Polícia II

Retrato de jackjaques

JULIANNE, Female Law Enforcement, Fast1/Dedicated2: Init +3; Defense 21; PF/PV 13/12; Atk +2 melee, +4 ranged; SV Fort +3, Ref +4, Will +4; Rep +1; Str 13, Dex 16, Con 12, Int 8, Wis 14, Cha 10.
Skills: Balance +5, Bluff +1, Diplomacy +3, Handle Animal +1, Intimidate +2, Investigate +3, Knowledge (civics) +1, Knowledge (streetwise) +1, Knowledge (tactics) +4, Listen +5, Move Silently +4, Ride +4, Sense Motive +7, Spot +4, Survival +4, Treat Injury +4, Tumble +4.
Feats: Alertness, Armor Proficiency (light), Attentive, Simple Weapons Proficiency, Weapon Focus (hand-crossbow).
Talents: Empathy, Evasion.
Languages: Comum.

[EDIT: level up]

Grupos:

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acidente?

Ouvem-se já os passos dos outros voluntários a cortar a fumarada quando, um mesmo colega que tinha amparado a queda de Rob se aproxima gritando: “A cald—“ >TRAKABOOM!!!< sendo interrompido por uma onda de choque que o pontapeia alguns metros para trás. Julianne é empurrada contra o voluntário, voando alguns metros até perto da multidão assustada que, apesar de tudo, não arreda pé. [Sofre 5 pontos de dano.] Com efeito, a caldeira tinha rebentado, abrindo uma cratera à frente do edifício. É justo pensar que nada disto faria parte do simulacro programado pelos Voluntários de Gaia e que, para desmaio de toda a gente, isto não teria sido apenas um acidente…

Mas Julianne tem mais em que pensar e, ainda sem se aperceber da dimensão real das queimaduras que sofrera, sai à procura de Rob. Ele, depois da queda aparatosa do andaime, estava cravejado de vidros. Ainda assim, Rob esboça um sorriso quando Julianne se aproxima, dizendo: “Parece… (cof cof) parece que a vaga é tua, Julsie.” ao que começa a tossir sangue e vidros, e os voluntários apressam-se a levá-lo directamente para o Hospital de Gaia.

hospital

Também peço aos voluntários para chamarem ambulâncias que levem quem está ferido para o hospital... incluindo eu...

... tinóni tinóni tinóni.........

Chego ao hospital e sou assistida por um médico bem parecido ... e sem aliança.... que depois de avaliar o meu estado... me dá algumas indicações......

XP

Minha cara Julianne, subiste de nível!

Tens de escolher em que classe sobes, se Fast se Dedicated. Tens direito a 2 Feats: 1 da lista da classe que escolheres, mais 1 de qualquer das listas; e 4 Skill Points (estas escolho eu).

Bonus Feat (Fast Hero)
Acrobatic - Bónus de +2 em Jump e Tumble.
Combat Expertise - Podes subtrair ao ataque para somar à Defesa.
Defensive Martial Arts - Bónus de +1 à Defesa contra porrada (melee).
Point Blank Shot - Bónus de +1 à pontaria e dano, até 9m.
Weapon Finesse - Podes usar o bónus de Destreza (em vez do de Força) quando atacares com o teu cacetete (e outras armas pequenas).

Bonus Feat (Dedicated Hero)
Alertness - Bónus de +2 em Listen e Spot.
Archaic Weapons Proficiency - És proficiente com espadas, foices e outras que tais...
Iron Will - Bónus de +2 a lançamentos de protecção de Força de Vontade (Will).
Track - Podes usar a skill Survival para seguir pegadas.
Weapon Focus - Bónus de +1 com uma arma à tua escolha: cacetete ou "pistola".

Skills (4)

horário de visitas

Julianne é então levada ao hospital onde recebe cuidados médicos, não sendo necessário, no entanto, passar a noite em observação (ao contrário do que acontecia com Rob, que se encontrava em estado grave). Na manhã seguinte, antes de se apresentar ao serviço, Julianne volta ao hospital para visitar Rob. Este, com várias costelas partidas, extensas queimaduras, um braço quebrado e a face lacerada, ainda consegue arranjar espaço para o humor:

"Excusas de vir pr'aqui com essa cara que não te deixo fazer cábulas no meu gesso!"— e, perante a cara incrédula de Julianne: "Sai mas é já a correr para o exame, Julsie! Tu mereces ficar com a vaga...!"

