E os Vencedores do RPGénesis 2010 são...

Retrato de Rick Danger

..por ordem alfabética do nickname..

HappyHappy

HappyHappy

HappyParabéns aos RPGénios deste ano!

 

 

Foram cinco os RPGs Portugueses produzidos nestes últimos 7 dias de refrescante criação:

Conforme anunciado, cada RPGénio irá receber o "Livro do Génesis" uma colectânea em PDF de todos os jogos participantes (desde que os autores permitam ter o seu material incluído) e serão contactados nesse sentido.

Obrigado a todos participantes que investiram o seu tempo e o seu esforço neste evento! Happy

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  BIBA! CARAGO! 5 em 5!

 

BIBA! CARAGO! 5 em 5! Isto nem nos filmes. Parabéns a todos, e informo desde já que podem acrescentar o meu RêPêGê ao Livro do Génesis!

 

E agora, onde estão as nossas barras especiais de "Vencedores"?

EDITAR: Ai que afinal já tinham dado a barra nova.... Mas olha que RPGénia!? Génia só conheço a minha prima Eugénia...

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Dou desde já autorização

Dou desde já autorização para tudo, Livro e Jogador-sonhador.

Parabéns a todos os participantes e agora é apostas nos playtestings :)

Parabéns

Aos participantes e aos promotores. E como vai ser para a restante escumalha aceder ao livro?

Sérgio Mascarenhas

Sérgio

obrigado a todos

Isto, de facto, correu muito bem Thumbs UpThumbs Up Foi um prazer ler os vários textos, todos RPGs em Português.
Para o ano, se calhar dispenso a esquizofrenia de ser júri e participante ao mesmo tempo Ashamed mas isso depois vê-se na altura.

smascrns escreveu:

E como vai ser para a restante escumalha aceder ao livro?

No âmbito do evento, o que se propôs aos participantes foi que o seu trabalho pudesse ser partilhado com os vencedores. Para além disso, podemos falar entre nós, mas não está nada decidido de momento. Como se vê pelo comentário anterior do RedPissLegion, estamos a pedir permissão para tudo Laughing e cada autor mantém controlo absoluto sobre a divulgação e distribuição do seu projecto.

 

Eu autorizo tudo e mais

Eu autorizo tudo e mais alguma coisa. :-)


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A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

Eu ia dizer o de sempre...

Mas não me vou repetir. Era algo sobre revisão e tal.

De resto muitos parabéns e por favor escolham títulos mais sugestivos para a próxima, eh eh. :P

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Parabéns!

Parabéns a todos os que participaram. Já agora:

Quantos participaram ao todos e quais os títulos dos jogos?

O facto do júri também participar como concorrente não vicia um bocado as coisas? Tongue out

Dwarin escreveu: Quantos

Dwarin escreveu:

Quantos participaram ao todos e quais os títulos dos jogos?

RPGénesis escreveu:

Foram cinco os RPGs Portugueses produzidos nestes últimos 7 dias de refrescante criação:





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títulos

Dwarin escreveu:

Quantos participaram ao todos e quais os títulos dos jogos?

Ao todo, foram seis participantes. Os títulos dos jogos estão listados neste tópico, faz scoll up Ashamed

Citação:

O facto do júri também participar como concorrente não vicia um bocado as coisas?

Podes ver nas regras do evento qual é a função do júri, que é relativamente simples com pouco espaço para subjectividade. Além disso, como somos três, o trabalho de cada um pode ser validado pelos outros dois para que ninguém seja juiz em causa própria.

"As Vampiras Lésbicas de

"As Vampiras Lésbicas de Marte Atacam A Assembleia Nacional"

Desse género?

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hmm

axo que não vale ja comecar a preparar para 2011 :P 

 

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It lives!

Já agora...

Já anunciei à organizadora do Japan Weekend que vamos estrear RPGs portugueses por lá. De certeza que será uma boa maneira de os promover e de ter algum feedback.

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E que pelo menos 3 deles

E que pelo menos 3 deles têm temática Japonesa (e um 4 que tb dá): temos os Shinigami do Ricardo inspirado em Bleach, o Drama Gakuen que é meu, inspirado em Tenjou Tenge, Vampire Knight e uma séride outros animes de "Academia", e o do Red que é inspirado em filmes de terror japoneses.

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jÁ agora...

...ao mesmo basta substituir os nomes das cidades. :-)





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Boardgames @ Japan Weekend

jrmariano escreveu:

Já anunciei à organizadora do Japan Weekend que vamos estrear RPGs portugueses por lá. De certeza que será uma boa maneira de os promover e de ter algum feedback. sopadorpg.wordpress.com - Um roleplayer entre Setúbal e Almeirim

Então e sobre os Boardgames? Não falaram nada? Undecided

LadyEntropy escreveu:

"As Vampiras Lésbicas de Marte Atacam A Assembleia Nacional"

Desse género?

 

"AS"? Plural? Até hoje só conheci uma nortenha apropriada para esse género. Wink

~Nuno Carreira / Strilar (* Boardgamer * Roleplaygamer * Cardgamer * Onlinegamer * Geek * L5R GM *)

Que tipo de nortenhas mais

Que tipo de nortenhas mais maradas tu conheces, moço (ou estás a chamar-me a mim vampira lésbica de marte?)

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Sim, sim. Eu referi que

Sim, sim. Eu referi que devemos ter 1-2 pessoas para os boardgames.

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Se quiserem vir

Se quiserem vir experimentar esses rpg de temática japonesa podem faze-lo no KANPAI (http://www.kanpai-coimbra.info).

Eu espero lá por vocês ^_^;

 

www.clubotaku.org | www.drkartoon.com

Sugestões

Agora que terminou o "concurso", gostaria de deixar algumas sugestões para um próximo; este foi um sucesso, e para que se repita é necessário haver vontade de organizar outro, mas não necessariamente nos mesmos moldes.

