Monge II

Retrato de jackjaques

ABRAÃO, Male Religious, Earth'Genasi 1/Dedicated1/Fast1: Init +3; Defense 17; PF/PV 7.1/10; Atk +3 melee, +3 ranged; SV Fort +1, Ref +4, Will +1; Rep +1; Str 16, Dex 16, Con 10, Int 12, Wis 11, Cha 8.
Skills: Balance +8, Concentration +2, Escape Artist +5, Hide +8, Knowledge (earth and life sciences) +3, Knowledge (theology and philosophy) +4, Listen +1, Move Silently +8, Tumble +11.
Feats: Dodge, Simple Weapons Proficiency.
Talents: Evasion, Skill Emphasis (tumble).
Racial: Darkvision (18m), +1 vs Earth FX, Pass Without Trace (5h/day).
Languages: Comum.Languages: Comum.

[EDIT: Genasi Awakening]

Grupos:

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Filho ou Neófito?

Passado não mais de metade desse tempo, o tecto (todo ele de rocha maciça) começa a iluminar-se, deixando entrever uns estranhos entalhes numa das paredes do untório. Nisto, ouve-se um grito seco vindo de um dos outros untórios.

Abra

ão percebe então que terá de tomar uma decisão de vida ou de morte. Os entalhes representam, na verdade, os quatro elementos da natureza: ar, fogo, terra e água (de cima para baixo), sendo que o verdadeiro teste é esse mesmo — qual será o elemento de Abraão? Ele relembra as palavras do Primogénito Alpha: “Terão de encontrar em vós o equilíbrio, a harmonia e a az de espírito para passardes o teste da Terceira Unção.”

Que entalhe é que Abraão irá premir…?

 

o elemento de Abraão

Abraão relembra a sua caminhada pelo deserto salgado e, finalmente, compreende o sentido do seu retiro. Apenas sentia empatia com dois dos quatro elementos, e ambos o acompanharam durante a sua caminhada: o vento, presente desde o passado longínquo, empurrando os seixos durante extensas distâncias; e a pedra, que o acolheu no seu ventre para se proteger do caos da tempestade. E foi aí, relembra, que se sentiu em paz.

Decide premir o entalhe da terra. Eis que o untório é completamente soterrado de terra, caída do tecto.

Abraão, em paz consigo mesmo, deixa-se banhar por essa terra, que o aperta e não o deixa respirar. Mas Abraão, calmo, pela primeira vez na vida sente-se em comunhão com o Primeiro Pai e compreende, que a Terceira Unção não é a da luz do bi-luar, mas a do seu elemento.

Adiante...

A grande laje que o encerrava no interior do untório abre-se e, toda a terra que ainda agora apertava Abraão, desaparece... sem mais nem menos. No entanto, apenas quatro das lajes se encontram abertas, sinal de que o Primeiro Pai apenas terá reconhecido quatro entre os Neófitos presentes à Terceira Unção como seus Filhos.

De volta à Gruta, o Primogénito Alpha congratula-vos:

"Vós que fosteis confrontados pela dúvida; vós que estivesteis encerrados no vosso elemento, sois verdadeiramente dignos aos olhos d'O Primeiro Pai, que vos considera Filhos e, como tal, nossos Irmãos.

"Não penseis mais no Neófito que chegasteis a ser. Não penseis mais nos Filhos que não chegaram a ser.

"A partir de hoje sois Filhos Verdes e, como tal, estais mais próximos do vosso elemento, mais próximos da Natureza e mais próximos d'O Primeiro Pai."

E, posto isto, aproxima-se diante de cada um dos quatro e dá-vos um breve mas sentido abraço, e um beijo na testa.

Depois irrompem os aplausos: toda a gente a bater com as palmas das mãos nas coxas ao mesmo tempo — um barulho insurdecedor mas que, ao mesmo tempo, vos faz sentir integrados ainda mais fundo na vossa sociedade. A multidão, ainda a aplaudir-vos, afasta-se e, em pouco tempo, escoa-se para fora da Gruta, deixando-vos sozinhos aos quatro: tu, um tipo alto e forte, uma rapariga sorridente e um rapaz que aparenta ser muito mais novo do que o suposto.

