a gente se apressa a chegar lá acima.

Ansen é o primeiro. Que vê ele? O interior da cratera é um ferro-velho, e no canto perto da grua jaz um velho Z-95 coberto em parte por uma grande lona... um pouco mais longe vêem-se armadas uma série de velhas tendas de campanha, e depois é sucata e mais sucata. Dois indigentes, armados de lanças, carregam sobre Ansen, que saca dos seus dois sabres de luz e num ápice fere um no peito e braço e mata outro trespassando-o com a letal lâmina de energia. Ao mesmo tempo, Torin arruma de vez o segundo arqueiro.

De uma das tendas sai então o óbvio líder dos saqueadores, um trandoshan de pele verde e dois metros de altura, grandes brincos nas orelhas e enorme blaster nas manápulas. Com ele vêm mais dois gandulos de lança. Com um só tiro certeiro derruba Ansen, que fica estendido no chão com fumo a sair do peito! Mas o seu urro selvagem de vitória é abafado pelos estertores da morte: do cimo da beira da cratera, Torin e Fullhouse fuzilam o trandoshan a tiro. E Renci, logo atrás, abate o guerreiro já ferido. Os dois restantes, olhando para o corpo sem vida do seu chefe e dos seus companheiros, largam as lanças e rendem-se, mãos na cabeça.

Enquanto Torin e Fullhouse se preparam para lidar com os prisioneiros, Renci corre para Ansen, a recuperar do choque, e administra-lhe os primeiros socorros - e parece ser bastante proficiente. Apesar dos esgares de dor, o estudante da Força sente-se melhor. Foi por pouco...

E é assim que a noite e seu manto escuro finalmente caiem sobre esta paisagem árida em Ord Mantel. Mas é lá em cima, à órbita rosada do planeta, indiferente a estes pequenos dramas, que chega uma outra, bem pior, escuridão...
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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Force Push

Descobri a regra escondida no site da WotC (e, modéstia à parte, acho que esgalhámos bem o improviso):

Force Push: You can physically shove your target in addition to Force Strike's normal effects. By spending 4 vitality points (instead of the normal 2 vitality point cost of Force Strike), your target is pushed 2 meters directly away from you and knocked prone on a failed Reflex save. For every 5 ranks you have in Move Object, the target may be pushed back an additional 2 meters. In addition, the target gets a +4 bonus to its Reflex save for every size category greater than Medium, a –4 penalty to its Reflex save for every size category smaller, and a +4 bonus to its Reflex save if it has more than two legs or is otherwise more stable than a normal humanoid. In all other respects, Force Push functions the same as a normal use of Force Strike.

If the target hits an obstacle in its path, it lands prone in that square, and both the target and the obstacle take damage as if the target were a falling object that was dropped a distance of 4 meters (1d6 points of damage and DC 15 Reflex save to avoid for a Medium-sized target; see Table 12-22 in the Revised Core Rulebook). If the obstacle makes its save to avoid being struck, the target continues moving in a straight line until its maximum distance is reached and it lands prone in that square.
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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

boas

tenho a dizer k não houve 1 unica sessão de SWd20 k eu não gosta-se,e esta foi + uma.teve tensão entre pc's,npc's.....luta e divertimento geral.......

não me posso despedir sem referir o Lord Ariakas\gill "fullhouse" k esteve em grande com

tiradas geniais.....(force pull e force push)

 

 

fikem bem e até á proxima sessão

 

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

Sessão IX

A poeira assenta na pequena cratera: as feridas de Ansen Gallis não são graves, umas escoriações e umas costelas rachadas, nada que uns dias de descanso não curem. Enquanto Renci Tosh se encarrega do ferido, Torin Dol faz algumas reparações breves no Z-95 da rapariga; em pouco tempo está em condições de voar, e Torin sugere ir até à plataforma onde se encontra a Firefly, voltar à cratera e regressar com todos a bordo, poupando assim muito tempo e aborrecimentos. Depois, com calma e melhores condições, poderá dedicar-se aos reparos com mais atenção.
Enquanto Torin voa até à plataforma 27, Gil vasculha o acampamento à procura de algo valioso, mas apenas encontra água e comida, mas nada de real valor. Mas, sem que ninguém se tenha apercebido, entre as reparações improvisadas e visitas à sucata espalhada no acampamento, Torin Dol deu de caras com um pequeno cofre selado numa escotilha escondida numa peça de nave há muito abandonada; o cofre contém o selo de Jabba, um hutt que é líder de um infame cartel criminoso! Torin decidiu ficar com o cofre e mais tarde logo ver se o abre ou não. Por agora fica escondido...
O kel dor voa direito a Worlport, aterra no espaçoporto ao lado da Firefly e regressa para buscar os seus companheiros. A tempo do jantar, hora local, o grupo regressa à sua plataforma, onde descansa também o pequeno Z-95, um anão perto da nave dos heróis.
Gil decide ir jantar e gastar mais uns créditos ao jogo, enquanto o restante grupo fica para trás, reparando o pequeno caça. Renci Tosh, agradecida, paga os merecidos 500 créditos ao grupo, que a convida a pernoitar na nave, pois há espaço de sobra e é mais seguro; afinal, os Bomu ainda andam por aí!
Enquanto o kel dor se afadiga com o Z-95, Gallis, sempre desconfiado, esgueira-se ao cockpit da Firefly e tenta entrar no mainframe para descobrir algo mais sobre o grupo de heróis com quem se viu forçado ao convívio. E é nestes preparos algo suspeitos que é surpreendido por uma voz feminina: "Então, já encontraste o que procuras?", pergunta Renci, à porta do cockpit...
A jovem senta-se com Gallis e ambos têm uma "pequena conversa", em que ambos declaram a sua mútua antipatia pelo Império e respectivos passados obscuros. Gallis pede a ajuda de Renci para saber o que se passa com as forças imperiais, e esta, acedendo à holonet local, descobre entre outras coisas, um prémio bastante antigo de 5000 créditos sobre a cabeça de Ansen Gallis, datado do final das Guerras Clone, por associação com os Jedi... e mais recentemente, da chegada há poucas horas de um Star Destroyer Imperial ao sistema. "O Império não presta visitas de cortesia...", diz Ansen Gallis. Decidem que têm de sair de Ord Mantell o quanto antes.
Entretanto, nas suas reparações, Torin dá de caras com algumas informações estranhas guardadas na memória do computador de bordo do Z-95, que parecem implicar Renci em algo subversivo contra o Império: pelos vistos, o objectivo da sua visita a Ord Mantell é a busca de informações guardadas por um tal de Boxer. As informações são, aparentemente, o fruto de espionagem industrial ao Império e para serem usadas contra este. O kel dor fica algo perturbado com isto.
E é precisamente isto que Renci Tosh conta a Gallis no cockpit da Firefly: o seu empregador é um activista anti-imperial e ela vem na demanda de importante informação que poderá ser usada contra o Império. Ambos saem da nave e dirigem-se a Torin, e após uma conversa todos aceitam, cada qual pelas suas razões, recuperar as informações guardadas por esse tal Boxer e sair do sistema o quanto antes.
Os três dirigem-se então para o sector industrial de Worlport, onde fica a morada de Boxer. Chegados lá, já noite cerrada, dão de caras com uma zona velha repleta de sucateiros, sendo o de Boxer apenas mais um, um empório de peças usadas. O velho sucateiro é um homem já de alguma idade, barbudo, algo rezingão, que aceita recebê-los quando se identificam como sendo Renci Tosh & acompanhantes. O seu ferro-velho está repleto de relíquias, algumas das quais são velhos droides de combate ainda funcionais (e altamente ilegais). Boxer leva os heróis para o seu bunker, um complexo subterrâneo totalmente minado, que ele ameaça fazer explodir ao mais pequeno sinal de interesse imperial. Na sua sala de controlo os três são confrontados com a visão bizarra de uma mistura de velha barraca de sem-abrigo (com colchão bolorento, petromax seboso, roupa estendida numa corda a secar...) e sala de sistemas altamente sofisticados e complexos, dominada por enorme consola, mainframe e dezenas de monitores debitando informação e monitorizando comunicações civis, militares e afins. Um centro nevrálgico de comunicações e espionagem, em outras palavras... e por todo o lado, cargas explosivas de demolição prontas a ser activadas com o toque de um botão.
Que querem eles então? As informações pedidas pelo empregador de Renci Tosh, o senhor X. E o velho Boxer sem hesitar passa a Renci um datapad com o que pretendem. A situação é algo surreal, mas ainda fica mais estranha quando, alertado por uma discreta cotovelada da rapariga, Ansen Gallis repara numa velha armadura de stormtrooper pendurada a um canto, suja e desmazelada! Gallis fica enervado, confronta o velho, "Quem és tu, velho, e que faz ali aquela armadura!?". E é assim que todos ficam a saber que Boxer não passa de um velho clone veterano das Guerras Clone. Um velho clone mais apegado ao seu general jedi que à sua indoctrinação e que se tornou marginal após o final da guerra. E é por causa de Ansen Gallis, que ele reconheceu graças aos sabres de luz, que este velho clone se presta a ajudá-los. A galáxia precisa de justiça. É preciso pôr cobro à tirania do Império. Mas antes têm de encontrar um tal de Uron Gal, diz-lhes o velho, ele tem a outra metade da informação. Questões de segurança.
Torin e Renci estão surpresos e confusos: Jedi? Clones? Despedindo-se de Boxer, o grupo encontra-se de novo na noite de Ord Mantell, e Renci não pára com as suas perguntas insistentes a Gallis: "Sim, sei quem eram os jedi, e conheço esse Uron Gal, era... um colega... julgava-o morto.", diz ele, que parece tão surpreso com estas novidades como os outros. E segundo Boxer o tal indivíduo trabalha no Lady Luck, o maior casino de Ord Mantell.
Seguindo para o casino, um palacete imponente no centro de Worlport, os heróis perdem-se no meio da multidão à procura de Uron Gal, que acabam por encontrar no piso superior, um clube decadente e exclusivo dedicado aos prazeres físicos. E é no meio de dançarinas exóticas que Ansen Gallis põe os olhos em cima do seu antigo companheiro, agora um homem gordo e algo decadente, de trajes caros e jóias reluzentes. Uron Gal fica lívido com a presença de Gallis, leva os heróis para uma sala VIP e, nervosíssimo, pergunta-lhes o que querem e o que fazem ali. E como é que Gallis ainda está vivo, pois pensava que todos os seus antigos irmãos haviam sido massacrados!? Ninguém está mais chocado que Ansen Gallis, que não reconhece o seu velho colega neste homem gordo e assustado...
O grupo percebe que Uron Gal não tem esperança para o fim da tirania imperial, mas que ajuda no que pode, contrabandeando foragidos ao Império e passando informação sensível aqui e ali, tal como agora lhes fornece a segunda metade da chave para a informação que carregam; Gallis, por seu lado, percebe que o seu velho amigo perdeu a fé na Força e no Código Jedi.
Gal escolta então os heróis para fora do casino usando as entradas de serviço, e quando estavam para se despedir, lembra-se que se esqueceu de parte importante da informação em sua própria casa, e contrafeito leva-os até lá no seu luxuoso landspeeder. É noitinha quando chegam a um adormecido bairro residencial de classe. Entram em casa de Uron Gal, que sobe ao seu quarto para recuperar a informação. Quando desce, apenas tem tempo de a dar a Renci Tosh antes de uma grande explosão rebentar a porta de entrada! Agindo por instinto, Gallis agarra a rapariga e salta pela janela para a rua, enquanto Uron Gal grita "Pelas traseiras!", seguido de Torin Dol e respectiva caçadeira em riste. Stormtroopers irrompem disparando através do hall de entrada; Tanto Torin como Gal escapam por um triz pela cozinha, entre trocas acesas de tiros de blaster, deixando alguns "rapazes de branco" estendidos ao longo dos corredores. Na cozinha Torin dispara sobre o detector de incêncios, desencadeando uma chuva de pó químico que tudo ofusca, e assim passam para o jardim das traseiras. Já lá fora, entre as sebes, são seguidos por mais stormtroopers, e uma pequena batalha campal tem lugar no meio das roseiras exóticas, e mais stormtroopers ficam caídos no solo. Enquanto isso, no outro lado da casa, Gallis e Tosh vêem-se confrontados por um agente imperial à paisana (que esperava à porta). Quando repara nos dois, dispara sobre eles, mas a carga de Gallis deixa o homem no chão, gritando de dores sem uma mão, decepada pelo sabre de luz.
E o grupo reúne-se de novo em plena rua, a vizinhança já em sobressalto, pessoas na rua em robe, sirenes de polícia a ouvirem-se ao fundo... suando em bica, Uron Gal enfia toda a gente no seu landspeeder e arranca dali para fora a toda a velocidade. "Somos procurados, tremos de fugir imediatamente. Para o espaçoporto...". Durante a curta viagem a grande velocidade pelas adormecidas ruas de Worlport, Gal contacta os seus associados e manda-os destruir todos os seus documentos; é cada um por si, agora que o Império aí está à porta. Apenas não consegue contactar o velho Boxer - apenas estática responde aos chamamentos.
Chegados à plataforma 27, os heróis sabem que Del-Pal-Tu e Gil "Fullhouse" estão a bordo. Apenas Razak está incontactável. Ficará para trás, desta vez, não há mais tempo... Avançam rapidamente para a plataforma, e Renci dirige-se para o seu Z-95: "Encontramo-nos em órbita!". Torin segue rápido para a Firefly para iniciar os preparativos de descolagem. Uron pára Ansen antes de embarcarem: "Que vais fazer agora? Que vamos fazer, Gallis?". Mas Gallis não tem tempo de responder: "Sentes isto, Gallis?", diz Uron Gal, uma expressão de preocupação a vincar-se no rosto, seguida de outra de terror absoluto. Pois em direcção à plataforma de voo dirige-se uma sinistra figura de negro, alta e imponente.
Rápido, Uron Gal vira-se para Gallis, o terror nos olhos negros misturado com uma nova e estranha determinação: "Vai, Ansen, agora é a tua vez. Vai!! Vai!!!". E com isto empurra o seu velho companheiro e fecha a porta do hangar.
Ansen, apanhado de surpresa, apenas tem tempo de ver a figura de negro avançar ameaçadoramente brandindo um sabre de luz vermelho como sangue, enquanto Uron Gal, em postura de defesa, empunha o seu, verde esmeralda. Naquele segundo de silêncio antes da porta blindada se fechar por completo, Ansen Gallis não se esquecerá da respiração metálica e pesada da figura de negro e do seu elmo qual caveira preta reflectindo os brilhos dos sabres de luz prestes a chocar: "MORRERÁS AGORA, JEDI...".

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Pouco tempo antes...

O oficial de comunicações havia sido muito claro. E apesar do registo impecável no governo militar de Ord Mantell, Jon Carand, comandante da guarnição imperial, estava preocupado. Haviam os rumores, havia o sussurar medroso de nomes que inspiravam respeito e terror, nos tempos da academia, em Carida. Ficara no ar uma indefinível sensação de preocupação misturada com... sim, seria isso?
Terror.

O oficial de comunicações havia sido muito claro: daí a sete horas-padrão, saltaria do hiperspaço Exactor, o Star Destroyer particular do Executor Imperial, Lorde Darth Vader.

(...)

A hora aproxima-se. O seu oficial de comunicações acaba de o informar que o Exactor acaba de chegar ao sistema. O shuttle de Vader está a caminho da superfície, de Worlport, onde a guarnição imperial tem o seu QG. A noite está calma, mas na plataforma de aterragem Jon treme dentro do seu uniforme. De frio? O shuttle aproxima-se. A guarda de honra de vinte stormtroopers coloca-se em sentido ao aterrar da nave, e com a rampa de acesso descida ouvem-se os sons metálicos de botas pesadas. Emergindo da escuridão do interior da nave surge a figura imponente de Lorde Vader, armadura negra reluzindo sob os focos leitosos dos projectores e capa esvoaçando com a brisa que agita a noite mantelliana.

"Lorde Vader, este é um prazer inesperado!", Jon Carand sente o frio glacial que irradia deste ser, sente a presença indefinível que ouvira em rumores, e mesmo a sua alma militar dura e treinada encolhe dentro do peito. "Espero poder ser capaz de o auxiliar no que for preciso.". "DEIXEMOS OS GALANTEIOS E FORMALIDADES, CAPITÃO. ESTOU AQUI PARA OBTER RESPOSTAS. RESPOSTAS ACERCA DO VELHO CLONETROOPER E DO SEU ANTIGO GENERAL, NEB GORIUN.". A respiração pesada e a voz metálica fazem arrepiar os cabelos da nuca do oficial. Nunca na sua vida temeu criatura alguma, da sua ou de outra espécie. Mas o que tem à sua frente não é um homem. "Evidentemente, Lorde Vader. Mas vamos abrigar-nos do vento e dirigir-nos ao centro de comando?". Enquanto Jon fala, a figura sinistra dirige-se às escadas da plataforma e já segue em frente quando o oficial retoma o passo, ao seu lado, ambos flanqueados pela guarda de stormtroopers. Não se vê um único civil à vista.

