Rural Con 2017- X Encontro Nacional de jogos de tabuleiro de Bragança

2017-08-12 10:01
2017-08-15 20:01
Local: 

Bragança

 

 Está confirmada mais uma edição da RuralCon...

 Será a 10ª edição e será também a última edição do evento.

 Para quem conhece o evento aproveite para aparecer mais uma vez.

 Para quem não conhece venha divertir-se num evento com 4 dias, com muitas jogatinas, boa comida e a melhor (e talvez a maior?) mesa de prémios do país.

 E como sempre nem a desculpa de não conseguirem trazer a família serve de desculpa venham conhecer uma cidade linda como Bragança e numa altura em que até decorre uma feira medieval.

 

 Estadias:

 Residencial S. Roque- desconto especial Rural Con (frisar o nome do evento no momento da reserva)

 

    Quartos: duplos- 35 euros

 

               singles- 25 euros

 

 Inclui pequeno-almoço.

 

  Telefone: 273381481

 

 Telefone: 966341667

 

 Morada:Rua Miguel Torga, 9

  

 

Residencial Restaurante Tulipa

 

 Quartos: duplos- 50 euros, simples- 40 euros

 

 Telefone: 273331675

 Morada: Rua Doutor Francisco Felgueiras, 8-10

 

 

 

Solar Santa Maria

 65 euros sem pequeno almoço 

 Rua Engº José Beça, nº 39

 

 

 

 

 

 

 

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Hmm...

Todos os anos é a última e volta sempre. Muito suspeito devil

Eu e a Irina lá estaremos.

Em nenhum ano

 era a última. Poderia era ser a última.

 Este é mesmo a última...

10ª?

O ano passado já não foi a décima edição?

A partir de agora todos os

A partir de agora todos os anos será a décima, que é a última.. cool

"Um dos paradoxos dolorosos do nosso tempo reside no facto de serem os estúpidos os que têm a certeza, enquanto os que possuem imaginação e inteligência se debatem em dúvidas e indecisões."

10ª Edição

 http://www.abreojogo.com/2008/10/i_encontro_de_jogos_de_bragan%C3%A7

 Começou em 2008, sendo que eu estou registado no abreojogo há 8 anos e 36 semanas, um pouco antes da primeira RuralCon que aconteceu em Novembro...

 Agora será mesmo sempre a 10ª porque é a última, por isso mais RuralCon só usando uma máquina do tempo...

Empresta aí o DeLorean..

Empresta aí o DeLorean..

"Um dos paradoxos dolorosos do nosso tempo reside no facto de serem os estúpidos os que têm a certeza, enquanto os que possuem imaginação e inteligência se debatem em dúvidas e indecisões."

Já toda a gente

 sabe que as rifas em Bragança são as melhores mas não prometo nada quanto a máquinas do tempo... Só mesmo se se chegar aí às 2000 rifas...

Se tiver uma máquina do tempo

Se tiver uma máquina do tempo a sério, compro já as 2000!!

"Um dos paradoxos dolorosos do nosso tempo reside no facto de serem os estúpidos os que têm a certeza, enquanto os que possuem imaginação e inteligência se debatem em dúvidas e indecisões."

Whohoooo!

Bou!

laughsmileyyes

Em que dia se joga Maria?

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The juvenile sea squirt is mobile, with a central nervous system and a brain. Once it has found a suitable rock, it settles down, absorbs its brain, and turns on the TV.

Terry Pratchett and Stephen Baxter - The Long War

Maria

Já há 3 para o Maria?

Se não houver, combinado com antecedência também jogava. 

Não preciso de explicação.

Há dois...

Há dois, para já. Eu e tu.

Mas podemos fazer mais que um Maria na Rural...

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Terry Pratchett and Stephen Baxter - The Long War

Domingo de tarde

 ou no máximo segunda já quero ter vendido as rifas todas e poder jogar à vontade.

E alinho na próxima vitória do Maria que o Pedro vai oferecer a alguém...

Ok.

Portanto ou ganho eu ou ganha o Jorge...

cheeky

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Terry Pratchett and Stephen Baxter - The Long War

É fácil chegar a quem vai ganhar

Se o Pedro oferece a vitória, e quem joga com a Maria não tem hipótese nenhuma (só acredito numa Maria vencedora vendo), ou o Pedro joga com a Maria ou sabe-se logo à partida quem ganha.