 


Level Up
Class: Dedicated Hero
Hit Points: +4
Defense: +1
Saves: Fort +1, Will +1
Skills: (+4) Listen 1, Move Silently 1, Survival 2
Feats: (+2) Alertness, Weapon Focus (hand-crossbow)

Julianne suspira... e

Julianne suspira... e diz:

- sim vou ter de ir, mas voltarei para ver como está..

 

Sai e vai até ao posto da polícia... está quase na hora do exame..

 

Quando este começa, murmura... "tanta coisa..." e ouve mais fortemente o click clack do relogio...

 

 

ambos no mesmo dia

O capitão parece sobressaltado com a chegada de Julianne:

"Julianne? Ainda bem que não saíste magoada do simulacro. Desculpa não ter aparecido no hospital, é que ontem ao final da tarde fomos chamados ao Hexágono* e já era muito tarde quando voltámos." — a sua cara mostra que, tal como no simulacro, deve ter assistido a algo que nunca tinha visto. Ele continua: "Foi o maior acidente industrial que eu já vi. E ambos logo no mesmo dia..."



* Hexágono: Zona industrial (Distrito Secundário).

Não acha que deveríamos

Não acha que deveríamos investigar capitão? dois acidentes no mesmo dia e pelo que percebi, do mesmo género...

então mas...

"Sim. (continua o capitão) Mas não te preocupes com isso que já tenho pessoal encarregue dessa tarefa. Concentra-te mas é no exame que o..."

Nisto, são interrompidos bruscamente por um mensageiro:

"Foi encontrado um CORPO no Primário!"

E, depois do mensageiro se acalmar, conseguem perceber que o tal corpo foi encontrado afogado apenas num palmo de água, num viveiro da Cooperativa Semente, no Sector Primário. E havia indícios de ter sofrido vários traumatismos!

Pouco depois, a decisão do capitão:

"Julianne, esquece o exame! Tens aqui as tuas divisas. Foste promovida a Sargento."

Acto contínuo, recolhe a sua arma da gaveta da sua secretária, colocando-a no coldre. E logo se dirige a ti:

"Vamos. Equipa-te." — dirigindo-se aos estábulos.

dirijo me para o

eu e o capitão dirijimo-nos para o primário...peço aos voluntários para nos levarem até ao corpo...enquanto analiso o corpo o capitão observa a zona envolvente à procura de pistas.

o corpo apresenta marcas de luta.....

 

algo me diz que...

Lá avançaram montados nos deino-cavalos. O capitão mostra-se inquietado: "Há meses que não sequer em usar a minha arma. E, num só dia, temos dois acidentes com cheiro a sabotagem e um morto com sabor a homicídio... Algo me diz que não nos vamos ficar por aqui."

Uma vez nos viveiros da Cooperativa Semente rapidamente se apercebem do que se terá passado. Havia fortes indícios de que o pobre acidentado teria sido sovado antes de se afogar — havia mesmo um ancinho no chão ao lado do corpo, com sangue no cabo. E, depois de uma breve caminhada pelas proximidades, apercebem-se de que ele teria sido arrastado até ao viveiro; mas só encontram pegadas do mesmo tipo de bota utilizado por todos os trabalhadores.

procuro por impressões

procuro por impressões digitais no ancinho....

e peço para convocarem os trabalhadores para que se reúnam e eu possa observar as suas botas

Adiante...

Enquanto os trabalhadores se reunem no barracão principal, o capitão acha por bem pedir-lhes que esvaziem os cacifos para além de lhes trazerem a roupa que vestiam no dia anterior, botas incluídas.

Para vosso espanto, um dos trabalhadores não parece encontrar-se no recinto, contrariando o seu calendário de trabalho que o coloca hoje no turno da manhã.

