Venda de Jogos do Dugy - 7 - Infinity and Beyond

Chego mesmo à inevitável conclusão que tenho continuo a ter muitos demasiados jogos. Muitos jogos que já não jogo faz que tempo e muitos jogos que até já nem me apetece reler as regras para os voltar a jogar, e até falta de vontade de os levar à mesa por existirem outros na coleção bem mais "apetitosos".
E assim, para reduzir convictamente a coleção e definitivamente, e dar nova outra vida, um novo começo a alguns dos títulos que estão por aqui parados e a apanhar pó e pêlos de gato e algumas teias de aranha, vou promover uma venda de alguns jogos para que na nova paragem possam ser mais apreciados.
E haverá rebaixa de preços constante!

Em suma, estou interessado em vender uns quantos jogos!
 
Não estou predisposto a fazer trocas, mas podem sugerir se pretenderem.
Os valores de venda podem ser negociáveis, é só enviar pm ou email para dugycruz(arroba)gmail.com.
Posso assegurar que os jogos estão quase todos em óptimo estado, mas caso pretendam algumas informações mais específicas (edição, estado, condições dos componentes - sleeves, laminação, etc.) é favor enviar pm ou email.
 
 
De preferência os jogos serão entregues em mão (no Porto, Gaia e Espinho e arredores), ou na impossibilidade disso suceder, poderei enviar por correio com portes a cargo do comprador.
A entrega terá de ser avaliada, caso a caso.
 
 
Segue lista dos jogos para venda:
 


After the Virus - versão em inglês - 13 € (vendido ao Sérgio)


+

Agricola: All Creatures Big and Small + Agricola: All Creatures Big and Small - More Buildings Big and Small - versão em espanhol - 35 € - 30 €  - 25 € - 22 €


Arctic Scavengers - versão em inglês - 17 € (vendido ao Vasco)


Black Souls - versão em inglês - 30 € - 25 € (vendido ao Cristovão)


Captain Sonar - versão em francês - 28 € - 25 € (vendido ao Emanuel)


Charterstone - versão em inglês / modo campanha a meio - 25 € - 20 € (vendido ao Daniel)


Coal Country - versão em inglês - 25 € - 20 € (vendido ao Cristovão)


The Colonists - versão em inglês / com caixas para arrumação dos vários tokens - 40 € (vendido ao Luís)


CO₂ - versão em inglês - 35 € - 30 € - 26 € (vendido ao Carlos)


Dawn of the Zeds + Dawn of the Zeds: Director's Cut - versão em inglês - 45 € - 39 € - 33 € - 29 € (vendido ao Pedro)


Dice Stars - versão em inglês - 10 € (vendido ao Daniel)


Dragon's Breath - versão em francês/inglês - 13 € (vendido ao João)


Drop It - versão em holandês - 18 € (vendido ao Hugo)


Edge of Humanity - versão em inglês - 22 € - 19 € - 16 € (vendido ao Carlos)


Escape the Dark Castle - versão em inglês - 22 € (vendido ao Cristovão)


Fresh Fish - versão em alemão - 22 € - 19 € - 17 € - 15 € (vendido ao Hélder)


FUSE - versão em inglês - 18 € (vendido ao Sérgio)


Get the MacGuffin - versão em inglês - 7 € - 5 € (vendido ao Bruno)


Haspelknecht + Haspelknecht: The Ruhr Valley - versão em inglês - 55 € - 45 € (vendido ao Cristovão)


Heaven & Ale - versão em alemão - 22 € (vendido ao Daniel)


Herbaceous - versão em inglês - 15 € (vendido ao David)


HMS Dolores - versão em inglês - 10 € (vendido ao Sérgio)


Imhotep - versão em alemão - 22 € - 20 € (vendido ao Cristovão)
 


Import / Export - versão em inglês / Kickstarter Edition - All Expansions - 90 € - 70 € - 60 € - 50 €


Incomodos Invitados - versão em espanhol (folhas laminadas) - 24 € (vendido ao Hélder)


An Infamous Traffic - versão em inglês - 50 € (vendido através do BGG)


John Company - versão em inglês - novo - 90 € - 80 € - 70 € - 65 €


Karuba - versão em inglês - 18 € - 15 € - 12 € (vendido ao André)


Kohle (Brass) - versão em alemão - 30 € - 25 € - 22 € - 19 € (vendido ao Hélder)


Kreus - versão em inglês - 12 € - 10 € - 8 € - 6 € (vendido ao Eduardo)


Lisbon, The Gate to the World - versão em inglês/chinês - 15 € - 10 € - 8 € - 6 € (vendido ao Joel)


Maria - versão em inglês / novo - 35 € - 30 € - 28 € (vendido ao Rúben)


Merlin - versão em inglês - 30 € - 25 € - 22 € (vendido ao Sérgio)


Mint Delivery - versão em inglês - 9 € - 7,5 € - 6 € (vendido ao Pedro)


Mint Works - versão em inglês - 11 € (vendido ao Ricardo)


Mord Im Arosa - versão em inglês - 13 € - 11 € (vendido ao Cristovão)


Multiuniversum + Multiuniversum: Project Cthulhu - versão em inglês - 20 € - 15 € - 12 € (vendido ao Pedro)


The Mystery of Dattakamo - versão em inglês/chinês - 17 € - 13 € - 10 € - 8 € (vendido ao Hélder)


