Recrutamento de Pilotos - Wings of War

Retrato de JohnnyBeGood
2008-04-17 21:30
Local: 

Cristal Park

Seguindo as últimas sugestões de criação de equipas de Wings of War para torneios nos Encontros, proponho que já nesta 5ª se faça um Recrutamento de pilotos.

Ao mesmo tempo, e para dar a conhecer aos participantes do grupo Boardgamers-Porto, se faça uma partida (ou várias!)

 Eu levo 4 miniaturas. 

 

 

 

 

 

 

 

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Sugestão do Helioa para o torneio e equipas

helioa escreveu:
nº jogadores por equipa 4
nº equipas variável
nº rondas 4
nº jogos em simultâneo p/ ronda igual ao nº equipas
nº jogadores por jogo 4
total de jogos por jogador 4
total de jogos por equipa 16
duração de cada ronda/jogo 1 hora máximo
duração do torneio 4 horas máximo
   
- cada mesa tem um jogo fixo  

- o esquema de composição da mesa avança 1 mesa em cada ronda, de modo a que a equipa participe em todos os jogos pelo menos 1 vez

- fiz um exemplo para alguns casos variando o nº de equipas, podem vê-lo em:

http://patusco.planetaclix.pt/temp/exemplo.pdf

 

Herrar é umano.

=)

depois contem como correu a experiência...

Hajam vagas!

Boas,

 Depois de ouvir tanto falatório em volta deste jogo, que me deixava curioso e algo confuso (que diabo fazia os avioes deslocar-se! ?), e após o mesmo ter sido apresentado a mim e à Cris no passado Sábado (ou terá sido já no Domingo, lol) pela fámilia BeGood (hihi), à qual nós desde já agradecemos, percebo o frenesim e a ânsia de se fazerem sessões com este jogo como pano de fundo.

Fiquei maravilhado! É, de facto, um excelente jogo com uma mecânica sólida de movimentação e uma não tão sólida de danos sofridos (muito dependente do factor sorte). Contudo, a aleatoriedade dos danos sofridos permite uma expectativa atroz sobre quando o nosso avião vai cair (ou os dos adversários).

 Como tal, apresento-me como piloto de testes (e a Cristy também) para os próximos "treinos". Hajam vagas nos vossos aviões "suplentes" (visto que nós não possuímos nenhum Frown) !

 Um abraço.

Se eu for...

Também alinho. Não tenho é minis, só tenho um dos jogos... Preciso de levar algum dos decks/avioes, nao?

 


Top10:

Nope...

Só vontade de participar ;)

 

Herrar é umano.

Enquadramento

Desculpem vir meter a minha colher tão fora da minha área, mas acompanho os vossos deambulanços sempre com grande interesse e prazer.

Dugy escreveu:

uma não tão sólida de danos sofridos (muito dependente do factor sorte)

Aquilo a que chamas sorte é nem mais nem menos que o equacionar numa mecânica de uma simulação, sendo extremamente comum em wargames (BTW: bem vindo ao mundo dos wargames de miniaturas!). Tens de ter em conta que à época os aviões em causa são práticamente papagaios de papel com motor acoplado. Onde é que causas dano num avião destes? Motor, linhas de controlo dos lemes (estamos aqui a falar de cabos com 0,5 cm de diâmetro), no piloto e alguns suportes estruturais, tudo o resto sendo lona e madeira (muitas vezes balsa). Ora num combate neste género, até se tinha o avião mesmo debaixo de mira e bastava uma rajada de vento para fazer a mira desviar-se 1mm o que correspondia a que as munições no alvo se desviassem metros e passassem por todo o lado sem tocar em nenhum componente vital, sendo o inverso também verdade. A carta de dano BUM (a que destrói imediatamente um avião) corresponde àquele tiro que contra todas as hipóteses entra pelo tubo de escape e acerta no depósito de combustivel. O controlo de qualidade das munições bem como o nível de manutenção das próprias metrelhadoras era extremamente baixo, daí teres as cartas de Jam que reflectem isso mesmo. Ora como equacionar todos estes factores dentro de uma simulação? Atravéz de uma mecânica aleatória de alocação de dano, que sabes logo à partida que se te aproximares bastante (estares a menos de metade do comprimento da régua), duplicas as tuas hitóteses de dares dano ao adversário, ao obrigá-lo a receber duas cartas de dano com um único tiro, logo tens controlo sobre o dano que infliges. Aqui entram em jogo as probabilidades, pois a probabilidade de (tendo em atenção a distribuição de cartas no deck de dano) o teu adversário não receber dano nenhum é baixissima.