O capitão dá ordem para forçar a abertura do cacifo do faltoso e, para além dos seus pertences, encontramo próprio desaparecido: quase de pé, pernas semi-dobradas a suportar o peso do corpo retorcido, cara virada para a porta do cacifo, boca entre-aberta junto à única abertura presente na porta. O cheiro era desagradável: estava morto e, como tal, tinha-se mijado pelas calças abaixo.

Tudo levava a crer que tinha sido enfiado à força dentro do cacifo, que se encontrava trancado pelo lado de fora, mas não apresenta fortes traumatismos.

 

[Desculpa lá a delonga — agora podes contar com um post novo a todas as 4ª-feiras!]

primeiros indícios

Julianne revista o cadáver e, para além de não ter botas calçadas, dá a impressão de já ter sido enfiado dentro do cacifo depois do cadáver já estar em rigor mortis. Mas, a ser verdade, não apresentava sinais de traumatismo post-mortem (como pernas ou braços partidos) que aconteceriam no esforço de forçar o cadáver para dentro do cacifo. Mas não era o caso. No entanto, pelo ângulo em que se encontravam as pernas, dava provas de ter muito pouca força no momento de ter sido enfiado no cacifo e, para além disso, não havia sinais de resistência. Pelo que tudo levava a crer que a vítima se encontrava sem força, mas não inconsciente — agora é esperar pelo exame toxicológico. Mas teriam que enviar uma amostra para a Academia.

Entretanto, o Capitão regressa:

"Já questionei gente suficiente. Uns dizem-me que nunca viram o tipo que morreu afogado enquanto que uns poucos dizem que veio cá ontem durante o dia mas que voltou para a cidade antes de anoitecer. Parece que era jornalista." — explica. "E que esse que aí tens foi um dos que falaram com ele durante a tarde. Parece que era gago." — acrescenta, em tom trocista.

Nisto, chega um ajudante trazendo consigo um par de botas enlameadas:

"Encontrei-as depois do último viveiro, junto à saída que vai dar às docas." — ou seja, um dos caminhos que vão dar à cidade.

"Capitão, vou mandar o

"Capitão, vou mandar o corpo para a autópsia. Seguidamente deveríamos seguir o trilho até à saída que vai dar para as docas."  

Entretanto,  após Julianne regressar para junto do Capitão que ficou a analisar o cacifo:

 "Encontrou algo?"

 

 

pelos caminhos...

São então levados ambos os cadáveres (do jornalista e do tipo-no-cacifo) para a morgue, no Hospital de Gaia. Julianne, o capitão e mais três polícias, ainda ficam mais um pedaço pela Cooperativa Semente. Como não tinham encontrado indícios que envolvessem nenhum dos presentes resolvem seguir pelo tal caminho à saída dos viveiros.

"Este caminho passa pelos campos de cultivo e segue até às docas." — diz um dos polícias.

O caminho faz-se bem. No entanto, corrida alguma distância, os deino-cavalos começam a mostrar-se tensos e algo assustados. Um chega mesmo a agitar-se, atirando um dos polícias ao chão. Os demais começam a ficar difíceis de domar...

O capitão olha em volta — campos de cultivo dos dois lados do caminho; uma arrecadação a umas dezenas de metros; ouve-se o rio ao longe, do lado esquerdo; ninguém à vista. Ainda assim, leva a mão ao coldre.

Vou espreitar a

Vou espreitar a arrecadação capitão

contra a parede...

O teu deino-cavalo começa a mostrar-se mais tenso mas, com algumas palavras suaves lá consegues acalmá-lo, conseguindo controlá-lo o suficiente para te aproximares o suficiente da arrecadação. Desmontas. O capitão, algo afastado, diz-te para teres cuidado: "Nunca vi os d'ino-cavalos assim!"

O teu colega que tinha caído há pouco lá consegue montar outra vez. Tira o chapéu e passa a mão pelo cabelo. Os outros dois reagiam cada um à sua maneira: se o primeiro se mostrava algo nervoso com tudo aquilo, o outro já achava a situação hilariante.

O capitão, a meio caminho, diz-lhes que se aproximem.

Prendes o deino-cavalo e soltas o coldre.