Nemo's War (Second Edition) - versão em inglês - novo - 68 € - 63 € - 60 € - 57 €


The Oracle Of Delphi - versão em inglês - 22 € - 20 € - 18 € (vendido ao Sérgio)


P.I. - versão em inglês - 12 € - 8 € - 6 € (vendido ao Carlos)


Prosperity - versão em inglês - 12 € - 8 € (vendido ao Pedro)


Raj - versão em português - 4 € - 3 € - 2 € (vendido ao Daniel)


Rescue Polar Bears - versão em inglês - 40 € - 34 € (vendido ao Bruno)


ROOT - versão em inglês - novo - 90 € - 85 € - 75 € (vendido através do BGG)


Sailing Toward Osiris + Sailing Toward Osiris: Governors & Envoys - versão em inglês - 33 € - 30 € (vendido ao Bruno)


Samhain - versão em inglês - novo (sem plástico) - 12 € - 9 € - 7 € - 5 € (vendido ao Eduardo)


Santorini + Santorini Golden Fleece - versão em inglês / kickstarter - 40 € (vendido ao Sérgio - Ludoteca)


Sideral Confluence - versão em inglês - 55 € - 50 € (vendido ao Cristovão)


Siena - versão em holandês / francês - novo - 22 € - 18 € - 14 € - 11 € (vendido ao Hélder)


Stellium - versão em inglês - 22 € (vendido ao Cristovão)


Time Stories - versão em inglês - 26 € (vendido ao Hugo)


Time Stories: A Prophecy Of Dragons - versão em inglês - 16 € (vendido ao Hugo)


Time Stories: Expedition Endurance - versão em inglês - 16 € (vendido ao Hugo)


Time Stories: Lumen Fidei - versão em inglês - 16 € (vendido ao Hugo)


Time Stories: The Marcy Case - versão em inglês - 16 € (vendido ao Hugo)


Time Stories: Under The Mask - versão em inglês - 16 € (vendido ao Hugo)


Terra Mystica - versão em inglês - 40 € (vendido ao Joel)


Tesla vs Edison + Tesla vs Edison: Powering Up! - versão em inglês - 50 € - 44 € (vendido ao Bruno)


That's a Question! - versão em inglês - 7 € - 5 € - 4 € - 3 € (vendido ao Daniel)


This War of Mine - versão em inglês - 50 € (vendido ao Hugo)


Unlock! Escape Adventures - versão em inglês - 18 € (vendido ao Hugo)


Upstream - versão em inglês - 16 € - 12 € - 9 € - 7 € (vendido ao Eduardo)


Via Nebula - versão em inglês - 27 € (vendido ao Sérgio)


Vinhos - versão em inglês - 35 € (vendido ao Joel)


The Voyages of Marco Polo - versão em inglês - 25 € (vendido ao Cristovão)


Werewords - versão em inglês - 8 € (vendido ao Vasco)


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Possibilidade de acrescentar mais títulos...

Possibilidade de acrescentar mais títulos.

Caso o faça, indicarei num comentário as novas entradas. Esses jogos ficarão na sua ordem alfabética na thread principal.

Boas compras!

Istanbul + Tides of Madness

Ola!!

Enviei PM.

Já tinha enviado um mail mas deu erro ao enviar, por isso enviei PM.

Obg.

Negócio

Negócio fechado. ;)

tudo TOP

Já cá chegaram e tudo impecavel.

Obrigado pela rapidez no envio, super bem empacotado. Tudo TOP.

Grande abraço.

Boas vendas e boas jogatinas.

HLR

(Sem assunto)

Enviei PM.

Enviei PM.

PM

PM respondida. Vamos aguardar.

PM

Enviei.te MP.

Respondido

Respondido Duarte.

Revisão

Revisão em baixa em todos os jogos!

Acrescentados

Acrescentados:

- Lewis & Clark

- Spector Ops

- Timeline: Inventions

- Vikings Gone Wild

 

 

Acrescentados

Acrescentados:

 - The Bottle Imp

 - Colt Express

 - Splendor

Abreojogo

Até esta altura, irá reverter para a administração do Abreojogo a quantia de 6,96 €.

Nova revisão

Nova revisão em baixa em todos os produtos!

Splendor+Race for the Galaxy

Ola, enviei mail. Obg

Respondido

Respondido.

Obrigado.

 

 

Poderei

Poderei fazer entregas na RiaCon.

Nova revisão

Nova revisão de preços em quase todos os jogos!

Merchants & Marauders

Enviei PM

Respondida

Respondida.

Enviei msg de mail

Enviei msg de mail.

Em...

Em negociação. :)

Abreojogo

Até ao momento, 8,89 € irão reverter para a administração do Abreojogo.

Quando o valor atingir 10 €, irei entregar essa quantia a um dos administradores do site.

Enviado PM

Enviei PM

Respondido

Respondido.

Abreojogo

O valor a reverter para o Abreojogo atingiu os 10,15 €, pelo que entregarei 10 € a um dos administradores do site.

Sequela

Para esta sequela, fiz nova baixa de preços generalizada e significativa, e acrescentei 5 novos títulos:

- Concep

- King of Tokyo

- New Angeles

- Onirim

- Thurn and Taxis

Aproveito para indicar que poderei fazer entregas em mão na RiaCon.