 

[Desculpa lá a delonga — agora podes contar com um post novo a todas as 3ª-feiras!]

dois pedras

Tendo vivido este ritual juntos não conseguem deixar de trocar experiências do ocorrido e das vossas vivências. Como tal, ficas a saber que o tipo alto pertence à primeira primogenitura e, coincidência das coincidências, também é Pedra! A rapariga é da quinta progenitura enquanto que o rapaz é da sétima progenitura e, sim(!), é mesmo mais novo que o que seria de esperar. Quanto aos elementos, ela é Fogo e ele Ar.

O tipo alto diz que: "És o primeiro Gama Pedra que conheço."

"Sim, costumam ser Água ou Fogo." — comenta a rapariga.

Já o rapaz mais novo parece ser menos falador...

 

 


 

As sete primogenituras lidam com os diversos aspectos da nossa vivência enquanto pessoas com realidade física, mental e social. São elas:

  1. Força,
  2. Agilidade,
  3. Vigor,
  4. Inteligência,
  5. Sabedoria,
  6. Carisma, e
  7. Psique.

XP

Meu caro Abraão, subiste de nível!

Mas, em vez das escolhas costumárias vais manter os mesmos poderes quase na íntegra.

Como assim? É que, o que na verdade aconteceu ao encontrares o teu elemento foi que acordaste o Genasi que havia em ti. E, como tal, só isso equivale a teres ganho um nível uma vez que esse tipo de criatura é mais poderoso do que um ser humano comum.

Mas não deixas de ter ganho novas habilidades! São elas:

  • Ajustes Raciais: +2 a Força e a Constituição; -2 a Sabedoria e a Carisma.
  • Visão: Darkvision, até uma distância de 18 metros.
  • Bónus Racial: +1 aos lançamentos de protecção contra efeitos de terra.
  • Poder Racial: Pass Without Trace, uma vez por dia (durante um máximo de 5h) podes evitar deixar rastro em qualquer tipo de terreno — lama, neve, poeira, e outros que tais.

Muito bem! Vamos lá a

Muito bem! Vamos lá a isto! O que queres que te diga! Estou muito contente de me ter transformado num ser pararecido com um humano mas qe afinal não é! AUUUUUUU

 

 

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what about now?

Pouco depois regressam a vossas casas.

Na manhã seguinte, Abraão é convocado para uma reunião com a sua Primogénita:

"Os meus parabéns, Abraão. Espero que sintas a Terceira Unção como uma dádiva d'O Primeiro Pai e não como uma limitação." — e, depois duma breve pausa: "Sei que a tua natureza te força a seguir outros rumos, tais como explorar esta tua nova afinidade mas, se decidires seguir por esse caminho, não te poderei proteger da acção dos Primos Gama. E acredita, eles vão tentar influenciar-te na tua decisão."

"Ouve Abraão, sei que te já te sentiste inclinado em seguir a 5ª primogenitura mas, se o fizeres, ficarás mais exposto. Deixa-me dar-te um conselho: se queres mesmo mudar de orientação, ao menos equaciona escolheres a 1ª primogenitura... Eles ensinar-te-ão a defender-te!" — breve silêncio: "Seja como fôr, as nossas portas estão sempre abertas."


[O que se trata aqui é de escolheres qual o curso que queres seguir daqui para a frente.

  • Se o curso que frequentas agora, mais voltado para a agilidade e a destreza (2ª primogenitura).
  • Se um curso mais voltado para a sabedoria e a dedicação ao próximo (5ª primogenitura).
  • Se um curso mais voltado para a força e o controlo da mente sobre o corpo (1ª primogenitura).]

Muito bem, escolho o curso

Muito bem, escolho o curso da 1ª primogenitura.

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outra interrupção

De regresso a casa, meditas sobre a resolução que tomaste.

E de novo és interrompido! Mas não por uma pedra lançada pela janela — está alguém a bater à porta. Era o tipo alto e forte com a mesma afinidade que tu:

"Disseram-me que escolheste a 1ª primogenitura. Fico contente!" — e depois: "Não queres ir conhecer o recinto de treinos?"

