Railroading? Porquê insistir nisso?

Retrato de Demonknight

Cá está um mal que muitos DM´s e GM´s sofrem, a necessidade de levar a história a bom porto passa por cima de qualquer coisa e quer queiram quer não os jogadores sofrem aquilo que o DM/GM sonha e tem MESMO que acontecer.

Seja um PC ser raptado no meio do seu quartel general sem hipotese alguma de abortar a operação, seja um NPC que tem mesmo que ser levado pelos maus da fita enquanto está sob a protecção dos pc´s, ou o clássico há dois caminhos, qual escolhem? o da esquerda, ah, esse não porque voçês morrem, têm mesmo de ir pelo da direita...

O esquema de railroading fica muito mau quando os pcs notam e sofrem isso na pele, porque sejamos honestos todo o DM faz railroading, mas o tipo e estilo de railroading é que faz com que os pc´s sintam ou não que estão a ser usados, hints e as escolhas de livre vontade dos pcs tornarem.se aquilo que o DM queria não deixa de ser railroading, simplesmente foi bem imbutido na história e as coisas resultaram.

Numa campanha minha, eu tinha decidido que os pc´s iriam descobrir que um barão iria tentar um golpe de estado na principal cidade do Norte do reino. Para tal os pcs foram contratados para descobrirem o que se passava numa arena (onde assistiram á sua destruição, já que nem sempre as coisas correm bem...) e ai viram que alguem estava a eliminar a principal facção de gladiadores , depois descobriram o envio de tropas que o barão considerava mais leais para sitios longiquos do reino ou em missões suicidas e pouco a pouco foram descobrindo mais coisas...

Culiminou em serem contratados pelo próprio barão para irem buscar algo a uma masmorra legendária (Rappan Athhuk) onde afinal descobriram que iriam lá para morrerem e serem menos um empecilho no caminho já que estavam a atingir notariedade e influência na cidade, depois os pc´s a juntarem tropas, o cerco à cidade, a luta épica na cidade e o confronto final com o barão (que acabou por ser morto pelo wizard por detrás da plot [sim, muy tipico] que se tornou o tal recurring villain mais odiado que criei)

E isto tudo em coisas escolhidas sempre pelos pcs.... certo?

Não, muito errado, todas as pistas foram dadas por mim, mas no final quem escolheu tudo foram eles, podiam ter ignorado algo mas decidiram não o fazer e assim a plot foi bem concluida.

E vocês perguntam, e se eles não tivessem escolhido isso?

Bem, ai a plot mudava, alterava-se, caso o barão tivesse conseguido dominio do norte do reino até onde as coisas poderiam ir? guerra civil? Várias coisas apareciam e nem eu nem os pc´s iriamos ficar frustados.

Assim sendo railroading é um mal necessário, horrivel quando usado por um DM que tem MESMO de levar tudo como ele quer e bem usado quando os próprios pcs unem os fios da meada sem serem quase que obrigados a fazer algo ou mesmo obrigados.

Assim sendo evitem forçar algo, acaba sempre por se notar e ai lá se vai o livre arbítrio dos pcs pela janela...

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Culpado...

Infelizmente faço railroading mas não me orgulho disso. Vejo como um mal necessário, porque ultimamente tenho feito apenas campanhas rápidas, onde normalmente quero contar uma história e/ou fazer os PCs passarem por diversas situações. Como o número de sessões é menor, vejo a necessidade de perder menos tempo e ir mais directamente à plot que de outra maneira não se desenrolaria. Tenho um condão de ter jogadores que preferem perder tempo a fazer roleplay de uma ida à loja de armas/discoteca/sitio onde nada vai acontecer, do que a resolverem os problemas em mão.

Mas nem sempre foi assim. Tive uma campanha longa em que cheguei a um ponto em que disse que não tinha história preparada, que seriam os jogadores a puxarem as suas próprias histórias. Tinha o mundo bem delineado, NPCs com agendas próprias, muitos sítios por onde as PCs se poderiam meter. Resultou muito bem, mas só alguns iam na brincadeira. Os jogadores mais apagados seguiam simplesmente atrás dos outros, tendo de ser eu a arranjar uma razão para eles acompanharem. Se volta-se a ter tempo, faria algo assim outra vez, sem dúvida. Entretanto vou tentar tirar o ferro da minha cabeça (rail-road -> ferro, perceberam? hem?! hem?! ok, esqueçam...) que começa a dar-me enxaquecas.


Light allows us to see, Darkness forces us to create...

 

Põe os jogadores a mexerem-se!

The_Watcher escreveu:
Mas nem sempre foi assim. Tive uma campanha longa em que cheguei a um ponto em que disse que não tinha história preparada, que seriam os jogadores a puxarem as suas próprias histórias. Tinha o mundo bem delineado, NPCs com agendas próprias, muitos sítios por onde as PCs se poderiam meter. Resultou muito bem, mas só alguns iam na brincadeira. Os jogadores mais apagados seguiam simplesmente atrás dos outros, tendo de ser eu a arranjar uma razão para eles acompanharem.

Eu quando faço a ideia de atirar histórias ao ar a ver se os personagens as agarram acabo sempre com 2 ou 3 sessões em que toda a gente olha para o ar. Muito engraçado se se jogar 2 vezes por semana, horrível se se jogar 1 vez por mês...

Há duas soluções para este problema que têm funcionado comigo:

1) No início da campanha, apresentar o setting e pedir que todos os personagens tenham um motivo concreto para irem contra o "status quo". Por exemplo, os personagens são rebeldes, fugitivos, ou whatever. Neste caso se os personagens ficarem parados, sofrem. A ideia é dar um incentivo aos jogadores para correrem, e apresentarem-se alguns caminhos na esperança que eles se metam no primeiro; a partir daí a coisa ganha momento e começa a andar sozinha.

2) Começa-se com a aventura o mais linear possível, ao mesmo tempo que se dão abertas para os jogadores fazerem outras coisas. A aventura linear ajuda os jogadores a começar o movimento. A certo ponto, o que eu faço é levar a aventura para um final que claramente não interessa aos jogadores (porque perdem $$$, seriam presos, humilhados, whatever) - e depois incentivo os esquemas deles para mudar esse final. Quando eles começam a falar com outros NPCs e levar os seus planos avante, já ficam envolvidos numa série de tramas e a coisa começa a andar sozinha.

Aramoro escreveu:
Ora considerem o seguinte:
O GM cria um mundo. Tem os "NPCs de cartolina" (aqueles que so estao a encher) e os "verdadeiros NPCs", com interesse para a historia. Cria uma linha de todos os acontecimentos que vao ocorrer ao longo do espaço-tempo da sessao.
E depois, coloca os jogadores, com completa liberdade, nesse "proto-mundo" que construiu.

Ora, isto pode parecer ligeiramente caotico a alguns, mas reparem... basta terem algumas estruturas pre-definidas, como o bar/discoteca, as docas, o banco, etc etc etc.... variar alguns detalhes ("um bar rasca", "um bar de gente fina"), e ir jogando com os PCs. Ao longo da sessao, os acontecimentos que tinham preparado vao ocorrendo - e os jogadores vao notando. Ora, sendo o ser humano naturalmente curioso, mais cedo ou mais tarde irão dirigir-se, de livre vontade, ao encontro da acção... ou entao limitam-se a fazer as pequenas tarefas que qualquer "NPC de cartolina" poderia fazer.

