Fotografias em modo solo!!

Retrato de lbaixinho

Este é um tópico para animar um pouco as coisas aqui no grupo e no Abre o Jogo. A premissa é simples, colocarem fotografias das vossas sessões de jogos a solo.
Claro que podem e devem comentar as fotografias uns dos outros. Seja por causa do jogo ou por causa da própria fotografia :D

Opções de visualização dos comentários

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Forbidden Island

Aqui vão as minhas duas primeiras fotografias:

Duas imagens da minha sessão de Forbidden Island em que comecei em modo Elite e perdi... :/

Uma partida da mais recente

Uma partida da mais recente aquisição, La Granja pela manhã, com um resultado nada de especial, 59 pontos

Snowdonia

Mais uma partida deste excelente jogo, e com esta versão deluxe ainda é melhor. Jogo base com o comboio nº3, com uma pontuação um pouco baixa de 166, longe do meu melhor com este de 186.

Tenho de começar a jogar com os novos cenários e comboios fora do jogo base, devo acabar lá para 2030\2040.

AndrePOR escreveu:

AndrePOR escreveu:
(...)

Tenho de começar a jogar com os novos cenários e comboios fora do jogo base, devo acabar lá para 2030\2040.(...)

Pois, é um problema dos novos jogos. São tão grandes que para os explorar bem são necessários anos :D

Lembro-me de ver alguém a vender o Gloomhaven por causa disso mesmo. Jogou uma vez e chegou à conclusão que nunca iria ter tempo para o acabar.

Ontem também andei pelos

Ontem também andei pelos comboios.

Continuo a achar piada ao Railroad Ink  Um setup rápido, uns 10 minutos de jogo e depois o cálculo e arrumação também é rápida. Óptimo para a pausa do almoço no trabalho já que fica despachado em menos de quinze minutos.

Xia: Legends of a Drift System

Já tenho 11 sessões a solo e ainda sinto que ando a explorar o jogo :)

Xia

Ola 

Estás a jogar o base, ou com a expansão ? O modo solo é uma das variantes do BGG ?

Obrigado

João Monteiro

Com expansão

Olá João.

Estou a jogar com a expansão. Além de permitir o modo solo, corrige alguns problemas da versão base. Na fotografia distingues que tem a expansão por causa da presença da estrela Nyr (o jogo passa a começar sempre com essa tile), pelas cartas cor-de-rosa (Ev), pelo novo board de contagem de pontos e pelo economy board no canto inferior direito.

Black Angel

neste momento na mesa a aprender as regras. Tem as suas parecenças ao Troyes, mas parece-me diferente suficiente para ter o seu mérito próprio. Sendo que o Troyes é provavelmente o meu jogo favorito para multiplayer, este com opção a solo, era obrigatório.

(desculpem a qualidade da foto, é de noite e a câmara não é grande coisa)

terminou

comigo a levar uma tareia no Easy mode, 44\61, mas a 2ªvez vai correr bem melhor, as regras já estão bem adquiridas e os próximos jogos vão fluir melhor. Para 1ª impressão é um excelente jogo.

Na

2ª tentativa já consegui vencer 71\66.

Premissa algo confusa

Tropecei nele no outro dia e fiquei algo confuso com a premissa da história... e gosto de sci-fi.

Para já apenas despertou a curiosidade para experimentar em multiplayer.

Imperial Settlers

Duas sessões a solo no domingo passado. No primeiro fiz um time-lapse (a ver se mostro mais tarde) e no segundo algumas fotos.

43 pontos com os Romanos e 53 com os Egípcios. 

Continuo a achar o jogo bem agradável que proporcionam vinte e pouco minutos de decisões leves.

Ando para o voltar a jogar

Ando para o voltar a jogar mas nunca puxa. Não sei porquê perdi um bocado o interesse no jogo embora gostasse muito de o jogar.

Como o comprei em Abril,

Como o comprei em Abril, ainda está relativamente fresco. Acredito que de tempos a tempos tenha uma fase que o jogue bastante. 

Bem, creio que isso aconteça com a maior parte dos jogos a solo :)

Zombicide Black Plague

Comecei a jogar novamente Zombicide Black Plague. Desta vez pretendo jogar todas as Quests de forma a tentar avançar o meu objectivo de 10x10.

Joguei a Quest 1 e 2. No 2 coloquei todos os minis no tabuleiro, obviamente morri 2 ou 3 rondas depois, mas faltou pouco para ganhar. No 1 e no 2 ganhei.

Ver se começo a pintar estes minis :)

Ficam aqui as fotos:

Zombies é mesmo algo que não

Zombies é mesmo algo que não me atrai. Joguei uma vez um dos Dead of Winter (multi) e desesperei para aquilo acabar :)

Balrogas escreveu:
(...) meu objectivo de 10x10.

(...)

Já ouvi falar disso, o que é ao certo?

Eu gosto de Zombies mas

Eu gosto de Zombies mas prefiro outro tipo de terror/suspense (mais na onde de Lovecraft).

Também não gostei do Dead of Winter send umas das grandes decepções que tive em jogos sinceramente.

O 10x10 é definires objectivos para jogares mais jogos mais vezes, neste caso tentas jogar 10 jogos 10 vezes durante 1 ano. Também tens outros como 5x5 ou jogares todos os jogos da tua colecção (mais irrialista se tiveres um colecção já grandinha).

Este é o primeiro ano que estou a tentar fazer algo deste genero e obviamente os jogos do 10x10 são todos jogos que jogo solo pois caso contrário seria mais dificil de atingir.

Aqui ficam os meus 10x10 e 5x5 (opcional este)

10x10:

  • Wingspan (5/10)
  • Mansions of Madness 2nd Edition (4/10)
  • Scythe (1/10)
  • Zombicide Black Plague (2/10)
  • Clank (2/10)
  • Architects of the West Kindgom (7/10)
  • Raiders of the North Sea (3/10)
  • Magic Maze (3/10) - Provavelmente será alterado por outro
  • Euphoria (1/10)
  • Lord of the Ring: Journeys in Middle Earth (10/10)

5x5:

  • Batman GCC (3/5)
  • Gallerist (0x5)
  • CO2 2nd Chance (2/5)
  • StarWars Imperial Assault (0/5)
  • Descent Journeys in the Dark (0/5)

Interessante, muito interessante.

A ver se para o ano faço o mesmo. É um bom tópico para fazer aqui na altura da passagem de ano.. a ver se não nos esquecemos.

Sim parece-me que seria algo

Sim parece-me que seria algo porreiro de se fazer.

Esqueci-me!!

Alguém quer abrir um tópico 10x10 (ou similar) aqui no cantinho dos jogos a solo?

Ando com pouco tempo disponível e assim o tópico iria andando e participaria mais tarde :D

Umas partidas

para relaxar, joguei um La Granja No Siesta a tarde mas não tirei foto, agora a noite joguei um SOS Titanic e Deep Space D6.

O SOS Titanic acabou em derrota com 48 pontos, e o Deep Space acabou em vitória em modo difícil com a nave Halcyon

Comecei a jogar o Euphoria

Comecei a jogar o Euphoria com a expansão e o respectivo modo solo. Adoro o jogo embora custe um bocado a entrar nas regras pois não estão assim tão bem escritas (principalmente da expansão). Este é um que irei jogar várias vezes nas próximas semanas para ir de encontro ao objectivo de 10x10.. Dos meus jogos favoritos :)

Só para saberem.. perdi pois o Automata preto colocou as 10 estrelas primeiro, ficaram-me a faltar 2.

Este

é um daqueles que ainda quero jogar antes de fazer o top 20, tem de ser brevemente. Gosto muito deste tipo de automa, tal como no gaia project.

Viticulture


Já tinha experimentado a versão solo do Viticulture há uns dois anos atrás. Na altura ainda não apreciava muito as versões solo dos jogos e não me despertou muito a atenção. Hoje decidi dar-lhe uma nova oportunidade e posso dizer que gostei.O Automa é fácil de manter o que torna o jogo bastante fluído. 
Joguei duas vezes, ambas no modo normal. Na primeira tive uns míseros 12 pontos e na segunda dobrei para uns magníficos 24 pontos. A discrepância parece-me mais provocada com azares nas cartas (tanto no automa como nas do próprio jogo) do que propriamente azelhice minha.

Azares

Ontem voltei a dar uma oportunidade ao Viticulture e apesar de ir lançado para uma vitoria, fraquinha, mas uma vitória, tive o azar do automa ocupar todas as 2 opções de jogada que necessitava.. :/

Resultado, mais uma derrota :)

Viticulture Essential Edition by Luis Baixinho, on Flickr

Campanha

Comecei a fazer a campanha proposta no livro de regras e vou colocar aqui as fotos do aspecto final de cada partida.

Viticulture Essential Edition by Luis Baixinho, on Flickr

Primeiro desafio.

Começar apenas com o trabalhador grande não é lá muito animador. Tive alguma sorte nos visitantes que apareceram que até conseguir chegar ao fim com todos os trabalhadores e fazer 23vp de forma algo confortável.

Viticulture Essential Edition by Luis Baixinho, on Flickr

Segundo desafio.

Apesar de ser algo complexo apenas ter três trabalhadores disponíveis, consegui ultrapassar o desafio. No sexto ano já sabia que conseguia cumprir o objectivo no ano seguinte (que era o final). Fiz 24vp mas tive alguma sorte que o automa fartou-se de ocupar o espaço de treino de novos travalhadores, algo que de qualquer forma não podia utilizar neste desafio.

Viticulture Essential Edition by Luis Baixinho, on Flickr

Terceiro desafio.

Consegui ter os 6 trabalhadores no final do terceiro ano, mas não consegui chegar aos 20vp no final dos sete anos (fiz apenas 18). Julgo que são necessárias cumprir os dois objectivos para ultrapassar este desafio,

Mansions of Madness

Mansions of Madness é o meu jogo favorito e nada melhor do que o jogar nesta altura do ano, parece que sabe melhor ainda :)
Ainda não joguei todas as historias mas estou a tratar disso.

Tempo

Mais ou menos quanto tempo demoras a pintar uma figuras dessas?

Depende do mini e se consigo

Depende do mini e se consigo fazer uns quantos de seguida para aproveitar a cor mas ai umas 5h os minis grandes com a base.

Paciência

Gabo-te a paciência.

O efeito final é espectacular!

lbaixinho escreveu: Gabo-te

lbaixinho escreveu:
Gabo-te a paciência.

O efeito final é espectacular!

Eu gabo a paciência de quem consegue jogar a Solo... já tentei algumas vezes e não é fácil. indecision

Já pintar miniaturas é outra coisa cool . Aí 5 horas passam num ápice. O difícil é arranjar múltiplos de 5 horas para pintar mais miniaturas.

Jogar a solo

Acho que tem que ver com a forma com que se encara o jogar a solo. Pessoalmente substituiu o jogar no computador. Sim, eu sei que os jogos no computador são mais completos, complexos e fáceis de "fazer contas", mas tem que ver com o ritual de fazer o setup, movimentar as peças e depois arrumar tudo. Além de ser mais um tempinho que não estou à frente de um black mirror, tem aquela mística similar do ouvir música num álbum de vinil e não através das colunas do pc.

Além de que é mais próximo do acto de "brincar", algo que pessoalmente me agrada :)

Sim consegues ir passando de

Sim consegues ir passando de mini para mini e otimizar o tempo enquanto os outros secam. 5h não é tudo de seguida.

Em relação a jogar a Solo concordo totalmente que acabou por substituir totalmente o video jogos para mim também. Convém é ter algo que tenha pouco setup para quando quiseres algo rápido e algo com um maior setup e normalmente mais conteudo.

Obrigado :) Gosto de o fazer

Obrigado :) Gosto de o fazer e é tipo um momento zen que tenho enquanto estou a ouvir musica ou um podcast.

Recentemente comecei a pintar os minis à malta pelo se quiseres ver mais alguns podes ver aqui:

http://www.abreojogo.com/forum/classificados/2019/09/pinto_miniaturas_por_comiss%C3%A3o

Já tinha visto o teu tópico e

Já tinha visto o teu tópico e penso que tens trabalhos fantásticos.

Só não te envio umas minis para pintares porque pessoalmente não é algo que me atraia na altura de jogar. Por exemplo, quando jogo The 7th Continent, faço-o sempre com os tokens de papelão :)

Compreendo perfeitamente a onda zen na altura de estares concentrado a pintar. Faço algo similar quando estou a  construir com peças LEGO (algumas das minhas construções aqui), mas ultimamente tenho construído pouca coisa original (a minha última construção foi a livraria Lello, foto e foto) já que neste momento estou a viver numa casa emprestada e não tenho espaço para uma oficina (foto da minha antiga).

lbaixinho escreveu: Já tinha

lbaixinho escreveu:
Já tinha visto o teu tópico e penso que tens trabalhos fantásticos.

Só não te envio umas minis para pintares porque pessoalmente não é algo que me atraia na altura de jogar. Por exemplo, quando jogo The 7th Continent, faço-o sempre com os tokens de papelão :)

Compreendo perfeitamente a onda zen na altura de estares concentrado a pintar. Faço algo similar quando estou a  construir com peças LEGO (algumas das minhas construções aqui), mas ultimamente tenho construído pouca coisa original (a minha última construção foi a livraria Lello, foto e foto) já que neste momento estou a viver numa casa emprestada e não tenho espaço para uma oficina (foto da minha antiga).

Experimenta fazer a livraria Lello em legos todos cinzentos... cheeky

E, talvez no 7thC ter uma miniatura pintada ou apenas um token seja quase o mesmo (aí estou de acordo), mas em jogos com mais plástico, as figuras terem alguma cor/contraste faz toda a diferença.

É diferente :)

É diferente. Por acaso ao construir numa só cor a maior parte do gozo está lá, poderia era haver dificuldades em ter todas as peças nessa cor.

Mas se dizes para utilizar só um tipo de peça aí é que a conversa seria diferente :)

Mas acho que tem mesmo que a ver com a forma como as pessoas se envolvem nos jogos. Por exemplo, no Xia quando compro uma nave nova, fico com a respectiva carta e playmate mas estou sempre a esquecer-me de colocar a nova miniatura no jogo.

Isso fez lembrar-me que tenho que voltar a jogar o Mechs vs Minions. Penso que é o jogo que tenho mais dado a miniaturas e já não o jogo há quase dois anos :/

Em jogos tipo Warhammer 40k

Em jogos tipo Warhammer 40k (e outros ditos "jogos de miniaturas"), as figuras e o detalhe de como estão pintadas é essencial para podermos distinguir as suas características (armas, acessórios, etc.).

Ter as figuras pintadas ou não é comparável a ter um tabuleiro a cores ou a preto e branco, ou mesmo só com uns números e uns quadrados marcados para colocar os tokens...

Tenho um ou dois exemplos para trazer à conversa, mas isto já merecia um tópico dedicado ;-)

Compreendo

Compreendo.

Joguei uma vez o Lord of Helas e apesar dos exércitos serem coloridos (cada um com a sua cor), senti que a distinção dos heróis já poderia ser melhor se tivessem sido pintados. Aquelas bases coloridas são uma seca :)

UAU!!! Brutal os Legos.

UAU!!! Brutal os Legos. Grande oficina que tinhas realmente.

