O Conflito da Tempest (Star Wars D20)

Retrato de tunas

Há muito tempo, numa Galáxia muito, muito distante... 

A Guerra dos Clones mudou a Galáxia; das cinzas da Velha República emergiu o Império Galáctico e a Nova Ordem. Mas no Outer Rim a vida prosseguiu como sempre, sob o signo da sobrevivência. Um dia de cada vez.

O Espaço Hutt é agora mais extenso que alguma vez. O huttese é a segunda língua mais falada na Galáxia, os Hutts controlam o crime organizado interestelar e Nar Shaddaa é o seu coraçãozinho negro, o centro de poder dos kajidics, os clãs Hutts.

Os PC's são rufias, malandros, jogadores inveterados, ladrões, contrabandistas, mercenários. E trabalham para os Hutts, a partir de Nar Shaddaa, a Lua dos Contrabandistas. Oportunidades de ouro para empreendedores temerários. Que possam viver tempos interessantes.

Goopta mo bossa!

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Retrato de Verbus

Muito bem. Vou seguir a

Muito bem. Vou seguir a cerreira desses malandros com muito interesse.

Verbus

So I bless you with my curse
And encourage your endeavour
You'll be better when you're worse
You must die to live forever

- Jim Steinman - Dance of the Vampires -

Retrato de tunas

Sessão I

Os Heróis:

- Gil "Fullhouse", humano, jogador inveterado, expulso da Academia Militar de Carida por jogo ilegal e comportamento considerado inapropriado num cadete imperial.

- Torin Dol, kel dor, piloto-de-aluguer, toda a família e amigos mortos ou exilados no seu planeta mãe, Dorin, na sequência da Guerra dos Clones.

- Vincent Vega, humano, ladrão, fura-vidas sem família, morta durante a Guerra dos Clones; viveu toda a vida nas ruas sujas de shanty towns de espaço-portos de planetas do Outer Rim. Fez-se amigo de um jedi perseguido, que lhe transmitiu os rudimentos da Força antes do Império o caçar e eliminar.

- Razak "Blaster", humano, mercenário; outro ex-militar de conduta duvidosa, cujo currículo inclui tráfico de armas.

 

Os heróis conhecem-se há cerca de um ano. Formam uma parceria mais ou menos estável, têm efectuado algumas missões em conjunto para empregadores que exigem discrição e resultados. É na sequência de uma dessas missões que se encontram neste momento desempregados em Rudrig, um planeta agrário insignificante algures na Hegemonia de Tion.

Abordados por H- 3PO, um droid protocolar verde jade, são contratados por Popara o Hutt para uma missão humanitária a Endregaad, planeta da Hegemonia atacado por uma praga virulente e sob bloqueio de quarentena por parte das forças navais da Autoridade do Sector Corporativo. A sua missão é, usando um dos transportes espaciais da empresa de navegação de Popara, Skydove Freight, levar um carregamento de especiaria medicinal aos habitantes desesperados. Claro que, os hutts sendo os hutts, a verdadeira razão para o contrato é que Mika, o filho mais novo de Popara, foi apanhado no bloqueio de Endregaad onde se encontrava em negócios da família. Popara quer o seu filho de volta, a qualquer preço...

A bordo do seu iate espacial de luxo, o Imru Ootmian (Wandering Outlander na língua dos Hutts) em órbita sobre Rudrig, decorrem as negociações entre Popara e os heróis. Além de Popara, conhecem Zonnos, seu filho primogénito, e Vago, outro hutt da casa de Popara e seu subalterno.

Zonnos, rodeado pela sua entourage de guerreiros wookiees, desconfia das capacidades dos heróis e desafia os mesmos para uma aposta: derrotar um dos seus wookiees e provar o seu valor. Os heróis aceitam o desafio e Razak derrota o seu adversário em combate corpo a corpo, provando o valor do grupo aos olhos de Popara, que, numa despedida final antes do início da missão dos heróis, se dirige a Razak pelo nome e, em Básico, língua que os hutts raramente falam, lhes pede que "encontrem o meu rapaz".

Digno de nota:

Torin Dol em relação ao iate de Popara: "she's beautiful!"

Razak comentando os caríssimos bibelots que adornam o interior do iate: "Fancy!"

Fullhouse em relação ao desenlace do combate com o wookiee: "eu nunca perco uma aposta!" 

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Retrato de Verbus

Resumo

Belo resumo de sessão, dando uma ideia por alto do que se passou. Podia ser mais pormenorizado, mas suponho que não tem de ser apenas o GM a fazê-lo, podemos vir a saber coisas do ponto de vista de cada herói. E se o universo de SW é muito conhecido, há pormenores que podia vir mais explicados.

Cheers,

Verbus "Palpatine"

So I bless you with my curse
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- Jim Steinman - Dance of the Vampires -

Retrato de Barendd

broas....

o resumo pareçe curto e geral mas a verdade descreve o k aconteceu bastante bem,visto k por impossibilidades varias a sessão começou muito tarde!!!!

em todo o kaso posso acrescentar 1 ou outro pormenor,como o facto de depois da abordagem do H- 3PO informamo-nos sobre Popara o Hutt  e ele ser muito poderoso ,"honesto"  QB(kuanto 1 hutt pode ser) e reconpensar muito bem os seus trabalhadores.

 

e k a recompensa pelo trabalho de ir salvar o filho de  Popara o Hutt é uma nave de tranporte(a mesma k vamos levar as spices,por isso vou tentar levar menos tiros possiveis)

e k na luta entre Razak e o wookiee a party apostou no resultado final.....uns ganharam outros perderam(na tiveram fe no Razak)

o resto esta bem explicado......e + pormenores so falando de rolls de dados e isso na ´muito importante!! 

 penso k esta tudo,kem tiver mais ou kiser corrigir alguma coisa força!!!

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

Retrato de tunas

viva, como foi bem dito

viva,

como foi bem dito pelo Barendd, a recompensa do invulgarmente generoso Popara é um transporte espacial, um Suwantek TL-1200 registado com o nome Firefly... apropriado, não? Wink Razak, devias mudar o nome para Jayne!

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Retrato de tunas

Endregaad é um planeta 

Endregaad é um planeta da Hegemonia de Tion, uma área atrasada da galáxia, disputada por interesses hutts e do sector corporativo; nada se sabe da natureza da epidemia que causou a quarentena. Popara fornece aos heróis, além da nave, as coordenadas para atravessar a Espiral de Indrexu, uma área de espaço de difícil navegação que atalha em dias a viagem.

O lorde Hutt contrata os heróis, já se sabe, para resgatar o seu benjamim, o seu filho mais novo, do planeta sob bloqueio, esperando que a especiaria medicinal e uma tripulação não-hutt seja prova de boa vontade suficiente para a CSA (Autoridade do Sector Corporativo) autorizar a aterragem no planeta, cujas forças locais incluem pelo menos um couraçado, antigo mas ainda formidável.

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Retrato de tunas

Sessão II

Após a audiência com Popara tornada famosa pela cena de pugilato entre Razak e o wookiee, os heróis são de novo escoltados até à superfície de Rudrig por Vago e H-3PO. À sua espera está Firefly, o transporte espacial que os levará a Endregaad. Após umas últimas recomendações, Vago deixa aos heróis quatro datadisks com informação sobre Mika, sobre o bloqueio da CSA, sobre Endregaad e sobre a doença em si. Os heróis familiarizam-se com a nave e com a informação presente nos discos, H-3PO coordenando a carga da especiaria medicinal para bordo.

À noite, após uma visita rápida a uma cantina local, onde conversam com um aqualish nativo de Endregaad (e que pouca informação adicional fornece aos heróis), retornam à Firefly para dar de caras com o carregamento quase completo e uma visita surpresa: Zonnos o Hutt. Zonnos, acompanhado de dois dos seus wookiees e um escravo klatooinian, apenas quer desejar aos heróis boa sorte e boa viagem, "no hard feelings!"; se encontrarem o seu adorado irmão, muito bem, se não... enfim, digamos que continuarão a ter um amigo no clã hutt... desconfiados, os heróis revistam a nave de fio a pavio após a partida do hutt, à procura de escutas...

Antes da partida da nave, Vincent Vega anuncia aos seus colegas que deixará o grupo para outras paragens: não lhe agrada a associação com os hutts. Despedem-se assim os quatro companheiros. 

Partindo no dia seguinte de manhã, com as coordenadas através da Espiral de Indrexu no navcomp, Firefly rasga o hiperespaço em 5 saltos de duração de dia e meio; ao final do 5º salto, chegam ao sistema Joxin, onde fica Endregaad, e são recebidos a tiro por uma nave assaltante que exige a especiaria e se identifica como "valorosos guerreiros do clã Bomu", cujo símbolo parece ser um louva-a-deus verde. A batalha espacial que se segue resulta num empate, com ambas as naves danificadas, apesar da superioridade do inimigo, e com Firefly procurando refúgio no hiperespaço para fugir ao seu perseguidor. Contactando com Vago, os heróis descobrem que o clã Bomu é um grupo familiar de mercenários que (também) trabalha para os hutts...