Ora, isto pode parecer uma forma de railroading, admito... mas é bom notar que estão a dar COMPLETA E TOTAL liberade de escolha aos jogadores. Sim, a acção esta noutro sitio... mas eles escolhem não ir ao encontro dela, preferindo antes "uma vidinha segura, calma e pacata"

Pois, na minha experiência muitos jogadores nestes casos envolvem-se em brigas de bar e tudo o que *não* tenha a ver com as histórias do GM. Já vi isto acontecer explicitamente, com os jogadores a dizerem ao GM "isto não era suposto ser o que nós quisessemos? Então quero lá saber do teu plot, vou mas é organizar um cartel criminoso". O que para mim é fantástico, eu nem faço plots já, quero é jogadores que tenham as ideias todas para eu improvisar uns conflitos depois :)

JP

Por essas e por outras....

É que eu já nem me dou ao trabalho de preparar sessoes ao pormenor. Das duas uma - Ou sai um railroad brutalmente nojento, em que toda a gente fica a olhar para mim com ar de quem me quer enforcar, ou entao atiro o bloco notas para o chao passados 10 minutos, porque acabou de se tornar inutil.

 E cada vez me convenço (dadas as experiencias em Tabletop e Online) que a Skill mais importante de um GM é IMPROVISAR. Nao interessa o background da historia, nao interessa o metaplot - A habilidade de conseguires improvisar also em 10 segundos, e manter a coerencia com as aventuras anteriores, é o que separa um GM normal de um BOM GM

Abaixo os "comboinhos", viva a improvisação 

Improviso

Gostei dessa do improvisar. Principalmente da tua cara quando um jogador a pedir ajuda que ira ser assaltado retira uma tonfa da gabardina. Ou entao quando um disfarçado de guarda de segurança resolve se meter com um operario para lhe confiscar o alcool :P

Tiveste sorte de ter uns jogadores criativos e que gostam de saltar fora da cerca de vez em quando, senao a sessao podia ter sido bastante aborrecida ;) 

Espero que saibas de qual sessao estou a falar. 

Pah.... pois..... é aquela

Pah.... pois..... é aquela base... um gajo bem que tenta, mas as vezes os jogadores ultrapassam o GM. Fumbles mentais e tal....

On various uses of Force

Oi, :)

Do Glossário:
Force - The Technique of control over characters' thematically-significant decisions by anyone who is not the character's player.

O railroading não é, de todo, um mal necessário. O railroading só se torna um mal necessário quando as pessoas não se apercebem que a seguinte frase é uma autocontradição idiota: "O GM é responsável pela história e os jogadores são responsáveis pelas acções dos protagonistas."

Para quem decide rejeitar essa frase como sendo algo impossível (e para quem não está disposto a fazer todos os dias pelo menos uma coisa impossível antes do pequeno-almoço), existem alternativas:

A) Há grupos que escolhem a primeira opção abertamente: "O GM é responsável pela história". Nesses grupos, os jogadores ficam contentes em tomar decisões menores, como com que sotaque é que falam com o vendedor de longswords, ou até limitar-se a decisões tácticas, como quando usar Rage ou quando fazer Ready, e quanto às decisões de história, esperam que o GM vá indicando o caminho a seguir, de alguma maneira. A isto se chama participacionismo, e funciona bastante bem, desde que seja o que o pessoal quer.

B) Alguns divertem-se a tentar descobrir qual é o caminho a seguir, sabendo que só há um, e quando o conseguem "decidem" segui-lo, e ficam todos contentes, julgando que estão a decidir o curso da história. Isto também funciona bem. Sob certas circunstâncias, chama-se trailblazing, e é bastante satisfatório, não só para o GM como para os jogadores.

C) Há grupos que rejeitam a primeira opção abertamente e escolhem a segunda: "Os jogadores são responsáveis pelas acções dos protagonistas". Nesses grupos, o GM geralmente abandona o uso de Force e aceita e tenta criar valor nas decisões dos jogadores. Isto pode ser feito com mais prep (correndo o risco de deitar fora uma parte significativa desse prep) ou menos prep (recorrendo à improvisação e à capacidade de manter a coerência, como diz o Aramoro. Há quem chame a isto bass play GMing.

Para aqueles que tentam levar a tal frase a sério, esses sim, estão condenados a usar o railrodaing. Mais uma vez, do Glossário:
Railroading - Control of a player-character's decisions, or opportunities for decisions, by another person (not the player of the character) in any way which breaks the Social Contract for that group, in the eyes of the character's player. The term describes an interpretation of a social and creative outcome rather than any specific Technique.
(Ênfase minha.)

Por exemplo, em ilusionismo, o GM usa todas as técnicas e mais algumas para fazer os jogadores pensarem que, de facto, estão a tomar desões, quando na realidade não estão. Por exemplo, os PCs chegam a uma encruzilhada e têm que decidir se vão para a esquerda ou para a direita, Coincidência das conincidências, o vilão mau vai ter preparado a armadilha exactamente do lado que os PCs escolheram. E de repente, há um jogador que descobre o que se está a passar, e de repente, deixa de haver grupo de jogo e o pessoal chateia-se uns com os outros.

Todo o GM faz railroading? Não. Eu, por exemplo, na campanha de DD que estou a gerir neste momento, não o faço. (Ou pelo menos, estou claramente convencido que não o faço.) Às vezes, uso trailblazing. Já fui visto a pedir participacionismo. Evito ilusionismo como a peste negra. E railroading abertamente, népia. Pelo contrário, a maior parte do tempo, eu tento jogar em modo bass play, constantemente à procura de oportunidades de pôr os players a, de facto, decidir o curso da história que se vai seguir, através das suas acções e das situações que escolhem ou não endereçar. De um modo geral, eu não pré-decido grande coisa do futuro. Limito-me a decidir o passado e a pôr os NPCs a reagir ao presente. Hey, se a história é acerca dos PCs, não há mal nenhum em ter um supporting cast completamente reactivo. Ou há? ;)

Cheers,
J.

Cheers,
J.

Oias man! Há muito tempo

Oias man! Há muito tempo que não falávamos e que dizer? Uma ótpima analise ao tema do railroading bem mais profunda que a minha inicial :)

Mas discordo contigo numa coisa, toda a gente faz railroading, embora o tipo desejado é o que presumo usas e eu tento usar, deixar a história seguir de acordo com input dos players, mas haverá sempre uma pequena parte no qual o DM tenta levar a história a algum lado. Claro que não se força ou se obriga alguem a engolir tudo.

"I think i´ve had a evilgasm!"

Re: Oias man! Há muito tempo

Demonknight escreveu:
Mas discordo contigo numa coisa, toda a gente faz railroading, embora o tipo desejado é o que presumo usas e eu tento usar, deixar a história seguir de acordo com input dos players, mas haverá sempre uma pequena parte no qual o DM tenta levar a história a algum lado. Claro que não se força ou se obriga alguem a engolir tudo.

Com base nessa afirmação é um bocado óbvio que o termo railroading significa coisas diferentes para vocês os dois.

Anyway, acho que o JMendes já disse tudo o que eu poderia alguma vez dizer muito melhor do que eu poderia alguma vez dizer.

[B0rg]
We r all as one!!
We are The Borg. We are Eternal. We will return. Resistance is Futile...

