Novo jogo na forja?! Woohoo

Retrato de Rui

Rui escreveu:

Curioso que estou em jogos Narrative, o meu sonho era ter um jogo Sim que tivesse regras para Imersionismo, e que desse aos jogadores a opção de, de vez em quando, tomar conta da narrativa.

Isto deu-me que pensar hoje de noite, já que não consegui dormir depois do jantar de ontem, e parece-me que também chegou a minha altura de, finalmente, por em papel (ou pdf...) os meus pensamentos sobre isto. Tenho algumas notas pelo computador que posso agregar, tenho algumas ideias que acho piada, e finalmente tenho mais experiência hoje que há um ano.

Por isso, malta, este espaço vai servir para que eu vos possa dar o meu próprio RPG! Vou por aqui as minhas ideias, construido a coisa desde o inicio, até ter as bases bem formadas de um jogo que toda a gente possa perceber e jogar desde o inicio. Como este é um espaço livre, toda a gente pode mandar o seu bitaite ou a sua ideia. Raios, eu até estou à espera que o façam! Este não será um projecto cooperativo, notem, mas prometo ler todas as vossas opiniões e ideias, e, se achar que são melhores que as minhas, seja em que aspecto for, então irei incorporá-las no texto. Poderão depois usá-lo como quiserem. E se não o quiserem usar, pelo menos eu ficarei satisfeito ao tirar este peso dos ombros!

Assim, vou-vos dizer o que quero:

1) Quero um RPG simples

  • Aqui é a parte mais importante de todo o projecto: ele tem que ser imediatamente perceptível para que, quando se pegue nele pela primeira vez, se consiga jogar imediatamente. As regras devem ser simples para que não sejam dificeis de perceber e não poderão estar no caminho daquilo que mais me interessa neste projecto, o Imersionismo; aliás, as regras deverão incentivar este tipo de jogo.
  • Será com dados D6: toda a gente os tem em casa, ou facilmente se rapinam a jogos como o Monopólio. Ainda não tenho a mecânica bem definida, mas este aspecto eu quero ter (o facto de ter sempre 3D6 comigo ao computador também ajudam)

2) Quero um RPG Imersionista

  • Quero um RPG que viva tanto da imaginação dos seus participantes, como da vontade com que eles exercem essa imaginação, mas também quero que tanto os jogadores como os GM's se sintam à vontade neste papel. Enquanto este tipo de jogo será  incentivado, ele não será nunca mantido à ponta de espada.
  • Embora me vá basear em definições de modelos já existentes, tentarei dar o meu cunho pessoal ao jogo

3) Quero um RPG Simulacionista

  • Tanto quanto possível, irão existir "regras" e "realidades" que se irão manter em practicamente todos os aspectos do jogo, sendo as óbvias excepções as alturas em que o jogo deixa de ser Simulacionista e passa a ser Narrativista; uma boa compreensão das duas definições é essencial
  • Aqui também vou procurar em bases de modelos existentes, e procurarei desviar-me delas o mínimo possível

4) Quero um RPG que se possa tornar em Narrativista

  • Quero que os Jogadores se sintam mais que isso, que possam usar da sua criatividade e imaginação para mais do que apenas descrever como batem num mook, e o jogo vai ter mecânicas para isso: se, a dado momento, as condições forem certas, o Jogador pode interromper o GM e descrever ele o que se passa a seguir, tanto com o personagem dele como com o dos outros e com a própria acção e ambiente à sua volta, dentro do limite imposto pelo tema do jogo - soa pior escrito do que na minha cabeça, acreditem
  • Aqui não há volta a dar-lhe: o modelo Narrativo é de facto muito simples, por isso não irei desviar-me dele

5) Quero Ken Hite meets John Woo meets Warren Ellis

  • Sou um grande fâ destes três senhores, e só de olhar para os nomes julgo que já poderão começar a imaginar o tema do jogo...
  • ...que irá ser Grandes Lutas com Grandes Conspirações com Grandes Poderes - grandes poderes? Bom, talvez apenas mais do que o Average Joe ;)

Isto para já parece uma grande salganhada, mas a seu tempo julgo que poderei dar-lhe a volta. Antevejo algumas dificuldades, especialmente no papel do GM no meio disso, além do óbvio de tentar misturar as coisas. Aqui contarei com o vosso apoio e feedback.