Vamos! http://jogoeu.wordpre

DC 25

Lá segues com o teu novo colega até ao recinto da 1ª Primogenitura. Chama-se Jónatas e parece estar radiante com a sua nova condição:

"Abraão, não é? Não sou muito bom com nomes... Fiquei muito contente por ter encontrado o meu elemento durante a terceira unção. É que estava mesmo a nadar...!" — confessa.

Jónatas lá te vai dando a conhecer o recinto chegando, por fim, ao ponto que lhe foi indicado:

"Disseram-me para esperar aqui."

Mas nem tens tempo de te aperceber muito bem onde te encontras porque, de um nicho na parede, irrompe um vulto que, sem mais nem porquê, empurra-vos aos dois na direcção de um abismo. Ainda tentas reagir mas de nada te serviu. Quando te apercebes do sucedido, acabaste de cair num fosso lamacento.

Lá do alto, com palavras secas:

"Sou o vosso Primogénito. Mostrem-me que são capazes."

Pergunto: -E o que queres

Pergunto:

-E o que queres que eu te mostre?

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what you gonna do?

O Primogénito dá um passo atrás e desaparece do vosso campo de visão. Jónatas assume a tarefa de te responder:

"É uma prova de força!" — diz, olhando o alto do fosso.

E tu, queres continuar na conversa ou vais agir...?

Quero tentar subir para

Quero tentar subir para ficar ao mesmo nivel do Primogénito usando um dos meus talentos Evasion.

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um conto

Abraão lança-se para a árdua tarefa que é escalar o fosso lamacento. Ainda assim, a tarefa começa por se mostrar mais fácil do que seria de supôr, mas as dificuldades não tardam em mostrar-se.

Ao seu lado, Jónatas consegue subir um pouco mais que Abraão, mas ainda sem conseguir chegar ao topo.

Nisto, o Primogénito tenta encorajar-vos:

"O conto que vos vou contar vem sendo a base da nossa primogenitura desde que o primeiro Primogénito o ouviu do próprio Primeiro Pai:

Na velha savana, um local inóspito e desolador, vivia uma criatura que, aparentemente contra todas as probabilidades, conseguia sobreviver encabeçando o ecossistema. Os seus instintos de sobrevivência obrigavam-no a perpetrar um crime horrendo! Quando as suas crias tinham já os olhos abertos e começavam a brincar fora da toca a progenitora atirava-os para o fundo de um buraco, sem os ajudar. A progenitora arriscava-se a perder parte da sua prole naquele momento. Mas era um mal menor. Se uma cria não superasse aquele teste, a savana trataria de a derrotar, mais cedo ou mais tarde.

Assim, em vez de dividir os recursos, já de si escassos, por toda a ninhada, a progenitora prefere dar todos os recursos apenas àqueles que, por conseguirem sair do buraco, demonstram ser verdadeiros sobreviventes."

E volta a calar-se, no topo do fosso.

Mas afinal o que pretendes

Mas afinal o que pretendes de nós? Matar um para dar tudo ao que sobreviver?

Que criatura era essa?

panthera leo

Abraão pára por uns instantes, reflectindo se deveria ou não preocupar-se em defender-se de Jónatas. Mas decide não se preocupar com isso e sim com a escalada. Junto ao topo o caminho estreita e Jónatas toma a dianteira.

Contra tudo o que seria de esperar, Abraão, tendo encontrado onde se apoiar, dá um empurrão a Jónatas. Mas não para o retirar da "corrida" —muito pelo contrário— senão para o ajudar a subir mais depressa. Jónatas, uma vez no topo do fosso, estende por sua vez a mão a Abraão, ajudando-o a subir.

Perante isto, o Primogénito exclama:

"Sois, de facto, verdadeiros sobreviventes."

como é que diz que disse...?

"A força muscular de nada serve se não estivermos munidos da força de espírito." — explica o Primogénito: "Vocês mostraram possuir a coragem necessária para ajudar ao vosso irmão perante a adversidade!"