A ida até ao centro de comando é feita rapidamente. E em absoluto silêncio. Apenas aquela respiração pesada, metálica, sofrida, enche o ar, para além do vento. O nó na garganta do capitão adensa-se... O cortejo é recebido no centro de comando por toda a guarnição. No meio das continências, o comandante e Vader dirigem-se para os
escritórios pessoais de Jon Carand. Enfim sós, consegue Jon gracejar com o que lhe resta de cinismo. A porta fecha-se, e o mundo exterior parece agora uma memória
distante. Vader, sem se sentar, vira-se para o oficial, dedo em riste: "ESPERO AGORA, CAPITÃO, SABER PORQUE RAZÃO FOI DESTRUÍDO TODO O COMPLEXO DO ANTIGO CLONE."

O momento da verdade. Jil Carand inspira fundo, e chama a si todo o
seu treino nas forças especiais. "A nossa procura do clone Boxer requereu esforços consideráveis, milorde. O complexo onde se escondia estava armadilhado, e parece ter obtido ajuda inesperada por parte de um grupo de sabotadores e contrabandistas. Apesar de tudo, as nossas indagações levam-nos a crer que possui um antigo associado aqui em Ord Mantell, provavelmente em Trader's Quarter. Temos agentes do ISB a tratar do assunto neste preciso momento. "E QUANTO AO CLONE? REVELOU ALGUM INDÍCIO DO PARADEIRO DO SEU GENERAL JEDI?". A referência de Vader à antiga ordem mística da Velha República deixa o comandante desconfortável. Que tem a sua missão em Ord Mantell a ver com esses antigos charlatães? Mas pelos vistos poderá explicar certas coincidências... "O clone Boxer foi emboscado por uma patrulha
de stormtroopers. O velho clonetrooper foi uma das baixas, lamento informar... Mas uma busca exaustiva do que restou do ferro-velho onde tinha a base permitiram descobrir os indicíos de que lhe falei anteriomente, de um cúmplice em Trader's Quarter. E pelo que o ISB conseguiu indagar neste pouco tempo, será esse cúmplice ele próprio... um
antigo... associado jedi.". Estas últimas palavras caem no mais profundo silêncio. De mãos enluvadas no cinto da sua formidável armadura, Vader nada diz, limitando-se a fitar Jon Carand detrás do seu impenetrável elmo negro.

Passa-se um minuto, marcado pelo respirar penoso, mórbido, do executor do Imperador.
Então, bruscamente, Vader dirige-se para a porta. Sem parar, as suas palavras de despedida são as seguintes: "OS SEUS ESFORÇOS, CAPITÃO, NÃO FORAM AFINAL UMA TOTAL PERDA DO MEU TEMPO. QUERO O CONTACTO DOS SEUS AGENTES EM TRADER'S QUARTER. ELES QUE SE PREPAREM PARA A MINHA CHEGADA. DESTA VEZ, SINTO A PRESENÇA DE JEDI.".
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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Partes boas: Excelente

Partes boas:

Excelente sessão, diverti-me imenso e adorei todas as partes de tensão que se geraram no jogo com o aparecimento de vários elementos do passado genérico do Ansen; é mesmo deste tipo de elementos no jogo que adoro explorar, este tipo de questão que nos encosta à parede e faz pensar no que é mais importante; espero que o Tiago tenha o mesmo tipo de oportunidades!

Provavelmente terias posto este tipo de tensão no jogo sem eu ter falado contigo, mas de qualquer maneira foi uma excelente adição.

Em retroexpectiva, isto fez-me lembrar o Force Unleashed: não é exactamente Star Wars (falta-lhe talvez um pouco mais pulp, mas isso de certeza que virá no futuro), mas tem todos os elementos familiares para ainda assim ser reconhecível à primeira vista.

Partes menos boas:

O sistema. Eu sou daqueles que acha que o sistema é realmente importante, e o D20 não é sistema para jogar Star Wars, na minha nada humilde, mas muito honesta, opinião. Está tudo escalado e nivelado, pede um mapa de batalha para os combates (mesmo não sendo a edição Saga), e não reflecte o que se vê nos filmes com os heróis a derrotar dezenas de stormtroopers como se fossem mooks - daí as minhas expectativas saírem tantas vezes goradas, porque a referência que tenho são os filmes.

A viagem de comboio. Nós, os jogadores, não tivemos real influência no desenrolar da narrativa, e acho que devemos apontar o dedo ao sistema, mais uma vez, que não permite qualquer influência dos jogadores na história para além das decisões tácticas que tomam nos combates. Julgo que o teu próprio gosto também corre todo nessa veia, mas nesse caso era bom que os combates fossem de facto nivelados para que houvesse escolhas reais, e não só como abertura em crescendo de tensão para o Darth Vader brilhar no final... o que dito assim parece uma coisa má, mas aí aponto o dedo ao setting: cheio de personagens canónicas, é complicado alterar-lhe a história sem parecer que se está a fazer batota. Luke Skywalker há só um.

O GM. Calma! O Pedro é um excelente GM! Este ponto serve só para demonstrar que o sistema D20 é tão mau que o Pedro se vê obrigado a ignorar partes do mesmo (combates?)! E a parte do Boxer deixou-me um amargo na boca. Mas, como já disse, julgo que foi pelas minhas referências: os Jedi escapam SEMPRE por um respiradouro.

Em conclusão:

Pesando tudo, ainda acho que foi uma excelente tensão. Eu detesto o sistema D20 e quando mais vezes o enrabar melhor, e se ainda por cima me divertir a jogar da maneira que mais gosto (com as tais decisões complicadas) vou sentir-me como um puto que acabou de receber uma PS3 completamente artilhada e com os jogos todos. Ainda estou à espera da revelação ao ex-stormtrooper que o Ansen Gallis é um Jedi. ;-)

Que a Força esteja convosco!

--~~--

Visitem o Ideonauta, um blog sobre roleplay!

Não te metas comigo, camarada; tenho n avisos à navegação, alguns deles em público, e não tenho medo de os

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

boas..

bem eu para não variar gostei da sessão

 

ao contrario do meu colega acima eu na sou tão analitiko.

rui nenhum de nos se compara ao luke skywalker ou a kualker outro

heroi......isso foi subentendino no inicio da campanha,por isso todas as referecias k

fazes em relação ás nossas acções não corresponderem ás tuas referencias não

fazem muito sentido....mesmo assim 2 jogadores + um npc demos cabo de 5\6

stormtroopers + o oficial sem sermos feridos!!!!isso ja não é dizer pouco.

 

em relação ao resto.....bom tipico rui(isto não é ofensa,ele sabe)eu tambem gosto

de alguma profundidade dos persos,mas não passar a vida nisso

 

em relação ao famoso "apita o comboio"é assim apartir do momento em k se

aceita uma missão os persos perdem bastante o controle e são levados pelos

acontecimentos.

 

enfim ja me alonguei muito + do k keria.....até á proxima sessão....a ver se com +

persos envolvidas nestas xelentes aventuras

 

ps:kuase me eskeçia,GM akele comentario complementar á sessão esta muito bom

 

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

Vou só endereçar isto hoje

Vou só endereçar isto hoje porque me parece relevate, dado ser hoje que jogamos e as coisas já amadureceram um pouco mais na minha cabeça:

Nos filmes, os stormtroopers caem como tordos. No jogo, os stormtroopers ficam feridos. Percebes a diferença? Além disso, o Skywalker rebentou uma DeathStar, duas vezes. Não consigo quantificar o nível dele (em nenhuma das ocasiões), mas parece-me que por os stats dele em termos D20 é estar a ofende-lo, no mínimo. Quando é que nós vamos rebentar com uma DeathStar? Provavelmente nunca, mas isso só o Pedro pode responder com toda a certeza, e imagino que não seja já no 4º nível. [também podes dizer que o Skywalker teve sorte aos dados das duas vezes, mas isso também me parece ridiculo]

O meu gosto pela profundidade dos personagens não se reflecte mecanicamente em nenhum dos jogos que estou a jogar agora. Não há nada nos jogos que me dê uma vantagem/desvantagem mecânica por jogar o meu perso de uma maneira ou de outra..., tirando os pontos de Dark Side, que ainda não sei como funcionam, mas até à vista me parecem ser algo meta que se poderá tornar engraçado; a ver. O sistema D20, muito mais virado para o combate, não endereça de maneira nenhuma este tipo de jogo; até o True20 e o MnM têm mecânicas para isto (vide Hero Points et al). Isto que jogamos, simplesmente não tem.

Depois, e se calhar clarificando o meu ponto do comboio, o final da sessão já estava pré-estabelecido; é como a aventura dos piratas, se nós não fossemos por ali, algo mau acontecia, e esse algo mau era a campanha acabar. Que influência é que nós temos na coisa? Nenhuma. Nós estamos lá para nos divertir-mos com aquilo que o Pedro nos dá, e para juntos colaborarmos para tornar isso mais divertido. A mim, no entanto, soa-me a pouco; se calhar podíamos estar a fazer a mesma coisa com outros personagens e a aventura iria acabar da mesma maneira, não sei (a dos piratas iria, garanto-te)[já agora, pegando novamente no exemplo do MnM, podes ganhar Hero Points se te puseres em sarilhos: ou seja, tendo influência na história - o mesmo não se passa aqui].

Não quero mandar abaixo o excelente trabalho do Pedro, embora seja isso que parece; acho que o Pedro, de todas as conversas que tenho tido com ele, é das pessoas que mais vive o rpg que conheço, e o universo Star Wars é realmente das coisas que ele mais adora, como o demonstra pelo bom trabalho que desenvolve e pela dedicação que demonstra, mas também acho que o D20 não é a melhor coisa para jogar o tipo de jogo que eu quero, e que se calhar ele também quer!

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Visitem o Ideonauta, um blog sobre roleplay!

Não te metas comigo, camarada; tenho n avisos à navegação, alguns deles em público, e não tenho medo de os usar!

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

boas..

depois de ponderar uns dias,decidi não continuar esta troca de post's,por varias razões:

esta discussão é velha,ja mais k repetida,e eu não kero isto aki neste post....este post serve para

session report's,e comentarios adicionais e sobre a campanha de Gm e jogadores

 

ainda assim posso terminar por dizer k a minha visão continua diferente da tua

e em nada mudou!!!!

fikem bem e k venha a proxima sessão

 

PS:bom contrariando um pouco o k acabei de escrever acima(mas visto k "o mal ja esta feito")peço a kem

acompanhe esta campanha neste post,se se kiserem juntar ao grupo por favor contactem o tunas...ou eu,obrigado

 

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

boas..

é com muito gozo que anuncio que a campanha da Tempest volta a ser jogada

 

com novos jogadores mais um velho sobrevivente a campanha volta á vida bastante tempo depois

 

report's se seguiram e as apresentações tambem!!!

 

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

Sessão X

A entrada da Firefly na órbita de Ord Mantell é acompanhada do despacho do star destroyer Executor: "transporte espacial Firefly, desligue todos os sistemas e prepare-se para ser abordado"; Renci Tosh, no seu pequeno Z-95, apenas tem tempo de deixar as indicações por rádio: "Torin, encontramo-nos aqui de novo dentro de 30 rotações!!" e ambas a naves entram no hiperspaço, já à vista dos caças TIE que se aproximam a grande velocidade...

Um dia e meio de hiperspaço deixa algum tempo para Ansen Gallis, Torin Dol e Gil "Fullhouse" discutirem as suas opções - o já meditabundo Gallis decide ficar-se pelo próximo porto espacial. A sua presença, conhecida do Império, coloca em perigo os seus companheiros, e decide mais uma vez passar à absoluta clandestinidade, solitário... A Firefly sai do hiperspaço no sistema de Iridonia, o lar dos Zabraks, pois um velho mentor de Torin Dol vive e tem o seu negócio no planeta. Mas, ironia do destino, a fuga de um star destroyer é seguida de uma recepção imperial em Iridonia; o sistema está de quarentena e ocupado pelas forças imperiais! Uma revolta zabrak acaba de ser esmagada... o planeta ocupado e interdito. Todo o tráfego espacial está a ser redirigido para uma das estações orbitais ainda em funcionamento, Z3 Point.

Após uma inspecção de rotina mas minuciosa por parte duma patrulha imperial, a Firefly é permitida acostar à estação orbital, apinhada de refugiados e viajantes tresmalhados. Aí, Ansen despede-se dos companheiros, e desaparece na multidão: "Que a Força seja convosco...".
Gil e Torin procuram durante horas por Aril Nunb, o sullustan antigo mentor do kel dor e velho contrabandista. Começando a recear que o velho alienígena tenha ficado retido na superfície do planeta, ou que algo pior lhe possa ter acontecido, os dois acabam por encontrá-lo numa das apinhadas cantinas da estação. Emocionado por ver o seu velho pupilo, Aril Nunb conta-lhes o drama da história da ocupação de Iridonia. Mas adiante com negócios. Torin precisa de tripulantes para a Firefly, e Aril sugere dois antigos "colaboradores", Teneb de Bothauwi e Garduffulah (um wookiee) que quem Torin se recorda vagamente dos seus tempos em que ainda era um dos operativos de Aril Nunb. Os dois têm razões para fugir ao Império, os dois foram criados nas ruas com um background de espaçoportos, gangues e contrabandistas. O seu paradeiro? Sriluur, o principal planeta da Sisar Run, perto do Espaço Hutt.

Preparando-se para a partida para Sriluur, Torin é confrontado com a decisão de Gil: deixar a Firefly e rumar a outras aventuras: cansa-lhe a companhia de não-humanos e a aridez do Outer Rim. Torin Dol, após as partilhas e sem muito dinheiro nem perspectivas, vê-se assim sozinho com a Firefly. E ruma para a Sisar Run.

Chegado a Sriluur, o planeta natal dos weequays, uma espécie vassala dos hutts, Torin aterra em Meirm City, uma das principais (e únicas) metrópoles do planeta, árido e pouco hospitaleiro. Fica a saber, através da holonet local, que um conflito entre os colonos houks e os nativos weequays está a ter lugar um pouco por todo o sistema, com atentados terroristas e represálias de ambas as partes. Sriluur é um dos principais pontos da Sisar Run, e por isso local de passagem de grande número de naves dedicadas a comércio legal e ilegal. Os hutts são os senhores incontestados desta região do Espaço. Os hutts... e uma organização criminosa, conhecida apenas como Black Sun.

Torin encontra-se com Teneb e Garduffulah numa das muitas cantinas da zona do espaçoporto. Os três, conhecidos de juventude mas há muito sem contacto, trocam novidades antes de Torin lhes fazer a proposta: precisa de tripulantes, alinham? A resposta é positiva, em particular por parte do wookiee - afinal o Império decretou há pouco tempo que toda a raça dos wookiees é agora escrava, em represália à rebelião armada dos nativos de Kashyyyk, e estão a ser arrebanhados como gado para trabalho forçado. E o wookiee quer andar sempre que possa um passo à frente das forças imperiais.

Já o dia local está a acabar e começa a cair a noite quando os três retornam à Firefly para verem a nave. Depois de uma visita rápida, são acostados à saída (quando rumavam de novo ao centro da cidade) e na própria plataforma por um bando de rodians do clã Bomu. O clã Bomu, aparentemente, apenas quer uma coisa: vingança contra Torin Dol e contra a Firefly pelas acções em Endregaad - o resultado é uma escaramuça encarniçada, curta mas mortal: todos os quatro rodians acabam mortos, à custa de um wookiee ferido mas triunfante! Os problemas surgem depois, quando os proprietários da plataforma manifestam a sua preocupação com quatro cadáveres de notórios foras-da-lei na sua propriedade...

Para resolver a situação, Torin é obrigado a invocar o seu precioso favor junto de Popara, o hutt. Para isso, dirige-se à delegação da Skydove Freight, onde contacta Vago, o hutt através da holonet. E só assim consegue livrar-se de problemas sérios com os donos da plataforma onde descansa, por agora, a Firefly. É que os donos são a XTS Transportes, uma influente e poderosa corporação do Outer Rim comandada pelo príncipe Xizor, tido como uma das mais influentes personalidades deste lado da Galáxia...

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

boas..

foi bom voltar a jogar depois de tanto tempo de paragem!!!

 

príncipe???wtf....tenho de investigar isso!!!

 

boa sessão

 

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

Torin Dol – A vida e aventuras de um Kel Dor

Bom….não sei por onde começar…….sou Torin Dol um Kel Dor.