Para além desta forma de equacionar o dano numa simulação nos wargames, tens ainda os CRT's (Combat Resolution Table) via dados, sejam por comparação de forças ou por dano directo. Qualquer que seja a forma, o objectivo é sempre incorporar dentro da simulação tudo quanto não está sobre o controlo do comandante, sejam as precaridades do serviço de abastecimento que falhou crucialmente em abastecer uma divisão quando esta se lançava à conquista da travessia de um rio, seja a estupidez dos seus subordinados que erradamente não interpretaram (ou interpretaram tardiamente) as suas ordens etc, etc. Por incrivel que isto possa parecer a um eurogamer, este elemento de sorte acaba por ser terrivelmente consistente, de tal forma que um bom jogador irá invariavelmente dar no toutiço a um mau jogador.

Manuel Pombeiro
a.k.a.Firepigeon
LUDO ERGO SUM

Últimas jogatinas:

Negating the unforeseeable is utterly unrealistic, and scrambling to deal with problems is indeed a game skill.

Firepigeon escreveu:

Firepigeon escreveu:

Desculpem vir meter a minha colher tão fora da minha área, mas acompanho os vossos deambulanços sempre com grande interesse e prazer.

Dugy escreveu:

uma não tão sólida de danos sofridos (muito dependente do factor sorte)

Aquilo a que chamas sorte é nem mais nem menos que o equacionar numa mecânica de uma simulação, sendo extremamente comum em wargames (BTW: bem vindo ao mundo dos wargames de miniaturas!). Tens de ter em conta que à época os aviões em causa são práticamente papagaios de papel com motor acoplado. Onde é que causas dano num avião destes? Motor, linhas de controlo dos lemes (estamos aqui a falar de cabos com 0,5 cm de diâmetro), no piloto e alguns suportes estruturais, tudo o resto sendo lona e madeira (muitas vezes balsa). Ora num combate neste género, até se tinha o avião mesmo debaixo de mira e bastava uma rajada de vento para fazer a mira desviar-se 1mm o que correspondia a que as munições no alvo se desviassem metros e passassem por todo o lado sem tocar em nenhum componente vital, sendo o inverso também verdade. A carta de dano BUM (a que destrói imediatamente um avião) corresponde àquele tiro que contra todas as hipóteses entra pelo tubo de escape e acerta no depósito de combustivel. O controlo de qualidade das munições bem como o nível de manutenção das próprias metrelhadoras era extremamente baixo, daí teres as cartas de Jam que reflectem isso mesmo. Ora como equacionar todos estes factores dentro de uma simulação? Atravéz de uma mecânica aleatória de alocação de dano, que sabes logo à partida que se te aproximares bastante (estares a menos de metade do comprimento da régua), duplicas as tuas hitóteses de dares dano ao adversário, ao obrigá-lo a receber duas cartas de dano com um único tiro, logo tens controlo sobre o dano que infliges. Aqui entram em jogo as probabilidades, pois a probabilidade de (tendo em atenção a distribuição de cartas no deck de dano) o teu adversário não receber dano nenhum é baixissima.

Para além desta forma de equacionar o dano numa simulação nos wargames, tens ainda os CRT's (Combat Resolution Table) via dados, sejam por comparação de forças ou por dano directo. Qualquer que seja a forma, o objectivo é sempre incorporar dentro da simulação tudo quanto não está sobre o controlo do comandante, sejam as precaridades do serviço de abastecimento que falhou crucialmente em abastecer uma divisão quando esta se lançava à conquista da travessia de um rio, seja a estupidez dos seus subordinados que erradamente não interpretaram (ou interpretaram tardiamente) as suas ordens etc, etc. Por incrivel que isto possa parecer a um eurogamer, este elemento de sorte acaba por ser terrivelmente consistente, de tal forma que um bom jogador irá invariavelmente dar no toutiço a um mau jogador.

