Jogos de Essen 2013

Chegado o mês de Outubro, muitos de nós gostamos de acompanhar e saber quais os jogos que irão ser lançados na feira de Essen. Este ano não foi excepção!

Estando agora em finais de Novembro, muitos já tiveram a oportunidade de experimentar diversos novos jogos. Assim sendo, lembrei-me de criar este tópico para falarmos um pouco sobre quais os jogos lançados em 2013 e que já jogámos (ou que nos chamaram a atenção) e qual a nossa opinião.

Para ajudar a organização deste tópico, sugiro que para cada jogo se crie uma nova entrada com o título do mesmo e com alguma informação que se considere relevante. Depois, as opiniões deverão ser colocadas como comentários desses mesmos jogos.

Fico a aguardar então pelas vossas opiniões e participação. smiley

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Caverna: The Cave Farmers

Agricola 2?

Definitivamente, para mim, este é o Agricola 2. Joguei-o apenas uma vez e por isso não sei dizer se é melhor ou pior. Apesar de permitir até 7 jogadores, não creio que seja jogo para jogar habitualmente com mais de 4. Eu, que já gostava do Agricola, gostei bastante de o jogar e será muito provavelmente um jogo que irei em breve adicionar à minha coleção. Gosto da sensação que este jogo me deu: tinha muitas opções boas, decidia que queria seguir uma estratégia, mas depois com outras opções tão apelativas acabava inumeras vezes por me desviar do meu plano. Apetecia-me quase sempre poder ter mais duas ou três jogadas para poder fazer mais N coisas! Gosto disso! Recomendo!

Joguei 3x: um solo, um a 2p e

Joguei 3x: um solo, um a 2p e um a 5p. Gostei muito do jogo tal como do Agricola.

Não sinto falta das cartas pois são compensados pelos muitos edifícios (e ainda só joguei com metade!).

A produção do jogo é excelente e destaca-se do Agricola pelo tema mais bem humorado, por abrir ainda mais o leque de hipóteses (mais animais, mais coisas para desenvolver no nosso tabuleiro) e os nossos familiares poderem evoluir enquanto guerreiros!

A repetir diversas vezes!

subscrevo...

até porque os joguei com o Hélio (tirando o solo :-)

Como também não sou grande fã do Agricola, achei que este, sem cartas e com os edifícios são mais a minha praia.

De resto as novidades referidas pelo Hélio são de facto divertidas e interessantes...

Está marcado!

Idem Idem...

Tambem participei no jogo a 5 com o Hélio, e até ao momento é o melhor jogo de Essen'13 que tive a oportunidade de experimentar.

O Agricola provavelmente é mais elegante, com menos redundancia de meios para chegar ao mesmo fim, e irrita-me um bocado os designers estarem sempre a reciclarem jogos, mas na verdade o Caverna é um optimo jogo, a pontuação é mais solta e o tema é bem mais divertido.

Publiquei agora um post aqui

Publiquei agora um post aqui sobre os jogos de Essen que já tive opotunidade de jogar.

Do Caverna isto é o que penso depois de apenas 1 jogo:

"

  • Este jogo não é agricola. Partilham a mecânica principal de escolha de acções mas têm muitos detalhes diferentes que os tornam muito distintos.
  • As pessoas que vão adorar este jogo não são as mesmas que adoram Agricola. Eu adoro Agricola e achei este Caverna bom mas não tão bom como Agricola. Ainda assim os cavalheiros que jogaram comigo ficaram todos muito mais impressionados do que eu.
  • Sinto muito falta das cartas na minha mão. Gosto de ter edifícios privados para mim muito mais do que ter um conjunto na mesa partilhado entre todos.
  • As expdições foram outro aspcto que não gostei, já que libetam demais os jogdores da necessidade de planarem jogadas futuras. As expedições são como um joker de acções e flexíveis demais na minha opinião.
  • Não me interpretem mal porque eu gostei bastante do jogo, apenas comparando com o Agricola é um jogo inferior. Agricola é muito mias elegante.

"

Tal e qual

Subscrevo!

A little bit late to the party, but here it goes...

Opinião pessoal: Caverna é o Agricola 2.01 pois além de ser uma evolução do predecessor (leia-se evolução e não revolução, daí o 2.0) já saiu um patch de correção para um infinite loop de minério, possível com determinados edifícios.

Dito isto, e numa versão mais escamuteada, temos um Agricola com algumas (muitas) adições e algumas (poucas) subtrações.
Vamos às contas. Adicionámos:
- tabuleiro individual com duas partes totalmente distintas entre si: montanha (que servirá de nossa casa) e floresta (que será a nossa fonte base de alimento com a criação de animais e plantações);
- recursos da montanha (minério e cristais), cristais esses que são, basicamente, wild tokens;
- dois novos tipos de animais (burros e cães) com regras específicas e dispares dos restantes;
- tipos de quartos para construirmos no nosso lar cavernoso, disponíveis inicialmente para todos inicialmente mas após construídos beneficiam o jogador que os construir;
- uma nova mecânica a que se chama expedição e que nos permite equipar com armas os nossos anões para combater o mundo lá fora;
- mais colheitas sendo que algumas delas só têm uma fase de alimentação diminuta e algumas são aleatoriamente (mas conhecidas no início da ronda) efectivas ou não;
- possibilidade de jogarem até 7 jogadores (acho que aqui foi só mesmo para dizer que será possível jogar o jogo a sete - número possível pouco comum no actual panorama de boardgames deste género - normalmente 5, alguns a 6 mas sete é raro);
- muitos tiles e regras que modificam a base Agricola;
- novo sistema de scoring, mais directo e mais aberto a alguma especialização.

Subtraímos:
- dois recursos (barro e colmo);
- cartas;
- scoring revoluto e que favorecia a distribuição equitativa de esforços na construção da vossa quinta.

O que sai daqui como resultado final, e que assiste a uma reformulação do que foi subtraído (recursos barro e colmo por novos recursos minério e cristais; cartas pessoais passam a serem "cartas" para todos com a introdução da construção de quartos; scoring mais directo), é um jogo com mais possibilidades, com mais opções, com menos tensão na fase de alimentação (pois existem mais colheitas e procriação de animais), no fundo com mais terreno para o jogador desbravar.
Fica-se com a sensação de dever cumprido para com a família de anões que orientámos nesta epopeia. E já não podemos dizer que a nossa quinta é melhor que a do vizinho. Podemos dizer que é diferente. Já o jogo, não é assim tanto. É melhor. Como a quinta do anterior título. 

Caverna

Agricola 2.0? Sim, pode dizer-se que sim...

Melhor? Para mim, definitivamente sim.

O Agricola irritava-me um pouco. Tenho tendência a especializar-me nos jogos e aquela coisa de ter que fazer de tudo o mais possível era muito constrangedor para mim. Quando jogava a versão com cartas era uma desgraça... Havia combos tão fixes para me especializar na madeira ou no barro ou noutra coisa qualquer mas depois essa especialização servia de pouco ou nada e o trabalho para a fazer acabava por prejudicar aquele objectivo imposto de fazer de tudo... Não era para mim.

Neste estamos muito mais à vontade. Convém fazer de tudo para evitar os negativos mas apostar em certas coisas específicas compensa largamente. Além disso a questão da alimentação é bem mais fácil de controlar e as opções e alternativas são suficientes para conseguir fazer sempre algo útil, mesmo que outro jogador nos tenha removido a opção óptima.

Neste divirto-me mais. Estou mais à vontade e posso adaptar-me muito às adversidades e focar a minha atenção nas melhores opções para maximizar os meus pontos ao invés de estar preocupado em reduzir a desgraça como me acontecia no Agricola.

Os pontos comuns são muitos... A quinta, a casa, a família poder crescer, etc... Daí a sensação de Agricola 2.0.

Ainda só joguei uma vez mas está bem à frente do Agricola. Talvez ainda não ultrapasse o Le Havre mas com mais partidas pode bem conseguir isso...

-

Gamer profile

Agricola 2.0 ?!?

Tinha prometido a mim mesmo que só comentaria e classificaria em definitivo jogos que já tivesse jogado pelo menos 3 vezes, mas estou a ver que isso ainda vai levar o seu tempo, por isso que criar uma regra nova e permitir-me fazer uma apreciação inicial provisória antes do julgamento final cheeky

Caverna ou Agricola 2.0 ??

Esta é seguramente a maior das discussões que podemos encontrar. Sendo do mesmo autor e utilizando muito do que já tinha criado para o Agricola, o Caverna partilha muito com o seu antecessor, mas não é uma cópia e muito sinceramente, para mim, tem um feeling diferente.

Eu gosto muito do Agricola e gostei também muito do Caverna. Acho o Caverna ligeiramente menos complexo, mas mais equilibrado e variado. Quem tem o Agricola, vai querer experimentar, mas não vai trocar. Quem não tem nenhum, se calhar vai optar pelo Caverna. Eu vou!

Preciso de voltar a jogar e depois direi mais sobre o assunto. Mas para já é um sim grande smiley

 

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"The only way to achieve the impossible is to believe it is possible."
Lewis Carroll in Alice in Wonderland

Russian Railroads

Joguei 1x, achei algumas

Joguei 1x, achei algumas ações como sendo obrigatórias como primeiras escolhas em cada ronda e isso torna algo prevísivel essa parte do jogo.

Acabamos o jogo e ficam 70% de coisas ainda por fazer, nunca tinha sentido tal coisa noutro jogo. Mesmo especializando é difícil ir até ao fim.

A diferença de pontos entre os jogadores no final é grande e leva-me a pensar que o jogo não estará muito equilibrado.

A escolher ações é capaz de haver 1 que dá 20-25 pontos e as outras não acrescentam quase nada ao nosso jogo (ao contrário de outros jogos onde quase tudo é bom e queremos tudo - aqui houve vezes em que não queria nada!)

É bom jogo mas nada novo nem de perder a cabeça. Repetirei com gosto quando se proporcionar.

Era o jogo que tinha maior

Era o jogo que tinha maior expectativa, o design gráfico está optimo e os autores são conhecidos por fazerem várias versões de 18xx. Acabei por jogar dois jogos de seguida, e se no primeiro fiquei convencido que a estratégia de industria era demasiado forte, com o vencedor a amealhar 350-375 pontos e um avanço significativo sobre os restantes, o segundo jogo veio contrariar-me com o vencedor a investir na linha transiberiana para 399 pontos finais. Aparentemente as estratégias não são tão desiquilibradas quanto isso.

Agora, concordo que o jogo está mais scripted que um blockbuster... As escolhas iniciais são invariavelmente as mesmas - Engenheiro, 2 Rublos e 2 trabalhadores temporários, e uma vez escolhida a estratégia principal - Industria e uma das linhas menores, ou a linha transiberiana - existem claramente opções certas e todas as outras que pouco acrescentam. Ou seja, é um work placement sólido mas de duração limitada, suspeito que em meia duzia de jogos fica completamente explorado e sem nada para oferecer de novo.

para breve...

mas já está marcado!

adiatamento...

... finalmente fiz um jogo, a 3!

Provavelmente, das novidades de Essen, o jogo que mais gostei. Não tenho muito a acrescentar, principalmente ao que foi acrescentado pelo Tiago. Não me parece que sofra de falta de rejogabilidade, tem sem dúvida algumas jogadas praticamente obrigatórias, mas o jogo tem muitos caminhos para seguir e experimentar.

Muito bom.

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Publiquei agora um post aqui sobre os jogos de Essen que já tive opotunidade de jogar.

Do Russian Railroad isto é o que penso depois de apenas 1 jogo:

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  • A primeira impressão deste jogo foi muito boa. O jogo me deu uma sensação muito boa de evolução e a ordem pela qual se evolui as linhas é um aspecto essencial para todas as estratégias.
  • As primeiras acções de cada turno estão scripted, o que é um problema. (se não as primeiras, pelo menos a primeira acção é sempre ir buscar um engenheiro.)
  • A evolução de pontos ganhos talvez escale demais nos ultimos turnos. Num turno pontuamos 40 pontos no próximo já podemos fazer 90… Preferia um outro sistema de pontuação menos focado neste acumula de pontos todos os turnos. Talvez um modo se score completamnte diferente.
  • Mas cmo disse foi uma experiência muito boa e quero repetir assim que surgir a oprtunidade. (porém já muito boa gnte me disse que a rejogabilidade do jogo é baixa, e ao fim de alguns jogos parece que já experimentámos tudo. E eu consigo prever isso também..)

"

Meeple russos... :)

Fantástico!

É um jogo de alocação de trabalhadores que nos faz alimentar um motor de pontos que premeia a especialização. Dito assim não parece fascinante, mas para mim é delicioso.

Primeiro porque premeia a especialização. E não corta as pernas ao líder. E ainda bem, quer dizer que o tipo que ganhar, ganha sem sentir que o jogo não gosta dele.

E depois porque é elegante. Sublimemente elegante. A evolução nos diferentes caminhos de ferro dá-nos diferentes objectivos, mas que volta e meia acabam por se cruzar com os dos nossos adversários. Dou-vos um exemplo: alguém que aposte na industrialização pode querer determinada fábrica, assim como quem está apostar no avanço das linhas de caminhos de ferro pode precisar de determinada locomotiva. Fábricas e locomotivas partilham o mesmo token, de lados opostos. Aqui, entra a ordem de turno. Muito importante diga-se. Mesmo. Assim como os engenheiros e as suas abilidades especiais.

Não concordo com a obsessão pelas moedas e pelos trabalhadores adicionais. Depende muito do que nos predispomos a estabelecer como meta em cada ronda. Não importa ter mais trabalhadores ou mais dinheiro se as opções que nós queriamos já se foram.

No geral, foi o jogo que mais me surpreendou da fornada de Essen. Como um verdadeiro comboio a vapor, as primeiras rondas são lentas, mas depois dispara em direcção ao objectivo: divertir quem o joga e deixar-nos a pensar no que teríamos feito diferente. Eu nada, está perfeito como está!

rejogabilidade

Finalmente tive a oportunidade de experimentar este jogo (andava desde o final de Outubro para o conseguir)! Obrigado pela ajuda Duarte! smiley

- o tema é comboios e tem algumas pequenas coisas dos 18XX (ou não fossem os autores fãs e designers dos 18XX);

- é um worker placement, em que temos vários caminhos MUITO diferentes para a vitória;

- as regras acabam por ser relativamente simples; dificil é escolher o caminho;

- esqueçam querer fazer tudo! simplesmente não dá!