Assim, sugiro:

-os concorrentes não podem ser juízes; somos tantos por aqui, de certeza que alguns poderiam participar apenas num dos papéis (juíz ou concorrente)
-o próximo concurso deveria sê-lo de pleno direito, com um prémio simbólico que fosse mais do que "bragging rights"
-o prémio poderia ser juntar as aptidões de cada um nas várias àreas de edição de um livro (paginação, arte, edição, testes) e editar uma coisa mais "à séria", se possível traduzido e publicado na Lulu (ou noutro sítio qualquer) e distribuído fora do circuito português/brazileiro (ou seja, algo que os américas pudessem pegar e dizer "sim senhor, estes tipos quando se juntam até fazem coisas interessantes")
-o concurso deveria ter áreas que pudessem ser julgadas e pontuadas, como tema (e sua aderência), organização (incluindo paginação, tabela de conteúdos, indice, etc), jogabilidade (se o jogo pode ser jogado como está, se está completo, etc)
-o número de páginas como critério parece-me, francamente, fraco; eu tive dificuldade em encher aquilo de palha, quando poderia perfeitamente ter passado a mensagem em metade; se isto não for um critério, talvez mais pessoas possam participar

Ideias, comentários, ou ainda é muito cedo para falar?





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Nunca é cedo

Rui escreveu:

-os concorrentes não podem ser juízes

Mesmo não tendo participado acho que tens razão.

Citação:

-o próximo concurso deveria sê-lo de pleno direito (...) o prémio poderia ser (...) editar uma coisa mais "à séria"

Muito bem.

Citação:

se possível traduzido e publicado na Lulu (ou noutro sítio qualquer) e distribuído fora do circuito português/brazileiro (ou seja, algo que os américas pudessem pegar e dizer "sim senhor, estes tipos quando se juntam até fazem coisas interessantes")

 

Muito mal. Do meu ponto de vista o objectivo deve ser pôr cá fora rpgs tugas para um público tuga. Se os autores tugas querem impressionar os américas, têm os circuitos índios dos américas para o fazer.

Citação:

 -o concurso deveria ter áreas que pudessem ser julgadas e pontuadas

Ou seja, o juri deve ter critérios definidos para a avaliação dos jogos. Inteiramente de acordo.

Citação:

-o número de páginas como critério parece-me, francamente, fraco

Igualmente de acordo. Aliás, a haver um limite deve ser um limite máximo, não um limite mínimo.

Acrescento que o período de uma semana me parece perfeitamente artificial. Como é que alguém controla que o participante realmente escreve o jogo naquela semana, em vez de começar a trabalhar no mesmo desde a data do anúncio do concurso? Parece-me perfeitamente dispensável. Basta anunciar-se algo deste tipo, «Está aberto o concurso RPGénesis 20xx, os jogos terão de dar entrada exactamente daqui a 1 mês».

Sérgio Mascarenhas

Sérgio

-impressionar os américas:

-impressionar os américas: são os gajos que se mexem no mercado e que influenciam as modas dos rpgs; não me parece que simplesmente impressionar o Ron Edwards seja um bom ponto de partida, ou que sequer seja um ponto de partida; aliás, quero desde já afastar-me de toda e qualquer classificação que me ligue ao Ron Edwards (o que não é a mesma coisa que estar afecto aos índios)

-prazos: isso; qualquer participante poderia perfeitamente ter começado a trabalhar no projecto assim que ele foi anunciado, e depois simplesmente ter enviado o pdf 5 minutos antes do prazo terminar; sendo que o concursos foi anuncia um mês antes, na verdade o prazo para trabalhar foi de 1 mês e 1 semana





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eventos para todos os gostos

É necessário ter em conta quais são os objectivos do evento ao pensar no seu formato e aí julgo que, como é natural, as pessoas querem coisas diferentes. Recordo que o RGPénesis acabou por surgir de forma espontânea a partir da vontade minha e da Lady Entropy de escrevermos novos RPGs em Português que eventualmente pudéssemos levar ao Japan Weekend. Tanto eu como ela gostamos do formato NaNoWriMo pela maneira como põe imensa gente a escrever durante um mês em todo o mundo, sem se prender com questões de competição, qualidade ou publicação, isso fica para depois. A prioridade número um é pôr toda a gente a escrever, escrever, escrever. Toda a gente incluindo o júri - que só acaba por ter de existir porque alguém tem que ver se as cinco mil palavras não são cinco mil copy-pastes do nome do participante, vinte receitas para massa com queijo ou uma fan-fiction de Harry Potter. Envolver o máximo de pessoas e conseguir a máxima produção de possíveis RPGs é o único objectivo do RPGénesis.

Outros eventos poderão certamente apontar para outros objectivos de maior prestígio e reconhecimento, mas, sobre isso, chamo a atenção para o facto que este já não é o primeiro evento de design de RPGs que se tenta organizar no AbreoJogo, mas é factualmente o mais bem sucedido até agora (sucesso medido pela correspondência entre objectivos e resultados) e por alguma razão é assim. Agora, tendo-se mostrado que é possível um evento deste tipo resultar, é natural sermos ambiciosos e apontarmos para outras metas, mas não sei se é o RPGénesis que deve mudar ou se outros tipos de eventos é que devem ser criados, outras oportunidades para outras pessoas também se chegarem à frente com as suas capacidades de organização e as suas estratégias para promoção dos RPGs.

Claro que é essencial podermos contar com sugestões e feedback, mas julgo que algumas dessas ideias servirão propósitos diferentes daquele que se pretende com este evento. De qualquer forma, "o prémio poderia ser juntar as aptidões de cada um nas várias àreas de edição de um livro (paginação, arte, edição, testes) e editar uma coisa mais à séria" é algo que ainda vamos perfeitamente a tempo de fazer. Para já, só estou à espera da permissão da Arkangel para montar "O Livro do Génesis", mandar-lo para todos os vencedores e depois vemos o que queremos fazer.