Manuel Pombeiro
a.k.a.Firepigeon
LUDO ERGO SUM

Amén!

Tudo muito bonito...

Isso é tudo muito bonito e compreensível, em termos teóricos, mas eu continuo a achar que a teorias das probabilidades, ou das médias, conforme preferires, é uma grande treta.

Naturalmente que nos jogos não há outra forma de incorporar o imprevisto, mas isso não invalida o facto de que o factor sorte existe e pode ser um detractor da qualidade de um jogo. Pessoalmente não tenho qualquer problema com a inclusão desta carta no WoW nos jogos normais. Já no torneio acho que introduz um factor de desequilíbrio demasiado grande. Em jogos tão curtos e em que se joga essencialmente pela pontuação de rajadas curtas e longas acho que se deveria retirar a mesma.

Quanto aos melhores jogadores vencerem sempre o factor sorte, acho que todos sabemos que não é bem assim. Podes argumentar que num grande número de jogos a tendência é essa, mas que interessa isso se estás a jogar um só jogo uma só vez? E é esse o problema da teoria... assenta na repetição esquecendo que essa repetição é irrelevante para o caso isolado.

Isto para já não falar daqueles casos especiais de pessoas que pedem um determinado resultado nos dados e acertam... várias vezes seguidas. Eu já vi... 

-

Gamer profile

SFF

Mallgur escreveu:

Isso é tudo muito bonito e compreensível, em termos teóricos, mas eu continuo a achar que a teorias das probabilidades, ou das médias, conforme preferires, é uma grande treta.

Explica-me pq é que aos wargamers (como eu) não os aquece nem arrefe? Aliás a incerteza faz parte da planificação, o não-determinismo coloca exactamente a emoção no jogo, o saber de antemão que nem tudo está previsto, e que todos os planos não sobrevivem ao contacto com o adversário.

Mallgur escreveu:

Em jogos tão curtos e em que se joga essencialmente pela pontuação de rajadas curtas e longas acho que se deveria retirar a mesma.

Não esquecer que essa pontuação é uma house rule que não existe nas regras. Já a retirada da carta de explosão está contemplada nas regras base como opcional para jogos em formato de torneio!!

Mallgur escreveu:

Isto para já não falar daqueles casos especiais de pessoas que pedem um determinado resultado nos dados e acertam... várias vezes seguidas. Eu já vi...

E ficaste parado à espera de que? Nessa altura é agarrar no sujeito e enfiá-lo no carro e só o largar depois de passar pelo Casino!!! Ganda noitada que isso dava!!! LOL

Manuel Pombeiro
a.k.a.Firepigeon
LUDO ERGO SUM

Últimas jogatinas:

Negating the unforeseeable is utterly unrealistic, and scrambling to deal with problems is indeed a game skill.

Well, well

Boas,

Sinto-me lisonjeado por um comentário meu ter servido para uma troca de argumentos onde um dos intervenientes é, nada mais, nada menos, do que um "guru" de jogos de tabuleiros português, dono de uma impressionante "jogoteca" (299 jogos!!! segundo o BGG), de seu nome Manuel Pombeiro aka Firepigeon (espero conhecê-lo num próximo encontro nacional pois infelizmente não fui a Abrantes Cry ) e um outro que é o principal responsável pelo grupo de boardgamers do Porto, de seu nome Pedro Silva aka Mallgur (que eu felizmente conheço, pois "introduziu-me" no grupo com extrema simpatia e afabilidade).

Obrigado aos mesmos.

Quando escrevi "uma não tão sólida de danos sofridos (muito dependente do factor sorte)" deveria ter escrito "uma não linear de danos sofridos (muito dependente do factor sorte)". Assim é que deveria ter sido. Porque eu não aponto isto como defeito no jogo, como se verifica na frase seguinte "Contudo, a aleatoriedade dos danos sofridos permite uma expectativa atroz sobre quando o nosso avião vai cair (ou os dos adversários).". Não. Longe disso. Torna-o fiel ao tema (como o Firepigeon descreveu na perfeição) mas torna-o imprevisível. Eu posso infligir 10 danos num oponente e ele ter a sorte de retirar imensas cartas de danos de 0 e 1, enquanto, no momento seguinte, levar 1 dano e retirar a carta de BUM ou levar 3 danos e retirar cartas com 4 e 5 pontos de danos, acabando por ser abatido. Isso a mim não me perturba se me focar no tema. Mas pode tornar-se desinteressante para jogadores que só gostam de jogos lineares.