Não faço ideia da regularidade com que actualizarei isto. Tanto quanto puder, para começar, mas pelo menos uma vez por semana, a menos que me aconteça algo que me impeça de postar. Como já disse, tenho algumas ideias já em papel e outras ainda na cabeça, é questão apenas de as ordenar.

Conto convosco para me mandarem abaixo nisto, ou acima, se acherem que é caso disso. As coisas fixes são sempre mereredoras de apoio, julgo eu. ;)

Opções de visualização dos comentários

Seleccione a sua forma preferida de visualização de comentários e clique "Gravar configuração" para activar as suas alterações.

Não é para mandar abaixo o

Não é para mandar abaixo o teu trabalho, mas eu por norma apaixono-me mais por settings (universos onde o jogo decorre) do que por regras, por isso, e como não referiste esse aspecto durante o post, gostava de saber se o que tás a planear é uma espécie de sistema geral que possa ser adaptado a várias histórias, tipo GURPS ou O Monte, ou se é para ser aplicado num setting específico (e se sim qual é)?

The 101

Não mandas nada abaixo, ora essa! :D

Não sei se conheces o trabalho dos 3 tipos que refiro (Hite, Woo e Ellis), mas o que vou fazer vai basear-se muito nisso.

História Secreta do Mundo e Teorias de Conspiração vêm-se cara a cara com um Wire Fu do muito bom enquanto organizações semi-conhecidas lutam pelo dominio do Mundo. Para já é só o que posso contar. Se imaginares um Feng Shui sem as viagens no tempo e ainda mais paranóico estás muito próximo do que quero, setting-wise. :)

Espero ter aberto o apetite. ;)

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

Ok, não conheço nenhum dos

Ok, não conheço nenhum dos senhores ou do jogo (feng shui), mas estou a gostar do que parece ser hehe, tb já tive para assentar ideias sobre um RPG feito por mim um bocado nesse tipo de setting "História Secreta do Mundo e Teorias da Conspiração", por isso aqui tens um fan para futuros test plays.

Conheces sim! Conheces pelo

Conheces sim! Conheces pelo menos o John Woo!

E já agora podes ficar a conhecer o Ken Hite e o Warren Ellis.

O John Woo é responsável por dezenas de filmes Wire Fu de Hong Kong, o Ken Hite escreve as Supressed Transmissions (e vários livros) para a Steve Jackson Games, e o Warren Ellis é o mais prolifero escritor de comics que conheço, tendo escrito, entre outros, o Global Frequency e o Planetary (estes dois só por si davam rpg's fabulosos... o GF já deu um episodio piloto para uma série de tv).

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

Tens razão, já conheçia

Tens razão, já conheçia de facto john woo hehe, os outros é que não mas obrigado pelas referências.

Re: Novo jogo na forja?! Woohoo

Rui escreveu:

4) Quero um RPG que se possa tornar em Narrativista

  • Quero que os Jogadores se sintam mais que isso, que possam usar da sua criatividade e imaginação para mais do que apenas descrever como batem num mook, e o jogo vai ter mecânicas para isso: se, a dado momento, as condições forem certas, o Jogador pode interromper o GM e descrever ele o que se passa a seguir, tanto com o personagem dele como com o dos outros e com a própria acção e ambiente à sua volta, dentro do limite imposto pelo tema do jogo - soa pior escrito do que na minha cabeça, acreditem

Isto já foi aqui apontado uma ou duas vezes, bem como na tua conversa em pessoa com o JMendes no jantar de aniversário, mas parece que nunca é demais apontar que Narrativismo/Narrativista não tem nada a ver com Narração.