If freedom is outlawed, only outlaws will have freedom.

Re: On various uses of Force

JMendes escreveu:
Todo o GM faz railroading? Não. Eu, por exemplo, na campanha de DD que estou a gerir neste momento, não o faço. (Ou pelo menos, estou claramente convencido que não o faço.) Às vezes, uso trailblazing. Já fui visto a pedir participacionismo. Evito ilusionismo como a peste negra. E railroading abertamente, népia. Pelo contrário, a maior parte do tempo, eu tento jogar em modo bass play, constantemente à procura de oportunidades de pôr os players a, de facto, decidir o curso da história que se vai seguir, através das suas acções e das situações que escolhem ou não endereçar. De um modo geral, eu não pré-decido grande coisa do futuro. Limito-me a decidir o passado e a pôr os NPCs a reagir ao presente. Hey, se a história é acerca dos PCs, não há mal nenhum em ter um supporting cast completamente reactivo. Ou há? ;)

Perfeitamente de acordo.

Repito aqui um exemplo de algo que fiz há 2 anos, na tal campanha de MnM:

Rui escreveu:
A campanha baseava-se à volta de uma equipa à moda do BPRD de Hellboy, onde os personagens tinham "abilidades", em vez de poderes. Numa das sessões o objectivo era guardar um famoso gangster que ia depor contra outro gangster, e sabia-se ser alvo de um assassino profissional. Um dos meus jogadores tinha um personagem com poderes mentais, e a sua namorada jogava também no jogo. O jogador passou umas boas 3 ou 4 sessões a lançar, in character, imagens sexuais à namorada, que se fartou e fez queixa dele, in character. Eu, como GM, pus o gajo a fazer trabalho de secretária, durante uma sessão, o que resultou depois no seu rapto pelo tal assassino e consequente execução, enquanto os outros ouviam.

Algo que eu não escrevei ali foi que o grupo saiu da cidade, cobrindo o melhor possivel as suas pistas; se o jogador não tivesse feito as tais insinuações, se a sua namorada não tivesse apresentado queixa, seria dificilimo para mim por o vilão a encontrá-los. Assim, ele foi à procura de informações ao sítio onde sabia que os PC's estavam habitualmente (o seu HQ), encontrou lá o tal PC a fazer trabalho de secretária, juntou 2+2 para concluir que se o raptasse, poderia obter informações sobre o grupo e o gangster que deviam proteger. Infelizmente para o jogador, lutar sozinho contra um vilão feito para um grupo de 6 ou 7 PC's revelou-se demais, e acabou por sucumbir aos choques eléctricos.

Eu (e não só, as pessoas que jogaram essa campanha e as que a acompanharam) vejo isso como um brilhante exemplo de adaptar as reacções dos jogadores ao mundo que os rodeia, para de facto dar a impressão que o mundo não pára, quer eles estejam lá quer não. Julgo que o João lhe chamaria bass play GMing, embora outras pessoas lhe possam chamar railroading.

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

Re: On various uses of Force

Rui escreveu:

Algo que eu não escrevei ali foi que o grupo saiu da cidade, cobrindo o melhor possivel as suas pistas; se o jogador não tivesse feito as tais insinuações, se a sua namorada não tivesse apresentado queixa, seria dificilimo para mim por o vilão a encontrá-los. Assim, ele foi à procura de informações ao sítio onde sabia que os PC's estavam habitualmente (o seu HQ), encontrou lá o tal PC a fazer trabalho de secretária, juntou 2+2 para concluir que se o raptasse, poderia obter informações sobre o grupo e o gangster que deviam proteger. Infelizmente para o jogador, lutar sozinho contra um vilão feito para um grupo de 6 ou 7 PC's revelou-se demais, e acabou por sucumbir aos choques eléctricos.

Eu (e não só, as pessoas que jogaram essa campanha e as que a acompanharam) vejo isso como um brilhante exemplo de adaptar as reacções dos jogadores ao mundo que os rodeia, para de facto dar a impressão que o mundo não pára, quer eles estejam lá quer não. Julgo que o João lhe chamaria bass play GMing, embora outras pessoas lhe possam chamar railroading.

 

Eu chamo railroading, um rapto no meio de um quartel general com n pessoas á volta, o forçar um pc estar durante 3 dias sem fazer nada, e forçar a morte do pc porque era a unica maneira de fazer com que ele deixasse de usar essa classe.... é um bocado forçado não?

Sobre usos da força

Forçado para ti.

Se falares com os outros 5 membros da party (estou a excluir a Sandra porque sei que as tuas ideias vêm dela, uma vez que não és capaz de ter uma idéia própria) todos eles discordam de ti.

Eu acho que 5 pessoas não podem estar todas erradas. E tu?

Olha, já agora aproveito: tira aquele comentário no MSN, que só fica mal. Lembro-te que quando te dei boleia para ir ao Estádio da Luz receber o Benfica não me chamaste mentiroso, hipócrita ou sem tomates. Ou será que falar cara a cara não conta?

Cumprimentos e a chávena de chá.

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

Re: Sobre usos da força

Rui escreveu:

Forçado para ti.

Se falares com os outros 5 membros da party (estou a excluir a Sandra porque sei que as tuas ideias vêm dela, uma vez que não és capaz de ter uma idéia própria) todos eles discordam de ti.

Eu acho que 5 pessoas não podem estar todas erradas. E tu?

Olha, já agora aproveito: tira aquele comentário no MSN, que só fica mal. Lembro-te que quando te dei boleia para ir ao Estádio da Luz receber o Benfica não me chamaste mentiroso, hipócrita ou sem tomates. Ou será que falar cara a cara não conta?

Cumprimentos e a chávena de chá.

Ah, o nível esperado....

Bem, deixa ver.. quando  jogámos era o JP e a Isabel, o teu amigo mais o Tiago, eu e a sandra, corrige-me, mas a party eram 6 pessoas, tirando a Sandra e eu, ficam 4 , certo?

Questões matemáticas á frente... ficou bem claro o que se passou quando raptaste o pc ficando eu 3 sessões a olhar para o tecto e a curtir o nada, ficou bem claro quando lançando dados para ver se eu conseguia dominar o sujeito nem sacando um 19 um gajo se safa e a cereja no topo do bolo é que após as tais 3 sessões na qual não fiz nada, e após a morte do pc quando tentei criar um novo telapata ai sim, falaste que nao querias e tal, era mt poderoso e tal... em resumo, faltou-te a coragem de assumir que erraste e podias me ter falado sobre o pc, eu teria de bom grado feito outro adequado para o que querias..

Mas não o fizeste não foi?

Depois lá criei outro e continuei a jogar... num plot lindo onde após termos sido presos, a nossa escolha era ou fugimos da prisão e nos tornamos fugitivos ou "Ficam e sao julgados e condenados á morte! Têm mesmo que fugir", palavras tuas by the way, um belo railroading martelado nos pcs... coisa que TODOS repararam! Ou estavas mouco nessa altura?

Em resumo, escolha dos pcs? onde? GM como um DEus arbitrário sim? Perda de tempo meu a continuar naquela campanha apesar de até ter gramado a ideia de MnM? Sim! Pena ter perdido o contacto com pessoas como o JP e a ISabel? sim, muita!