Voltando para Endregaad, desta vez à espera de sarilhos e com os escudos levantados (reparações entretanto feitas à pressa durante o salto), os heróis não encontram quaisquer piratas espaciais mas sim as forças da CSA. Escoltados a bordo do Resolute, o couraçado que representa as forças espaciais do sector corporativo no sistema, esperam numa sala de conferências pela chegada da comandante, tendo tempo de avaliar um datapad que especifica os pormenores das patrulhas de bloqueio ao planeta! Aparentemente, o melhor será penetrar o mesmo no lado oposto de Endregaad. Os heróis relatam então as suas experiências à capitão-tenente Angela Krin, comandante do couraçado, após a chegada desta. Agradecida pela especiaria medicinal e pelas informações quantos aos piratas, a comandante deixa claro, no entanto, que não serão tolerados furos ao bloqueio... e pelos vistos, a situação à superfície é caótica e sem governo, com lei marcial decretada pelas tropas da CSA presentes em Tel Bollin.

Enquanto droides de carga descarregam a especiaria, a ser enviada posteriormente para Tel Bollin, a capital de Endregaad, Razak, Torin e Gil têm tempo, entre reparações mais aprofundadas à sua nave, de apreciar a superfície alaranjada do planeta desértico onde as suas vidas se irão jogar dentro em breve...

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Vou comentar!

Até agora tenho gostado das sessões, temos mesmo é que ter mais mãos no convés (reparem na bela da piada, a referência humorística aqui é de ouro) quando estivermos em combate espacial, além de termos que decidir quem é que vai para a onde fazer o quê durante essas ocasiões, se não tivermos battle ready no próximo combate duvido que nos consigamos "safar outra vez".

Já vi também que furar o bloqueio é a nossa única hipótese. Para isto vejo duas hipóteses:
1) Furamos na outra ponta do planeta e tentamos aproximarmo-nos o melhor que conseguirmos da cidade sem entrar nos radares do Resoulte, o que pode implicar esconder a nave numa caverna e fazer o resto a pé e depois provavelmente ter que furar a guarnição que está a manter a ordem na cidade (para isto o Tiago já deu a ideia que podiamos disfarçar-nos de habitantes à procura de medicamentos ou abrigos);

Problemas: Furar com a nave (que não é pequena) pode não ser fácil e furar a cidade muito menos.
Vantagens: A conseguir temos a nave no planeta e é mais fácil escapar.

2) Já que estamos no Resolute e que este vai enviar o carregamento para o planeta, podemos tentar infiltrar-nos no dito cujo (tipo esconder-nos no porão ou à boa maneira Star Wars disfarçarmo-nos de soldados imperiais) e aceder ao planeta via essa rota, não tendo que furar o bloqueio aéreo ou das tropas no terreno.

Problemas: Uma vez lá em baixo estamos sem nave e teremos que dessenrascar qualquer coisa para voltar para a Firefly.
Vantagens: Possivelmente menos resistência na infiltração.

Para quem não reparou eu gosto imenso destes pedaços de roleplay onde o pessoal discute e executa tácticas maradas e esgroviadas para atingir um objectivo hehe.

Nota importante quanto à primeira sessão: FILHA DA %&$#... esqueci-me de apostar créditos em mim... mas ainda assim curti o duelo e ainda hei-de fazer aquele wookie meu amigo.

Nota importante quanto à segunda sessão: tenho que tentar engatar a capitã do Resolute como é que faço isso?

"the drunks of the Red-Piss Legion refuse to be vanquished"

Retrato de tunas

Engatar a comandante e outras cenas

viva a todos,

gostei das sugestões do RPL, parecem-me uns senhores cheios de recursos; evidentemente que vou guardar a minha opinião, mas terão inegavelmente que furar o bloqueio. e sim, precisam-se tripulantes! venham a mim os tripulantes!

quanto à comandante angela krin, o razak vai no bom caminho, se se portar decentemente aos olhos da dama; e que significa portar-se decentemente? a-ah, terá de descobrir à maneira antiga, i.e. bater o couro...

 

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Retrato de tunas

Sessão III

Com a promessa de reparações à sua nave, os heróis deixam-se ficar mais dois dias a bordo do Resolute, ajudando no serviço ou simplesmente esperando. Assistem à especiaria medicinal ser carregada e transportada para o planeta, e finalmente partem também, deixando a impressão, claro, que retornam à sua origem com notícias do agradecimento da CSA aos hutts.

Naturalmente, os heróis têm outros planos: estudando o esquema de patrulhas ao planeta, o piloto da Firefly percebe que a melhor forma de furar o bloqueio é evitar os sensores do couraçado e entrar na atmosfera pelo lado oposto. E assim se metem ao caminho, viajando durante algumas horas dentro do sistema de Joxin, onde fica situado Endregaad.

Ou não fosse a paranóia a melhor amiga dos aventureiros, Torin Dol resolve fazer uma busca à nave à procura de bugs e escutas, não terá a CSA decidido plantar algumas durante as reparações. A grande surpresa é não encontrarem apenas uma, mas sim quatro escutas! De facto, revolvendo a nave de fio a pavio, a tripulação dá de caras com quatro aranhas electrónicas, obviamente escutas, que destroem sem conseguir determinar a origem; especula-se: terá sido Popara, Zonnos ou a CSA? Preocupações, preocupações...

E heis que chegam à atmosfera de Endregaad, sem patrulhas de caças à vista. A Firefly mergulha então para a descida até à superfície. E surge então um grupo de três caças IRD da Autoridade, que depois de um aviso ignorado pelos heróis, ataca sua nave. Acelerando loucamente a pique e com os caças inimigos seguindo no seu encalço, os tripulantes da Firefly conseguem rechaçar os perseguidores, que desistem da perseguição após todos os três caças serem danificados ou ionizados seriamente; aparentemente os heróis mostram alguns escrúpulos, ou receio, em relação ao uso de força letal contra os IRD's, por causa de retaliações futuras da CSA... muito animados, Torin, Razak e Gil seguem então até à superfície ventosa e árida de Endregaad. No meio de uma paisagem alaranjada de estepe, canyons e desfiladeiros, mesetas e ravinas parcamente arborizadas, descobrem um local perfeito para aterrar e esconder a nave, a cerca de meio dia a pé de Tel Bollin. É no meio de tempestades de areia, cobertos com capas e respiradores, que os heróis chegam ao fim do dia aos arrabaldes da cidade.

Tel Bollin está coberta por um véu de cinzas e um cheiro fétido de cadáveres a arder. As ruas estão desertas, as casas entaipadas ou saqueadas. Aqui e acolá há uma ou outra figura solitária que segue o seu caminho e por vezes grandes fossas a arder são avistadas nas ruas. O cheiro é pestilento. Vêem-se hovercrafts militares com patrulhas da CSA a sobrevoar os telhados, e por vezes um alienígena com ar perdido a rondar as ruas. Acostando um velho chevin obviamente infectado, carregando um fardo de mortos para as piras funerárias, os heróis conseguem indicações para os escritórios da Skydove Freight. Pelo caminho vêem mais patrulhas da CSA e ainda são acostados por um dealer, vendendo glitterstym nas vezes de especiaria medicinal. Por vezes famílias dirigem-se para sul, com lenços vermelhos ao pescoço marcando-os para a vacinação.

Quando estão a chegar ao seu destino, Torin dá de caras com um velho conhecido, um cerean apanhado na quarentena e desejoso de sair do planeta; bem falante e educado, é um agente comercial com quem o kel dor já havia tido contacto. O seu nome é Del-pal-tu e oferece-se para acompanhar os heróis e ajudá-los em troca de ajuda para sair do planeta. Gil oferece resistência, não confia em não-humanos, mas é "convencido" por Razak. O grupo recebe assim mais um novo elemento, um diplomata.

E dos escritórios abandonados da Skydove Freight pouco se aproveita, saqueados pela turba. Apenas uma mensagem escrita a vermelho na parede, que diz "Guerreiro Caído" e que o cerean identifica como sendo uma cantina no norte da cidade onde pára o que resta da comunidade não-humana de Endregaad, acusada pela maioria humana de causar a praga. Resquícios da Guerra dos Clones ou propaganda da Nova Ordem de Palpatine, este racismo? A Galáxia é um sítio duro para alienígenas. E é assim que os heróis se metem a caminho da cantina, onde sabem que poderão andar os niktos que acompanhavam Mika. Numa das ruas escuras, que se tornam mais sujas e vazias à medida que se viaja para longe do centro de apoio à população, estabelecido pela CSA no Pavilhão de Desportos da cidade (informação do cerean), os heróis são quase atropelados por um gang de swoop bikes, agora à solta pela cidade pilhando e roubando.