 

Para quem não conhece o

Para quem não conhece o NaNoWriMo, é difícil compreender os "porquês" das nossas regras como juízes. Mas elas foram muito pensadas.

Para começar:

Prémios: Com prémios vêm obrigações, discussões devido a opiniões, egos magoados. E para além disso, quem é que patrocinava os prémios? Deviamos pedir inscrições para cobrir? Mas isso só ia fazer menos pessoas participar. E o objectivo disto é pessoas escreverem por gosto, não para ganhar algo, porque senão só os "meninos experientes" jogam -- ninguém quer entrar num jogo já com a certeza que vai perder, sobretudo tendo que pagar.

 

O Sistema de Honra: CLARO que as pessoas podiam ter começado antes. Claro que podia ter sido um abuso, e ter um monte de meses para trabalhar no sistema. Mas é isso a beleza do Sistema de Honra -- pronto, se as pessoas querem fazer isso ganham na mesma, que ninguém sabe -- mas se não há prémios envolvidos, de que vale a pena fazê-lo? Isto é um desafio: criar um RPG numa semana. Ou ganhas ou perdes. Se tens que mentir para ganhar, estão já perdeste, mesmo que mais ninguém saiba (sem querer ser moralista).

 

Juízes-Participantes: Eu sei que custa meter na cabeça a ideia de alguém que deve ser neutro participar. Mas houve duas razões para isto: primeiro, a competição foi criada por mim e pelo Rick, e ninguém ia perceber muito bem o que era isto na primeira tentativa... mas, ao mesmo tempo, isto era um concurso pessoal para convencermos-nos um ao outro a acabar os nossos respectivos jogos. Logo, fazia todo o sentido que estivéssemos no painel de juízes, pelo menos desta vez. Chamamos o Aramoro para "total imparcialidade" mas, tendo em conta a natureza do papel dos juízes é muito difícil ser "não neutro". Ou se tem 5000 palavras ou não se tem; e ou se tem um jogo que dure uma sessão completa ou não se tem. Como não estamos a competir um contra os outros, e todos podem ganhar, acusações de "tendenciosismo"  são extremamente difíceis, senão impossíveis. Além do mais, impedir os juízes de participar faz com que menos gente participe e nós queremos um máximo de pessoas a participar! Para o ano, todos os participantes deviam ser juízes! Assim não há acusações de tendenciosismo!

 

Juízes com guidelines: Mas nós temos disso. É se um RPG tem no mínimo 5000 palavras, e se é suficientemente completo para jogar sem pedir clarificações ao mestre de jogo ou ter que inventar houserules. Queriam outras guidelines? Pois, este não é o tipo de concurso onde as vão encontrar, porque francamente, não estamos à procura de um jogo bonito (agradecemos sempre a consideração no entanto). Estamos a tentar entusiasmar as pessoas para se sentarem e criarem. Não estamos aqui para passar julgamento ou para pôr o trabalho de alguém à frente de toda a gente e julgar como adequado ou inadequado.

 

Várias categorias de avaliação: Discordo. Discordo de todas as formas possíveis e imaginárias. Como disse acima, isto não é uma competição entre as pessoas. Este concurso é um desafio do participante contra ele ou ela própria. Não é para qualificar a qualidade do trabalho, mas sim ESCREVER um RPG numa semana. Uma semana de loucura, onde achamos que não vamos conseguir, onde o sangue ferve e a frustração é muita, mas no final, quando te sentas e olhas para aquele monte de folhas e dizes "eu fiz isto sozinho", a emoção é enorme! Queremos pôr pessoas a escrever, porque escrever em grupo é sempre mais divertido. E daí virá, lentamente a realização que eles conseguiram escrever um RPG. Numa semana. Que, se quiserem, conseguem fazer muito mais -- e sem precisarem de outras pessoas à volta. Mas o primeiro passo é sempre o mais difícil, e por isso, com um concurso como este, fizémo-lo (espero) mais fácil.

 

A questão do tempo: Eu sei que se calhar devíamos ser mais maus! Avisar em cima da hora para poder apanhar os jogadores de surpresa e eles não conseguirem escrever antes do tempo. Mas... (e é um grande mas), porquê? Porquê fazer as coisas mais difíceis aos jogadores se eles já vão ter os problemas de escrever um RPG completo numa semana? Porquê obrigá-los a só saberem na semana anterior, e terem que desenvolver o sistema em cima da hora, e garanto-te, chegar às 5mil não é difícil. O difícil é chegar às palavras necessárias para ter um jogo completo.As pessoas devem ter um mesito para pensar no setting e sistema, para que possam dedicar a semana a escrever furiosamente e passar tudo para o papel.

E se vamos por essa ordem de ideias, o que é que me impede de escrever já um jogo para concurso que sugeriste, deixá-lo ali paradinho, e esperar que o concurso seja anunciado da forma que sugeriste? Depois é só fazer uns ajustes, pô-lo muito bonito e entregá-lo no final do prazo. Avisar em cima da hora não ajuda em nada, nem sequer em manter a pureza da experiência.

Podia-se, então, sugerir temas obrigatórios, para assegurar que ninguém fazia batota. Mas, novamente, isso ia contra o objectivo deste concurso -- que é permitir às pessoas libertarem-se. Criarem pelo prazer de criar. Escreverem um jogo sobre o que raio eles quiserem.