Não é que tenha jogado muitas vezes convosco, mas ao que o João chora acho que faz de propósito para perder, que é para poder continuar a chorar...

Maria vencedora

Já vi uma Maria vencedora.

Ainda não consegui ganhar com a Maria mas precisamente por isso é com ela que vou jogar.

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A Maria tem boa hipóteses de ganhar...

...se seguir a minha sugestão e se aliar ao Prussiano, cedendo a silésia quando há stalemate no leste... Ainda gostava de poder provar a minha teoria...

O espírito do jogo e as regras

O espírito do jogo e as regras não permitem alianças entre inimigos.

Além disso, para tal acontecer é preciso que a Prússia desista de ganhar. Ter a Silésia - algo que pode acontecer resultando em um turno de paz entre Áustria e Prússia e algumas movimentações no mapa, que podem significar algum alívio temporário para a Maria - não dá a vitória e a Áustria só poderia abdicar do conflito com a Prússia para se dedicar a combater o Francês se soubesse que a Prússia não trairia o acordo e acabaria ela por ganhar. E se a Áustria ganhar, o Prussiano perde. Portanto, qual seria o interesse do Prussiano em manter a palavra?

É preciso não esquecer o brilhantismo de o Prussiano jogar também com os Pragmáticos. Muitas vezes acontece serem os Pragmáticos a "atrapalhar" movimentações Austriacas na Flandres para impedir a vitória da Maria e permitirem maior pressão da Prússia... Outras vezes o Prussiano abranda o ritmo para permitir à Maria travar uma vitória francesa, etc... Ou então a Prússia pressiona a Áustria para libertar um pouco o espaço aos pragmáticos forçando a Áustria a focar-se no lado bávaro do mapa.

O sentido de equilibrio de forças neste jogo é absolutamente genial.

Fazer uma aliança destas destrói esse equilíbrio, na minha opinião.

No entanto, podes sempre jogar com a Áustria e tentar esse acordo com a Prússia. Mas não te queixes se a Prússia te roubar a vitória de repente! ;-)

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Terry Pratchett and Stephen Baxter - The Long War

Pah...

... agora apetece-me jogar Maria.

Então

 se o Pedro jogar e mandar as tropas todas para o meu lado e deixar-te entrar pela Austria assim é que dá gosto jogar.

 E fala ele que o espirito do jogo não é alianças entre inimigos, pode ser se o outro inimigo for eu... devil

joao104 escreveu:  se o

joao104 escreveu:

 se o Pedro jogar e mandar as tropas todas para o meu lado e deixar-te entrar pela Austria assim é que dá gosto jogar.

 E fala ele que o espirito do jogo não é alianças entre inimigos, pode ser se o outro inimigo for eu... devil

Das novas regras do Maria:

"If playing against joao104 and he loses, victory is shared by the other players."

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Terry Pratchett and Stephen Baxter - The Long War

Assim

 faz muito mais sentido e de certeza que também é historicamente relevante.

Eu pelo menos lembro-me sempre de isso acontecer em todos os jogos se eu não ganhar ficam todos muito contentes e todos muito tristes quando eu ganho...

O espírito da época e o jogo

Para mim, o importante é o espírito da época que o jogo pretende representar. E negociações, houve muitas:

"Secret peace negotiations had been carried on since fall 1741, yet still Frederick invaded Bohemia and defeated the Austrian troops at the Battle of Chotusitz on 17 May 1742. By the agency of John Carmichael, 3rd Earl of Hyndford (mocked as Hundsfott, "scoundrel" by Frederick), envoy of the British, which was eager to prevent further war in Europe, a peace was concluded."

https://en.wikipedia.org/wiki/Treaty_of_Breslau

O tratado foi assinado em 28 July 1742 e foi apenas quebrado em Agosto de 1744. Logo durou dois anos sem guerra entre a Prussia e a Austria. Se as regras impedem a reprodução da situação histórica, então não estão bem feitas...

É claro que a Prússia pode sempre quebrar a aliança e atacar a Austria, como o fez historicamente ao fim de dois anos. Mas não faz sentido vocês argumentarem que o Prussiano ou o Austríaco negociarem "vai contra o espírito do jogo", porque isso significaria que o jogo vai contra o espírito da época que retrata.

Um tratado de paz não é uma aliança.