PM

You got mail.

Abraço.

And

And you got an answer.

Abraço.

Feedback!

Só para avisar que já chegaram.

Tudo correu "à maneira". Recomenda-se! :)

Abraço.

Cool

Recomendação aceite. ;)

É isto

É isto.

Liquidação total !

Pedido

Por favor alguém compre o Through the Ages porque eu prometi a mim mesmo que não ia comprar mais jogos que sei à partida que não vou ter quorum para jogar tão cedo.

Era só isto.

Muito obrigado.

Lol

Lol.

Obrigado pela publicidade e sentido de humor.

Abraço

Liquidação mesmo!

Grandes propostas! Tens pm.

Resposta

Resposta em curso. :)

Tudo impecável!

Spyrium em óptimo estado. As sleeves foram uma agradável surpresa, assim como encontrar as regras originais em francês por baixo do insert. As impressões em inglês estavam tão bem feitas que cheguei a pensar que eram as regras originais! Merci beaucoup, dugy, vraiment superbe!

Obrigado

Obrigado pelo feedback!

PM

Enviada

A

A responder logo que possível. ;)

PM

Enviei PM

PM - New Angeles

Interesse no New Angeles...

Enviei PM com mais detalhes

Respondido

Respondido e combinado.

Irão

Irão reverter mais 2,32 € para a administração do site Abreojogo, em virtude das últimas vendas.

Foram acrescentados alguns títulos

Foram acrecentados alguns títulos:

- El Valle de los Mercaderes (Dale of the Merchants);

- Glen More

- Imperial Settlers + expansão "Why Can't We Be Friends"

- Kodama - Los Espíritus del árbol (Kodama: The Tree Spirits)

- Martians: A Story of Civilization

- Round House

- Tash Kalar: Arena of Legends (novo) reentrou na lista

- Vikings

Espero que vos sirva o palato. :)

Com as

Com as últimas vendas efectuadas, o montante a reverter para a administração do Abreo jogo é de 5,47 €.

Obrigado a todos pelas compras.

Thunderstone

Tudo impec, thx

PedroV

Obrigado

Obrigado. :)

Adicionado:

Adicionado:

- Sagrada (Kickstarter Edition)

Removidas as entradas dos jogos já vendidos.

Revisão

Revisão de preços em todos os jogos.

Up

Up

---

Um dos paradoxos dolorosos do nosso tempo reside no facto de serem os estúpidos os que têm a certeza, enquanto os que possuem imaginação e inteligência se debatem em dúvidas e indecisões.

Lol

Lol.

Dna_Boy escreveu:

Up

Actualizaçoes

Actualizações:

- Imperial Settlers vendido

- Tash Kalar com baixa de preço

Enviei mensagem :)

Enviei mensagem :)

Respondido

Respondido.

Tash-Kalar

Recebi o Tash-Kalar do Dugy. Rápido a responder, muito fácil de comunicar/combinar entrega e o jogo estava completamente novo. Tudo impecável! :)

Obrigado

Obrigado.

Removido

Removido o Stronghold to tópico de venda.

Afterlife

Regressa a venda de jogos do Dugy!

Espreitem a lista, pode ser que algo vos interesse.

Actualização

Venda do "Valley of the Kings" através do Geek Market.

Revisão

Revisão em TODOS os preços dos jogos.

Actualização

Algumas vendas efectuadas.

Nova redução

Nova redução dos preços!

Preço mínimo que fazes pelo

Preço mínimo que fazes pelo Lisboa?

Este

Este não é o Lisboa do Vital, aviso já.

Segue o link para mais informações sobre o jogo:

https://www.boardgamegeek.com/boardgame/183887/lisbon-gate-world

O preço mínimo é o que aponto na thread, 16 € .

Adicionado

Adicionado o Agra.

Vendido

Vendido o Agra.

Nova redução

Nova redução de preços.

BIG

BIG BANG !!!

MP

Vou enviar MP.

MP

Respondido.

Obrigado.

Excelentes preços. Vou

Excelentes preços. Vou definitivamente fazer uma order mas estou a tentar não comprar (quase) tudo lol.

Obrigado

Obrigado.

Mas apressa-te, é que algumas coisas já estão a voar. :)

enviei email.

enviei email.

Respondido

Respondido.

Obrigado.

email

tb eu

Respondido

Obrigado.

Actualização

Actualização MASSIVA de preços!

tsk tsk

É maciça...

cheeky

_

_
"[...] a period when games were complex in your brain, instead of on the board."
tommynomad

Como descritptivista

Como descritptivista militante, defendo o Dugy na sua escolha de adoptar o anglicismo proveniente de 'massive' em função de uma comunicação mais fluída com uma geração que cresceu gramaticalmente anglocentrica.

Vota descriptivismo, vota um futuro melhor!

Toma

lemon escreveu:

Como descritptivista militante, defendo o Dugy na sua escolha de adoptar o anglicismo proveniente de 'massive' em função de uma comunicação mais fluída com uma geração que cresceu gramaticalmente anglocentrica. Vota descriptivismo, vota um futuro melhor!

Toma, bai buscar Pedro! cheeky
Eu digo-te o que é maciço...
cylon

Leva isto na desportiva, ok?

lemon escreveu:

Como descritptivista militante, defendo o Dugy na sua escolha de adoptar o anglicismo proveniente de 'massive' em função de uma comunicação mais fluída com uma geração que cresceu gramaticalmente anglocentrica. Vota descriptivismo, vota um futuro melhor!