 

Avaliação por critério de páginas é fraco: Não é quando o objectivo do concurso é desafiar um bando de pessoas a correrem umas ao lado das outras e criar, sem constrangimentos. Avaliar se alguém ganha o desafio escrevendo RPG de qualidade não é o objectivo deste concurso. Uns escrevem mais, outros escrevem menos. Também me parece um bocado toni dizer a alguém que não pode escrever mais que 20 páginas A4, com letra em Arial 11, com espaçamento único e margens de determinado tamanho quando andamos aqui a dizer que queremos é entusiasmar as pessoas a escreverem de forma divertida. Quando mais regras, menos diversão. Pedimos um mínimo para assegurar que as pessoas estão a participar, mas pedir um máximo é constranger os limites, é obrigar a passar mais tempo a planear e organizar e retirar palavras a mais do que a criar (sou tendenciosa porque escrevi 18 mil palavras).O moto "não oficial" deste concurso devia ser "Just do it. No matter where, when or how."

 

Por fim, tenho a dizer que isto não é o Highlander. Não é preciso haver só um. Pessoalmente, adorava que houvesse mais concursos de escrita de RPG em tugês, para ver se interessamos mais gente. Podemos perfeitamente ter concursos para os amadores (como o RPGénesis) em que se joga a feijões, e concursos para ganhar prémios e ser avaliado. Bute organizar um?

 

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Ana, eu não estava a

Ana, eu não estava a criticar nem o concurso nem as pessoas nem a organização nem a intenção. Eu não estava a criticar; a única crítica que poderás ver ali foi mesmo a questão das 5000 palavras, e depois concordar com o Sérgio na parte dos prazos. Eu nenhum outro lado tu vês uma crítica minha. Daí eu não perceber porquê estares tão defensiva. Se eu não tivesse concordado com o formato da coisa não teria participado. É simples. Mas eu gosto de escrever rpg's, e por isso teria participado de qualquer das formas.

Agora, eu pus uma série de sugestões para um formato diferente de coisa. Se tens algum problema em lhe chamar RPGénesis, chama-lhe outra coisa qualquer. Que tal "Grande Concurso de Criação de RPG do Abre o Jogo"? Soa-te melhor?

Aí entra quem quer, como neste. Mas quem entra sujeita-se às regras do mesmo, curiosamente como neste. A diferença é haver um único vencedor, decidido por um júri que não participa senão nessa condição, seguindo uma série de guias de avaliação previamente definidas e conhecidas por todos, e onde poderá ou não estar o item das 5000 palavras (que eu continuo a achar excessivo - se no teu jogo se calhar 5000 até é pouco, no meu é um exagero [se tivesse concorrido com o Dara ou algo semelhante, teria que escrever mais de 1000 palavras por dia para sequer chegar a passar a mensagem {a menos que fizesse batota e começasse a escrever antes da semana fatídica}]), e onde o prémio é conhecido de todos e é única e exclusivamente a oportunidade de ter o seu rpg escrito num esforço colaborativo de publicação, onde outras pessoas poderiam participar (eu posso não ser bom a escrever fluff, mas sei que sou bom a escrever mecânicas e a testá-las), ajudar, criticar, mandar bitaites - para que depois talvez, caramba mas que talvez tão bom - haja finalmente um rpg que toda a gente possa chamar um rpg tuga. É assim tão estranho que te mova a reagir dessa maneira?





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Há bastante espaço para

Há bastante espaço para mais concursos com outros moldes. É de ponderar porque é que este teve mais sucesso que os outros.

Quanto ao teu RPG para este concurso, podias sempre ter desenvolvido uma ideia que desse para 5000 palavras, certo? :P

Na minha opinião (um pouco parcial pois não participei mas quero sentir-me útil) o primeiro passo já está dado mas ainda mais importante para garantir a tal produção do "RPG tuga" é levar os manuscritos ranhosos e apressados à revisão e ao playtest ("iterative design for the win!"). E isto sequer antes de se publicar a antologia de que se tanto fala, eh eh.

O Diogo já me mandou o dele e eu ando fazer redlines e comentários a tudo usando o Word. E na InvictaCon e no Japan Weekend vai haver playtests e demos!

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Podia de facto ter

Podia de facto ter desenvolvido uma ideia pra mais de 5000 palavras; também podia não ter participado e criticado logo desde a 1ª hora.

Eu não me sinto bem a escrever 5000 palavras, se realmente tiver que o fazer; se fores ver o doc do Dara e o doc do Gates vês que têm ambos mais que 5000 palavras (11.173 e 7908, respectivamente), e provavelmente o 101 e o BBZ tambêm, e nem sequer estão perto de estar completos, mas acontece assim porque são jogos com ambições diferentes; para escrever algo limitado a uma semana, e a um concurso, eu prefiro escrever algo contido.

Encontras jogos perfeitamente jogáveis com menos de 5000 palavras, não sei quantas tem o Lady Blackbird, mas se descontares os personagens pré-feitos quase de certeza que contas menos de 5000 palavras.

Eu não percebo porque é que, de todas as sugestões que fiz, é esta que é discutida; e ainda por cima quando o fiz, foi para que a coisa se fizesse noutros moldes.





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Epá, claro que podias não

Epá, claro que podias não ter feito e reclamado. Mas ainda bem que não o fizeste dado que escreveste mais um jogo de RPG e isso é sempre bom. Desse modo foi bastante mais produtivo em todos os sentidos.

Dado que foi, pelo que escreveste,a única crítica "foi mesmo a questão das 5000 palavras" é de esperar que seja ao que as pessoas se vão referir. Ou não estás à espera que haja refutação das (ou até concordância com) sugestões e crítica que teceste?

Dado que é algo com que não te sentes à vontade e te limita a produtividade podias sempre ter participado numa de não conseguir a vitória total ao escreveres menos de 5000 palavras. Será que perdias assim tanto?

Por curiosidade fui contar as palavras do Lady Blackbird (retirei da contagem a duplicação das personagens pré-feitas mas não a originais porque parece-me que são parte essencial do jogo) e contam-se cerca de 6500 palavras.