Narrativismo é um foco em produzir tema através da abordagem de questões difíceis, e Narração é... bom, é narrar acontecimentos durante o jogo. Daí que tens jogos perfeitamente Simulacionistas que têm mecânicas de narração (destinadas, por exemplo, a melhor reproduzir/emular um dado género; Feng Shui costuma ser dado como exemplo), e jogos Narrativistas que se mantêm perfeitamente dentro do esquema perfeitamente normal de atributos e skills. Exemplo: encostando a importância dos Issues a um canto e não os fazendo criar problemas no dia-a-dia dos personagens, eu, o JMendes, o B0rg, e o nosso grupo, jogámos uma sessão inteira de PTA cheia de Narração partilhada mas quase sem nenhum Narrativismo à vista, excepto um bang ou outro.

Isto não interfere nada com o que estás a planear, claro. É só uma questão de chamar os bois pelos nomes. ;)

Seus bois!

Mas isso a mim ajuda-me bastante, já que é uma distinção que muitas vezes não se faz pela similaridade das palavras.

O que eu quero, e espero que tenha sido perceptível, é algo Simulacionista com mecânicas de narração, que possam a espaços desviar-se para um Narrativista puro. Eu aqui baseava-me no que o Ron Edwards escreveu no seu artigo Narrativism: Story Now, onde ele diz:

Citação:

There cannot be any "the story" during Narrativist play, because to have such a thing (fixed plot or pre-agreed theme) is to remove the whole point: the creative moments of addressing the issue(s).

Aliás, já estou a escrever estas mecânicas e acho que vão achar piada. ;)

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

Re: Novo jogo na forja?! Woohoo

Ahey, :)

Bery cool. :)

Rui escreveu:

3) Quero um RPG Simulacionista

  • Tanto quanto possível, irão existir "regras" e "realidades" que se irão manter em practicamente todos os aspectos do jogo, sendo as óbvias excepções as alturas em que o jogo deixa de ser Simulacionista e passa a ser Narrativista; uma boa compreensão das duas definições é essencial
  • Aqui também vou procurar em bases de modelos existentes, e procurarei desviar-me delas o mínimo possível

Ja agora, para acrescentar ao que o Ricardo disse, Simulacionismo está para Simulação como Narrativismo está para Narração, que é como quem diz, não tem nada a ver. Para usar o exemplo dele, as sessões de PTA que nós jogámos foram completamente Simulacionistas, ao passo que as "regras" de PTA suportam tudo menos "realidades". É claro que, ao dizeres que queres um jogo imersionista, estás já a apelar para um tipo específico de simulacionismo, o que é fixe.

Eu ia-te pedir para responderes ao Big Three, mas no fundo, lendo o que escreveste aqui, acho que já deste boas respostas. Como tal, aproveito para levantar algumas qestões específicas. Answer at will.

1) Estás a pensar usar mecânicas de evolução de personagem? Porquê (sim ou não)?

2) Como é que estás a pensar lidar com character death (se é que já pensaste nisso)?

Either way, cool, se vais fazer isto, estou bué interessado em ver para onde é que vais levar este barco. :)

Cheers,
J.

Respostas

João, confesso que a esta hora ainda estou meio a dormir, e tive que ir investigar o que era o Big Three, tendo achado estas explicações. Ainda bem que já respondi a elas, embora ainda não consiga identificar imediatamente as respostas. ;)

Agora especificamente às tuas questões:

1) Estou a pensar usar evolução de personagem, sim; a principio o conceito do jogo era para ser exclusivamente sobre personagens de filmes, mas depois achei que isso era demasiado PTA e quis demarcar-me um pouco, tendo pegado num tema que me é muito querido, e já nessa altura a evolução de personagem teria marcado presença sob a forma de Trilogias, onde jogarias um filme em 3 partes e poderias em cada parte acrescentar algo ao personagem; como está agora existem algumas mecênicas simples para evolução, mas estas também irão seguir o mesmo tema de todo o jogo, que tenho para mim ser muito giro, e espero que vocês concordem! A pergunta é pertinente, porque nem sempre em jogos simples, como o que eu quero fazer e que se torna parecido com o Wushu e o There Is No Spoon, essa mecânica não existe.