E falando de boleias e tomates? Os mesmos que RECUSASTE a boleia normal ate casa do JP e da Isabel para eu me poder despedir deles? ~

Falas do dia da consagração do BEnfica? o dia onde vi o jogo em casa do Tiago e perguntei a ele se te importavas que eu fosse com voçês? Porque sabes, nao indo com voces, havia algo chamado Metro, ou autocarro... Se pelos vistos ficaste tão chateado bastava teres NOVAMENTE ter dito que não a uma boleia.... porque essa noite se não notaste foi o tentar enterrar um machado de guerra por algo como um rpg.... mas nao recusaste a boleia, nem a conversa nem o celebrar o campeonato nao é?

Ou seja hipocrisia... porque o que te disse aqui já to disse na cara, em casa da Isabel e do JP e no dia em que supostamente eu iria lá me despedir deles e após ouvires o que te tinha a dizer... recusaste a boleia...

Se no entanto continuares a picar e mandar bocas sem esperares resposta, bem, andas bem enganado! Porque afinal após eu tentar com que nao houvesse nada de mal entre nós reparo que continuaste a mandar bocas onde pudesses e em que foruns pudestes quando eu em nenhum sitio postei algo sobre a tua atitude como GM...

Se não te agrada o meu msn, tens bom remédio, apaga-o, assim já não levas com o que quer que seja que eu tenha lá escrito, se não só me tens bloqueado para curtir o que o lá ponho, ou então andas a emprenhar pelos ouvidos, porque o teu msn há muito que está apagado e bloqueado...

Como disse e repito dispenso hipocrisias...

E sobre o as minhas ideias virem de outra pessoa, bem... comentários para quê não é verdade... De um GM que via ambas as personagens femininas como inuteis para serem salvas pelos heroís masculinos... a luta onde elas nada conseguiram, estao feridas e chegam os herois masculinos e sem rolar seja o que for derrotam os bad guys.... brilhante!

Mas enfim, eu até falava mais, mas parece que tenho que esperar que me digam o que dizer ou fazer....

Re: Sobre usos da força

Parece-me que a seguir a isto, ou eu te mando ir levar na peida, ou o Ricardo fecha a thread.

Como me parece que a 2ª me parece mais correcta que a 1ª, despeço-me com um abraço sentido.

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

Re: Sobre usos da força

Rui escreveu:

Parece-me que a seguir a isto, ou eu te mando ir levar na peida, ou o Ricardo fecha a thread.

Como me parece que a 2ª me parece mais correcta que a 1ª, despeço-me com um abraço sentido.

Capaz de ser mesmo a  segunda, para a primeira terias que esperares 3 semanas para teres a coragem de dizer algo na cara... e já agora não tinhas parado de falar em foruns? Ah, pera, nao , tinhas que postar mais uma boquinha na minha direcção... e agora, tadinho, levas resposta e ops, toca a despedires-te com um abraço sentido.. vê se nao te esqueces da colher de chá e tenta não baixar mais o nivel, parece mal a alguem com tão elevado sentido de moral cof cof cof... 

Quando quiseres resolver

Quando quiseres resolver isso como um adulto, podes sempre aparecer onde dou aulas, ou então marcar tu um sitio.

Tenho todo o prazer em te pagar um café, ou o chá de que tanto gostas, e conversar cara a cara, ao invés de poluir os foruns.

Prometo não ameaçar a tua integridade física.

Estou a falar a sério: se quiseres pago-te o café e podemos realmente falar.

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

Re: Quando quiseres resolver

Rui escreveu:

Quando quiseres resolver isso como um adulto, podes sempre aparecer onde dou aulas, ou então marcar tu um sitio.

Tenho todo o prazer em te pagar um café, ou o chá de que tanto gostas, e conversar cara a cara, ao invés de poluir os foruns.

Prometo não ameaçar a tua integridade física.

Estou a falar a sério: se quiseres pago-te o café e podemos realmente falar.

.......

Que dizer perante tão generosa oferta....

Rui.... se eu quando tentei enterrar o machado de guerra ignoraste e continuaste a postar bocas contra mim.... é suposto esperar o quê? Atitudes maduras da tua parte?

Se não gostas que poluam os forúns não desças o nivel, é possivel falar de rpg e coisas que se passaram numa campanha sem insultos pessoais...

Sobre o não ameaçares a minha integridade fisica... nem comento.. a sério, não comento mesmo....

 Neste momento e tendo em conta o que andaste a postar e não apenas neste forum, as bocas pessoais a mim e a outra pessoa, esta tua tentativa de passares por tipo maduro civilizado está a ecoar em ouvidos surdos... Resta-me dizer que caso quisesses mesmo falar comigo sabes bem onde me encontro todos os sábados á tarde....

Fernando, de uma vez por

Fernando, de uma vez por todas:

Eu não andei a postar coisas contra ti noutros foruns; não me chamo Anathema.

Sobre enterrar o machado, tens toda a razão, eu realmente pensei que as coisas estivessem esquecidas, até ver a tua resposta ao meu comentário neste forum; mas parece-me que isso agora não interessa, certo? É mais uma do ovo e da galinha.

Sobre descer o nível, mais uma vez, ovo e galinha e vide a tal resposta ao tal comentário.

Sobre integridade física, obviamente os ouvidos moucos não reconhecem piadas.

Aos Sábados, estou na minha campanha de MnM; como sei que jogas na Arena, que até fica perto do sitio onde jogo, talvez por lá passe. A ver.

A escrever: down*town, tech-noir rpg
Proto Agonístes um rpg de auto-descoberta, de um personagem e vários jogador

Re: Fernando, de uma vez por

Rui escreveu:

Fernando, de uma vez por todas:

Eu não andei a postar coisas contra ti noutros foruns; não me chamo Anathema.

Sobre enterrar o machado, tens toda a razão, eu realmente pensei que as coisas estivessem esquecidas, até ver a tua resposta ao meu comentário neste forum; mas parece-me que isso agora não interessa, certo? É mais uma do ovo e da galinha.

Sobre descer o nível, mais uma vez, ovo e galinha e vide a tal resposta ao tal comentário.

Sobre integridade física, obviamente os ouvidos moucos não reconhecem piadas.

Aos Sábados, estou na minha campanha de MnM; como sei que jogas na Arena, que até fica perto do sitio onde jogo, talvez por lá passe. A ver.

Rui, de uma vez por todas, o que postaste sobre a tua exp como pc em D&D naquela aventura que postaste aqui no rpg net... enfim, claramente ainda mostravas qe o machado estava longe de estar enterrado e depois cada exemplo que usas.. ouch....

Sobre descer o nivel, bem, eu nao mandei bocas pessoais a ti nem a ninguem ligado a ti na altura, nao falei sobre tomates ou ires tomar no cu? correcto? rele os post e pensa onde estao os insultos

Ah, sobre o ovo e a galinha, é claro que foi o ovo, ja havia ovos antes de haverem galinhas.. agora se a questao é o ovo de galinha ou a galinha ai já não sei...  [sim, isto é tentar fazer humor estando um bocado chateado...]

E sim, passa por lá, dito e repito, a critica foi á maneira como actuaste como GM.... não como pessoa, levaste para o lado pessoal e as coisas passaram-se, e não, não foste ao extremo anathema.... , isso é mesmo um caso unico e talvez digno de estudo cientifico...

Mas sim, estarei por lá, passo o chá, aceito uma coca cola fresca ou uma imperial

ah, e tremoços...