- joguei a 3 jogadores, com 2 a jogarmos pela primeira vez; demorou perto de 60m o que para as opções que o jogo oferece pareceu-me excelente;

- são muitos pontos - todos passámos dos 200; e é possível passar dos 400 pontos!

- os componentes são os adequados e parecem-me de boa qualidade;

- acredito que o jogo poder variar muito consoante o grupo, mas não estou certo se os engenheiros irão ser suficientes para tornar o jogo muito diferente; as escolhas (estratégias) dos adversários irão implicar que as nossas opções tenham de ser diferentes e acho que isso irá fazer com que em cada partida o jogo possa ser suficientemente diferente; no entanto, percebo as preocupações que já foram faladas quanto à sua rejogabilidade;

- por fim, fiquei com vontade de o jogar novamente (e até de o comprar: mas onde está aqui a novidade? :P);

Nations

2x de seguida

Joguei na mesma noite 2 vezes seguidas este jogo (com os mesmos 4 jogadores) e isso, para mim, é um bom sinal.

Gostei bastante do jogo mas senti que talvez seja demasiado táctico para o meu gosto, isto é, é dificil estabelecer uma estratégia a longo prazo visto que com as cartas de eventos temos de nos estar sempre a adaptar às mesmas e a alterar a nossa linha de jogo.

No entanto, é um jogo que recomendo e que gostarei sem dúvida de o jogar mais vezes.

deixou-me a pensar

Depois de jogar este jogo 2x na mesma noite, fiquei a pensar sobre o mesmo. Tanto pensei no mesmo que acabei por adquiri-lo para a minha coleção. Porquê? Porque achei que era  diferente de todos os outros que tenho na minha coleção, porque me parece um jogo que poderei jogar com o meu grupo, porque no grupo de Lisboa (semanal) não conheço ninguém com o jogo, porque gosto de jogos de civilização, e porque gostei do jogo!

Neste encontro mensal de Lisboa, o jogo foi novamente à mesa e logo com duas mesas de 4 jogadores (com o meu jogo e o de quem me tinha ensinado). O interessante é que os dois jogos começaram mais ou menos ao mesmo tempo e terminaram ao mesmo tempo, sendo que não se deu pelo tempo passar. Quando vimos as horas passava das 4h da manhã!

Desta vez acho que consegui apreciar mais o jogo, vendo as várias possibilidades e tentando seguir uma estratégia a longo prazo.

O meu receio de que a força militar ou a estabilidade fossem determinantes não se revelou correcto. No meu jogo quem mais apostou na estratégia militar acabou por vencer (apesar de ter havido um engano repetido na fase de produção), mas no outro jogo houve quem não se tivesse preocupado muito com a força militar e que tenha tido a sua estabilidade quase sempre inalterada e isso não o impediu de vencer. Assim sendo, parece-me que estamos na presença de um jogo que permite várias estratégias vencedoras! enlightened

... para terminar tenho-vos a dizer que já estou cheio de vontade para o jogar novamente! A ver se o faço muito em breve! smiley

Fazer Lista

Este é um dos que quero muito muito muito... ainda não joguei, mas o que já vi parece-me excelente

Se o outro era o agricola 2

Se o outro era o agricola 2 este é o Through the Ages 2. Acho q este tem 2 grandes vantagens em relação ao seu precessor. Primeiro demora menos tempo e segundo é muito mais fácil entrar num jogo como o Nations devido a simplicidade das regras. Isto tudo mantendo a dificuldade do jogo. Achei interessante podermos jogar o jogo em diferentes níveis dando handicap a alguns jogadores se for necessário.

Hum... nao me parece

2.0 ! !?! Parece-me que o Nations é o Through the Ages 0.5. (Nao é necessariamente mau, depende do que os jogadores pretendem.)

Comentário no BGG

Podem ver neste link o meu comentário em relação à discussão TTA vs Nations

http://www.boardgamegeek.com/article/14083189#14083189

Eu gostei bastante do jogo (apesar de termos jogado com um erro nas regras) e espero voltar a joga-lo em breve

Last played:

Vi um run through do rahdo no BGG...

... pareceu-me bastante interessante e fácil de assimilar... estou de olho... e até tenho 2 cartas promos que vieram na spielbox, já sinto uma atracção quase irresistível.... :-)

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Publiquei agora um post aqui sobre os jogos de Essen que já tive opotunidade de jogar.

Do Nations isto é o que penso depois de apenas 1 jogo:

"

  • Já tinha lido reviews de pessoas a dizer que este jogo substituia o Through the Ages. E tenho de admitir que eu sou mais uma dessas pessoas.  Este jogo é similar e tem várias vantagens em relação ao TtA: menos tempo de setup, menos tempo de jogo, mecânicas mais directas e “limpas”, não sofre de runaway leader, e tem melhor tipo de interacção entre os jogadores. A única coisa que sinto que é melhor no TtA é o draft das cartas.
  • É um jogo estratégico com decisões muito difíceis. A fase de growth por exemplo é muito importante e dificil de decidir se queremos um novo trabalhador ou recursos.
  • As cartas de eventos não adicionam tanta sorte como alguns dizem, porque já se sabe que para não ser prejudicado / ganhá-las tens de estar bem na Estabilidade e poder militar. Não é assim tanta surpresa quando aparece.
  • Gosto do facto de o número de cartas que podes estar de cada tipo estar restrito. E que  score final seja tão simples.
  • é de mencionar o facto de o jogo tr um sistema de handicap que é algo que nunca tinha visto noutro boardgame e é muito interessante.
  • Não estava à espra de gostar tanto deste jogo (já que não sou grande fan do TtA) portanto foi uma boa surpresa e o melhor jogo que joguei de Essen 2013.

"

Nations

Eu já joguei este jogo 3 vezes. Fiz um solo e depois joguei com 3 e 5 jogadores. Gosto do jogo. Gosto bastante do jogo.

A óbvia e assumida (pelos autores) semelhança de NATIONS com THROUGH THE AGES tem sido alvo de alguma polémica. Para uns isso prejudica o jogo, para outros isso nem é assim tão relevante, que é o meu caso. Obviamente que não posso dizer que este jogo é inovador, pelo simples facto de não o ser. Mas tem em si um ou outro pormenor que o distingue do jogo de Vlaada Chvatil e um deles até é inovador por sinal... cheeky

NATIONS pega nos conceitos de TTA e requalifica-os, torna-os mais simples de entender. Utiliza o mesmo sistema de compra de cartas, as cartas são depois colocadas num display pessoal e podem ser accionadas colocando lá "workers" (eu sei que não são trabalhadores, mas percebem o que quero dizer). Mas se em TTA há um reset de turno para turno, em Nations eles fical lá e isso é diferente é novo porque não tens de estar constantemente a pagar o mesmo trabalhador para executar a mesma tarefa. Por outro lado em TTA há limite de "workers" por carta e em Nations não. Mas iso compreende-se porque em Nations estás limitado a um determinado nº de cartas e em TTA podes ter o que quiseres.

Depois os recursos/moeda do jogo são também idênticos. A tecnologia de TTA é a herança cultural em Nations, sendo que terão funções distintas em cada jogo.

Poderia estar aqui a falar muita mais de todas as semelhanças que os dois jogos têm entre si e da forma como estas, também elas, se diferenciam entre si... mas vou deixar isso para uma review futura wink

O que vos quero transmitir é esta minha sensação de que TTA é genial, mas é mais bruto, rude, grosseiro...

Nations não é tão brilhante, mas é igualmente bom, mais elegante, límpido, funcional...

O tempo em que demora a explicar TTA já vais no fim da primeira era em Nations... e isso é significativo... ainda mais, porque na minha opinião, apesar de mais simples, NATIONS não é menos denso e difícil de jogar. Transmite-me a mesma sensação de desafio e angústia, mas com um set de regras bem mais simples e que demora menos tempo a explicar e que os novos jogadores apreendem muito rapidamente.

Nations tem um sistema de handicap incorporado que acho muito inspirado. Não trás nada de novo para dentro do jogo, mas permite equilibrar dentro deste, jogadores com níveis de experiência diferentes... e isso eu acho... brilhante!

Talvez não me desfaça de TTA (pelo menos para já), mas acredito que Nations vai ver a mesa muito mais vezes, até porque a versão solo é bem gratificante. Não o recomendo muito a 5 e acho-o perfeito a 3.

 

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"The only way to achieve the impossible is to believe it is possible."
Lewis Carroll in Alice in Wonderland

Para mim

é isto: http://www.spielportugal.org/opiniao/nada-pessoal/throughthenations

 

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Eu li a tua review antes de

Eu li a tua review antes de jogar/comprar e há algumas coisas que não consigo concordar e outras que concordo:

  • As guerras são praticamente indiferentes: ou tens estabilidade suficiente e só perdes um ponto (ou nenhum se tiveres a muralha da china) ou então declaras tu a guerra com um poder ataque baixo e praticamente garantes que não sofres (nos 2 jogos que joguei acho que ninguém pegou na guerra na primeira rodada)
  • Nós jogámos a 4 e o segundo jogo não chegou a 2 horas. Não consigo imaginar como é que a 5, mesmo sendo o primeiro jogo, demoraram 4 horas!!!
  • Realmente não há assim muita evolução pois, para teres edificios melhores, ou destrois os que já têm população (perdendo população) ou constrois em "edificios vazios" e depois tens de destruir edificios para teres outros melhores
  • As cartas são praticamente iguais ao ponto de a decisão no turno ser "eu quero um edificio de era 4, independentemente do que ele me vai dar"

Last played:

Nice !

O problemas não são as guerras, é a ordem de turno estar relacionada com a tabela militar, no jogo que fiz (apesar de jogar com uma regra mal) a estratégia militar foi tão óbvia como estúpida. 

Jogando em último e não conseguindo cartas de jeito, tens que perder uma acção para comprar cartas militares, que não consegues porque és o último a jogar. Então levas com as guerras (no nosso jogo ainda piores) perdes pontos de vitória, e continuas a jogar em último... e depois... bem depois 5 de dinheiro e 4 pedras... e ... roda o palco... :P

p.s. - quero experimentar com menos jogadores para perceber se é "defeito ou feitio". 

 

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Amerigo

Já que ninguém diz nada...

Para a maior parte das pessoas que vao ler isto, isto quase que chega: É claramente um Feld!

Faz lembrar um bocadinho o Macao, pela escolha que tens para as acções e o Trajan, pela quantidade de coisas que podes ir fazendo. Isto para mim são 2 coisas muito positivas.

A mecânica da torre está, na minha humilde opinião, muito bem conseguida. Dá o random na escolha das acções, mas com algum controlo. 

Acho que a navegação tem a sua piada e o desenvolvimento das ilhas com as peças tipo tetris está muito giro.

No lado menos bom, pareceu-me que se prolonga demais (diria que tem 1 turno a mais), porque no fim do jogo conseguia-se acabar de fazer quase tudo e existem uns tiles que podem ser um pouco desiquilibradores...

Conclusão: Gostei.

 

Feld com tema ?

Pois, este para mim é o Feld com mais tema que já joguei. Mas não é o melhor...

Isto porque sinto a falta de ter de jogar contra as adversidades com que o Feld salpica os jogos que desenha.

O jogo está bem trabalhado, podes levar-te na onda (na escolha das acções, ficar-te pela acção predominante dessa fase) e chegares a bom porto.

Ou seja, não é que o jogo se jogue por si, mas é quase. Ao contrário de algumas opiniões, às quais me permitam discordar, que li sobre o Rialto, neste podes ser mesmo guiado pelo jogo. E se desligas o piloto automático, podes sair-te mal.

No entanto, gosto do jogo. É rápido, relativamente fácil de explicar, interessante a abordagem da descoberta e colonização de novas ilhas - principal fonte de pontos (que são aleatoriamente "desenhadas" no setup), a recolha e produção de recursos - secundária fonte de pontos mas a não menosprezar - e a insustentável leveza da torre e a sua larica ou diarreia (perdoem-me a expressão) pelas opções a disponibilizar aos jogadores.

Jogo leve. Não tem muita estratégia. Deve ter ficado presa na torre. Já o tema, consigo senti-lo. Mais do que Brugge, Rialto, Bora Bora. A torre não o segurou.

Ui...

Um Feld com tema!!...

Deve ser de fujir, o homem nao sabe fazer disso.

Xiu...

Xiu, sabes lá do que falas.

Tu, meu menino, que aprecias os títulos de um tal Sr. Eklund que rega abundantemente os ditos com tema e esquece-se da parte do jogo em si... ;)

Não é de fugir, é divertido para um Feld, mas não tem muito sumo. Joga-se. Já com outros "títulos", aprecia-se a experiência... :P

Tambem outros viram... .. cooisas!!!

Ahahah

Ao lado está o Pedro a falar do Tigris. cheeky

 


Top10:

NOK

Até ao momento, este foi o jogo de Essen 2013 que menos gostei. E não porque o jogo não tenha ideias engraçadas, mas porque me parece inacabado (mal testado).

- Na 5ª e última ronda um dos jogadores não teve nada para fazer nos últimos 4 ou 5 turnos: estava no máximo na track dos canhões, no máximo da track do dinheiro e no máximo da track dos tiles; os portos estavam já todos ocupados e as ilhas onde ele estava preenchidas frown

- A torre não funciona bem; mais de 50% vezes havia 7 cubos da mesma cor no tabuleiro sem possibilidade de voltarem a sair; exemplo: nas duas primeiras rondas saiu um 4 e um 3 nos canhões; um dos jogadores comprou um tile que fazia com que os adversários tivessem de ter mais dois canhões; assim sendo, eram necessários pelo menos 9 canhões o que em vários turnos não era possível porque todos os 7 cubos pretos já tinham saído;

... para mim, é pena, pois poderiamos ter aqui um excelente jogo se o mesmo tivesse sido acabado ashamed

Ui...

Ui, um Feld que nao funciona bem!! Ja nem isso tem!

Os jogos ja nao tinham alma, assim... nao sei nao.

