O Rei da Montanha de Prata

Comecei a colocar o conteúdo do RPG que estou a escrever disponível para consulta. Criei um pequeno blog onde vou estar todos os dias a colocar conteúdo tanto sobre as regras - que são baseadas em FUDGE - quando sobre o próprio cenário que se passa logo após o descobrimento da Terra de Santa Cruz.

Quem estiver interessado pode entrar no site http://www.eduardofernandes.com/ordmdp e deixar seus comentários, inclusive ajudar dando opinião sobre as regras, cenário e mesmo sobre erros.

Abraços 

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Será que não poderia ser ao contrário?

Não poderias pôr também o que andas a escrever aqui no site em forma de livro, como eu e o Rui andamos a fazer com os nossos?

É que de certo modo poupava trabalho a toda a gente que frequente o Abre o Jogo e que queira comentá-lo e divulgava mais conteúdos ínteressantes a quem os gostasse de ler.

"Se alguma vez sou coerente, é apenas como incoerência saída da incoerência." Fernando Pessoa

sopadorpg.wordpress.com - Um roleplayer entre Setúbal e Almeirim
Ludonautas Podcast - Viajando, sem nos movermos, pelos mundos do RPG

Eu até não me

Eu até não me incomodava... mas como eu coloco o pdf disponível no site?

Eduardo Fernandes Café

Não é necessario colocar o

Não é necessario colocar o pdf no site. Simplemente publicas o que andas a escrever no blog aqui mas em forma de Livro. Na coluna da esquerda carregas em Criar Conteúdo > Página de um livro.

Ou se quiseres mais informações dá uma vista de olhos aqui e também aqui.

"Se alguma vez sou coerente, é apenas como incoerência saída da incoerência." Fernando Pessoa

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Adicionei a versão em pdf

Adicionei a versão em pdf para download.

Neste momento estão disponíveis somente a parte de regras e criação de personagens e, mesmo estas, ainda estão longe de estarem completas.

Quem estiver interessado dê uma vista d'olhos e faça críticas construtivas. Aceito e anseio por sugestões.

Usem o link http://www.eduardofernandes.com/ordmdp/files/ordmdp.pdf

 

Eduardo Fernandes Café

O Sumo

Infelizmente não ando com muito tempo neste momento para ler integralmente as 29 páginas do PDF, mas dei assim uma vista na diagonal e vi que estás a investir bastante na parte das regras e criação de personagem.

No entanto não vi foi muito conteúdo sobre o que pretendes fazer efectivamente com o jogo, ou seja, que tema pretendes abordar com o teu jogo, como o pretendes abordar e como é que eu me posso divertir a jogar com ele, basicamente foi o mesmo que eu disse sobre o jogo do jrmariano, onde está o suminho?

"the drunks of the Red-Piss Legion refuse to be vanquished"

Eu já tinha escrito sobre

Eu já tinha escrito sobre isso... estou a terminar primeiro a primeira parte que lida com as regras... logo depois começo a ambentação propriamente dita que irá envolver portugueses, franceses e índios no brasil de 1500.

Eduardo Fernandes Café

Bateria de perguntas

efernandes escreveu:

Eu já tinha escrito sobre isso...

Estás a falar deste tópico? Queres abordar a expansão portuguesa no Brasil então, daquilo que eu percebi, de que maneira? é um jogo sobre portugueses que chegam ao Brasil e tentam criar uma nova vida lidando com os hábitos e costumes enraizados durante séculos dos povos indigenas? sobre os indigenas confrontados com a nova realidade trazia pelos colonizadores? Vai ser um jogo sobre o choque de culturas ou pretendes algo mais alargado do que isso? Que tipo de crónicas é que se podem fazer com o teu jogo?

"the drunks of the Red-Piss Legion refuse to be vanquished"

Brasil, Século XVI

Bom, acho que não vale a pena chatear mais o Eduardo. Ele parece que está claramente a criar o típico jogo feito de regras e setting vasto com alguns story/campaign seeds para o pessoal se inspirar. Se lhe queres perguntar o que tipo de histórias o jogo vai ter, a resposta parece-me ser "todos os que o GM e/ou jogadores quiserem"... desde que seja no Brasil, e no Século XVI, valerá tudo. Parece-me que é essa a ideia.