 

Moderação

Se o chato ;) do Big B0rg não estivesse a observar, metade dos posts desta thread já tinha sido corrida daqui para fora. Acho que nem precisava de pensar duas vezes, era só mesmo de avisar os utilizadores afectados pelo MSN, dar-lhes oportunidade para gravar os seus textos (já que tiveram o trabalho de os escrever e são deles) para si, e depois fazer um clique num botão, confirmar que sim, que quero apagar o comentário X e todas as respostas a esse comentário, e pronto: problema resolvido.

Ainda não me convenci que isso não é de todas a melhor solução, mas uma vez que o Fernando não acha isso necessário e este é o blogue dele, deixo só aqui o aviso à navegação e espero que baste (porque se não bastar teremos de pensar noutras alternativas). Por favor resolvam as questões pessoais por mail, MSN ou face-a-face... não faz qualquer sentido ter estas discussões em público ainda por cima onde ficam registadas para a posterioridade e não deixam as velhas feridas curarem-se. Estamos cá todos para isto; se alguém (e estou a falar para todos os membros desta comunidade) estiver cá por engano, sabe onde encontrar a saída.

Re: On various uses of Force

Hello, :)

Disclaimer: Antes de mais, gostava de dizer que, apesar de saber quem vocês são, tenho a certeza que não vos conheço suficientemente bem para estar a fazer juízos de valor sobre as vossas pessoas. De qualquer modo, eu gosto é de discutir ideias, não pessoas. Como tal, peço-vos que considerem que o que eu tenho a dizer se refere à situação em si, e não a vocês como pessoas. Acrescento ainda que este é o tipo de post que convém ler por inteiro duas ou três vezes antes de responder, sobretudo se, por qualquer razão, continuarem convencidos que é acerca de vocês.

Rui escreveu:
Eu, como GM, pus o gajo a fazer trabalho de secretária, durante uma sessão, o que resultou depois no seu rapto pelo tal assassino e consequente execução, enquanto os outros ouviam.
(...)
Eu vejo isso como um brilhante exemplo de adaptar as reacções dos jogadores ao mundo que os rodeia.

Sem saber mais detalhes, não posso ter a certeza, mas assim de repente, também não me parece que haja aqui uso de Force, e como tal, não me parece adequado classificar isto como railroading.

No entanto...

Parece-me um dos mais perfeitos exemplos de player abuse que alguma vez encontrei. O facto de haver uma explicação plausível não muda o facto de o GM ter decidido arbitrariamente matar o personagem de um jogador, alegadamente porque ele terá feito uma má jogada (sob a forma das tais insinuações sexuais).

Pessoalmente, já estive em ambos os lados desta equação. Aliás, já estive em embos os lados desta equação com a mesma pessoa do outro lado. Deixem-me dizer-vos desde já, quaisquer alegações de verosimilhança por parte do GM envolvido não passam de racionalizações à posteriori. De boa ou má fé, a decisão do GM é "agora, vou matar este character e fazer o jogador aperceber-se do erro que cometeu".

Agora, atenção. Da mesma maneira, às vezes, os jogadores tendem a reagir mal a estes acontecimentos e a acusar o GM de toda a espécie de barbaridades dirigidas a eles pessoalmente, quando, de facto, o GM está apenas a fazer o melhor que pode. Em RPGs ditos tradicionais, o trabalho do GM é frequentemente ingrato. O facto de ser player abuse não significa que tenha sido intencional.

Cheers,
J.

Cheers,
J.

Ora bem

Meninos, meninos.... discutam no MSN que é para isso que ele serve. Vejam que até tem bonecos animados e tudo....

Passando à frente... (porque o pessoal ate esta interessado em discutir RPGs e nao nos problemas da vida domestica... para isso ia ver novelas da TVI).

No inicio estavam-se a discutir diversos tipos de aproximações à forma como se mestra uma sessao. No entanto, ha uma que ainda não foi discutida.

Ora considerem o seguinte:
O GM cria um mundo. Tem os "NPCs de cartolina" (aqueles que so estao a encher) e os "verdadeiros NPCs", com interesse para a historia. Cria uma linha de todos os acontecimentos que vao ocorrer ao longo do espaço-tempo da sessao.
E depois, coloca os jogadores, com completa liberdade, nesse "proto-mundo" que construiu.

Ora, isto pode parecer ligeiramente caotico a alguns, mas reparem... basta terem algumas estruturas pre-definidas, como o bar/discoteca, as docas, o banco, etc etc etc.... variar alguns detalhes ("um bar rasca", "um bar de gente fina"), e ir jogando com os PCs. Ao longo da sessao, os acontecimentos que tinham preparado vao ocorrendo - e os jogadores vao notando. Ora, sendo o ser humano naturalmente curioso, mais cedo ou mais tarde irão dirigir-se, de livre vontade, ao encontro da acção... ou entao limitam-se a fazer as pequenas tarefas que qualquer "NPC de cartolina" poderia fazer.

Ora, isto pode parecer uma forma de railroading, admito... mas é bom notar que estão a dar COMPLETA E TOTAL liberade de escolha aos jogadores. Sim, a acção esta noutro sitio... mas eles escolhem não ir ao encontro dela, preferindo antes "uma vidinha segura, calma e pacata"

Comentarios?

Re: Ora bem

Aramoro escreveu:
Ora considerem o seguinte:
O GM cria um mundo. Tem os "NPCs de cartolina" (aqueles que so estao a encher) e os "verdadeiros NPCs", com interesse para a historia. Cria uma linha de todos os acontecimentos que vao ocorrer ao longo do espaço-tempo da sessao.
E depois, coloca os jogadores, com completa liberdade, nesse "proto-mundo" que construiu.

Ora, isto pode parecer ligeiramente caotico a alguns, mas reparem... basta terem algumas estruturas pre-definidas, como o bar/discoteca, as docas, o banco, etc etc etc.... variar alguns detalhes ("um bar rasca", "um bar de gente fina"), e ir jogando com os PCs. Ao longo da sessao, os acontecimentos que tinham preparado vao ocorrendo - e os jogadores vao notando. Ora, sendo o ser humano naturalmente curioso, mais cedo ou mais tarde irão dirigir-se, de livre vontade, ao encontro da acção... ou entao limitam-se a fazer as pequenas tarefas que qualquer "NPC de cartolina" poderia fazer.

Ora, isto pode parecer uma forma de railroading, admito... mas é bom notar que estão a dar COMPLETA E TOTAL liberade de escolha aos jogadores. Sim, a acção esta noutro sitio... mas eles escolhem não ir ao encontro dela, preferindo antes "uma vidinha segura, calma e pacata"

Comentarios?

É isso mesmo que falo, o railroading sem o ser, as pistas estão lá, os acontecimentos também, mas só os seguem se quiserem.. e claro, como aqui foi dito se não os seguirem, ai vem a principal caracteristica que qualquer DM deve ter... improviso, improviso e improviso...

Já tive sessões inteiras sem se rolar um dado e apenas de vidinha pacata na cidade, caso quisessem teriam várias plots onde morder o isco, mas também estavam bem a curtir a vida na cidade.