2) Já pensei nisso, sim senhor, e a resposta vai pegar um pouco na da 1ª pergunta, que é vai ser tão simples como as regras do jogo; aqui julgo que posso levantar um pouco o véu para dizer que se for importante para a história o personagem morrer, se o jogador achar que é uma morte em glória, se toda a gente à mesa achar que ele deve/merece morrer, então ele bate a bota, se não, ele fica incapacitado, é feito prisioneiro, ou simplesmente deixa de estar em jogo uns tempos. O importante a reter é que ele, se não morrer, fica fora de jogo por uns tempos, e a razão para isso tanto pode vir do GM como do jogador como da mesa.

Faço estas distinções porque as 3 partes (jogador, GM e mesa) vão ter papeis importantes em partes do jogo.

Já agora aproveito para dizer que não tenho ilusões de estar a criar a roda ou de ir ficar rico, ou sequer de isto alguma vez ser jogado! Acho piada a escrever este tipo de coisas, e honestamente estou, isso sim, terrivelmente curioso em mandar depois o pdf, ou a sua cópia, à malta da Forge. :D

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

Re: Respostas

Yey, :)

A while ago, JMendes escreveu:

1) Estás a pensar usar mecânicas de evolução de personagem? Porquê (sim ou não)?

In reply, Rui escreveu:

1) Estou a pensar usar evolução de personagem, sim; a principio o conceito do jogo era para ser exclusivamente sobre personagens de filmes, mas depois achei que isso era demasiado PTA e quis demarcar-me um pouco, tendo pegado num tema que me é muito querido, e já nessa altura a evolução de personagem teria marcado presença sob a forma de Trilogias, onde jogarias um filme em 3 partes e poderias em cada parte acrescentar algo ao personagem; como está agora existem algumas mecênicas simples para evolução, mas estas também irão seguir o mesmo tema de todo o jogo, que tenho para mim ser muito giro, e espero que vocês concordem! A pergunta é pertinente, porque nem sempre em jogos simples, como o que eu quero fazer e que se torna parecido com o Wushu e o There Is No Spoon, essa mecânica não existe.

Entretanto, estive a reler as várias páginas e não consegui detectar do que é que estavas a falar. Queres apontar os meus dotes cognitivos para a parte em questão?

Ou alternativamente, se acabaste por não ir por aqui, queres expandir da tua resposta à minha pergunta?

Cheers,
J.

Oi João!A evolução de

Oi João!

A evolução de personagem e a mecânica para isso foram postas numa resposta ao RPL, que podes ler aqui.

Portanto não é ainda nada canónico, apenas pela minha preguiça. ;)

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

Evolution

Hey, :)

Sounds very nifty! :) Acho que tás lá.

Se fores ao próximo meetup, podemos falar sobre going NAR, se estiveres para isso. (Eu também podia escrever qualquer coisa aqui, mas já tentei começar um post por duas vezes e de ambas estava a sair num tom condescendente à brava, tipo faz assim que eu é que sei...)

Cheers,
J.

Going NAR e condescendência

Não te preocupes; nesta fase do campeonato, todas as ajudas serão bem vindas. Agradeço a tua ajuda por duas razões, 1º porque a tua experiência em NAR é, neste momento, infinitamente superior à minha (ou pelo menos sabes um bocadinho mais que eu), e B) porque não vou estar no meetup para podermos falar. :)

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

Questão sobre a organização

Ricardo, estive a pensar sobre isto e gostava que quando estivesse pronto pudesse ser arrumado como um livro, e que se calhar era bom estar desde já assim, para que eu pudesse acrescentar um page of contents e vocês poderem ir seguindo; é possível fazer isso?

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

Organizar um Livro - Parte 1

O site é uma excelente ferramenta para ires construindo um projecto. Vais criando um post para cada capítulo, dás instruções ao site sobre a ordem dos capítulos (porque senão ficam ordenados por ordem alfabética) e voilá. É possível os utilizadores navegarem pela coisa capítulo a capítulo, com uma tabela de conteúdos criada automaticamente, sendo-lhes também possível clicarem num botão e verem todo o "livro" de uma vez, que dá mais jeito para imprimir.