Sabemos que os cylon nao teem alma, mas se deixam de funcionar, em que é que se transformam?

Lembrei-me, sucata. Vendam-no às peças.

Caixa, tabuleiro, cubos e torre ainda dá uns trocados.

Concordia

indeciso

Joguei este jogo apenas uma vez. Já por diversas vezes dei por mim a pensar no jogo mas ainda não consegui decidir se gosto do jogo ou se é apenas mais um. Claramente é um jogo que terei de jogar novamente para poder formar um pouco mais a minha opinião.

Mac gerdts...

não faz jogos maus .-)

vi um run through deste no BGG, também do rahdo... e agradou-me obviamente! está marcado... para breve!

Aditamento...

... após um jogo a 3 jogadores.

Compreendo o que o Tiago acima referiu, pois se tudo leva a crer que estamos mais do mesmo, não é bem assim.

A abordagem histórica e didáctica do Mac Gerdts mantém-se, aconselho inclusive a leitura do anexo histórico que vem com o jogo, como aliás é seu apanágio.

Digo-vos que a primeira partida foi tão disputada que ficamos separados todos por um ponto, num final dramático!

Quanto ao jogo, não há rondel! existem contudo cartas e é essa gestão de cartas que faz o jogo, pois no final as mesmas vão ser os multiplicadores do que fizeste entretanto. Confesso que sofri de algum AP em determinados momentos pois, como vais adquirindo mais cartas (de preferência, aliás obrigatoriamente!) a mão vai crescendo e descresce quando vais jogando as cartas até que uma delas te devolve as outras de volta.

Bem sem me alongar, sem dúvida que gostei, está bem feito, é elegante e muito fácil de explicar com regras espartanas (praticamente), em que praticamente só temos que explicar uma vez o que as cartas fazem, mas poderá ser mais demorado nas primeiras ocasiões.

Foi uma surpresa, gostei mais

Foi uma surpresa, gostei mais do que estava a pensar inicialmente, as cartas reutilizam um pocuo um conceito já existento no Princes of Machu Picchu.

É um pouco difícil perceber em que posição estamos no jogo, mas o jogo tem regras para fazer um "scoring falso" para conseguirmos visualizar os pontos a meio do jogo.

Já do Nations não posso dizer o mesmo, vou ter que o jogar novamente já que metemos a pata na poça numa regra, mas mesmo assim não me parece que vá convencer. Pareceu-me um dominion esticado para durar mais tempo (mas sem substância suficiente).

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Legacy: The Testament of Duke de Crecy

Este já tenho mas ainda não

Este já tenho mas ainda não joguei

Este jogo ficou conhecido em

Este jogo ficou conhecido em Essen como o jogo a levar para jogar com a mulher :P

Estava à espera de pouco, mas

Estava à espera de pouco, mas é melhor que isso.

Agradável surpresa, simples e cheio de metagame...

 

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há quem esperava pouco, eu nem sabia de nada

Este jogo tinha-me passado praticamente ao lado. Tão ao lado, que nem sabia do que se tratava. surprise

Ontem tive a oportunidade de o experimentar e...

- tem um tema engraçado e original

- não é um filler pois as regras ainda são algumas (mas também não são dificeis)

- os componentes são qb

- tem uns amigos que são de meter medo ao susto

- estilo de jogo aparentemente leve (talvez pelo tema) mas...

- ... exige planeamento para se conseguirem boas combos com as cartas

- jogarei novamente se surgir a oportunidade (até porque este, infelizmente, nem chegou ao fim...)

Este tenho como já tinha dito

Este tenho como já tinha dito e já o joguei...

Gostei bastante do jogo, a temática é muito porreira e original e a mecanica do jogo bastante interessante pois queremos fazer muita coisa mas estamos extremamente limitados no número das acções pois só temos 2 peões certos em todas as rondas para colocar, temos mais um peão no inicio de cada geração que só pode fazer um tipo específico de acção mas até pode ser uma que não nos interessa, e podemos ir buscar mais outros peões específicos através dos casamentos que conseguimos realizar, mas penso que nunca tive mais que 3 peões para colocar numa ronda em todo o jogo...

Isso obriga a um planeamento bem feito para podermos aproveitar ao máximo a escassez dos peões...

Um jogo muito interessante e que recomendo

Francis Drake

nops

Ontem experimentei finalmente este jogo. Confesso que apesar de algumas críticas que vinha ouvindo sobre este jogo tinha algumas expectativas sobre o mesmo. Infelizmente, apesar de achar que o jogo não é mau, também não me entusiasmou muito. Gostei muito da mecânica de obtenção de materiais (à la Egizia) mas tudo o resto não me fascinou. A escolha das conquistas não é má, mas para mim achei demasiado linear e um pouco aborrecida (apesar de haver sempre aquela tensão de tentar perceber o que os outros terão escolhido). E depois a parte de manutenção... começar tudo novamente não é para mim algo muito apelativo.

Resumindo, não é daqueles jogos que faça questão de o voltar a jogar, mas também o jogaria novamente sem grandes problemas.

Produção muito acima da média

Este jogo tem uma produção muito acima da média e ainda bem, pois essa deveria ser a bitola das produtoras.

Em relação às mecânicas (worker placement e acções escondidas / bluff), gostei bastante mas há que considerar que o jogo não é nenhum brain burner e que deve ser avaliado como um jogo médio/leve.

Concordo também que a parte administrativa é muito chata, mas se todos ajudarem não custa muito.

Para mim, o maior problema do jogo é .... o preço !!! medo, medo, medo ....

Fica na colecção e fica muito bem ;-)

Este era um dos jogos que

Este era um dos jogos que queria comprar, mas já o joguei e apesar de ter gostado e achar que é um bom jogo e que em termos de produção é simplesmente fabuloso, penso que o preço é elevado para o que tiro dele...

É bom mas penso que não para 60€ ou mais

3 Joguinhos num Jogo. Nada de

3 Joguinhos num Jogo.

Nada de errado com o jogo.

Mas é só isso, o que sobra em material falta em densidade e inovação...

 

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Uma vez

Joguei uma vez.

Não gosto de comentar jogos que apenas tenha jogado uma vez, mas aqui vai uma versão curta do que achei:

- gosto da produção do jogo, tabuleiro, componentes, tudo de primeira linha;

- gosto da preparação para as viagens e das escolhas que nos proporciona;

- não gosto da importância tremenda da ordem de turno, asfixiante na segunda parte do jogo (as viagens propriamente ditas);

- não gosto da demasiada informação escondida que existe;

- não gosto de, além das opções limitadas que tens na viagem (quatro acções penso), poderes ser tão fortemente penalizado pelo mau planeamento associado à questão da ordem de turno e à informação escondida, ao ponto de não conseguires fazer nem metade do que te propuseste (eu gosto de jogos duros, mas as situações que referi tornam a dureza quase arbitrária em função das mesmas);

- não gosto de teres de jogar o jogo três vezes seguidas (sim, as rondas são quase iguais entre si, mudando só tokens de lugar).

Tenho de repetir. Talvez consiga mitigar mais os condicionalismos da segunda etapa de cada ronda, mas não o achei muito estratégico. Mas o Francis que guarde a espada. Senão chamo o Amerigo Vespucci. 

Francis Drake

Em termos de produção dos componentes é difícil bater este jogo. Está soberbo.

O jogo em si agradou-me.

Gostei da competição entre os jogadores na fase de preparação das expedições. Neste momento é crucial estar atento às escolhas dos outros para ver quem irá competir connosco na fase das expedições, qual a sua posição relativa à nossa na ordem de turno e se podemos inverter ou manter isso partindo mais cedo para a expedição. Dpois há um bocadinho de bluff nas expdições mas geralmente as escolhas são mais ou menos fáceis de deduzir.

Ao contrário do Dugy, eu não acho que estas questões sejam um defeito, antes pelo contrário. Sim a ordem de turno é muito importante mas temos a possibilidade de tentar contrariar isso partindo antes dos que vão competir connosco nas expedições. Sim, há informação escondida mas não haveria qualquer interesse na escolha dos locais para onde vamos fazer a expedição se não houvesse. É preciso que a nossa preparação durante a primeira fase seja adequada ao que queremos fazer mas ao fazermos essa preparação estamos a sinalizar uma grande parte das nossas intenções e por isso os outros podem adaptar-se. Não se trata de informação oculta aleatória, na sua grande maioria é escolhida pelos jogadores e por isso depende de nós prepararmo-nos para tal...

Pode ser frustrante não conseguir fazer uma certa acção numa determinada expedição, claro. Mas isso é um pouco como não fazer acção no Vanuatu. Em grande parte depende de nós consegui-lo ou não.

A questão da repetição das expedições parece realmente estranha e até poderia ser engraçado que algumas coisas transitassem de umas para as outras. No entanto, do ponto de vista temático, faz todo o sentido. Cada expedição nesta época era algo diferente e nem sempre os seus objectivos eram os mesmos e nem sempre os riscos se repetiam. Eventualmente a experiência adquirida pelos comandante poderia facilitar um pouco a preparação das mesmas mas não deixavam de ser empreitadas quase completamente independentes entre si.

Em termos de jogo, isto permite fazer escolhas diferentes em cada uma das expedições. Mais uma vez, a preparação será diferente e mais uma vez teremos que estar atentos ao que os outros ecolhem e voltar a tentar manipular a sequência de turno para conseguir fazer o que queremos...

Não, não tens uma estratégia global do tipo "vou sempre tentar atacar os navios"... Em cada expedição podes escolher coisas diferentes e é bom que tentes fazer algo diverso dos adversários ou então garantir que o fazes antes deles. Caso mcontrário, lixas-te. Mais uma vez, o "isolamento" das expedições é aqui uma vantagem. Se uma correr mal, podes sempre tentar recuperar noutra. Se se influenciassem umas às outras podias estar tramado logo ao fim da primeira expedição.

Se fossem mais expedições certamente que se tornaria repetitivo e perderia o interesse. Três está bem...

Como no Winner's Circle, são três corridas e no fim vê-se quem fez melhor na glbalidae. Como no Galaxy Trucker, fazem-se x naves e no fim vê-se quem tem mais sorte aos dados... É uma forma de avaliar a performance dos jogadores como outra qualquer.

Para mim, bom. Bastante bom. Mesmo só com uma partida jogada.

-

Gamer profile

Não vou esbater opiniões mas...

Mallgur escreveu:

Ao contrário do Dugy, eu não acho que estas questões sejam um defeito, antes pelo contrário. Sim a ordem de turno é muito importante mas temos a possibilidade de tentar contrariar isso partindo antes dos que vão competir connosco nas expedições. Sim, há informação escondida mas não haveria qualquer interesse na escolha dos locais para onde vamos fazer a expedição se não houvesse. É preciso que a nossa preparação durante a primeira fase seja adequada ao que queremos fazer mas ao fazermos essa preparação estamos a sinalizar uma grande parte das nossas intenções e por isso os outros podem adaptar-se. Não se trata de informação oculta aleatória, na sua grande maioria é escolhida pelos jogadores e por isso depende de nós prepararmo-nos para tal...

O meu problema não é a "força" dos locais ser oculta. É a "força" dos locais ser oculta (que é aleatória diga-se) MAIS a escolha dos discos por prioridades escondidas que é feito pelos jogadores. Uma destas opções era dispensável, ou então, realizava-se a acção de uma forma diminuída.

Mallgur escreveu:

Pode ser frustrante não conseguir fazer uma certa acção numa determinada expedição, claro. Mas isso é um pouco como não fazer acção no Vanuatu. Em grande parte depende de nós consegui-lo ou não.

Aqui é que discordo totalmente. No Francis Drake tens 12 acções possíveis de realizar no jogo na fase das expedições (normalmente). Não fazer uma delas em cada expedição é um quarto do jogo totalmente perdido. 25% de inutilidade é demais, para mim, num jogo. No Vanuatu tens 8 rondas com 5 discos para aplicar em cada. No máximo, 40 acções. Ok, consideremos 3 por ronda (pois irás potenciar algumas delas, colocando mais do que um disco). Dá 24 acções. O dobro do que tens no Francis Drake. E o efeito em cadeia pode inutilizar uma ronda no Vanuatu, é certo, mas muitas vezes como 3º ou mesmo 4º jogador nalgumas acções consegues fazer algo. E aqui não tens nenhuma informação escondida. Aqui que referes "Em grande parte depende de nós consegui-lo ou não" é totalmente verdade no Vanuatu, enquanto no Francis Drake é um acto de fé (talvez seja temático, não discuto questões relacionadas com a religião.

Mallgur escreveu:

Se fossem mais expedições certamente que se tornaria repetitivo e perderia o interesse. Três está bem...
Como no Winner's Circle, são três corridas e no fim vê-se quem fez melhor na glbalidae. Como no Galaxy Trucker, fazem-se x naves e no fim vê-se quem tem mais sorte aos dados... É uma forma de avaliar a performance dos jogadores como outra qualquer.

Pedro, eu aceito o teu ódio de estimação pelo Galaxy Trucker. No Francis Drake as três expedições são IGUAIS, baralhas coisas no tabuleiro (para bem da rejogabilidade) mas não existe evolução, novos desafios. Até no Winner's Circle tudo fica diferente com a renovação de cavalos de corrida para corrida. Mas as supostas três viagens são totalmente diferentes no Galaxy Trucker. Tens de "montar" uma nave maior e as cartas de eventos são diferentes em cada viagem o que proporciona três momentos de experiência de jogo dispares. Sorte nos dados... não comento, cansei-me de o fazer.

Mallgur escreveu:

Para mim, bom. Bastante bom. Mesmo só com uma partida jogada.

Aqui, nada a dizer. Gostas de favas. Eu provei uma vez, comerei outra vez, mas não as troco por as maravilhovas ervilhas.

P.S. : Só irei ao jantar natalalício dos Boardgamers do Porto, se tu te dispuseres a jogar uma partida de Galaxy Trucker nessa noite. Tenho dito.
 cylon

Mas já há alguma informação

Mas já há alguma informação quanto a este jantar de Natal, ou isto é informação escondida como nas viagens do Drake? :p

Penso

Há. É esperar que o first player (Mallgur aka organizadeiro) revele o tile quando for fazer a acção. Mais a sério, o Pedro dirá qualquer coisa entretanto. Só se desistir da ideia por não querer jogar Galaxy Trucker. evilgrin

P.S.: Afinal já é oficial. Ver encontro semanal de dia 19/12.