O sol está alto. O silêncio é hipnotizante. Ouves apenas um leve zumbido proveniente, muito provavelmente, da caixa de electricidade que se encontrará no interior da arrecadação. Aproximas-te da entrada, lentamente. Preparas-te para bater quando, sem nenhum ruído, sentes uma sombra a saltar por cima da arrecadação e, acto contínuo, o teu deino-cavalo relincha de dor caindo sobre ti, trilhando-te contra a parede, de olhos abertos e a sangrar do focinho.

Ouves os gritos dos teus colegas, aterrorizados. O deino-cavalo que te aperta contra a parede não te deixa ver a criatura que os acaba de calar. Mas ouves um guincho de dor como nunca tinhas ouvido. Parece que o capitão lhe conseguiu acertar...!

Fazes força, tentas sair de baixo do deino-cavalo mas o bafo quente que lhe sai do focinho faz-te estremecer. Consegues apenas entrever o que se estava a passar: a criatura, de um preto reluzente, erguia-se sobre dois dos teus colegas. Um deles caía ao chão com um buraco na testa e o outro, a alguns centímetros do chão, exibia a cauda da criatura que lhe perfurava o peito. À excepção do deino-cavalo do capitão, todos os outros fugiram, levando consigo o terceiro colega de arrastão, preso ao estribo.

A criatura, toda ela esguia e ossuda, com uma cabeça alongada e desafiadora, volta-se agora para o capitão, curiosa, que tinha conseguido acertar-lhe um tiro de virote.

tento chegar à arma que

tento chegar à arma que trago presa à cintura para depois tentar disparar contra a criatura

de arma na mão...

Tentas-te esgueirar até ao coldre, apesar do peso morto caído sobre ti, e consegues sacar da tua arma. Mas esta não se encontra carregada. E, durante o tempo em que procuras um virote, o capitão volta-se à criatura golpeando-a com o facalhão num dos braços. Mas, para seu desespero (e teu), o sangue que jorra da ferida da criatura provoca sérias queimaduras na face do capitão, que grita de dor...!

No entanto, os seus gritos são de curta duração, que logo a criatura lhe agarra a cabeça com ambas as mãos e, num ápice, dá-lhe uma mordidela que lhe perfura o crânio, expondo o seu cérebro e fazendo escorrer um rio de sangue pela face do capitão, que cai, já sem vida, ao chão. Mas não sem antes a criatura negra cortar o pescoço ao deino-cavalo do capitão, chicoteando a sua cauda afiada.

Estremeces.

Quanto à criatura, afasta-se, seguindo pelo mesmo caminho que, momentos antes, vos tinha trazido até ali.

Após conseguir sair

Após conseguir sair debaixo do cavalo, tento seguir ao longe a criatura...acho importante perceber se terá algum covil

única sobrevivente?

Demoras ainda alguns minutos até conseguires libertar-te do peso do deino-cavalo. Tens uma perna dormente. Consegues finalmente armar a tua arma com um virote; dedo no gatilho. Aproximas-te dos teus colegas, ambos estendidos no chão — um deles fixou uma cara de terror: olhos abertos com o sangue a escorrer-lhe da testa; o outro, apresentava uma face de honesta incredulidade: mãos no peito por onde, momentos antes, saíra a cauda pontiaguda da criatura sombria. Coitados!

Aproximas-te do capitão que, ao contrário dos outros colegas, jazia sobre o seu deino-cavalo,... cabeça decepada a uns metros. Com uma mordedura na testa semelhante à do primeiro colega apresentava, no entanto, queimaduras fortíssimas na face direita e interior da boca. A imagem do seu sofrimento dá-te náuseas.

De repente, barulho por detrás da arrecadação — seriam os deino-cavalos dos teus colegas? Tentas chamá-los, mas sem sucesso. Encontras-te sozinha, e a pé. Pretendes mesmo seguir a criatura ou procurar atrair uma montada? Ou até mesmo tentar encontrar o teu último colega que escapou ileso (uma vez que o seu deino-cavalo fugiu a correr com ele preso ao estribo)...!?

 

[Pensando melhor, talvez "ileso" não seja a melhor palavra...]

vou tentar encontrar o meu

vou tentar encontrar o meu colega

Está a anoitecer, e agora...!?