Já noite, o grupo chega ao Guerreiro Caído. À porta estão as swoop bikes que há pouco os iam atropelando... o que promete sarilhos. Lá dentro o ambiente é pesado, cheira a fumo, especiaria e sangue. Um ithorian, bêbedo, jaz roncando em cima de uma mesa; dois bothans conversam baixinho a um canto; um par de pequenos aliens joga uma simulação holográfica e uns quantos humanos estão espalhados pelo bar. A bartender, velha de aspecto pesado e cabelos grisalhos, pede aos heróis que fechem a porta. A cena que domina o bar é o grupo de bikers, grandes facas à cintura e roupa berrante, botas altas e tatuagens estranhas, divertido com uma brincadeira cruel: ao fundo do bar está um nikto (será um dos seguidores de Mika?), infectado e inconsciente, debruçado sobre uma mesa, e os bikers divertem-se lançando canecas de bebida até à beira do bar, apostando para ver quem consegue fazer chegar a bebida o mais próximo da beira sem cair em cima do nikto. Quando parece que será desta que o dito receberá o seu baptismo de cerveja, os heróis avançam, preparando-se para o que der e vier. Del-pal-tu engendra uma artimanha e dirige-se ao nikto inconsciente, arrastando-o da cadeira enquanto grita com ele, fingindo ser seu patrão ou encarregado e desculpando-se perante os bikers, que ficam algo baralhados. Então algo estranho acontece, quando um dos bikers perde a cabeça, saca da sua catana e espumando da boca corre a atacar os heróis, gritando que lhe estragaram a brincadeira! E agora todos reparam que as estranhas tatuagens destes rufias são afinal as veias da cara e pescoço, estranhamentre dilatadas e de um azul muito escuro...

Qual será o desfecho desta briga de bar, e será este nikto a pessoa que procuram?

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Fixe!

Adorei! Está explicativo, e bem resumido! ;)

Um ponto do qual achei bastante piada foi o de me teres inserido no jogo de uma forma engraçada. Por momentos estava à espera de "não ser aceite" pelos humanos, mas no final tudo correu bem! E a cena do bar, foi brutal! Estava lá à espera de tal reacção... ( mas pensando bem, acho que não tinhamos outra alternativa senão esta )
Hehe!

Obrigado pela sessão, espero estar livre para a próxima! =)

Retrato de Lord Ariakas

Muito fixe o report! Ainda

Muito fixe o report!

Ainda não tinha tido oportunidade para verificar este topico e realmente apercebi-me o quanto interessante se torna haver uma levantamento das acções mais importantes dos Pc ( E viva o meu Gil Fullhouse!!!).

Queria só deixar um recado ao GM! 

Estes Npcs todos que por ai desfilam, não passam de uns copinhos de leite. Mas será que ninguem têm "Blasters" suficientes para entrar num joguinho de cartas amigavel (e de paradas altas) aqui com o Gil???

Hum Hum... Até ja tenho um deck marcado e tudo... ehehehe

Venham de lá os Hutts, que estes gajos da autoridade cooporativa parecem acabadinhos de sair da Catequese com os seus Destroyers, Battlesuits, caças, lasers e afins... Venham mas é jogar a vermelhinha aqui com o Gil.

 Pff.. Meninos de coro...

;-) ehehehe

Upss..

Eu não diria isso... o Sr. GM irá.... *engole em seco* comer-te vivo com os NPC's do bar...

Retrato de tunas

LOLmeu caro "fullhouse",

LOL

meu caro "fullhouse", o que precisas é de um casino: diz que há uns bem afamados em bespin, um sítio chamado cloud city... ou que tal em ord mantell, também outro local cheio de gente colorida, digamos!? há que o encarar de frente, um planeta de quarentena não é local de jeito para um jogador profissional!

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Retrato de Lord Ariakas

Casinos???? Aonde,

Casinos???? Aonde, aonde??

Então que estamos nos a fazer nesta rocha poeirenta e decrepita???
Vamos embora que ouvi dizer que estava um Hut a trabalhar como coupier no casino de Bespin... Se calhar é o gajo que nos estamos a procura. ehhhehe

È melhor irmos verificar!

 ;-) 

Retrato de Barendd

broas....

pois tenho de adminitr k das 3 foi a sessão k + gostei.......muito pork as coisas correram bem,e teve acção para todos os gostos!!!!!!e acabou em grande!!!!!a ver se sobrevivemos ao arraial de porrada!!!!

e fika provado......ser paranoico é util!!!

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

Retrato de tunas

Paranóia

realmente a paranóia é quase que um efeito secundário de se jogar roleplay! as aventuras instigam-na, os GM's propagam-na, os jogadores viciam-se nela...

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Retrato de tunas

Sessão IV

E com um urro tresloucado, um dos bikers ataca o pobre cerean, que apenas tentava ajudar o nikto bêbedo. Razak dispara um tiro de aviso (a intenção era a arma, mas enfim...) que apenas despoleta reacções de fúria animalesca da parte do restante gang; claramente "sob a influência", os bikers sacam das vibroblades e a situação torna-se up close and personal. Mas os restantes clientes mal têm tempo de fugir porta fora ou procurar refúgio atrás das mesas; em meros segundos, sacando dos seus blasters, os heróis despejam uma saraivada de fogo que deixa o gang estendido no chão, mortos ou atordoados... quando a poeira assenta, Razak encoldra e dirige-se ao bar, pedindo uma bebida à "doçura" (sic), a velha grisalha que treme como varas verdes. E Del-pal-tu sai de trás da mesa onde procurou refúgio, e Torin revista os bikers, entrega o dinheiro à velha, "para os estragos" (sic) e encontra ainda umas curiosas ampolas com um líquido escuro, uma por cada rufia. Fullhouse, "mais uma aposta ganha!" (sic), agarra nas chaves das swoop bikes que lá estão fora e o grupo decide desaparecer com o nikto antes que cheguem as forças da CSA para controlar a situação.

Desaparecendo no deserto fora de Tel Bollin montados nas suas swoops emprestadas, os heróis passam a noite ao relento, depois de ajudarem o nikto (doente com a peste e bêbedo), claramente empregado de Mika. No dia seguinte encontram uma quinta abandonada nos arredores da cidade e aí fazem o ponto da situação, depois de ganharem a confiança do nikto, de seu nome Orgamon. Orgamon parece ser extremamente devoto de Mika, e fala do seu mestre com uma devoção escrava e uma ternura obsessiva. Ao que parece, o jovem hutt, depois de decretada a quarentena, decidiu investigar por sua conta a origem da peste, seguindo uma pista que o levaria a Vale do Templo, uma comunidade mineira a uns 120 km a norte de Tel Bollin; leva alguns dos seus guarda-costas mas deixa Orgamon encarregue dos escritórios da Skydove Freight. Diz o nikto que foi há três dias que ouviu Mika pela última vez, e parece que tinha encontrado algo interessante, ordenando ao nikto que se dirigisse a Vale do Templo com mantimentos; o saque dos escritórios por parte de uma multidão enfurecida veio dar cabo dos planos do servo de Mika, que desde então e após contrair a peste, passa os dias a beber no Guerreiro Caído. Claramente Orgamon está de rastos com toda a situação. Fullhouse, cuja antipatia por alienígenas é bem conhecida (e amplamente demonstrada), insulta o nikto e enxovalha-o pela sua suposta falta de responsabilidade e auto-comiseração: quando Del-pal-tu intervém, o jogador torna-se violento e esbofeteia o cerean! É necessário que Razak e Torin intervenham para acalmar os ânimos...

Bom, Orgamon incita os heróis a partir para Vale do Templo, e insiste em acompanhar, mesmo convalescente. Voar até lá com a Firefly seria o ideal, minutos de voo. Mas as patrulhas de IRD's, nota Torin, estão cada vez mais cerradas sobre as suas cabeças, o céu permanentemente riscado pelos rastos de vapor dos caças da CSA... mas diz o nikto que uma caravana está a ser organizada com apoio aos que ficaram em Vale do Templo. Poderão talvez acompanhar a caravana? Nesse dia voltam novamente à cidade e falam com Simol Toc, um comerciante que organiza a expedição. Um conjunto variado de veículo, desde carroças puxadas por chandos, uma espécie de réptil nativa de Endregaad, até landspeeders e swoops, compõem a caravana, descrita por Simol como "um grupo de pessoas que por acaso vão para o mesmo sítio". São famílias que voltam às suas casas, mineiros que voltam ao trabalho. Todos já receberam a vacina da CSA e querem retornar às suas vidas e reencontrar família e amigos que se recusaram a deixar as suas casas. Um camião fretado pela cidade carrega a valiosa especiaria medicinal e é guardado por seis guardas contratados para o efeito (armados com machados sónicos) e que não respondem a Simol. Os heróis são contratados para guardas da caravana, pois a especiaria poderá atrair atenções indesejadas. E os dotes técnicos de Torin vêem a calhar num local como este, povoado de tecnologia obsoleta e em estado crónico de má manutenção... e há, claro, os rumores de desaparecimentos no deserto, mas são velhas lendas e folclore mineiro de um planeta de fronteira mal cartografado.

Assim passam a noite na companhia dos nativos, gente simples mas afável, partilhando histórias, uma refeição quente e bebidas. Toda a gente parece antipatizar com a CSA, muitos detestam-na. Fullhouse faz a delícia dos miúdos com os seus truques de prestidigitação. E na manhã seguinte, bem cedo, a caravana faz-se ao deserto, para norte, em direcção a Vale do Templo, deixando para trás a anarquia e dirigindo-se ao vazio...