Não sei o que é um descriptivista... É alguém gramaticalmente ignorante?
Parece.
Porque "massiva" não é um anglicismo mas um galicismo pois provém do francês "massif", tal como o "massive" inglês.
Quanto à comunicação ser mais fluída, coloco as minhas dúvidas. Não fará grande diferença para alguém minimamente conhecedor da língua portuguesa - a semelhança ortográfica e fonética são as principais responsáveis pela adopção do termo "massivo", como costuma acontecer com os estrangeirismos - ler maciça ou "massiva", a não ser que, ao ler "massiva" se remeta automaticamente para os âmbitos da culinária e então a frase deixe de fazer sentido. O que ainda reforça o interesse no recurso ao termo correcto.
Portanto, a geração a que peretences não é "gramaticalmente anglocentrica", até porque usa geralmente a gramática portuguesa e não a inglesa, mas sim gramaticalmente ignorante e, pior, orgulhosa da sua ignorância. Tipo, estás a ver, iá?

E, sendo um titular de certificação CPE com nota máxima, digo-te apenas: Class dismissed.
smiley

P.S.: O mais importante deste post é o título. Abraço.
_

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"[...] a period when games were complex in your brain, instead of on the board."
tommynomad

Com que então queres desporto!

Puxaste dos galões e lixaste-te, Mallgur!

Esse CPE provavelmente fui eu que to avaliei. Sou professor CELTA certified haha ensino CPE há mais tempo que sei lá o quê.

3 cenas:

1- descriptivismo é a corrente linguística que afirma que a linguagem é fluída e não estática. Diz que a base da comunicação é a transmissão de informação tem prioridade face a regras gramaticais. Opõe-se ao prescritivismo que apoia uma estrutura rígida e regras fixas para uma linguagem 'correcta'. A razão pela qual certos grandes nomes da linguística apoiam o descriptivismo (como dizia e bem David Foster Wallace) é que um set de regras imposto academicamente exclui imediatamente aqueles sem acesso, ou com acesso limitado, ao código. Prescritivismo é discriminante não por definição mas por contexto. Pensa em como palavras como 'bué' ou estruturas como a inversão reflexiva chegaram à ubiquidade. Isso para mim é o fascínio do descriptivismo e a sua capacidade de inclusão.

2- A uso da palavra gramática a que me refiro não é o conjunto de sintaxes e morfologia da língua natural mas à conjugação de elementos estáticos com o objectivo de transmitir informação (da mesma forma que quadros de pintores diferentes utilizam gramáticas diferentes nos seus quadros e períodos artísticos). Há toda uma geração que cresceu com o Cartoon Network em inglês, com a net sem legendas, com a Amazon a entregar os livros preferidos em inglês desde tenra idade. Essa geração tem tendências a uniformizar gramáticas na sua monitorização interna. Eu que o diga porque sou um caso clássico.

3- Não saber o que é um descritptivista e apelidá-lo de ignorante da gramática é no mínimo irónico ;)

Com isto tudo dito, e como não estava a pensar ter esta discussão no Abre o Jogo haha, devo também dizer que lá por defender o descriptivismo não quer dizer que seja a corrente certa e que o prescritivismo esteja errado. São perspectivas e cada um tem a sua. Acho que não deve ser mais uma coisa em que o pessoal anda à cabeçada. As minhas tutoras eram prescriptivistas e as melhores linguistas que conheço.

Local estranho para se ter esta conversa mas é sempre bem-vinda!

Bola do teu lado.

Pongue

Joguemos, então. wink

lemon escreveu:

Puxaste dos galões e lixaste-te, Mallgur! Esse CPE provavelmente fui eu que to avaliei. Sou professor CELTA certified haha ensino CPE há mais tempo que sei lá o quê.

Acho que não... A frase em inglês estava correcta, ou não?

Espero que, como professor, não recorras ao decriptivismo ao ensinar Inglês e digas aos teus alunos que está tudo bem se disserem 'like' a cada três palavras porque é assim que muita gente fala.

Se há alguém que se enganou, penso que foste tu ao escrever que o "massiva" era um anglicismo. Não é. E é bem mais antigo que a geração a que aludes... Já há várias décadas que existem artigos e menções ao uso abusivo desse estrangeirismo.

lemon escreveu:

1- descriptivismo é a corrente linguística que afirma que a linguagem é fluída e não estática. Diz que a base da comunicação é a transmissão de informação tem prioridade face a regras gramaticais. Opõe-se ao prescritivismo que apoia uma estrutura rígida e regras fixas para uma linguagem 'correcta'. A razão pela qual certos grandes nomes da linguística apoiam o descriptivismo (como dizia e bem David Foster Wallace) é que um set de regras imposto academicamente exclui imediatamente aqueles sem acesso, ou com acesso limitado, ao código. Prescritivismo é discriminante não por definição mas por contexto. Pensa em como palavras como 'bué' ou estruturas como a inversão reflexiva chegaram à ubiquidade. Isso para mim é o fascínio do descriptivismo e a sua capacidade de inclusão.

É precisamente por casos como o  do 'bué' que citas que o descriptivismo (que naturalmente fui ver o que era, o post - também uso estrangeirismos - foi sempre jocoso, até nesse ponto) é problemático.