Favas

Atenção quando falamos de favas .... pois guisadas com entrecosto é bem bom wink

Certo

Certo Rafael. Gostos são gostos. Eu prefirio ervilha e cenoura num estufado de carne. laugh

Dugy escreveu: O meu problema

Dugy escreveu:

O meu problema não é a "força" dos locais ser oculta. É a "força" dos locais ser oculta (que é aleatória diga-se) MAIS a escolha dos discos por prioridades escondidas que é feito pelos jogadores. Uma destas opções era dispensável, ou então, realizava-se a acção de uma forma diminuída.

Sabes sempre qual será o valor máximo que necessitas para ser bem sucedido. Se tiveres adquirido recursos suficientes safas-te de certeza. Se viste que outro jogador, durante a preparação, adquiriu coisas semelhantes, dependendo de jogares antes ou depois dele colocas discos mais baixos ou tentas a mesma acção noutra localização...

Dugy escreveu:

E aqui não tens nenhuma informação escondida. Aqui que referes "Em grande parte depende de nós consegui-lo ou não" é totalmente verdade no Vanuatu, enquanto no Francis Drake é um acto de fé (talvez seja temático, não discuto questões relacionadas com a religião.

Mais uma vez, a informação escondida tem um leque de valores conhecido por um lado e é deduzível por outro... São formas diferentes de avaliares as tuas possibilidades de realizara acções nos dois jogos mas em ambos depende mais de ti do que de sorte. Será mais claro no Vanuatu, é certo, mas também não disse que este era melhor. Aqui tens alguma gestão de risco e algum bluff... Pode não te agradar, tudo bem.

Dugy escreveu:

No Francis Drake as três expedições são IGUAIS, baralhas coisas no tabuleiro (para bem da rejogabilidade) mas não existe evolução, novos desafios. Até no Winner's Circle tudo fica diferente com a renovação de cavalos de corrida para corrida. Mas as supostas três viagens são totalmente diferentes no Galaxy Trucker. Tens de "montar" uma nave maior e as cartas de eventos são diferentes em cada viagem o que proporciona três momentos de experiência de jogo dispares.

A variância de uma corrida para outra no Winner's Circle é exactamente igual à do Francis Drake. Num mudas os valores dos cavalos, noutro mudas a sequência de acesso a recursos. Em certa medida muda mais o Francis Drake porque tens que reavaliar toda uma sequência de escolhas bem maior que o número de apostas que fazes no Winner's Circle.
No Galaxy Trucker muda o tamanho das naves, mudam as cartas de eventos mas o cheiro é o mesmo... evilgrin

Dugy escreveu:

Sorte nos dados... não comento, cansei-me de o fazer.

Hehe... Relax buddy. Essa foi mesmo uma provocaçãozinha...

Dugy escreveu:

Aqui, nada a dizer. Gostas de favas. Eu provei uma vez, comerei outra vez, mas não as troco por as maravilhovas ervilhas.

Boa. Esse é o espírito. Acho que a probabilidade de mudares de opinião é bastante forte... Veremos. Mas se não mudares, tudo bem.

Dugy escreveu:

P.S. : Só irei ao jantar natalalício dos Boardgamers do Porto, se tu te dispuseres a jogar uma partida de Galaxy Trucker nessa noite. Tenho dito.
 cylon

Ok. Fica marcado. A tua presença vale bem o desperdício de algum tempo de jogo...
Só reservo o direito de ir jogar outra coisa mais interessante (um filler qualquer) durante a fase em que os jogadores se tornam irrelevantes, ok?

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Gamer profile

Done with arguing...

Ok, irei comer favas num futuro próximo. E até pode ser que mude de opinião. Mas não creio que mude radicalmente. O Francis Drake é um bom jogo, middle weight, e que muito agradará a muito boa gente. Para mim é mais um na multidão, como o Small World ou Last Will, Finca ou mesmo Stone Age, por exemplo. É um jogo que jogarei com prazer mas coloco muitos outros como mesmo regozijantes de jogar.

Já o Galaxy Trucker, pode-te surpreender.

Lê esta review http://www.boardgamegeek.com/thread/1081608/hooray-im-a-delivery-boy (se pretenderes, claro) e pode ser que te venhas a rever nela. Talvez. E não vais jogar nada nos entretantos, se não quiseres fazê-lo de todo, podes "desistir" da joga. Só tu é que ficas a perder. ;)

Booked

Dugy escreveu:

E não vais jogar nada nos entretantos, se não quiseres fazê-lo de todo, podes "desistir" da joga. Só tu é que ficas a perder. ;)

Ok. Estava a brincar com isso dos intervalos. Temos jogo marcado... Já há muito que andava a falar numa revisita ao jogo, por isso fica já arrumado.

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Gamer profile

Este também já o joguei e

Este também já o joguei e fiquei um pouco desiludido, não que o jogo não seja bom, que é, mas é o tal problema das expectativas, foi criado um tal hype à volta do jogo que uma pessoa quando o vai jogar espera uma coisa fabulosa e depois sai um bocadito desiludida pois apesar de bom não é nada transcendente.

A produção, essa sim é fantástica.

Em termos de jogo a mecanica  da 1ª fase é interessante para se recolher os recursos necessários para as viagens que queremos fazer... já não acho tanta piada à forma como a ordem de turno é determinada de ronda para ronda...

Gosto do jogo, mas penso que é caro para o que nos dá

Lewis & Clark

Mais um que me desperta muito

Mais um que me desperta muito interesse

Alguém tem este ?

Aguem tem este em Lisboa ? Gostava mesmo de o experimentar também smiley

Joguei este hoje, e apesar de

Joguei este hoje, e apesar de não termos terminado devido às horas (paramos lá pras 5 da manhã) mas o que posso dizer é que eu não tinha sono nenhum... 

Este jogo é simplesmente FABULOSO!!! 

É sem qualquer dúvida a revelação de Essen e para mim o melhor jogo deste ano e (do meu pouco conhecimento de jogos) um dos melhores, senão mesmo o melhor que já joguei... 

As mecânicas são soberbas e implementadas de uma forma espetacular e que fazem todo o sentido... a interação com os outros jogadores devido ao que o que os nossos vizinhos fazem poder mudar completamente a nossa estratégia pois o que tinhamos planeado fazer agora pode ser substituído por outra coisa que nos vai trazer mais benefícios devido ao que eles jogaram é simplesmente fantástica...

O Hand Building, ou seja, recrutar novos elementos para a nossa expedição, como se fosse um deck building, mas te-los imediatamente disponíveis e não haver baralhanços de cartas e não ter apenas 5 ou seja que número for na mão, permite-nos fazer inumeras jogadas mentais, que podem criar um grande AP à procura da jogada optima que dificilmente é encontrada pois são inumeras as coisas que podemos fazer, mas como só podemos fazer 1 por ronda é do caraças... e depois o pagar uma carta para poder ter o benefício da outra, ou seja, quero ir recolher madeira, mas para isso tenho que escolher se sacrifico por exemplo o meu caçador e já não vou apanhar bufalos, ou se quero usar a ajuda do meu gajo que faz as peles e assim já vai se complicado arranjar peles nessa ronda que tanto jeito dão para recrutar mais pessoal para a expedição...

Depois o espaço que temos disponível nos barcos para os recursos, que nos obriga a ir buscar mais barcos, mas vamos querer um barcos maior, que leva mais mercadoria mas que se tiver a ser usado vai fazer com que "percamos tempo" quando montamos o nosso acampamento, ou será que escolhemos um barco que leva menos mercadoria e que por isso é mais fácil de descarregar e não nos faz "perder tempo"?

Depois temos os Indios que podemos recrutar com um interprete, e os podemos usar para dar mais força às cartas de ação que jogamos e dessa forma quando decidirmos montar campo vamos mante-los na nossa expedição, e se não comprarmos canoas para os transportar vais fazer com que o barco onde eles vêem vai ficar mais lento o que faz a expedição "perder tempo" e acampar mais atrás do que o que tinhamos pensado... ou será que usamos esses Indios em Worker-placement no tabuleiro para ir buscar recursos básicos, ou para irem fazer canoas ou domar cavalos que precisamos para passar as montanhas...

São milhentas as opções... são fantásticas as mecânicas e todas muito temáticas e superiormente implementadas...

O gajo que fez este jogo, é o 1º jogo que faz!!! Simplesmente impressionante!!!

Compra OBRIGATÓRIA!!!

(grande hype!!  mas é todo justificado... ADOREI!)

rio acima

Abaixo coloco a minha opinião sobre o jogo:

- uma corrida pelo rio acima com a mecanica de gestão de cartas a fazer lembrar o Concordia;

- jogo em que o tema está bem presente; temos de arranjar indios para ajudar nas nossas tarefas (masse arranjamos indios a mais, poderemos atrasar-nos), caçar bufalos, arranjar madeira para construir canoas para navegar mais rápido pelo rio, arranjar cavalos para nos ajudar a atravessar as montanhas, contratar personagens (cartas) que nos poderão ajudar nas nossas tarefas, ...;

- jogado a 4 jogadores sendo a primeira vez de 3 deles, o jogo terá demorado pouco mais de 2 horas;

- com a quantidade de diferentes cartas de personagem, parece-me que este jogo promete estratégias diferentes para cada partida;

- para além de uma corrida, é também um worker placement e um jogo em que o timing é de extrema importancia; essencialmente porque as cartas colocadas na mesa pelos nossos adversários adjacentes têm influencia directa na quantidade de recursos que podemos adquirir; uma jogada em "falso" pode fazer uma grande diferença na quantidade de recursos que podemos adquirir numa futura jogada simplesmente porque as cartas dos nossos adversários podem entretanto ter sido retiradas;

- considero o tabuleiro bastante bonito e adequado ao jogo;

- para mim, é mais um bom jogo de Essen 2013.

Glass Road

Já tão 3 n

Já tão 3 n alista:

Nations

Glass Road 

Lewis & Clark

Joguei 2x: uma a 2p e outro a

Joguei 2x: uma a 2p e outro a 3p. O jogo parece que acaba demasiado rápido! Até um Ticket to Ride leva mais tempo que isto! O que pode não ser mau pois o jogo tem "sumo" e bastante em que pensar.

Gostei muito das rodas de produção de vidro e barro, geniais mesmo!

Tem muita rejogabilidade pois ainda não vi nem metade dos edificios e várias estratégias ainda por explorar.

Recomendo dado o tempo que dura e o sumo que tem. Irei continuar a procurar jogá-lo.

O número limitado de ações

O número limitado de ações que podemos realizar é o que torna o jogo interessante. Normalmente temos 12 ações mas é possível chegar as 20 se soubermos deduzir o que os nossos adversários vão jogar. Existem bastantes combos para fazer e a gestão de recuros tem de ser mt cuidada. Isto torna o Glass Road num jogo muito rápido mas ao mesmo tempo mt estratégico.

compro não compro?

Ainda só joguei este jogo 1 vez, mas claramente é um daqueles jogos que quero repetir.

Regras relativamente simples, duração de jogo reduzida (30m) e muitas escolhas. A possibilidade de fazer combos não é claramente a minha especialidade mas isso não faz com que eu goste mais ou menos de um jogo. O mecanismo de obtenção de recursos é muito interessante e a quantidade diferente de edificios parece-me fazer com que a rejogabilidade seja elevada.

Este é daqueles que estou na dúvida se vem ou não na minha próxima encomenda! indecision

Jogado uma vez...

... mas sem dúvidas para mim, no seguimento de outros trabalhos do Rosenberg, mas mais curto ao nível do tempo de jogo.

cuidado com a roda, a qual ganhou outra dimensão, precisas de recursos mais nobres, mas poderás perder os curriqueiros!

Gostei bastante e também está marcado!

2ª vez

tmgd escreveu:

Ainda só joguei este jogo 1 vez, mas claramente é um daqueles jogos que quero repetir.
Regras relativamente simples, duração de jogo reduzida (30m) e muitas escolhas. A possibilidade de fazer combos não é claramente a minha especialidade mas isso não faz com que eu goste mais ou menos de um jogo. O mecanismo de obtenção de recursos é muito interessante e a quantidade diferente de edificios parece-me fazer com que a rejogabilidade seja elevada.
Este é daqueles que estou na dúvida se vem ou não na minha próxima encomenda! indecision

Joguei este jogo novamente, desta vez a 4 jogadores. Continuo a gostar do jogo mas fiquei na dúvida na "leitura" que é necessário fazer dos jogos adversários para tentar descobrir que cartas irão jogar.

O elevado preço que o jogo tem ajudou-me na decisão de não ser, pelo menos para já, parte a minha coleção.

Publiquei agora um

Publiquei agora um post aqui sobre os jogos de Essen que já tive opotunidade de jogar.

Do Glass Road isto é o que penso depois de apenas 1 jogo:

"

  • Um jogo tipico do Rosenberg onde juntas recursos, constróis edifícios, e usas combos entre eles para ganhar o maior número de pontos.
  • O que torna ste jogo diferente é o modo como as acções são esclhidas. Se o Agricola e o Witch’s Brew tivessem um filho ele seria o GlassRoad com certeza.
  • Não tens tempo para nada nest jogo, as acções que fazes no jogo são tão poucas que cada uma é crucial para a vitória. Por isso, e as cartas eacção srem esclhidas em simultâneo entre todos os jogadores, o tempo de jogo é muito curto e eu gosto disso.
  • As regras são bastante simples e fáceis de entender.
  • É um jogo muito interessante e único. Recomendo, e quero jogar mais vezes.

"

Tash-Kalar: Arena of Legends

Não sei se é muito o meu

Não sei se é muito o meu estilo, mas alguém que já experimentou que possa comentar?