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Retrato de tunas

E se jogarmos na vésper

E se jogarmos na véspera de feriado? deixo o desafio.

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Sounds good!!!Não

Sounds good!!!

Não devo ter nada marcado!

Retrato de Barendd

boas......

isso ker dizer ok???quarta á noite???se for conta comigo!!!!o rpl deve poder depois das 21:15. 

 

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

Retrato de tunas

a minha proposta é

a minha proposta é quarta à noite, cerca das 21h30.

que acham?

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Eu não vou puder, ainda se

Eu não vou puder, ainda se fosse na noite do feriado, talvez desse. Contudo, como pretendo ver o fim desta aventura, podem jogar sem mim para podermos arrumar a história no Domingo. 

"the drunks of the Red-Piss Legion refuse to be vanquished"

Retrato de Barendd

broas....

eu concordo com o horario,mas devo dizer k isto na condição de jogarmos 3 jogadores + o DM!!!!!se for so  2 na vale a pena estar a jogar!!!!desculpem lá mas o facto de kerer jogar o + possivel na pode interferir com a minha experiencia de rpg!!!!!isto é uma campanha k estou a gostar e muito,não é para ter sessão em k vou tar contrariado.

de modo algum kero colidir com o resto da party mas tambem,na sou de guardar o k penso,não ofendendo ninguem claro

 

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

Já falei com os meus pais,

Já falei com os meus pais, e posso aparecer, mas preciso de boleia!
Alguém tem o número do Sr. Lord Ariakas? ( para lhe perguntar se me pode dar boleia e marcar)

 

Retrato de tunas

Sessão V

Com a alvorada, a caravana inicia a sua viagem de três dias através do deserto até Vale do Templo. Lá em cima as formações de IRD's riscam o céu azul com os seus rastos. O primeiro dia passa sem eventos, e à noite, após o acampamento montado, as famílias descansam nos seus landspeeders e carroças e os mineiros solteiros dormem à volta da lareira. Os guardas da especiaria medicinal montam a sua guarda à valiosa carga e os heróis, conforme o acordo com Simol Toc, fazem também turnos de vigia. Passa pouco da meia noite quando Fullhouse repara na comoção que se levanta dos lados do furgão com a especiaria; parece que Rondo, um dos guardas, está desaparecido... já com todos os heróis de pé, conferenciam com Simol e o chefe dos guardas. Se ao princípio se suspeita que Rondo possa ter fugido da caravana com um saque de especiaria, essa hipótese é colocada de lado após se fazer um inventário. E a noite passa num clima de nervosismo geral.

Na manhã seguinte não se fala de outra coisa no acampamento. Nem os heróis nem Simol se sentem confortáveis em deixar um homem para trás no inóspito deserto, por isso acorda-se que vão procurar os rastos do guarda desaparecido. E assim, na companhia de Verge, um dos guardas (e com Del-pal-tu a permanecer para trás), os heróis, após encontrarem vestígios de luta a uns 50 metros da caravana, seguem um trilho de pistas nas suas swoops que os leva para noroeste (a caravana segue o caminho para norte). Parece que o infeliz guarda terá sido arrastado durante quilómetros por algum animal, mas a ausência de sangue acalenta esperanças de o encontrar vivo. E ao longo de quase dez quilómetros seguem o rasto. E então, a meio da manhã, numa zona de penedios, os heróis são emboscados por quatro criaturas estranhas, um emaranhado de lianas e troncos com quatro grosseiros membros cobertos de espinhos, sem cabeça nem olhos nem nada... rápidas, as criaturas rapidamente entram no corpo-a-corpo, e todos menos Razak sucumbem ao veneno paralisante dos espinhos dos Filhos do Oásis; e é Razak quem salva o dia, numa impressionante demonstração de domínio do blaster, abatendo as criaturas uma a uma enquanto estas se atarefam a arrastar os seus amigos paralisados para sabe-se lá que destino truculento... apesar de abalados, os heróis seguem a pista e poucas centenas de metros à frente deparam-se com uma estranha visão: uma grande árvore domina a planície árida, crescendo do centro de um pequeno oásis de água barrenta. A planta possui um tronco que é um emaranhado de lianas (mas, estarão a mexer-se!?) e grandes sacos amarelos que parecem ser os seus frutos. E na sua base patrulham mais dois dos Filhos do Oásis. Graças à habilidade de Fullhouse como franco-atirador, as duas criaturas são abatidas rapidamente, e o grupo avança cautelosamente em direcção à árvore. É aqui que a pista vem dar, mas nem sinal de Rondo... disparando alguns tiros contra a árvore e os seus frutos, estes parecem não surtir qualquer efeito. E é ao avançarem um pouco mais que tem lugar um arrepiante fenómeno, ao serem assaltados por ondas psíquicas de terror abjecto. A árvore possui poderes mentais!? O medo é avassalador e é com custo que os heróis resistem ao pavor e decidem bater em retirada.

Voltando à caravana, que apanham passado pouco tempo, ainda vêem ao longe mais das criaturas a dirigirem-se a toda a velocidade para a árvore, a Mãe do Oásis, atendendo ao seu chamamento... Rondo é declarado morto.

Na caravana as notícias espalham-se e geram o medo entre as pessoas. Os heróis ganham uma reputação que cria respeito e temor. O dia passa sem mais eventos e à noite, apesar da vigia reforçada, tem lugar mais um confronto com as criaturas. Apesar da resistência heróica dos heróis e dos guardas (enfim, Del-pal-tu procura refúgio no meio dos chandos...), e abatendo mais das criaturas, um dos guardas é arrastada para o seu terrível destino... na manhã seguinte os ânimos são negros, há frustração no ar. Fullhouse pragueja, lamentando não terem a Firefly à mão para bombardear a Mãe do Oásis a partir do ar... talvez se possa alertar a CSA após retornar a Tel Bollin, sugere Simol Toc, assinalando-se no mapa a posição do perigo.

O resto do dia corre sem problemas, atravessando uma região progressivamente mais acidentada. E assim, ao fim do terceiro dia, a caravana chega finalmente a Vale do Templo, após atribulada viagem. Encaixada no fundo de um pequeno vale, Vale do Templo não passa de uma colecção atabalhoada de pré-fabricados de plástico e aço, rodeados de caminhos de terra batida e com grandes toldos coloridos a unir os edifícios como protecção do sol. Ao entrar na povoação os heróis reparam nos poucos residentes que restam, em deplorával estado, quase todos mineiros que se recusaram a abandonar os seus negócios; mas alguns dão as boas-vindas à caravana, e há reencontros entre familiares e amigos. Chegou a ajuda há tanto esperada!

Orgamon, o nikto, está muito excitado com a perspectiva de reencontrar o seu amo, e assim que pode desaparece na povoação à procura de sinais de seu bem-amado Mika. Os heróis sacodem o pó da estrada, são pagos por Simol em cristais geode e ajudam a descarregar a especiaria medicinal, começando de imediato a vacinação dos habitantes. É então, ao lusco-fusco, que um gigante de homem, as veias negras e os olhos esbugalhados, sai ao caminho de Fullhouse gritando como um louco que consegue cheirar a especiaria, que lha dêem, que lha dêem imediatamente!! E inevitavelmente os heróis vêem-se envolvidos numa luta de rua com Urfo, o drogado gigante e seus amigalhaços igualmente viciados. Mas é uma luta desigual, apesar do possante mineiro ser um colosso de força; usando os seus blasters para atordoar os drogados, o assunto resolve-se rapidamente. Simol Toc, que assiste à luta, diz que já viu em Tel Bollin mais destes viciados numa nova droga, que os deixa loucos.

Orgamon entretanto dá com a pista de Mika, e um velho mineiro, Huwin Clathor, dá-lhes as indicações para os heróis encontrarem o hutt, que deixou Vale do Templo há cerca de quinze dias para investigar uma nave destroçada algures a norte. Curiosamente, apercebem-se que Mika tem uma boa reputação entre os mineiros. No dia seguinte partem ao encontro de Mika, e numa hora chegam ao desfiladeiro onde se encontra uma nave despenhada. Pequenas figuras atarefam-se ao seu redor. Orgamon, muito entusiasmado, grita e esbraceja para as figuras, que correspondem, e o grupo desce o desfiladeiro nas suas swoops para ir ao encontro dos estranhos. Para além de um grupo de mineiros que se atarefa a desmantelar o salvado, encontra-se numa grande tenda montada ao lado do salvado um jovem hutt, guardado por dois niktos. Orgamon, delirante, lança-se no chão e entoa as suas lamentações e alegrias em rever o seu querido amo! Finalmente os heróis encontram Mika, o Hutt... com os seus servos niktos constantemente atrás de si, protegendo-o do sol com grandes leques e tentando futilmente humedecer a sua pele ressequida.