Podes é perguntar-lhe se vai incluir isto ou aquilo (sei lá, marinheiros holandeses com o equipamento respectivo) no setting/regras!

Ok, percebido. Então é um

Ok, percebido. Então é um jogo que tenta simular o Brasil no século XVI, onde se podem contar uma multitude de histórias, nesse caso vai ter que vir carregado de muitos elementos que me permitam "sentir" o Brasil século XVI de modo a poder recriar esse ambiente.

"the drunks of the Red-Piss Legion refuse to be vanquished"

Assunto field is required.

Ahey, :)

ricmadeira escreveu:

Podes é perguntar-lhe se vai incluir isto ou aquilo (sei lá, marinheiros holandeses com o equipamento respectivo) no setting/regras!

Pergunto se vai haver regras para afogamentos e quedas...

Cheers,
J.

Coloquei um posto com uma

Coloquei um posto com uma "palhinha" sobre a ambientação.

Quando ás regras, vai haver regras de dano sim, quedas e afogamento.

O dano vai ser baseado em FUDGE, como todo o livro, e passa necessariamente por níveis e penalizações. Estas regras, entretanto, não são tão lineares quando no D20 já que o FUDGE é muito orientado para a narração.

Basicamente o afogamento passa por cenas através de um teste complexo. Por exemplo imaginemos que uma personagem cai no mar a duas milhas da costa; o mar está agitado e é de noite.

O mestre decide que a personagem precisa passar por 3 etapas pasa chegar a praia, todas com uma penalização de -2 pelo facto por causa do mar e da falta de luz.

A personagem faz os testes e dependendo do resultado chega a praia sem problemas, chega a praia semi afogado, encontra um tronco onde consegue se agarrar, se afoga simplesmente. Eu explico como funcionam os testes complexos no livro de regras.

Em termos de combate, digamos que uma personagem tente afogar a outra, acredito que o mais sensato seria simplesmente considerar isto não como uma situacção especial mas simplesmente como se fosse uma arma.
Digamos que atacar uma personagem com um soco normal, poderíamos considerar que atacar uma personagem com afogamento dá na mesma um dano normal, embora transforme o dano do corpo a corpo em mortal ao invés de ser só incapacitante.

É claro que a ideia de disponibilizar o pdf é as pessoas darem a opinião sobre o que é melhor fazer...

Eduardo Fernandes Café

Fragilidade

Esta é uma das regras sobre a qual eu gostaria de opiniões já que ela não existe no FUDGE... a primeira vista ela funciona como um crítico mas é mais complexa que isso. Sua principal função é impor a carga emocional que acompanha certas jogadas e que é na maioria das vezes ignorada pelo jogador.

Imaginemos que uma personagem é muito bom com o arco e com a flexa, ele simplesmente sabe que a probabilidade de errar é muito pequena. Se houvesse uma situacção em que ele tivesse que acertar uma maçã na cabeça de uma outra personagem ele nem pensaria duas vezes, atirava a flexa.

Entretanto se fosse fora do RPG, mesmo alguém muito bom, ficaria muito tenso com tal situacção pelo simples facto que a falha resultaria na morte de um homem. A própria tensão tornaria a jogada mais difícil e é aí que se aplica a regra de fragilidade.

Vou tentar explicar a nível de D20 já que toda gente entende. Se não me engano, 20 é um acerto crítico e 1 é uma falha crítca. Imaginem que uma personagem com um Thaco 15 vai tentar acertar uma maçã na cabeça de um amigo e que o mestre decide que a jogada tem uma fragilidade 2.

Ter uma fragilidade 2 neste caso significa dizer que 17 ou mais passa a ser um acerto crítico 13 ou menos uma falha crítica. Basta ele errar por 2 que haverá um banho de sangue . Com tantas probabilidades em sofrer uma falha crítica o jogador já vai pensar 10 vezes em fazer a jogada.

É claro que a fragilidade deve ser usada com parcimónia, somente em jogadas muito especiais em o perigo é real e iminente. Eu por exemplo aconselho no livro o uso da fragilidade em jogadas de esquiva contra armas que causem dano fatal, uma vez que acredito ser bastante pertinente neste caso.

Eduardo Fernandes Café