Last played:

O Dugy tem o jogo e vai levar

O Dugy tem o jogo e vai levar hoje para o semanal no Porto, mas não me parece que seja o meu estilo de jogo... ele depois deixa aqui o comentário dele

Eu gosto mt do jogo. Mas eu

Eu gosto mt do jogo. Mas eu gosto de jogos para 2 e não tenho problemas com abstractos. A maioria das pessoas com que joguei não gostou do jogo. E sim não é um jogo para todos. É um jogo tático em que tens de te adaptar as jogadas do adversário. As criticas que têm feito ao jogo é que gera muito AP, não conseguem preparar as suas jogadas para o próximo turno porque o adversário destrói tudo e ainda a sorte das cartas que te saem. É tudo verdade.

Quanto as cartas que saem é uma coisa que acontece em todos jogos de cartas. Este jogo tenta resolver isso com 1 ação de refresh.

Quanto ao AP é culpa dos jogadores :P Mas a verdade é que é um jogo que ao príncipio e muito lento e torna-se mais rápido e interessante com o número de jogos que fazemos.

Por ultimo o não conseguirem preparar as jogadas tenho a certeza que o outro jogador esta a sentir o mesmo. E de certeza que uma batalha real é mesmo isto que acontece. E o objectivo do jogo não é por todas as nossas peças em jogo tendo uma força muito superior ao adversário porque isso até pode ser mau devido haver umas cartas que ajudam a nivelar o jogo quando um dos jogadores está a ficar muito mais forte que os outros.

Eu acho um jogo interessante para o qual convém ter algum pensamento espacial 2D. A versão que eu gosto mais que é jogar por objectivos é bastante interessante porque tu não queres aniquilar o adversário mais mante-lo em sentido enquanto vamos fazendo pontos (jogadores novos tem a tendência a esquecer-se dos objectivos devido a temãtica do jogo - Luta numa arena). Acho que o jogo sofre um bocado por não ser totalmente abstracto mas os jogadores também não conseguem ve-lo como um jogo temático devido as mecãnicas de jogo. Por outro lado esta é uma mecãnica nova e diferente.

Publiquei agora um

Publiquei agora um post aqui sobre os jogos de Essen que já tive opotunidade de jogar.

Do Tash-Kalar isto é o que penso depois de apenas 1 jogo:

"

  • Um jogo abstracto do Vlaada Chvátil?  Tinha grandes expectativas em relação a este.
  • As regras e mecânicas são bem mais interessantes do que jogar o jogo em si.
  • O jogo é MUITO caótico e 99% táctico, não há oportunidade para stratégia nenhuma.
  • Acho o jogo muito propício a criar AP nos jogadoes, e odeio isso!
  • É  interessante e com bons conceitos mas ainda não estava bom o suficiente para ser lançado, acho que precisava de ser mais trabalhado.

"

Joguei esto duas vezes

Joguei esto duas vezes seguidas e ainda nao percebi bem se gosto ou menos. Todas as 'criticas' que ja lerom estao certas ... è abstracto, 100% tactico, caotico e tem ap. Mas nao acho que seja isso o "problema", se calhar tem razao o rafa_str quando diz:

  • É  interessante e com bons conceitos mas ainda não estava bom o suficiente para ser lançado, acho que precisava de ser mais trabalhado.

Sample of my collection, wanna play ?

Joguei só uma vez...

Joguei o que suspeito ser a versão mais fraca do jogo (3 jogadores), mas achei piada. 

Quase tudo o que o rafa diz sobre ele é verdade, mas não é necessariamente mau. Eu gosto de jogos mais tacticos, por exemplo.

Conclusão: Já joguei jogos melhores que foram menos divertidos.

Nada Vlaadesco

Quase nada. Muito abstracto (apesar da questão das formações não serem assim tão abstractas quanto parecem à primeira vista). Táctico. Aumentando o número de jogadores, aumenta o caos. Mas mágico. Quando conseguimos invocar os seres e as lendas... o tabuleiro ganha (alguma) vida.

O jogo é algo caro para o que vem na caixa. Mas é tudo em função da funcionalidade. Redundante, não, o jogo não o é.

Será muito diferente de cada vez que o jogares.

Premeia a dedicação, acredito que a dois no modo High Form (por objectivos) seja uma verdadeira batalha de astúcia. Ou argúcia, no modo Duel ou DeathMatch (combate por destruição única dos adversários).

Joguei ainda poucas vezes para sentir aqueles momentos de glória, de superação dos adversários. Mas o jogo ficou com muitos fãs no grupo do Porto.

Com três deck distintos (quatro no total, dois iguais entre si) acredito que requer estudo e especial dedicação às diferenças entre os decks.

Estou intrigado, mas gostei do jogo. Abstracto com magia. Conseguires prever o que o adversário está a preparar deve ser a chave para o sucesso. A dois, porque com mais, não sabes da chave. Deve estar perdida num dos cantos da arena.

!!?!!

So ouço dizer, que o jogo é:

- Caotico / tatico

- Gera muito AP.

Sao duas coisas tendencialmente contraditorias. Se o jogo é caotico atira-se qualquer coisa, nao vale a pena pensar.

O jogo nao é caotico.

Como todos os bons abstratos, gera AP...

No Go ou Xadrez, o tempo é regulamentado e é um dos componentes mais importantes da competiçao.

Bruxelles 1893

Este parece-me interessante

Este parece-me interessante mas ainda tenho que ver um gameplay disto

surpresa

Para mim este jogo foi, até agora, a maior surpresa (no bom sentido) que tive.

Confesso que, talvez por ter apenas seguido muito superficialmente as novidades dos jogos de Essen, estava longe de imaginar que iria achar este jogo tão interessante. Mas atenção, para mim o jogo não é extraordinário mas sim apenas bom+, só que quando não tens grandes expectativas a probabilidade de seres apanhado de surpresa é maior.

Ainda só o joguei uma vez e por isso a minha opinião vale o que vale, mas de qualquer modo já deu para sentir o feeling do jogo. É um euro puro em que mais uma vez o tema é pouco ou nada importante, mas tem uma jogabilidade que me deixou bastante satisfeito.

É mais um daqueles que quero repetir assim que tiver nova oportunidade.

Este não engana...

... não sendo uma maravilha da inovação, tem pormenores interessantes. Interactivo q.b., biding, com maiorias, ganância temperada, o mecanismo de venda de obras de arte, as agulhas que definem os materiais de construção e a régua que vai cercar a area de jogo em cada ronda.

ao nível do tema, discordo um pouco do TMGD, não tendo uma ligação extraordinária, também não é tão seco assim...

já cá canta!

É optimo quando não temos

É optimo quando não temos nenhuma expectativa sobre um jogo, e este vem-se a revelar uma agradavel surpresa.

Os mecanismos são muito interessantes e até originais - em especial o mercado de obras de arte e os lobbies -, e a unica coisa que se pode apontar é que a implementação do tema pouco mais é do que sofrivel.

Bom jogo.

Conjunto de mecânicas bem

Conjunto de mecânicas bem interessante.

Aliás, conjunto de quase todas as mecânicas bem interessantes.

Apesar da existência de multiplos caminhos, parece-me que só um chega a algum lado, os outros são distracções para o olho. 

Teria sido excelente se os caminhos seguissem paralelos e convergissem para a vitória.

Assim, e sem tema, parece "apenas" um sólido médio euro-game.

 

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Rokoko

Mais um para a a

Mais um para a a lista:

Nations

Rokoko

Glass Road

Lewis & Clark

tema

Não sei se é do tema ou da capa (ou de ambos) mas este jogo não me atrai nada... o que não quer dizer que não esteja curioso para o experimentar (maldito "cult of the new") confused

Deve ser da capa, mas olho para ele e coloco-o ao mesmo nível do Opera em que também olhava para a capa com desdém e, depois quando o joguei, confirmaram-se as minhas suspeitas: o jogo era um pouco Ro-coco pig

Space Cadets: Dice Duel

Coal Baron

Não fosse um Kramer ...

É um jogo leve e simpático e ... de maiorias ou não fosse um Kramer. Joga-se entre 45 e 60 minutos e não tem downtime quase nenhum.

Combina o worker placement com maiorias e as mecânicas são muito simples, mas também muito boas.

Comprei e vou ficar com ele na colecção  ;-)

idem...

Sólido, competente, rápido... Euro euro euro, bastante fácil de apreender e explicar, também já cá canta e até ver de pedra e cal.

Estou interessado neste e

Estou interessado neste e hoje já devem sair os videos do Rahdo para ver o gameplay

intermédio

Este é mais um daqueles jogos que não se encaixam na categoria de fillers nem de heavy games. O próprio tempo de jogo, cerca de 70m, também assim o indica. É um jogo interessante e como o Pedro escreveu: competente. Há um ano atrás provávelmente iria parar à minha coleção mas, com o passar do tempo, sinto que estou cada vez mais exigente. Gostei do jogo mas para mim é mesmo só isso, isto é, apenas mais um. Recomendo-o e jogarei novamente se surgir a oportunidade.

Madeira

Mais um para a a

Mais um para a a lista:

Nations

Rokoko

Glass Road

Lewis & Clark

Madeira

Definitivamente tem um lugar de destaque na minha colecção.

Tendo já jogado 2x, a 2p e a 4p tenho que dizer que é um grande jogo, cheio de decisões, onde havendo dados não se sente em nada a "sorte" dos mesmos, sendo facilmente contrariado um lançamento mau que se tenha escolhido.

O jogo joga muitissimo bem a 4 e a 2 (3 não sei mas calculo que sim), algo que neste tipo de jogo pesado acho surpreendente.

A parte de scoring é muito boa, havendo 3 pontuações (1º turno 1 score, 3º turno 2 scores, 5º turno 3 scores) em 5 turnos que o jogo dura, os scores são onde estão a maioria dos pontos e não conseguir fazer um ou dois em 5 é muito penalizador para os pontos finais. Os scores também ajudam a delinear a estratégia para o jogo :)

Foi um jogo que me atirei de cabeça, mas que definitivamente tem um lugar de destaque na minha colecção.

Nuno "Nunesh" Santos

Album

Venha o Panamax

Antes de qualquer coisa, este jogo tem a particularidade de ter sido feito por dois amigos de Leiria: Soledade e Sentieiro.

Foi a primeira das novidades de Essen que tive oportunidade de experimentar. Aproveitando o balanço que o Carlos trazia de ter passado 4 dias a explicar o jogo (mas não de o jogar), tratámos de aproveitar e lá foi ele para a mesa. Novidade fresquinha fresquinha!

Sabendo ao que ía, tratei de estar com atenção máxima na explicação que demorou uns bons 30 minutos. E valeu bem a pena! Consegui entrar logo no jogo e usufruir de cada momento. Claro que com algumas dúvidas naturais que me foram surgindo, senti que a experiência deste meu primeiro jogo beneficiou e muito com ter o Carlos na mesa. Este é um daqueles jogos em que não é fácil pegar nas regras e jogar bem à primeira. É claramente um jogo pesado para Homens de barba rija e Senhoras poderosas!

No meu entender, quem já jogou e gostou do Vinhos irá muito provavelmente gostar deste Madeira. Sendo jogos com mecânicas e temas bastante diferentes, têm também muito em comum: a editora (What's Your Game?), o artista responsável pelo design gráfico (Mariano Iannelli), o elevado tempo de explicação (+ de 30m), o tempo médio de jogo (+ 120m), a rejogabilidade, e o melhor dos melhores é que os autores são meus amigos e são portugueses.

No final do jogo fiquei com a sensação que é um jogo à minha medida e irá garantidamente fazer parte da minha coleção! smiley

... agora é esperar que o próximo, Panamax, seja tão bom ou ainda melhor! yes

Tem dados.

Girito...

cheeky

 

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Excelente estreia

Joguei ontem à noite e gostei, a prova disso é que hoje já dei por mim a pensar em outras estratégias e formas diferentes de abordar o jogo.

É um gamers game que só de ouvir as regras assusta, mas jogar o jogo é giro à brava, especialmente a parte em que estive sempre a encher de piratas fighting.

Vale muito pelas excelentes mecânicas que tem e pela sua jogabilidade, julgo que escala bem a 2, 3 ou 4 jogadores e que com a experiencia o tempo de jogo diminui para perto de 2 horas.

Na minha opinião, o único ponto menos positivo é a falta de ligação entre o tema e as mecânicas, mas isso para mim é tinto pois o Feld apresenta jogos com muito menos tema e eu também gosto.

Parabéns aos autores, pois foi uma excelente estreia e em resultado disso este irá parar à minha colecção.

The Guns of Gettysburg

Canterbury

Nim...

joguei ontem a 4, é um jogo de maiorias, sem sorte, está lá tudo no tabuleiro À vista. Só um jogo não dá para elaborar grandes teorias, mas um bom jogo para oportunistas sacarem pontos às custas das obras feitas pelos outros.

3 simples acções em que quando chega a tua vez podes fazer uma: buscar dinheiro ou construir edificios ou buscar dinheiro e construir edificios.

Jogo é muito fluido nos primeiros 2/3, o ultimo terço há que analisar bem onde se coloca edificio para maximizar pontos, aí o jogo pára um bocado para processamento mental.

Joguei, gostei da companhia, correu bem, agradável, mas não achei que fosse a ultima batata frita do pacote.

Nuno "Nunesh" Santos

Album

Até pode ser um bom jogo, mas

Até pode ser um bom jogo, mas é demasiado abstrato, oportunista e tem demasiada manutenção para o meu gosto. Cada edificio construido - e muitas vezes fazes duas construções por turno -, obriga-te a:

a) pagar o preço

b) Colocar um cubo no bairro

b) mudar o nivel de properidade da cidade

c) mudar a tua pontuação geral

c) mudar a pontuação dos serviços

Invariavelmente alguem se esquecia de algum dos passos, e lá tinhamos nós de estar a verificar tudo a meio do jogo. Hesito entre o Grrrrr e o Snorrrrr :)

Gostei....

Principalmente da simplicidade das escolhas das acções (3), com uma variedade depois de opções sobre o que fazer com elas (18 edificios diferentes e as variaadas localizações)

Gostei também da forma como colaborativamente vamos melhorando o rendimento monetário que vamos obtendo.

O único contra é contra é "upkeep" variado que envolve muitas conta de cabeça e está sugeito a alguns esquecimentos, mas não o achei impeditivo ou sequer irritante (ao contrário da opinião do Carlos com quem joguei), sendo o esquecimento mais comum a actualização na tabela de serviços, mas regularmente, enquanto durante os turnos dos outros jogadores eu verificava se estava tudo ok.