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Nem por isso, não perdia

Nem por isso, não perdia absolutamente nada, dado que, como o Sérgio demonstrou, e como, pareceu-me, foi confirmardo pelo Rick e pela Ana, na realidade não era um concurso; mas, independentemente disso, eu iria sempre obedecer às directivas do passatempo, que neste caso passavam por escrever 5000 palavras.

No entanto, o bicho que me morde é o porquê de discutir precisamente isso, quando na verdade dei carradas de sugestões; aliás, fui o único a fazê-lo.

Para te demonstrar como não percebo esta animosidade, eu vejo isto mais ou menos assim:

Pessoa A: Isto foi muito fixe! Tenho vontade de fazer mais, mas era giro, e vejam se concordam!, era giro se se fizesse algo com estas opções A, B, C e D; que acham?

Pessoa B: Porra lá está este gajo, que não percebe um boi disto, a criticar e a mandar bitaites! Mas quem é que ele pensa que é? É mesmo burro!

Pessoa A: Mas, mas, eu só disse que isto e aquilo! Até dei algumas sugestões e tudo!

Pessoa C: Cala-te! Sabes lá do que estás a falar! Só sabes é criticar!

etc

A mim faz-me confusão.

A experiência do RPGènesis foi excelente, e julgo eu que a repetir; no entanto, apontando uma ou outra crítica que em nada denegrem os organizadores, eu acho que a coisa podia crescer um bocadinho mais e tornar-se um evento do Abre o Jogo que pode, e deve!, projectar o rpg tuga para outros vôos um bocadinho mais ambiciosos.

Que tal discutir isso em vez de discutir ad nauseam a questão das 5000 palavras?





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Bem eu por mim foi mais para

Bem eu por mim foi mais para me meter um pouco contigo no espírito de brincadeira provocatória. Se procedi mal chama-me à atenção que eu corrijo o meu comportamento.

Quanto aos outros não tenho a certeza mas acho que estás a interpretar a troca de ideias como derivadas de uma certa animosidade que não me parece existir, mesmo com o benefício de dúvida disto ser a internet e haver espaço para confusões, "eye of the beholder" e tudo o mais.

Ok, tudo bem. E que tal abrir-se outro thread a discutir isso mesmo, o tal "Grande Concurso de Criação dos RPGs do AbreoJogo"? Assim até se tem mais espaço "neutro" para discutir isso com seriedade.

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Pois essa era uma das minhas

Pois essa era uma das minhas questões: será cedo para falar sobre isso? :-)





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Já agora...

Esqueceste-te desta parte:

"Pessoa D: Epá!, acho que a Pessoa A tem razão e apoio a opinião dele."

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Pois foi. :-) A planear:

Pois foi. :-)





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Eu explico a razão das

Eu explico a razão das 5000 palavras... se prometeres não me bateres por estar a ser defensiva! :D

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primeiros passos

jrmariano escreveu:

É de ponderar porque é que este teve mais sucesso que os outros.

Suspeito que será porque é um evento feito à medida da pequena comunidade de roleplayers que temos em Portugal. Parece-me que ainda não temos gente suficiente para fazermos eventos mais ambiciosos, nomeadamente...

Citação:

o primeiro passo já está dado mas ainda mais importante para garantir a tal produção do "RPG tuga" é levar os manuscritos ranhosos e apressados à revisão e ao playtest ("iterative design for the win!").

...não temos gente suficiente para uns serem designers, outros playtesters, outros editores, outros fãs, outros financiadores e outros promotores. Na medida do possível, temos que tentar põr todos estes chapéus na cabeça enquanto a nossa comunidade não se alarga e se interliga o suficiente para cada um se poder concentrar em só uma ou duas destas coisas.

Na minha opinião, nenhum RPG "a sério" pode ser feito sem um considerável playtesting, pelo que, pragmaticamente falando, testar jogos será o próximo passo que se evidencia após este evento. Compreendo que alguns designers possam achar que há maneiras de dispensar até certo ponto o playtesting, mas pelo menos a minha experiência diz-me o contrário e este é o ponto em que a produção de RPGs se cruza com a promoção dos RPGs. Da minha parte, faço o que posso, mas não conto ter no próximo ano a mesma disponibilidade que tive até agora, por isso eu se calhar é que estou a fazer sugestões para mais alguém assumir alguma iniciativa, seja ela qual for.

Batendo na tecla do playtesting, pergunto-me quantas sessões um designer daqui estará a a contar poder fazer de playtesting. Cinco ou seis? E quantas poderão acontecer sem ele estar presente, três ou quatro? E dentro de que prazo, seis meses? Tanto "os américas" como os ingleses contam com um feedback muito mais rápido e frequente, mesmo sem precisarem de fazer o circuito das suas cons, mas não me parece que possamos depender da comunidade de língua inglesa para testar os nossos RPGs, nem da comunidade brasileira, já agora. Acho que a caridade começa em casa e não vale a pena esperar que alguém dê por nós.

Além do mais, julgo que um terreno de roleplay fértil a playtesting é também inspirador para a criação de RPGs e uma coisa leva à outra, pelo que será natural que os designers testem os jogos uns dos outros e parece-me que é por aí que temos de ir, dentro ou fora daquilo que possa ser o contexto de um evento.