'Bué' é um estrangeirismo cujo uso mais geral origina na presença de falantes do crioulo em Portugal. Eu acho mais que é um regionalismo e maneirismo temporal. Regionalismo porque, não sendo ubíquo como dizes, é muito mais presente no sul de Portugal, especialmente na grande Lisboa devido à maior presença de falantes de crioulo nessa região. No Porto, por exemplo, não se ouve tanto. Um maneirismo porque terá, provavelmente, o mesmo destino que o 'tótil', o 'baril', o 'meu', etc. quando as gerações mais novas virem os mais velhos a usar os termos que eles achavam 'cool'.

lemon escreveu:

2- A uso da palavra gramática a que me refiro não é o conjunto de sintaxes e morfologia da língua natural mas à conjugação de elementos estáticos com o objectivo de transmitir informação (da mesma forma que quadros de pintores diferentes utilizam gramáticas diferentes nos seus quadros e períodos artísticos). Há toda uma geração que cresceu com o Cartoon Network em inglês, com a net sem legendas, com a Amazon a entregar os livros preferidos em inglês desde tenra idade. Essa geração tem tendências a uniformizar gramáticas na sua monitorização interna. Eu que o diga porque sou um caso clássico.

Portanto, dizes "gramática" querendo dizer outra coisa. Tudo bem... Mas se falamos de gramática no sentido correcto (sim, já percebi que tens dificuldade em aceitar que algo possa ser correcto ou incorrecto) da palavra, a geração de que falas continua a usar a gramática portuguesa. ainda que introduza mais estrangeirismos (que estão mais ligados ao léxico do que à gramática). Ainda dizem, habitualmente, "um jogo fixe" e não "um fixe jogo", não é?

lemon escreveu:

3- Não saber o que é um descritptivista e apelidá-lo de ignorante da gramática é no mínimo irónico ;)

Tal como toda a resposta.

Bola ao meio e vamos jogar outra coisa qualquer.

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"[...] a period when games were complex in your brain, instead of on the board."
tommynomad

Mallgur escreveu: Bola ao

Mallgur escreveu:

Bola ao meio e vamos jogar outra coisa qualquer. _

Não te safas tão facilmente ;)

Mallgur escreveu:

Espero que, como professor, não recorras ao decriptivismo ao ensinar Inglês e digas aos teus alunos que está tudo bem se disserem 'like' a cada três palavras porque é assim que muita gente fala._

Qual é a regra gramatical que impede o uso repetido de uma palavra? Ou é uma regra social? Concordo que sobreusar marcadores de discurso não é a forma mais elegante de se comunicar, mas definitivamente não é gramaticalmente incorrecto. Talvez sintaticamente.
Mas já que estamos a falar da minha capacidade como professor e tu tens o CPE, gostava que soubesses que, por exemplo, o Future Going To já é aceite por Cambridge como uma utilização correcta de um arranged future, devido à sua constante utilização (gramaticalmente incorrecta) 
tornou-se regra.

Mallgur escreveu:

Se há alguém que se enganou, penso que foste tu ao escrever que o "massiva" era um anglicismo. Não é. E é bem mais antigo que a geração a que aludes... Já há várias décadas que existem artigos e menções ao uso abusivo desse estrangeirismo._

Fair enough. É um estrangeirismo francófono. Mas o dicionário Priberam aceita a palavra exactamente com a definição que o Dugy lhe deu, o que me levaria a pensar que seria aceitável para ti. Também não tenho a certeza quem é que decide quando o uso de uma palavra é abusivo.
Venham daí esses artigos que estou sempre interessado nesta discussão.

Mallgur escreveu:

É precisamente por casos como o  do 'bué' que citas que o descriptivismo é problemático._

Porquê? A palavra telefone já foi neologismo. Tal como televisão. Avião, antena, detalhe, digitar, entre inúmeros outros. Sendo que digo a palavra 'bué' (admitindo que é regionalismo e consequente das causas que apontaste) há um bom par de décadas, tenho dúvidas que seja por ser cool.  

Mallgur escreveu:

Portanto, dizes "gramática" querendo dizer outra coisa. Tudo bem... Mas se falamos de gramática no sentido correcto (sim, já percebi que tens dificuldade em aceitar que algo possa ser correcto ou incorrecto) da palavra, a geração de que falas continua a usar a gramática portuguesa. ainda que introduza mais estrangeirismos (que estão mais ligados ao léxico do que à gramática). Ainda dizem, habitualmente, "um jogo fixe" e não "um fixe jogo", não é?_

Vá, comentários passivo-agressivos não levam a lado nenhum. O exemplo que apontaste é uma falha de sintaxe, não de gramática. Uma falha de gramática seria "um jogos fixe" ou "ser jogo fixe". De qualquer maneira, o ponto que estávamos a discutir era a utilização da palavra 'massivo' , não a estrutura sintática da frase. Deixa-me dar-te um exemplo de gramática usada noutro contexto que não morfológico-sintático: quando falamos em Cinema, a palavra gramática é usada no sentido de associação de ideias como forma de comunicação. Podes procurar uma cena chamada Montagem de Atracções para veres o primeiro uso de gramática cinematográfica. Refere-se a mostrar a cara de um homem, cortando para um prato de sopa: o homem tem fome. A mesma cara - corta para um cão a rosnar: o homem tem medo. Montagem de atrações é a ideia de que os conceitos ganham novos significados mediante os contextos em que são apresentados, sempre em relação uns com os outros.
O contexto que estava a tentar referir não era o da morfologia e como esta se correlaciona consigo mesma, mas a capacidade de preencher lacunas linguísticas utilizando conceitos estáticos de ambas as frentes, tal como o fiz com aquele 'fair enough' ali em cima.