Vais então à procura do teu colega sobrevivente, tentando seguir as pegadas deixadas pelo deino-cavalo e, mais fácil, o rasto do esbracejar dele próprio. Algumas centenas de metros dentro do mato os rastos são interceptados pelo que deverão ser as pegadas da tal criatura. Esperas o pior. Mas continuas a avançar, lentamente.

Pouco depois, encontras o que temias: o deino-cavalo jaz estendido sobre uns arbustos... sem cabeça. Aproximas-te. Debaixo do deino-cavalo, embrulhado nos arbustos, tinha ido parar o teu colega que parece estar apenas inconsciente.

Tentas reanimá-lo mas ele não parece responder muito bem...

À tua volta, tudo parece calmo, apesar da criatura que ainda há pouco por aqui passava, talvez em direcção à Cooperativa Semente.

Está a anoitecer, o que queres fazer?

Tento procurar nas

Tento procurar nas redondezas os deino cavalos que fugiram... para trazê-los até junto do meu colega

here, girl

Deixas o teu colega sozinho enquanto procuras os deino-cavalos um pouco atrás no caminho. E, com efeito, consegues encontrar todos aqueles que fugiram, mas ainda se encontram assustados e algo reticentes em deixar-te aproximar. Vais-lhes dizendo algumas palavras suaves na esperança de os acalmar. Sabes que a tarefa não é fácil, principalmente porque a tua montada, que te conhecia melhor, não se encontra com eles.

A tua memória trás-te um pouco atrás...

«O capitão, algo afastado, diz-te para teres cuidado: "Nunca vi os d'ino-cavalos assim!"

(...) Preparas-te para bater quando, sem nenhum ruído, sentes uma sombra a saltar por cima da arrecadação e, acto contínuo, o teu deino-cavalo relincha de dor caindo sobre ti, trilhando-te contra a parede, de olhos abertos e a sangrar do focinho.» — voltas a ti.

Os deino-cavalos sentem a tensão em que te encontras e afastam-se... mas não por muito tempo. A verdade é que estão algo aliviados por encontrar uma cara conhecida e, passado algum tempo, vão-se aproximando. Altura em que consegues pegar-lhes nas rédeas e prendê-los uns aos outros. Montas e segues de regresso até junto do teu colega, que encontras a caminho. Tinha finalmente recuperado a consciência e fora-se arrastando pelo mato para longe da sua montada decepada.

Precisas de lhe berrar para que se decida levantar e, muito a esforço, conseguir montar um dos outros deino-cavalos, ainda que sem se conseguir equilibrar decentemente.

Embora lentamente,

Embora lentamente, conseguimos voltar à esquadra sem grandes precauços.  Quando chegamos, o meu colega é imediatamente levado ao hospital. Os restante polícias ficam abismados com as notícias que trago.

 Dado que o dia já vai tarde e excessivamente longo, decido agendar uma reunião com todos os elementos da esquadra no dia seguinte, para avaliarmos o que iremos fazer quando ao caso bizarro que temos entre mãos.

Alguém teria que dar a notícia aos familiares das vítimas...alguém que tenha estado presente e que não esteja neste momento no hospital..... Parto cabisbaixa e alienada...

Chego finalmente a casa. Exausta, atiro-me para cima do sofá e relembro-me de todo o episódio....finalmente... adormeço ..

No dia seguinte... a reunião começa algo caótica, com os colegas a fazerem perguntas atropeladamente ...Após algum tempo... e um berro da minha parte...começamos a etabelecer um plano de acção. Decidimos voltar ao local... mas todos questionam... "como nos vamos organizar? que armas levar?"....... "será que vou voltar?"

 

ainda nesse dia, à tarde

Correcção ao teu post: por vez de "no dia seguinte" inserir "ainda nessa tarde".   =)

Pouco depois da reunião ter começado e do caos inicial ter diminuído, eis que entra pela esquadra adentro o mesmo rapaz de colete verde que, no dia anterior, te tinha ido chamar ao Café Lisete para o simulacro:

"Os membros do Conselho mandaram-me chamar o Capitão." — ao que todos se entreolham, sem saber muito bem o que dizer.