Nunca houve historicamente uma aliança entre a Prússia e a Áustria, e no jogo também não há. O que há é um sessar fogo temporário, um tratado de paz que me parece que se interessa à Prússia é porque algo está a correr mal para aqueles lados.

Abstracções

As regras são sempre abstracções sobre o tema. A ideia do jogo não é simular a história (a vitória para a Áustria teria que ser mais fácil se assim fosse, porque foi a Áustria que ganhou) mas dar a possibilidade de fazer uma abstracção divertida e contida temporalmente sobre esse período.

As negociações podem existir, nunca ninguém disse o contrário. A tua proposta implica é uma paz entre a Prússia e a Áustria e isso é que não é permitido.

Não é permitido porque, como aconteceu historicamente, não faz sentido para a Prússia desistir do jogo, como não desistiu da guerra na realidade. Fez uma pausa (que no jogo pode perfeitamente ser feita, com ou sem acordos) e depois deu uma facada no acordo assinado.

Penso que o designer não quis levar o jogo pelo caminho do Diplomacy e evita que possa existir um "quebrar de palavra" não permitindo a paz formal entre as duas potências. Ambos os jogadores sabem que, tirando uma breve excepção, serão inimigos até ao fim do jogo.

Mais ainda, este foi um acordo "preliminar" de paz. Uma espécie de "pausa" que ambos os lados deviam estar conscientes não ser definitiva...

No jogo, a anexação da Silésia permite uma pausa na guerra entre as duas potências e, em certa medida, "simula" esta situação histórica. De notar que o jogo dura 4 "anos" (efectivamente 3 pois só 12 das 16 estações são de acções) mas a guerra da sucessão Austriaca durou cerca de 7... Tal como disse antes, não se trata de uma "simulação".

Volto a frisar que não é explicitamente proíbido que a Prússia opte por deixar de atacar a Áustria. Não podem formalizar a paz, digamos assim, mas podem, em termos de acções, fazê-lo.

Isso faz sentido? Essa é a questão.

Para a Áustria até poderá fazer. Mas para a Prússia não. Essencialmente é um jogador que tem duas possibilidades de ganhar (sendo o único a tê-las) a desistir de uma delas para benefício exclusivo do outro. Não há qualquer vantagem para o jogador que joga com a Prússia nesta paz.

Não existem vitórias partilhadas no Maria. Se a Áustria ganhar, todos os outros perdem. Incluindo os seus aliados, os Pragmáticos, e eventualmente uma Prússia que tivesse feito a paz...

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Mallgur escreveu: Volto a

Mallgur escreveu:

Volto a frisar que não é explicitamente proíbido que a Prússia opte por deixar de atacar a Áustria. Não podem formalizar a paz, digamos assim, mas podem, em termos de acções, fazê-lo.
Isso faz sentido? Essa é a questão.
Para a Áustria até poderá fazer. Mas para a Prússia não. Essencialmente é um jogador que tem duas possibilidades de ganhar (sendo o único a tê-las) a desistir de uma delas para benefício exclusivo do outro. Não há qualquer vantagem para o jogador que joga com a Prússia nesta paz.
Não existem vitórias partilhadas no Maria. Se a Áustria ganhar, todos os outros perdem. Incluindo os seus aliados, os Pragmáticos, e eventualmente uma Prússia que tivesse feito a paz...

Aí é que está (também) a questão. Apesar e não ter tanta experiência no jogo como vós, penso que tanto para o jogador da Prússia, como para a Aústria pode fazer sentido.

O Prussiano ao ficar com a Silésia, está a ganhar pontos e a retirar pontos à Áustria, que os terá de ir ganhar contra a França. A França fica sobre muito mais pressão e isso aumenta as probabilidades de vitória com o Pragmático. Por outro lado, a Áustria ganha o apoio da Prússia na eleição, e deixa de ter de lutar em duas frentes durante uma parte do jogo.

Em resumo, este tratado de paz, aumenta as probabilidades de tanto a Áustria como o Prussiano/Pragmático ganharem o jogo...

Discordamos...

Vejamos o resultado então do acordo, conforme o vês.

O Prussiano ao ficar com a Silésia, está a ganhar pontos

Pontos que não lhe servirão para nada pois acabou de desistir do jogo (enquanto Prussiano). Assumindo que não dará a "facada" à Áustria. Se a possibilidade de dar a facada existe... vemos mais à frente.
 

a retirar pontos à Áustria, que os terá de ir ganhar contra a França.