Em relação às pinturas eu gosto muito de jogos de tabuleiro com minis (não sou muito de jogos de miniaturas), e apenas jogo o primeiro (talvez segundo) jogo para ver se gosto mesmo do jogo ou se é para ir embora. Se ficar tem que ser pintado, mas como qualquer outra pessoa que pinta minis tenho MUITA coisa por pintar :)

Agora que falaste no Mechs vs Minions, eu comecei a pintar o minions mas aborrece um bocado pois é sempre igual. :p

Balrogas escreveu: Agora que

Balrogas escreveu:
Agora que falaste no Mechs vs Minions, eu comecei a pintar o minions mas aborrece um bocado pois é sempre igual. :p

fighting ??? surprise Aquilo são 100 minions! E são todos iguais... aí gabo-te a paciência yes , até porque já vêm com um wash que fica bem no tabuleiro, essencialmente quando se amontoam às dezenas no mesmo espaço.

Acredita, já me arrependi

Acredita, já me arrependi algumas vezes em ter começado mas devagar se vai ao longe e pelo meio vou fazendo alguns :)

100 Minions

Quanto tiveres os 100 minios pintados tira uma foto, vai ser epíco!

Já agora, não eram três ou quatros minions diferentes?

Sim eles são 3 modelos

Sim eles são 3 modelos diferentes mas a nivel de cor estou a fazer todos iguais.

Outro que ando de olho à já muito tempo é o War of the Ring. Esse sim vai ser épico :)

Bem... lá me esforcei e fiz

Bem... lá me esforcei e fiz uma partida de Terraforming Mars em modo Solo versão primeiro jogo...

Comecei com uma corporação base e com 1 de produção em cada recurso (sei que no modo Solo nãop é assim, mas foi para jogar como se fosse a primeira vez, pois a única outra vez que tinha jogado já tinha sidohá 2 anos)

Consegui terraformar no turno 13, e no final acabei com 85 pts.

eheh, e não custou :)

Acabaste produzindo imensos recursos, se tivesses retido as coisas mais um turno, provavelmente terias chegado aos 100.

Agora é fazer o modo campanha :D

lbaixinho escreveu: Acabaste

lbaixinho escreveu:
Acabaste produzindo imensos recursos, se tivesses retido as coisas mais um turno, provavelmente terias chegado aos 100.

O que queres dizer com reter as coisas mais um turno? A produção estava lá.

Como poderia ter gerado mais pontos?

lbaixinho escreveu:
Agora é fazer o modo campanha :D

Hum! Modo Campanha ? O que é isso? ... vou googlar ...

Campanha meia oficial

https://boardgamegeek.com/article/23756879#23756879
Como saiu de um dos manos, pode dizer-se que é meio oficial :)

Como tinhas até o 14º turno, poderias não fazer um dos parámetros (por exemplo não colocar o último oceano) para tentares fazer mais pontos com, por exemplo, as novas cartas.

lbaixinho escreveu:

lbaixinho escreveu:
https://boardgamegeek.com/article/23756879#23756879

Como saiu de um dos manos, pode dizer-se que é meio oficial :).

yes tenho que experimentar. Só li por alto, (nao sei se está incluído) mas era interessante, além das corporações também as tecnologias que se compram/constroem saírem de jogo (de algum modo...)

lbaixinho escreveu:
Como tinhas até o 14º turno, poderias não fazer um dos parámetros (por exemplo não colocar o último oceano) para tentares fazer mais pontos com, por exemplo, as novas cartas.

Eu terraformei no 13º, mas ainda joguei o 14º (quando li as regras entendi que era assim), contudo, as cartas que sairam deram uns pontitos, mas acho que nada demais.

Estou na ideia

Estou na ideia que acabas mesmo o jogo se cumprires os três critérios. Só lendo novamente as regras.

De qualquer forma com uma das expansões saiu uma nova variante do solo. Tenho que a ler novamente porque como nunca mais joguei, não me lembro como era.

Interessante as cartas de projeto também sairem de jogo. Obrigaria a estratégias diferentes. Não sei é se iria tornar o jogo demasiado difícil nas últimas corporações.

Mechs vs Minions

Ontem lá consegui por o Mechs vs Minions na mesa.. algo que já não fazia desde o Natal de 2017.

Se na altura tinha ficado parvo com a produção do jogo, agora ainda fico mais porque consigo comparar com muitos mais jogos.

Estou a jogar a solo mas com dois mechs. Fiz o tutorial e a primeira missão algo facilmente e fiquei com vontade de seguir em frente.

Quando joguei pela primeira vezs fi-lo com a minha filha e chegamos à quarta missão. Agora como ela está na adolêscencia não tem tempo para estas brincadeiras de crianças...

Agora vou atualizar a minha votação :D

Gostei

muito de jogar a campanha solo com 2 mechs, tenho de voltar a jogar em breve

Também gosto

Também estou a gostar bastante, mais do que esperava.

E já estou entalado na segunda missão. Tentei três vezes e ainda não consegui. Provavelmente vou experimentar com 3 mechs :)

Eu apenas joguei o jogo

Eu apenas joguei o jogo (poucas vezes infelizmente) com 4 pessoas mas sei de um casal amigo que jogou apenas com 2 mechs e teve muitas dificuldades tendo que jogar com 3 ou 4 mechs (já não me lembro bem quantos foram).

Por isso sim o melhor será jogares com 3 Mechs. Depois diz como correu.

Tenho que jogar esse também em breve. Ando com vontade de o jogar mas queria que fosse com outra malta, não sabia que era divertido a solo :)

Li que era possível com 2

Li que era possível com apenas 2 mechs, mas realmente esta missão 2 dá trabalho. Já percebi o que tenho que fazer e como, mas mesmo com 3 tentativas não o consegui fazer.

Também lembrei-me que quando passei esta missão com a minha filha, também não estávamos a conseguir e só o fizemos quando, para esta missão em específico, jogamos com uma terceira pessoa.

Vai ser giro estar a controlar 3 mechs ao mesmo tempo :D

Também é divertido a solo, mas à semelhança de outros jogos, prefiro jogar em multi. No entanto este como é cooperativo não sinto que a versão solo seja uma adaptação (pobre ou não) ao jogo original.

Pelo

que li, eu pessoalmente ainda só joguei a solo com 2 mechs ou com 2 jogadores, mais mechs, maior dificuldade. Não consegues fazer o upgrade tão rápido dos mechs e tens menos controlo em mais mechs, porque o número de cartas que entram em cada ronda são as mesmas. Eu na 1ªvez que joguei a campanha, apenas perdi na missão 1 , ainda estava a aprender, e na missão 3, depois venci sempre. Mas lembro-me que várias vezes venci a rasquinha.

Missão 2

A questão da missão dois é mesmo as três frentes. Penso ser mais fácil ter os três mechs, cada um a defender a sua do que dois mechs a defender 3. É que por cima a uma dada altura algum terá que ir buscar os cristais ficando apenas um na defesa.

Sim,

é possível que seja mais fácil, as duas vezes que joguei a missão 2 consegui vencer, mas lembro-me de ter um pouco de sorte de o Spawn não ser muito variado, estavam sempre a vir dos mesmos lados

Consegui!!

Pronto, ontem numa sessão de quase hora e meia e com 3 mechs lá consegui fazer a segunda missão. No início só escolhia cartas de rodar e disparar, quando comecei a ficar com as coisas controladas é que avancei apenas com um dos mechs. Fiquei com tudo mais ou menos controlado até ao fim.

Agora a ver se amanhã tenho tempo de avançar com a terceira missão :D

Alguns dos que tenho jogado ultimamente

Retorno a um excelente deck builder que já não jogava à imenso tempo

E três aquisições recentes:

Tudo jogos relativamente

Tudo jogos relativamente pequenos e rápidos, certo?

Sim

nenhum deles demora mais de 20 minutos a jogar

Algumas das partidas de hoje

fresquinho e acabado de chegar a coleção, joguei hoje duas partidas, ambas vitórias India 120 pontos e França 121 pontos

um jogo que gosto bastante de colocar na mesa de vez em quando, variante solo carcassonne

e ainda joguei um Hit Z Road, mas já tinha colocado foto anteriormente.

Variante Carcassonne

Que variante utilizas para jogar a solo o Carcassonne?

Não, não pesquisei por isso nem sei quantas há :)

A que

Eu gosto mais é a carcisland, grelha 7x7.

Tapestry

Primeira vez que joguei Tapestry, deu 152 pts

Foi mais para aprender as regras... estava a gostar de construir a capital e deixei passar alguns pontos também importantes como a ciência e a produção, que ao longo prazo dão mais rendimento...

É um jogo (dizem...) de civilização, temos duas opções de acção no nosso turno: Fazer Render/"Income"(*) ou Fazer Avanço Tecnológico a nossa civilização:

  • Avançar Tecnologia: existem 4 barras de progresso (Ciência, Exploração, Militar, Tecnologia) e na nossa vez escolhemos em avançar numa dessas barras, pagando o custo e ganhando o benefício
  • Income: basicamente ganhamos recursos, pontos, cartas, etc.. daquilo que já construímos; neste caso a nossa civilização também passa para a Era seguinte, isto é: jogamos uma carta que dá beneficios instantáneos ou até o jogador passar para uma nova Era (no próximo turno de Income)

As casinhas da imagem são (as mais pequenas) as construções que vão aumentando a nossa Renda, e (as maiores) são "pontos de referência" (landmarks) que se ganham atingindo alguns objectivos. Cada jogador tem um mapa de Capital, que ao preencher quadrados 3x3 (distritos) ou completar linhas vai ganhando mais bónus (recursos ou VPs).

Além disto cada jogador começa com uma Civilização, basicamente características individuais

A solo não muito aquela ideia de um jogo de civilização, pois vemos as coisas a evoluir só do nosso lado, com mais jogadores (espero) poderemos ver os outros a também construir coisas e assim ser mais interessante. Ainda assim pareceu-me uma boa experiência... para quem não costuma jogar a solo ;-)

(*) é por estas e por outras que eu abuso dos estrangeirismos ;-)

Curioso

Este é um jogo que definitivamente quero experimentar tanto em multiplayer como a solo. Estive mesmo para ceder à tentação de o comprar na altura da pre-order, mas o hype todo à volta do jogo fez-me recuar :D

Curioso

Este é um jogo que definitivamente quero experimentar tanto em multiplayer como a solo. Estive mesmo para ceder à tentação de o comprar na altura da pre-order, mas o hype todo à volta do jogo fez-me recuar :D

lbaixinho escreveu: Este é

lbaixinho escreveu:
Este é um jogo que definitivamente quero experimentar tanto em multiplayer como a solo. Estive mesmo para ceder à tentação de o comprar na altura da pre-order, mas o hype todo à volta do jogo fez-me recuar :D

Eu cedi ao hype... E não me arrependo (ainda)!

À primeira vista parece que o jogador tem poucas opções, mas é no planeamento e sequência das ações que está o segredo! ;-)

Definitivamente

Definitivamente quero experimentar aí num dos encontros. O desta não já que vamos outra vez para uma sessão épica de Xia :D

Não é bem um civ game

O tapestry de civ tem mt pc seja solo seja multiplayer. Ja o joguei das duas formas. A ultima vez q registei fiz 238 pts. Gosto e cedi ao hype mas estava à espera de mais. É um engine builder engraçado mas q a meu ver sabe a pouco. E para mim sabe a pc pq apesar das tracks estarem interessantes, e as facções tb, o mapa do mundo e da cidade sabem pc a civ. O mapa da cidade dava um excelente tableau builder mas ficaram-se por pts em filas e colunas... as tapestry cards sabem a pc. So se usam 3 e ou se tem sorte ou servem de pc. 

o solo é engraçado mas quando comparado ao gaia project sabe a pouco. 

Joguei Tiny Epic Zombies. A

Joguei Tiny Epic Zombies.

A partida ainda durou uma hora. Correu bem, mas às vezes fica confuso a questão do movimentos das personagens.

Ps.: Gostava de colocar foto, mas não sei como isso se faz. Os fóruns são sitios específicos de navegar.

rebelo escreveu: Ps.:

rebelo escreveu:
Ps.: Gostava de colocar foto, mas não sei como isso se faz. Os fóruns são sitios específicos de navegar.

Fica aqui o link para um mini tutorial:

http://www.abreojogo.com/forum/discuss%C3%A3o_sobre_site/2019/03/dica_inserir_imagens_aqui_no_f%C3%B3rum

fazer upload

Obrigado. Mas queria por mesmo uma foto minha. ou seja colocar em linha apartir do meu PC. e mesmo usando o Link aqui em baixo que diz "adicionar fotografia" quando a escolho ela nunca faz upload.

Não sei se existe outra

Não sei se existe outra maneira mas eu sempre tive que fazer upload da foto num outro site qualquer (uso normalmente a minha galeria do BGG) e depois tiro o URL e adiciono aqui por URL.

rebelo escreveu: Obrigado.

rebelo escreveu:
Obrigado. Mas queria por mesmo uma foto minha. ou seja colocar em linha apartir do meu PC. e mesmo usando o Link aqui em baixo que diz "adicionar fotografia" quando a escolho ela nunca faz upload.

Podes fazer upload na mesma para o BGG:

- Se fizeres upload para a galeria de um jogo, pode demorar uns dias até estar disponível (por causa das aprovações)

- mas podes sempre fazer upload para a tua galeria pessoal, aí fica disponível imediatamente.

Concurso200k

Aproveitando a onda do concurso200k no facebook, ontem e hoje fiz vários solos. Ficam aqui três fotos:

Terraforming Mars by Luis Baixinho, on Flickr

Ganz Schön Clever by Luis Baixinho, on Flickr

Clank! A Deck Building Game by Luis Baixinho, on Flickr

E deve ser do tempo porque perdi no Terraforming Mars e no Clank! e fiz uma pontuação miserável (256) no Clever.

Spirit Island

Spirit Island by Luis Baixinho, on Flickr

Spirit Island by Luis Baixinho, on Flickr

Com a desculpa do concurso200k revisitei o Spirit Island para um jogo a solo. Mais uma vez fiquei encantado com este jogo que tematicamente até nem me puxa muito. A forma como as coisas escalam e onde sentimos que o equilíbrio está sempre lá fazem-me adorar o jogo. É sempre um tempo (1h30m a 2h) de puro deleite.

ps. apesar daquele mau aspecto da última foto, ganhei!! :)

Mais dois!

Cartographers: A Roll Player Tale by Luis Baixinho, on Flickr

Experimentei o jogo em multiplayer no mês passado e fiquei relativamente agradado. Um roll&write (?) que tinha alguma interacção e que até tem um tema interessante. Fiquei curioso com a versão a solo, pedi-o emprestado e andei a experimentar. Depois de 3 jogatanas penso que é um jogo bem agradável para jogar sozinho e relativamente equilibrado.

Tiny Towns by Luis Baixinho, on Flickr

Experimentei ontem em multiplayer em duas jogatanas e achei-o bastante interessante. Pedi-o emprestado para o experimentar em solo e hoje já o joguei duas vezes (é o que dá ter uns dias de férias nesta altura do ano). Na leitura das regras reparei que ontem joguei com algumas coisas trocadas, o que dificultou um pouco o jogo, nada de mais. Hoje ao jogar fiquei com a sensação que há mesmo alguns edifícios que a sua utilidade (para os pontos finais) é questionável. Parecem-me bem mais fracos que os restantes.

A ver se jogo mais, experimentando outras estratégias para ver se consigo utiizar alguns edifícios que não me parecem tão bons.

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This War of Mine

Novato por estas andanças dos boardgames, coloco uma foto, do para já único jogo que tenho em modo solo, mas que estou a adorar.