Até que um colega comenta:

"A Julianne é o oficial mais graduado entre nós. Acho que deve ir ela no lugar do Capitão!" — ao que chegam a responder: "Mas ela acabou de ser promovida.", e ainda: "Ela nem fez o exame!"

Mas todos se calam quando, ainda meio nauseado, o colega que resgataste se levanta e pede para falar:

"Eu não sei se o Capitão lhe podia dar a vaga sem exame. Não sei nem me interessa! (cof cof) O que interessa é que ela mostrou coragem como ninguém ao trazer-me até aqui sozinha quando aquela criatura anda por aí à solta! (cof cof) Se alguém há-de merecer ir ao Conselho pelo Capitão... é a Julsie!"

Não se ouvem mais vozes dissidentes ao que todos assentem.

"Venha que eles estão à espera!" — lembra o rapaz.

E tu, aceitas representar o Capitão no Conselho Municipal?

Destino: concelho municipal

Vou até ao concelho municipal..

No Conselho Municipal

No Conselho Municipal estão presentes: o Conselheiro Hitrese, representante do Distrito Primário, a Conselheira Elaine, representante do Distrito Secundário, o Conselheiro Corben, representante do Distrito Terciário, o Professor Fields, representante da Academia, e o Legado Muir, representante do Distrito Paternal.

Pareciam estar em discussão acesa mas, quando entras, ficam em silencio pedindo-te que te sentes. Pouco depois o Conselheiro Corben pede-te que lhes faças a descrição da ocorrencia pelas tuas próprias palavras.

O Legado Muir procura acalmar-te:

"Tem calma, minha filha. O Primeiro Pai proteger-te-á." — com um sorriso de orelha a orelha, talvez pouco propício para a ocasião.

qual o plano?

"Mas não o que me preocupa não é apenas a minha protecção, por isso é que também vim para polícia...

O que sugerem que se faça? 

O que poderá o primeiro Pai fazer?"

interrompe-mos

A Conselheira Elaine toma as rédeas da conversa:

"Esqueça a religião por um bocado, precisamos de saber o que é que aconteceu de facto no Distrito Primário antes de tirarmos conclusões prec..." — ao que é interrompida pelo Legado Muir: "A acção d'O Primeiro Pai é clara como a água." — sendo, por sua vez, interrompido pela Conselheira Elaine: "Poupe-nos da dialéctica paternalista, Legado Muir. Vamos ouvir o que a rapariga tem para dizer!"

E, com isso, voltam-se para ti, curiosos sobre os pormenores dos acontecimentos que levaram à morte de vários agentes policiais.

Quando andávamos a

Quando andávamos a investigar a explosão no simulacro, ao seguirmos uma pista, fomos ter a um local onde nos deparámos com uma criatura, que nunca tinha visto....  atacou-nos, matou o capitão.....  era possuidora de uma grande força..não a conseguimos deter...

discussão acesa

Legado Muir: "É o Anjo Negro!

Conselheira Elaine: "Qual Anjo!? Depois de ouvir a descrição da Sargento, mais me parece uma mutação qualquer..."

Legado Muir: "Mutação!? E o que teria causado essa mutação? A poluição que as vossas indústrias produzem? — acusa, com um sorriso vencedor.

Conselheira Elaine: "Os níveis de poluição estão muito por baixo do exigido por lei!"

Legado Muir: "Lei? Será que vocês não percebem que a lei d'O Primeiro Pai é que foi violada!? Ainda há dois dias um dos nossos irmãos foi agraciado por uma visão d'O Primeiro Pai: um aviso que ninguém soube cuidar!

Conselheiro Corben: "Calma, por favor!"

Legado Muir; "Calma? Como podemos ter calma depois de o irmão Lucius ter assistido ao retorno do Fantasma-do-Passado? E ainda mais depois da vinda do Anjo Negro!?

Conselheira Elaine: "E porque não trouxe consigo esse tal irmão Lucius, Legado Muir? Sabe tão bem como eu que todos os testemunhos são valiosos neste momento decisivo!"

Legado Muir: "O irmão Lucius está em reclusão profunda, em agradecimento sincero e sentido aO Primeiro Pai."