Posto isto, convida-vos até ao recinto da Primeira Primogenitura, já bem conhecido de Jónatas que, pouco tempo depois, pede licença deixando-te sozinho com o Primogénito. Este pergunta-te sobre o teu elemento e sobre a tua aprendizagem até aqui. Na verdade, parece bastante interessado no facto de seres um Gama:

"A versatilidade que vens demonstrando é um trunfo que tens que defender a todo o custo, Abraão." — e, puxando-te para um canto: "Não tens tido problemas por causa disso, pois não? Os Primos não te têm importunado, pois não...!?"

Afasta-se, pensativo. Mas logo retoma a conversa:

"Pode ser que tenhamos uma solução para o teu caso..." — ao que é interrompido por um neófito que lhe dá uma mensagem. Volta-se de novo para ti: "O Alpha mandou-me chamar,... Logo falaremos, eu e tu!" — e afasta-se, seguido do tal neófito.

Antes que pudesses ir-te também tu embora dali, eis que reaparece Jónatas caminhando na tua direcção. Está inexpressivo e parece ter o olhar perdido no horizonte... Quando chega mesmo junto de ti parece querer esboçar algumas palavras mas não consegues compreender nada, pois tudo o que diz sai embrulhado.

De repente, sem mais nem porquê, atira-te com um soco treinado à tua face! Surpreso, não consegues desviar-te a tempo. [Perdes 6 PF.]

E agora, o que queres fazer?

what about now?

Depois da surpresa inicial és tu quem reage primeiro.

Que queres fazer?

Afasto-me a correr e

Afasto-me a correr e pergunto-lhe o que se passa.

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>SWISH<

Jónatas, inexpressivo, não te responde. No entanto, segue-te lentamente, esboçando outro soco que não chega a acertar-te.

E agora, Abraão - que fazes...!?

  1. Continuas a fugir: para algum sítio em específico?
  2. Defendes-te, sem atacar?
  3. Defendes-te, atacando-o?
  4. Tentas só chamá-lo à razão?

Defendo-me sem o atacar,

Defendo-me sem o atacar, insistindo em saber qual a razão da sua agressividade

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>SOC<

[Ok. Isso dá-te um bónus de +4 à Defesa.]

Ele continua a avançar na tua direcção sem dizer coisa nenhuma. E, mesmo perante a tua reacção pacífica, ele continua a mostrar intenções de te atacar. Continuas a recuar, questionando o seu comportamento. Mas a resposta dele é voltar à carga, com um soco dirigido à tua face que consegues desviar sem problema. No entando, apesar de continuar a carga, sentes que o seu último soco trazia menos força que os anteriores. E, quer-te parecer, apesar de continuar a pressionar, parece que perdeu o ímpeto inicial.

No entanto, isso não invalida o pontapé que se segue, já com mais peso do que os socos anterior.

sim, dele...

Abraão, ainda sem perceber quais as motivações de Jónatas, continua sem o atacar, defendendo-se o melhor que conseguia. A verdade é que as técnicas de combate que aprendera na segunda primogenitura eram bem mais subtis do que as de Jónatas e Abraão conseguia ler os seus movimentos com facilidade. Ainda assim, Jónatas continuava a pressionar Abraão num sentido, atacando quando este se desviava.

Abraão decidiu então tentar perceber para onde é que Jónatas queria que este se dirigisse. E, não demorou muito a perceber que Jónatas o orientava em direcção ao fosso lamacento, atacando sempre que este se desviasse dessa rota. Por sorte, Abraão conseguia ler cada vez melhor os ataques de Jónatas. Ou isso, ou os ataques de Jónatas estavam mesmo a ficar cada vez com menos ímpeto.

Quando finalmente chegavam ao topo do fosso Jónatas pára e, finalmente, dirige-se a Abraão com algumas palavras:

"Junta-te a nós ou serás o culpado da morte dele." — e, dito isto, dirige-se até à beira do fosso.

Quem és? ... O que queres?

ESPERA! PARA! ...não és o Jónatas, quem és tu? O que queres de mim?