Isto é muito fácil de fazer, é é complicado de explicar, eheh. Falta documentar isto como deve ser, mas entretanto podes ler o que escrevi sobre o assunto para o Rick Danger: 1a parte, 2a parte.

Organizar um Livro - Parte 2

Criei uma página de rosto para o teu projecto aqui. A página está na tua posse, portanto é ires lá e mudar o título e o parágrafo de apresentação quando quiseres.

Enquanto não estás bem à vontade com isto, o mais fácil é fazeres o seguinte: sempre que tens um capítulo novo a acrescentar, vais à dita página e clicas num link no fundo da página que diz adicionar página filha. Essa página que criares fica automaticamente ligada à página original, fazendo parte da tabela de conteúdos. É superfácil; depois é só uma questão de ordenar as páginas filha, já que por default o site ordena-as por ordem alfabética... mas isso eu ensino-te depois, quando precisares.

Como podes ver na página de rosto que criei para ti, usei a função Estrutura/Outline (vê os dois linkzitos que mandei no comentário anterior) para tornar esta thread uma página-filha, só para te exemplificar o funcionamento. Obviamente que depois a vais tirar de lá quando o produto estiver acabado ou quando esta thread deixar de ser relevante.

Este método do "adicionar página-filha" é simples e só tem um inconveniente para ti. Isto cria as chamadas "páginas de livro", que podem ser editadas por toda a gente. Julgo que não é bem isso que desejas, mas não te preocupes. À medida que fores criando os teus capítulos, eu vou-os transformando em páginas normais, que só podem ser editadas pelo criador.

Organizar o Livro

Ok, certissimo!

Agora vou ter que me ausentar por um tempo indeterminado.

Sintam-se livres de por aqui qualquer questão ou comentário, que tentarei responder logo que chegue.

Abraços!

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

Organizar o Livro - II

Hum, vou acrescentando páginas filha, mas de facto elas ficam por ordem alfabética; como faço para as ordenar por peso, por ex? Ou por data, isso para mim seria mais fácil!

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

Re: Organizar o Livro - II

Rui escreveu:

Hum, vou acrescentando páginas filha, mas de facto elas ficam por ordem alfabética; como faço para as ordenar por peso, por ex? Ou por data, isso para mim seria mais fácil!

Bom, como já descobriste, numerar as páginas é o método mais simples. ;)

Em alternativa, para tudo o que queiras que fique fora da ordem alfabética/numérica, tens um campo chamado Peso que vai de -15 a +15. As páginas ficam a "flutuar" conforme o seu peso (ou seja, ficam ordenadas por ordem crescrente de peso), sendo o peso por defeito 0.

Encontras este campo Peso, quando estás a criar/editar uma página de livro, mesmo por cima do campo dos Anexos (que é o último ou o penúltimo de todos). No caso de eu já ter transformado a Página de Livro numa Página simples (para só tu a poderes editar), o campo Peso está nesse caso dentro da opção Estrutura (ao lado do Exibir e do Editar).

Re: Novo jogo na forja?! Woohoo

Oi, :)

Rui, para tu veres como ideias bem arrumadas fazem logo sentido, the Big Three:

1) What's your game about?

Rui escreveu:

5) Quero Ken Hite meets John Woo meets Warren Ellis

  • Sou um grande fâ destes três senhores, e só de olhar para os nomes julgo que já poderão começar a imaginar o tema do jogo...

2) What do the players do?

Rui escreveu:

2) Quero um RPG Imersionista

  • Quero um RPG que viva tanto da imaginação dos seus participantes, como da vontade com que eles exercem essa imaginação, mas também quero que tanto os jogadores como os GM's se sintam à vontade neste papel. Enquanto este tipo de jogo será  incentivado, ele não será nunca mantido à ponta de espada.

3) What do the characters do?