 

A reunião continua ainda por um bom bocado sem que ninguém mostre sequer uma leve intenção de te voltar a questionar. No entanto, finalizada a reunião, o Conselheiro Corben sublinha a sua confiança (e a do Conselho Municipal) em ti, enquanto agente mais graduado da polícia. Enquanto isso, os restantes conselheiros vão deixando a sala.

Lá fora, porém, a Conselheira Elaine aborda-te:

"Julianne, tanto eu como tu sabemos que isto do Anjo Negro são uma cambada de balelas sem sentido! É tudo propaganda do priorado para não nos deixarem voltar à Arca! — e, certificando-se de que mais ninguém vos ouvia: "Eu conheci o Muir em criança... era um terrorista de todo o tamanho! Batia em toda a gente e abusava de mais uns quantos! Até dava pontapés nos deino-cães! Nem quis acreditar quando se tornou acólito... muito menos quando o vi a subir na hierarquia até se tornar o próprio Legado! Muita gente deve ter ficado para trás, acredita!" — volta a certificar-se de que não estão a ser ouvidas e, puxando-te pelo braço, continuam a afastar-se: "Julianne, tu faz lá o que tens a fazer mas arranja-me maneira de encontrar o tal Lucius nem que tenhas de entrar pelo templo adentro!"

Como espera que faça isso?

Como espera que faça isso? Onde arranjaria uma ordem para entrar lá? Não posso mandar os meus colegas entrar lá sem mais nem menos.

 

E quanto à criatura, o que sugere que se faça?

 

tens planos para amanhã à noite?

A Conselheira Elaine responde-te prontamente:

"Amanhã à noite há um debate público que necessitará de uma forte presença policial. O Legado deverá apostar tudo no seu comunicado e deverá trazer consigo o máximo de lacaios para impressionar a população. Será o momento ideal para tentares introduzir-te nos terrenos paternais e procurar o tal frade!"

"Quanto à criatura, — continua — vocês ontem foram apanhados de surpresa! Certamente com uma equipa maior e mais arsenal conseguirão dar conta do recado! — pausa — Conto contigo, Julianne. Não podemos deixar que o Muir consiga ganhar o referendo!"

E agora, vais até à Cooperativa Semente ver se encontras a criatura?

Procura

Tento procurar a criatura, mas pretende levar comigo uma equipa de policiais bem armados..

a stalker

Julianne dirige-se então de novo à esquadra. Teria de se mostrar confiante o suficiente para que os seus colegas a continuassem a aceitar como oficial superior.

Num dos cruzamentos, porém, Julianne repara que está a ser seguida... era um homem novo, com ar furtivo. Julianne começa por não lhe querer dar muita atenção mas a sua cara não lhe era estranha...

Tento lembrar-me de onde

Tento lembrar-me de onde conheço aquela cara....enquanto continuo ate à esquadra

um novo ânimo

Com efeito, vem-te à memória o simulacro: no momento em que, acabavas de sair do prédio em chamas, um voluntário corre na tua direcção gritando: "A caldeira!" — exactamente antes da explosão que abriu uma cratera à frente do edifício. E é esse mesmo voluntário que, agora, tenta passar despercebido. O mesmo voluntário que tinha amparado a queda do teu colega...

Segues então em direcção à esquadra e, logo à chegada, apercebes-te de que toda a gente parece ter ganho um novo ânimo e mostram-se prontos a seguir em direcção à Cooperativa Semente para caçar a tal criatura.

Lá dentro, os polícias juntam-se em roda à volta duma pessoa...

"Quem é?" — perguntas a um teu colega: "É o Rob! Recuperou!" — responde todo sorridente.

Cumprimento

Cumprimento entusiasticamente o Rob enquanto suspiro de alívio por voltar a vê-lo. Após conversar com ele perguntando como se sente, que cuidados deve ter, etc... dirijo-me a todos os colegas:

 

"Como sabem, temos que procurar a criatura que se encontrava próxima da Cooperativa Semente, não podemos deixar que ande por aí a somar o número de vítimas. Rob tu estás dispensado, claro. Peço-te apenas ajuda no delineamento do plano de acção.