Como o Nuno disse é um jogo em que quem joga por ultimo tem alguma vantagem, pois consegue aproveitar-se dos pontos construidos por outros jogadores... mas também sujeita-se a já não ter espaço ou não compensar o custo pago (joguei a 3, onde eu era o último jogador, e isso aconteceu, imagino que aconteça mais a 4) por outro lado nos scorings os primeiros jogadores recebem um bonus monetário que me pareceu que seria capaz de fazer a diferença entre estar um turno a capitalizar ou contruir logo

Não é um jogo para comprar, mas não me importo de o voltar a jogar.

 

Stormrover (a.k.a. Nuno)


Last played:

quebra cabeças

Já quase me esquecia de dar a minha opinião sobre este jogo (achava que já o tinha feito).

Jogo de maiorias com regras simples mas que no final é quase um quebra-cabeças!

Resumindo:

- gostei do jogo

- gostei da companhia

- não senti que a manutenção fosse um problema que afectasse o jogo (fomos partilhando a mesma)

- uma arte crua

- qualidade de componentes de acordo com o necessário

- não o penso comprar (só se encontrar uma boa promoção)

- posso, sem problemas, jogar novamente.

Rampage

Um jogo mm só pa diversão de

Um jogo mm só pa diversão de destruir um cidade. Se bem que é preciso algum cuidado para não deixar fugir os mepples e comer os correctos.

100% de acordo

Não poderia estar mais de acordo com a tua opinião.

Visualmente o jogo é muito engraçado, gostei de o ter experimentado, dou-lhe todo o mérito pelo jogo que é, mas não é o meu género! yesno

Koryŏ

Este já há muito que me

Este já há muito que me parece interessante e já tinha saido antes de Essen, mas muito pouca informação sobre ele... a ver se agora vai aparecer mais

É um jogo mt simples de

É um jogo mt simples de maiorias. Joga-se rápido com algumas decisões sobre equilibrio entre maiorias que nos dão mais pontos ou maiorias que nos dão mais vantagem in-game.

Triassic Terror

Patchistory

jogo do ano?

Publicado por uma pequena editora coreana é por alguns considerado o jogo do ano?! enlightened Com muito poucas copias para vender, o jogo esgotou em cerca de 30 minutos no primeiro dia da feira.

Não creio que alguém em Portugal tenha este jogo. A pergunta que se coloca é quando chegará este jogo a uma editora que lhe permita uma grande distribuição? Quando será que o iremos poder experimentar?

reedição

O jogo de civilização, Patchistory, que em Essen teve disponiveis apenas 50 cópias e que esgotou poucos minutos depois das portas abrirem, está agora a ser editado e as suas regras a serem reescritas para ficarem mais claras pela nova editora StuntKite.

A reedição está prevista para Maio de 2014, mas visto que esta editora é para o mercado americano, só nos resta aguardar que umas cópias deste jogo consigam chegar à Europa.

Yunnan

nasty

Este é um dos jogos que ainda não joguei e que mais tenho curiosidade de jogar.

Da editora do jogo Hansa Teutonica, foi lançado este ano o Yunnan. Pelas reviews que tenho lido é o tipo de jogo em que o conflito entre jogadores pode ser bastante elevado e isso não costuma agradar a toda a gente. Talvez por isso o jogo tenha actualmente uma média de apenas 7.22.

A curiosidade sobre o jogo é tanta que já li as regras, mas sem jogar não consigo ter uma opinião. Assim sendo, terei mesmo de o jogar para poder opinar. fighting

a repetir

Ontem, 4 comerciantes de chá experimentaram ontem este Yunnan.

O jogo, tal como já era esperado tem efectivamente conflito, tendo com isso, bastante interação entre todos.

Baseado apenas num jogo, segue a minha opinião:

- acredito que quem opta por subir na influencia pode ser bastante "chato" para os outros...

- ... e que quem não sobe pode ser bastante lixado durante o jogo

- mas para que saibam, a única pessoa que não subiu na influencia e que se fartou de ser lixada, ganhou!

- não achei suberbo, mas gostei do jogo e fiquei com muita vontade de repetir. Porquê?

  - essencialmente porque me pareceu ter diferentes caminhos para ganhar e que variam sempre muito do modo como os adversários jogam

  - fiquei com vontade de tentar outras abordagens

  - tem muita interação entre jogadores, sendo que quem não sobe na influencia, terá de direcionar a sua estratégia por outros caminhos, não perdendo dinheiro e pontos a subir na influencia, mas perdendo dinheiro e pontos porque tendencialmente será mais vezes lixado pelos adversários

  - no jogo de ontem, enquanto uns montavam o motor para depois ser sempre a andar, havia quem fosse amealhando e terminasse o jogo sem que os adversários tivessem tido tempo de rentabilizar o seu motor

também a repetir...

não desgostei, mas também não fiquei maravilhado, assinalaste os pontos correctos, mas para ser sincero não fiquei com uma opinião totalmente formada, pensei contudo que houvesse mais back stabbing, mas se calhar os jogadores foram demasiado educados ;-)))

ocorreu um run away inicial, tipo etapa de ciclismo, e depois não houve "pernas" para recuperar :-))

Concept

party game

Para quem gostar de party games vai certamente gostar do conceito deste jogo.

- jogo original star2star2star2star2

- visualmente interessante star2star2star2

- de modo a facilitar a identificação dos simbolos, os player aids (com os simbolos) deveriam estar com a mesma disposição do tabuleiro star2

- não é o meu género de jogo star0

Sail to India

pequena caixa

Mais uma boa surpresa do autor de String Railway: Transport e de Trains

Desta vez presenteiam-nos com um jogo muito simples e rápido (20m) mas que tem algumas decisões bem dificeis. A partida faz-se de Lisboa e o jogo termina com a chegada à India mas, quem chega à India pode muito bem não ser o vencedor (apenas faz terminar o jogo)

O preço do jogo em Essen foi de 15 EUR o que no meu entender era demasiado caro para os seus componentes (no entanto o jogo esgotou). A AEG irá mais uma vez re-publicar o jogo com novo grafismo mas creio que ainda não se sabe qual será o preço.

Já por várias vezes ouvi o

Já por várias vezes ouvi o comentário de que 15€ é muito caro para este jogo. Não penso o mesmo. Há jogos que mais caros e com mais componentes não oferecem a experiência que este jogo ofoerece. Um jogo genial para 30 minutos.

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Archon: Glory & Machination

Estou à espera que este

Estou à espera que este chegue da campanha do Kickstarter

Um worker placement várias

Um worker placement várias mecânicas conhecidas que ao longo de 3 seasons vamos tentado ganhar o favor do rei especializando-nos na guerra, arte ou ciência. Para isso temos de recolher recursos, construir edificios e especialmente melhorar o nosso deck de ações.

Wildcatters

faltou um bocadinho assim...

É um jogo onde estamos quase sempre com menos dinheiro do que precisamos, onde se compra e vende acções de companhias petroliferas e é também um jogo de controlo de área. Gostei do jogo e gostei do tema mas no final senti que lhe faltava qualquer coisa para se tornar num grande jogo.

Trench

Muita curiosidade em

Muita curiosidade em experimentar o Trench, mas não sei se pelas melhores razões :)

Last played:

Trench

Joguei Trench já há bastante tempo, ainda em forma de protótipo mas quase acabado.

Mais recentemente, na RiaCon, voltei a experimentar o produto final.

Trench é um abstracto puro, na linha do Xadrez com o que tem muitas semelhanças. Não é muito o meu género. Gosto bastante de abstractos puros como Go, Tzaar ou mesmo Hive, mas o Xadrez já não me agrada tanto. A questão não é o ser abstracto, isso não me incomoda nada. A questão talvez seja a mecânica básica do Xadrez (e do Trench) de comer as peças adversárias e ir assim desgastando o oponente até à vitória. Talvez seja isso... Honestamente não sei.

O Trench procura combater a possível duração excessiva que existe no Xadrez introduzindo a possibilidade de se jogar até um jogador ter um determinado número de pontos que vão crescendo conforme a importância das peças capturadas. Esta possibilidade pode ajudar a combater um dos problemas potenciais do jogo para quem, como eu, não gosta muito de jogar Xadrez.

Mecanicamente, o Trench é um bom jogo. Nada extraordinário ou revolucionário, nada que os aficionados dos jogos de tabuleiro que conhecem centenas deles não vejam, no fundo, como uma variante do Xadrez. Uma boa variante, note-se.

Os componentes são de qualidade, embora o plástico do tabuleiro destoasse um pouco em relação aos outros, para mim. O monocromatismo e o minimalismo agradam-me enquanto objecto estético mas confesso que, ao jogar, o efeito fosse cansativo. Bem sei que existe uma justificação mais ou menos temática para isso mas essa serve precisamente para passar ao que me desagrada em relação a este jogo, ou, mais precisamente, àquilo que o rodeia.

Pese embora a minha enorme simpatia pelo designer e pelas pessoas envolvidas no desenvolvimento do jogo, pese também o simples facto de se tratar de um produto Português que me dará prazer ver vingar no mundo, existem algumas coisas que acabam por ter um efeito adverso na minha atitude perante o jogo enquanto produto.

Para mim o maior problema do Trench não está no jogo mas na forma como é apresentado.

A insistência numa ligação temática quando o jogo é puramente abstracto é uma.

A tal explicação temática do cansaço provocado pelo elevado contraste entre as peças e o tabuleiro é um de vários exemplos disso. Toda a gente sabe que sou bastante tolerante no que concerne a explicações temáticas mas aqui acho que se vai um pouco longe demais.

A algo exagerada exposição do jogo como algo quase sublime e perfeito é outra.

Sim, foi uma belíssima inspiração do Rui Alípio Monteiro mas não se trata da 8ª maravilha do mundo... O jogo não é mais "matematicamente perfeito", como já ouvi afirmar, do que muitos outros, especialmente os do Knizia que até é doutorado em matemáticas, por exemplo.

Os votos de "shilling" no BGG são outra.

Fica mal tanto exagero nas votações no BGG. Não sei se é por se tratar de um jogo Português ou porque seja...

O Madeira, por exemplo, está a fazer furor entre os aficionados mais conhecidos no BGG. Tem 208 ratings, 26 notas 10 mas só 3 são de Portugueses. O Trench tem 48 ratings e 17 (descontei um claramente sarcástico) notas 10 de Portugueses... E Portugueses com poucos ratings dados e inclusivamente poucas partidas de Trench registadas.

Sim, é importante promover o jogo e dar-lhe visibilidade mas estas tácticas acabam por ter um efeito adverso na generalidade da comunidade do BGG e dos jogadores mais experientes. Na minha opinião falta alguma contenção na forma como este jogo é apresentado.

Vi, não há muito, uma entrevista do Valter Hugo Mãe ao Rui Alípio Monteiro e francamente fiquei um pouco triste ao ver a forma como o jogo foi apresentado. Eu compreendo o entusiasmo do Rui com a sua criação e percebo a sua ânsia de que o mesmo chegue o mais longe possível, mas talvez seja preferível fazer uma pausa na trincheira antes de saltar para a terra de ninguém gritando e correndo sobre o inimigo... que, afinal, não é inimigo.

-

Gamer profile

Pois...

Ainda não joguei o jogo, mas vi essa entrevista de que falas e fiquei impressionado, pela negativa.

Valha-me Minha Nossa Senhora... aquele exagero todo era dispensável...

 

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"The only way to achieve the impossible is to believe it is possible."
Lewis Carroll in Alice in Wonderland

Pfffahah

O que vocês me foram mostrar. Parece comédia.

 


Top10:

"Pese embora"

Como não joguei o jogo não o posso avaliar. Mas tudo o que escreves, com coragem, louve-se, a partir de "Pese embora" tem a minha concordância. Sobretudo o inenarrável esforço de colagem do tema...

Desejo sucesso e longa vida ao jogo.

Nossa senhora

Só agora vi a entrevista....  Nossa senhora....... Vamos ter um prémio nobel com certeza. xD não será o de matematica visto que não foram feitos calculos xD

Mesmo assim.. só posso dizer que é bonito pois nunca joguei.

Nobel da Matemática?

Ganhar o Nobel da Matemática? não te preocupes que esse não existe wink

CIA

xD

Só queria fazer uma piada ;( e tu destruiste o meu momento xD

Prosperity

Prosperity

A classificação deste jogo no BGG fez com que este jogo não me despertasse qualquer interesse.

Na LeiriaCon houve quem me dissesse que o jogo era bastante interessante e que a classificação do BGG não correspondia à qualidade do jogo.

Desafio aceite!

Combinei com o Francisco, que comprou/ganhou o jogo em Leiria, para a 4ª feira seguinte jogarmos o mesmo.

O Francisco levou, explicou e jogou o jogo.

Foi sem dúvida uma surpresa que confirmou o que me disseram.

O jogo não é brilhante, mas joga-se bastante bem e, no meu entender, não merece o rating que tem quando comparado com outros jogos muito piores e que estão melhor classificados. Mas classificações no BGG são isto mesmo.

É daqueles jogos em que se vai evoluindo, mas melhora-se umas coisas e piora-se noutras, fazendo com que seja uma evolução lenta.

Jogarei novamente sem problemas e se o vir numa boa promoção sou capaz de o comprar...

Spyrium

Wiliam Attia

Quando se houve falar de Wiliam Attia lembramo-nos sempre da sua obra-prima Caylus, o pai da mecânica worker placement, um jogo intemporal que ainda dá cartas no ranking do BGG. Dito isto, acho que o Spyrium irá carregar com o fardo da comparação com o Caylus, quanto a isso já não há nada a fazer, mas será que são jogos comparáveis ?
Julgo que não, pois é um worker placement muito simples, que se joga num curto espaço de tempo.
O jogo até é bom, mas acho que tem dois problemas, i) vai ser constantemente comparado com o Caylus e a comparação é impossível e ii) não é um filler, mas também não é um jogo grande, logo está num nicho de difícil aceitação.

Se voltar a jogar o Spyrium fico contente, mas acho que não o vou comprar porque não traz nada de novo.
Review aqui

são incomparáveis...

... apenas tem em comum o seu designer!

a apreciação global do rafa é correcta, mas se calhar fica tolhada pelo fantasma do Caylus.