Piloto, engenheiro, aventureiro e exilado. Recentes acontecimentos fizeram que decidisse gravar a minha historia para que nunca me escape nenhum pormenor e a possa contar em detalhe á minha família e amigos……!

Vou esconder este relato numa sub-rotina do computador da Firefly para que as minhas palavras sejam guardadas em segurança até eu cumprir a minha missão.

Se por azar do destino morrer antes de concretizar os meus planos espero que este log mantenha a minha memória viva.

 Admiro o espaço na ponte da Firefly antes do próximo salto e recordo as coloridas nuvens de Dorin, recordações muito apagadas de um passado distante e muito mais pacífico. Já são muitos os anos que passaram!

Penso no resto da minha família exilada pela ignorância do Império, mas enfim estou a adiantar-me. A minha infância em Dorin foi normal com família, amigos, estudos. Não éramos uma família rica mas sempre tivemos tudo, inclusive alguns conhecimentos de gente importante na sociedade kel dor. Ambos os meus pais geriam uma secção dos arquivos na Biblioteca Nacional de Dor’shan.

Para grande desgosto deles sempre tive um fascínio pela tecnologia e em particular por naves espaciais que sempre me entusiasmaram.

Passava horas a olhar o céu contemplando os transportes espaciais cruzando os céus, admirando as suas formas recortadas contra o sol, sonhando um dia pilotar e quem sabe até reparar um com as minhas próprias mãos.

Tudo correu normalmente até rumores de conflito surgirem no ar. Na altura lembro-me de pensar que era tudo tão longe…!

Os meus pais não pareciam preocupados, acreditavam que a Republica tudo resolveria, mesmo com toda a habitual burocracia e jogos de interesses

O que parecia uma pequena disputa escalou num conflito galáctico.

Lembrou-me de na escola se falar em como seria combater pelo espaço, pilotando naves, comandando exércitos!

Relatos chegavam na HoloNet de droids de combate, exércitos de clones e intervenções dos Jedi Knights, esses guerreiros algo místicos e defensores da Republica.

Durante três anos o combate foi cerrado mas depois……depois….

-Torin, o circuito do Holochess fritou outra vez! Bolas, estava a ganhar….

-vou ver logo que possa o que se avariou Gill….

-ok vou dormir…acorda-me quando chegarmos a Ord Mantell, estou desejoso de testar a minha sorte com profissionais do jogo, e ganhar uns bons créditos….

Raios, a Firefly é demasiado pequena para se ter privacidade…enfim como estava a dizer, depois de uma guerra brutal uma mancha negra envolveu a galáxia….não sei como mas um senador consegui o poder acabando com a guerra e estranhamente com o fim da era dos jedis acusados de tudo o que correra mal com a Republica.

Os relatos eram confusos é certo mas lembro-me de circularem vários comentários por toda Dor'shan sobre as aparentes mentiras que começaram a correr pela HoloNet….o clima estava a mudar, mesmo em Dorin sentíamos que algo ia acontecer porque os alienígenas estavam a ser acusados de tudo….este novo Império parecia decidido a só ter lugar para os humanos.

Em minha casa as notícias circulavam que os Kel Dor como povo nunca aceitariam ser maltratados por este novo Imperador e as suas ideias conflituosas.

Durante um ano nada aconteceu em Dorin, apesar de o clima estar claramente carregado a minha vida continuava, estudado engenharia de naves e princípios de voo! Tudo muito teórico o que me frustrava furiosamente. Até que um dia uma oportunidade de saciar a minha curiosidade surgiu e iria para sempre mudar a minha vida.

Ao voltar de mais uma tarde sonolenta de estudo, reparei num transporte a cruzar o céu em direcção contrária ao Spaceport da capital.

Deslocava-se para os arredores….não resisti e seguia o melhor que pude. Ao chegar a uma clareira claramente marcada por jactos de aterragem, vi um transporte de design antigo, muito sujo com varias marcas de embate por todo o casco.

Ao longe uma figura claramente não Kel dor, visto usar mascara afastava-se em direcção á cidade.

A nave repousava sozinha. Pensei para mim mesmo que nunca teria uma oportunidade tão cedo de ter contacto directo com tal objecto da minha admiração.

Admirei-a de todos os ângulos, até ganhar coragem de lhe tocar! A superfície tinha claramente visto varias reentradas orbitais….a partir desse momento fui levado a investigar cada vez mais fundo, até que depois de muito meditar me lembrei de um acesso externo para a zona de carga neste modelo.

Decidi tentar abrir e para minha surpresa consegui, talvez todas aquelas aulas servissem para alguma coisa, afinal!

O ar lá dentro era pesado e custava respirar mas nada disso interessava, finalmente estava no interior de um transporte espacial, sem ser aquelas ruínas a que chamavam objectos de estudo na escola.

Fiquei tão fascinado que nem dei pelo tempo passar e só despertei do quase transe em que me encontrava quando um zumbido que foi aumentando me chamou a atenção, parecia que os sistemas se estavam a activar. A leve sensação de ar pesado aumentou subitamente e quando tudo começou a escurecer consegui chegar a uma escotilha exterior e ver em rápida sucessão só céu….nuvens e o negro do espaço….pontuado por varias naves em volta de Dorin, e de repente várias silhuetas triangulares com as marcas do Império saíram do hiperespaço e rodearam o planeta, ainda recordo a ultima coisa que ouvi….transmitido em todas as frequências:

-zzzzzzzz….por decreto do Imperador, Dorin esta sobre quarentena….ninguém esta autorizado a sair até novas ordens!

Perdi a consciência no chão da nave. Acordei com um sullustan perto de mim e com uma mascara na cara.

Ele perguntou o que fazia ali? Eu não poderia respirar o oxigénio que circulava pela nave, e ele não fazia ideia de quem eu era. Só disse que veio até ao porão perceber porque tinha um alarme activo e me encontrou por lá inconsciente e quase morto, por sorte ele tem sempre mascaras para Kel Dor’s que fazem negócios com ele. Apresentou-se.

O contrabandista era um velho Sullustan de nome Aril Nunb que logo me tentou tranquilizar dizendo que nada tinha a temer com ele, mas que o meu planeta estava rodeado de naves do Império.

O que diria o velho Nunb se visse a Firefly, ele que pilotava aquele pedaço de sucata espacial que ele chamava nave!

Ainda assim a Sian foi a primeira nave que pisei, e foi o transporte para a minha liberdade.

No planeta que viria a ser a minha nova casa graças á ajuda de Aril, fui aprendendo a sobreviver sozinho. Sempre que podia explorava as terras em volta, com uma curiosidade febril.

As notícias na HoloNet foram escasseando, parecia tudo mais propaganda do que outra coisa qualquer, ainda assim deu para saber que muitos Kel Dor foram exilados para Dorin de vários planetas do Core.

Até que um dia a HoloNet deixou de transmitir, e assim num planeta do Outer Rimm ficamos sem saber o que se passava lá fora, tirando a ocasional visita de Aril, ele que tinha simpatizado comigo pelo interesse embevecido que sempre tive pela sua menina!

Fui sempre aprendendo com ele tudo o que podia, Aril dizia que eu era um talento natural na engenharia e pilotagem, só precisava de experiencia, que foi adquirindo com ele e a sua velha nave!

Anos passaram e nunca me habituei á tristeza de nunca ver Dorin mais uma vez!

Eu nunca aceitaria isso, por ter deixado família para trás, decidi que algo teria de ser feito.

 Iria pelo Outer Rimm fora ganhando experiencia e fortuna usando as habilidades naturais e métodos necessários, para no futuro poder ajudar a minha raça.

Fui com Aril na sua nave durante uns anos, direccionando os Kel Dor que encontrava para o Outer Rimm, um quase pequeno refúgio longe do opressivo Império!

Aril eventualmente ficou demasiado velho para ter o tipo de aventuras que eu criava, e reformou-se.

Não sem antes me dar uns conselhos….deveria tornar-me no melhor piloto possível e arranjar uma nave avançada de modo a conseguir quebrar o bloqueio Imperial e ajudar a minha família - família esta que eu esperava ainda vivesse, e também arranjar maneira de fazer isto tudo sem lançar a minha nave contra um dos dois buracos negros que conviviam com Dorin.

Tive vários companheiros em vários trabalhos, carregar coisas, contrabandear outras mas mesmo aqui no Outer Rimm a influência negativa do Império mostrava-se no tratamento que as minhas tripulações alienígenas recebiam. Decidi passar mais despercebido juntando-me a humanos….nunca acreditei que todos pensassem como o Imperador mas um dos meus novos colegas é um péssimo exemplo da sua raça!

Gil “Fullhouse”, excelente jogador, ainda melhor atirador, os seus ideais eram turvados pelo amor ao Império.

Razak "Blaster", um bom soldado, quando não tem uma garrafa ao alcance, com um passado algo duvidoso.

Vincent Vega, um misterioso fura-vidas, não gostava de falar de si próprio.

Durante um ano o trabalho foi estável, ainda que mal pago, sem grandes sobressaltos ou riscos desnecessários, até que ao aceitar uma missão em Rudrig na Hegemonia de Tion tudo isso mudou.

Mas vai ficar para outro dia…tenho de aterrar….log off….

 

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

Gardufullah

A família de Gardie saiu de Kashyyyk durante a invasão dos Separatistas nas Clone Wars. Tendo perdido tudo, vaguearam pelos maiores antros de escumalha e vilanagem do Outer Rim, fazendo todo o tipo de trabalhos mal pagos que requerem força. Gardie cresceu nas ruas dos piores bairros das piores cidades dos piores planetas. Esteve em gangs onde a sua força o tornava popular e tudo o que aprendeu foi nas ruas entre os maus elementos. Se tem um resquício de honra Wookie, foi porque ouvia as estórias que lhe contava o avô, sobre a sua terra e as guerras. Ultimamente, tem trabalhado como "cobrador de dívidas" e bouncer em diversos antros e casas de má fama. Tipo regra geral bem disposto, gosta de gozar e contar piadas - mesmo quando raros são os humanóides que o entendem. Claro, para potênciais inimigos não há humor: tenta transmitir o ar de maior ameaça que puder - evitou muitos confrontos assim. Não que fuja dos confrontos: o seu bowcaster está ali para despachar os inimigos, assim como qualquer objecto que esteja à mão para lhes esmigalhar os crânios.

 

Sans la liberté de blâmer, il n'est point d'éloge flatteur - Beaumarchais

I don't believe in the concept of "One True Game" - Steve Kenson, Icons

Sessão XI

Após ter invocado o favor de lorde Poppara, Torin e seus recém-companheiros vêem-se agora confrontados com a necessidade básica de ganhar dinheiro. Há que pagar a manutenção (cara) de uma nave esplêndida como a Firefly.

Com os seus dotes para a informação e recolha da mesma, o bom bothan, Teneb, consegue um encontro numa das cantinas mais movimentadas de Meirm City com Bok Gella, um twi'lek empregado da Jatayus Outbound, uma empresa de fretes e transporte de mercadorias baseada nesta zona do Outer Rim. É que o bom twi'lek, um anafado e albino espécime do seu povo, tem um grave problema: precisa de entregar um pequeno mas valioso pacote ao seu mecenas hutt na estação espacial de Nwarcol Point; e as duas naves da companhia escaladas para chegar a Sriluur nesta data ainda não chegaram, e soube há poucas horas-padrão que uma delas foi atacada e tomada pelo notório bando de piratas, o Bando de Anton. Vesse assim na necessidade de fretar os serviços de um independente, e como a reputação da Firefly lhe chegou aos ouvidos, e como reconhece na sua tripulação "amigos de hutts", decide questionar os heróis quanto à sua disponibilidade em fazer o trabalho. Enfim, 4000 créditos é dinheiro, e os heróis aceitam. Afinal, é só entregar um pacote...

Pondo-se a caminho, os heróis partem em direcção a Nwarcol Point, uma estação espacial de vital importância que marca o começo da Sisar Run. Meio dia passado no hiperspaço e saem em segurança no sistema Nwarcol, e chegam à estação espacial, um local muito agitado repleto de cargueiros que percorrem as rotas hiperspaciais de e para o Outer Rim e o Espaço Hutt. Nwarol point é guardada, aparentemente, por um grupo informal de naves militares particulares ao serviço dos diversos consórcios com interesses comerciais na zona, em particular a Corporação XTS. Os heróis ficam a saber ainda que o casino de Nwarcol é um dos principais desta zona do espaço e atrai milhares de viajantes todos os ciclos. Chegados à estação (que, nota Torin Dol, e apesar do muito movimento e aparente prosperidade, se encontra num lastimável estado de conservação e manutenção), os heróis partem à procura do contacto a quem devem entregar a encomenda, um tal duros de seu nome Edon, comerciante/despachante local e representante da Jatayus Outbound em Nwarcol Point.

Decidindo ir até ao casino à procura de informação, o espi..., digo, o angariador de informação do grupo, Teneb o bothan, descobre facilmente quem é este duros, onde são os seus escritórios e os respectivos armazéns na zona das docas.

Chegados aos ditos escritórios, os heróis batem com a porta na cara... ninguém se encontra, aparentemente, por lá. Os vizinhos de outras lojas em redor não sabem dele. Decidindo-se a investigar ("I have a bad feeling about this..."), os heróis entram sorrateiramente no escritório da Jatayus Outbound apenas para encontrarem tudo, aparentemente, no seu devido lugar, mas do duros nem sinal. Mas heis senão quando o perspicaz bothan repara numa mancha de sangue verde atrás de uma secretária; os duros têm sangue verde... os heróis ficam com os seus sentidos eriçados, e vasculham o sítio à procura de mais pistas, até que finalmente se deparam e accionam um hologravador com a seguinte mensagem de um duros que se apresenta como sendo Edon: "Se estão a ler esta mensagem é natural que sejam enviados de Bok Gella, que me avisou que vinham. Espero-vos no armazém 4 das docas, e lamento não poder estar aí para vos receber, mas tenho trabalho inadiável no armazém. Até já."

Armadilha!!, gritam em uníssono os heróis...

E, claro, dirigem-se para os armazéns, ponderando se devem ou não alertar as "autoridades" da estação. Mas as ditas são um bando armado de weeqways, encarregue de manter a ordem (da mesma forma que os seguranças dos clubes nocturnos mantêm a ordem...), que se calhar mais depressa achariam que estavam a mentir ou a preparar alguma tramóia.

E, à grande, os heróis decidem despoletar a armadilha e entrar, sem medos, pela porta da frente do armazém 4, armas carregadas e prontas a disparar. Tocam à porta e são recebidos por Edon (que agora que os heróis percebem estar a ser coagido por alguém, denota claramente ter os nervos à flor da pele), e entram para um armazém de tamanho mediano, parcamente iluminado por meia dúzia de lâmpadas lá no alto no tecto e com grande quantidade de caixas e paletes empilhadas; ao fundo, a uns 50 metros, uma pequena secretária com Edon sentado, um candeeiro fornecendo escassa luz, e o duros a dizer "Por favor amigos, entrem...". Os heróis (agora alertas) reparam imediatamente nas figuras furtivas no cimo dos caixotes à sua esquerda e direita... Teneb tenta esconder-se de imediato pelo lado direito, e Torin e Gardie avançam na direcção do duros, saudando o mesmo como se de nada suspeitassem.

Alguns metros avançados e, a um sinal de Torin, sacam as armas e começa o fogo de artifício! Uma saraivada de fogo de blaster invade o armazém 4, o kel dor lançando-se para a esquerda e o wookiee para a direita, ambos sob fogo de bandidos vindo do cimo dos caixotes. O próprio Teneb, lá mais atrás, é confrontado por um sujeito armado que o ataca esbaforido! Em poucos segundos está tudo acabado: entre os urros do wookiee e o som dos blasters, os heróis despacham os piratas que abatem a tiro (três no total) e que se espatifam no chão, caídos lá do alto da sua posição de emboscada. Teneb também arruma o seu adversário sem problemas. Só o wookiee fica ferido, mas sem gravidade.

No meio do fumo e do silêncio que se abate de novo sobre a cena, os heróis são confrontados pelo líder dos atacantes com o duros refém, uma pistola apontada à cabeça: "Rendam-se ou o duros é um homem  morto!!!", berra o pirata. E num gesto digno dos holovids de acção importados do Core, Gardufullah, rápido como um raio, saca do seu bowcaster e com um único tiro abate o pirata, em cheio na cabeça!! Pow, right in the kisser!

E pronto, os heróis sossegam um Edon em estado de choque que, a seu tempo, relata a forma brutal como foi raptado por estes membros do Bando de Anton (viciados em tempest, como depois Torin verifica), que pretendiam embaraçar e causar sérios problemas à Jatayus Outbound ao impedirem a preciosa encomenda de chegar às mãos de Gardulla a hutt.

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

boas...

bolas,sem duvida k nehuma missão é simples!!!

 

o wookie pareçia o bruce willis lololol!!!