Mas pronto, tenho uma questão mais importante para ti: quando e como é que tu aceitas uma nova palavra ou estrutura como regra da língua portuguesa? Quando aparece nos livros e dicionários?
Isso parece-me levar a uma pescadinha de rabo na boca que está patente no que disse sobre Cambridge ali em cima: se só aceitamos o que está nos livros, e o que vem nos livros assim é porque caiu em utilização comum, porque deixamos que os livros ditem o que é ou não aceitável?
Se a mensagem que alguém faz passar é mais rápida e eficiente, porque tem menos validade que uma lenta e pesadona? 
Não é à toa que não falamos todos como o Camões.

lemon escreveu: Mallgur

lemon escreveu:
Mallgur escreveu:

Bola ao meio e vamos jogar outra coisa qualquer. _

Não te safas tão facilmente ;)

Não? Ora vê...

lemon escreveu:

Mas pronto, tenho uma questão mais importante para ti: quando e como é que tu aceitas uma nova palavra ou estrutura como regra da língua portuguesa? Quando aparece nos livros e dicionários?
Isso parece-me levar a uma pescadinha de rabo na boca que está patente no que disse sobre Cambridge ali em cima: se só aceitamos o que está nos livros, e o que vem nos livros assim é porque caiu em utilização comum, porque deixamos que os livros ditem o que é ou não aceitável?

Façamos o exercício ao contrário, então. Quando e como determinas que uma palavra ou estrutura não cumpre a regra?

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"[...] a period when games were complex in your brain, instead of on the board."
tommynomad

Na minha opinião não há

Na minha opinião não há regras (Sim, sei como isto soa vindo de alguém que ensina as regras for a living).

Há guidelines que te dizem 'esta é a forma como definimos uma base de comunicação eficaz'. Mas não vejo porque é que 'ya' é menos eficaz que 'sim'.

A forma como eu ensino os meus alunos é: aqui estão as regras TODAS. Tudo sem excepção e muito bem explicadinho.

Aqui vai o caveat: se cumprirem estas regras sempre que falam inglês, nunca serão autênticos no discurso, serão sempre alguém que está a recitar.

Comunicar é falhar e continuar. Gonna, wanna, e shoulda são tão válidos como going to, want to, e should have, dependendo do contexto.

 

Se as pessoas com quem comunicam dizem gonna, digam gonna. Se estão a escrever uma essay para uma universidade, digam going to. Adaptem-se às guidelines mediante os contextos socio-culturais.

 

Aliás, é fácil de ver: é a diferença entre um CPE level speaker e um Native level speaker. É fácil decorar e aplicar regras, muito mais do que comunicar em Inglês.

Um CPE vai brilhar em qualquer comunicação académica. Mas coloca-o em Staten Island, Flatbush, coloca-o em Bethnal Green, em South Thanet, em Rotheram, e todas aquelas regras servem para naaaada.

A seguir a aprender tudo, é desaprender para evoluir. Isto na minha experiência pessoal e profissional, claro.

 

Mas não chegaste a responder. Como é que funciona na tua opinião?

lemon escreveu: Mas não

lemon escreveu:

Mas não chegaste a responder. Como é que funciona na tua opinião?

Tu também não. Mas eu percebi a ideia.
Na minha opinião é mais simples. Um erro é um erro.

Um erro ser comum, como por exemplo a mania de dizer "gigas" e "megas" que encontro regularmente na minha área profissional, não faz com que deixe de ser um erro. E eu explico a quem quer aprender porque é que é um erro.

É como encontrar pessoal a jogar um jogo com as regras erradas... Até podem achar que funciona mas não estão a jogar o jogo que estava na caixa.
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tommynomad

Mallgur escreveu: Tu também

Mallgur escreveu:

Tu também não.

Tens razão, nem me tinha apercebido. Um erro deixa de ser erro quando é uma convenção adoptada por duas pessoas (já explico melhor em baixo) para facilitar comunicação eficiente. Basta duas pessoas usarem a mesma palavra/estrutura entre elas.

Mallgur escreveu:

Na minha opinião é mais simples. Um erro é um erro.

Sim, mas a minha pergunta é mais 'quando é que um erro deixa de ser erro para ti?' Quando gigas aparecer no dicionário, aceitas como parte da língua Portuguesa? As pessoas que já usavam a palavra passam de erradas a certas automaticamente?

Mallgur escreveu:

É como encontrar pessoal a jogar um jogo com as regras erradas... Até podem achar que funciona mas não estão a jogar o jogo que estava na caixa.