Daí eu não concordar com esta citação: 

Firepigeon escreveu:

Por incrivel que isto possa parecer a um eurogamer, este elemento de sorte acaba por ser terrivelmente consistente, de tal forma que um bom jogador irá invariavelmente dar no toutiço a um mau jogador.

Até porque o bom jogador pode estar num dia de azar e o mau, num daqueles dias de sorte Cool .

Mas esta é a minha opinião. De um principiante, diga-se.

Respeitosos cumprimentos a estes Senhores dos jogos de tabuleiro.

Dugy 

Para tudo, raios!!!

Dugy escreveu:

"guru"

Palavrões não, que eu não ofendi ninguém!!!

Dugy escreveu:

espero conhecê-lo num próximo encontro nacional pois infelizmente não fui a Abrantes Cry

Idém!!! E foi pena não teres ido!!!!

Dugy escreveu:

Daí eu não concordar com esta citação:

Firepigeon escreveu:

Por incrivel que isto possa parecer a um eurogamer, este elemento de sorte acaba por ser terrivelmente consistente, de tal forma que um bom jogador irá invariavelmente dar no toutiço a um mau jogador.

Até porque o bom jogador pode estar num dia de azar e o mau, num daqueles dias de sorte Cool .

Mas esta é a minha opinião.

Então concordemos em discordar!! E trazendo a estatistica à baila como o Pedro não gosta, qts dias em 365 é que essa situação decorreria? Básicamente não acredito que exista por aí um Gastão (o primo do pato Donald) em todos os grupos, todos os dias, em qualquer jogo.

E Sr tá no céu SFF Oh Eduardo!!! LOL

Manuel Pombeiro
a.k.a.Firepigeon
LUDO ERGO SUM

Últimas jogatinas:

Negating the unforeseeable is utterly unrealistic, and scrambling to deal with problems is indeed a game skill.

OOT

Desculpem o OOT.

30 anos depois, experimentem ver o dano que alguns aviões sofriam e mesmo assim conseguiam ainda voar: http://www.daveswarbirds.com/b-17/contents.htm
(observem bem a 3ªfoto na 2ªpágina de fuselagem)

Manuel Pombeiro
a.k.a.Firepigeon
LUDO ERGO SUM

Últimas jogatinas:

Negating the unforeseeable is utterly unrealistic, and scrambling to deal with problems is indeed a game skill.

C'um Catano!!!

Realmente fantástico...

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Gamer profile

Firepigeon escreveu:

Firepigeon escreveu:

Explica-me pq é que aos wargamers (como eu) não os aquece nem arrefe? Aliás a incerteza faz parte da planificação, o não-determinismo coloca exactamente a emoção no jogo, o saber de antemão que nem tudo está previsto, e que todos os planos não sobrevivem ao contacto com o adversário.

A mim também não me aquece ou arrefece. Jogo jogos com factores aleatórios sem problemas. Aliás disse claramente que essa era a única forma de introduzir imprevisibilidade em certos jogos. Só acho curioso que sempre que se fala do factor sorte num jogo alguém venha com a teoria das probabilidades ao barulho... Isso só faz sentido, como disse, numa grande repetição dos eventos. O que a torna irrelevante para um caso particular. Só isso.

Ah... e naturalmente que prefiro que os meus planos sejam derrotados pela perícia do meu adversário e não pela sua maior "fortuna" no lançamento de dados.

Citação:

Não esquecer que essa pontuação é uma house rule que não existe nas regras. Já a retirada da carta de explosão está contemplada nas regras base como opcional para jogos em formato de torneio!!

Sim. Claro. Apenas defendo que, sendo o torneio uma situação especial em que os jogos tiveram uma curta duração e em que o sistema de pontuação poderia premiar os jogadores que manobrassem melhor para conseguir rajadas curtas, a introdução da carta de explosão foi um pouco contrária a essa ideia.

Citação:

E ficaste parado à espera de que? Nessa altura é agarrar no sujeito e enfiá-lo no carro e só o largar depois de passar pelo Casino!!! Ganda noitada que isso dava!!! LOL

Nah... Não sou grande adepto de casinos. Tongue out

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Pois...