HEADSHOTTTTTTT!!!!!

 

lindo...a  ver como corre a sessão de hoje!!!

 

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

Sessão XII

No rescaldo da emboscada em Nwarcol Point, os heróis recuperam ainda do corpo de um dos piratas do Bando de Anton um datapad com coordenadas espaciais. De regresso a Sriluur, espera-os uma surpresa: Ansen Gallis espera-os no Cais 42 de Meirm City! Torin fica surpreso mas satisfeito por ver o seu antigo companheiro de novo. Ansen explica-se - os seus sonhos e as suas meditações estão povoados com visões da Firefly e do seu destino, e o seu próprio caminho cruza-se com o de Torin Dol. Por isso, após semanas atribuladas numa Iridonia ocupada pelo Império, Ansen conseguiu escapar e, seguindo a Força e o seu instinto, encontrar a Firefly aqui, em Sriluur, capital da Sisar Run.

Após as devidas apresentações ao resto do grupo (que não se conhecem mutuamente) dirigem-se ao Broken Stool em Meirm City, indo ao encontro de Bok Gella que os felicita efusivamente pelo seu sucesso no cumprimento da missão e por terem conseguido frustrar as intenções do grupo de rufias, e ainda terem conseguido salvar a vida de Edon (valioso colaborador da Jatayus Outbound). Bok Gella mostra interesse em continuar a manter os serviços da tripulação da Firefly se estes estiverem dispostos a "ensinar uma lição" a este grupo renegado.

Aparentemente, os perpetradores em causa são um grupo de uma vintena de piratas que, sob a liderança de um nikto chamado Guron, quebrou com os restantes membros do Bando de Anton; Gella suspeita que a razão se prende com a droga tempest, usada e abusada pelos seus membros e, inclusive, já traficada pelos mesmos. Estes indivíduos são particularmente degenerados, mesmo pelos baixos padrões de piratas e salteadores em geral, e escondem-se em Novalek Beacon, um sistema nas imediações da Sisar Run, perto de Sriluur e Nwarcol Point. A estrela no coração de Novalek é um pulsar muito singular, que existe ao mesmo tempo no espaço normal e no hiperspaço, o que faz com que projecte uma sombra hiperspacial particularmente grande, capaz de perturbar as viagens espaciais num vasto raio ao seu redor. E como sistema inóspito e de difícil navegação que é, esconde muitos daqueles que preferem fugir à lei. E é aqui que este ramo do Bando de Anton se esconde. E as coordenadas que Torin Dol tem em seu poder são, precisamente, algures em Novalek Beacon...

Após negociações rápidas à mesa do bar, Gella acaba por concordar em oferecer aos heróis 10.000 créditos (2.000 em hardware e de avanço) mais quaisquer despesas com reparações da Firefly, se os heróis terminarem de vez com as depredações deste grupo. E os heróis, por sua vez, aceitam...

De partida no dia seguinte, a Firefly dirige-se para Novalek Beacon.

O meio dia de salto hiperspacial decorre sem eventos; é à saída, prematura, do mesmo, que os problemas começam: o alarme de colisão accionado, a Firefly é despejada do hiperspaço no meio de um campo de asteróides!! É apenas graças à habilidade enquanto piloto de Torin Dol que a nave consegue emergir (não totalmente incólume) deste sarilho. Uma hora depois, já a caminho das coordenadas dentro do sistema onde supostamente se encontrará o covil dos piratas (e durante a qual Gardie procede a algumas reparações resultantes dos impactos de meteoritos), são atacados por uma nave estranha, um transporte ligeiro KDY Runner 8 altamente modificado que parece surgir do nada, pintado de forma berrante e de seu nome Glorious Ride!!

O combate espacial é muito equilibrado, i.e. ambas as naves se despedaçam mutuamente a tiro de canhões laser, blasters e cargas iónicas; os estragos da Firefly não são desprezáveis, mas consegue, graças à superioridade do seu poder de fogo (e à excelência da sua tripulação - com Teneb nos sensores e comunicações, Gardie e Ansen manejando os canhões laser e o capitão Dol no comando!), neutralizar a nave inimiga e abordá-la, após um pedido formal de rendição. Acostando, as duas naves agora ligadas como dois insectos gigantes a flutuar no espaço, os heróis abrem a escotilha e penetram no casco escuro e silencioso da nave inimiga. O grupo de abordagem é composto por Teneb o bothan, Gardufullah e Ansen Gallis; Torin fica no cockpit da Firefly. Os heróis exploram a zona de carga da Glorious Ride e ficam chocados com a quantidade de sangue espalhado pelo convés, e pelas jaulas imundas cobertas de trapos, desprovidas de ocupantes mas incriminadoramente repletas de excrementos e restos de comida... o cheiro é fétido, quente e enjoativo; a nave tem apenas luzes de emergência a funcionar, e está bastante danificada pelo combate com a Firefly. Chegados ao corredor que leva ao cockpit, os heróis são surpreendidos e envolvem-se num tiroteio com a tripulação pirata, composta exclusivamente por weequays; Ansen e Gardie aguentam bravamente o tempo suficiente para Torin chegar até eles, tomando ainda conta de um Teneb ferido. Entre mortos e neutralizados os heróis ganham controlo da nave e fazem três prisioneiros (duma tripulação de oito).

E agora? No rescaldo da batalha, e após interrogatório a um dos prisioneiros (todos, sem excepção, são viciados em tempest), os heróis declaram a nave segura.

E agora, opções? Regressar a Sriluur? Continuar em frente numa Firefly danificada e penetrar no antro dos piratas?... que surpresas maiores os esperarão aí?

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

EU NÂO SOU CAPITÂO......

brincadeiras á parte para ser honesto estava a fikar bastante preocupado com a minha adorada Firefly

tenho de comprar uns escudos de star destroyer...!!caramba!

tenho cenas a arranjar até dizer chega!!!

 

ainda assim a tensão foi brutal mas é tambem o bom destas sessoes!!!

mal posso esperar pela proxima sessão!!!

 

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

A propósito de preocupações...

Reparei numa sinopse anterior em algo que já não me lembrava: o prémio que pesa sobre a cabeça de Ansen Gallis no valor de 5000 créditos. Por associação suspeita a organização criminosa...

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

lol    é o k da andar

lol    é o k da andar com jedi's!!!!bolas

 

por acaso ja nem me lembrava dessa!!!

 

 

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

Grrwoaaaarrrrgh

Tradução

"Eles que venham cobrar..." Ka-Chunk *ruído de bowcaster a engatilhar-se*

Gardufullah

Sans la liberté de blâmer, il n'est point d'éloge flatteur - Beaumarchais

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Sessão XIII

No rescaldo do ataque da Glorious Ride, os heróis levam os três prisioneiros para a Firefly e interrogam-nos, apenas para confirmarem o que já sabiam: um nikto é o chefe do grupo, que está sediado num destroço espacial numa zona do sistema cheia de lixo flutuante, e cujas coordenadas são confirmadas. A bordo, descobrem ainda um datapad com uma lista de nomes, organizada por espécies, idades e estatuto (fit, unfit)...

De volta à Firefly, os heróis têm tempo de se precaver contra as terríveis erupções do Farol de Novolek; quando a seguinte os atinge, e mesmo com os escudos ao máximo e dirigidos na sua totalidade para a frente, sofrem um abanão violento - já a Glorious Ride explode numa centelha de fogo e destroços.

A viagem de cerca de uma hora é precedida por uma hora de reparações rápidas, que conseguem colocar de novo operacionais tanto o hyperdrive como os sensores; mas os sensores são de utilidade restrita neste sistema inundado de radiação proveniente duma singularidade bizarra como Novolek. O tempo é aproveitado também para algum descanso e para planear o que fazer ao chegar à base dos piratas.

Nas coordenadas indicadas, bem no centro de um vasto e antigo ferro-velho espacial, repleto de destroços defuntos e carcaças velhas de cargueiros e naves, os heróis deparam-se com um, aparentemente igual aos outros mas que mostra sinais de actividade. E são abordados pela rádio: "Nave Firefly, declarem o vosso propósito!". Os heróis deixam a Teneb a tarefa de conduzir o diálogo, e tentando urdir uma mentira, declaram-se "...compradores à procura de produtos ilícitos..." (sic). Convidados a vir a bordo, atracam a sua nave à base pirata e sobem a bordo, onde são recebidos por um bando de weequays. Num lounge, os heróis discutem com um dos weequays e sua companheira, aparentemente responsáveis, a compra de 3 kg de tempest por 5.000 créditos. O que prova que estes piratas são também traficantes da droga que está a fazer furor no Espaço Hutt!

Fica acordado que os heróis vão buscar o dinheiro à sua nave, e que a droga será entregue mediante troca por troca na escotilha de atracagem... mas uma vez de volta à Firefly os heróis, apreensivos, perguntam-se como vão fazer suceder a tramóia, porque não têm 5.000 créditos!! O capitão Dol lembra-se então de armadilhar uma caixa com explosivos improvisados (power packs de blaster sobrecarregados) a ver se a coisa pega. Mas os minutos passam e repentinamente são abordados novamente pelos piratas, pela rádio, enquanto verificam que as armas escondidas da base pirata estão agora a ser energizadas e apontadas directamente à Firefly: "Meus senhores, é melhor subirem novamente a bordo, ou rebentamos convosco!". Pois, parece que os piratas perceberam que havia gatos com o rabo de fora...

E rapidamente os heróis decidem: entram a matar, e o Teneb fica no cockpit, responsável por tirar a Firefly dali o mais depressa possível e deixá-la em segurança. Um plano audacioso e algo suicida.

O capitão Dol, Gardie e Ansen armam-se e sobem a escotilha. São novamente recebidos pelos weequays armados; assim que estes exigem a sua rendição e perguntam pelo bothan, a acção começa. Os piratas são surpreendidos pela rapidez dos heróis, que pela mão de Ansen ficam sem líder; uma parte foge em direcção à sala de comando da base, mas os outros, enlouquecidos pela tempest, oferecem resistência e desencadeia-se uma furiosa troca de tiros à queima-roupa no espaço apertado da escotilha; em segundos os weequays estão fora de combate, mortos ou atordoados. Os heróis amarram o seu chefe, que está lívido, e levam-no à frente até à sala de comando, apesar dos apelos angustiados deste para o deixarem de fora da luta: "não sei nada, deixem-me aqui, o Guron é louco, vai-nos matar a todos!!"

O corredor está vazio, e as portas de lado abrem-se para os aquartelamentos da tripulação, vazios; lá ao fundo fica a sala de comando. Tudo esta silencioso, como antes de uma tempestade (à excepção das lamúrias do weequay).

Gardie, segurando no prisioneiro, abre a escotilha para a sala de comando e empurra o indefeso pirata lá para dentro; Ansen saca do seu sabre de luz e lança-se contra os ocupantes; Torin engatilha a sua carabina e solta-se um inferno de tiros! Dura a acção menos de um minuto... Guron está lá com os restantes piratas, que sucumbem aos ataques dos heróis; num corpo-a-corpo mortífero, Ansen luta com todos, sabre de luz azul brandido com destreza, mas é gravemente ferido pelo líder dos piratas, que é finalmente derrotado (e o último a cair) por um Garduffulah enraivecido, empunhando a sua lâmina ryyk, uma arma wookiee tradicional. Seguem-se segundos de silêncio, em que apenas as respirações ofegantes e as (continuadas) lamúrias do chefe weequay sobrevivente se fazem ouvir.

Torin contacta Teneb, que havia feito o que lhe haviam pedido, e retorna a Firefly à base pirata. O wookiee leva o corpo do nikto, bem como o prisioneiro, de volta ao porão de carga da nave, para fazerem companhia aos outros três que já lá estavam, bem atados. Torin fica um bom bocado a tratar das feridas de Ansen, que viu a vida por um triz à mãos do nikto.

E Teneb? Depois de atracar a nave e receber Gardie ("Ah, parabéns por teres morto o nikto e nos fazeres perder um bom negócio..."), aproveita para dar uma volta à base, e ao descer pela escotilha que dá acesso ao porão de carga da mesma, depara-se com uma cena deplorável: gente vária (de diversas raças) com um aspecto delapidado, presa em jaulas como animais... sim, os heróis deparam-se com um porão cheio de escravos!

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

boas..

bom ja antes tinha temido pela vida aki na campanha mas nesta sessão o nivel de stress foi recordista.

somos um grupo apsar de tudo k gosta mais de acção do k conversa por isso....todo akele bluff foi intenso.

 

gostei de k deixando a autopreservação ás urtigas o jedi revelou-se,usando o sabre de luz com tanta gente a ver!!

(já agora o abel ja sabe onde a cronica esta??)

 

até á proxima sessão malta....

 

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

IRARM

"Amigos, concidadãos, patriotas: a altura de resistir chegou. A força cega e brutal do Império Galáctico chegou às nossas amadas terras, como um vento fétido que cobriu com a sua penumbra maligna as nossas cidades, os nossos campos, os nossos céus, as nossas vidas. Quantos morreram na Ocupação? Quantos mais terão de morrer antes de podermos gritar Liberdade! novamente? Somos Zabrak, a nossa herança é uma de paz duradoura e feroz independência, reclamamos os valores da Velha República; nunca nos subjugaremos à tirania.

Nunca desejámos a guerra, mas a guerra foi-nos trazida pelos crentes da Nova Ordem. E pelo fogo expulsaremos os nossos inimigos. Às armas, irmãos!

IRARM, Exército Republicano de Iridonia"

 

Panfleto distribuído nas ruas de Wortan, capital de Iridonia, e posto a circular na HoloNet local, 10 BBY.

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Sessão XIV

Os heróis não perdem tempo a libertar os escravos (aliás, as escravas, pois são todas mulheres de várias espécies). Recuperando o que podem da base pirata, esta é depois armadilhada e feita explodir (simbolicamente, é uma das ex-cativas que carrega no detonador, a pedido de Torin).

E de regresso a Sriluur, os heróis, depois de se despedirem das mulheres que salvaram de um destino decerto cruel, são recebidos por Bok Gella que se mostra muito satisfeito, cumprindo com a sua parte do contrato e pagando o soldo acordado, bem como reparando a Firefly. A tripulação da Firefly é agora considerada um contacto valioso entre a Jatayus Outbound e seus associados...

E não perdendo tempo, os nossos amigos torram boa parte dos ganhos em equipamento novo e material para a nave, mantimentos e outros gadgets há muito desejados. E assim passa uma semana...

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Rebel Alliance Marching Song

The emperor has only got one ball

Tarkin has two but very small

Thrawn had them withdrawn

And poor Darth Vader has no balls at all

 

 

Sans la liberté de blâmer, il n'est point d'éloge flatteur - Beaumarchais

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boas...

este é so um dos grandes momentos das sessoes k ja tivemos....brutal...

quem diria que os wookies tinham tão grande sentido de humor!

 

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Estes humanos são loucos...

Grrrrrroooaaaarrrgh!

*Trans: Humans and their quaint little categories...*

Gardufullah the Wookie

 

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Sessão XV e XVI

A semana passa rapidamente no meio de compras e upgrades; quando começa a ser óbvio que é necessário arranjar um gig para ajudar a pagar as contas, os heróis são contactados por Renci Tosh, antiga conhecida de Torin, e com quem partilhou uma aventura em Ord Mantell. Renci deseja a ajuda dos heróis na recuperação do que quer que fosse que o antigo clone trooper escondia na sua base armadilhada; os heróis, após alguma deliberação, decidem ajudar e seguem para Ord Mantell, o planeta dos caçadores de prémios. Chegados ao planeta do Mid Rim, rapidamente encontram o que resta do antigo complexo de Boxer, o antigo clone - uma enorme cratera e muitos destroços em seu redor, testemunho da promessa de Boxer de "não ser apanhado vivo"... após busca exaustiva, descobrem um cofre inviolável (não para os heróis, graças à combinação na posse de Renci) que esconde um conjunto de data disks com dados e informações que não conseguem decifrar na totalidade. Mas conseguem perceber que se trata da localização de um arsenal secreto datado do tempo das Clone Wars, situado algures nas imediaçãos de Wortan, a capital de Iridonia, planeta-mãe dos zabraks.

É Renci que sugere que se dirijam para Iridonia, onde ela tem o contacto de uma célula de resistentes armados que luta contra o domínio imperial, e que serão os indicados para ficar com essa informação. Os heróis, após muita deliberação, decidem ajudar - coloca-se desde logo a questão do wookiee, i.e. de como andar com ele num local controlado pelo Império; a solução é um conjunto de documentos falsos que o apresentem como escravo pessoal de um dos heróis. Ansen Gallis é o escolhido... A procura e manufactura da documentação é atribulada, mas em Ord Mantell consegue-me praticamente tudo o que seja ilegal, e apesar das trapalhadas de um bothan demasiado excitável e com horas a mais de holovids de gangsters, os heróis (mal) conseguem a papelada...