Achei este paralelo perfeito. Percebo melhor o teu ponto de vista e até acho que percebo melhor o meu próprio ponto de vista. Concordo plenamente com o que estás a dizer.
A minha versão disso são as houserules. Se um grupo gosta muito mais de jogar com houserules e se diverte, comunica, e passa um bom bocado por causa delas, quem sou eu para dizer que está errado?
Tens toda a razão quando dizes que não é o jogo original, mas para eles é o jogo. Agricola com houserules para eles é o Agricola, não o Agricolinha. Não acho ser necessário o designer instituir essa regra no design para o grupo pensar 'Ah, agora sim estamos a jogar Agricola'.
Da mesma maneira, se filhos de emigrantes falam Português com afectações estrangeiras uns com os outros e percebem-se melhor por isso, não creio que estejam errados. Estão a falar Português Tradicional? Não, nem por isso. Português? Yep, definitivamente.

Só para ficar claro, não acho de todo que o teu ponto de vista esteja errado e o meu certo. São literalmente as duas maiores interpretações linguísticas e como isto não é uma ciência não passarão disso mesmo, interpretações.
Não te estou a tentar convencer que o meu lado é melhor ou a juntares-te à Raça Mãe Descriptivista™. Acho é que precisamos de tolerar mais o outro ponto de vista porque é tão válido como o nosso.

Seja como for, gostei desta conversa!

Depende

lemon escreveu:

Sim, mas a minha pergunta é mais 'quando é que um erro deixa de ser erro para ti?' Quando gigas aparecer no dicionário, aceitas como parte da língua Portuguesa? As pessoas que já usavam a palavra passam de erradas a certas automaticamente?

Não. Não existe qualquer razão válida para introduzir uma palavra inútil no dicionário. É como o "bué". Não faz qualquer sentido a sua inserção no dicionário.
No caso dos "Gigas" é ainda mais grave porque além de inútil introduz ambiguidade. Se o objectivo é facilitar e clarificar a comuicação, será uma asneira introduzi-la.
O que, tendo em conta a actuação da Academia nos últimos anos não me surpreenderia...
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"[...] a period when games were complex in your brain, instead of on the board."
tommynomad

Mallgur escreveu: O que,

Mallgur escreveu:

O que, tendo em conta a actuação da Academia nos últimos anos não me surpreenderia...

Não contesto o uso de gigas porque não sou da área e não sei se tem nuances ou não, acredito no que dizes.
Mas então quando é que uma palavra se torna aceitável e correcta para ti?
Se estou a ler bem e essa frase é desdém pela Academia (que eu partilho), então de quem vem a autoridade para introduzir uma palavra num código linguístico, e em que situação?

lemon escreveu: Não contesto

lemon escreveu:

Não contesto o uso de gigas porque não sou da área e não sei se tem nuances ou não, acredito no que dizes.
Mas então quando é que uma palavra se torna aceitável e correcta para ti?
Se estou a ler bem e essa frase é desdém pela Academia (que eu partilho), então de quem vem a autoridade para introduzir uma palavra num código linguístico, e em que situação?

O uso de "gigas" é um "preguicismo"... Em informática as unidades de "informação" (não é bem isto mas não vale a pena específicar) são o bit e o byte, sendo o byte um conjunto de bits conforme a arquitectura do sistema mas geralmente associada a 8 bits devido à vulgarização de sistemas com essa arquitectura base.
Tal como em qualquer outra unidade de medida existem ordens de grandeza. O Kilobit, Megabit, Gigabit, Terabit, etc. (aredondando, 1000 vezes cada uma das anteriores) e depois o mesmo para bytes.
Com o crescimento e redução de custos associados aos equipamentos informáticos tornou-se cada vez mais comum falar de Megabits, Megabytes, Gigabits, Gigabytes e agora estamos na vulgarização da quarta ordem, os Terabits e Terabytes.
Ora a preguiça faz com que muita gente se refira a cada uma das coisas como "Megas", "Gigas" cometendo dois erros em simultâneo. O primeiro é omitir a unidade - e daí a ambiguidade, falamos em bits ou em bytes? - , o segundo é colocar um plural num prefixo de majoração que não o tem (não se diz megasbits ou gigasbytes).

Quanto à correcção das palavras a responsabilidade deveria cair sobre a academia de a definir e introduzir nos dicionários mas o laxismo e a preguiça também por aí abundam.
Quando? Quando a palavra seja necessária e não exista nenhum outro termo adequado. Por exemplo não me choca a introdução de Bit ou Byte (ou mesmo baite) uma vez que não temos em português termos que se pareçam.
Já no caso de "bué" temos o muito que além de não parecer um latido de caniche histérico é perfeitamente adequado. No caso de "massivo" temos o maciço que serve o mesmo propósito e ainda poupa uma letra! Mas também não me incomoda muito pois o dicionário marca-o claramente como um estrangeirismo.

E chega de bumps ao tópico do Dugy... Já há reclamações...
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"[...] a period when games were complex in your brain, instead of on the board."
tommynomad

Espera, mas eliminariam todos

Espera, mas eliminariam todos os sinónimos do dicionário a lá Highlander, O Duelo Imortal??? Isso é que é uma posição definida!

(Estou jocando, claro)

O Dugy é que deve tar todo

O Dugy é que deve tar todo contente com a nossa converseta! Este post tá sempre lá no topo! X)

Eu só queria ver uns jogos,

Eu só queria ver uns jogos, porque parece que há por aqui uma descida de preços... ahmm... abrupta? (Não vou usar uma dessas palavras começada por m... a mim é que não me apanham)!

Mas eu penso que vocês deviam resolver isso no invictacon, num mano a mano. Um escolhe o tabuleiro, o outro a cor dos meeples. Eu cá escolho as pipocas. 