Mika fala sempre em básico, o que já de si é bizarro num hutt. Após cordialidades e apresentações, expressa o seu agrado em ver os heróis mandados por seu portentoso pai à sua procura. Durante algum tempo os heróis contam a Mika as suas aventuras, ouvidos atentamente pelo hutt, que lhes conta depois, da sua parte, o seu tempo passado em Endregaad desde o estabelecimento da quarentena da CSA. Resumidamente, Mika descobriu este destroço a norte de Vale do Templo e percebeu que a tripulação, que encontrou morta, transmitiu a peste ao planeta, levada pelo vento. Tudo isto Mika enviou em relatório à CSA, mas não recebeu nenhum feedback da Autoridade...

A nave (uma YV-100, segundo Torin Dol) seria provavelmente de contrabandistas, transportando um carregamento de especiaria, a tal nova droga que surge entretanto em Tel Bollin e em que Mika parece muito interessado por causa dos estranhos efeitos que tem nos consumidores. E parece que já tem um nome nas ruas e tudo: Tempest. Mas alguém terá chegado aos destroços primeiro que Mika e levado a droga, o que explica a mesma já existir à venda nas ruas. Também foi impossível recuperar caixas negras e aviónicos, que poderiam dar uma explicação para a queda da nave. De qualquer modo, o seu trabalho aqui está feito, os direitos do salvado passados para os mineiros como mostra de generosidade, e começa-se a elaborar os planos para levar Mika para fora de Endregaad e de volta a seu pai.

Entretidos nesta conversa com Mika, em que se passeiam pelos destroços, os heróis e o hutt são surpreendidos pelo grito de alerta dos mineiros: estranhos nas colinas, montados em speeders e armados! E é no meio de tiros e correndo para um abrigo que os heróis se preparam para lidar com a nova ameça destes salteadores do deserto. Conseguirão agora, já tão perto de concluir a sua missão, salvar Mika destes inimigos?
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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Retrato de Barendd

boas......

mais uma sessão k adorei,teve um pouco de tudo!!!!!foi fixe!realmente o nosso grupo pareçe mel para sarilhos!!!!!!

 

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

Retrato de Lord Ariakas

Ahaha Gil "FullHouse" é

Ehehehe

Gil "FullHouse" é o maior! Deem-lhe uma sniper rifle e 120 mt de distancia e ele consegue snipar... duas arvores com pernas???

Hum... Isto não soa muito bem. Mas pronto! Um alvo abatido é sempre um alvo abatido, mesmo que sejam duas arvores carnivoras.

Hum realmente isto não soa nada bem... ;-)

LOL

Bem, uma sessão fixe em que houve em pouco de tudo, para todos os gostos.

Vamos lá ver se salvamos o Mika, destes salteadores do deserto.

Ja agora queria aproveitar esta msn para fazer uma votação.

Quem for a favor de deixar o Del-pal-tu amarrado a Mãe do oasis, da proxima vez que ele se esconda no meio de um tiroteio, levante o braço!

;-)

*looks around* Porquê?

*looks around*

Porquê? Estás assim com muito medo da arvore que vais entregar o Del-Pal-Tu para esta de deixar de entrar nos teus sonhos/pensamentos?

:P

 

Retrato de Barendd

boas......

portem-se todos bem ou fikam a pedir boleia no planeta!!!!!!

 

Ps:folgo em saber k vai haver jogo!!!!contem comigo.o rpl na vai á sessão ja k não esta na cidade,penso k  em trabalho!!!

 

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

Retrato de tunas

Sessão VI

O alerta é dado por um dos servos nikto de Mika: um grupo de estranhos, montados em swoops, aparece lá em cima no topo do monte, e de imediato ataca o grupo, cá em baixo. Enquanto quatro motoqueiros descem a colina a toda a velocidade, ao encontro dos heróis, os outros quatro ficam lá em cima, alvejando mineiros, niktos, hutts e heróis.

O combate é rápido mas brutal. A carnificina deixa um sentimento estranho nos espíritos de todos. Os motoqueiros eram viciados em Tempest, claramente alterados pela droga, e todos eram lutadores exímios; provavelmente descobriram a fonte da droga e vinham resolver a questão do abastecimento. Tudo degenerou num corpo-a-corpo sem limites, e com a ajuda de Mika, montado no seu skiff e manejando o canhão blaster do veículo (que salvou o dia), os heróis matam todos os assaltantes, mas a um custo pesado, pois com a excepção de Torin Dol, ferido ligeiramente, todos os outros heróis ficam bastante feridos e Gil "Fullhouse" é deixado em coma, próximo da morte. Mortos ficam também os dois guardas nikto de Mika e quatro dos seis mineiros, vítimas das circunstâncias - no lugar errado na altura errada. Ainda mais chocante é a forma bárbara com que Gil abraça o combate, degolando um dos atacantes quando este, indefeso, jazia a seus pés.

Mika, no final da luta, organiza o regresso a Vale do Templo, enquanto Torin administra primeiros socorros aos seus companheiros, usando os medpacs que os assaltantes traziam. O grupo regressa então, deixando para trás o campo de batalha com os seus mortos destroçados, e levando a triste carga dos mineiros assassinados de volta às suas famílias. Em Vale do Templo apenas param o tempo suficiente para descarregar os cadáveres e os sobreviventes, no meio do carpir das viúvas.

Ao final do dia, graças à velocidade das swoops e do skiff, regressam a Tel Bollin, onde encontram uma cidade mais parecida com um lugar civilizado, agora que a vacina está a pôr fim ao flagelo da peste. Mika, junto com o seu secretário Orgamon (já recuperado dos efeitos da peste), precisa de um dia para tratar dos seus assuntos com os mineiros, e os heróis aproveitam para descansar nos escritórios arrombados da Skydove Freight.

Após esse dia de descanso, o jovem hutt está ansioso por sair do planeta, e o grupo retorna à Firefly, escondida numa gruta do deserto, e após carregarem o skiff e as duas swoops no porão, preparam-se para levantar vôo e furar, de novo, o bloqueio da CSA. Já fora da atmosfera são interceptados por um esquadrão de IRD's, e segundo ordens de Mika (a quem não deve agradar uma batalha espacial) entregam-se à Autoridade sem resistência. Escoltados ao Resolute, são deixados em quarentena enquanto Torin explica a Angela Krin os quês e porquês das suas aventuras em Endregaad. Os heróis feridos são graciosamente tratados a bordo das instalações médicas do navio de guerra, pois precisavam de um banho de bacta. Angela Krin, apesar da óbvia empatia por quem cumpre o seu dever, tem também o seu a cumprir, e os heróis, assim como Mika, sofrerão provavelmente processos judiciais. Felizmente não causaram, nas suas acções em Endregaad, a morte a nenhum funcionário da CSA...

Mika contacta o seu pai. Após dois dias de prisão domiciliária, Angela Krin visita-os a bordo da Firefly para os informar que são livres de partir... e que é possível que os seus destinos ainda se cruzem. São assim os favores de um lorde Hutt.

Os heróis rumam então em direcção ao sistema de Cignet, seguindo instruções de Mika, onde se localiza a lua Droxu, com os seus múltiplos anéis. É um sistema desolado e desabitado, na fronteira do Espaço Hutt. A viagem, que dura dia e meio, dá tempo para o grupo conversar com Mika, que se mostra interessado nas suas aventuras e procura conhecer melhor as aspirações dos heróis.

Chegados a Cignet, os heróis entram na órbita de Droxu e acoplam numa estação orbital abandonada, na posse da família de Popara há séculos, e local discreto para reuniões informais. Já lá se encontra o Imru Ootmian.

Após a nave ser fumigada por uma equipa de niktos em fatos espaciais pesados, são recebidos por Vago e H-3PO; Vago e Mika trocam cordialidades em huttese de forma formal e algo fria. Enquanto os escolta ao encontro de Popara, Vago manifesta aos heróis o seu agrado pelo seu desempenho. Mais uma vez são recebidos a bordo do iate de Popara, na sua sala de audiências, onde é calorosa a recepção feita por Popara ao seu filho mais novo, que se encontra feliz por rever seu pai. Os dois irmãos trocam acenos de cabeça, uma vez que também Zonnos se encontra na sala, mas sem o seu séquito de wookiees; e está com o ar de quem acabou de engolir algo desagradável. Observando tudo estão as servas pessoais de Popara, as três irmãs twi'lek.

Após Mika retomar o seu lugar antes vazio, Popara, visivelmente feliz, pede aos heróis para fazerem o relatório das suas actividades, e assim acontece. Fala-se durante algum tempo, e a questão da Tempest parece ser a que mais preocupa o velho lorde hutt, que encarrega Mika de lidar com a situação, se necessário. Esta confiança da parte de seu pai nas suas capacidades deixa o jovem hutt muito agradado.

Bem, e após se fazer o ponto da situação, Popara, de forma muito teatral, manifesta todo o seu agrado aos heróis recompensando-os com 4000 créditos cada um (trazidos com pompa em caixas de durasteel por quatro wookiies) e a posse da Firefly! Mais um favor a cada, a cobrar quando quiserem, "a maior benesse a que um ser pode aspirar, o favor de um Lorde Hutt!" E a promessa de, caso no futuro precise de alguém para lidar com assuntos delicados de forma discreta, eficiente e rápida, contará com os heróis.