Penso que o homem deve andar a preparar alguma e este Spyrium será para aquecer as hostes :-)

Também o tenho, e penso que vale a pena, até porque o seu custo é bastante aceitável.

Também é fácil de explicar e de aprender, mas como está naquele nicho que o rafa acima indicou, pode levar a algum AP nos primeiros jogos em algumas decisões, mas pessoalmente é agradável e interessante o suficiente para o manter durante bastante tempo.

Spyrium

Já joguei este jogo 3 vezes... a 2, 3 e 5 jogadores e gostei...

SPYRIUM é a mais recente criação de William Attia, o consagrado autor de CAYLUS (um dos meus preferidos jogos de sempre) e trata-se de um jogo médio, excelente para abrir uma noite de jogos. As regras são relativamente simples de explicar e os turnos desenvolvem-se de forma rápida e fluída e vale pura e simplesmente pela mecânica... porque tema... nem pó...

O jogo tem a particularidade de poder ser jogado em duas fases distintas por diferentes jogadores em simultâneo e isso trás para o jogo um nível de incerteza, angústia que acho particularmente bem conseguido. O "leilão" de cartas faz-me lembrar um outro jogo, mais antigo do qual eu gosto muito mas que passou um pouco ao lado do sucesso, que se chama HERMAGOR. É uma mecânica que emparelhada com a possibilidade dos jogadores estarem em fases diferentes trás uma boa dose de densidade ao jogo.

Acho SPYRIUM um bom jogo... um jogo médio... mas bem feito... feito por quem sabe. Mas ainda assim tenho uma preocupação sobre... temo que a sua longevidade seja curta... acho-o pouco rejogável. Mas isso resolve-se com uma expansãozita e com mais cartas cheeky...

 

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"The only way to achieve the impossible is to believe it is possible."
Lewis Carroll in Alice in Wonderland

Detalhe

Só mais um detalhe que me esqueci de mencionar. Este jogo é melhor com mais jogadores. Com 5 ele brilha!

 

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"The only way to achieve the impossible is to believe it is possible."
Lewis Carroll in Alice in Wonderland

Das coisas mais aborrecidas

Das coisas mais aborrecidas que já joguei nos últimos tempos.

Sem tema, com uma rejogabilidade muito limitada, é daqueles jogos que nem é carne nem é peixe: não é denso o suficiente para ser um "heavy game" nem simples para ser um "euro" puro.

Gosto da mecânica decalcada do leião, mas depois o resto é trocar porriolas verdes por pontos.

O sr. Caylus não arriscou, e é pena.

 

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regras erradas

Atenção que parece que jogaste isto com as regras erradas.

No entanto, não acredito que isso mude assim tanto o jogo para que passes a gostar do mesmo.

tmgd escreveu: Atenção que

tmgd escreveu:

Atenção que parece que jogaste isto com as regras erradas.
No entanto, não acredito que isso mude assim tanto o jogo para que passes a gostar do mesmo.

Costa ? 

 

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Gostei do jogo, das várias

Gostei do jogo, das várias combinações de cartas possiveis, o jogo vive disso, é ligeiro, mas com substancia, daqueles que não deixa a pessoa com fome.

Recomendo, nem que seja para experimentar e dizer que não se gosta :)

Nuno "Nunesh" Santos

Album

o autor

Ontem tive finalmente a oportunidade de experimentar este jogo do autor de um dos meus jogos favoritos: Caylus

O Caylus, lançado já em 2005, é considerado por muitos como o pai dos Worker Placements, mecânica hoje em dia tão comum em jogos de tabuleiro que até me faz parecer que sempre existiu.

Mas eu quero é falar do Spyrium (e não do Caylus), sendo que vou tentar escrever a minha opinião sobre o jogo tendo em conta que ainda só o joguei uma vez:

- joguei a 4 jogadores - quer-me parecer que poderá ser um bom número; não faz com que se esteja muito tempo à espera da nossa vez  nem que se torne demasiado caótico yes

- era a primeira vez que 3 de nós estavamos a jogar Spyrium e com a explicação creio termos demorado menos de 1h30m; no tempo que demora este jogo temos muitas decisões para fazer; concordo com outros comentários de que este jogo não é claramente um filler, mas também não é um heavy game; mas para mim, isso não é mau, tem o seu lugar quando temos pouco mais de 1h mas em que queremos alguma coisa com alguma substância yes

- quanto à rejogabilidade por alguns apontada não posso confirmar, mas acredito que não seja bem assim; nem todas as cartas entram em jogo e à muitas combos possíveis de fazer; para além disso, o jogo tem muita interação entre os jogadores o que me quer fazer parecer que cada jogo será sempre muito diferente indecision

- gostei da mecânica do "leilão" em que por vezes dava vontade de passar para a fase II só para poder retirar um trabalhador a troco de algum dinheiro e em troca de desperdiçar um ou mais trabalhadores yes

- quanto ao tema... bem, quanto a isto já disse o que tinha a dizer... ou então não, simplesmente não disse nada porque não há nada para falar; o tema simplesmente não existe / não interessa mas também não preciso disso para gostar de um jogo; sou daqueles em que o tema  do jogo não é muito importante a não ser para o lado negativo, isto é, fantasia e espaço afastam-me; o Spyrium dizem que é steampunk, mas para mim tanto me faz confused

- e tem um preço bem abaixo dos jogos deste ano; por menos de 30 EUR consegue comprar-se! smiley

Para terminar, posso dizer que fiquei com vontade de voltar a jogá-lo e que é provável que vá entrar para a minha coleção.

Jogo na Mesa

Sim...no Jogo na Mesa está a 26€ yes Bom preço, sem dúvida.wink

CIA

jogar a 5 jogadores

Voltei a jogar este jogo, desta vez a 5 jogadores.

É um daqueles jogos em que me parece claramente ser melhor a 5 jogadores do que com menos. É também um daqueles jogos que, para mim, deve ser jogado no máximo em 1h. Só que a 5 jogadores, em que 4 estão a jogar pela primeira vez isso parece-me muito complicado de se conseguir. Resultado? Este jogo demorou com explicação mais de 2 horas! Lessons Learned? Não voltar a jogar este jogo a 5 enquanto pelo menos 3 ou 4 não o tiverem jogado pelo menos uma vez! enlightened

... mas apesar do elevado tempo que este jogo a 5 jogadores tomou, consegui disfrutar do jogo e da companhia, de observar as diferentes estratégias e da incerteza do resultado final. Devido ao jogo possibilitar bastantes pontos através das cartas, só se apurou o vencedor aquando da contagem final. Acabou por vencer quem esteve sempre na frente porque apostou em ir fazendo pontos ao longo de todo o jogo. Mas foi por pouco!

A questão de timing de colocar trabalhadores ou tirar trabalhadores parece-me que a 5 ganha ainda mais importância e que permite uma maior diversidade de estratégias.

Oddville

Para mim fica na mesma prateleira do Oddville, por exemplo. Uma jogaleira que gostaria de ver mais preenchida. Porque em muita ocasião só tenho uma horita para jogar, porque nem sempre me apetece feijoada, porque se há coisa que aprecio num jogo é a sua honestidade para comigo. Falo de expetativas, de preços, de qualidade dos componentes e de uma ou outra brisa de ar fresco que acho obrigatório um jogo novo oferecer...

Kohle & Kolonie

Tenho que ver um gameplay

Tenho que ver um gameplay deste... mas desperta o interesse

Spielworxx

É uma pena que a editora Spielworxx não aprenda e ano após ano continue a insistir publicar jogos com regras em "inglês" que são uma dor de cabeça.

de tão mal escritas, dúbias, incompletas, mal organizadas que só prejudicam a imagem dos seus jogos. Infelizmente começam já a ser imagem de/da marca.

Felizmente (para mim) quem ensinou o jogo ia já para a 3ª partida e provavelmente esta terá sido a 1ª em que jogou tudo bem!?

Quanto ao Kohle & Kolonie, jogo pesado, tabuleiro seco mas com o que é necessário, apenas com 10 acções por jogador em todo o jogo (eventualmente conquistando mais 3 acções extra que podem ser utilizadas abdicando de 4 pontos por cada uma utilizada), com diferentes caminhos para a vitória (segundo me pareceu), interação entre jogadores quanto baste, suficientemente diferente dos jogos mais mainstream.

Gostei do jogo!

Porque felizmente também já houve quem tenha reescrito as regras e publicado as mesmas no BGG, organizando-as, adicionando a informação necessária e escrevendo-as num bom ingles e porque é um jogo diferente do habitual, acabei por encomendar o mesmo! Já vem a caminho!

The Capitals

Suburbia com esteroides

Este jogo foi uma agradável surpresa! yes

Apesar de ter sido um jogo muito conturbado (ninguém na mesa tinha jogado ou lido as regras), com muitas dúvidas, muitas desatenções, muita conversa, pouco ritmo, alguns erros, muito tempo de jogo (+ de 4 horas), cheguei ao final a pensar: gostei deste jogo! smiley

Basicamente, para quem conhece o Suburbia, pode dizer-se que este é também um jogo de city building mas com muito mais a acontecer, com mais opções e inicialmente com muitos pontos negativos.

Recomendo jogarem mas só se alguém souber bem as regras! fighting

Shadows over the Empire

Estou à espera deste do KS

Estou à espera deste do KS também

Joguei esto uma vez e achei

Joguei esto uma vez e achei pessimo. E sim que fui uma das pessoas que jogou-o mesmo ... osseja de quatro jogadores dois ficarom a olhar os outros dois jogar. Tudo muito lindo materiais, cartas, graficas, etc ... mas nao percebi onde estava o jogo. Se calhar estou enganado mas vontade de voltar a jogar-o e zero mesmo.

Sample of my collection, wanna play ?

Tomorrow

Tb me parece interessante...

Tb me parece interessante... gosto da polémica :p

Parece-me um daquelos jogos

Parece-me um daquelos jogos que vao quebrar amizades ... quero experimentar !!

Sample of my collection, wanna play ?

Colonialism

Bremerhaven

Outro que quero ver um

Outro que quero ver um gameplay

e eu queria...

... o resto do jogo! pois parece que algumas edições vieram mancas de cartas e de livro de regras, e se o segundo não é fundamental, já quanto às cartas, são o cerne do jogo, mas estou com alguma expectativa, e à espera de resolução para o embróglio.

Mush! Mush! - Snow Tails 2

Não gosto (regra geral) de

Não gosto (regra geral) de jogos de corridas.

Gosto do Snow Tails original.

Este é uma versão mais simples, um filler de 30m, não acrescenta a quem já tem o snow tails, bom para quem gosta do género.

Tem porriolas e árvores.

E joga a OITO !

 

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Rockwell

Até agora...

apenas um jogo a 3p! com algumas regras erradas, mas parece ser um jogo para 4, se bem que carece de teste a 2 e novamente a 3.

Se bem que o tema seja a mineração tal como o Gluck Auf, são bastante distintos, apresentando este uma maior complexidade, e com uma co-operatividade entre os jogadores, que se torna praticamente impossível de evitar. Porém esta cooperativade não é bondosa, bem pelo contrário, a competição é feroz.

O jogo apresenta umas mecânicas interessantes nomeadamente ao nível da mineração no tabuleiro principal e uma competição constante por objectivos.

Pareceu-me com um ou outro aspecto que poderia ter sido desenvolvido, nomeadamente o mercado onde, pasme-se, os valores são constantes! é um mercado rigído :-)

Mas definitivamente gostei e é para manter na colecção...

rapires, hélio, adv666 e o que me dizem?

Outra agradavel surpresa,

Outra agradavel surpresa, gostei imenso do jogo, por mim tinha voltado a repetir de imediato, para mais porque fiquei com a sensação de ter apenas arranhado a superficie das estrategias possiveis.

Os mecanismos são eficientes, o design gráfico varia entre o agradavel e o utilitário, e o tema está lá. Em definitivo um jogo para voltar a jogar, provavelmente o segundo na minha lista de preferências de Essen'13 até ao momento - mas tambem ainda me falta experimentar algum verdadeiros pesos pesados como o Madeira, pela origem, e o novo do Vlaada Chvatil.

Quando é que jogamos a isto de novo pessoal? :)

Post Scriptum: Concordo com o Pedro, o mercado devia ser dinamico, não chega a ser uma falha, é mais uma oportunidade perdida

SOS Titanic

É pena eu não gosto de jogar solo …

Na prática este jogo é uma variante do jogo de cartas que todos nós conhecemos e temos no computador – o solitaire – mas com algumas variantes e adições engraçadas.

O SOS Titanic está preparado para ser jogado em modo cooperativo, mas na minha opinião é um jogo para jogar a solo, o que para mim é um problema – não gosto de jogar solo …

As componentes de jogo têm pormenores muito giros, cada carta representa um passageiro diferente, há dois tipos de passageiros (1 ª classe e 2 ª classe), as cartas de passageiros são uma réplica dos bilhetes originais do Titanic e o barco é representado por um livro que ao virar de cada página vai afundando, muito giro.

Tem um pormenor fabuloso … sabem quais são as cartas mais altas e logo as últimas a serem salvas no barco salva-vidas ? a banda e o capitão wink

Sou gajo para ficar com o jogo, pois a arte dos componentes é realmente muito boa e o tema também é algo que me fascina, tenho no entanto algumas dúvidas que vá jogar muitas vezes, pois jogar solo não é mesmo a minha onda. Talvez numa viagem de trabalho em que vá sozinho, quem sabe …

Paciência

Pegaram na ocupação Paciência e transformaram num jogo. Como? Simples.

Adicionaram poderes especiais para cada jogador. Adicionaram cartas com acções especiais que os jogadores adquirem quando falham o resgate. Adicionaram um temporizador, na forma de livro, que sugere a tensão do momento. E foram ao fundo do mar restaurá-lo. De cada vez que se joga.

E conseguiram. O jogo funciona bem, é um cooperativo leve na onda do Forbidden Island, que pode ser jogado a solo, mas que não faz mal ter mais umas cabeças a funcionar para resolver a equação.

Os poderes especiais de cada jogador e as cartas de acção fazem o jogo.