É bom que me respondas, não me juntarei a algo que desconheço...

e que não aconteça nada ao Jónatas , nunca vos iria perdoar!

RESPONDE-ME!!!

>WUUUSH<

Jónatas parece mostrar-se dividido e, como quem tem uma enxaqueca repentina, lança uma das mãos à cabeça e, com um esgar de dor, o outro braço tenta levantar-se de modo sincopado, cerrando o punho ao ponto das veias ganharem relevo. Dá um passo atrás, como que em desequilíbrio e, como que transfigurando-se diz-te apenas:

"...sobreviventes!" — ao que não conseguindo manter-se de pé cai sobre os joelhos e, acto contínuo, o peso do corpo fá-lo cair borda abaixo.

Abraão ainda tenta apanhá-lo; e o seu tempo de reacção até o teria permitido, não fosse um forte vento dirigido contra si ter contrariado o seu avanço. Abraão imaginava, impotente, Jónatas a cair pelo fosso lamacento abaixo, enquanto o vento continuava a aumentar de velocidade...

Era fácil de perceber que aquele vento não era natural e, apesar de soprar agora a mais de 80 km/h, Abraão consegue manter-se de pé durante o curto tempo que o vento ainda continuou a soprar.

Depois do último silvo Abraão consegue ouvir passos por detrás dum varandim escavado no topo do planalto.

Oiço passos por detrás

Oiço passos por detrás dum varandim escavado no topo do planalto...Aproximo-me do fosso.. em silêncio... tentando compreender se Jónatas terá sobrevivido á queda...

 

"...Sobreviventes...", que quereria ele dizer? Quem o estava a controlar? Está aqui mais alguém! mas quem?  - penso eu.

 

Perplexo e com uma postura algo defensiva...levanto-me lentamente e olho para o varandim, tentando compreender quem é essa pessoa. Aproximo-me lentamente... sem falar...

the who?

Consegues perceber que Jónatas sobreviveu à queda, apesar de se agarrar ao peito com dores.

Lá em cima, consegues ver apenas alguém a virar-se e a afastar-se calmamente. Como és um recém-chegado a esta primogenitura ainda não conheces os cantos à casa, pelo que não sabes muito bem como chegar ao varandim.

No entanto, só tarde demais te apercebes de que alguém se aproxima pela mesma entrada que te trouxe até aqui. É uma rapariga com ar assustado:

"Quem és tu? O que fizeste ao Jónatas!?" — ao que se coloca em pose defensiva.

A culpa disto não é

A culpa disto não é minha! Ajuda-me? Confias em mim? A pessoa responsável por isto estava naquele varandim, sabes com lá chegar? Estava a pensar em segui-la , enquanto isso, podias chamar ajuda para tirarmos o Jónatas do fosso!? Não fui eu!!Acredita!!! Seria incapaz de tal acto!

três opções...

A rapariga fica perplexa perante a situação em se vê e, apesar das tuas tentativas de a acalmar, desata a gritar correndo na direcção oposta:

"Acudam! Acuuudam!"

Ela não acreditou na tua história nem de longe nem de perto — não, de perto não mesmo... ó pra ela a correr! — no entanto, apesar dos gritos, consegues ouvir ecos vindos do varandim: sons de alguém a correr pelos tuneis escavados na pedra do planalto, afastando-se cada vez mais...

Lá de baixo, Jónatas tentava chamar por ti:

"Abraão... <cof cof> Abraão!?"

Ficar ou perseguir o desconhecido...

Jónatas!!!! Estás bem? Não te magoaste?

Algo de estranho se passa aqui! Sabes quem é o responsável por isto?

Vou segui-lo pelos tuneis, a ver se o consigo apanhar!!!

 

 

confiança abalada

Jónatas ainda responde:

"Cuidado! <cof cof> Primo psi..." — mas Abraão não o consegue ouvir muito bem mas depreende que não corre perigo de vida.