Post Scriptum: Eu penso que a invictacon devia ter pipocas.

---***---

"- Aut viam inveniam aut faciam."

(ou nós encontramos um caminho, ou abrimos um).

---***---

Estaria

Estaria se estivessem a comprar MASSIVAMENTE (ou será maciçamente) os meus jogos, mas só estão no paleio... wink

Vou usar sempre que puder a palavra massiva/o, de preferência quando estiver próximo do Pedro.

cylon

Hehehe

Eu sei... É mais uma para juntar ao "randómico" e aos "colonistas".

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tommynomad

Hihi

Vou passar a usar esta expressão sempre que puder:

 - Massiva colocação randómica de colonistas.

Não irá ser fácil, mas vou dar o meu melhor, ya, bro. cheeky

mans este topic tá top, curti

mans este topic tá top, curti totil, só acrescentar 2 cenas rápidas

1) dugy, mandei-te pm sobre o prosperity, deves ter a caixa de correio electrónico (ainda é com c? queria escrever uma cena "mesmo bem" em vez de *mail* porque ficava giro e cheguei à conslusão que não sei escrever nada, bue sad

.. cheia de spam disto, e assim deixo aqui

b) em relação ao off-topic, isto para mim é como nos jogos de tabuleiro, temos de ter regras (ia escrever "têm de haver regras", mas lembrei-me que n tinha a certeza sobre os ^^^^, damn, se tivesse de escrever ditados estava bem tramado),

e ainda no mensal fui criar o caos em 2 jogos pesados porque apontei algumas coisas erradas (criação de feds no gaia project, e nivel das fabricas no arkwright)

pra mim se n está no dicionário, está errrrrrrrrrrrado!




Ultimas partidas:

Mas tu passas noites acordado

Mas tu passas noites acordado a pensar nas implicações de monopólios na Indonésia, não contas.

Este tópico sofre de uma

Este tópico sofre de uma massiva offotopia.

Ando aqui a ver se faço uma nova proposta ao dugy sobre o nemo (ainda são muitos €€€, cof, cof), e depois distraio-me sempre com tão elevado debate sobre escrever um bom “protuguês”. (Reparem que pus as aspas para garantir que perceberam que eu escrevi mal de propósito. No entanto se por acaso estiver enganado e afinal estiver bem escrito, por favor desconsiderem este parêntesis).

Eu sugiro uma maciça limpeza. Onde está um moderador, quando precisamos de um! angel

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"- Aut viam inveniam aut faciam."

(ou nós encontramos um caminho, ou abrimos um).

---***---

civfan escreveu: Eu sugiro

civfan escreveu:

Eu sugiro uma maciça limpeza. Onde está um moderador, quando precisamos de um! angel

Não me tentes!
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Abaixo a censuuuura! E o Dugy

Abaixo a censuuuura! E o Dugy que baixe o preço do Infamous Traffic! ;)

Ui...

Ui...

Não posso. Já tenho um interessado no BGG... da China!!! Vejam lá!

This is a China town

Fónix! Já não basta a EDP, a REN, a Fidelidade, os vistos gold e o imobiliario, agora também os jogos de tabuleiro? Isto é tudo dos chineses!

Off-Topic

Eu também estou a gostar muito deste tópico de "vendas". Só agora tive um tempo para ler tudo e comentar. Tenho a acrescentar que não venho a este tópico à espera que os preços baixem mas venho à espera que o Fresh Fish passe da versão alemã para a versão inglesa zombie

Isso

Isso era MASSIVAMENTE intrigante! evilgrin

Sabes que é language independent, mas preferes a caixa em inglês, compreendo.

inglês vs alemão

mas quem é que diz o que é alemão ou inglês? um dicionário? pfff




Ultimas partidas:

PedroS escreveu: mas quem é

PedroS escreveu:

mas quem é que diz o que é alemão ou inglês? um dicionário? pfff

LOL

Esta comunidade é mui sui generis!
Um bem haja, gente boa!

O meu Infamous... T_T

O meu Infamous... T_T

Vai

Vai de viagem até ao outro lado do globo...

Actualização FRISANTE de Preços

Actualização FRISANTE de Preços!

E não Tiago, o Fresh Fish ainda não se converteu na versão inglesa... sad

Possível entrega na InvictaCon, no dia de sábado, 10/11 desde manhã até à noite.

P.I. e RAJ

Ainda tem o P.I. e o RAJ?

Envia MP

Por enquanto, estão disponíveis.

Envia MP por favor.

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Enviei MP.

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Enviei resposta.

Actualização INSANA de Preços

Actualização INSANA de Preços!

Introdução de um jogo: Incómodos Invitados.

E sim, esta será a última actualização de preços. fighting

Eu quero comprar:

Eu quero comprar:

Upstream - versão em inglês - 7 €

That's a Question! - versão em inglês - 3 €

Samhain - versão em inglês - novo (sem plástico) - 5 €

Raj - versão em português - 2 €

Kreus - versão em inglês - 6 €

Alguém

Alguém foi mais rápido via email para dois desses jogos. :(

Envia-me p.f. MP para tratar de pormenores.

karuba

Boa tarde, estou interessado no Karuba.

Envie

Envie MP p.f. para o meu contacto.

Obrigado.