Acabei por vencer este jogo, com as 3 personagens iniciais laugh

 

epá

também joguei isso hoje, de manhã acabei uma campanha que perdi no 7º dia, e depois durante o dia venci o cenário The Last Day

Eu ainda só joguei 4 vezes ,

Eu ainda só joguei 4 vezes , mas estou a adorar o jogo,

Este em especifico acho que me correu quase sempre tudo bem, até porque nas outras partidas muito rapidamente tinha o jogo descontrolado.

Bom mas ainda em duvida

Antes de mais nada bem vindo Tiago :)

Esse já o joguei algumas vezes mas perdi sempre de forma mesmo violenta. Estava a ficar assim um bocado decepcionado com o jogo mas depois descobri que haviam cenários e que são mais curtos pois o meu maior problema é que o jogo demora muito tempo e nem sempre tenho disponibilidade de parar e continuar o jogo mais tarde.

Fiquei com ele para experimentar mais umas vezes e depois decidir se fico com ele ou não. Outra razão é o tema, sim é morbido e histórias que lá aparecem não são para todos, mas temática é brutal e dos melhores jogos temáticos que existem.

Aconcelho-vos a ler esta review abaixo caso ainda não o tenham feito. Está espectacular pois quem a fez é um sobrevivente de Sarajevo e faz um match com o jogo de uma forma excelente.

https://boardgamegeek.com/thread/1816826/war-mine-review-survivor-siege-sarajevo

​ Em relação ao jogo, eu

​ Em relação ao jogo, eu desde que vi os primeiros vídeos, percebi que queria mesmo jogo, as vezes é demasiado frustrante, porque pareces ter tudo sob controle e de repente tudo descamba e dificilmente consegues estabilizar.
em relação ao tempo que dira para mim também acaba por ser problemático, para vencer este jogo tive de dividir por uns 3 dias, até porque algumas regras tive de ir ver videos vídeos e ler para compreender.
 

Agricola e Nusfjord

Agricola<script async src="//embedr.flickr.com/assets/client-code.js" charset="utf-8"></script>
Entre Março e Abril explorei o Agricola em modo solo um pouco até à exaustão. Fiz várias sessões e por fim fiz a campanha (8 jogos com dificuldade aparentemente crescente) e sinceramente no fim já estava um pouco cheio do jogo. No entanto reconheço que o jogo é um relógio onde bate tudo certo. Conto a voltar a jogá-lo mas agora de preferência em multiplayer.

  Nusfjord<script async src="//embedr.flickr.com/assets/client-code.js" charset="utf-8"></script>
Encontrei o Nusfjord a bom preço e aproveitei para comprá-lo. É um jogo similar ao Agricola mas mais simples e a versão solo é interessante. Acho que também já o explorei bastante e fiz três campanhas (1 para cada baralho) e apenas perdi na última delas. É outro jogo que gostaria de experimentar em multi mas que de qualquer forma irei voltar a jogar a solo mais tarde.

Tenho ali o Agricola a

Tenho ali o Agricola a rebolar à algum tempo. Fiz a troca apenas porque a mulher pediu e ela tinha curiosidade no jogo (apenas jogámos o Creatures Big and Small e o Caverna) mas tem sido muito complicado levá-lo para a mesa seja a solo seja com outras pessoas.

Eu já o tinha experimentado

Eu já o tinha experimentado há uns dois anos atrás. Na altura até tinha-o achado interessante mas nunca mais tive a oportunidade de o jogar novamente. Com estas coisas do confinamento, trouxe alguns jogos do trabalho para casa (si, tenho jogos no trabalho) e este foi um deles. Quando vi que dava para jogar a solo, não resisti e lá relembrei as regras e depois de uma ou duas sessões já o jogava relativamente bem. :)

 

Mais 2 partidas hoje,

sem dúvida os cenários tornam o jogo mais apetecível e diria até mais fácil, como podemos começar já com a casa equipada com algumas ferramentas, permite encaminhar logo a estratégia e não depender tanto da sorte no scavenging como no modo campanha, hoje de manhã repeti o cenário Last Day, e perdi logo no dia 2, tive azar num encontro no livro que me matou uma personagem que é logo derrota automática. Hoje a tarde experimentei o cenário Endless night e até acabou por ser fácil, as novas personagens que entraram trouxeram armas e medicamentos que me permitiu logo controlar os riscos e tive sempre jogadas suficientes para fazer tudo o que era necesário, e o cease fire veio logo no dia 4 também ajudou. Acho que está na altura de experimentar as expansões.

Fica aqui a foto do final da partida

Expansões

Tem alguma das expansões?

já experimentou o outro lado do tabuleiro?

Tenho

as duas expansões, mas ainda só juntei as cartas e personagens que dão mais opções ao jogo base, mas vou começar a experimentar os cenários da 1ªexpansão (tales from the ruined city), e depois avançar para a campanha da 2ªexpansão (days of siege), sem dúvida prefiro os cenários, tornam o jogo mais curto e menos implacável. Ainda não experimentei o lado B do jogo base, mas entretanto tenho de o experimentar.

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Mais um jogo

Como ainda não tenho mais nenhum jogo solo, tenho de ir explorando este.

Mais uma vitória, além de sorte (comecei com o evento que dá comida se não fizemos scavenging na noite anterior, se calhar nem devia ter "aceite" esse evento) ,o que reparei de comum nas duas vitorias que tenho é ter uma Location que tenha trade (neste jogo foi ainda masi perfeito era o hospital), ter o mais rápido possivel um 4º elemento, aqui com a oferta de comida do 1º evento , fui logo "recrutar" um 4º elemento, construir uma cama, construir aquecedor e a armadilha ou a recolha de agua o mais rapido possivel também.

E depois sorte nos momentos chave, duranteo jogo tirei 3 vezes na night raids a carta de reality impact  (sempre com boas resoluções) , na carta de narrative action escolher a que permite ver duas cartas de dois decks, ver a de topo de event e a que vinha a seguir era a infestação de ratos, etc...

Em relação a aquisição de um proximo jogo Solo, tentei perceber em que topico aqui no grupo poderia colocar,mas o que me pareceu mais correcto a "Whislist" não consigo entrar.

banana and lemon for face

 

Isso é um

bom ratio de vitórias para este jogo, eu ainda não consegui vencer a campanha, mas penso que agora depois de jogar os cenários estou melhor preparado para lidar com a campanha.

Realmente experimentei o topico do wishlist e não está dar.

Que procuras num próximo jogo solo? jogo curto, consegues fazer print & play? euro, deck buider?

dá uma vista de olhos a este tópico que eu uso no BGG para veres a minha coleção e teres uma ideia do que jogo mais e talvez te possa sugerir alguma coisa.

SOLITAIRE GOALS 2020

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Novato

Sou mesmo novato neste mundo, por isso nem tenho conhecimento de muitos jogos e o que tenho limita-se a videos e imagens.

Em termos de mecanicas não sei mesmo definir ainda se gosto ou não de X ou Y, no caso do tema do jogo, dificilmente irei gostar de um jogo que tenha um tema relacionado com aviões/espaço/futurista/abstracto.

Tenho 3 jogos neste momento que me chamaram a atenção: 7th Continet ,Mansions of Madness e Robison Crusoe .

 

São

3 bons jogos. Ainda não tive oportunidade de jogar o 7th continent, mas os outros dois tenho, o Mansions é bom, mas em termos de rejogabilidade talvez devias dar uma vista de olhos no LoR Journeys in the Middle earth também, Robinson Crusoe continua ainda a estar no meu top 5 de jogos solo, grande jogo com uma das minhas mecânicas favoritas, worker placement.

Se jogos longos e épicos é algo que te agrada, talvez Gloomhaven, Mage Knight, Dungeon Degenerates, Mechs Vs Minions

Jogos curtos, baratinhos e alguns até dá para fazer P&P:

- Friday, Oniverse, Noch mal, herbaceous, Hostage Negotiator, After the Virus, Nemo's War

Jogos de 30 a 60 minutos, Euro Games, Deck Builders

- Baseball Highlights 2045, Marvel Champions Card Game, Coffee Roaster, Infection Humanity's Last Gasp, Fields of Arle, La Granja, Roll Player, Renegade, Wingspan, Everdell, Elder Sign, 

Wargames:

- Conflict of Heroes, Thunderbolt Apache Leader, Silent Victory, Dawn of Zeds

Jogos que se enquadram nos teus espaço\sci-fi que provavelmente não compres mas são grandes jogos:

- Leaving Earth, Gaia Project, Space empires 4X, High Frontier,Legendary Encounters Alien

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Obrigado

pela ajuda, de momento já decidi que irei comprar tanto o Mansions, Lotr, 7th Continent e Robinson Crusoe, agora falta arranjar temp€€€€€€.

Tenho tambem de ver dos jogos mais rápidos quais os que tenho mais interesse.

Abraço

Hoje

revisitei um jogo mais obscuro que não jogava à muito tempo, Astra Titanus. Joguei duas vezes o 1º cenário, e uma vez o 2º, venci em todos.

Hadara

Sempre tive alguma curiosidade com este jogo, mas como nunca tive oportunidade de o jogar (apesar de o ter no trabalho) lá foi ficando para esquecido. Entretanto thá umas semanas aprendi as regras simulando dois jogadores (o que por norma não gosto de fazer) e por coincidência logo a seguir apareceram na net as regras para solo player oficiais. 

Hadara

Hadara

Depois de algumas sessões a solo acabei por arrumar o jogo. Apesar de gostar do tema e até achar piada à parte gráfica, a solo não me conseguiu entusiasmar. Talvez em multiplayer seja diferente.

 

6 Castelos

Experimentei o jogo em multiplare na InvictaCon e apesar de não o ter percebido completamente, vi potencial. Com isto do confinamento trouxe uma cópia do trabalho para casa e após algum tempo decidi ler as regras para aprender a jogar como deve de ser. Depois de ter lutado algum tempo com o livro de regras, lá vi uns vídeos e comecei a jogar, primeiro em multiplayer simulado e depois a solo. Confesso que acho mesmo urgente que seja disponibilizado um novo livro de regras, já que o jogo é mesmo interessante depois de saber jogá-lo.

6 Castles<script async src="//embedr.flickr.com/assets/client-code.js" charset="utf-8"></script>

Já joguei várias vezes a solo e como me está a saber a pouco, estou a tentar desenvolver regras para uma campanha. Mais tarde, se me sentir satisfeito com os resultados, coloco aqui a campanha que desenvolvi para este jogo.

Variante Campanha a Solo

Ora aqui vai a minha primeira variante para uma campanha a solo.

Objetivo: a melhor pontuação somando várias sessões.

Alterações às regras da versão solo:

1 O foral/contrato do Castelo (5 pontos) não é utilizado;

2 Os tiles de castelo deixam de ser baralhados e passam a ser ordenados por data de construção. O castelo de Peñafiel é utilizado e será o último do lote;

3 O jogo desenrola-se através de várias fases (7 no máximo) sendo que para passar à seguinte é necessário uma pontuação mínima. 15 na primeira, 17 na segunda, 19 na terceira e por aí a fora (sempre +2 que a anterior;

4 Na primeira fase joga-se com os 7 castelos, na segunda joga-se apenas com os 6 últimos (retira-se o primeiro), na terceira fase joga-se apenas com o 5 últimos e por aí a fora. Ou seja, em cada fase há menos um castelo disponível;

5 Quando não se consegue chegar à pontuação mínima de uma determinada fase ou se completa a sétima fase, a campanha acaba. Somam-se as pontuações e regista-se a pontuação.

A ideia para esta variante surgiu porque achei que o jogo a solo era demasiado curto para o potencial que o jogo possui. Assim aumenta-se um pouco mais a duração do jogo aumentando a dificuldade em cada nível. Para conseguir esse aumento de dificuldade faço a incrementação da pontuação mínima e retiro castelos (que dão a possibilidade de vendas e portanto obtenção de pontos). Retirei o contrato do castelo já que no jogo a solo aumenta muito a aleatoriade de possibilidade de pontos. Além de que fica mais fácil quantos menos castelos estão em jogo.

Experimentei duas vezes e ando a jogar uma terceira. Para já sinto-me satisfeito já que dá alguma continuidade ao jogo.

Tenho outra variante em mente, mas primeiro vou testar esta melhor.

Se tiverem pachorra em experimentarem, avisem e digam as vossas impressões!!

 

Para mexer um pouco aqui fica um wargame (e o "jogo do momento"

Comprei-o em 2a mão há poucas semanas aqui pelo AoJ e tornou.se seguramente um dos meus jogos favoritos.

Conflict of heroes: awakening the bear é um wargame que não é complexo, bem pelo contrário e tem umas mecânicas fantásticas.

Eu não sou wargamer e fico com dores de cabeça só de ter de ler regras de wargames com parágrafos e sub parágrafos, etc lol mas andava à procura de um wargame que fosse mais light, apesar de não ser light (entre o heavy e o grognard lol). Já experimentei alguns (warfighter não é bem wargame, é um jogo de cartas), nomeadamente o white star rising do nations at war e o blackbeard (que também não é bem wargame) e são muito densos (em grande parte pelos rulebooks péssimos que são desnecessariamente complexos).

Este jogo combina squad battles com action points, cartas e cenários muito bem construídos (e uma excelente arte, que é coisa que normalmente não aparece em wargames).

Mas o jogo que mais tem visto a mesa e que me fez desistir de investir em outros jogos

Marvel Champions - aqui a ultima expansão, a blackwidow.

Este jogo para mim tem sintetizado aquilo que eu procurava num jogo. Simplicidade (as regras explicam-se em poucos minutos, apesar de dps haver nuances), portabilidade, rejogabilidade, rapidez e profundidade.

Tambem

Tenho o coh, e tenho de voltar a jogar isso outra vez, é um jogão. Onde tens adquirido os packs do Marvel champions?

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O coh é de facto mt bom

Eu apanhei o coh 2a ed com a exp solo e o firefight generator mais os monster tanks. 

quanto às exps do marvel. Eu comprei o base na gameplay e fiz a subscrição por isso agora é o meu vicio mensal. Eles têm arranjado as exps assim que saiem. Mas anda dificil encontrar exps sem ser assim. Por exemplo o césar queria o green goblin e já nao ha, ficou encomendado e vamos ver se e qd chega. 

por outro lado tenho impresso mta baralhos fanmade. 

alias nos ultimos 6 meses tenho me dedicado mais ao pnp q cm bem sabes é um mundo. 

Ah

OK, pois eu tambem tenho a subscrição na game play. Pensava que podias ter era mais perto. 

Eu ainda nem explorei o firefight generator, nem a expansão dos tanks. Tenho de voltar a isso

Hoje voltei

a um dos meus favoritos de sempre, Leaving Earth, já não jogava à imenso tempo, e voltei à ação com todos os novos componentes das expansões, mas sem adicionar os outer planets, comecei com um nível easy, que consegui fazer facilmente todas as missões, era só para relembrar, depois joguei um normal mode:

Vitória, consegui 37 pontos de 25 necessários

E acabei com um Hard Mode, que consegui uma grande vitória, 106 pontos dos 59 necessários.

 

Estou mesmo curioso quanto a

Estou mesmo curioso quanto a este jogo e quanto mais falas, mas curioso fico. Mas antes de pensar em o comprar, tenho que ver vários vídeos de gameplay. Para tentar perceber se o investimento de o comprar vai valer a pena :)

eu

diria que o jogo base vale sempre a pena o investimento, penso que o principal do jogo está ai, as expansões servem mesmo só para isso, expandir as opções, lugares e missões, introduzindo algumas novas regras, mas sem nunca perder o mecanismo central. Mas se gostares do jogo base, as expansões vão ser bem vindas, apesar de eu achar que a solo fazem o jogo um pouco mais fácil.