FIM DO 1º CAPÍTULO
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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Retrato de tunas

regras

após ler as regras com alguma atenção, reparei que o único erro ecfectuado durante o combate final foi que o disengage de torin dol deveria colocá-lo a 2x speed longe do atacante, o que o teria deixado a salvo, supostamente. de resto foi tudo ok.

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Retrato de Barendd

broas....

bem k sessão!!!!tivemos + uma vez de tudo,acção,surpresas,alegrias,terror,violencia selvatica e tensão in\off-character {;)}.bom espero k o dm tenha disponibilidade futura para continuar a saga!!!

 em relação ao assunto da nave.....é o k ja disse acho k é muito para a nossa singela e não tão rica party!!!!acho k a manutenção é muito cara,uma nave + pekena serve bem,mas tambem não estou a dizer para trocar por um x-wing!!!!!!!algo + adkuado ao tamanho  e possibilidades finançeiras da party.mas isto é uma party e a nave é de todos!!!!opinem á vontade!!!!eu digo k fika melhor falar com popara,ou o mika ou o vago....na sei kem sera melhor mas acho k isso fika melhor do k vender a nave 2 segundos depois da receber!!!!eu acho(e é so isso k vale)k isso é + ofensivo...mas digam coisas!!!!

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

Eu concordo contigo! Pagar

Eu concordo contigo! Pagar um balúrdio para arranjar a nave cada vez que se estraga é algo arriscado. A minha personagem podia falar com Popara, visto que tem boa "diplomacy", e tentava resolver o assunto...

Retrato de Lord Ariakas

Depoimento de um Soldado

Saudações estimados Irmãos de armas.

Enquanto descanso no meu compartimento da Firefly, tenho ouvido um estranho ruido de fundo, semelhante a uma Voz-off (Um ser narratorial omnicieste, talvez) que conta em detalhe todos os acontecimentos dos ultimos dias. E que estranhos e emocionantes estes têm sido.

Não vale a pena narrar o que se passou durante a minha estadia e dos meus irmão de armas Razak e Torin Dol, naquele poeirento e claustrofobico mundo de mineiros, peste e arvores carnivoras, porque aparentemente essa Voz-off tudo sabe. I wonder how???

Que eu saiba o Q é uma personagem de uma (outra) serie televisiva, mas em tudo este estranho Ser se assemelha... 

Mas continuando...

Nasci em Coruscant, filho de uma blue collar family, e cedo percebi que o trabalho arduo dos meus pais não me iria levar a fortuna mas sim a um banho diário de oleo e uma doença pulmonar, mais tarde, na velhice.

Felizmente, descobri que possuia outros talentos. A Lady Luck sempre me piscou o olho nos jogos de crianças com os meus irmãos e dai a passar para a cantina mais proxima, desafiando os transeuntes para um joguinho de vermelhinha ou um lançamento de dados foi um passo. Ganhei muito dinheiro que ajudou a economia familiar e me permitiu uma vida mais folgada que os meus irmãos, sempre exaustos e a tresandar a um misto de oleo de maquinas, suor e hidrocarbonetos.

Um dia conheci uma personagem que mudou a minha vida. Um capitão das força imperiais, reformado, falou-me das maravilhas e glorias do Imperio.

Contou-me de poderio militar do imperio, de combates espacias em campos de asteroides, de planetas inexplorados repletos de raças estranhas, de gloriosas batalhas em que os exercitos do imperador esmagaram insurrectos durante as clone wars cobrindo-se de honra e glória, das recompensas do serviço ao imperador, de esquadras imensas de naves e destroyers capazes de garantir a ordem na galaxia.

 Foi o suficiente. No dia seguinte reuni os meus pertences, despedi-me da familia e alistei-me na academia militar.

Integrei uma unidade de stormtroppers, especializando-me em Sniper. 

Ai aprendi toda uma nova filosofia de vida. O nosso pelotão era como se de uma unica pessoa se tratasse, do qual todos nós eramos membros. Eramos irmão de armas, e morriamos para defender a pessoa que estava ao nosso lado. Eramos um grupo e nenhuma força no universo nos podia deter.

Tudo pela gloria do Imperador e do Império.

Aprendi como o imperador era uma figura benevola que havia libertado o Universo da tirania elitista dos Jedis, da corrupção decadente da republica e como se preocupava com cada pessoa da galaxia, desejando ardentemente a felicidade e alegria de todos.

 Aprendi tambem como as raças alienigenas haviam provocado as clones wars que tanta desgraça lançaram sobre as nossas vidas.

 Mas no fim aprendi outra coisa. Aprendi como a estrutura militar estava corrupta e o imperador sozinho e infeliz, sem ninguem em quem confiar, ninguem que fizesse as suas nobres ideias avançarem. Ninguem excepto talvez o fiel e fervoso Lord Vader.

Aprendi isto no dia, em que fui levado a tribunal militar por gambling.

Dias antes havia sido convidado para um jogo com dinheiro a sério, na messe dos oficiais. As minhas proezas nas cartas ja haviam ganho fama nas fileiras. Entre os meus adversários, havia sem eu saber um adjunto do comandante do meu batalhão, oriundo de familias nobres.

Limpei-o com um dos meus famosos "FullHouses". Nessa ronda, ele perdeu uma pequena fortuna. O dinheiro era tanto que ele não tinha como paga-la no momento. Disse que teria de levantar creditos e vender uns "bens menores" para a poder pagar.

Combinamos no dia seguinte, encontrarmo-nos para ele me pagar. Em vez disso, no local combinado estavam varios agentes da Policia Militar a minha espera.

 Nesse dia percebi porque é que o Imperador não conseguia levar a cabo o seu magnifico projecto. As altas estruturas militares estavam cheias de corruptos, amantes de jedis e apoiantes de rebeldes.

Fui obrigado a apresentar a minha demissão dos stromtroppers para evitar uma humilhação maior que seria a expulsão compulsiva.

Nunca perdi a minha lealdade para com os meus companheiros de pelotão, nem para com o meu adorado Imperador, mas afastei-me do contacto com as estruturas do exercito. Pode ser que assim, me venham a esquecer e eu um dia, possa regressar ao meu devido lugar que é nas fileiras imperiais a lutar pelo Imperador e o seu sonho de uma galaxia melhor.

Nas minha deambulações pela galaxia, juntei-me a Razak e a Torin Dol que se tornaram os meus novos companheiros de armas. Apôs varios trabalhos juntos, fomos então recrutados pelos Hutts para este trabalho de resgate. Encontramos a superficie do planeta, um Cerean cobarde chamado Del Pal Tu ou la como raio se chama, que se colou a nós e simplemente se recusa a ir embora.

Apesar dos outro membros da party, se terem afeiçoado a ele, a unica coisa que o vejo a fazer é esconder-se atras de uma mesa ou buraco, sempre que há um combate. Pode ser que venha a ter alguma utilidade, porque finalmente ao fim de varios dias a esconder-se ignobilmente, mostrou alguma aptidão, fora da média, para mexer em computadores e tecnologias. A ver vamos se ainda há algum sumo que se aproveite neste... alienigena.

Mas tudo isto para responder a essa tal "Voice-off" que relata as nossas aventuras e que me acusou de ceder a barbarie no campo de batalha.

 Analisemos a situação:

No exercito explicaram-me (e bem) que cada pelotão têm uma função, um objectivo a realizar. Para isso contamos com os nossos colegas e irmãos de armas que devemos proteger e que reciprocamente nos irão proteger no campo de batalha. Existe uma variante, que são os civis, que devem ser encaminhados para fora do caminho para não se magoarem e não nos atrapalharem na nossa missão.

Por sua vez existem as forças oponentes que são o obstaculo a realização da nossa missão. Estas são simplemente, irmãos de armas, que se encontram do outro lado das trincheiras, por força das circunstancias. Se as pudermos convencer a ir-se embora pacificamente. melhor, até poderemos ser aliados um dia no futuro. Se elas insistirem em ser um obstaculo no caminho da nossa missão, terão de ser removidas. Nada de pessoal, nada de emoções, simplemente profissional. Sem dar nem esperar treguas ou misericordia. É assim a vida de um soldado. No pelotão todos aceitamos isso e esperamos que o inimigo aceite o mesmo. É o codigo informal dos soldados. Era assim antes do imperio, é assim agora e será assim depois do imperio (E que este viva seculos na plenitude da sua gloria)

Neste caso o meu objectivo era salvar, o Hutt Mika. Razak e Torin Dol meus companheiros de armas. Os salteadores do deserto era o obstaculo e os mineiros e Del Pal Tu os civis.

Esse individuos violaram todos os codigos de honra. Encharcados nessa nova droga Tempest, cegos pela furia e ganancia, não tentaram dialogar. Entraram aos tiros, chacinaram civis, sem os deixar retirar-se do campo de batalha, comprometeram a integridade da minha missão e dos meus companheiros.

No momento do combate corpo-a corpo , ja haviam morto 5-10 civis desarmados e pelas costas, Del pal tu jazia inconciente no chão, Torin Dol lutava pela vida com um dos salteadores e Razak era massacrado pela investida de três bandidos que o tentavam mutilar com vibroaxes e vibroblades ou atropelar com as swoopbikes.