A viagem para Iridonia, na companhia de Renci Tosh, é rápida, cerca de dois dias no hiperespaço. O seu Z-95 fica entretanto guardado no porão de carga da Firefly. Chegados à órbita de Iridonia, os heróis ainda têm de perder um par de dias na estação orbital X-5, enquanto é levantada a lei marcial e as forças de ocupação imperiais se reduzem à guarnição e se estabelece o novo governo militar imperial com a ajuda de forças locais colaboracionistas... Os muitos refugiados decidem então se voltam ao planeta ou se partem para o exílio. São dias de grande agitação e muita confusão, que os heróis aproveitam para se inteirar da situação política no sistema e para poderem chegar a Wortan sem levantar muitas ondas.

Em Iridonia, chegados a Wortan, a Firefly fica acostada na Gare 97 do espaço-porto, local reservado à presença de alienígenas e off-worlders. Apenas os humanos podem circular com impunidade... Rapidamente os heróis se dão conta da destruição deixada no rescaldo da ocupação, e das execuções sumárias, e dos pelotões de stormtroopers a patrulhar as ruas, e dos AT-AT's omnipresentes...

Graças a Renci, entram em contacto com os rebeldes armados, auto-denominados IRARM, Exército Republicano de Iridonia. Muito secretivos e desconfiados, os rebeldes sentam-se à mesa com Renci e Ansen (os restantes ficam na Firefly), algures na labiríntica zona residencial de Wortan (escavada na própria rocha do grande desfiladeiro que alberga a cidade), e discute-se o destino da informação nos data disks. Horas depois, são contactados pelos rebeldes na Gare 97 (o que nos diz, portanto, que os rebeldes conseguem entrar e sair do espaço-porto sem serem importunados pelas patrulhas imperiais e pelo checkpoint à entrada do mesmo) e a bordo da Firefly conhecem então Cosh, lugar-tenente da organização, e o seu líder, Zak Sazen, antigo coronel das forças de defesa planetária zabrak. Zak é um zabrak muito alto e de porte altivo, imponente e orgulhoso. Um brilho metálico refulge-lhe nos olhos e as suas palavras são poucas e duras; é óbvio o ódio que tem pelo Império e a sua devoção (outros chamar-lhe-iam fanatismo) à causa da libertação do seu povo.

Então que esconde a informação que Boxer defendeu uma vida inteira? A localização exacta de um arsenal ricamente recheado de material de guerra vintage, albergado num bunker por baixo de uma insuspeita estação de comunicação satélite na posse do exército imperial, nos arredores a norte da cidade. Pedindo a ajuda dos heróis no raide à mesma, estes aceitam. Apenas Renci pede para ser deixada de lado da operação, pois não é propriamente uma mulher de armas.

Elaborados os planos, estes são cumpridos à risca na noite seguinte, e o sucesso é total: os imperiais são apanhados de surpresa e a estação é tomada em minutos. Rapidamente se abre o bunker e os seus tesouros são espoliados e levados a bordo de três furgões landspeeders "arranjados" pelos rebeldes zabrak. Assim que os imperiais se dão conta do que se passa, Zak dá ordens para que seja armadilhada toda a estrutura; e tem lugar o episódio fracturante da noite, quando o chefe do IRARM executa a sangue frio os cinco técnicos humanos, prisioneiros imperiais... Ansen fica lívido. Torin esconde as suas emoções atrás da sua máscara; O wookiee e o bothan rejubilam (afinal são as leis da guerra, supostamente). É no meio deste final que o grupo de comandos rebeldes se afasta, com forças imperiais já a caminho, e a noite se ilumina com o clarão ribombante da explosão demolidora que destrói a estação de comunicações e o que resta do arsenal secreto.

No dia seguinte, os heróis ainda saboreiam o agri-doce da vitória quando são novamente contactados pelos rebeldes com a sua recompensa - 3 caixas de espingardas de assalto DC-15, no valor de muitos milhares de créditos no mercado negro. Mas será o tráfico de armas aquilo que os nossos heróis desejam? E o novo pedido de ajuda dos rebeldes, que será desta vez?

Iridonia começa a tornar-se num local demasiado "quente"...

 

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Sessão XVII

Uma nova agente zabrak parece ser por agora a oficial de ligação entre o IRARM e os heróis. O seu nome é Shaeagle, e secretamente espia o grupo de aventureiros a mando do seu superior, Zak Sasen (consegue, inclusivamente, colocar um dispositivo espião na nave).

Mas que nova missão é esta que os rebeldes pretendem executar com a ajuda dos nossos heróis? Parece que os mais altos dignitários zabraks, sob custódia do Império desde a ocupação, vão ser transferidos para uma prisão de alta segurança no pólo norte do planeta, de modo a mais facilmente serem monitorizados e controlados; possivelmente daí serão transportados para fora de Iridonia, para local incerto, e certamente que não regresarão com vida. Este, pelo menos, é o que os membros do IRARM contam aos heróis. O plano é de resgate, apanhar a caravana imperial de transporte de prisioneiros algures nas estepes do hemisfério norte do paneta, entre Wortan e a prisão do pólo. Em princípio, será uma missão de hit and run clássica, para a qual os zabraks estão bem equipados e treinados.

Os heróis aceitam, mais uma vez, as condições dos rebeldes, e ainda um último pedido: transportar para fora do planeta os líderes resgatados, que poderão recompensar principescamente os heróis, uma vez a salvo. Curiosamente, os heróis decidem devolver as armas que lhes haviam sido dadas como paga pela ajuda ao ataque ao arsenal secreto - supostamente, não querem ter nada a ver com tráfico de armas...

O plano parece bem elaborado e meticulosamente orquestrado. O IRARM é, aparentemente, uma organização militar bem gerida e com recursos de inteligência respeitáveis. Dois dias depois de contactados, os heróis são recolhidos à noite no espaço-porto e levados para fora de Wortan, onde embarcam em três grandes landspeeders que se dirigem para norte. A viagem de algumas horas é marcada pela sensação, algo fugaz e vaga, de que algo poderá não estar bem. É Teneb, o bothan, quem mais se incomoda com estes pressentimentos...

No local escolhido pelo líder do IRARM para montar a emboscada, as equipas de ataque são espalhadas de modo a efectivar o campo de tiro. O local é deserto e inóspito e parece livre de interferência imperial.

É a alvorada. O nervosismo instala-se à medida que as horas passam, até que o comboio militar aparece no horizonte, tal como era previsto! E assim que a emboscada é despoletada, os militares do IRARM e os heróis portam-se à altura e, com poucas baixas, neutralizam os imperiais e respectiva escolta de stormtroopers. Os dignitários estão a salvo! De imediato os rebeldes colocam-se em fuga, usando os três transportes ao seu dispôr. E é então que o Império revela as suas garras de aço e a armadilha estoira sobre as cabeças rebeldes...

Vinda do nada, uma força imperial ataca os rebeldes aparentemente de todos os lados, incluindo apoio aéreo TIE. Os heróis, a bordo de um dos landspeeders e graças à mestria de piloto de Torin, conseguem afastar-se do campo de morte, assistindo impotentes às forças imperiais a bombardear sem misericórdia as forças rebeldes. Lá longe, à medida que se afastam, as explosões e a estática progressiva das comunicações rádio rebeldes deixam claro o destino do IRARM... Gardie urra desesperado face à vitória imperial.

Desorientados, os heróis e Shaeagle, únicos sobreviventes do massacre, dirigem-se com cautela de novo para sul: agora o único objectivo é sobreviver, tentar perceber até onde vai o descalabre e o crackdown imperial e tentar sair do planeta a bordo da Firefly.

Nessa mesma noite chegam aos arrabaldes da capital, sem serem detectados, e param numa casa segura do IRARM - a conselho de Shaeagle, que agora apenas deseja saber se ainda haverá companheiros seus vivos, e se possível ficar junto à protecção dos heróis - um antigo matadouro industrial. Teneb vai investigar, apenas para descobrir com horror que também aqui o Império chegou primeiro: corpos e destruição é tudo o que está à vista. O rebeldes, ao que parece, foram infiltrados ou traídos e estão a ser agora caçados; grupo a grupo, célula a célula, um a um...

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Operação Killjoy

O major Corin Hay é o oficial responsável pela Operação Killjoy, a destruição do IRARM em Iridonia. Em poucos dias, as notícias do seu sucesso são divulgadas na HoloNet.

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Sessão XVIII

Obrigados a passar a noite numa pensão reles dos arrabaldes (Torin, Teneb e o wookkiee ficam no speeder, Ansen e Shaeagle ficam na pensão...), os heróis tentam no dia seguinte entrar sorrateiramente em Wortan e de alguma forma chegar ao espaço-porto, para sair do planeta a bordo da Firefly. Shaeagle conduz o speeder, de modo a diminuir as suspeitas das patrulhas omnipresentes dos stormtroopers da 102ª Legião.

A caminho de um dos grandes poços de acesso à zona industrial E8, dentro do desfiladeiro que ladeia a cidade, são interceptados por uma dessas patrulhas, mas escapam ao escrutínio do Império graças à papelada (ainda) em ordem de Shaeagle. E uma vez na Zona E8, oito níveis abaixo do chão, zona industrial e pobre, os heróis seguem para uma cantina de modo a que Teneb consiga recolher alguma informação relevante que os ajude a escapar. Esperam poder perceber até que ponto está o Império alerta, e até que ponto foi infiltrada a resistência. Gardie permanece na parte de trás do speeder, de modo a não atrair atenções indesejadas.

É então que Torin se recorda que o seu velho mentor, o sullustan Aril Nunb, costumava viver por aqui, nos períodos em que estava em Iridonia. Será que o velho ainda por cá andará, ou terá conseguido sair do sistema, como tinha dito a Torin da última vez que se tinham visto (antes da primeira viagem da Firefly a Sriluur)? Decididos a procurar a sua ajuda, dirigem-se à sua casa; ele não está, mas encontram-no num pequeno bar da zona, junto com outros residentes, a assistir impotente ao crackdown do Império, às múltiplas prisões, arrombamentos e buscas domiciliárias, enquanto os holovids debitam a vitória do Império face à rebelde e violenta facção do IRARM...

Nunb fica surpreso, agastado e aterrorizado ao ver Torin e os seus amigos - mais ainda quando percebe que eles estão por trás do que está a acontecer em Iridonia! Mas promete a sua ajuda, e pede para ser levado para fora do planeta. Por uma questão de segurança, dirigem-se imediatamente para sua casa. Mal têm tempo para se instalar - repentinamente, vozes metálicas exigem entrada, ao mesmo tempo que luvas blindadas batem à porta! Abram, em nome do Império!!

Fomos seguidos, grita Nunb! Os heróis dirigem-se para as traseiras da casa e desembocam numa ruela escavada na própria rocha, ao mesmo tempo que ouvem a porta de entrada ser arrombada. Fogem para a rua, onde são emboscados por uma patrulha de stormtroopers. Segue-se um tiroteio, que acaba com ambos os grupos de stormtroopers fora de combate. Mas agora já não há possibilidade de subterfúgios: o Império sabe onde estão e procura-os activamente. Indo em busca de Gardie, ainda são interpelados por nova patrulha de soldados imperiais. É o caos na Zona E8!! Tiros blaster por todo o lado, gritos, civis em pânico. A patrulha é derrotada, mas a cada encontro os heróis vão ficando com menos munição e cada vez mais fatigados - e Shaeagle está ferida. Chegados ao speeder, um Gardie muito mal disposto e nervoso interpela-os: mas que raio se passa!? E com Torin aos comandos, o grupo desata numa fuga desesperada a alta velocidade pelos túneis sinuosos da cidade subterrânea; Torin, a certa altura, não consegue controlar o veículo e este acaba por se despenhar contra uma oficina de material eléctrico, num acidente aparatoso que destrói a loja e o landspeeder, deixando alguns heróis feridos e atordoados. Seguidos de perto por stormtroopers, fogem para a rede de esgotos mesmo a tempo de verem chegar a primeira patrulha de "rapazes de branco" ao local do acidente.

Seguem-se horas angustiantes ao longo dos túneis já familiares a Shaeagle e ao IRARM, mas sempre acossados pelo Império, que não está nunca muito atrás, seguindo o seu rasto. Finalmente chegam ao espaço-porto, mesmo quando o dia está a findar.

E decidem-se pelo tudo ou nada - a alternativa é a rendição. Saindo para a superfície, o grupo conta as balas e tenta seguir subrepticiamente em direcção à gare 97, onde descansa a Firefly. Mas sem sucesso: os strormtroopers estão alerta e rapidamente são detectados. Segue-se uma corrida épica em direcção à nave, sob fogo cerrado do Império. Os heróis sabem que não conseguirão aguentar muito mais...

São minutos que parecem horas. E chegados à entrada da gare 97, deparam-se com um outro grupo acabado de chegar: cinco strormtroopers de armadura listada de amarelo, liderados por um oficial humano de preto, envergando as insígnias do ISB - Corin Hay - e mais uma vez ouvem o grito, "Parem, em nome do Imperador!"...

O tiroteio dura pouco tempo, os heróis correm num frenesim para a entrada da nave sob fogo imperial, que fere gravemente primeiro Aril Nunb, depois Shaeagle e finalmente Gardie, que heroicamente resgata o corpo inanimado do sullustan antes de entrar para dentro da Firefly, a coberto do fogo de Torin e Ansen. Shaeagle tem a honra de colocar temporariamente fora de combate, com um tiro certeiro, o responsável pela operação Killjoy. Fraco consolo: ainda lhes resta levantar voo e romper o inevitável bloqueio espacial que certamente os espera em órbita...

Será este o fim da Firefly?

 

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

boas...

so algumas considerações sobre uma das sessões

mais brutais(em todos os sentidos) que tive em qualquer jogo que joguei

 

pensava que os jedi's eram celibatarios ; )

depois sacar dois 3 para conduzir o raio do landspeeder!!!!bolas...nunca tinha destruido um veiculo!

ja agora de dizer k o nosso kill track foi de 12 rapazes de branco.....não esta mal especialmente

pork a party não tem toda o mesmo nivel!!!

 

 

foi bue abusado chegar á nave......mas agora ainda temos de descolar e sair da

orbita sem morrer!!!!emfim....

 

ps:ja agora ainda tou a tempo de mandar um missil ao filho da mãe do

oficial imperial que matou os meus companheiros de luta...."operação killjoy" my ass

 

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

ISB

Imperial Security Bureau, a.k.a. Gestapo, KGB, CIA...

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Sessão XIX

As tropas imperiais ficam para trás, à medida que a Firefly ruge através da atmosfera de Iridonia em direcção a órbita. Freneticamente, Torin começa os cálculos para o salto hiperspacial que os levará daqui para fora, para longe do Império, para o Outer Rim, para Sriluur...

Shaeagle, ferida, repousa na enfermaria, ao lado de Aril Nunb, inanimado. Os outros heróis vão para os seus postos de combate, maneando os canhões laser e as consolas do cockpit ao lado do capitão. A entrada em órbita é rápida, e Teneb, nos sensores, detecta a presença de um par de caças TIE a voarem rapidamente na direcção da Firefly, e mais a virem... e, longe, no limite dos sensores, o Star Destroyer Resolute.

Seguem-se manobras desesperadas, mas os TIE's, mais rápidos, aproximam-se resolutamente. Recurso de última medida, é decidido lançar um par de mísseis atrás dos caças - e é esta medida que salva o dia, pois os pilotos imperiais, no seu afã de se desviarem dos mísseis, dão tempo a que os cálculos sejam completados e a Firefly salta para o hiperspaço sem necessitar disparar um tiro.

Seguem-se momentos de alívio e silêncio. Mas o pesar segue-se de imediato, quando os heróis, já na enfermaria, se apercebem que Aril Nunb sucumbiu aos ferimentos e jaz, morto, na sua nave. Torin em particular, e Teneb e Gardie também, ficam abalados e enraivecidos com a morte do velho mentor e amigo. O seu funeral é feito segundo as velhas tradições espaciais, e o corpo ejectado no hiperspaço após uma cerimónia curta mas tocante.

A viagem de regresso a Sriluur demora 24 horas-padrão, durante as quais o ambiente na nave é pesado e triste. Durante esse tempo, o grupo aproveita para descansar e dormir; a adrenalina dos últimos dias desaparece e é substituída por grande cansaço.

Ansen medita; e vê, na sua vigília sonâmbula, um ser de veias escuras proeminentes a pulsarem na fronte e no pescoço, como se de uma teia de aranha escura se tratasse. Na sua mão a criatura empunha um sabre de luz, que de repente activa e cuja lâmina é prateada. A luz de prata revela os seus olhos loucos, vermelhos e assassinos... e uma multidão de seres atrás de si, todos eles afectados pelo mesmo mal. Ansen acorda do seu transe perturbado; nunca havia tido uma visão tão nítida.