Ainda assim, quase que adivinhava o que Jónatas teria para lhe dizer. Cayla bem o tinha avisado... Abraão recorda as suas palavras e, por algum motivo, a sua missão parece-lhe agora mais clara. E, atirando um último olhar a Jónatas, Abraão sai a correr à procura de quem estaria no varandim. De início, nenhum ruído, para além dos seus próprios passos, ecoa pelo túnel, mas Abraão vê um vulto a correr para lá de uma curva e acelera o passo. No entanto, ao passar a curva sente como que uma chicotada a estalar na sua confiança e o seu corpo fica meio atordoado* durante menos de meio minuto — mas o suficiente para o vulto sair a correr em direcção a uma janela exterior (escavada na parede do planalto).

Abraão não conhece os corredores desta primogenitura mas a sua experiência diz-lhe que, muito provavelmente, do outro lado da janela estará o topo do planalto. Antes de avançar, no entanto, Abraão vê uma estante com vários bastões de treino — com certeza estaria numa área de treino. [QUARTERSTAFF, +3 melee, 1d6+3]

 

[*] O que quer que seja que te atacou fez com que ficasses Stunned durante 4 rondas (cerca de 24 segundos). Nessa condição não podes andar nem atacar, e ganhas uma penalização de -2 à Defesa. Mas já passou...

Podia ser pior...

"Que posso eu fazer? Que vou fazer??? Será melhor ir falar com alguém.. mas com quem?"- penso enquanto tento segurar num bastão e aproximar-me da janela.

up or down?

Espreitas pela janela: para baixo, um salto de uns 3 metros; para cima, uma escalada de 2 metros - o que vai ser...?
Quanto a indicios de quem persegues... quem sabe?

Toca a subir!

Decido fazer uma pequena escalada, ver onde me vai levar!

pôr-do-sol

Rapidamente chegas ao topo. Lá em cima consegues ver o deserto de sal em todas as direcções; esboço das montanhas a norte; pôr-do-sol a oeste. Tudo indica que estejas sozinho. No entanto, apesar de não veres ninguém, ouves passos à tua frente e, acto contínuo, sentes o vento a tentar empurrar-te novamente, mas aguentas pé firmemente.

De repente, como que se o vento a tivesse trazido, ela aparece à tua frente. Não a reconheces, mas há algo nela que te faz não saber como sentir...

E agora: queres tentar falar com ela, atacar, fugir, ou algo mais...?

Prudência...

Não fujo, afasto-me um pouco dela, para uma distância segura e com uma postura ligeiramente defensiva,de modo a que ela não se aperceba....  e espero a ver qual qual a sua proxima acção...

a sua postura era inconfundível

"Sempre nesse teu mundo de indecisões." — diz ela como se te conhecesse de longa data, ao que continua: "Vejo que ainda não me reconheceste Abraão." — ao que se senta no chão (na posição de lótus) convidando-te a fazer o mesmo. E é só aí que, recordando o teu treino na 2ª primogenitura, a reconheces. A sua postura era inconfundível. Ainda te lembras quando, numa aula de defesa pessoal, se levantou num ápice e, sem deixar que te aproximasses, te desarmou vinda da direcção contrária. Era Cayla, não tinhas qualquer dúvida.

Congelas, o ar fica pesado. Ela sorri calmamente.

Só me faltava esta...

Continuo desconfiado, mas não quero que ela se aperceba..

Sento-me lentamente, mostrando um ar seguro, e digo: " Muito engraçadinha... o que queres de mim? Que andas aqui a fazer?"

acto contínuo

Mas, acto contínuo, ela já estava por detrás de ti, mão esquerda na tua têmpora direita, braço direito à volta do teu pescoço sussurrando-te ao ouvido:

"Sei que te pode ser difícil acreditar que seja eu à tua frente por teres falado* "comigo" há pouco tempo mas não vai ser por causa daquela impostora que te vou admitir faltas de respeito!" — deixando rapidamente de sussurrar.

E, tão rápido como quando te agarrou por detrás, já estava de novo sentada à tua frente, olhos nos olhos:

"Nunca te teria dito para mudares de primogenitura, Abraão. Tens de perceber... ela queria-te longe para que não a desmascarasses...!" — e, parecendo mudar de atitude: "Preciso da tua ajuda, Abraão."