Portanto este aspecto é mau para a Áustria. Que agora terá que esmagar a França do lado da Bavaria. Aqui a Áustria pode ganhar 5 pontos, tendo perdido 7 na Silésia. Mau negócio. E ainda terá que ganhar pontos do lado da Flandres só com um general (Arenberg). E a sua atitude aliança com o Pragmático também terá que mudar...

A França fica sobre muito mais pressão e isso aumenta as probabilidades de vitória com o Pragmático

Algo que não interessa ao Austríaco. Por este motivo a Áustria terá que procurar gerir o avanço dos pragmáticos na Flandres, colocando o Arenberg, tanto quanto possível, no caminho dos pragmáticos para que seja ele a conquistar os pontos e não o pragmático. Se o pragmático ganhar, a Áustria perde.

Por outro lado, a Áustria ganha o apoio da Prússia na eleição

Isto já acontece com alguma frequência. Depende habitualmente do progresso que o Francês conseguiu. Além do mais, trata-se de um só ponto que continua a não chegar aos 7 perdidos na Silésia.

deixa de ter de lutar em duas frentes durante uma parte do jogo.

Durante uma parte ou até ao fim? Se o acordo é definitivo de paz, a Áustria passa a ter só a França como adversário directo (e o exército Pragmático como adversário indirecto, convém não esquecer) e podemos assumir que talvez seja mais fácil derrotar o Francês, mas será mais fácil impedir uma vitória do pragmático? E do lado do pragmático será mais fácil derrotar o Francês, mas com o Arenberg obrigado a "atrapalhar" as acções, será assim tão mais fácil comparado com a possibilidade de o Arenberg criar uma frente diversa para o Francês e assim o obrigar a dispersar os generais?
Se o acordo não é definitivo, então a Áustria terá sempre que ter um olho atento e algumas forças reservadas para o momento em que a Prússia irá dar a facada ou, eventualmente, em que a Áustria o fará. E assim se perde a vantagem de lutar numa só frente... Se a traição é possível, é necessário estar preparado para a enfrentar ou para a cometer...

E recordo mais uma vez que a anexação da Silésia é possível e prevista no jogo. Mas contida no tempo e com mais vantagem ainda para a Prússia pois ganha mais um comboio de suprimentos em troca de um turno de acções sem ataques ao Austríaco.

E ainda fica a questão da Saxónia para resolver... A Saxónia fica neutra? É aliada da Áustria ou da Prússia? Isso ainda traz mais possibilidades de diversidade ao resultado deste acordo e mais dificuldades à sua implementação.

O acordo que defendes é prejudicial para a França, isso é certo. Mas não é necessariamente bom para a Áustria, é péssimo para a Prússia (que desiste) e não garante nada ao Pragmático além da perda efectiva de um aliado que passará a tentar atrapalha-lo quando antes normalmente colaboravam.

A complexidade das negociações que existiram na realidade e a variação das alianças e da sua intensidade estão bem reflectidas no jogo com uma regra muito simples: Só há um vencedor.
Não há solução de compromisso, como poderia haver na realidade. E isso faz com que os jogadores tenham que estar sempre atentos ao progresso dos adversários, mesmo dos que não são inimigos. A Prússia pode ter por vezes que aliviar a pressão sobre a Áustria, não porque esteja interessada na paz com esta mas porque a França está perto de ganhar. E vice-versa... E a Áustria pode ter que aliviar a pressão na França para impedir uma vitória Pragmática. E por vezes usam-se generais que não são inimigos (ou até aliados) para atrapalhar o progresso de uma potência com quem não estamos em guerra.

Carago... Quanto mais olhamos para esta questão, mais brilhante me parece o jogo.
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Com o Pedro

 a oferecer vitórias a outros claro que alguém tem de chorar...

 Mas eu só tenho a fama de chorar, é tudo uma cavala.

 Tenho de ver se arranjo um bruxo em Angola que lance uma maldição ao Pedro e a todos os que difamam o meu choro.

Mais uma vez...

... gostava de voltar a ir... 

,,, mas mais uma vez, dificilmente conseguirei ir...

 

Stormrover (a.k.a. Nuno)


Last played:

pena

 Agora a filhota já é grandita e já não deve servir de desculpa...