Dois dos meus oponentes ja haviam sido neutralizados e um terceiro jazia, não inconsciente nem indefeso, mas sim atordoado temporariamente. Em menos de 10 segundos, ele novamente estaria activo.

Eu tinha de intervir e tentar ajudar o meu irmão de armas Razak, antes que este fosse morto mas não podia descurar ao inimigo, senão seria atacado selvaticamente pelas costas. Tive uma janela de oportunidade e aproveitei-a. Fiz o que se chamaria na literatura um "coup de grace". Deste modo podia tentar auxiliar em segurança os meus companheiros.

Num campo de batalha faz-se o que se pode para ficar vivo juntamente com os meus irmãos de armas. É o destino e fado dos soldados. Todos aceitamos isso. Não é bonito, não é poetico mas é assim que são as coisas.

E estes individuos não era soldados, eram maniacos assassinos, psicopatas alterados pela tempest, cuja razão estava para alem da salvação e que não hesitaram em matar mineiros e camponeses desarmados e a fugir pelas vidas.

Mantive a minha honra como soldado e individuo. E não concordo que essa "Voz Off" que insiste em ressoar nos corredores da Firefly, apelide de barbarie o meu acto no calor da batalha. As coisas são assim na guerra. É matar ou ser morto. E enquanto eu conseguir levantar uma arma, não deixarei que o inimigo elimine um dos meus companheiros, sem levar igual troco de volta.

 Por mim

 Pela honra

 Pelos meus companheiros

 Pelo Imperador

  Gil "Fullhouse"

NOTA DO JOGADOR: Todo o texto anterior é falado "In-game" sendo as opiniões e pensamentos da personagem.

Ja agora em termos de regras. Podesse fazer um coup de grace com uma ranged weapon? Pensava que era so com melee weapons.

Retrato de tunas

Thumbs Up, Lord Ariakas!!

parabéns pelo texto; é o que eu chamo fleshing out a personagem.

coup de grace é uma acção não específica: demora um turno inteiro e o efeito é o descrito - crítico automático, e se sobreviver fortitude save DC 10+dano infligido ou morte imediata. e com qualquer arma, desde que adjacente ao alvo.

os stormtroopers em geral, como devem estar à espera, estão carregados de DSP's. não, não é doença venérea, são dark side points.

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Pessoal, 1.000 perdões por

Pessoal, 1.000 perdões por não ter aparecido nestes domingos, mas a minha vida profissional deu-me um choque frontal a 200km/h e estive fora estas duas semanas em formação.

Contudo agora já estabilizei, li o que se tem passado e queria saber se ainda vão continuar a jogar.

"the drunks of the Red-Piss Legion refuse to be vanquished"

Sim/Não

Sim, mas o Pedro não vai poder continuar por agora. Ele se arranjar mais tempo, pois a vida prosissional deu-lhe "um choque frontal a 200km/h", continuará a fazer sessões.

Retrato de tunas

olá tripulação da

olá tripulação da Firefly,

como podem ver pelo delay da minha resposta, o choque frontal já se deu!

que novidades? bem, por enquanto vai ser impossível continuar o trilho da droga tempest, eventualmente arranjarei tempo mas não sei quando nem como. o que quer dizer que a campanha está em stand by...

dou os meus parabéns aos jogadores pela cortesia, fair-play e bom rolepay ao longo destas seis boas sessões. RPL, pena não teres assistido ao final do capítulo.

e finalmente, para acabar a coisa com tecnicalidades, fiquem a saber que subiram todos de nível e ganharam XP's suficientes para subirem de nível da próxima vez que houver sessão, i.e. estão no 4º nível à beirinha do 5º.

kudos a todos, até breve.

p.s. lembrem-se destas sábias palavras nos momentos em que as saudades da campanha vos atormentarem: "the force will be with you, always." Cool

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Retrato de tunas

Sessão VII

Após o sucesso da missão a Endregaad, os heróis vêem-se de repente com uma nave própria e ainda uns milhares de créditos para gastar em merecidos R&R. Não é à toa que escolhem passar uns tempos em Ord Mantell, onde contrabandistas de renome organizam mais uma vez o famoso Blockade Runner's Derby, uma corrida espacial (e tempo de festa e tréguas entre as várias famílias do crime organizado da galáxia) em torno da núvem de cometas do sistema Bright Jewel, que atrai uma hoste de curiosos, aficionados e turistas ao famoso planeta de caçadores de prémios e contrabandistas, situado nas orlas das Regiões Desconhecidas, na fronteira entre o Mid Rim e o Outer Rim.

Razak procura, evidentemente, gastar os créditos em mulheres, bebida e armas novas e reluzentes (o resto vai estoirá-lo!); Torin Dol sempre quis assistir ao famoso derby, que atrai os melhores pilotos da galáxia e algumas das naves mais rápidas; Gil "fullhouse" está em pulgas para experimentar os famosos casinos da região; e Del-Pal-Tu, apesar de lhe ser indiferente, acompanha-os na mesma por defeito.

Assim, os heróis chegam a Ord Mantell a bordo da Firefly a tempo de assistir ao começo do derby. O planeta é famoso pelo derby (que se realiza há várias décadas), pelos sucateiros espaciais, pelos muitos contrabandistas que pululam na região, pela falta de lei e pelo jogo, legal e abundantemente disponível em muitos e famosos casinos, como o Lady Fate Casino ou a Jubilee Wheel. E assim, no meio de milhares de outros visitantes, os heróis juntam-se à turba que procura diversão e emoções fortes nestes tempos tristonhos de repressão imperial, cuja presença consiste num oficial que comanda alguns regimentos de stormtroopers mas cujo poder acaba à porta do Palácio do Governador; quem manda em Ord Mantell são os vários líderes do crime organizado...

Ao fim de três dias, após deixarem a Firefly no hangar 27 do espaçoporto de Worlport (capital planetária, cidade de vários milhões famosa pela sua arquitectura neo-corelliana) já Razak vive num estupor bêbedo entre orgias, totalmente inútil e grogue de sono e álcool; Gil está igualmente consumido pelo furor do jogo, passando a dada altura 28 horas seguidas em torno das mesas de sabaac, ganhando e perdendo pequenas fortunas e mantido de pé graças a doses maciças de synthstim...

Assim, Torin e Del-Pal-Tu, os alienígenas e os mais calmos do grupo, acabam por descobrir um pequeno mas aconchegante bar fora dos caminhos mais turísticos onde se pode ver, ao vivo por holovids, o derby em todo o seu esplendor.

E é num desses serões de deleite desportivo, em que um jovem mas promissor piloto corelliano chamado Han Solo parece estar a dominar a prova, que o destino bate de novo à porta do grupo. Três rufias rodians, envergando blusões com o símbolo do Clã Bomu (o louva-a-deus), envolvem-se numa briga com um cliente do bar, que parece estar a proteger uma jovem rapariga humana, que se havia sentado ao balcão e que, aparentemente, os rodians procuravam. Torin Dol, nunca o ser para se envolver numa luta que não lhe diga respeito, não deixa de se envolver nesta; afinal estes Bomu são os mesmos piratas que os atacaram na sua missão a Endregaad! E assim, rapidamente a escaramuça sobe de tom com blasters a serem empunhados, tiros por todo o lado e os clientes a fugir desesperadamente por portas, janelas e outros buracos. Em menos de um minuto, em que o dito cliente do bar se revela ou extremamente sortudo ou extremamente apto, e com a ajuda de Torin e sua caçadeira (pois Del-Pal-Tu escolhe o refúgio aconchegante de uma mesa revirada), os Bomu fogem porta fora, deixando um dos seus morto e estatelado no chão. No meio do silência pós-peleja, Torin, caçadeira na mão, apresenta-se ao estranho, enquanto despeja uma caneca de líquido (deixada apressadamente pelo respectivo dono) sobre uma mesa a arder e seguido por perto por um (cada vez mais) nervoso Del-Pal-Tu. E o estranho, quem é? Ansen Gallis, um viajante humano de Nar Shadaa. E a menina? Pelos vistos, uma dama em apuros, diz Ansen, chamada Renci Tosh, que o havia acostado momentos antes com um pedido de ajuda para recuperar a sua nave, forçada a uma aterragem de emergência algures nas colinas a norte da cidade... e os Bomu? Músculo ao serviço de um elemento do crime que, por alguma razão, raptou a dita rapariga. Que história... e Renci Tosh, onde se encontra? Pelos vistos fugiu durante a luta. Há que encontrá-la. À saída do bar, pelas traseiras, Torin deixa ficar um molho de créditos no balcão para pagar os danos inflingidos ao estabelecimento... e o grupo sai sem saber os resultados do derby.

Amanhã é outro dia. 

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Retrato de Barendd

boas......

lindo..............ja tinha saudades de StarWarsD20,á ka seculos k na tinhamos sessão......k apsar de curta  foi bacana!!!!!

fikou provado k na podemos entrar em nenhum bar da galaxia!!!!!!mas enfim correu bem a luta!!!!!!

o Ansen Gallis tem sorte komo o ******* mas pronto!!!!coisas do jogo!!!!

a ver se jogamos proximamente!!!!!