É a velha questão de balançar as duas coisas, por um lado o DM que gostava claro que os pcs fossem fazer a tal aventura que ele tão arduamente preparou, por outro o livre arbitrio dos pcs. Juntando-se os dois e ai está o que todos queremos, um DM a sorrir por detrás do screen e os pcs bem entretidos como desejam :)

Tou do contra hoje

Mais uma vez estou em desacordo! Estais a falar de uma situaçao em que o DM se limita a definir uma serie de eventos. Tem o seu mundo e universo criado (grande ou pequeno, nao interessa). As coisas acontecem e sao os pc que decidem se intervenhem, quando intervenhem, e como! Ora... Isto vai vai associar os pc's aquela pequena plot, e esta se ira  desenvolver em funçao disso. A forma como os pcs interagem com o mundo criado pode ter uma infinidade de resultados. e levar a mesma situaçao numa outra infinidade de direçoes diferentes!

Antes de mais!

Espero nao estar a repetir algo ja tenha sido dito, visto q ainda nao li os restantes comentarios!

Permite-me discordar numa coisa. Mas a nao ser que tenhamos definiçoes diferentes para railroading, nao acho de todo que isso tenha acontecido na situaçao q descreves. Como dissestes, os players tinham total liberdade de acçao. Usaram apenas pista q tu lhes deixaste, e lidaram com a situaçao, felizmente mais ou menos como tu esperavas. Mas tal como disseste, poderiam ter tomado uma outra serie de acçoes completamente diferentes, q levariam os factos e a historia a desenrolar-se de forma diferente. Podia ate o resultado ser o mesmo no final, mas a liberdade de acçao estava presente.

Na minha opiniao railroading acontece quando os players se encontram de maos e pes atadas, e nao interessa o que façam, as coisas se irao sempre desenrolar da mesma forma. Mais valendo a pena nestas alturas deixar que o DM decidas as coisas por eles.  Como por exemplo aparecerem 20 dragoes dourados a apontar para a direita numa encrusilhada. Ou impedir a força todo um ou mais  jogadores de enveredarem por caminhos que nao convem ao DM. Ou em casos mais tristes como ja aconteceu, um determinado tenente que por a força toda nao quer divulgar qualquer informaçao se limitando apenas a nos dizer o que quer que seja feito , deixando os players as escuras e sem alternativa de decisao. Mas é sempre possivel  quebrar este ciclo, mas com o risco sempre de criar mau ambiente, como por exemplo,  executar o tenente com um tiro na nuca, desertar o exercito, e fugir para outro pais para começar tudo de novo. Ou o DM torna o npc todo poderoso, e o tenente nao morre, e em contrapartida o PC é executado.  Either way, a campanha morre, e fica tudo de mau feitio.

 Forçar os pcs a seguir determinados caminhos, é aborrecido no minimo, e eventualmente os jogadores perderao o interesse pela campanha, pq ali estao apenas a rolar os dados. Muito bom tvz para quem goste de dungeon hacking, mas pouco mais.

Concluindo:

Railroading deve ser na minha opiniao apenas executado pelo DM, quando ha necessidade de fazer um fast forward na historia, como para fazer a ligaçao entre duas campanhas distintas por exemplo. E ser usado apenas como introduçao a um novo setting.

Quem pensar o contrario sugiro que se dedique a outro tipo de jogos... Tipo monopolio ou coisa assim! 

Raiload nunca é necessário

Kajiit escreveu:
Railroading deve ser na minha opiniao apenas executado pelo DM, quando ha necessidade de fazer um fast forward na historia, como para fazer a ligaçao entre duas campanhas distintas por exemplo. E ser usado apenas como introduçao a um novo setting.

E porquê usar railroading nestas alturas? Por exemplo, podes querer iniciar uma campanha do modo X, mas porque é que não perguntas aos jogadores se concordam, ou aceitas as sugestões deles?

Por exemplo, queres começar uma campanha de mercenários - vou assumir que os jogadores concordam. Faz uma diferença do caraças dizer "vocês são todos mercenários holandeses que estão aqui por dinheiro" ou dizer "vocês são mercenários - expliquem-me porquê", no segundo caso os jogadores têm uma palavra a dizer o que os faz muito mais interessados nas primeiras sessões da tal campanha.

JP

Perguntinha

Nuca vos aconteceu ter partys que voz obrigam a jogar todas a ideias fora? e repensar tudo de novo?

Tipo, por exemplo...

Um grupo de elementos é chamado por alguem que precisa de um grupo de "mercenarios" para executar determinada tarefa! Os pcs durante esta pequena reuniao nao conseguem deixar de notar em toda a ostentaçao daquele npc... Obras de arte, e valores em quantidade. E, abanam que sim com a cabeça ao npc, concordando em fazer tudo o que ele diz, e assim que saem porta fora, resolvem por unanimidade que assaltar aquela pequena fortaleza,e despojar o npc das suas riquesas e artefactos é algo mt mais rentavel, e interessante de se fazer. Começando de imediato a trabalhar nisso!

Por mt railroading que um DM goste de fazer, como é que descalça uma bota dessas? 

Re: Perguntinha

Khajiit escreveu:

Nuca vos aconteceu ter partys que voz obrigam a jogar todas a ideias fora? e repensar tudo de novo?

Tipo, por exemplo...

Um grupo de elementos é chamado por alguem que precisa de um grupo de "mercenarios" para executar determinada tarefa! Os pcs durante esta pequena reuniao nao conseguem deixar de notar em toda a ostentaçao daquele npc... Obras de arte, e valores em quantidade. E, abanam que sim com a cabeça ao npc, concordando em fazer tudo o que ele diz, e assim que saem porta fora, resolvem por unanimidade que assaltar aquela pequena fortaleza,e despojar o npc das suas riquesas e artefactos é algo mt mais rentavel, e interessante de se fazer. Começando de imediato a trabalhar nisso!

Por mt railroading que um DM goste de fazer, como é que descalça uma bota dessas? 

[puxa as mangas para cima] sacas do DMG e ves que traps podes ir metendo na dita fortaleza, se ele tem $ para obras de artes tem para guardas, talvez algo no jardim especial, uma certa planta ou assim, ganhas tempo para veres algum npc para usar do DMG... etc e tal... e a coisa desenrola-se.

Antes podem tentar obter uma planta do local,etc, contactos com a guilda de thieves? divination, cada coisa que fazem ganha-te mais tempo a ti para te ires preparando... no final vai parecer como se tivesses TUDO preparado para enfrentar uma dita invasão dos pcs á fortaleza...

Depois, será que a guilda de thieves irá aprovar tal concorrência? Poderão denunciar os pcs à guarda? and so on and so on..

NUNCA TE DEIXES APANHAR COM AS CALÇAS NA MÃO.

Os pcs sentem o medo :P

 

Eu na minha levei com um pc que doou tudo o que tinha a outro pc para ir tentar matar um npc random.... e caso fosse apanhado nao lhe pudessem tirar nada...

na hora pus-lhe á frente um npc velhinho, tremulo, era um gnome ilusionist, a emboscada correu mal, ele foi reconhecido, conseguiu fugir, á saida da cidade a party foi interpelada pela guarda e o pc preso, levou com um geas em cima, insultou o deus do clerico que lhe estava a meter a geas e de bonus levou um curse, para se tentar safar foi pedir ajuda a uma guilda de thieves da cidade vizinha, foi chulado por eles, enganado , safou-se da curse mas manteve.se com a geas.....