Mallgur escreveu:

Isto para já não falar daqueles casos especiais de pessoas que pedem um determinado resultado nos dados e acertam... várias vezes seguidas. Eu já vi... 

Ehehehehehe 

 

Herrar é umano.

Da mesa do canto...

Seguem 4 miniaturas!

:)

_____________________________________________________________
"Artificial Intelligence is no match for Natural Stupidity."

ONDE É QUE EU ASSINO?

Maçarico dura muito tempo no ar?

 

 

Minis! 4 faz favor! e um prato de tremoços.

Não, não vou falar de cerveja. Em resposta aos posts do Dugy e do Asur se ninguem tiver problemas em pilotar aviões um pouco crivados de balas conto levar 4 modelos. Por isso em terra é que não ficam. Motor! Armas! Contacto! 

 

Foste às compras...

Por isso as miniaturas na Fnac andam a desaparecer... eheheh

 

Herrar é umano.

Pois...

...foi um ar que se lhes deu! eh eh

Obrigadíssimo

Mas não vou poder ir. =( Tenho algo para entregar sexta de manhã. E ainda não está nada feito.

 


Top10:

No problemo!

fica para a próxima.

Bem, fui comprar a minha primeira miniatura

Um sopwith camel. Acho-o bonitinho.

Tenho é duas questões. Ele vem com um deck de manobras. C. Duas das cartas têm o desenho do movimento em vermelho. Como só tenho o Watch your tail, não sei o que aquilo quer dizer... 

 O deck de dano é o A. Não tenho bem a certeza, mas julgo ter ouvido que equivale a duas do deck B, é isso? Ou é o contrário?

 

 

 


Top10:

Cartas e deck de dano

As cartas com movimentos a vermelho representam movimentos feitos em altitude (para jogar em modo avançado, com missões que impõem aterragens).

O dano indicado no avião corresponde ao tipo de deck de dano, consoante o tipo de avião.

 

Herrar é umano.

Primeira parte, ok,

Primeira parte, ok, percebi. =)

A segunda parte, sim, sei. Só que como so tenho o watch your tail, só tenho o deck de dano B. E aquele aviao "usa" o A. Sei que há uma relação entre os dois decks, só não me recordo de qual é. 

 


Top10:

humm

O Sr. Angelino já me respondeu :P

 

http://www.boardgamegeek.com/thread/82039 

 


Top10:

WoW

Podem contar comigo. Vou já fazer a revisão ao motor e substituir a hélice.

Be Cool.

Também quero!!

Apesar de ainda não ter sequer feito o meu baptismo de vôo.... venho humildemente oferecer-me para piloto!!

O tanto que já ouvi falar deste jogo, e gostei muito do que ouvi e vi nas fotos de Abrantes, ando em pulgas para o experimentar! Se ainda houver vagas contem comigo!

Se alguém tiver um avião a mais...(Mallgur não te esqueças do "Zé Augusto teu filho!" hehe)

Até quinta!

Zé Augusto, meu filho, não te apoquentes...

Amanhã levo as minhas miniaturas. Podes escolher à vontade...

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Gamer profile

10 por 4, comandante!

Piloto Albin Scott da Royal Air Force apresenta-se ao serviço.  Carregarei 2 miniaturas. Presença da piloto minha arqui-inimiga Pati não confirmada.

Será que poderíamos experimentar algumas regras opcionais?

Era uma ideia...

Eu tenho o Samurai prometido com o Dugy, mas vemos isso logo.

Por acaso tenho alguma curiosidade para ver como funciona o Tailing...

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Gamer profile

Resultados do recrutamento

Ora aqui fica a lista de Pilotos que responderam à chamada:

 Potências Centrais: A_ORIGINAL, JohnnyBeGood, Pati, Saleiro, Nazgul, hello kitty, Mallgur e Dugy.

Aliados: albinscott, GoldenClaw, xpto, ZEristoff, Mig-L, Cat Ballou, FemmeFatale e Cristy.

Este primeiro confronto foi uma total desgraça para as Potências Centrais, só equiparável a certos e recentes encontros de futebol.

 

Herrar é umano.