 

2 pontos interessantes

1- não acredito que não haja gente; acredito que não haja gente que não vem ao AoJ, mas também acredito que se possa mudar isso, se começarem a aparecer mais eventos AoJ, patrocinados pelo AoJ, ou simplesmente com o nome AoJ em t-shirts. Quando, a título de exemplo, o pessoal do Táquinas faz demos de D&D, fá-lo em nome próprio, mas para uma comunidade alargadíssima. Quando o pessoal do AoJ faz eventos de rpg, fá-lo em nome próprio, e apenas e só para a meia dúzia de carolas que aqui aparecem. Se, e isto é um "se" com tantas implicações que mete medo, o AoJ fosse um polvo, chegaria a ambos, mais pessoas tomariam conhecimento do portal, mais pessoas saberiam o que a meia dúzia de carolas anda a fazer, mais pessoas estariam abertas a experimentar, se calhar a comprar, patrocinar, pedir mais, e concorrer com o que se faz lá fora. Tu Rick tens o Jogador-Sonhador; não acompanhei todos os teus episódios, mas chegaste a falar do RPGénesis? Das pessoas que te ouvem, de um e do outro lado do Atlântico, quantas participaram no evento?

2- Não acredito que não seja possível contar com as comunidades estrangeiras para divulgar o que se faz por cá; na minha experiência, com o BBZ consegui pôr brasileiros a jogá-lo, e consegui que o pessoal do rpg.net desse bitaites atrás de bitaites para o jogo, na forma de desafios que se poderiam fazer dentro do jogo aos concorrentes; quando estava mais envolvido no Gates também pedi playtesters, e houve pelo menos uns 5 gajos que me pediram o documento de testes para ler, assim como 1 deles que comentou e criticou activamente durante quase 2 semanas; para ASdC, quando pedi ajuda para saber que monstros cthulhianos poderiam sobreviver numa singularidade, houve também 4 ou 5 que disseram que era uma ideia brutal e que queria jogar. Fora desta malta, há gente que tem muito nome e que critica regularmente jogos independentes; só para dar um exemplo, o Ken Hite tem uma coluna especialmente dedicada a isto.

Eu acredito que é possível fazer algo, mas não acredito que seja possível fazer bom, ou sequer comercial, sem ajuda de uma equipa; acredito que um evento destes poderia lançar bases para isso. A malta que eu falava há pouco era toda diferente: os que comentaram o BBZ não eram os mesmos que comentaram o Gates e por sua vez não eram os mesmos que comentaram o ASdC; estamos a falar, provavelmente, de mais de 20 marmelos espalhados pelo mundo que sabem o que EU faço; imaginem o que seria se houvesse um esforço maior.





A planear: D&D 4th Dark Sun

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

no terreno

Rui escreveu:

1- não acredito que não haja gente; acredito que não haja gente que não vem ao AoJ, mas também acredito que se possa mudar isso, se começarem a aparecer mais eventos AoJ, patrocinados pelo AoJ, ou simplesmente com o nome AoJ em t-shirts.

Uma coisa é haver gente, outra é haver uma comunidade e a verdade é que a maior parte das pessoas que jogam RPGs não sentem necessidade nenhuma de vir ao AoJ (mesmo que tenham visto o site nos eventos patrocionados), já que continuam a jogar o mesmo RPG com o mesmo grupo há anos e, se isso acabar, nada mais lhes interessa. Mesmo que até joguem campanhas diferentes com pessoas diferentes, também se dá o caso de pegarem sempre no mesmo RPG e em mais nenhum, além da hipótese de esse mesmo RPG poder não estar a ser jogado com as regras que outros grupos seguem, pelo que não é só uma questão de crescermos em quantidade, mas também em termos de variedade e na vontade de partilhar experiências a partir de uma plataforma comum. Aliás, para efeitos de playtesting, a quantidade já se pode considerar suficiente, é nos outros factores que a comunidade ainda precisa de crescer.

Citação:

Tu Rick tens o Jogador-Sonhador; não acompanhei todos os teus episódios, mas chegaste a falar do RPGénesis? Das pessoas que te ouvem, de um e do outro lado do Atlântico, quantas participaram no evento?

Sim, falei logo no final de Julho, mas não sei se algum dos participantes é ouvinte regular. Espero que, de facto, o podcast possa fazer a ponte entre roleplayers portugueses e brasileiros.

Citação:

2- Não acredito que não seja possível contar com as comunidades estrangeiras para divulgar o que se faz por cá

O que eu digo é que não devemos depender deles já que, dos exemplos que deste, quantas sessões de playtesting houveram efectivamente para cada RPG, uma ou duas? Acredito que seja útill principalmente para aquele tipo de playtesting em que já sabes que o jogo funciona, só precisas de testar como é que um grupo de estranhos reage ao teu texto, mas para aquele playtesting mais inicial em que cada sessão vai mudando o jogo e sucessivos protótipos das regras vão sendo testados é preciso contactar com pessoas mais próximas e que conheçamos melhor.

 

Eu não estou defensiva.

Eu não estou defensiva. Apenas estou a mostrar que todas (ou quase todas) as tuas sugestões foram pensadas e consideradas quando estivemos a desenvolver o conceito do RPGénesis, e os motivos pelos quais as pusemos de parte. Pá, lamento que te tenha soado defensivo, mas não foi a minha intenção (aliás, eu se estivesse defensiva dizia "ai, se não gostas, ninguém te obriga a participar"). Simplesmente, preferimos promover isso com um formato desta forma (escrita atabalhoada mas feliz) do que um concurso mais à séria -- coisa que também consideramos na altura.

 

A mim o que me vez despejar tanto foi que em vez de dizeres "Olha, e se fizéssemos um concurso assim..." foi que disseste "E se mudássemos o RPGénesis". Foi assim um bocado quase dizer que nós éramos os responsáveis oficiais de concursos do AoJ :). Lembro-me que ao ler a tua entrada, só pensei "Mas n era mais fácil simplesmente fazer um outro concurso?"

Aliás, sou totalmente a favor disso (para quando o "Grande Concurso de Criação de RPG do Abre o Jogo"?) -- assim como sou a favor manter o RPGénesis como está, para permitir a qualquer um entrar sem se preocupar se é muito bom a fazer jogos ou se o senhor juri vai gostar do meu "Vampiras Lésbicas de Marte Atacam a Assembleia Nacional RPG" -- e ao mesmo tempo permitir aos senhores mais experientes flectir os seus poderosos músculos de criação RPGística!