Rui escreveu:

  • ...que irá ser Grandes Lutas com Grandes Conspirações com Grandes Poderes - grandes poderes? Bom, talvez apenas mais do que o Average Joe ;)

Get it? :)

(Ok, para ser honesto, a #3 levava mais umas pazadas, mas acho que para primeira apresentação até chega...;)

Cheers,
J.

Got it. ;)

Got it. ;)

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

The 101 RPG

Malta, adicionei uma descrição do setting, que podem ler aqui.

Edit: Acrescentei a criação de personagens, que podem ler aqui.

Edit 2: Acrescentei as mecânicas básicas de jogo, que podem ler aqui.

Edit 3: Acrescentei as mecânicas de combate, que podem ler aqui.

Edit 4: Acrescentei as mecânicas para Cool State, que podem ler aqui.

Edit 5: Acrescentei conselhos básicos sobre como jogar, que podem ler aqui.

Edit 6: Acrescentei conselhos básicos para Chios, que podem ler aqui.

Edit 7: Acrescentei a mecânica de NAR e evolução de persoangem, que podem ler aqui.

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

The 101 RPG: Playtest e revisão

Malta, já podem ler as páginas fundamentais do The 101, e comentar sobre elas.

Algumas o português podia ser melhor, noutras o conteúdo mais claro. Confesso que não estou ainda 100% satisfeito com tudo, e não faço ideia se a coisa pode resultar, a menos que vocês me digam.

Se tiverem tempo, façam uma sessão de teste, desde o início: Mission Briefing onde toda a gente mostra os personagens para aprovação e Chios delimita as Mission Parameters, até à própria missão, cheia de dilemas, conspirações e twists.

Ainda não escrevi canonicamente a parte de Crescimento do Personagem, mas já há notas espalhadas por aqui algures, por isso essas também podem ser usadas e testadas.

Já foi aqui pedido para ter um playtest desde jogo no próximo Meetup; não sei se é do agrado de todos, eu estaria certamente muito contente se fosse, mas estaria ainda mais contente se houvesse já alguma correcções e sugestões ao jogo.

Conto convosco!

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

Re: Novo jogo na forja?! Woohoo

Bem, finalmente li isto os posts todos do jogo.

Rui escreveu:

1) Quero um RPG simples

Yup, acho que está bastante simples. Pode beneficiar bastante de umas revisões de texto e tal mas isso é apresentação.

Não percebo porque precisas de regras especiais para combate. Parece-me que o poderias tratar como qualquer outra situação normal sem o distinguir mas é verdade que para o tipo de jogo e para o tamanho que ocupam isso não me parece minimamente grave. Mesmo assim, elas não são assim tanto regras diferentes mas um desenvolvimento das regras normais de acção. Talvez ganhasses em diminuir essa ideia de que existe uma diferença entre combate e todos os outros tipos de acções. Mais questão de apresentação do que outra coisa. Gostei bastante dos exemplos em que meteste para lá o ppl a mandar bocas no meio do combate e essas bocas terem consequencias mecânicas.

Rui escreveu:

2) Quero um RPG Imersionista

  • Quero um RPG que viva tanto da imaginação dos seus participantes, como da vontade com que eles exercem essa imaginação, mas também quero que tanto os jogadores como os GM's se sintam à vontade neste papel. Enquanto este tipo de jogo será  incentivado, ele não será nunca mantido à ponta de espada.

Imersionista é uma daquelas palavras que tem um significado diferente conforme a pessoa que a está a dizer. Sim, o jogo vive da imaginação dos participantes mas isso parece-me verdade para qq rpg. Não percebo bem o que queres dizer com "vontade com que eles exercem essa imaginação."

As regras claramente incentivam um tipo de jogo em que cada participante está preocupado em satisfazer os outros jogadores com descrições ditas cool qb!

Pessoalmente não é o que eu considero imersivo, mas muito provavelmente a tua definição é bem diferente da minha, daí que isso seja irrelevante.

Rui escreveu:

3) Quero um RPG Simulacionista

(...)