Eu diria que este jogo tem três fases principais:

1ªfase - após setup, veres as missões que tens, planear qual o percurso que queres fazer, as tecnologias que precisas de ter

2ªfase - normalmente a 1\2 metade do jogo, acima de tudo desenvolver as tecnologias, testando-as, fazer as explorações para conhecer o terreno dos planetas\luas que vais possivelmente aterrar

3ªfase - a fase final de realizar as missões mais complicadas e distantes, já com alguma segurança nas tecnologias, e se tudo correr bem, vencer o jogo

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Teutioéumcão

Teotihuacan: City of Gods

Já estava de olho neste jogo há já algum tempo. Tinha lido sobre ele tanto sobre o multiplayer como o solo player e fiquei bastante curioso. Depois de ver um gameplay (em multiplayer) coloquei-o na minha pequena wishlist. Durante abril surgiu uma oportunidade de compra e lá veio parar a casa.
E fiquei assustado com o modo solo. É que o automata (o teotibot) é assim para o complicado e exigente a nível de atenção. Por norma não gosto disso porque influencia negativamente o fluir do "meu" jogo.
Fui dar uma vista de olhos ao BGG para ver se encontrava algo que ajudasse e encontrei esta aplicação que torna a vida do solo player muito mais fácil: https://fullstackcardboard.com/teotibot/
Com esta aplicação o jogo já se torna mais agradável e agora ando entretido a explorá-lo. Penso que ainda vou ter várias sessões até o sentir que está a esgotar :)

Já alguém o jogou a solo? Aquela pirâmide parece-me algo difícil de terminar!?

Supermarché

Depois de ver um video do Shut Up & Sit Down com este jogo e a dizer muito bem dele, pensei, se calhar é melhor experimentar, já o tenho há vários anos construido e nunca tinha jogado, e realmente é um belíssimo jogo, simples mas com decisões interessantes, acabei com uma pontuação bastante boa de 227.

Nunca fiz um PnP

Nunca fiz um PnP. O não ter impressora em casa contribui para isso, mas também me faz alguma confusão ir buscar componentes a outros jogos. Depois nunca sei onde estão as coisas :) 

Maracaibo

Este para mim é neste momento um dos melhores jogos euro. 

mta gente se anda a queixar do setup. Estou a demorar 10-15 minutos a fazer o setup sem grande pressa. 

isto em solo em multi deve ser mais rápido porque cada um trata do seu e as tiles e cartas divide-se o trabalho. 

este fim de semana joguei 3 vezes solo o q para mim não é normal dado ter cd vez menos tempo. 

estou a fazer a campanha e a adorar cd jogo e a aumentar a dificuldade fo automa para achar o sweet spot. 

 

Este está na minha wishlist

Muito pelos comentários que vi do Micael no youtube. Apesar de ser de um tema que não me cative muito, o que tenho ouvido falar sobre ele é que a solo é excelente.

       Já à algum tempo que

   

  

Já à algum tempo que andava de olho no Nemesis e tinha a sensação que me ia ter tido pena em não fazer back no KS. Quando soube do novo KS para o Nemesis Lockdown e que ia ter tudo do Nemesis tentei arranjar o jogo para ter a certeza se gostava ou não e se valia a pena arranjar as cenas do KS.

WOW!! Jogo brutal e após 2 jogos foi directamente para o meu 2º jogo favorito e com forte concorrência com o Mansions of Madness 2nd Ed pelo nº 1 (talvez após mais jogos).

Componentes são muito bons, gameplay brutal e envolvente e contas emocionantes historias.

Nas fotos em cima estava tudo a correr lindamente quando ao ir para a camara de hibernação aparece um evento que me mete um alien nesse mesmo sitio e diz que este se encontra avariado (o raio do bixo andou lá a destruir tudo). Isto comigo já a fugir a 7 pés da rainha e doutros Aliens. Sacrifiquei o meu mecânico para a Rainha (eu sei... shame on me!!) mas infelizmente não foi suficiente e fui apanhado. 

Excelente jogo!!

Mandar aqui a dica

Finalmente chegaram as peças que faltavam (algumas bases, equipa de combate e os robots) do AliExpress para começar a jogar isto como deve de ser, juntando isto a uns Legos velhos que tinha por cá, dá uma bela jogatana de Operation Last Train.

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Isto foi a 1ªmissão do Scenario Book que eu criei para complementar o jogo, usando as regras revistas que eu alterei, se quiserem os links para experimentar, força nisso, eu deixo aqui os links, isto dá para jogar com qualquer tipo de miniaturas, os inimigos são super fáceis de gerir, e é uma bela introdução ao Miniature War Gaming, que dá para jogar solo...

- NOT OFFICIAL RULEBOOK

- NOT OFFICIAL SCENARIO BOOK

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Marcas clones!!!

Eheheh, acho que não conseguiria jogar assim, com marcas clones da LEGO. :D

Como não vou muito à bola com os wargames, provavelmente iria divirtir-me mais a construir os cenários que a jogá-los :)

Solitário é mesmo um mundo :)

Boa tarde a todos. 

Como este grupo não tem tido grande movimento, venho eu limpar um pouco as teias de aranha :), e falar um pouco sobre o meu primeiro ano no que toca a jogar a solo.
Como são vários meses e, portanto, vários jogos, isto vai tornar-se algo longo… L. Mas pronto, espero que gostem e que sirva para falar sobre o nosso grande hobby / vício.

Sempre gostei de jogos de tabuleiro mas raramente tinha com quem jogar (problema de muitos). Como até aos meus 16/17 anos não havia tanta opção nem qualidade no mercado como hoje em dia, e muito menos haviam jogos que dessem para jogar sozinho e com boas mecânicas, acabei por me virar para os jogos de computador (como tantos outros jovens na altura), pois eram bem mais desenvolvidos e permitia jogar sozinho a qualquer momento. Esta indústria cresceu muito e passámos pela geração de ouro no que toca a este mercado digital.

No início deste ano de 2020, o meu interesse por jogos de tabuleiro voltou. Comecei então a pesquisar mais informações e a actualidade do mercado. Quando descobri o mundo que existe hoje em dia desde a variedade, a qualidade e quantidade, as mecânicas, os solo games, os componentes, os encontros… fiquei logo agarrado! Poder fazer ressuscitar o prazer de jogar jogos de tabuleiro, principalmente sabendo que o posso fazer sozinho com tanta qualidade (tal como no pc há uns anos atrás)… Que maravilha! :D:D:D.

Bom, mas vamos ao que interessa. Iniciei as aquisições em Março e, até agora, inicio de Setembro, posso dizer que já deixou de ser um hobby e passou a ser um “vício”. Já devo ter visto mais de 250 reviews sobre jogos, imensas listas, falado com diversas pessoas, acompanhado o BGG, adquirido material de apoio a jogos como geekboxes, panos de mesa de jogo, etc, e sigo diversos grupos no youtube. Que vício! Um dia sem um jogo, mesmo que seja apenas ver um vídeo ou um novo Kickstarter, já começa a ser um dia complicado…

Desde então adquiri cerca de 20 jogos (fora os que estão para chegar do Kickstarter), de entre os quais estão os que mostrarei de seguida.

  1. Início de Março 2020 - Agrícola e Terraforming Mars, as primeiras experiências:

Depois de várias análises ao mercado e às opiniões, estas foram as primeiras escolhas, e não me arrependo em nada delas. Adquiri numa sexta feira, em um fim de semana que ia estar sozinho em casa.

O Agrícola foi o primeiro. Comprada a versão revista e já com os novos componentes, estava na fase de ler as regras e saltar para dentro do jogo. Primeiros jogos a solo e a experiência foi muito boa. Precisava de mais para alimentar o vício J.


 

No 2º dia foi a vez de Terraforming Mars. A primeira impressão, tal como deve ter acontecido com todos, foi de desilusão perante os fracos componentes que um jogo tão bem no ranking pode ter… Ainda assim, embora o core game tenha maus componentes, a experiência continua a ser muito boa. O jogo é muito bom e também funciona bem a solo. Estava na hora de dar continuidade ao que era suposto ser apenas um Hobby J.

Quando achava que, para já, aqueles 2 chegavam e não havia pressa em adquirir mais jogos, eis que ao fim de uma semana já tinha adquirido mais 2. A coisa prometia, mas ainda não me tinha apercebido bem do que me esperava.

  1. 2ª semana de Março 2020 – Scythe e Chronicles of Crime, a continuidade das experiências:

Como poder não adquirir também mais estas 2 experiências, quando os preços tinham descido tanto? Sim, comprei a um preço muito bom numa loja que estava em liquidação logo, claro que tinha de aproveitar… Quem nunca certo? J

   

Foi então a 2ª semana de Março e entrámos todos em confinamento obrigatório. Primeiro pensamento foi, ainda bem que adquiri os jogos na semana anterior… ajudou e muito a passar as semanas seguintes!

Embora o Chronicles of Crime não seja o meu tema preferido, é claramente o da minha esposa. Daí ter adquirido esse jogo para ela. Já o Scythe era algo que me chamava a atenção. Dei na mesma uma oportunidade ao CoC mas, embora seja muito interessante, a questão do tema e do objectivo do jogo não é claramente para mim. Não foi a melhor das experiencias, mas concordo que o jogo é muito interessante e, para quem gosta do tipo de jogo, deve considerar jogar o mesmo.

Em relação ao Scythe, foi a maior surpresa. Até então tinha jogado um jogo cujo objectivo era fazer o máximo de pontos possível, e outro cujo objectivo era cumprir determinados requisitos mínimos/obrigatórios. Acreditava que seriam as duas opções existentes nos jogos a solo.

Mas apareceu o scythe e mostrou que não era bem assim. O Scythe, na minha opinião, simula muito bem a ideia de estarmos a jogar contra outra pessoa. Na prática não é diferente de jogarmos no computador contra uma máquina, embora tenhamos de resolver as jogadas do adversário usando as regras criadas para o mesmo. Jogar contra um “bot” chamado Automa parecia utopia para mim nessa altura. Claro que depois percebi que existiam diversos jogos com essa mecânica, mas até então não fazia ideia.

Fiquei por isso automaticamente rendido ao jogo. Facções assimétricas, bastante replayability, gráficos e pinturas excelentes, excelentes componentes, bastante equilibrado em termos de resultado final, mesmo considerando os vários boards que nos podem calhar, facções, estratégias, territórios, etc. O jogo é efectivamente muito bom.

Nesta fase pensei novamente o seguinte. Agora com a pandemia, e com estes 4 jogos muitos bons, já chega e estou bem servido. Cheguei mesmo a ter 2 jogos ao mesmo tempo montados para poder ir jogando sozinho e com a minha esposa tal era o vício (Eu ainda achava nesta altura que era apenas um Hobby!!).

Mas… claro que não! Um bom entusiasta deste mundo, necessita de novos jogos e experiencias.

  1. Meio de Abril 2020 – First Martians – Adventures on the Red Planet e Guilds of London

Nem 1 mês passou, e a meio de Abril já estava a receber mais 2 jogos. Mais uma vez encontrei jogos com mais de 60% de desconto logo… também são só mais 2 logo, que mal poderá fazer?
Não podia sair para os adquirir, mas podia enviar para casa J. E logo quando se aproximavam os feriados de 25 de Abril e 1º de Maio, este último a uma sexta feira :).

 

Iniciei com o First Martians. Era um jogo que já me tinha chamado à atenção mas, com tantas más reviews do jogo e do livro de regras, e com um preço consideravelmente alto (cerca de 80 euros), nunca quis arriscar. Haviam jogos mais baratos e que davam mais garantias.

No entanto nunca saiu da minha ideia e, assim que o consegui por 19,50€, não podia recusar. Assim que o abri pela 1ª vez, achei que só pela quantidade e qualidade dos componentes já valia a pena os 20 euros.

Para quem não conhece o jogo, o mesmo vem com 7 missões individuais que se podem repetir as vezes que quisermos e 2 campanhas. É um jogo de sobrevivência, criado na sequencia do Robinson Crusoe (mesmo designer- Ignacy) e, por isso, uma mata cabeças em que raramente ganhamos. O mesmo depende também da utilização de uma app obrigatória para o telemóvel, que nos vai ajudando durante o jogo. O mesmo indica de 1 a 4, mas creio que o melhor é mesmo em modo Solo ou, no máximo 2. De qualquer forma ainda só experimentei Solo.

Devido à quantidade de componentes e do número de acções que podemos escolher ao longo do jogo, a replayability é considerável. No entanto é possível que ao fim de umas 50 ou 60 vezes, e de serem testadas as campanhas as e as várias missões algumas vezes, pode vir tornar-se repetitivo. Ainda não me aconteceu mas…

Estava no entanto algo cético quanto à qualidade do jogo, visto que sempre li que o livro de regras era horrível e a app não funcionava bem. No entanto, a experiencia que tive foi precisamente o contrário… A versão que tenho já não traz o primeiro livro de regras, mas sim uma versão actualizada, o que ajuda, mas não senti que o livro estivesse tão mal como indicam. É verdade que não é o melhor e que tem algumas lacunas de informação, mas nada que seja fracturante e impossibilite o desenrolar do jogo.

Existe ainda um FAQ no livro de regras, a App também traz uma FAQ associada a cada missão, e temos sempre o BGG se for necessário, bem como os excelentes vídeos do Rodney Smith (Watch It Played).

Enfim… posso dizer que tive mais uma excelente experiencia de jogo, e que o mesmo ainda se encontra na minha biblioteca de jogos, pois ainda tenho muito para explorar neste jogo. No entanto admito que é preciso um gosto especial para o jogo desde o tema, a complexidade, e o facto de ser um jogo que não se trata de ganhar, mas sim de sobreviver, ou seja, maior parte das vezes não vamos sobreviver, tal como na realidade iria acontecer. Sobreviver em Marte quando as coisas começam a correr mal, não é claramente tarefa fácil, se não mesmo algo impossível.
Quanto ao Guilds of London, só o tentei jogar depois de ter estado quase 2 semanas agarrado ao First Martians.

Neste caso o jogo indica ser para 2 a 4 jogadores mas, como havia no BGG uma versão solo criada pelos designers, acabei por ficar com o mesmo. No entanto adquiri-o porque estava com um desconto de cerca de 65%. Pelo PvP não o comprava, pois por 50/60 € há muito melhores opções.

Ah, aproveito para partilhar que não recomendo que se adquira jogos apenas porque estão com bom desconto, principalmente quando não está na nossa lista dos wishlists.

Em relação ao jogo, a experiencia é interessante, mas não morro de amores pelo mesmo. Na altura teve a vantagem de ser o primeiro jogo que adquiri, cujo o set up era rápido, não ocupava muito espaço de mesa, podíamos jogar em apenas 20/30m em modo solo, e era de arrumação simples e rápida.

Actualmente ainda o é, mas com a biblioteca de jogos a crescer, garantidamente será um dos jogos que jogarei menos vezes.

A ideia do jogo é simples. O objectivo é acumularmos pontos de vitória, de preferência ao sermos os mestres de algumas guildas mediante os objectivos que criamos no início, com base nas cartas iniciais e nas peças aleatórias que vão sendo colocadas no centro, e que se vão tornando no tabuleiro de jogo onde praticamente tudo acontece.

Para conseguirmos ser os mestres temos disponíveis diversos representantes que podemos utilizar e dividir pelas várias guildas, por forma a ganharmos influencia suficiente para durante a votação final de cada guilda, ficarmos então como mestres da mesma, ou ganhar apenas alguns benefícios.

