2011 em revista - Outubro

Retrato de Mallgur

52 partidas, 24 jogos diferentes, 5 novidades

Outubro, mês da InvictaCon. O culminar de alguns meses de trabalho e a possibilidade de fazer mais uns jogos.

Trouxe à mesa mais um clássico que já não jogava há bastante tempo, Hare & Tortoise. Foi engraçado e creio que, sendo novo para a maioria dos outros jogadores até agradou. Não foi exactamente um jogo do Projecto Refresh mas meti-o na saca de jogos a pensar que talvez estivesse na altura de o jogar de novo.

Outra menção importante neste mês foi o regresso ao Here I Stand, o épico jogo sobre as Guerras da Reforma. Interrompeu-se às 4 da manhã pois já estavamos todos demasiado cansados. Começar um jogo destes à meia-noite não é boa ideia. Foi pena porque até correu bem o início para mim a liderar os Protestantes mas, mais uma vez, creio que estava para ser ganho pelos Hapsburgos ou então pelos Otomanos.

As novidades:

Puzzle Strike - O jogo que mais joguei neste mês. 12 partidas do mesmo jogo num mês deve ser quase um recorde para mim. O jogo é uma variante de Dominion mas introduz dois aspectos curiosos com as personagens diferentes para cada jogador e com a possibilidade de ataques mais directos aos oponentes. Este empréstimo do Espanhol (Obrigaod, mais uma vez) foi preciosos para que retirasse deste jogo quase todas as partidas em que acho que terá interesse para mim sem ter que o comprar. É engraçado mas não o suficiente para o adicionar à colecção.

Horse Fever - Adquirido com base em reviews lidas, é um jogo bastante razoável mas que não deve ser jogado com os seis jogadores que supostamente suporta. Torna-se demasiado longo e pouco interessante nos últimos turnos. Talvez 4 seja o ponto ideal deste...

Wizard - Mais um jogo de cartas. Das primeiras vezes até achei bastante piada mas entretanto tem vindo a pereder o fascínio.

Sekigahara: Unification of Japan - Do apoio da GMT Games à InvictaCon surgiu a possibilidade de adquirir este jogo em leilão. Estava muito interessado nele e comprei-o. Não me arrependo em nada pois foi uma das melhores compras que fiz nos últimos tempos. Gosto muito do jogo embora tenha ainda tido poucas oportunidades de o jogar.

King of Tokyo - Um joguinho de dados, completamente parvo mas que é divertido. Richard Garfield fez um bom trabalho neste, e o jogo resulta mesmo bem quando se joga sem grandes preocupações com estratégias... É prá porrada, é prá porrada e pronto!

Já só faltam agora dois meses para rever..