Tudo numa bela e deliciosa sessão ;)

 

Ora nem mais!

Precisamente a resposta que queria ouvir!

Um bom DM/GM deve-se limitar a gerir os acontecimentos no mundo. Reagir as acçoes dos pcs e fazer o mundo reagir com estas. Dando assim total liberdade de acçao aos pcs de fazerem o que quiserem e mt bem entenderem. Os pcs sabem assim que tenhem total acçao sobre as suas personagens, e que da mesma forma conseguem exercer poder sobre o desenrolar dos acontecimentos.

Nao quero com isto dizer que nao se deva atirar uns ossinhos aos pcs, e dar-lhe umas dicas de vez em quando. A frequencia com que isso acontece depende inteiramente dos pcs. Do seu nivel de interesse e da forma como participam. Todo o jogador gosta dum bom enredo, de uma boa plot. obviamente. E as vezes é bem mais comodo, se o desenrolar de eventos for aliciante, uma pessoa se deixar levar com a historia. Mas, acho que devem tb ter liberdade, e deve-lhes ser permitido, de assim de repente terem oportunidade de virar completamente os acontecimentos da forma que lhe "convem". Cabe ao DM saber mestrar a coisa de forma interessante e inteligente. E nunca por força de poder divino, obrigar os pc's a seguir um caminho que nao querem.

Ao contrario de um certo que me apareceu a frente. Nao vou dizer nomes mas o bixo ta na suiça, que em call of cthulo, nao permitiu de forma alguma os jogadores de irem a grande biblioteca buscar determinado livro, usando argumentos forçados e sem fundamento. Criou um mau ambiente tal que levou todos os jogadores a dinamitarem toda a biblioteca, em frustraçao das suas acçoes.

Re: Perguntinha

Khajiit escreveu:
Nuca vos aconteceu ter partys que voz obrigam a jogar todas a ideias fora? e repensar tudo de novo?

Frequentemente - já nem penso muito nas coisas antes, prefiro improvisar uma coisa qualquer na altura pq sei q os jogadores hão-de virar aquilo do avesso desde que eu meta NPCs conflituosos que irritem os jogadores :)

Khajiit escreveu:
Tipo, por exemplo...

Um grupo de elementos é chamado por alguem que precisa de um grupo de "mercenarios" para executar determinada tarefa! Os pcs durante esta pequena reuniao nao conseguem deixar de notar em toda a ostentaçao daquele npc... Obras de arte, e valores em quantidade. E, abanam que sim com a cabeça ao npc, concordando em fazer tudo o que ele diz, e assim que saem porta fora, resolvem por unanimidade que assaltar aquela pequena fortaleza,e despojar o npc das suas riquesas e artefactos é algo mt mais rentavel, e interessante de se fazer. Começando de imediato a trabalhar nisso!

Por mt railroading que um DM goste de fazer, como é que descalça uma bota dessas?

Acusa os jogadores de serem maus roleplayers. Inventa uma série de motivos pelos quais os PCs nunca fariam isso. Enquanto eles planeiam, um guarda do NPC ouve tudo, o super-exército do NPC aparece, prende os PCs e só os liberta se eles fizerem a tal missão original (e atira-lhes um Geas para mais, e rapta-lhes as irmãzinhas mais novas que eles nem sabiam que tinham :P)

JP

Bota larga

Eu francamente poria alguns obstaculos no caminho mas no final eles assaltavam a casa sem problemas. Depois descobriam que o alvo da missão lhes pôs a cabeça a prémio, ou o vacuo de poder que eles deixaram estragava as coisas para eles. E começariam a considerar realmente fazer a missão. Passado algum tempo (em que a minha ideia original tinha ido completamente pela janela fora) eles acabam mesmo por fazer a missão, mas não têm a recompensa porque ficaram em maus termos com o contratador antigo, ou mataram-no mesmo. Poderia dar uma plot nova muito gira, mas puxaria bastante pela minha imaginação/improvisação e pela paciência dos jogadores. Talvez depois disso resolvido conseguisse voltar ao rail-road antigo, mas já seria dificil.

Ou então, se não tinha paciência para lidar com a insubordinação dos jogadores, dizia que a fortaleza era mesmo inexpugnável e eles era melhor fazerem outra coisa, mas isto já é mais "Deus ex-machina" e os jogadores ressentem-se com estas coisas...


Light allows us to see, Darkness forces us to create...

 

Pontiu Pilates Stance

Nota inicial: Tou a escrever este post no intervalo do almoço do meu estágio, por isso espero n tar a bater nalguma tecla já discutida.

Quando começei a pensa na crónica q tou a correr actualmente, de introdução a vampire masquerade, inevitávelmente estruturei uma história e pensei cm fazer o jogador segui-la. Contudo dps durante o resto do dia começei a pensar "e se ele n seguir por este caminho?" "e se neste momentro crucial a decição do jogador for outra", ou seja, começei a pensar em cm lidar c a imprevisibilidade do jogador, pessoalmente sentiria-me mal a tentar impor uma história pré-feita ao jogador, da mm maneira q n gosto de filmes/series/livros onde tá td feito à partida e sabe-se q o bom vai ganhar pq é o escolhido xpto da profecia do velho da montanha, neste género só a Guerra das Estrelas e a saga Exterminador me apelam, mas isso são outras histórias hehe.
Depois de mt pensar ao longo desse dia cheguei a esta conclusão, e se o GM n tivesse mão na história e tivesse apenas uma posição reaccionária às acções do jogador?
A isto chamei a Pontiu Pilates Stance, (nd a ver c as teórias de RP q já vi espalhadas por aqui, stance neste caso é uma referência um bocado na brincadeira a charms e posições de combate em Exalted) o GM lava as mãos de qq envolvimento pessoal na evolução dos pcs.
Então a ideia q eu tive sobre o trabalho de GM, q mais me atrai não esqueçer, baseia-se no seguinte, o GM constrói td o mundo onde a crónica se vai passar, npcs e respectivas ligações, plots, interesses, segredos, personalidades, etc., locais como bares, masmorras, templos perdidos, sedes com os seus significados e segredos, basicamente td o q é preciso ter-se num setting minimamente estruturado. A parte gira agora é fazer isto nunca tendo os jogadores me mente, ou seja, n criar um npc a pensar q será o mega-vilão contra a party, n criar locais a pensar q seram apenas destinados p a party fazer de base ou encontrar artefactos do poder eterno, e, acima de td, n pensar q a evolução do setting vai ocorrer mediante as acções dos players em missões pré-feitas.
Depois disto td é deixar os jogadores à vontade nesta casa de cartas, sem nc tar a dirigi-los p uma situação ou outra, deixá-los desenvolver os seus próprios plots e seguir c eles, reagindo apenas às acções q eles tomarem, deste modo o GM deixa de ser uma força por de trás do screen a tentar orientar os jogadores p determinados plot points, mas em vez disso passa a ser a inteligência artificial do setting, reagindo e ajustando-se às decisões q eles tomarem e envolvendo os jogadores no setting através das suas próprias mecânicas de funcionamento, q afectam tds os participantes de igual modo pcs e npcs, e n através de mecânicas especialmente desenhadas p os pcs, ou seja, deixam de haver pistas colocadas em locais e tempos cruciais p o desenvolvimento da história e npcs desenhados especialmente p ajudar/arruinar os pcs, td o q lhes acontece de bom ou mau é da responsabilidade deles e das acções q decidiram tomar.
Dos pcs jogos q conheço acho q este estilo de GM funciona bem em 2 jogos: vampire masquerade / exalted. P n ficar mt no ar vou dar um exemplo em vampire masquerade camarilla.
Uma party de vampiros decide começar uma crónica a implementar um circuito de jogo ilegal na cidade, se o GM n quiser intervir directamente, querendo-os orientar p um outro tipo de história q já tinha feito, simplesmente pensa cm é as acções dos pcs vão afectar o mundo e reage de acordo, por exemplo pode perceber, analisando o mapa do setting q fez antes de começarem a jogar, q o negócio dos jogadores interfere com um plot dum vampiro do clan ventrue q tb está a investir nessa àrea, logo ai temos um conflito c um npc q n foi feito necessariamente p ser um vilão da party, mas q devido às acções desta acabou por o ser. Agora, o q o GM tem q fazer, é pensar cm é q este npc iria reagir à intervenção dos novatos, vai ser directamente violento? vai lançar uma campanha de difamação no elysium p minar os apoios dos pcs? vai manipular alg p lidar c os pcs mantendo-se à distância? é um sem fim de histórias q podem surgir naturalmente sem grande esforço p um GM bem preparado e c boa capacidade de improviso.
Outro caso, a party é meio apática e n tem assim grandes plots próprios, é na boa o príncipio é o mm. É preciso perceber q o setting de vampire masquerade, embora n o pareça, é mt mexido, c imensos plots e contra-plots, manipulações e contra-manipulações a saltar de um lado p o outro entre npcs q envolvem imensos piões, e por isso não é dificil usar estas mecânicas do próprio setting p envolver os jogadores na acção, sem ter q o fazer prepositadamente p eles. Continuando o exemplo, se os jogadores ficam as sessões apenas a deambular pelo setting, mais cedo ou mais tarde um npc, analisando a passividade dos ditos, vai tentar manipulá-los p de uma maneira ou de outra servirem os seus propósitos, o mais clássico e faze-los ficarem a dever-lhe um favor, outro npc inimigo ao ver isto vai passar a tratar os pcs tb cm inimigos e há-de planear coisas contra eles, e assim sucessivamente até os jogadores se virem embrulhados no meio duma rede de jogos de poder aos quais já n podem ficar passivos, ou mexem-se ou lixam-se por algum dos lados. E isto td ocorreu sem o GM ter q tar a matar-se a pensar cm há-de fazer coisas p os jogadores se mexerem, basta apenas usar a própria dinâmica do jogo em questão e o mapeamento do setting q fez cm preparação.
Assim, de uma sessão p a outra, o GM n tem q tar a pensar onde é q vai deixar pistas, q aventuras correr, etc é apenas deixar-se ir ao sabor das direcções q as acções, ou n acções, dos jogadores o levarem.