 

* Procura o post de 04/08/2009, "what about now?"

Começo a compreender...mas

Começo a compreender...mas ainda é tudo muito confuso...

"Para que queres a minha ajuda? Como posso ajudar?"

what about now?

Ela parece relaxar um bocado do seu estado alerta e logo começa:

"Abraão, há um grupo de pessoas dentro do Planalto que quer voltar à cidade. E, para isso, está disposto a tudo(!) inclusivé plantar sócias em lugares de destaque para cimentar a sua posição... Eu fui um dos alvos e vi-me obrigada a manter-me escondida até ao momento mas agora que percebi o plano deles não posso continuar sem agir.

E explica-te que uma cientista de Emerson está de visita ao Planalto Verde para obter ajuda junto do Primogénito Alpha. No entanto, Cayla sabe que este não a pode ajudar e que, o mais certo será apontá-la na direcção da 4ª Primogenitura para que eles a ajudem.

"Não podes deixar que eles lá cheguem! Nem que para isso tenhas que recorrer à força!" — olha-te de novo com a mesma intensidade com que a imaginaste enquanto te agarrava o pescoço: "Ela vem acompanhada por um homem de traços asiáticos. Intercepta-os e convence-os a seguir-te. Eu vou estar à espera na terra do Sebastião."

Continua a explicar-te que Sebastião era um agricultor amigo dela e que ele, juntamente com Tull (um homem da sua extrema confiança) tinham guiado Dodoni ao Planalto.

"Se por acaso os encontrares, Tull saberá que vais da minha parte. Mas o Sebastião talvez não perceba logo isso. Terás que lhe dizer que vais da minha parte." — sorri, pensativa.

"Ah! E trata-o por Teão! Era o nome que eu lhe chamava quando eramos novos." — explica, enquanto se levanta. Nisto, leva a mão às costas e tira um nunchaku* para te oferecer:

"Ainda te lembras como se usam, Abraão?"

E agora, como queres fazer para encontrar Dodoni e o companheiro? Vais esperá-los (1) à saída do Primogénito Alpha, (2) à entrada da 4ª Primogenitura ou (3) algures pelo caminho?

 

* Passas a ter duas armas: [NUNCHAKU, +4 melee, 1d6+4] e [QUARTERSTAFF, +3 melee, 1d6+3]. Se quiseres usar o Quarterstaff com ambas as pontas numa mesma ronda as estatísticas passam a ser: [QUARTERSTAFF, -1/-5 melee, 1d6+3/1d6+3]. Para além de poderes atacar com o quarterstaff duas vezes também podes usá-lo para atacar a uma distância maior, uma vez que é uma arma longa

"Partirei de imediato, vou

"Partirei de imediato, vou tentar encontra-los pelo caminho, penso que será melhor assim..."

guia incauto

Segues então a caminho da Alta Creche* esperando interceptá-los no caminho que vai do aposento do Primogénito Alpha à 4ª Primogenitura. Numa ala com vista para os jardins apercebes-te da presença de alguém a falar baixo depois da intersecção. Não consegues deslindar o que dizem só que outros tantos se aproximam, guia à dianteira. É um casal com traços asiáticos e roupas estranhas, de ar decidido apesar de mais atentos aos jardins do que ao guia. Reflexo: escondes-te, tentando permanecer em silêncio. Os teus músculos ainda retinham a lembrança do treino de Cayla...

Apesar de terem todo o aspecto de estarem a visitar o local pela primeira vez consegues perceber que trocam algumas palavras com quem estava já no corredor à conversa. O guia, avançando sozinho pelo corredor, pára na intersecção e, ignorando completamente a tua presença, vira-se para trás para que o seguissem...

 

* Local onde se localizam os serviços administrativos da Creche (escola dos neófitos).

Escondido mas atento

Continuo escondido pela vegetação do jardim e tento aproximar-me mais deles de modo  a tentar

compreender o que dizem sem que se apercebam da minha presença... por vezes e somente

por pequenos instantes levanto ligeiramente  a cabeça para ver se detecto movimentos estranhos...