Chegados a Sriluur, os heróis têm uma prioridade: curar os feridos, nomeadamente Shaeagle e Gardie. Teneb procura Bok Gella, da Jatayus Outbound, que se mostra capaz de os ajudar, se os heróis prometerem retribuir o favor sem fazerem perguntas... Em convénio, os heróis decidem que talvez não seja boa ideia colocarem-se nas mãos de um mercador twi'lek de reputação dúbia... e assim seguem-se semanas monótonas de recuperação para os feridos, alojados numa pequena pensão de Meirm City e com os cuidados médicos possíveis num planeta desolado pela guerra civil e pela anarquia. Os restantes heróis percorrem o espaço da Sisar Run em entregas e transportes de mercadorias para sítios demasiado pequenos ou demasiado isolados para serem servidos pelas linhas hiperspaciais habituais, e sujeitos assim aos serviços ocasionais de independentes como a tripulação da Firefly... visitam pequenos enclaves mineiros nas cintas de asteróides de Viran IV levando mantimentos e células de energia, carregam sementes criogénicas para as luas gémas de Tylian e transportam água purificada para a colónia de ascetas da seita dos Filhos do Sol em Salimar II, uma rocha inóspita perto do Farol de Novolek.

Passa mais de um mês em que lentamente os heróis recuperam e conseguem pagar as contas, mantendo sempre um baixo perfil por causa de eventuais complicações com o Império. E durante todo este tempo há cada vez mais notícias do alastrar da droga Tempest, especialmente no Espaço Hutt e regiões limítrofes.

Chega a altura de saber o que querem fazer de seguida com as suas vidas: Torin sugere resolver uma qestão há muito adiada - a caixa fechada com o selo de Jabba o Hutt que encontraram em Ord Mantell, que fazer com ela? Ir até Tatooine pedir uma recompensa?

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

A caixa de pandora

A caixa secreta hutt soa-me a uma caixa de pandora e vamos á toca do lobo para a entregar...

Confio em Torin, nosso comandante, mas que ele Tem-Los grandes, isso tem...

Que a força nos acompanhe...

boas..

opinioes de spys peludos a mim não me assistem......

 

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

Grrrrrawwwrrghh.

Grrrrrawwwrrghh. Grrr-raoraorwogrgrgrrrrowowowoghrgh. Gruughghrrargh!

(Tatooine. A tiny ball of sand in the middle of nowhere. The most wretched hive of scum and villainy. Sounds just like home!)

 

Gardufullah

Furball extraordinaire

 

Sans la liberté de blâmer, il n'est point d'éloge flatteur - Beaumarchais

I don't believe in the concept of "One True Game" - Steve Kenson, Icons

Aril descansa em paz...

bolas ........akeles tie sairam caros.....cada concussion missile é bue caro!

enfim é melhor k morrer

 

caros tripulantes.....tem de levar menos tiros...que isto não esta façil no mundo dos transportes espaçiais!!

 

exelente sessão com drama e tudo!

 

 

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

Sessão XX

Passou-se mais de um mês. As milk runs acabaram, os heróis que necessitavam de recuperação fizeram-no sem grandes problemas. Agora chegou a altura de decisões:

1) contactar Renci Tosh na esperança que tenha trabalho para eles, ou que os possa ajudar em relação à caixa de Jabba? O grande problema reside no facto de a corelliana viver, precisamente, em Corellia, um dos principais planetas da galáxia situado no Core, onde certamente haverá grandes dificuldades para os heróis entrarem e sairem sem enlaces imperiais...

2) Ir a Tatooine tentar fazer chegar a caixa a Jabba, o hutt? E a reputação deste? Mais depressa o desprezível gangster os enviava para o Poço do Sarlacc do que os recompensava, que garantias têm jovens aventureiros em começo de carreira?...

3) Contactar Popara, o hutt? Haverá serviço para os heróis entre o kajidic do grande Popara?

O Destino age, como sempre, na altura e no sítio devidos: enquanto os heróis se entregam a esta acesa discussão, no deck da Firefly, apita repentinamente o sinal de mensagem recebida através do transceiver da holonet, sempre razão para surpresa, pois é raríssimo serem contactados desta forma. É H-3PO, o droide protocolar verde-jade de Vago, o hutt, servo do grande Popara: "Preparem-se para uma mensagem do grande Popara, que o seu nome possa para sempre ser cantado em reverência" - e aparece a já familiar figura do velho hutt, que, na sua língua prontamente traduzida pelo droide, convida prontamente os seus "gentis e capazes amigos" para uma visita ao seu lar em Nar Shaddaa, para uma série de banquetes onde entre outras coisas pretende discutir com os heróis "uns fios soltos derivados da aventura em Endregaad. Uma tempestade aproxima-se e quero estar preparado."

A decisão está tomada. Os heróis decidem pois viajar em direcção a Nar Shaddaa, a Lua dos Contrabandistas, no centro do Espaço Hutt, para a visita a Popara. Com a mensagem vêm as coordenadas e códigos necessários para a entrada em órbita e acesso ao quartel-general de Popara. Os preparativos são feitos, o salto para o hiperspaço tem lugar e Sriluur fica para trás. Umas horas depois chegam ao sistema Y'Toub, e rapidamente entram na órbita da lua, a "mini-Coruscant", ou a Coruscant do Outer Rim, como lhe chama os viajantes espaciais. Graças aos acessos fornecidos por H-3PO, o acesso a órbita e entrada na atmosfera é automático, e após um curta viagem através da paisagem urbana de arranha-céus e desfiladeiros de betão e aço, através de um tráfego intenso de cloud cars, swoop bikes e speeders a perder de vista, a Firefly mergulha nas profundezas desta selva urbana, deixando a luz do sol para trás, até chegar a uma plataforma de aterragem particular rodeada de passadiços e passagens aéreas, em frente ao enorme edificio que serve de base ao kajidic de Popara, a sua casa.

À sua espera encontram-se o droide verde H-3PO, dois guarda-costas niktos armados e um hutt, Mika, o filho mais novo de Popara. Saindo da nave, os heróis são recebidos de braços abertos pelo jovem hutt, que, como é seu peculiar hábito, se dirige aos heróis em Básico. Explica-lhes que quis vir recebê-los pessoalmente, pois deveria ser Vago a fazê-lo, mas convenceu o servo de seu pai a substituí-lo. O grupo dirige-se para os portões de acesso à plataforma, entretidos em troca de novidades, e após Torin ter apresentado os mais recentes membros da tripulação da Firefly: Gardie, Shaeagle, Ansen e Teneb.

Está o grupo a meio caminho do acesso ao edifício quando Teneb repara, apesar da penumbra, numa figura sinistra (vestida de capa preta) empoleirada numa das passagens aéreas por cima da plataforma, empunhando uma carabina a fazendo cuidadosa pontaria ao grupo!!! Lançando o alerta e jogando-se contra Mika de modo a protegê-lo do atirador, permite assim ao restante grupo sacar das armas e responder à ameaça. O atirador consegue disparar um tiro, que acerta no droide e o deixa incapacitado, antes de ser neutralizado pelo grupo - e sendo mais uma vez Teneb quem, certeiramente, abate o atirador furtivo com um tiro da sua pistola. O seu corpo inanimado cai do passadiço para a plataforma, e no meio do caos os guarda-costas niktos levam Mika para a seguraça do interior do edifício, mas não antes deste poder ver o atirador: "Reconheço este cerean, o seu nome é Ogo Nan e é um freelancer que costuma trabalhar para Lungru, o hutt!", diz Mika.

Os heróis certificam-se primeiro que o hutt está em segurança, e Torin examina depois o corpo. O cerean está ainda vivo e mostra claros sinais de adição à droga tempest... alguns primeiros socorros na nave e passado algum tempo o cerean recobra da inconsciência, mas está às portas da morte. Depois de interrogado, e respondendo sem resitir às perguntas que lhe fazem, os heróis descobrem que o cerean foi contratado por um anónimo para destruir um droide verde que acompanharia um hutt a esta mesma plataforna. Estranho, o droide ser um alvo?

Após entregarem o cerean moribundo à entourage de Popara que entretanto se reuniu na plataforma, os heróis resumem a companhia de Mika que, apesar de um pouco assustado, continua graciosamente a fazer de cicerone, guiando os heróis através do labirinto de corredores, passagens e turbolifts que percorrem o lar dos Anjiliac. Ao longo do caminho uma hoste de servos, empregados e guarda-costas cruzam o caminho do grupo, sempre fazendo profundas vénias à passagem de Mika; os heróis ficam admirados com a diversidade de raças e línguas que encontram em tão pouco tempo.

Os heróis estão, naturalmente, alerta. Estão quase a chegar ao seu destino, a suite de cerimónias de Popara, quando (mais uma vez) Teneb repara numa figura que os observa do lado de fora de uma grande janela, uma figura humana, curvilínea e ruiva, que desaparece rapidamente de vista...

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

os Hutt...uma raça de poder, exotismo, perigo e mistério...

Numa altura em que Torin assumia a decisão de entregar a caixa mestriosa a Jabba Hutt, eis que recebemos uma mensagem na nave por parte de H3po, um droid pretencente a um conhecido Hutt do Comandante

A mensagem revela.se um convite a Nar Shaddaa, no centro do espaço Hutt, para tratar de "assuntos pendentes" e participar em actividades festivas de fim de ano (Hutt...,é claro) do magnânime viscoso Popara Hutt

Somos bem recebidos por Mika, filho de Popara, mas ficamos surpreendidos com uma suposta tentativa de assassinato, já que a mesma se destivana ao droide...

Das informações recolhidas ao Ceran viçiado em Tempes, de nome Ogonan, free-lançer de Lungru Hutt, quase nada ficamos a saber...soa tudo muito confuso e dubio e para piorar sabemos que também somos espiados...

O meu instinto Bothan diz.me que os sarilhos ainda nem começaram...

Sessão XXI

Através de um labirinto de passagens, halls, varandins e grandes salões, os heróis são levados por Mika, o hutt através do arranha-céus que é a sede do seu clã, até aos aposentos dos hóspedes, onde ficam alojados em grande estilo e com todas as mordomias enquanto esperam pelo banquete, que se realizará nessa noite (um dos vário que Popara oferece nesta altura do ano aos seus agentes, colaboradores e sócios).

Após algumas horas de relaxamento, banhados e perfumados, os heróis são chamados por um droide protocolar verde-jade, que os acompanha até ao magnífico salão de recepção de Popara, situado na penthouse, onde a vista é arrebatadora. Chegam mesmo ao pôr-do-sol, que ao desaparecer no horizonte banha a cidade-lua numa luz difusa e sanguínea...

Ao entrarem são recebidos pelos sons e cheiros de festa: um grande número de comensais já está instalado aqui e ali, e uma banda toca num dos cantos. O ambiente é quente, húmido e sombrio, ao gosto hutt. Há cinco grandes baldaquinos próprios para hutts no salão, mas apenas três estão ocupados - um com Zonnos, o filho primogénito de Popara, e outros dois com  hutts desconhecidos dos heróis. Zonnos rodeia-se dos seus wookiees, e parece já inebriado. Um dos hutts, de aspecto gordo e seboso, rodeia-se de uma escolta de cereans vestidos de negro e tem como conselheiro um outro cerean com ar de dignitário. Ainda consigo está um bothan. O outro hutt rodeia-se de vários rodians de ar confiante e aguerrido. Um dos baldaquinos vazios tem já um grupo à sua volta (vários bimms, um humano e dois twi'leks). O baldaquino vazio está à cabeceira da festa e pertencerá concerteza a Popara... assim que entram, os heróis deparam-se não só com este cenário mas também, lá ao fundo, com o que parecem ser portas semi-transparentes que dão para outra sala e onde se podem ver as silhuetas de dois hutts a brindarem com jarros maciços. E as portas abrem-se e entram Popara e Mika, que se dirigem para os respectivos baldaquinos, Popara acompanhado das suas guarda-costas twi'leks trigémeas. "Cavalheiros, sejam bem vindos ao meu humilde lar!"

Os heróis são convidados pelo droide verde, H-3PO, a sentarem-se onde haja lugar. Gardie junta-se a Zonnos e seus wookiees, onde passa o banquete a beber e a confraternizar com os rufias seus compatriotas. Ansen dirige-se para o grupo do hutt com os rodians; o hutt é Parella, um caçador e guerreiro musculado (atípico para um hutt) que adora armas, caça e luta, e que trata Ansen primeiro de forma displicente, depois mais calorosa, à medida que se apercebe que é um do grupo que salvou Mika de Endregaad. É um "sócio" de Popara... e os rodians são membros do clã Kenu, à procura de trabalho como músculo-de-aluguer.

Torin fica perto de Mika, com quem fala amistosamente, e que o elogia pelo salvamento de mais um atentado à sua vida. O humano que lhes faz companhia é Miltar Dolor, um oficial da CSA, conhecido de Angela Krin e envolvido no processo de Endregaad, aqui para agradecer a Popara a sua ajuda humanitária.

Teneb e Shaeagle ficam no grupo do último hutt, que é Lungru, o tal que tem cereans a trabalhar para ele, para quem também supostamente trabalharia o assassino da plataforma de aterragem... é um hutt de língua viperina, afiada e mesquinha, que atormenta os heróis com as suas bocas desagradáveis e as suas insinuações grosseiras e maldosas. Claramente acha Popara demasiado velho e mole. No mesmo grupo está ainda Kir Sesad, o conselheiro cerean de Lungru, e um bothan chamado Hawj, com quem Teneb conversa algum tempo e que apenas refere que esta gente vive num ninho de víboras, e que ninguém é de confiar. Ele próprio vem de um pequeno planeta e quer fechar um negócio de exclusividade com a companhia de transportes de Popara, a Skydove Freight.

Vago, o hutt servo de Popara e seu secretário, passa o tempo do banquete a vir e ir com os seus papéis e datapads, tratando de assuntos importantes mas nunca participando da festa. Regularmente Popara retira-se para o quarto de audiências, ao lado do salão principal para conferenciar com os rodians, depois com os twi'leks, depois os bimms e finalmente os heróis, que são chamados por fim.

Popara fica a sós com os heróis e as suas servas twi'leks, e deixa-lhes claro que quer a sua ajuda para desvendar o mistério da origem e tráfico desta droga Tempest que ameaça inundar o Espaço Hutt. E deixa também claro que quem quer que esteja a atentar contra a sua família pagará um preço letal pela ousadia... Finalmente, Popara anuncia aos heróis que pretende entregar a liderança do seu clã, os Anjiliac, a Mika, em detrimento de Zonnos. E o nome Anjiliac pode ser invocado pelos heróis nas suas buscas, um poderoso instrumento e uma honra grande.

No final da sua conversa com os heróis, Popara manifesta mal-estar. De forma brusca começa a ficar muito mal-disposto, começa a inchar a olhos vistos, tanto os heróis como as twi'leks ficam cada vez mais nervosos e começam a tentar ajudar o velho hutt, em visível desconforto e dor. Um dos heróis abre as portas da sala de audiências e tenta chamar a ajuda dos convivas, e a festa pára repentinamente. Num ápice, Popara começa a inchar, a inchar, e gemendo grotescamente acaba por explodir aparatosamente numa chuva pegajosa e repugnante de carne e entranhas, em frente a toda a sua corte espantada e em choque!

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Sessão XXII

No caos que se segue à morte explosiva de Popara, todos são apanhados de surpresa. O primeiro a reagir é o pequeno bothan, que se lança na direcção do turbolift privado da sala de audiências de Popara, levando pelo braço um atordoado Ansen Gallis. Na restante sala é a confusão total, com gritos e berros, convivas a tentar fugir, os hutts Parella e Lungru a convergir para o turbolift da penthouse com respectivas cortes; Zonnos, fora de si, grita: "Mataram Popara!! Quero-os vivos! Apanhem-nos!", e dito isto Torin rende-se de imediato, seguido no exemplo pelo wookiee, Gardie. Shaeagle, a zabrak, ainda atordoada, é imediatamente manietada, assim como Torin e Gardie, pelos guarda-costas niktos e wookiees. As trigémeas twi'leks, servas pessoais de Popara, estão também elas atordoadas e em choque.

Zonnos, mal dominando a raiva e a sede de sangue, manda os heróis serem levados para as masmorras do complexo para, a seu tempo, serem "torturados, interrogados e posteriormente executados publicamente". Sob escolta, são levados para os níveis inferiores e colocados numa cela, onde ficam horas.