Isto p mim funciona bué bem pq sou bué preguiçoso, e permite-me por numa posição q gosto mt, a de espectador, vendo a verdadeira história centrada nos jogadores se desenvolver e a evolução deles ao longo de várias sessões e histórias.

Também resolve outro problema giro, a junção da party, cm isto é td definido pelos pcs, são eles q decidem cm fazer a party de uma maneira q se mantenha coerente ao longo da crónica, mas isto é material p outras divagações q dps explico se quiserem, agora tenho mais q fazer hehe.

Nota final: só por eu me sentir mais confortável a fazer GMing neste estilo, n quer dizer q n goste de jogar c outros GMs noutro estilo bué diferente. Este aviso é mais dirigido ao Rui, p ele n pensar q tá a herdar um jogador bué chato hehe (isto se ainda houver crónica e se quiseres jogar cmg é claro).

 

"the drunks of the Red-Piss Legion refuse to be vanquished"

E sim, funciona também

E sim, funciona também muito bem em D&D ;)

É essa a base da minha campanha, há o background geral, há ideias bases espalhadas por todo o reino, o resto é com eles e as ideias deles, por onde queiram pegar eu irei desenvolver.

"I think i´ve had a evilgasm!"

Re: E sim, funciona também

Demonknight escreveu:
E sim, funciona também muito bem em D&D ;)

Pois eu tb tinha a ideia q isto funcionava bem em D&D, mas cm ainda n tive oportunidade de ler o livro n quis arriscar hehe.

Portanto passas a vida a

Portanto passas a vida a tratar da Simulação do Setting. é isso? Se funciona para ti, "está tudooo beeem!"

;)

"Se alguma vez sou coerente, é apenas como incoerência saída da incoerência." Fernando Pessoa

sopadorpg.wordpress.com - Um roleplayer entre Setúbal e Almeirim
Ludonautas Podcast - Viajando, sem nos movermos, pelos mundos do RPG

É um bocado isso jr, simulo

É um bocado isso jr, simulo a reacção do setting. P mim funciona na boa, a prova disso e q no fim da primeira sessão, qd puder posto aqui, a jogadora pegou num promenor bué inócuo do setting, algo q tinha posto lá apenas p mostrar a corrupção e incompetência do mundo policial, e tá a transformar a coisa numa mega-operação de salvamento p tirar um mendigo da esquadra da policia onde está preso hehe. Acho q dá p ver q um GM n precisa de pensar mt p arranjar chatices aos jogadores, regra geral eles já isso por ele hehe.

"the drunks of the Red-Piss Legion refuse to be vanquished"

Re: Portanto passas a vida a

jrmariano escreveu:

Portanto passas a vida a tratar da Simulação do Setting. é isso? Se funciona para ti, "está tudooo beeem!"

;)

"Se alguma vez sou coerente, é apenas como incoerência saída da incoerência." Fernando Pessoa

 

É algo mais a ver com a campanha sempre em desenvolvimento e considerando que esta campanha arranca 50 anos após a ultima aventura das antigas personagens dos pcs e após uma invasão elemental, é o reino que já conheciam sem o conhecerem ;)

Se eu passasse a vida a simular o setting seria do género demorar meses a tentar fazer um setting perfeito e que depois duraria apenas 3/4 sessões, aposto mais em world creation on the knee, partindo sempre de algo mais pequeno para o maior do que tentar logo o aspecto grandioso, que regra geral não dá nada, por falta de tempo para as sessões.

Regularidade, um must de qualquer campanha que se quer longa!

Pois eu c isso é q n me dou

Pois eu c isso é q n me dou mt bem, essa do n-pre-planeamento hehe, se calhar é da juventude GMita q n me deixa ter assim tantas coisas n defeinidas lg no início da crónica, prefiro planear bue coisas q mm q os jogadores n peguem, mts vezes n tou à espera q o façam, smp estão lá a funcionar e dar dinâmica ao setting. Dá-me a impressão, q se começar de baixo e ir improvisando p cima, acaba por sair td bué incoerente, mas pode ser falta de experiência, daqui a uns anos volto p re-afirmar as minhas convicções ou rebatelas cm delírios duma juventude mal encaminhada hehe.

"the drunks of the Red-Piss Legion refuse to be vanquished"

Yup, isso é o que faço,

Yup, isso é o que faço, sempre fiz e gosto que me façam qd sou jogador!

[B0rg]
We r all as one!!
We are The Borg. We are Eternal. We will return. Resistance is Futile...

If freedom is outlawed, only outlaws will have freedom.