  1. Maio de 2020 – Kickstarter e Late Pledges

Pois bem, durante o mês de Maio, o que mais poderia acontecer se não adquirir mais jogos. Nesta fase foi quando percebi que já não era mesmo um Hobby, mas sim um vício.

Foi quando comecei a interagir mais com os grupos de gamers, incluindo este, e a adquirir jogos relativamente caros e que só chegam passado uns valentes meses. Foi assim o mês em que adquiri jogos como The Great Wall da Awaken Realms, um conjunto de 5 jogos rápidos da Strawberry que chegaram em Junho, e fiquei de olho em mais uns quantos.

   

Na prática já estava na fase em que adquiria jogos que ainda não estão fisicamente disponíveis, ou seja, comprava só porque queria os jogos num futuro ainda algo distante J. Quem nunca!!
Durante este mês acabei porque ir jogando ao que tinha, sempre de olho em novas aquisições, reviews, comentários, etc.

  1. Junho 20 – Alien Artifacts

Um dos jogos que estava de olho era o Alien Artifacts. Embora não fosse um jogo considerado muito bom, o tema interessava, e queria ter mais um jogo que fosse de setup e arrumação relativamente rápido, e que não demorasse mais de 30m em modo solo.

No entanto, voltei a adquirir um jogo apenas porque estava com 50% de desconto, ou seja, cerca de 25€. Embora este estivesse debaixo de olho, não estava na whishlist. Ainda para mais, o modo solo deste jogo não foi criado pelos designers, mas sim por utilizadores BGG. A versão não é má, o jogo também dá para passar o tempo, mas acredito que quanto mais jogarmos mais repetitivo se torna o jogo. A Replayability não é de grande dimensão, e o tema pode não agradar a todos.

Ainda não o joguei sem ser em modo solo, mas pronto… é mais um que tenho como opção rápida caso tenha pouco tempo, mas que provavelmente irá ser um dos menos jogados enquanto a biblioteca de jogos aumenta.

  1. Junho 20 – Mais Kickstarter e Cities Skylines

Pois, mais 1 mês, e mais despesa J. A minha mulher nesta fase já nem diz nada, porque já percebeu que não adianta falar no assunto… Este mês serviu para adquirir mais um Kickstarter que só chega daqui a 1 ano (The Age of Atlantis)
 

Adquiri ainda o Cities Skylines. Este foi adquirido por impulso, visto que antigamente jogava muito à versão digital que é considerado o melhor jogo de construção e gestão de cidades de sempre (talvez a par do simcity 4 no seu tempo).

 

O jogo é polimonial, algo que nunca tinha experimentado, com um tema com o qual me identifico bastante (pelo menos no digital), e daí ter comprado. Mas como disse foi impulso visto que tive de mandar vir de Inglaterra pois era onde havia o jogo, sem qualquer desconto (44 euros), sendo que existem muito melhores jogos no mercado e bem mais baratas.

Mas pronto. Jogo Adquirido, que demorou 1 mês a chegar porque foi não teve custos de transporte, e que até acho engraçado. No entanto demora bastante para o jogo que é, e torna-se algo cansativo ao fim de alguns jogos. Já joguei umas 10/12 vezes em modo solo, 3 vezes com 2px e 1 vez com 3px. Não funciona mal em cooperação, mas alonga bastante o tempo de jogo, e a tendência é os jogadores ficarem cansados. Para além disso, o tema é tão específico que temos mesmo de gostar dele para jogar.

Nesta fase aprendi mais uma coisa. Para além de não adquirir jogos que não estejam na whishlist, apenas por terem um grande desconto, percebi também que não se deve comprar por impulso, principalmente sem descontos J. Ainda para mais este não estava na whishlist… Enfim!
 

  1. Julho 2020 – Mais Kickstarter

Pois é… não há duas sem três e, voilá. Mais uma aquisição no Kickstarter. Desta vez a BIG BOX do Terraforming Mars.

Tendo sido um dos jogos que mais se jogou até ao momento, quer solo quer com 2 ou 3 pessoas, e tendo em conta que todos gostaram e pedem para jogar mais, esta big box teve de ser adquirida J. Foi a única compra em Julho, mas nao foi barata...

     

  1. Agosto 2020 – Mage Knight e Lost of the Legion Expansion

Após os primeiros meses em que adquiri jogos que adorei, iniciei uma fase descendente onde não gostei tanto do que comprei nos meses seguintes. Talvez porque já estava mal habituado com o TM, Scythe, Agrícola, etc. Estava na hora de fazer um balanço do que iria fazer daqui para a frente, visto que já tinha uns quantos jogos na biblioteca que me permitiam ter várias experiencias solo e multiplayer.

Tornei-me assim mais selectivo. Se não estiver na wishlist, não compro. Posso adicionar à lista algo que encontre ou apareça, mas terei sempre alguns que estão à frente.

Decidi ainda voltar a gastar um pouco mais que os últimos jogos (sem ser Kickstarter), para voltar a ter boas experiencias de jogo, algo que foi diminuindo com as últimas aquisições.

Então quis procurar mais um tipo de jogo que não tinha – RPG. Pesquisei alguns e pedi opiniões como por exemplo, sobre o Mage Knight, LoTR – Journeys in Middle Earth ou Mansions of Madness.

Acabei por tender para o Mage Knight por querer algo para jogar preferencialmente a solo, que fosse relativamente pesado (este é mesmo muito pesado), mas que desse uma experiencia de jogo que me fizesse desejar ter o jogo sempre montado. Adquiri, portanto, o Mage Knight, e foi o último até ao momento. Esta foi ainda a primeira experiencia de aquisição de jogos em 2ª mão.

Em relação a esta aquisição, queria desde já dar uma palavra de apreço a quem me vendeu o jogo, quer pelo preço pelo qual vendeu, quer pelo facto de se ter deslocado e feito um desvio de propósito para me entregar o jogo e a expansão The Lost Legion. Tinha ainda o jogo acondicionado e conservado de forma excelente.

Obrigado desde já, pois o jogo está a ser uma experiencia incrível. J

Já fiz 3 Solo Campaigns completos e todos eles me entregaram experiencias diferentes mas magníficas. Simplesmente adoro o jogo, e o facto de ter voltado a adquirir um jogo que me deixa sempre água na boca no final do mesmo, fez-me sentir o que já não sentia com os últimos jogos. Para mim, os jogos que no fim dos mesmos nos deixa a pensar - “só mais uma vez”, são aqueles que devemos manter e jogar o mais possível.

  1. Bons jogos e um grupo que se junta regularmente, merece um bom tapete de jogo.

A última coisa que partilho convosco para já, é o facto de ter actualmente ter um grupo de 3 pessoas (as fotos são todas de jogos a solo) que se junta regularmente para jogar em conjunto e, esse facto, adicionado a alguns jogos de qualidade que já tenho, merecia um aumento na qualidade e experiencia de jogo. Até então jogava sempre numa mesa de jantar já antiga, com superfície de madeira, algo que não trazia a melhor experiencia, seja pelos barulho dos dados, o facto de nao pararem facilmente, os componentes cairem com facilidade, ser dificil agarrar as cartas etc.

Adquiri, portanto, um pano de jogo que fica excelente em cima da mesa. Este pequeno pormenor tornou uma mesa de madeira antiga, em uma mesa de jogo instantaneamente.

O pano é de feltro e própria para jogos, e a sensação de jogo é tão diferente com ou sem este pano, que nunca mais irá faltar nas minhas sessões J. Recomendo a todos. Podem comparar a diferença entre a foto da esquerda e a da direita:

 

A quem leu até este ponto, obrigado pela atenção, e pela coragem, visto que a ideia inicial era tentar escrever pouco, mas nunca o consegui fazer. Quando começo a escrever as coisas saem naturalmente, e tenho de controlar muito do que queria partilhar convosco.

Mas e vocês, que têm jogado nos últimos tempos em modo solo?

Boas jogatanas, cumprimentos, Caracol.

Excelente post. É bom ver o

Excelente post. É bom ver o hobbie através de outros olhos. Eu tenho o Mage Knight debaixo da TV, mas tenho tido medo de lhe pegar - nem sei por onde começar. Talvez em breve ganhe coragem...

Aprender Mage Knight

Em relação ao Mage Knight, espero que esteja de baixo da TV, mas não literalmente, pois há caixas melhores e menos valiosas para essa função :).

Em relação às regras, do que percebi, ainda nem as começaste a ler certo? Vou dizer-te o mesmo que me disseram a mim aqui no site, há cerca de 3 semanas, e que resultou na perfeição. Primeiro vês o 1º link para ficares a par dos conceitos gerais, simbologia, tokens, cartas, mecânica base do jogo, etc.

 

https://www.youtube.com/watch?v=ofvCWbaJl5I - Só vi este conjunto de 3 partes/vídeos e chegou, mas tens sempre o link seguinte caso queiras mais alguma informação.

https://www.youtube.com/watch?v=J_zW9zDxeYU&t=16s
 

Depois então pegas no livro de regras e começas a ler. Vai ser muito mais fácil porque já estás familiarizado, ainda que pouco, com os simbolos que podem aparecer e a sequencia de um turno ou ronda. 

O jogo vem com 2 livros. Rulebook e Walkthrough. Está lá indicado mas, caso por lapso nao te apercebas disso, deves começar pelo walkthrough apenas. O Rulebook é util mas apenas para quando já perceberes o jogo. o Walktrhough explica praticamento 90% do que precisas saber e de forma muito lógica. Ambos os livros estão no entanto muito bem escritos e organizados. Assim que apanhares a sequencia do jogo, o mesmo torna-se simples em termos de mecânica e bem mais rápido e divertido. O jogo em si é desafiante e, mesmo quando perdes, ficas completamente fascinado (desde que gostes de RPG's que envolvam um pouco de mundo de fantasia claro). Principalmente se fores um Solo Gamer, que já percebi que não o és maioritariamente.

Ainda não joguei com a expansão Lost Legion, para facilitar a aprendizagem, mas já li o livro e adiciona novas mecânicas, conceitos, personagens, etc. Trás bastante mais conteúdo ao jogo e mais cenários possíveis. Se vieres a gostar do jogo, acredito que este seja um Must Have ao fim de algum tempo de jogo.

Deixo apenas uma última nota. Ainda nao joguei este jogo com 2 ou mais pessoas mas, do que vejo do jogo, 2 pessoas ainda poderá ser aceitável mas 3... se calhar já começa a ser muito porque o jogo é bastante longo e complexo. Proximamente irei jogar com outras 2 pessoas e depois já poderei dar uma opinião mais bem fundamentada, mas o que indiquei é o que aparenta neste momento. Talvez se torne menos pesado se decidirmos jogar apenas 2/3 rondas num dia, e continuarmos noutro, mas...

Se quiseres mais opiniões sobre este jogo, vê a seguinte publicação no seguinte link aqui do forum:

http://www.abreojogo.com/forum/tabuleiro_e_cartas/2020/08/mage_knight_ultimate_edition_vs_mk_base_game

Compras por impulso!

O quê, compras jogos sem saberes bem o que vais receber? Que atire a primeira pedra que nunca o fez! devil Bem-vindo ao clube!

 

Eu pessoalmente jogos a solo não são a minha praia. Já joguei algumas vezes a solo para aprender/relembrar as regras ou, mais raramente, em algumas curtas fases para "matar" o vicio.

 

Pois...

Lol, realmente por impulso normalmente não dá grande resultado. Aliás, nem podia certo? O estranho é vermos vários vídeos e reviews de uma carrada de jogos que estão na whishlist, e de repente compramos um que ouvimos falar há 10m atrás, e não sabemos nada sobre o mesmo... Enfim!

Eu costumo comprar sempre a pensar no solo, porque não tinha nenhum grupo de jogo e, agora que as aulas vao recomeçar (supostamente), com uma professora de primária em casa, tempo para juntar pessoal a dias certos, ou para jogar até mais tarde depois de jantar, vai acabar.

Logo fico-me pelos solo games :).

Grande entrada!

Bem, que grande entrada no mundo dos jogos a solo :)

Dos jogos que referiste e que conheço, gosto de todos. Apenas o First Martians (que é o meu único jogo com 0 sessões) é que ainda não posso opinar.

Aliás, agora é que fiquei com uma vontade ainda maior de jogar o MK... 

Bem vindo ao grupo e vai abrindo tópicos para o pessoal conversar. No meu caso tenho andado um pouco mais afastado do Abre O Jogo porque o tempo disponível não tem sido muito!

Obrigado

Obrigado. Desde que comecei a conhecer algumas pessoas, que senti ter sido logo bem recebido.

Quanto ao MK, ainda ontem fiz mais um jogo depois de jantar. Como estava sozinho... Por lapso distrai-me, e quando acabei reparei que já eram quase 2 da manhã :O. Foram umas 4 horas sensivelmente. Mas mais uma vez, valeu a pena :). Hoje de manhã é que costou mais ir trabalhar :).

Na terça fiz mais um de Alien Artifacts e lá está. Jogo de setup rápido, e de jogo a solo relativamente rápido (45m +/-). Dá para passar o tempo e é engraçado, mas vai sair pouco da prateleira. Tenho melhores opções :).

Definitivamente o MK está na

Definitivamente o MK está na minha wishlist, no entanto tenho evitado avançar com a compra não só porque tenho evitado fazer gastos extra (isto de estar a construir casa própria muda imenso as nossas prioridades) mas porque também sinto que ainda não explorei como deve de ser o modo solo de alguns jogos que tenho. Além do First Martians tenho, por exemplo, o 7th Continent e o On Mars que merecem mais umas boas horas de jogo antes de sentir que já valeram o dinheiro que paguei por eles :)

Correto

Sim, se tens esses jogos todos convém ainda dares mais alguma atenção aos mesmos.

Eu ainda nao peguei nas campanhas do First Martians, sendo que é o único que tenho com modo campanha, para além do Mage Knight, mas este último são cenários e nao campanhas.

E também estou nessa fase, ou seja, enquanto não explorar as campanhas dos FM e a expansão do Mage knight, não devo adquirir mais nada por enquanto. Até porque até final do ano ainda irei receber o The Great Wall, que será mais um jogo cheio de modos de jogo para explorar.

Tenho curiosidade pelo o On Mars do Lacerda, mas é caro e ainda não me apeteceu adquirir mais um com o mesmo tema do First Martians e do Terraforming Mars. Ainda me faltam uns quantos com mecânicas diferentes na minha biblioteca, antes de começar a pensar em alguns que sejam similares aos que já tenho em termos de tema ou de mecânicas.

Mecanicas

Por acaso acho que nunca pensei muito nas mecanicas dos jogos que fui adquirindo. Não és o primeiro a referir o cuidado que tem com este aspecto dos jogos, ou seja tentar variar na colecção. No entanto acho que fui sempre comprando pelo interesse que o próprio jogo me despertava, independentemente das mecanicas e até mesmo do tema.

Apesar de já ter feito algumas compras por impulso (o caso mais flagrante foi mesmo o First Martians), normalmente tento saber o suficiente do jogo ou até mesmo jogá-lo antes de o comprar.

Outro que também comprei por impulso foi o Civilization: A New Dawn. Na altura que o comprei até joguei meia-dúzia de vezes com a minha filha no entanto, e para grande pena minha, foi ficando esquecido na prateleira. Talvez o recomece a jogá-lo já que saiu uma versão oficial para jogar a solo.