 

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Eu Escrevi Um RPG Numa Semana!

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Tudo bem mas...

... é uma questão de má aplicação de conceitos. No RPGénesis vocês falaram de «concurso», «concorrentes», «juri». Ora afinal não é nada disso. Então é o quê?

Bem vistas as coisas, o RPGénesis é uma «conferência virtual» concurso. Assenta numa «chamada à participação (call for papers)» pedido de concorrentes. É organizado por um «corpo editorial» juri. O que dá em troca são «as actas da conferência» prémios.

No que me diz respeito, vistas as coisas desta perspectiva o RPGénesis torna-se muito mais coerente e interessante.

(Se estou a precisar o conceito é porque já participei em vários concursos e organizei alguns; já contribuí para conferências e volumes de contribuições várias e organizei umas e outros. Por isso, acho que vocês estão a trabalhar com um modelo e a dar-lhe os nomes de outro, o que só obscurece as coisas e dá azo a este tipo de discussões.)

Quanto à limitação de palavras e à luz do que dizes, acho mesmo que não faz de todo sentido e que entra em contradição com os objectivos do projecto. Quer dizer, porquê impor uma dimensão mínima? Se alguém conseguir por um rpg completo e jogável em duas páginas A4 com 1.500 palavras, porquê excluir a sua participação? Não faz sentido.

Sérgio Mascarenhas

PS Como é evidente, não estou com isto a dizer mal do RPGénesis. Achei que foi muito interessante e tive muito prazer em ser um participante secundário, intervindo nas discussões dos jogos (já que não me podia dedicar a fazer um jogo meu). O que está em causa é propostas para melhorar, não deitar abaixo.

Sérgio

Pois. Eu nunca organizei

Pois. Eu nunca organizei concursos, por isso decidi usar as terminologias que conhecia (e achei que a maior parte das pessoas conhecia). Sim é um concurso...mas a feijões. Os Júris são mais máquinas que homens porque só avaliam quantidade (e complexidade) e não qualidade. De resto é parecido com um concurso: há regras, tempos limites, e objectivos. Por isso usei esse modelo, mais nada.

A razão das 5000 palavras foi para permitir vitórias parciais -- não é assim muita escrita (são que? 6 páginas A4?) e achamos que daria coragem às pessoas para continuar em vez de atirar as folhas fora e desistir. Era um bocado a ideia das vitorias tangíveis "5000 já estão. Já ninguém me tira isto" o que, esperávamos, daria coragem às pessoas para continuar. É muito mais difícil psicologicamente teres de correr sem saber quando vais chegar ao fim. Ter um "milestone" que pode ser quantificável ajuda, na minha opinião. O meu grande medo era que as pessoas desistissem a meio (que é quando se começa a desesperar e a chegar que o fim nunca chega) por isso demos-lhes algo a que se podiam agarrar.

 

No fundo, isto foi sacanagem nossa. Nós não queríamos um concurso. Queríamos era obrigar as pessoas a escrever RPGs! MWAHAHAHAHHAHAHA!

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Tudo bem

mas penso que no futuro até é melhor não lhe chamarem concurso. Concurso tem a carga competitiva com os outros que não há no RPGénesis. Chama-lhe semana da criação de rpgs, chama-te a ti e aos organizadores, organizadores ou editores. Aposta na diferença com um concurso. É mais refrescante.

 Quanto ao limite mínimo de palavras, até que compreendo a lógica. Um dos grandes problemas de quem tem de escrever é o de ultrapassar a folha (écram) em branco. Umas das técnicas para ultrapassar o síndroma é a pessoa forçar-se a escrever em quantidade sem pensar na qualidade.

Sérgio Mascarenhas

Sérgio

Só para tirar teimas, fui

Só para tirar teimas, fui ver ao post original...e em nenhum lado lhe referimos como concurso ou competição. Chamamos-lhe "Evento". Não referimos "Concorrentes", mas "participantes".

 

No entanto, fui ver quem devia culpar! É o RedPissLegion!

"- Suponho que os membros do júri sejam pessoas que não participam no concurso, mas são pessoas que já tiveram contacto com RPGs ou nem por isso?"

 

Foi ele o primeiro a usar o termo no comentário que fez logo ao post ! MATA! MATA! ESFOLA! Foi ele o culpado desta doença!

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Pronto...

Já me estava a prepara para fazer um comentário crítico e construtivo a esta situação mas decidi que vou é encerrar o tópico e banir os respectivos cúmplices de difamação do meu bom nome!

Ou então vou simplesmente regozijar na glória e poder do meu ser que com apenas uma palavra conseguiu provocar tanta discórdia e confusão mwuahahhahaha.

Obrigado por este pequeno momento de distracção do trabalho, comentários construtivos para mais daqui a bocado :)

Boas :)

Dou a autorização requerida para tudo. :p

Fico contente por todos terem sido vencedores totais e agora estou ansiosa por poder ler os jogos de todos.

Parabéns aos vencedores.

Boas, Bem, isto aqui

Boas,

Bem, isto aqui está cheio de coisas a serem ditas, quase todas com razão embora sobre assuntos diferentes:

RPGénesis em si: Eu cá gostei, foi uma actividade (que é para não me voltarem a injuriar) simples, criativa, exigente, tudo fixe :).

Julgo que para os objectivos que se propunha atingir, cumpri-os na perfeição. Fez pessoas entrarem no concurso apenas na desportiva e ganharem o gostinho para continuarem a pensar em jogos e desenvolver mais. Ou seja, por pessoas a escreverem, sucesso.