4) Quero um RPG que se possa tornar em Narrativista

Aqui, pelas descrições, pareceu-me que estavas a falar de coisas que não correspondem bem aos significados que eu atribuo a essas palavras daí que não vou comentar grande coisa.

Em relação ao GNS, pessoalmente não encontrei nada que me fizesse olhar o jogo como incentivando mais esta ou aquela premissa. Partes diferentes do texto fizeram-me pensar em diferentes premissas e isso normalmente não é considerado lá muito bom. Não sei mesmo se estavas sequer a pensar nisto, com algum objectivo em mente ou se foi o que saiu.

Anyway, talvez outras pessoas tenham uma leitura diferente das regras em relação a este aspecto.

Rui escreveu:

5) Quero Ken Hite meets John Woo meets Warren Ellis

Se há ponto que conseguiste indiscutivelmente foi este! ;)

[B0rg]
We r all as one!!
We are The Borg. We are Eternal. We will return. Resistance is Futile...

If freedom is outlawed, only outlaws will have freedom.

Ois!Desculpa só responder

Ois!

Desculpa só responder agora, nem sempre consigo ver todos os posts no portal, e isso faz com que alguns sejam deixados pra trás (o que foi o caso).

Vou tentar responder às tuas questões/sugestões:

A ideia do combate ser diferente é apenas para salientar a ideia que este é um jogo de acção, rápida e furiosa, e deve ser tratada de maneira diferente. No entanto o que sugeres é bastante atractivo, e confesso que tive dúvidas enquanto escrevia as coisas sobre que tipo de exemplos dar e onde. Muito provavelmente irei juntar as duas ideias numa só, mantendo os exemplos. A ver.

Imersivo, para mim, é sentir o que o personagem sente (muito provavelmente isto vem da escola nórdica), o que se revela depois na parte do jogo em que o personagem é confrontado com o conflicto verdade vs status quo: vais revelar a verdade, ou vais fazer o que te mandam? Podíamos obviamente entrar em discussões sobre Imersionismo e Narrativismo, mas por favor, não. ;)

Simulacionista, é fácil, é um jogo de acção over the top, e acho que o representa bem. Narrativista... isso ainda é complicado, mas estou a trabalhar nisso. ;)

E obrigado pelas palavras de incentivo! E pelo tempo que levaste a ler tudo! :D

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

Playtest do 101

Malta

Este fim de semana não vou ter o esperado início da nova campanha de CoC, com o gm Verbus pela sua impossibilidade, por isso vamos testar o 101.

Vai ser em casa do plasmas.

Não gostaria de ter lá a casa cheia, mas qualquer um de vós interessado em experimentar já, pode deixar aqui o comentário nesse sentido.

Abraços!

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

Isso é um sábado ou

Isso é um sábado ou domingo? é que se for domingo por mim é na boa, se for sábado já tenho coisas semi-combinadas com o ricmadeira e o jrmariano, a não ser que eles queiram testar o The 101 também.

"the drunks of the Red-Piss Legion refuse to be vanquished"

Força!

RedPissLegion escreveu:

se for sábado já tenho coisas semi-combinadas com o ricmadeira e o jrmariano

Bom, seja de que maneira for, só nos podemos reunir de 15 em 15 dias. E se quiserem podemos de discutir se preferimos mais os Sábados ou as Sextas depois do trabalho.

Mas pelo este fim-de-semana estás perfeitamente à vontade; eu no Sábado tenho mais um casamento e no domingo a continuação da campanha de nWOD do Nietzche. Mesmo que o Mariano pudesse vir cá, não haveria nada de qualquer maneira. Vai e diverte-te/divirtam-se!

Pronto o pai deixou, podem

Pronto o pai deixou, podem contar comigo sábado, vou ver se sexta posto o personagem no tópico dos Operatives, ou noutro qualquer que queiras criar para efeitos de teste de jogo.

Digam é como é que chego a casa do plasmas e a que horas é.

"the drunks of the Red-Piss Legion refuse to be vanquished"