 

Após uma longa discussão, decidimos que todos os polícias irão nesta missão, à excepção de Rob, como referido. Estarão divididos em duas equipas e levarão armas de longo alcance. As equipas divirdir-se-ão e aproximar-se-ão do local onde a criatura foi anteriormente vista. Quando uma equipa a vir, mandará o sinal de aviso às restantes, as quais devem imediatamente aproximar-se.

 

Após nos munirmos com armas e protecções, seguimos caminho....

 

quantos vão afinal?

Apesar da cara ainda parecer meio esquisita e de ter as mãos envoltas em ligaduras, parecia estar tudo bem com Rob! Ainda assim, falava pouco e até lhe custava sorrir. No entanto, se houve algo que defendeu até ao fim foi que não queria ser deixado para trás:

"Não sou nenhuma criança, Sargento. Sei bem proteger-me!" — disse ele, virando-se para Julianne.

Até então aquele título não tinha soado tão estranho como saído da boca de Rob. Mas, talvez por isso, decides ouvir o que o resto do pessoal tem para dizer. E, com efeito, a opinião da maioria é que, a julgar pelo que tinha acontecido ao próprio capitão, o Rob podia ser uma mais valia para a missão.

Ora, encontram-se na esquadra 12 polícias e, pelo menos dois terão que permanecer no posto; fora os quatro que foram fazer o giro pela cidade. Vocês costumam treinar em equipas de quatro membros. Os dez que sobram contigo e o Rob fariam 3 equipas — que te parece? Ou fazes questão que ele recupere na esquadra?

Seja como fôr, o pessoal para esta missão vai ter acesso a armas pesadas (heavy crossbows) para além do navalhão e da pistola (hand crossbows) pessoais. E, como tal, já foram preparando as selas dos deino-cavalos para conseguirem carregar tudo.

*     *     *     *     *

Entretanto entra na esquadra o tal voluntário que tinha estado convosco no simulacro. [E que também vai passar a responder neste thread.]

"Vamos então fazer 3

"Vamos então fazer 3 equipas e seguir rumo à Cooperativa..."

 

... olhando supreendida para o voluntário questiono:

 

"sim, o que se passa?"

ajuda

Respondo confiante:

"Posso ajudar-vos no que for necessário a dar caça a essa criatura!

Usem-me! Já me encontrei com coisas destas antes."

"Ah!! Como é que se livrou

"Ah!! Como é que se livrou da criatura?!!!"

......poderá ir connosco se tiver orientações que nos possam ajudar, mas terei de protegê-lo pois é um civil."

Conte-me o que sabe enquanto fazemos os últimos preparativos para avançar"..

 

 

opiniões diversas

O voluntário responde, simplesmente:

"Quando encontrei a criatura foi como se me tivesse sugado as forças. Mas, por sorte, deu um salto para o telhado e fugiu. Não sei como teria sido se assim não fosse." — mas, perante tamanha força policial, K'Taylor mostrava-se confiante: "Vou só buscar um kit de primeiros socorros e acompanho-vos na vossa missão."

Já o Rob não parece muito contente com a auto-proposta do voluntário, argumentando:

"Vai ser só mais um para proteger!" — mas o resto do pessoal parecia aceitar de bom grado a adição de um membro dos Voluntários de Gaia à missão.

*     *     *     *     *

Pouco depois estavam já a caminho da Cooperativa Semente. A meio do caminho Rob aconselha Julianne a separar o grupo nas tais 3 equipas, afim de rastrear mais terreno em menos tempo. Ele ficaria na equipa de Julianne, juntamente com mais dois polícias rasos e ainda com o voluntário.

 

Julianne — que te parece, há que dividir o grupo em preferes que continuem todos juntos?

K'Taylor — alguma coisa a acrescentar; quer sobre a criatura, quer sobre o equipamento?

[Anyway, depois das vossas respostas vou criar um thread para continuar esta missão conjunta: Cooperativa Semente.]

Dividimo-nos em grupo. Se

Dividimo-nos em grupo. Se algum dos grupos encontrar a criatura, um dos elementos estará responsável por enviar um sinal de aviso às restantes equipas, indicando a localização.