Para mim, teve o bónus adicional de me ter dado um objectivo onde me focar para, finalmente escrever um jogo de RPG, algo que já queria fazer à bastante tempo. Mais do que isso, plantou uma semente que pretendo tratar muito bem, através de playtestings, expansão de regras, universo de jogo, tudo.

Planeio inclusivamente, daqui a uns meses, abrir um site onde terei o jogo disponível para download gratuito, com regras revistas, arte mais trabalhada e escrito em português e inglês (sim, quero disponibilizar o jogo para o maior público possível).

Quanto a se é um concurso ou não, deixo ao critério da vossa semântica, percebo o ponto de vista do Sérgio e do Rick e da Lady. Mas também como pelos vistos fui eu que provoquei a discórdia, retiro já a referência formal ao termo júri ou qualquer outra anotação prévia ou futura nesse sentido :p

O limite de palavras foi-me indiferente, eu sempre senti que ia atingir esse valor de forma natural e sem me preocupar, foi o que aconteceu. De resto o Rui já relembrou que foi apenas uma sugestão entre muitas, a Lady já respondeu, sigamos em frente.

A independência dos … avaliadores (?) para mim é uma não questão, é como diz a Lady, ou tens as palavras ou não. Não existe, uma análise profunda do conteúdo funcional do trabalho em si, o que me parece bem tendo em conta o espírito da coisa, logo não há tendencialismos ou escolhas de favoritos.

Uma questão final para o RPGénesis, planeiam efectuar isto todos os anos e se sim, qual será o critério para escolha dos temas?

Super–duper-hiper-megalístico-concurso-RPGs-AoJ, ideia gira, novo tópico. Acho que não se enquadra no espírito do RPGénesis (que me parece muito bem definido) e deveria ser tratado num evento à parte.

Nada impede de haver dois eventos de criação de RPGs em Portugal, pelos vistos existe massa critica suficiente interessada, por isso força nisso. Até se pode utilizar alguma das convenções para apresentação do vencedor final, seja Lisboa, Porto ou até Leiria. Apoio fortemente esta iniciativa e ajudarei no que for preciso, acho é que deveria ser discutida num tópico à parte, até porque merece esse tipo de destaque.

Em suma: como rampa de lançamento para a escrita, adorei o RPGénsis, para algo mais formal, façamos outra coisa.

No meio disto tudo também parece ter surgido a velha questão do RPG Tuga, isso então é para claramente assunto para outra conversa :)

A ideia era sim, ter todos

A ideia era sim, ter todos os anos (se bem que quando o discutimos decidimos ver se funcionava primeiro, e depois pensar nas edições seguintes).

Como só agora é que achamos que vamos conseguir ter um evento anual e repetido, realmente ainda n decidimos como determinar o "tema opcional" de cada ano. Talvez uma votação a nível do AoJ um mês antes do evento começar? Damos uma semana para pessoas proporem temas, depois uma listagem com votação para ver qual ganha como "Tema do Ano" e, pronto, temos escolhido o tema. Ou alguém tem outras sugestões?

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Eu gostava que fosse mais

Eu gostava que fosse mais aleatório, se possível. Não sei bem como é que se faria uma coisa dessas, provavelmente algo à imagem do Iron Chef, pegar numas palavras ao calhas e com elas desencantar um tema e um jogo.

Votação julgo que pode influenciar demasiado para os gostos de uns e deixar outros para trás, sendo aleatório cada um que se desenrasque como achar melhor.

Cópia aqui para o Je ;.)

Por acaso os honoráveis craidores não querem enviar ao digno Moi Memme uma cópia dos RPG´s criados?Aqui o Figueira está curioso ;.)

E parabéns a todos pelo esforço.

obrigado

lbfigueira escreveu:

Por acaso os honoráveis craidores não querem enviar ao digno Moi Memme uma cópia dos RPG´s criados?

O livro em .pdf que contém todos os RPGs criados é um prémio reservado aos participantes vencedores, mas claro que nada impede que cada autor mande o seu jogo a quem quiser. Da minha parte, isto é o percusso que eu para já quero partilhar, pelo menos até conseguir fazer novas sessões de playtesting. O meu texto já tem lá tudo o que é preciso, mas ainda está muito cru.

Ok, Estava curioso para ver

Ok,

Estava curioso para ver os produtos criados e ajudar com a experiência que tenho.Não é muita, mas é alguma :-).

Aqueles que quiserem uma opinião sobre fine tunings sobre aquilo que criaram mandem-me os PDF's.

Podes olhar para isto, se

Podes olhar para isto, se quiseres:

http://www.abreojogo.com/forum/rpg_teoria_e_sistemas/2010/09/querem_ajudar_me_fazer_um_rpg_generico_partir_do_asdc





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Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

Uma pergunta estúpida: Um

Uma pergunta estúpida:

Um tema não impede o processo criativo de alguma pessoas?

Se o Universo de criadores de Roleplay em Portugal  fosse gigantesco era capaz de fazer mais sentido uma divisão por temas, mas não havendo um número grande de pessoal a escrever porque não manter um tema livre?

alguns números

No total, os vencedores deste RPGénesis escreveram 52.425 palavras entre todos os RPGs criados, dando uma média de 10.485 palavras por autor (mais do dobro do limite mínimo). O Livro do Génesis que já foi enviado aos RPGénios no passado Domingo é um .pdf de 134 páginas A4. Nele..

..a palavra.. ..aparece..
RPG 130 vezes
jogo 262 vezes
personagem(ns) 360 vezes
história(s) 111 vezes
jogador(es) 552 vezes
mestre/MJ/GM 230
sessão 54
dado(s) 237
campanha 11
aventura 13
cena(s) 163
turno(s)/ronda(s) 60
experiência 9
teste(s) 235
acção(ões) 57
conflito(s) 116
mundo 114
ponto(s) 164
atributo(s) 153
combate(s) 93
folha(s) 70