E quanto a Teneb e Ansen? Após a fuga rápida através do turbolift privado, vão parar a um nível desconhecido do complexo do clã Anjiliac, onde sorrateiramente se esgueiram (agora que é noite em Nar Shaddaa) através do complexo deserto, evitando as patrulhas ocasionais que procuram por eles, e dirigindo-se para o nível onde ficam os seus quartos, na esperança de recolherem algum equipamento antes de decidirem que fazer. Dão de caras com as plataformas de aterragem, onde assistem à partida do grupo rodian do clã Kenu, e ainda observam a sua Firefly ser apreendida pelos esbirros de Zonnos, que instalam uma patrulha à volta da nave.

Eventualmente, o bothan e o humano chegam aos quartos, onde Teneb recolhe algum equipamento; à entrada da galeria, Ansen é surpreendido por Parella o hutt, que, apesar de não se mostrar hostil, brande um blaster automático e revela todo o seu absoluto desprezo pelo destino dos heróis, antes de seguir para fora do complexo.

De volta à cela nas masmorras (e após as várias tentativas frustradas de Gardie de tentar arrombar a porta), o tédio é interrompido pela chegada de H-3PO, que informa os heróis que Vago, o hutt, deseja falar com eles. E assim é: com efeito, são levados pelo droide à presença do administrador hutt, uma sala adjacente, e aí, sozinhos, têm uma conversa com Vago, que revela não acreditar que eles tenham morto Popara e que está disposto a ajudá-los a fugir, se estes concordarem em continuar a investigação acerca da origem da droga tempest. Informa-os ainda que Zonnos declarou-se imediatamente líder do clã Anjiliac e que irá executar os heróis amanhã de manhã, se estes não escaparem entretanto. E nada sabe de Mika, que está desaparecido, talvez com receio das represálias do irmão, agora que a protecção de seu pai desapareceu. Vago parece calmo, ponderado mas frio. No entanto, os heróis acedem aos seus pedidos, como forma de escapar das masmorras de Zonnos. E assim, devolvendo aos heróis algum do equipamento destes que conseguiu recuperar, Vago deixa-lhes ainda um comlink com que podem falar com ele, e deixa-os à sua sorte, dizendo que os contactará entretanto, e que devem procurar refúgio nos níveis mais baixos da lua, onde param a pior escumalha e os mais pobres e desafortunados. "Iniciem as vossas buscas nos bares cuja localização Popara vos forneceu, e onde acabei as minhas próprias investigações."

O droide verde jade evade os guardas e leva os heróis, finalmente, a um turbolift dissimulado, que os transporta a um nível já perto das fundações da torre Anjiliac, dando directamente para a rua. "Aqui estamos. Boa sorte", deseja H-3PO. E com isto os heróis vêem-se no meio das ruas movimentadas de Nar Shaddaa!

E Teneb e Ansen? Agora que já todos têm comlinks, são contactados por Torin, e evitando por uma nesga as patrulhas de niktos, conseguem apanhar um turbolift deserto que os leva para fora da torre Anjiliac ao mesmo nível onde estão os outros, e eventualmente o grupo reúne-se todo. O encontro leva a desabafos e troca de histórias (estiveram separados várias horas), mas não há tempo para muito mais: são estranhos em terra estranha, e a cacofonia de gente, cor e línguas deixa antever o caos, a miséria, o dinamismo e as multidões de Nar Shaddaa. No meio das ruas apinhadas de alienígenas, contrabandistas, drogados, prostitutas, gangsters e todo o mais tipo de gente, resta saber: qual será agora o primeiro passo dos heróis?___________________________________________________________________

Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

boas...

caramba.....eu até  curtia o Popara.....para hutt era fixe!!!!

 

ja agora lembraram-se de trazer tudo menos o €!!!!Boa....

 

 

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

Guns are money.

GRRRRRRooooaaerrghghghrroowowoworghrrr.

 

As armas são dinheiro. Quer vendendo algumas, quer fazendo uso delas. Stick'em up!

Gardufullah

 

 

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Sessão XXIII

Os heróis decidem seguir a pista do primeiro bar na lista que Popara lhes entregou, pouco antes de explodir. O bar, chamado Kuzbar's Cantina, fica neste nível onde se encontram, e após pouco tempo encontram-no e entram. O espaço é pequeno, com poucas mesas e algumas cadeiras e um balcão corrido servido por um humano já maduro, com mau ar e muitas tatuagens de cobras a cobrir o corpo. Os poucos clientes resumem-se a um trandoshan, claramente viciado em tempest, a beber num canto e com a arma em cima da mesa; uns rodians de ar rufioso noutra mesa, falando baixo e trocando olhares; um sullustan atarefado numa mesa com muitos datapads em seu redor... e um rodian canta a um canto, numa melopeia arrastada e xaroposa.

Os heróis aproveitam para fazer um apanhado da situação, e conversam durante algum tempo, debatendo estratégias e qual a melhor forma de prosseguir com a investigação da tempest ou, em alternativa, como sair de Nar Shaddaa. Finalmente, Teneb dirige-se ao barman e pergunta sobre informações, e onde as obter; é apontado na direcção do sullustan. E os heróis travam assim conhecimento com Min Gost, um broker de informação em Nar Shaddaa, e com ele têm um longa a produtiva comnversa, na qual descobrem (a troco de muitos créditos):

1 - Zonnos o hutt é viciado em tempest e é aqui que os seus wookkies a compram, precisamente ao trandoshan que está no outro canto do bar, e cujo nome é Minnix.

2 - Vago o hutt esteve aqui à procura de informação sobre a tempest.

3 - A droga tempest afecta acima de tudo planetas do Espaço Hutt e não se sabe onde é produzida nem quem a comercializa, envolve aparentemente muitos intermediários e se há um top man, não se sabe a sua identidade. Nar Shaddaa está muito afectada, especialmente nos níveis inferiores.

4 - Aparentemente há mais gente a fazer perguntas sobre a droga - recentemente uma mulher ruiva cuja descrição corresponde à de Angela Krin (segundo a memória de Torin) esteve aqui a fazer perguntas.

Os heróis decidem colocar as cartas na mesa e trocam informação com Min Gost, que fica a saber em primeira mão sobre a morte de Popara e o suposto desaparecimento de Mika. Tudo parecia correr bem com o informador, até que a certa altura Teneb ameaça Min Gost de forma velada, caso este revele a alguém que teve esta conversa com os heróis. E o caldo entorna-se, pois a lei das ruas deixa claro que (em geral) não se ameaçam os informantes quando estes estão em plena actividade profissional!

Antes que a coisa se deteriore ainda mais, a conversa é interrompida por um hover droide, que entra no bar e projecta um holograma de Zonnos, declarando que Popara foi assassinado e que os seus assassinos são procurados, com um bounty de 100.000 créditos sobre as suas cabeças. Antes que o droide inicie a descrição dos supostos assassinos, Teneb saca do seu blaster e dispara certeiro contra o pequeno droide, que se evapora em fagulhas... a clientela olha em redor, mãos nas armas, mas rapidamente a música recomeça e tudo torna ao mesmo. E Min Gost aproveita a deixa e sai rapidamente do bar, deixando sozinhos os heróis com as suas decisões.

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Um mal nunca vem só...

Depois de abandonarmos a fortaleza de Popara(num rol de pripécias), chegamos ás profundezas de Nar Shaddaa, onde começamos a explorar as pistas deixadas no datapad do falecido...Depois de localizarmos a Kuzbar Cantina ficamos a saber de algumas coisas interessantes por um punhado de créditos, mas a ânsia de Min Gost por mais créditos enfureçeu.me  e não me consegui controlar, ameaçando-o e correndo com ele do bar....claro que foi um erro crasso que não voltarei a repetir, não só porque perdemos um potencial aliado, como também porque os meus companheiros ficaram desagradados...especialmente "Gardie", que perfiro ter do meu lado do que contra mim.

No entanto aparece um droid que faz um discursso que não me agrada e que coloca em causa ainda mais a nossa segurança em Nar Shaddaa, pelo que me vejo obrigado a disparar sobre ele, mas felizmente o ambiente no bar não fica mais hostil... a ver vamos onde o nosso próximo passo nos leva...

Sessão XXIV e XXV

Após a saída abrupta de Min Gost e da destruição do droide de Zonnos, os heróis voltam-se, enfurecidos, para Teneb o bothan, que percebe que agiu mal face ao broker de informação sullustan.

Há discussão, que acaba com a decisão de emboscar o trandoshan para o interrogar; os heróis esperam uma aberta em que haja poucos clientes no bar e lançam o isco, provocando-o com o seu wookiee - que resulta, apesar do desfecho pouco agradável para Gardie, que acaba com grande galo na cabeça... graças à perícia de Shaeagle com o blaster, o trandoshan acaba estatelado no chão, atordoado. Pagando ao barkeeper para os deixar em paz, atam o lagartão, fecham a espelunca, reanimam-no e interrogam-no: o trandoshan deixa saber que se abastece num bar chamado Dark Melody, no nível 35, e pouco mais. Os heróis deixam ir o dealer, e ponderam as suas acções. Finalmente decidem ir até ao dito bar, já que tudo aponta nessa direcção.

No caminho para o nível 35 decidem parar num motel e descansar, e ficam cerca de 8 horas-padrão a recuperar energias. Já de novo nas ruas, reparam que há patrulhas de niktos envergando as cores o clã de Popara que claramente andam à sua procura. Evitando as patrulhas, chegam ao nível 35, num sector do outro lado de Nar Shaddaa, para onde viajam de mag-lev e onde encontram à chegada um grande recinto repleto de multidões, onde um hutt (!!) está a ser executado num gigantesco tanque de ácido, que simula a excruciantemente dolorosa e lenta digestão de um sarlacc... parece que o pobre hutt enfureceu o clã Tiure, um dos kajidics hutts. Adiante, chegam ao Dark Melody, um bar/discoteca grande e cheio de gente, onde falam com Meldark (um informante humano muito seboso...) que os informa que Kair, o dealer que fornecia Minnix o trandoshan, morreu subitamente há dias, sufocado num aparente ataque cardíaco fulminante - apesar de Meldark ser da opinião que foi assassinado, por ter causado algum desagrado ao drug lord que controla o tráfico da tempest...

Esgotada a fonte de informação, os heróis decidem ir embora, talvez até ao nível 20, para verificar o último local da lista, o Headache Bar. Mas são surpreendidos à saída do Dark Melody por uma perturbação grande nas ruas, com a maralha a afastar-se e o ruído inconfundível dum veículo a aproximar-se: mas não é um veículo, mas sim Parella o hutt envergando uma armadura de batalha hutt! Vem à caça do bounty de 100.000 créditos pelas cabeças dos heróis! "Fujam, miseráveis, frente ao poder de Parella o caçador!"

Os heróis  fogem para dentro do bar, seguidos por Parella; segue-se uma confusa troca de tiros, com muita gente a ver-se metida ao barulho. Parella parece um tanque blindado, avançando sem medo entre a multidão apavorada e disparando sem remorsos por eventuais vítimas inocentes. Os heróis trocam tiros com o hutt enquanto retiram e chegam às traseiras do bar, na parte das cozinhas, quando Torin repara que um pequeno hover droide paira constantemente sobre eles: dispara e destrói o droide, convencido que é de Parella e que este o usa para os seguir mais facilmente.

Estão mesmo a sair para o beco nas traseiras, ouvindo da parte da frente do bar os sons de uma verdadeira batalha campal, quando Parella surge como um monstro de aço irrompendo pelas portas da cozinha - disparando o seu canhão blaster, atinge mortalmente o pequeno bothan, Teneb, que cai mortalmente ferido... os heróis, em choque, apenas conseguem fugir e trancar as portas das traseiras atrás de si...

Perseguido pelo hutt, o grupo segue na direcção do nível 20, tentando despistar os droides de Parella (sim, pelos vistos havia vários). Finalmente conseguem ver-se livres dos droides, após destruirem mais dois, e deixam de ter sinal do hutt. No nível 20 deparam-se com uma Nar Shaddaa ainda mais miserável, suja e escura que a dos níveis superiores. E, chegados ao Headache Bar, após horas a tentarem despistar o caçador hutt, encontram uma cara familiar: Mika o hutt, que aqui está há dois dias à espera dos heróis, que calculava aí haveriam eventualmente de aparecer. Os heróis e Mika trocam impressões e o grupo jura lealdade a Mika, que pretende sair de Nar Shaddaa e, num entreposto seguro da Skydove Freight, reunir os seus apoiantes e desafiar seu irmão Zonnos pela liderança do clã, especialmente agora que fica a saber através dos heróis que seu pai Popara pretendia ser ele a guiar os destinos do kajidic.

O contacto de Mika para os levar para fora da lua é no nível 15. A caminho de lá são emboscados por um grupo de 10 viciados em tempest, que pretendem obter dos heróis dinheiro e, julgam eles, droga. O grupo, com a ajuda de Mika, despacha os criminosos sem problemas; durante o combate Mika revela ser um utilizador da Força! Prosseguindo em silêncio, chegam finalmente a Murr, um estabelecimento indescritível no nível 15, onde já se vê rocha e terra, sinal de que a superfície orgânica da lua não estará longe... lá dentro do barracão apenas se encontra, além do barman adormecido, uma jovem humana ruiva e esbelta: à espera de Mika está, nada mais nada menos, do que Angela Krin, a operativa da CSA.

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Qual foi a última coisa

Qual foi a última coisa que o Bothan disse? Foi AAAaaaargh!

 

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Sessão XXVI

Tal como prometido, Krin leva os heróis e Mika em direcção ao speeder que está guardado num nível ainda mais baixo da undercity, depois de explicar aos heróis que teve alguma dificuldade em encontrar quem os leve para fora de Nar Shaddaa - os seus contaactos estão a evaporar-se à medida que as horas passam e a busca de Zonnos ganha inércia - e agora urge sair enquanto ainda é possível.

Chegados ao armazém abandonado e envolto em escuridão, são recebidos por Moja, um sakyian que trabalha para Krin, e que estava encarregue de guardar o speeder. Moja junta-se assim ao grupo.

Assim que o grupo se prepara para embarcar no speeder, é surpreendido pelo choro do que parece ser uma criança, vindo de dentro do speeder! E efectivamente uma pequena criança humanóide esconde-se lá dentro, atrás de umas caixas, aparentemente muito assustada. Mika parece surpreendido, e Moja (que supostamente estaria de guarda ao mesmo) ainda mais; este reconhece a criança como sendo da raça dos Evocii, uma espécie julgada extinta há muito. A criança parece ainda mais assustada ao ver Mika... Mas a verdadeira razão do medo da criança torna-se aparente quando, à entrada do armazém e precedidos por rugidos assustadores, surgem criaturas de pesadelo, vrblthers, coisas monstruosas que parecem um cruzamento entre um mastim e um lagarto, quase do tamanho de uma pessoa e com garras enormes, escamas e aspecto ferocíssimo. Os bichos atacam de imediato o grupo, e na refrega violenta e caótica que se segue quase matam o aprendiz de jedi antes de serem rechaçados. Na confusão do assalto, Moja dispara sem querer sobre Krin, que fica em estado crítico... Mika alerta mais tarde os heróis para o facto destas criaturas nativas de Nar Shaddaa serem usadas em combates de rua e mantidas como animais de guarda por hutts importantes, e que são muito perigosas.

Matha (assim é o nome da pequena criança Evocii), ao ver-se salva pelos heróis, afirma (em Básico) que o seu clã e em particular o seu avô os pode ajudar com os seus feridos - Krin está inconsciente e muito ferida, e Ansen também não está muito melhor... Mika parece relutante em encontrar-se com Evocii e recusa-se a acompanhar a criança. Mas o resto do grupo delibera e acaba por seguir Matha como alternativa a enfrentar mais vrblthers ou caçadores de prémios a mando de Zonnos. Torin fica a fazer companhia a Mika e como seu guarda-costas, enquanto os restantes levam o speeder com os feridos e Matha até ao acampamento dos Evocii.

No meio das antiquíssimas estruturas de Nar Shaddaa e na penumbra completa, os heróis descem uma escadaria velhíssima rodeada de lixo e são eventualmente recebidos por um grupo de saltimbancos de aspecto miserável e maltrapilho, cerca de 20 humanóides da raça da criança. O seu líder é um velho ancião (avô de Matha) que lhes dá as boas-vindas ao triste acampamento do seu clã, ou do que resta dele... E assim os heróis tomam conhecimento com o povo moribundo dos Evocii, que quase não tem crianças e do qual não devem restar mais de 6000 elementos na lua e no resto da galáxia... Sorgoth é o nome do ancião, que lhes conta como o seu povo vivia idilicamente em Nal Hutta antas da chegada dos hutts, há milénios, e como lentamente lhes foram comprando e expropriando as terras, acabando por torná-los numa raça subordinada e depois disso numa espécie de párias. Os Evocii não confiam nos hutts e são extremamente secretivos, e quase todos os habitantes de Nar Shaddaa desconhece a sua existência. Isto explica a relutância de Mika em encontrar-se com esta gente...