Divertido, rápido, a urgência e o caos deste trágico episódio foram bem incorporados no jogo, bons componentes especialmente o livro com o registo das horas posteriores ao embate no icebergue e consequente afundamento de compartimentos e partes do navio.

Gosto deste jogo.

Estás a salvo Titanic. Já não vais ao fundo.

SOS Titanic

Não gosto também de jogar a solo mas este até me dá vontade de o experimetar desse modo.
Como cooperativo está angraçado e é giro ver a forma como a mecânica da paciêcia foi bem aproveitada e adaptada. Os componentes sõ de boa qualidade.

Acabei por comprá-lo depois de ter jogado uma vez para "completar" uma encomenda natalícia e não estou arrependido. É talvez um pouco fácil demais com quatro jogadores mas a solo ou com dois deve ser terrivel e deliciosamente difícil... A ver vamos se se aguenta assim à superfície ou se acaba por se afundar. Para já, não há icebergs à vista!

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Gamer profile

Suburbia Inc

Expansão

Expansão não devia estar aqui.

Mas, caso interesse a alguém, aqui vai o meu comentário sobre o que traz e se vale a pena:

- Borders, limitam a expansão da nossa cidade mas dão-nos benefícios muito bons. Adiciona mais algum tema ao jogo e funcionam muito bem;

- Bónus intermédios, se cumprirmos determinados objectivos, dão os jogadores que os atingirem um pequeno incremento no income;

- Bónus de reputação, quando chegamos à terceira pilha, se os alcançarmos dão-nos bónus de reputação;

- Novos objectivos finais, que ocompanham as introduções feitas;

- Muitos novos edifícios, aos quais ainda não os dissequei, mas aumentam ainda mais a variabilidade de jogo para jogo (alguns parecem muito mais interessantes que os do jogo base, mas o mercado dita a sua valia pois terás de pagar muito por eles se os quiseres adquirir quando saem).

Como resenha, mais opções para um jogo que gosto bastante. Não adiciona muitas regras, nem altera o tempo do jogo.

Só o preço é mais do que devia. Por umas quantas pranchetas de tokens não deviam pedir mais que 15€. É quase o dobro (25€). Deve ser o "Inc" que fez subir o preço. Para quem adorar o jogo base, mesmo assim recomendo. 

preço...

Dugy escreveu:

Só o preço é mais do que devia. Por umas quantas pranchetas de tokens não deviam pedir mais que 15€. É quase o dobro (25€). Deve ser o "Inc" que fez subir o preço. Para quem adorar o jogo base, mesmo assim recomendo. 

... eu gosto do jogo e gostava de experimentar a expansão. Mas, para mim, o preço está claramente exagerado (caracteristica comum em quase todos os novos jogos) no

Os preços não deviam ser

Os preços não deviam ser julgados só tendo em conta a quantidade (e qualidade dos componentes). Na minha opinião também há que recompensar o trabalho criativo do designer.

Last played:

Certo

Certo Espanhol, concordo. Mas tu achas que a maior parte do valor que pagas por um jogo vai cair no bolso do designer? O Vital que já lançou dois jogos muito bem sucedidos pode esclarecer-te quanto a isso. Será que ele já chega aos encontros de Ferrari?

Infelizmente a quantidade de dinheiro que chega aos designers não lhes permite sequer viver disso (salvo uma ou outra excepção, mas à algum tempo atrás só o Reiner Knizia é que se podia gabar de desenhar jogos como sustento). Não falo com total conhecimento de causa, mas acho que é esta a realidade.

Vamos a algumas contas: 2000 cópias de um jogo que irá ser colocado à venda por 50€. Isto dará um valor bruto de negócio de 100.000€. Agora terás de tirar fatias grossas para impostos, produção do jogo e distribuição. E mais umas quantas fatias pequenas. E depois vem o designer que receberá 10.000€, 5.000€ será? Acredito mais no segundo número (volto a dizer que não tenho bases que me permitam colocar valores aproximados dos reais, isto é tudo mera especulação) e mesmo este representa 5% do valor bruto (e mesmo assim tenho ideia de estar a pecar por excesso).

Voltando ao Suburbia Inc: 25€, nestes 5% o designer receberá 1,25€ por cópia vendida. Pouco, muito pouco.

Esta analogia parece-me algo idêntica ao que sucede no mundo da música (com os discos editados).

Mas posso estar errado. Totalmente errado. E só estar aqui a dizer barbaridades. Mas acho que não Espanhol, infelizmente.

Romolo o Remo?

De olhos fechados

Comprei este de olhos fechados. Gosto de surpresas, mas algumas vezes saiu-me mal. Neste, não.

Soberbo.

Jogo tipo Civ, com a base inicial de três terrenos para a nossa pequena cidade crescer, começamos lentamente a explorar as redondezas e depressa nos deparámos que queremos mais terras para o nosso reino e se necessário, usaremos a força, para as conquistar. Clash of Cultures sem as tecnologias, Roads & Boats e Antiquity (um bocadinho de ambos vá, que muito podia ser plágio), e algumas opções muito bem conseguidas (de que falarei já a seguir) e temos um jogo difícil de gerir, de progressão e expansão lenta, mas com um crescendo de dificuldade de opções a tomar asfixiante e momentos de total glória (ou profunda queda) com a apogeu a ser a eventual eliminação dos pretendentes a reinar este pequeno império. Sim, tem eliminação de jogadores e ainda bem. Não há lugar a falhas, mas também não é o jogo que as determina.

Vamos a alguns aspectos que achei brilhantemente executados no jogo:

- o desenho do império e a proximidade de todos os jogadores a todos os demais torna a atenção redobrada um conselho a seguir;

- o mercado, a forma como podemos influenciar o preço dos vários recursos, é elegante;

- o sistema de combate, com a escolha de um token para cada lado que irá dar benefícios mas também trazer novos desafios em combates vindouros;

- as personagens que nos podem ajudar (nada inovador aqui) e nos indicaram que abordagem ao jogo nos será mais benéfica;

- os edifícios (também nada de novo, só o facto de não pertenceram a ninguém em especial, podendo ser usados por outros jogadores - tipo Roads & Boats) são bonitos de se ver no tabuleiro e a sua funcionalidade em todos os aspectos está bem esgalhada;

- o procedimento de final de jogo está sublime, pois assim que se despoleta o mesmo, no início de cada turno, o jogador actual decide se o jogo acabará ou continuará, mas se decidir acabá-lo, prescindirá do seu turno normal;

- o sistema de scoring é revolto, mas adequado.

Só não gosto:

- dos tiles de terreno, acho horrivel a escolha da arte nos ditos;

- as regras foram escritas por alguém que conhecia o jogo de trás para a frente mas esquece-se que as regras são destinadas a quem não conhece de todo o sistema, o que traz alguma dificuldade para apreender o dito;

- pode tornar-se muito longo, especialmente se houver lugar a muitas disputas territoriais inicialmente, pois atrasam o motor que o jogador está a desenvolver.

Muito agradável surpresa (tirando o modo solitário que não serve senão para aprender as regras, pois traz muita sorte à mistura, o que não é bom num jogo deste tipo), não aconselhável ao Uwe Rosenberg dada a interação dramática que impele aos jogadores.

No geral, é um civ brutalmente agressivo, e quem sair vitorioso, sai em ombros. Porque merece. Como o jogo.

Para mim, tão bom como o Caverna (apesar de serem jogos totalmente distintos). Só fica atrás do Russian Railroads nas preferências. O Uwe não ia gostar deste por certo. A menos que os meus anões com armas atacassem os outros jogadores. Isso é que era. Era perfeito.

Concordo...

Concordo com o Dugy no que diz sobre o jogo. Não usaria, para já, a palavra soberbo porque há um aspecto que me preocupa em relação a este título.

É algo mais ou menos comum entre os jogos de evolução e potencial conflito com vários jogadores. Aconteceu no Clash of Cultures, por exemplo, e o Romolo o Remo fez-me lembrar muito o Clash of Cultures. Falo da possibilidade de se tornarem jogos propensos ao "turtling", ou seja, a uma situação em que os vários jogadores investem no poderio militar mas em que acabam por não dar o passo final pois isso poderá ser desastroso. Muitas vezes é uma questão de A ataca B e C lixa aquele dos dois que ficar mais fraco e acaba por ser o mais beneficiado de um conflito em que não esteve envolvido. Outras vezes são variantes deste cenário mas que, em todos os casos, acaba por conduzir a uma situação de "guerra fria" que tendencialmente degenera num período de espera pelo final do jogo para avaliar quem acabou por conseguir mais um ou outro ponto para ganhar. Algo anti-climático...

Não estou certo que seja o caso com Romolo o Remo. Apenas uma partida não é o suficiente para este tipo de diagnóstico mas que tenho essa suspeita, tenho. Veremos...

De resto, soube-me a um Clash of Cultures mais requintado e elegante. Elimina a algo confusa árvore de tecnologias, elimina os objectivos de curto prazo e, muito mais importante, elimina os dados do combate. A questão do final do jogo está muito interessante, assim como a do mercado e os vários aspectos que o Dugy destaca.

É bom. É bom de certeza... Soberbo? Talvez... as próximas partidas o dirão.

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Gamer profile

personagens (des)equilibradas?

Para não variar as regras, com esta editora as regras não são fáceis de assimilar.

O meu primeiro jogo teve um sabor agridoce. Se por um lado gostei das ideias, por outro com a personagem "Praedo" que o meu adversário adquiriu quase logo no inicio fez com que o jogo perdesse a piada. Desde esse momento não mais consegui ter recursos para expandir o meu reino enquanto o meu adversário crescia sem parar. E o pior é que pareceu não haver forma de contrariar esta situação. Tentei muralhas, ficar no máximo com um recurso, mas nada funcionava e cada vez mais deixava o meu adversário mais poderoso (ainda por cima com mais um trabalhador do que eu).

Tenho de jogar novamente para ver se corre melhor, mas sem esta personagem! Desta forma, pelo menos no jogo a dois, parece-me que o mesmo fica estragado frown crying

Last Will: Getting Sacked

Este já joguei :) Apesar de

Este já joguei :)

Apesar de nunca ter jogado o jogo sem a expansão, posso dizer que com a expansão está muito bom o jogo, gostei bastante.

Acrescenta novas cartas especiais que ficam num baralho à parte, além de mais cartas para todos os baralhos do jogo.

Acrescenta um emprego para cada jogador que vamos ter que fazer por ser despedidos, porque esse emprego em todas as rondas nos vai dar dinheiro e quando o objectivo do jogo é ficar sem dinheiro ter uma fonte de rendimento é péssimo :p

Tem também mais elementos cómicos muito porreiros, por exemplo as cartas relativas ao Casamento, que são uma forma excelente de gastar dinheiro, até porque podemos jogar até 4 cartas deste tipo ao mesmo tempo com apenas 1 acção, muito importante!

Tem também uma alteração muito porreira no jogo que é o espaço onde se selciona o que vamos fazer no turno (quantas cartas recebemos, quantos moços de recados vamos ter ao nosso dispor no turno e quantas acções tb vamos ter) agora não será sempre a mesma, temos tiles com duas faces para pormos em cada espaço dependendo do número de jogadores, o que vai criar mais variedade de jogo para jogo em vez de termos um quadro fixo.

Um jogo que pelo que sei era muito bom sem a expansão e com a expansão está excelente...

Eu aprovo

Quero!

Adiciona mais cor ao jogo, sem no entanto aumentar a complexidade.

O setup variável na selecção da ordem de turno/nº de cartas/chapéus/acções dá mais variedade ao jogo.

Quanto à mecânica do noivado está muito boa, e muito temática... só faltava os outros jogadores poderem descartar também cartas para poderem assim passar dinheiro ao jogador que está a fazer o casamento (presentes de casamento).

Claramente uma expansão a adquirir.

Já agora aproveito para dar os parabéns à CGE, pois aproveitaram e ajudaram a realizar a ideia de um jogador e acabaram por expandi-la a inclui-la no jogo

 

Stormrover (a.k.a. Nuno)


Last played:

Om Nom Nom

 Om Nom Nom

 

Stormrover (a.k.a. Nuno)


Last played:

Gestão de risco...

É um filler, um jogo de risco e tentativa de adivinhar as jogadas dos restantes jogadores que não agradará concerteza a muitos.

Mas cumpre o seu objectivo e é muito simples de explicar.

A considerar a aquisição.

 

Stormrover (a.k.a. Nuno)


Last played:

Blueprints

Chegou hoje e joguei um

Chegou hoje e joguei um joguito à bocado com a esposa...

É um bom filler porque é fácil de entender e explicar e joga-se rápido, praticamente sem tempos mortos... tem algumas decisões que impactam o resultado do jogo que são necessárias tomar, mas isso não causa AP nenhum e rapidamente chega a nossa vez de jogar novamente.

Obviamente jogamos a 2 e por isso não demorou nada, bastante rápido, deve demorar mais um bocadito a 4 que é o numero máximo de jogadores possivel, mas não me parece que a 4 passe da meia-hora.

Assim sendo é um bom filler e a unica coisa a apontar é o tamanho ridiculo do saco que vem com o jogo onde temos que meter os dados todos, baralhar e ir tirando... é mesmo pequenito o saco, cabe tudo lá dentro mas baralhar não me parece que dê e a mão tb mal entra...

De resto, os dados são muito porreiros, especialmente os transparente

filler com muitos dados

Para quem goste de jogos com muitos dados estará na sua praia.

Cada jogador recebe uma carta de edificio que coloca atrás do seu biombo e em seguida lançam-se os dados. Depois:

1. tira-se um dado

2. coloca-se o mesmo no nosso edificio

3. lança-se outro dado

4. passa-se a vez

Ao fim de fazermos isto 6 vezes (e termos então 6 dados na nossa construção), contabilizamos os pontos do nosso edificio; quem tiver mais pontos no edificio ganha uma carta de maior valor. Quem conseguir no seu edificio ter determinadas condições, como ter os 6 dados com todos os números, ou ter 4 dados com o mesmo valor, etc, pode também ganhar uma carta de pontos;

Ao fim de fazermos isto 3x ganha quem tiver mais pontos com as cartas que ganhou ao longo do jogo.

Conclusão: jogo simples e rápido que serve bem o seu propósito de entreter ao final da noite.