Agora já não caio em erros desses, todos os jogos um pouco mais complexos que compro tem que ter (uma boa) versão solo

Mecanicas e First Martians (campanha)

Para já ainda penso nas mecânicas que acho que me podem interessar, visto que existem muitas que ainda não experimentei. No entanto apenas penso nisso (para além do interesse no tema/jogo), porque ainda tenho poucos jogos e, ao variar mais, consigo perceber que tipo de mecânicas gosto mais.

A partir do momento em que souber isso, começo a não ligar tanto à variedade das mecânicas que tenho na bablioteca, mas sim ao jogos que têm as mecânicas que eu prefiro. Se calhar já estás mais na 2ª fase do hobby :).

Quanto à questão de o jogo ser "bom" a solo, é algo que sempre considerei quando pesquiso jogos. Se não tiver modo solo, prefiro optar por outros que me darão também uma boa experiência. No único momento em que deixei de fazer isso, adquiri o Alien Artifacts e o Guilds of London... Cometi os 3 erros que vou tentar deixar de cometer agora:

  1. Comprar o que nao está na whishlist
  2. Comprar por impulso e sem análise prévia
  3. Comprar sem modo solo oficial (porque quero poder jogar, mesmo sem ter com quem o fazer naquele momento. se tive a despesa, quero usufruir dela)

Com estes 3 pontos em mente, começo a ficar mais selectivo, o que também facilita a escolha do jogo a adquirir. Sobram menos na lista :).

FIRST MARTIANS - MODO CAMPANHA

Entretanto voltei a pegar no First Martians este fim de semana. Comecei sexta à noite, e acabei domingo à tarde. Fiz a primeira campanha toda. :).

Achei interessante. A história está bem criada/pensada, o que fazemos ou deixamos de fazer numa missão impacta as seguintes o suficiente, mas sem exagero, e deixa abertura para repetir a sequencia. Claro que a história será sempre a mesma, e haverá coisas que não mudam, mas temos 3 níveis de dificuldade, podemos jogar com outros personagens, os eventos são outros e podemos conseguir ou não completar alguns objectivos. A campanha será sempre diferente no que toca à forma como o jogo se desenrola, mas a história será sempre a mesma.

   

Em relação à experiência de jogo, continuo a dizer que, para quem gosta do tema e do tipo de jogo, o mesmo consegue entregar uma sensação de satisfação por estarmos a conseguir lidar com as dificuldades. Ou então uma sensação de que vamos morrer rapidamente xD.

Se conseguirmos assimilar bem que o jogo não tem como objectivo vencer, mas sim sobreviver em marte, longe da Terra, com acesso limitado a recursos, com problemas que podem surgir a qualquer momento e que podem gerar uma cadeia de acontecimentos que acaba rapidamente por matar os astronautas, então o jogo é bom, e os 6.6 no BGG é uma nota que não demonstra o que o jogo pode dar. 

Embora não tanto como no mage knight, a ideia de que quero fazer só mais um jogo no final de cada missão aparece no subconsciente. Acredito no entanto que ao fim de 4/5 missões seguidas, seja um jogo para dar um intervalo de algumas semanas até pegar nele outra vez. Talvez ao fim de 30/40 missões, acabe mesmo por demorar mais tempo até voltar a pegar no jogo. No entanto, para já é um dos que pretendo manter na biblioteca de jogos. Até porque ainda me falta a 2ª campanha que vem com o jogo, que supostamente é um modo "Legacy". Vamos ver o que terá para dar e, quando descobrir, informo aqui (tentando não fazer spoilers sobre a história claro).

lbaixinho escreveu: ... Outro

lbaixinho escreveu:
... Outro que também comprei por impulso foi o Civilization: A New Dawn. Na altura que o comprei até joguei meia-dúzia de vezes com a minha filha no entanto, e para grande pena minha, foi ficando esquecido na prateleira. Talvez o recomece a jogá-lo já que saiu uma versão oficial para jogar a solo.

O Civilization: A New Dawn tinha uma variante Solo (fan made) que eu cheguei a experimentar, até era simples e funcionava (digo eu que não sou grande jogador Solo).

E o jogo em si até acho muito bom, pois consegues injectar em 1h30 a sensação de criar uma civilização, evoluir, lutar por território, etc... é um que voltaria a jogar.

Interesse relativo

Pois... O Civilizarion New Dawn foi um jogo que já analisei. Embora tenha achado relativamente interessante, tenho algumas questões com esse jogo.

  1. Como já indiquei antes, eu passei pela fase dos jogos digitais (ainda jogo um pouco). O Sid Meier's Civilization sempre foi o meu jogo preferido (já o jogo há cerca de 20 anos e já está na versão VI).
  2. Já cometi o erro de adquirir o Cities Skylines em tabuleiro, tendo por base o meu gosto pela versão digital (é o melhor jogo dentro do género), e correu mal... Espectativa alta, compra impulsiva, não estava na wishlist, compra baseada no gosto pela versão digital... enfim!
  3. Tenho receio que, por jogar e ter jogado tanto a versão digitial da saga Sid Meiers Civilization, onde podemos mesmo fazer tudo... desde guerra, culttura, espionagem, viagem espacial, ciencia, religião, etc, etc, e ainda hoje adorar o jogo, pegue no versão oficial de tabuleiro também com demasiadas espectativas... que irão sair defraudadas após jogar 1 vez.

Eu já vi alguns videos de gameplay, e acho que não iria gostar o suficiente para o adquirir. Não por achar o jogo mau, mas por gostar demasiado da versão digital.

Mais depressa adquiro o Through the Ages: A New Story of Civilization, do que o Sid Meiers Civilization: A New Dawn Board Game. :(

De qualquer forma, não descarto algum dia experimentar o jogo, com alguém que o tenha. :)

Bem diferente

Se estás à espera de um experiência semelhante ao CIV do computador, o melhor é mesmo não comprares este jogo. Aliás, não sei até que ponto irás ficar satisfeito com qualquer jogo de tabuleiro já que para atingirem um grau de liberdade e complexidade similar a qualquer um dos CIVs terá que ser um jogo extremamente longo e super complexo. Dos que experimentei talvez o mais próximo (com mapa) tenha sido o Clash of Cultures. Mas aviso já que não sou a melhor pessoa para aconselhar neste tipo de jogos já que experimentei poucos.

Este A new dawn é uma versão super condensada que se torna numa espécie de corrida aos objectivos. Há algum "feeling" de civilização mas, como disse acima, duvido que consiga satisfazer um jogador mais batido no tema.

O Through the Ages é um jogaço, no entanto tem algumas particularidades em contra. Não tenho modo solo oficial, é extremamente penalizador (uma jogada errada no início e ficas afastado da vitória num jogo que ainda vai demorar duas ou três horas), por vezes parece-me um jogo mais tático que propriamente estratégico e, mas isso também acontece com o CIV, os jogadores com muita experiência tem uma clara vantagem. De qualquer forma aconselho-te a experimentares o jogo porque realmente vale a pena, para mim é um dos melhores jogos de tabuleiro. A forma como o sistema de jogo compensa a falta de um mapa é de génio. A app (paga) é muito boa e é a melhor forma de o aprender. Depois tens sempre o BGA e o http://www.boardgaming-online.com/ para jogares digitalmente com outras pessoas e assim indo percebendo como o jogo funciona.

 

Cheguei a experimentar

Também cheguei a experimentar essa variante. Até é bem simples de implementar e é uma ótima forma de aprender o jogo. Só que na altura pareceu-me um pouco fraca e aleatória.

A ver se combinamos uma jogatana :)

Variantes Solo

Pois... O que me tem retido na compra no TtA, é mesmo não ter versão solo oficial. Se não já tinha adquirido porque é o meu género de jogo e até se consegue o mesmo por um preço acessível.

Sei que existem algumas versões no BGG, mas tenho receio que não sejam boas o suficiente para obtermos o que o jogo tem de melhor. E com tantas outras opções de jogos com solos oficiais e que são comprovadamente bons, acho que ainda vai demorar um tempito até ter o TtA :).

Mas claramente é um jogo que me interessa bastante, mesmo antes de começar mais activiamente no Hobby. Sempre me lembro de o ver na FNAC à venda, e nunca o ter comprado porque dizia que era para 2 :(.

Se tivesse modo solo, já o teria há vários anos atrás :).

1ª vez - Mage Knight com Expansão Lost Legion

Pois é... finalmente experimentei o Mage Knight com a expansão The Lost Legion. E posso dizer que é uma experiência solo incrível. Efectivamente bem melhor do que apenas o jogo base, que já era espetacular.

Este é claramente o melhor jogo que tenho até ao momento nas prateleiras.

Para quem não está familiarizado com o jogo, o Mage Knight é um jogo onde nós representamos um dos Mage Knight disponíveis, 4 no jogo base ou 5 se com a expansão TLL. Ao longo do curso do jogo iremos fazendo level up no nosso Knight, melhorando as suas capacidades, habilidades e poderes, através da construção do nosso deck de cartas (deed deck) com tacticas avançadas, através dos cristais mágicos (que se esgotam e temos de arranjar mais durante o jogo), da Mana Source (dados) e através das Skills Tokens que vamos adquirindo ao longo da campanha. 

Essa evolução decorre ao longo da campanha, onde vamos explorando novos tiles no mapa, derrotando inimigos que apareçam, conquistando fortes (keeps) ou torres de magia (mage towers), contactando e interagindo com as várias entidades presentes no jogo, por forma a, por exemplo, recrutarmos algum exército para nos acompanhar e ajudar, ou mesmo partir em aventuras misteriosas no subsolo.

Ao longo do jogo, a interacção nas vilas, mosteiros, keeps ou mage towers, permitenos ainda:

  • Adquirir Feitiços que se podem usar durante o jogo, de preferencia durante a noite onde, se conseguirmos, o poder é muito superior;
  • Adquirir Artefactos para ampliar as capacidades gerais, ou as capacidades do nosso exército (recrutados ao longo do jogo)
  • Recrutar exército ou curar ferimentos que tenhamos

O jogo é assim bastante complexo para quem começa mas, depois de perceber as mecânicas... Simplesmente entrega aos jogadores aquilo que promete e, na minha opinião, para quem gosta do género de jogo, muito mais do que esperamos.

Se a mistura de mecânicas, as várias opções que podemos tomar ao longo do jogo, e as dúvidas sobre qual a melhor estratégia em cada momento, que estão sempre presentes, são o sal do jogo, a aventura e descuberta de quais os novos tiles que vão aparecer ao explorarmos o mapa, as batalhas contra todos os diferentes inimigos que vão surgir ao longo do jogo, cada um com a sua capacidade, especialidade e poder de ataque e defesa, são claramente a pimenta que tempera o jogo de forma a podermos sentir todos os "sabores" que o jogo tem para oferecer.

As batalhas são cerca de 50% das regras do jogo, quer em termos de funcionamento, quer em termos das diferentes situações que podem ocorrer. É no entanto algo que claramente dá ao jogo a sensação de não estarmos a evoluir o nosso Mage Knight, apenas para sermos mais poderosos, mas sim porque tem mesmo de ser. Caso contrário não iremos conseguir completar os objectivos. Na prática, dá-nos a possibilidade de sentirmos que estarmos a evoluir o nosso personagem, é efectivamente algo que será importante. Inclusivamente a forma como o evoluímos (mais em ataque, mais em defesa, mais em interacção, etc), pode celar o nosso destino final.

O Objectivo do cenário solo do jogo base é encontrarmos 2 cidades e conquistá-las. Simples certo? Errado. Temos apenas 6 rondas para conseguirmos evoluir, recrutar, encontrar as cidades e conquistá-las lutando contra vários inimigos ao mesmo tempo.

Estas rondas são dias e noites, ou seja, temos 3 dias e 3 noites para chegar ao fim vitoriosos e, em cada ronda, temos os turnos, que são as nossas jogadas. Cada ronda termina quando já nao temos mais cartas no nosso deed deck para jogar, ou quando o Dummy Player fica sem as suas cartas. Este dummy player, que ao início me deixou algo desconfiado sobre a sua mecânica, e se iria funcionar bem, é efectivamente um ponto muito a favor neste jogo. A sua função é apenas manter o ritmo de jogo, por forma a não demorarmos muito a finalizar uma ronda. O seu funcionamento é apenas jogar 3 cartas seguidas, verificar se ele tem algum cristal da cor da ultima carta e, caso tenha, virar mais o número de cartas equivalente ao numero de cristais. E está feito o turno do Dummy.

Mas pronto, chega de texto. Não quero também dar ainda mais spoiler no jogo. 

Apenas quero dizer que já joguei com a expansão, e que esta adiciona muito mais qualidade ao modo solo do jogo. 

Com a expansão, temos a adição de um jogador que é o nosso adversário. Na prática, deixa de existir o Dummy Player como indicado anteriormente, e passamos a jogar contra um personagem chamada de General Volkare. Este general basicamente apareceu para controlar os vários monstros/inimigos, e para confrontar os Mage Knights. Pensem nisto como uma história. No jogo base nós, Mage knights, viemos para conseguir limpar o mundo dos inimigos que ao fim de alguns anos de uma guerra que supostamente existiu, voltaram a aparecer. Como estamos a ser bem sucedidos (bom, pelo menos algumas das vezes :D), na expansão aparece o vilão, General Volkare, para nos fazer frente, seja pelo controlo do seu próprio exército inimigo, seja pela conquista das cidades antes de nós, ou mesmo porque nos vai eventualmente atacar e acabar com a nossa vida :(.

A expansão trás 2 cenários para solo. Eu ainda só joguei a um deles, que se baseia numa espécie de corrida para vermos quem consegue encontrar e conquistar primeiro a cidade, bem como derrotar o outro numa segunda fase. Na prática acaba por ser uma espécie corrida, mas que não é apenas uma corrida, pois mantém toda o mundo imenso explicado atrás, e ainda adiciona ao sal e à pimenta, noz de moscada :D. Não sei se me expliquei bem, mas não é fácil...

Controlar os movimentos e jogadas (turnos) do general Volkare, continua a ser muito simples, que demora uns 10 segundos. No entanto o jogo continua a demorar umas 3 a 4 horitas para se conseguir finalizar, a não ser que se perca cedo :). No entanto é possível parar o jogo em cada momento, e continuar no dia seguinte (desde que não se arrume nada de preferência). Eu costumo parar no final de uma das rondas, mas não é obirgatório.

Do que li, o 2º cenário solo da expansão, será uma guerra entre ambos os personagens apenas, onde o objectivo será ele consquistar o nosso portal (home base) e nós destruirmos a base dele. Aqui já nao será tanto uma corrida, mas sim um cenário de guerra. (ainda nao experimentei).

O jogo adiciona novos monstros, novas habilidades e poderes (já havia fogo, gelo, físico), novos artefactos, feitiços e tactivas avançadas, novos tiles, novos tipos de aventuras como Labirintos, Minas, etc, actualiza e equilibra bastante o jogo base, substituindo cartas anteriores que tornavam algumas cartas demasiado fortes ou fracas... e muita algeria e vontade de jogar uma e outra vez :).

E pronto. Há mais para dizer mas não vou escrever, visto que já sabem como sou. Quando começo a escrever não paro...

Boas jogatanas a todos.

Pelos vistos este é um jogo

Pelos vistos este é um jogo onde também é necessário o investimento numa grande mesa :)

Boa análise do jogo, só explica mais porque é que muitos o consideram obrigatório para quem é solo player.

e eu ainda não o tenho... :)

Eu não o tenho também e não o

Eu não o tenho também e não o considero um Must Have sinceramente. Acho que pede demasiado investimento para o jogo que é tendo em conta que tens mais jogos bastante bons e com um investimento muito menor.