Sorgoth convida os heróis a partilhar da lareira e de refeições frugais, enquanto ajuda os feridos como agradecimento por terem salvo a sua neta - é um utilizador da Força, e usa os seus poderes, para espanto dos heróis, para os curar... Os heróis mostram-se agradecidos e Sorgoth oferece-se para lhes ler a sina. Num ritual estranho, Sorgoth tem uma visão onde vê de uma estranha poeira púrpura a consumir aqueles que lhe deram origem; um hutt enlouquecido; traição e perigo no caminho dos heróis. No final oferece um estranho artefacto aos heróis, um apito prateado para estes usarem quando estiverem em perigo e precisarem da ajuda dos Evocii. Os heróis, antes de partirem, prometem voltar para os buscar e levar para fora de Nar Shaddaa.

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Grande azar

Não podia ter corrido pior: cheguei a casa depois da sessão e estive uma hora e meia a escrever a sinopse... e a net foi abaixo. Perdi tudo. Estava pronto para partir o computador...

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaargh!

 

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Também me acontece, e

Também me acontece, e depois pontapeio-me por não ter estado mas é a escrever no Word.

 

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Sessão XXVII e XXVIII

Após o encontro fatídico com os Evocii, onde os heróis conseguem novos aliados, vão de novo ao encontro de Mika o hutt; Angela Krin está num estado de alma que alterna ente o choque e o espanto, pela sua recuperação aparentemente milagrosa.
Depois de reunidos ao hutt, e planeando que fazer de seguida, são contactados por Vago - aliás, por um dos droides verde jade, H-3PO - que os informa que Vago conseguiu arranjar uma nave para sair de Nar Shaddaa, localizada na gare Q2214 GRB, pertença da Skydove Freight. Encontrar-se-á lá com os heróis e exorta-os a serem rápidos... E assim, sem mais alternativas, rumam todos no skiff ao local acordado, lá no alto de Nar Shaddaa entre as torres e arranha-céus.
Chegados ao local, Krin adverte toda a gente que, caso algo aconteça de errado, que se tentem reunir de novo no armazém abandonado onde se encontraram pela primeira vez. A doca parece vazia, silenciosa e no escuro (é de noite)...
Os heróis usam o intercomunicador e as grandes portas do hangar abrem-se lentamente, para revelar uma caravela hutt em mau estado (como se estivesse estado envolvida recentemente numa batalha espacial) poisada no centro da pista. Luz vem de dentro da nave, e H-3PO encontra-se cá fora, chamando os heróis para dentro, pois Vago já se encontra no interior da caravela a preparar os sistemas de voo.
Apesar de desconfiados, os heróis vão avançando na direcção da nave a mando de Mika, que segue no centro da comitiva, quando se apercebem das figuras escondidas nos passadiços lá em cima no tecto: armadilha!! (outra vez...).
Torin consegue voltar para trás e embarcar no skiff, enquanto os restantes heróis, juntamente com Mika e Krin ficam dentro do hangar. Os atacantes são os esbirros de Zonnos (wookiees e niktos), armados de redes eléctricas; na refrega que se desenrola, Mika é capturado nas redes lançadas pelos servos de seu irmão, e os heróis conseguem alcançar a nave, onde no meio da confusão conseguem encontrar refúgio no meio do caos e dos pedidos frenéticos do droide verde jade, que diz a quem quiser ouvir que não teve alternativa, que capturaram o seu mestre Vago e que a rendição é uma opção perfeitamente lógica!
Torin conduz o skiff até ao tecto do hangar, que se abre para revelar mais bandidos - rodians, niktos e mais wookiees - a abrir fogo sobre os seus companheiros. Lá no chão do hangar, o bravo Gardie ainda tenta salvar Mika mas é posto fora de combate, atordoado e capturado. No cockpit da nave, Krin e Shaeagle iniciam o descolar da caravela para sairem dali rapidamente. À porta da nave, Moja e Ansen fazem a vida negra aos assaltantes. E Torin despenha o skiff contra um grupo de atacantes, conseguindo ainda entrar mesmo a tempo criando a confusão necessária para poderem descolar na caravela danificada, chamada Luminous Star, enquanto os servos de Zonnos capturam Mika e Gardie...
Frustrados mas vivos, os heróis rumam dali para fora à velocidade que a nave permite - um rápido diagnóstico revela que a Luminous Star foi atacada recentemente por piratas, é uma nave da Skydove e tem a maior parte dos sistemas offline... incluindo hiperdrive e armas.
Enquanto voam na direcção dos níveis mais baixos (e comparativamente mais seguros) da lua, Ansen e Torion, ao inspeccionarem a nave, ainda dão de caras com alguns niktos escondidos no compartimento de carga! Mas dão facilmente conta deles. Shaeagle sugere lançá-los borda fora; Ansen, porém, convence os companheiros a deixar os mercenários num qualquer local, amarrados, e seguir viagem.
No relativo refúgio das profundezas de Nar Shaddaa, os heróis fazem contas à vida: Mika e Gardie capturados por Zonnos, provavelmente na Torre Anjiliac, provavelmente mortos ou em vias de tal...
Surgem então de novo alguns Evocii, guiados por Sorgoth. E na breve reunião os heróis ficam a saber pelo ancião que Zonnos já anunciou que se irá realizar o devido julgamento dos assassinos do pai, seguido das respectivas execuções. Ansen tem uma visão, onde vê os seus companheiros frente a um Zonnos enlouquecido, estrangulados pela sua própria mão na penthouse da Torre Anjiliac.
Com poucas horas para efectuar uma operação de salvamento, os heróis decidem-se após muita discussão pelo elemento surpresa: levar a Luminou Star directamente à Torre Anjiliac e despenhá-la contra a penthouse onde se realizará (televisionado) o julgamento. Talvez assim consigam apanhar Zonnos desprevenido e quiçá salvar os amigos; mas preparam-se para o pior e para uma missão que se adivinha suicida...
Finalmente a Luminous Star voa em diracção ao seu destino, bem como todos os seus ocupantes. Assim que chegados às imediações da Torre conseguem observar através do transceiver da nave o televisionamento que Zonnos preparou para toda a Nar Shaddaa, um julgamento público. E vêem o seu amigo Gardie (mas não Mika) arrastado em correntes perante o majestoso (e tresloucado) Zonnos, que passa directamente ao acto de culpar Gardie pelo assassinato de Popara; a nave passa então o perímetro de segurança da torre e é imediatamente alvo de fogo de canhões laser ocultados no edifício; atingidos várias vezes, a nave descontrolada, apenas a perícia de Torin impede o desastre; e aparatosamente a caravela hutt despenha-se violentamente contra o topo da torre, destruindo metade da penthouse no processo. E na confusão que se segue os heróis saem cá para fora a tempo de assistirem a Zonnos no acto de estrangular pessoalmente o wookiee Gardufulah. A confusão é imensa - fogo, extintores automáticos, luzes que falham, a noite lá fora, fumo, móveis e peças destruídas, uma nave meio desfeita a sair da parte de fora da torre, tudo contribui para o clima dantesco que se vive enquanto heróis e os servos de Zonnos se degladiam. O combate é feroz e rápido. O próprio Zonnos, totalmente possuído pelas fúrias da tempest, lança-se no corpo-a-corpo e é morto após muitos tiros de blaster e fragmentos de granada literalmente desfazerem o seu corpo massiço. Os heróis saem feridos e inconscientes alguns, outros ainda de pé. Mas no final os niktos rendem-se ou fogem e os aguerridos wookiees ou são mortos ou colocados fora de combate.
E é assim, neste estado de coisas, que o (ainda funcional) turbolift se abre para dele sair Mika, visivelmente abalado, seguido de uma escolta de oito niktos.

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Sessão XXIX

Mika entra na penthouse destruída declarando que a justiça está feita e o seu irmão rebelde não mais representa uma ameaça ao legítimo herdeiro do clã Anjiliac. Televisionado para toda a Nar Shaddaa, este espectáculo deixa claro a todos quem é o novo líder Anjiliac, acaba com a guerra dentro do clã e cimenta a posição e reputação dos heróis enqanto "homens de mão" do novo lorde hutt, Mika.

Seguem-se dias estranhos de calmaria. Os heróis reúnem com Mika várias vezes, e o jovem hutt deixa claro que conta com eles para o ajudar a reconstruir o clã e a debelar quaisquer novbas rebeliões por parte de eventuais apoiantes do irmão. Manifesta grande desconfiança em relação a Vago, desaparecido, e associa-o à morte de seu pai e à causa perdida de seu falecido irmão, Zonnos. Para Mika, Vago foi um "erro de casting" de seu excelso pai, que finalmente se vingou da destruição do seu próprio clã às mãos dos Anjiliac.

Angela Krin, depois de alguns dias, despede-se e retorna ao Sector Corporativo, com muitos agradecimentos de Mika e prometendo manter o contacto com os heróis; quem sabe se os seus caminhos não se voltarão a cruzar?

Os heróis vêem-se a mãos com uma tarefa e uma responsabilidade que não pediram, mas aceitam-na em memória de Popara e pela ligação a Mika, que parece genuinamente desesperado e confiante nas capacidades dos heróis, e que promete manter o combate à Tempest. Além do mais, as novas responsabilidades trazem um novo status quo: os heróis são agora conselheiros de um lorde hutt. A sua reputação é restaurada, as suas contas bancárias são ressarcidas em 20.000 créditos para cada um (para começar) e a Firefly é restaurada aos seus legítimos donos, impecavelmente mantida.  O Conselho Hutt reconhece a primazia de Mika e os heróis deixam-se enredar no dia-a-dia da administração do império Anjiliac.

As semanas passam e cada herói encontra um nicho dentro da organização do clã; os heróis percebem que Mika é bem intencionado e parece confiar verdadeiramente nos seus pareceres e conselhos; infelizmente, não parece possuir ainda as capacidades, a sabedoria e o savoir faire do seu magnífico pai... qualidades que levam anos a desenvolver, naturalmente. Politicamente, são obrigados por ora a engolir em seco as sevícias sofridas às mãos, por exemplo, de Parella o hutt: é assim com os hutts: inimigos hoje, aliados amanhã.

As semanas tornam-se meses; os rumores de avistamentos de Vago são comuns, associados a conspirações para derrubar Mika. Este passa muito tempo embrenhado a conhecer os pormenores do negócio de família, ajudado pelo seu fiel servo, Orgamon. Os heróis são agora tenentes do clã Anjiliac, responsáveis pela guarda, pela administração, pelos contactos comerciais, pela segurança de Mika; começam a suspirar pela liberdade dos tempos antes de Nar Shaddaa...

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Sessão XXX

Há três meses-padrão que os heróis se atarefam no dia-a-dia da gestão do clã Anjiliac. Estão a começar a ficar consumidos pela crueza da vida de Nar Shaddaa: as injustiças; a sujidade; o crime; a corrupção; o cinismo; a escravatura; o abuso arbitrário de poder. Mas estão na mó de cima, por isso os dias passam. Cada vez vêem menos Mika, o agora chefe do clã. Mas são seus conselheiros, e a sua posição garante-lhes alguma segurança na Lua dos Contrabandistas.

É então que Mika lhes pede o favor especial de se dirigirem a Tatooine para investigar um possível indício da presença da Vago. E assim fazem; pela primeira vez em muito tempo rumam ao hiperespaço! Mas a viagem de 3 dias revela-se infrutífera, porque apesar da colaboração de Bib Fortuna, o majordomo de Jabba, o hutt (senhor de Tatooine), não conseguem descobrir nada, apenas confirmar a presença séria de tempest no planeta.

De volta a Nar Shaddaa, decidem fazer algo que ainda não tinham tentado antes, que é consultar a Corporação dos Caçadores de Prémios da galáxia, com sede no nível 88 do Sector Corelliano de Nar Shaddaa. Marcam uma audiência com o próprio director da filial na lua, Smada, o hutt, um poderoso chefe hutt que se rodeia de caçadores de prémios e parece ter uma obsessão com a sua segurança pessoal. Infelizmente, a reunião não corre bem; insultam sem intenção Smada e são postos a andar sem demora - apenas a sua posição entre os Anjiliacs impede outras, piores, consequências... Moja acaba por se inscrever na guilda; é agora um caçador de prémios registado. E apesar dos seus esforços, não descobrem nenhum prémio sobre as suas cabeças, apenas um de 50.000 créditos sobre a cabeça de Vago.

Algo desmoralizados, vão encharcar a frustração no Meltdown Café, um dos mais conhecidos antros de Nar Shaddaa, repleto de spacers. Aliás, o Sector Corelliano é conhecido pela vida nocturna activa e casas de jogo efervescentes. Na cantina, um droide mensageiro informa Ansen Gallis que um dealer de informação, Torik de seu nome, tem informação útil sobre Vago e deseja encontrar-se com os heróis para negociar a venda da mesma... cheira a esturro, os heróis vão, mas vão desconfiados. Na rua bem movimentada encontram-se com Torik, afinal um humano de meia idade bastante afável. No seu speeder dirigem-se ao seu escritório, onde se reúnem à volta da mesa para discutir business. Assim que Torik consulta o seu datapad, este explode, matando o infeliz negociante! A explosão afecta também os heróis, que se vêem de repente a braços com quatro figuras encapsuladas em armaduras reactivas e brandindo estranhas carabinas, que entram de rompante na sala pela porta dos fundos, gritando: "Ne chutta! Ka hutta bountika!".

No breve mas renhido tiroteio que se segue, os heróis são quase derrotados pelos caçadores de prémio em armaduras espaciais, reconhecidos por Gardie como sendo afinal caçadores Gank, uma raça cruel e sádica que vive de caçar seres inteligentes a troco de créditos. Torin é quase morto, todos os outros heróis saem feridos, e num dos últimos instantes do combate apercebem-se que a refrega continua na sala ao lado! Gardie, já em estado de raiva completa, avança esbaforido para a sala anexa apenas para assistir a um homem empunhando um sabre de luz verde a aviar outros tantos ganks; com o último gank a cair sob a sua lâmina, os restantes heróis ainda de pé entram na sala mesmo a tempo de ouvirem o indivíduo a dirigir-se a Ansen: "Tu dás demasiado nas vistas..."...

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

boas...

este combate não me correu nada bem!!enfim....

 

em relação ao ansen.....é naquela mesmo sem contar outras ocasioes so a luta contra

o zonnos foi trasmitida em directo para um sem numero de sitios e pessoas!!!

ele a lutar de sabre de luz na mão em directo na tv chama ligeiramente a atenção!

 

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

Nar Shaddaa tem cerca de 85

Nar Shaddaa tem cerca de 85 biliões de habitantes... ora, é só fazer as contas. Já estou a imaginar: "mãe, mãe, está um senhor jedi na televisão!!"...

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

sessão xxx

Após termos seguido o information dealer Torik, na esperança de receber informações frescas do paradeiro de zonnos, o que menos esperava era que o seu "instrumento de trabalho" nos rebentasse nas nossas caras...ainda oiço sinos de igreja dentro da cabeça.

Gostava de ter tido tempo para me recompor, mas uns rufias apressados em nos matar, todos emoldurados em reluzentes power armors, começaram a disparar para nos levar desta para melhor...não me enganam, bouty hunters, sem duvida... julgo que atrás de um colega nosso... em todo o caso não o conseguiram porque mostrámos ser mais duros que eles, tenho pena que o nosso capitão tenha tido o azar de ser atingido e desfalecer a meio da luta, porque ele é uma mais valia...

Mais barulho na sala ao lado faz antever que a pripécia não acaba aqui, de facto, um ser empunhando uma arma igual a Ansen encontra-se numa sala contigua com corpos mutilados no chão e diz´-lhe algo em tom inspido e reprovador...creio que será melhor que esteja do nosso lado...

O wookie enrraivecido é uma máquina de destruição....gosto!

 

Retrospetiva

Como equipa devemos estar unidos tanto nos momentos bons como nos menos bons...cito o exemplo do Bothan, que a custo aprendeu, penso eu que com um custo demasiado caro, por isso se têm algo a dizer a Ansen, agora é uma boa altura (falo do dito Exebcionismo com a arma), mas lá está, igualdade de direito para todos acima de tudo...se uns foram criticados outrora pelo seu comportamento, outros devem ser para a balança ter dois pesos e duas medidas.

Mudando para outro assunto, revejo-me nas criticas feitas pelo G.M. na sessão anterior e assim comprometo-me a comentar os posts de todas as sessões doravante, estando assim mais empenhado. Reconheço o seu trabalho e frustração por esperar mais de nós, pelo que desde já peço desculpa. Acrescento que não só graças a ele como a todo o grupo hoje sou melhor jogador de star wars que era que quando começei e por lógica, daqui por frente serei melhor que agora, isto é como tudo na vida, mas acredito que o Pedro tenha isto em conta, porque a maior parte do grupo não tinha exprimentado este universo rpg anteriormente...

Ego Dicit !