Mais rapido comprava o Gloomhaven do que o Mage Knight, mas seria outro que estaria ali na prateleira por jogar quando gosto de variar o que jogo. Além disso já tenho demasiados jogos na prateleira que ainda não experimentei os cenários todos quanto mais jogar várias vezes os mesmo cenários.

Ambos bons

Um Must Have é um conceito relativo, dependendo de quem está a jogar :). Para um jogador que gosta de jogos rápidos, ou com poucas regras, ou mesmo com outros temas ou mecâncias, nem MK nem GH são must have :). De qualquer forma, e embora ainda só tenha jogado MK, considero que ambos são bons jogos mas um pouco diferentes.

Um deles baseia-se em cenários individuais (MK). O outro (GH) é uma espécie de campanha/legacy, com vários cenários que influenciam os seguintes.

Em termos de tempo de jogo, o MK, embora sejam 3/4 horas, é um jogo feito para começar, jogar e acabar o cenário. 2 pessoas a jogar MK, embora também ainda nao tenha tentado, parece-me ser o limite. Considero que a inclusão da 2ª pessoa é viável, mas em principio à custa de um aumento de tempo de jogo considerável. (talvez mais 50%). Já o GH dura muito mais tempo, devido ao story driven que o jogo tem, mas parece-me que aceita melhor a inclusão de outro jogador.

Ambos os jogos têm mecânicas similares tais como o deck do nosso personagem, que vamos evoluíndo com tempo, ou mesmo o facto de irmos descobrindo novos "mapas" ao longo do jogo.

O GH usa aplicação de telemóvel/pc, já o MK não tem essa função. O GH implica montarmos o jogo e, passado algum tempo, "gravar" o jogo e arrumar tudo na caixa, porque ainda faltam dezenas de cenários da campanha e, no dia seguinte voltar a montar tudo para fazer mais 1 ou 2 cenários. Depois arrumar e voltar a montar, etc. O MK não, visto que é stand alone mission. 

Ou seja, jogos similares (RPG's), mas diferentes dentro do tipo de jogo.

Em termos de preço, depende um pouco da prespectiva e do valor a que consigamos os jogos. Eu por exemplo consegui o base + a 1ª expansão, pelo preço apenas do jogo base, o que não é uma má compra.

De qualquer forma, e em resumo, creio que depende do que quisermos obter como experiencia. Se quisermos uma experiencia mais "leve" e rápida, embora pesada e imersiva o suficiente para ser um jogo que nos leva para outro mundo, o MK é uma boa escolha. Se quisermos algo mais pesado, que demore bastante tempo, que se baseie em campanha e que cada uma delas afecta as seguintes, e nao tenhamos problemas em montar, gravar, desmontar, montar, gravar, desmontar, etc, então gloomhaven é a escolha.

Em ambos os casos temos de estar preparados para matar a cabeça no início até aprender o jogo, gostar do tipo de jogo e da experiência que nos fornece, bem como ter paciencia para jogos que demoram bastante tempo a acabar. (GH ainda mais).

Se bem que agora com o Jaws of the Lion, creio que a experiencia ficou bem melhor, por um preço bem mais acessível, e com menos tempos de set up, pelo que a análise já terá de ser diferente.

Balrogas escreveu: Eu não o

Balrogas escreveu:
Eu não o tenho também e não o considero um Must Have sinceramente. Acho que pede demasiado investimento para o jogo que é tendo em conta que tens mais jogos bastante bons e com um investimento muito menor.

Mais rapido comprava o Gloomhaven do que o Mage Knight, mas seria outro que estaria ali na prateleira por jogar quando gosto de variar o que jogo. Além disso já tenho demasiados jogos na prateleira que ainda não experimentei os cenários todos quanto mais jogar várias vezes os mesmo cenários.

Compreendo.

No meu caso é mais por não ter nada do género e assim preencher uma falha na colecção. O mais parecido que tenho é o 7th Continent que acho que não encaixa bem nestes "RPGs de mesa". Gosto de ter alguma variedade em casa já que vario muito no tipo de jogos que me apetece jogar em determinado momento.

No entanto acho que quando arriscar comprar um, vou mesmo para o MK, já que o conceito de desafio fechado vai mais de encontro daquilo que gosto.

 

Sim

lbaixinho escreveu:
Pelos vistos este é um jogo onde também é necessário o investimento numa grande mesa :)

Boa análise do jogo, só explica mais porque é que muitos o consideram obrigatório para quem é solo player.

e eu ainda não o tenho... :)

 

Sim, é necessário algum espaço de mesa, principalmente até percebermos bem a sequencia do jogo, e o que cada parte da área de jogo singnifica. Depois de sabermos isso, conseguimos jogar num espaço inferior a 1m2. Mas sim, necessita de algum espaço.

Algo como 90cm por 60/70 será o mínimo para 1 jogador.

Through the Ages - Uma História de Civilização

Boa tarde a todos.

Sim, quem leu as minhas últimas publicações e respostas com alguns dos intervenientes, este foi um dos jogos que indiquei não ir comprar já, visto que não preenchia 1 dos requisitos para ser uma das prioridades a adquirir:

  • Estar na Wishlist - Sim, estava há já muito tempo. Mesmo antes de entrar neste mundo mais a sério, visto que sempre que passava na fnac "namorava" o jogo.
  • Não ser compra impulsiva ou com base em versões digitais de jogos - Sim, já o queria há muitos anos logo, compra impulsiva nunca seria
  • Não ter modo solo oficial - Não. Este era o ponto que falhava.

No entanto, e tendo em conta que me deram alguns vouchers da FNAC, aproveitei a onda, e pumba... Lá vai mais um para a biblioteca. O jogo em PT custava 60€. Se comprasse na Devir consegui por 54€ mas, se comprasse na DEVIR através da FNAC, custava 48€. Assim, acabei por adquiri o mesmo com 20%, porque foi pela FNAC, e com os vouchers... :).

Então, o que tenho a dizer sobre o jogo? Algumas coisas, na maioria positivas para quem gosta do género, tema e mecânicas. Vou tentar dividir por tópicos para ser mais fácil explicar e ler.

  1. Descrição

Este é um jogo de construção de civilização, onde temos de gerar produção, gerir recursos, adqurir cartas, desenvolver novas tecnologias e construções, desenvolver a ciência, defender e atacar em guerras e pontuar em cultura. Isto tudo ocorre ao longo de 4 idades sendo elas A - Ancient, I, II e III, cada uma com a sua colecção de cartas que podemos escolher.

Cada idade é composto de rondas e, cada ronda é composta por turnos de cada jogador.

O primeiro jogo foi lançado em 2006. A versão que apresento é a edição de 2015, ou seja, é já o novo jogo com as regras melhoradas, revistas e com as mecânicas limadas.

  1. Livro de Regras

Para quem não sabe, este jogo é do designer Vlaada Chvatil, o mesmo criador de jogos como o Mage Knight e o Codenames.

Há boa maneira do designer Vlaada Chvatil em jogos mais pesados, o mesmo vem com 2 livros de regras. 1 deles é o Walkthrough, onde nos explica o básico do jogo e que, após esses primeiros conceitos e regras, vai-nos explicando o funcionamento completo do mesmo conforme vamos jogando. O outro é o Code of Laws, que tem as regras divididas por temas e não por sequencia de jogo, e é direccionado para quem já sabe o funcionamento do mesmo.

Na prática, o Walkthrough diz como começar e acompanha-nos ao longo das primeiras 2 rondas inicialmente, até finalizarmos a idade 2. (no primeiro jogo não usamos a 3ª idade disponível). As regras completas são lidas após o primeiro jogo, onde aparecem algumas regras novas e conceitos disponíveis tais como guerras, agressões e diplomacia.

  1. Tradução

Embora o livro de regras seja bom, em termos de tradução deixa um pouco a desejar. Não se percebe bem se a Devir traduziu para portugues ou para brasileiro, visto que parece uma mistura de ambos. Para além disso, tem diversos erros de escrita e falha nas palavras, o que dá a entender ter sido uma tradução à google tradutor, em que não houve uma revisão final.

Não me interpretem mal. O livro e as regras estão compreensíveis e dá perfeitamente para o seu objectivo, mas a sensação de falta de atenção para com esta situação, denota algum desleixo por quem o publicou desta forma.

  1. Componentes

Os componentes são de boa qualidade. As cartas são espessas o suficiente para serem duráveis e não me parece que as pinturas/desenhos venham a desaparecer com o uso e o tempo.

O Artwork é muito interessante, estando devidamente associado ao tipo de carta em questão, bem como ao tempo cronológico que representa.

Os tabuleiros de jogo são estáveis e grossos o suficiente para serem de boa qualidade, e os cubos usados (e que são muitos), são de qualidade similar ao Terraforming Mars (player cubes).

Na minha opinião, as únicas coisas que podiam ser melhores, são o facto de os tabuleiros individuais de cada jogador não serem Dual Layer (Mas em 2015 não sei já se faziam esse tipo de Player Boards :D), e o facto de, para além dos player boards, existires 4 outros tabuleiros diferentes que temos de usar. Alguns podiam facilmente serem mais pequenos tendo em conta a sua função.

  1. Tempo

O jogo indica na capa que tem uma duração previsível de 120 a 180 minutos. Como ainda não joguei com 2, 3 ou 4 jogadores, não consigo ter a certeza se o tempo está correto. No entanto, pelo tempo que demora um jogo a solo, deve andar bem mais perto das 4 horas de jogo do que das 2.

Contem por isso com um jogo looooonnnnngggoooooo :). Para quem gosta do jogo, não é no entanto um handicap.

  1. Solo Mode

O modo solo não é oficial. Existem várias versões online no bgg, sendo que uma são consideradas melhores do que outras, como é natural.

Inicialmente estava com algum receio, visto que os 2 jogos que tive de experimentar versões solo bgg em jogos que não tem uma versão oficial, embora não fossem muito más, não tinham sido, na minha opinião, satisfatórias o suficiente.

No entanto neste caso surpreendeu-me bastante e pela positiva. Até ao momento apenas experiementei uma das versões disponíveis e, pelo andar da carruagem, acredito que não venha a experimentar mais nenhuma. Creio que está muito bem conseguida, tendo em conta que é um jogo que não tem uma base solo oficial, tendo de se adaptar uma versão de users.

Nesta versão solo jogamos contra um Dummy Player, que vai reagindo em parte ao que fazemos, e outras vezes vai tomando decisões individuais. De resto, o jogo desenrola-se normalmente como se jogássemos contra outra pessoa qualquer.

Se alguém quiser experimentar, segue o link da versão solo que joguei: https://boardgamegeek.com/filepage/128311/through-ages-new-story-solopractice-game-rules-v10

Crédito dados ao criador no BGG: Kerred

  1. Resumo

Embora só tenha experimentado ainda o solo mode, já joguei 4 vezes dessa forma. Posso dizer que o jogo é efectivamente muito interessante, e claramente é um dos que vai ficar na minha biblioteca de jogos por muito tempo, mesmo sem versão solo oficial.

No entanto tenho a dizer que, quem o quiser jogar ou experimentar, tem de considerar que é um jogo que nem todos gostam, mais que não seja pelo tempo que leva a finalizar um jogo até ao fim. Ocupa ainda um bastante espaço de mesa, ao nível do Mage Knight. Na imagem anterior só temos um tabuleiro de jogador e as tecnologias construídas por um jogador. Se quiserem jogar com mais pessoas, será outro espaço equivalente, visto que os restantes tabuleiros têm de estar sempre no centro da mesa, por forma a todos terem acesso aos mesmos.

Não irei adiantar mais sobre o mesmo, pois deixo o resto para descobrirem vós próprios. De qualquer forma, caso queiram colocar alguma questão sobre o jogo, estou disponível para vos responder :).

O próximo review será o Zombicide Black Plague. Embora não fosse ideia minha adquirir mais nenhum jogo, como este mês foi o meu aniversário, acabaram por se juntarem todos e dar-me este jogo, que também estava na wishlist. Sortudo :D.

Entretanto, bom fim de semana e bons jogos a todos.

Ora aqui está um jogo que

Ora aqui está um jogo que tenho que experimentar a versão Solo :)

Se for tão bom como a versão multiplayer, vai ser uma excelente experiência.

Já agora, sabes que há uma expansão que altera um pouco algumas da cartas já existentes por, alegadamente, estarem desiquilibradas em relação ao resto do jogo.

Sim e não

EDITADO:

Sei que existe uma expanção que adiciona lideres e wonders, mas não sabia que também balanceava o jogo... Como tenho o jogo base em Portugues, tenho de aguardar pela edição da expansão em portugues também. Já não deve faltar muito, visto qure a versão espanhola da DEVIR saiu recentemente.

Quanto à experiencia da versão solo ser tão boa como a multiplayer, não consigo dizer, visto que ainda não joguei em multiplayer. No entanto, se seguir a lógica de outros jogos similares, creio que multiplayer será melhor que solo. Até ao momento, melhor solo que multiplayer, e que já tenha experimentado ambos os formatos, ainda só tenho o Mage Knight.

Zombicide não sei bem como será, visto que o modo solo tens de jogar com os 6 herois... Terraforming Mars prefiro Multiplayer, visto que o modo solo, embora seja efectivamente bom, leva a que não usemos cartas de pontos, visto que o objectivo não é fazer mais pontos, mas sim cumprir com os objectivos em 14 gerações.

O único que digo ser bom de ambas as formas, é o Scythe. Tem um bom solo, que usa o mesmo potencial e a mesma estratégia que em multiplayer. Jogamos contra a Automa, que simula muito bem um jogador adversário. 

O TtA: Historia de Civilização parece ser similar ao Scythe, mas o modo solo não é oficial, e eu ainda não joguei multiplayer logo... Há sempre umas 30/40 cartas que não usamos num jogo a dois, mas as únicas que fazem com que não usemos tudo o que o jogo tem para dar, são as de diplomacia. Num jogo a 2, Solo ou Multiplayer, não se usam essas cartas..

Entretanto, corrigo a informação dada anteriormente, visto que a caixa diz apenas 120m, e não 120 a 180m.

No entanto mantenho o que disse, ou seja, 120m é muito, muito, muitooooooo optimista. Será mais perto das 4h dos que das 2h.

Zombicide: Black Plague

Venho fazer mais uma partilha com a comunidade. Desta vez, e como prometido no último post, é a vez de Zombicide Black Plague.

Uma nota antes da review: O único que tenho é o Black Plague, e é também o único que já joguei, pelo que vou evitar fazer comparações entre versões. Apenas quis dar uma muito breve explicação do mundo Zombicide, para quem ainda não o conhece, o que acredito seja difícil a não ser que sejamos novos neste mundo.


 

  1. Introdução

Zombicide Black Plague foi lançado em 2015, e pertence é uma franquia da CMON, conhecida por fazer jogos de Kickstarter sempre com muitos extras, miniaturas, qualidade nos livros de regras e nos jogos em si.

A franquia Zombicide é dividida em temas desde o clássico - original, o medieval/fantasy como o Black Plague ou Green Hord, e o sci-fi como o Invader.

Recentemente houve um Kickstarter da versão clássico, chamada de Zombicide 2nd Edition, ou seja, prevê-se que possam vir a actualizar e fazer segundas edições, possivelmente apenas das melhores 1ª versões.

Dos vários jogos, que são muitos, os 3 melhores cotados são o Black Plague, seguido do clássico e do Green Hord. Black Plague, do que li, está em primeiro quer pela temática, quer pelos quests em si, mas também pelos componentes que o jogo tem.

Zombicide é um jogo que acredito que só tem 2 opções. Ou se adora, ou se detesta. Não me parece muito existir a opção intermédia, salvo algumas excepções.

Se não me falha a memória, este é o primeiro jogo que joguei e que posso considerar como um Ameritrash. De resto, tudo o que joguei será mais Eurogames.

Esta foi uma das razões que me levou a escolher este como primeira experiencia, visto que gosto de Zombies, gosto da época medieval e gosto de jogos com dados. A mistura perfeita para experimentar um novo estilo de jogo, e ter na biblioteca uma opção diferente de todas as restantes.

A primeira coisa que me chamou a atenção, é a relativa pouca quantidade de componentes, visto que estou habituado a jogos com muitos tokens, cartas diferentes, dados diferentes, etc. Mas a qualidade dos componentes é muito boa.

  1. Descrição.

O jogo transporta-nos para o apócalipse zombie no mundo medieval/fantástico.

Os Necromancers (podemos considerar como o demónio do jogo) lançaram uma invasão na idade média, onde também existe magia, e libertaram os zombies. Cabe a nós, que controlamos um grupo de 6 heróis (se apenas tivermos o jogo base), mantermo-nos vivos mas também perceber o que se passou, quem foi o responsável, e destruir tudo e todos para regressar ao normal.

O jogo vem com 10 quests, com dificuldade crescente, para nos entretermos e conseguirmos ter uma espécie de campanha, embora sejam quests totalmente independentes umas das outras, podendo escolher qual queremos jogar, e qual a ordem.

O cenário vai mudando ao longo dos cenários, bem como os mapas e terrenos onde jogamos. O jogo traz 9 dual side tiles, ou seja, temos 18 terrenos diferentes que podemos juntar para formar o mapa de cada jogo.

Ao longo do jogo vamos evoluindo as nossas personagens, ganhando mais experiencia e, por conseguinte, novos poderes e acções possíveis, e encontrando novas armas e magias. No entanto há um problema. Quanto mais evoluídos somos, mais zombies atraímos, logo mais difícil é o jogo. Portanto, evoluir é importante, mas temos de controlar bem quando queremos evoluir. Podemos ajudar um personagem e estar a prejudicar todos os outros. Balancear isto é importante.

O jogo é composto basicamente por 2 fases. Primeiro jogam os heróis, onde cada personagem pode executar 3 acções das 9 possíveis. De seguida jogam os zombies onde mantém sempre o mesmo padrão, ou seja, primeiro ou atacam ou se mexem, dependendo da distancia para os heróis, e depois aparecem novos zombies no tabuleiro.

Simples e eficaz. Mas atenção que o jogo não é assim tão fácil de concluir/ganhar como parece. À medida que vamos avançando, as quests são cada vez mais brutais e difíceis.

  1. Livro de Regras

O livro de regras é bem simples, de fácil leitura, acompanhado com boas imagens e exemplos, e explica bem o jogo. Como também não tem muitas regras, acabamos por conseguir rapidamente começar a jogar e não ter muitas dúvidas sobre o que podemos fazer, quando podemos fazer e o que acontece em cada situação. Não há muito a dizer sobre o mesmo.
No final do mesmo traz 10 missões. Estas podem ser feitas por ordem ou aleatroeamente, visto que umas não dependes das outras. São stand alone missions. A quantidade de tiles que compõem o mapa vai aumentando, assim como a dificuldade.

  1. Componentes

Muito boa qualidade. Miniaturas bem definidas e com qualidade, tiles e tokens com espessura mais que suficiente, e uma base para o jogador colocar as cartas e manter as coisas organizadas.
Talvez o que fique mais a desejar sejam as cartas, que me parecem que, com o tempo e uso, poderão começar a perder ligeiramente a cor e qualidade. Mas é um mal menor, pois continuam a ter boa qualidade.

Em termos gráficos, o jogo consegue transmitir a sensação medieval e de mágica, de forma a não ser exagerado, mas ter boa qualidade.

  1. Tempo

O jogo indica até 60 a 180m e está certo. Há medida que os quests vão avançando, o tempo vai aumentando, mas parece-me que o intervalo está correto. Nada mais a dizer sobre este ponto.

  1. Solo Mode

O jogo vem como solo mode oficial, algo que para mim, como já sabem, é importante.

O jogo em si, seja em solo ou em multiplayer é igual em termos de regras. Não há alterações em nada portanto, jogar sozinho ou multiplayer não vai fazer com que tenhamos algumas regras específicas que para cada modo, tal como em outros jogos.

Isto acontece porque jogamos sempre com 6 personagens, independentemente de quantos estamos à volta da mesa (excepto no quest 0. Neste jogamos apenas com 4, pois é um tutorial).

Em termos de solo mode, e a experiencia que entrega, posso dizer que é boa, gosto de jogar sozinho, embora ter de controlar 6 personagens torna a coisa um pouco mais chata. No entanto, sendo o jogo simples em termos de regras, continua a ser interessante, e acredito que vou jogar de vez em quando sozinho.

  1. Multiplayer

Apenas joguei com mais outra pessoa, ou seja, cada um controlou 3 peronagens. No entanto indico que a experiencia foi bem melhor do que sozinho. Como já indiquei, o jogo não altera ou adiciona regras, mas o facto de controlarmos menos personagens ajuda.

No entanto, há algo que considero poder vir a ser chato para alguns. Em primeiro lugar é um jogo de cooperação. Se não gostarem de falar e decidirem coisas em conjunto, não adianta jogarem este jogo em multiplayer. Por outro lado, se jogarem com a pessoa errada (que não goste do género de jogos, ou que não goste de decidir em conjunto por exemplo), poderá ser uma má experiencia. Felizmente a minha foi muito boa. J

  1. Notas gerais

O jogo acarta uma grande quantidade de aleatoriedade, visto que 50% do jogo está dependente dos dados, e não do que escolhemos. 25% estão relacionados com as cartas que saiem em cada pesquisa.

O resto é a nossa estratégia. No entanto, se a sorte não acompanhar, já fomos  e a morte é certa J.

Em termos de replayability, esta parece ser grande o suficiente. Cada quest acaba por ser diferente, visto que os objective tokens estarão em locais diferentes, as cartas que vamos obtendo ao longo do jogo alteram, e os zombies aparecem em locais diferentes em cada jogo (salvo algumas excepções).

  1. Resumo final

O jogo é bom, vai ficar na minha prateleira, e claramente será um que sairá de vez em quando.

As miniaturas são fantásticas, e o facto de o jogo base trazer 63 miniaturas de zombies mais os 6 heróis, traz uma beleza ao tabuleiro de jogo muito interessante.

O facto de parecer que está tudo a correr bem e, de repente, estamos rodeados de zombies, traz uma pimenta interessante ao jogo.

As quests são interessantes e desafiadoras.

A base onde colocamos as cartas e controlamos a evolução de cada personagem, é claramente uma mais valia. Do que entendi, apenas o Black Plague tem essa base.

O jogo tem um forte componente de random, derivado dos resultados dos dados, mas a replayability é suficiente para boas horas de jogo.

Jogar em Multiplayer, se com as pessoas certas, pareceu-me ser uma experiencia bem melhor que em solo, desde que com as pessoas certas. No entanto, o modo solo continua a ser bom, e entrega tudo o que o jogo pode entregar em multiplayer.

Como são sempre 6 personagens em jogo, o ideal será jogar em grupos de 2 ou 3 pessoas, para cada jogador ter 3 ou 2 personagens cada. Jogarem 4 ou 5 faz com que alguém fique apenas com 1 e outros com 2 e, jogarem 6 pessoas é demasiado, visto que estamos muito tempo parados à espera da nossa vez de jogar. Solo jogamos com todos logo também é uma boa opção.

E pronto. Não vou adiantar mais para ser o menos spoiler possível, bem como para deixar margem para descobrirem o jogo do sozinhos. Já sabem, se quiserem saber mais sobre o mesmo, é só perguntarem.

Eventualmente, o próximo jogo a ser analisado será o This War of Mine – KS. De qualquer forma ainda não sei se o vou conseguir receber ou não portanto, se o conseguir ter e jogar, transmitirei a minha experiencia, tal como nos jogos anteriores. Não é garantia ainda J.

Boas, Concordo contigo na

Boas,

Concordo contigo na esmagadora maioria dos pontos que mencionas. Acho que o unico jogo de zombies em que tive realmente a sensação de "estrangulamento" e estar rodeado de zombies. Apesar de gostar do tema (principalmente estes pois adora os zombies em época medieval), este é o unico jogo do genero que tenho pois do que experimentei e vi até agora foi aquele que mais me interessou.

Dito isto, não gosto muito de ter que jogar sempre com 6 herois. 2 ou 3 aceito pois normalmente torna os jogos mais interessantes do que jogarmos apenas com 1 heroi, mas 6 é demasiado.

Outro ponto negativo é as cartas iniciais e habilidades dos herois. Muito herois pouco fazem em algumas missões, principalmente ao inicio. Não conseguirem abrir portas por exemplo por tornar-se algo frustrante e um elemento em que tens rondas que não fazes nada e tiveste azar na busca por outras armas. Este foi o pronto principal porque o meu grupo não gostou do jogo e foi frustrante para eles jogarem. A solo não notas tanto porque não fazes com um heroi, fazes com outro.

Uma coisa que faço é juntar várias armas de nivel 1 às armas iniciais e escolher uma dela para cada heroi. Dá um pouco mais de flexibilidade e divertimento ao jogo.

Fica na minha colecção pelo tema e como o jogo de Zombies a ir, mas a nivel de mecânicas tendo o mesmo feeling, prefiro muito mais o Cthulhu Death May Die ao Zombicide BP.

Underwater Cities

(decididamente que este tópico tem que ser dividido por anos.. já está enorme)

Depois de muito me dizerem que se gosto do Terraforming Mars a solo, também iria gostar do Underwater Cities, lá cedi e comprei o jogo... e a expansão.

Antes de o ter já o estava a experimentar no tabletop simulator e estava a gostar. Digo estava porque é um jogo que ainda não acabou apesar de duas sessões de + de 1h.
Se a experiência em multiplayer é interessante, o jogo a solo prometia.

Experimentei hoje um joguinho e valeu a pena. Apesar de algumas parecenças em relação ao TM, é diferente o suficiente para valer por si próprio. Aliás, este jogo é o conceito de "combo" ao máximo. Joga-se sempre (ou tenta-se jogar sempre) de forma a combinar várias acções dentre as possíveis.

Apesar de sentir que não é tão "rico" em termos de possibilidades como o TM, com certeza que farei inúmeras sessões a solo antes de o sentir como esgotado.

Ora aqui está um jogo que já

Ora aqui está um jogo que já ouvi falar, li algumas coisas sobre o mesmo, dizem que é interessante mas, por alguma razão, não me desperta o interessa em jogar...  Se já tivesse experimentado muitos outros que tenho na wishlist, se calhar considerava. Agora nesta fase nem sequer consta na lista.

Mas já ouvi dizer que era bom, embora as cupulas sejam muito frágeis e feito de material que prejudica um pouco a experiencia de jogo, bem como a parte gráfica podia ser melhor. Mas foi o que li, o que às vezes é relativo.

No entanto tem uma coisa que o TM devia ter logo desde início --> Dual Layer Playee Boards :).

Já percebi que ainda só fizeste 1 jogo a solo mas, quando tiveres mais informação e experiencia de jogo, diz o que achaste sobre o mesmo.

No geral o material é de

No geral o material é de fraca qualidade, tanto a nível de cartão como de plástico. No entanto não é mau o suficiente para afectar a experiência de jogo. A qualidade do grafismo (tanto do tabuleiro de jogo como das cartas) é realmente questionável. Como em relação à qualidade, não impede que se jogue e, neste caso, penso que com o tempo uma pessoa até se habitue.

Atenção que as Dual Layer Player Boards vem com a expansão já que na edição base vem umas tão fraquinhas que metem dó.

Já agora, eu comprei a versão em castelhano que, para surpresa minha, vem com uma promo catita.

Quanto à experiência, realmente terei uma melhor depois de umas boas sessões. No entanto tudo indica que é um jogo que não vou ficar arrependido com o investimento. É do meu estilo tanto no tema como nas mecânicas e parece ter variabilidade suficiente (ainda para mais com a expansão) para proporcionar uns bons serãos.

O problema nesta altura está em arranjar serãos :D

Pelo menos vou tentar jogar online com pessoal conhecido.

Depois de ter jogado 6 vezes

Neste momento já joguei cinco vezes a solo e uma vez a 4, mas neste caso no Tabletop Simulator.

Praticamente todas as análises que li, comparava de algum modo este jogo com o Terraforming Mars. Sinceramente, não consigo fugir a esta comparação.

Não é porque acho que os jogos sejam redundantes apesar de terem algumas semelhanças. É mais porque são do mesmo "estilo" (mecânicas e tema), provocam mais ou menos as mesmas sensações, a solo são mais ou menos iguais em termos de tempo e, penso eu, devem agradar o mesmo tipo de pessoas.

No entanto existem muitas diferenças entre eles para, pelo menos para mim, valer a pena ter os dois na colecção. Mesmo que ocupem os dois, de certa forma, o mesmo espaço em termos de "disposição" na altura de escolher um jogo para jogar

Se tivesse que escolher apenas um, a escolha iria para o TM e a razão é relativamente simples. O TM vai crescendo visivelmente no tabuleiro dando uma resposta mais imediata, apesar de ter um tabuleiro individual graficamente mais pobre. O UC é exactamente o contrário, o tabuleiro individual vai crescendo enquanto o tabuleiro central só existe porque.. não sei. Até já apareceu alguém que colocou tudo numa simples folha A4. O UC também se torna mais complexo já que 70 a 80% da pontuação aparece no fim tornando assim o desafio de saber se vamos cumprir os 100 pontos necessários uma tarefa bastante difícil. O crescimento de pontos no TM é mais palpável mesmo tendo em conta que vai acelerando com o avançar do jogo. Isso torna o TM bastante mais temático que o UC.

É um excelente jogo a solo já que assegura uma horinha de resolução de um intricado e cativante puzzle, mais ou menos o que acontece com o TM. Para quem gosta do estilo, vale a pena ter. Para quem o TM preenche as necessidades desse estilo, já poderá ser redundante.

Obrigado pela análise mais

Obrigado pela análise mais completa. Realmente era o que previa. Tendo em conta que o jogo nem sequer me chama muito a atenção, talvez pelo tema, como já tenho o TM e é uma garantia quer em solo, quer no pequeno grupo que às vezes se junta, parece-me que vou ficar apenas com o TM.

Para além disso ainda tenho pouca variedade de jogos para adquirir já um que é similar a outro que já tenho :).

Aliens Bug Hunt

Já andava super curioso de experimentar este jogo do qual não havia muita informação antes de ser lançado no mercado, e não desilude, aquilo que pretende ser, fá-lo muito bem, é simples, temático e nunca se joga só um.

É daqueles jogos que tem alguma sorte, mas é bastante estratégico, e no caso de sermos exterminados pelos xenomorfos, podemos sempre voltar a carga. Tem aquela sensação de aumento de tensão à medida que o jogo avança, parece que está tudo a correr às mil maravilhas e de repente tens 10 ou 15 aliens no tabuleiro. Muito bom, recomendo. Até agora, 6 vitórias e 2 derrotas