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

Retrato de tunas

ah, soube bem, soube bem,

ah, soube bem, soube bem, quase um ano depois da última sessão! a ver se repetimos a dose, desta vez com mais tempo e mais gente!

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Retrato de Rui

Oh shô Tiago!

É sorte, ter a defesa a 18?, é sorte, ter tantos 1's como o adversário, sendo que o meu BAB é superior?, é sorte, estar a lutar de mãos nuas contra 3 gajos de blasters e mesmo assim ganhar?

Isto é só para repor a verdade, porque as pessoas dizem certas e determinadas coisas e escondem-se atrás de canhões!!!!!!11!!!! Ora vamos lá a ver!!!1111!!!!!11!

--~~--

Não te metas comigo, camarada; tenho n avisos à navegação, alguns deles em público, e não tenho medo de os usar.

Retrato de Barendd

broas....

pois pois..........isto do home k roubou a arma ao adversario e depois em vez de diparar...........marretada na cabeça do rodian!!!!!

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

WooW! :D Conseguiram

WooW! :D
Conseguiram esconder-me por detrás de uma mesa! obrigado! :D ((preciso mesmo de umas aulas com o Sr. Full para aprender a disparar))

Retrato de Barendd

lol,ou isso ou apareçeres e

lol,ou isso ou apareçeres e decidires fazer k o perso faz outra coisa............kuando poderes voltar a jogar foça.....k keremos ter um gang intergalatico de contrabandistas!!!!!!

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

Retrato de Lord Ariakas

Oh dear... Oh dear... Tss

Oh dear... Oh dear... Tss Tss

Realmente tenho de dar umas liçoezinhas de pistola ai ao amigo que se esconde nas mesas... So tenho duvidas de que la estará do cano do blaster mas enfim...

Olá a todos. Passado um ano enfim que se retoma a viagem da firefly. Realmente tenho pena de n poder comparecer mas uma sessao a começar a meia-noite qd no dia a seguir tinha de ir pra a estrada, não dava mesmo. Sorry.

Eu agora vou entrar de férias, portanto vou ter (alguma) disponibilidade nos próximos tempos. Se quiserem com binar sessões mesmo que seja num dia de semana a noite, por mim a partida poderá ser. A ver se fazemos umas sessões que também a muito tempo que não jogo rpg.

Hasta

PS- essa historia de um bar acabar tudo aos tiros com o del-pal-tu escondido atras de uma mesa parece-me familiar! Onde será que já vi isto :-) !

Retrato de Barendd

boas......

pois realmente temos de dar uma dicas ali ao senhor del-pal-tu!!!!!!

pois o pedro tem tentado organizar sessoes mas realmente os horarios da malta tão longe de ser iguais!!!!a ver se conseguimos ter a campanha de volta ainda k em modo semi-regular!!!!!

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

Retrato de tunas

Sessão VIII

A pancadaria no bar deixa um Bomu morto no chão e o estabelecimento semi-destruído. Saindo pelas traseiras, Torin Dol, Ansen Gallis e Del-Pal-Tu encontram Renci Tosh à sua espera. "Obrigado pela ajuda, forasteiros!", diz ela. E depois de se apresentar, Torin deixa claro que a ajudará nem que seja pela antipatia que sente por estes rodians do clã Bomu. Renci presta-se a pagar 400 créditos a cada um pela ajuda dos heróis em encontrar a sua nave, perdida nos arredores de Worlport. E contactando Fullhouse pelo commlink, Torin e Ansen dirigem-se, juntamente com a menina Tosh, para os arrabaldes da cidade, a norte, uma área industrial repleta de ferros-velhos e sucateiros espaciais. Del-Pal-Tu prefere regressar ao seu quarto de hotel, e deixa por agora o grupo.

Com a chegada de Fullhouse ("Ora o que temos nós aqui!?"), os três heróis acompanham então Renci para norte, para os baldios onde se despenhou a bordo do seu Z-95. Apesar de Ord Mantell ser um planeta luxuriante, cheio de selvas, esta região é árida e pedregosa. E apesar de Torin ter proposto usar a Firefly para o reconhecimento, Renci garante-lhes que será muito difícil detectar o local do acidente do ar, pelo que optam por ir a pé, já que não ficará a mais que 6 ou 8 horas a pé. E ainda é manhã.
Ao longo da caminhada pelas terras baldias, Renci vai conversando com os três heróis, à vez, ora com uns, ora com outros. É uma conversa que ganhará contornos agrestes à medida que se vai politizando: a loira rapariga parece sensível à triste história do kel dor, e do seu povo confinado ao seu planeta por édito imperial. Fullhouse fala abertamente do seu percurso pelo Corpo de Stormtroopers, da sua lealdade à Nova Ordem e do seu desgosto em ter sido expulso por jogo ilegal e conduta imprópria (não parece arrependido, contudo...). Apenas Ansen Gallis é curto e grosso, evitando obviamente quaisquer conversas. A discussão torna-se quente à medida que se percebe que há dois campos, o pró-imperial de Fullhouse e o céptico ou mesmo anti-imperial, de Ansen. Mas antes que a discussão atinja um clímax ou uma conclusão algo desconfortável, a julgar pela forma como Ansen Gallis fita Gil "Fullhouse" Derringer, aparece ao longe um solitário viajante, que se aproxima amigavelmente: é um caçador rodian, Teerik, que avisa os heróis dos perigos da fauna local, em particular o temido Savrip. Após outras cortesias, despedem-se, e Teerik dirige-se para Worlport sem saber informar o grupo sobre a nave destroçada.

Ao final da tarde o grupo encontra o local do acidente, mas a nave desapareceu! Pelos rastos, parece ter sido obviamente arrastada dali; os rastos são tão claros que são fáceis de seguir mesmo para um batedor não treinado. Mas Fullhouse espia um vulto no cimo dum cerro, e ele e Ansen vão investigar. Não encontram nada nem ninguém, só rochas; Fullhouse regressa ao encontro de Renci e Torin, mas Ansen fica mais um pouco no cimo do monte... E é então atingido por um raios atordoantes, disparados por um atacante escondido no meio das rochas. E quem o ataca? Uma twi'lek de pele púrpura tenta em vão atordoá-lo com o seu blaster, mas não contava com a grande resistência do aspirante a Jedi. Usando a Força, empurra a twi'lek ao chão e usa o seu poder de intimidação para a fazer desistir. Mas a twi'lek desembaraça-se dele e ao empunhar os seus dois sabres de luz, Ansen cria um impasse - "Não te quero fazer mal", diz a twi'lek, que por sua vez aponta o seu blaster a Ansen, "nem aos teus amigos. Quero a rapariga, tem a cabeça a prémio, é procurada pela lei." É, portanto, uma caçadora de prémios...
Mas as tentativas de resolver pacificamente este impasse ("Lei? Qual lei?", pergunta Ansen) apenas resultam na twi'lek a ser atordoada pelo alien da carabina, Torin Dol, que entretanto chega com os outros dois companheiros ao cimo do monte. Toda a gente está algo embasbacada ao ver as estranhas armas reluzentes de Ansen, que rapidamente as guarda, e vira o seu descontentamento para Renci: quem é ela, e porque é procurada por uma caçadora de prémios!? Renci nega saber o que quer que seja, e agora também Fullhouse e Torin exigem saber o que se passa, e que raio são aquelas espadas-laser! Cria-se um momento tenso enquanto Renci se sente acossada e Ansen lhe exige a arma que carrega. É a própria miúda que questiona Gida Luroon (pois assim se chama a twi'lek), e ficam os heróis a saber que Renci á procurada pelos Bomu, que o prémio é de 600 créditos - uma ninharia - e que Gida nada sabe das motivações dos rodians; era apenas mais um trabalho. "E então, vão-me matar ou deixam-me ir embora?", pergunta, desafiante. E (sem armas), os heróis lá a deixam ir.

No meio de um ambiente pesado, o grupo retoma as buscas da nave. Renci está claramente amuada, talvez magoada pelas suspeitas de Ansen e dos outros e confrontando Ansen com as revelações de Gida, pelo menos consegue que este lhe devolva o blaster, como prova de confiança.

Já ao cair da noite, o grupo chega à vista duma cratera na base da qual pastam dois banthas e no cimo da qual se vislumbra uma grua. Fullhouse não detecta nada à vista e o grupo avança para junto da base da cratera, onde se conseguem ver, entalhados na rocha, uns degraus que levam lá para cima. A nave foi claramente arrastada até aqui pela parelha de banthas, e depois usado o guincho para a erguer para o cimo da cratera. E lá seguem os heróis pelo caminho óbvio, começando a trepar a parede rochosa ao longo dos pequenos degraus de pedra.

A meio caminho, como já se estava a à espera, os donos dos banthas começam a atacar os heróis com... arcos e flechas!? Estão a ser atacados por simplórios primitivos, pelo menos dois! Torin despacha um a tiro de carabina, enquanto as flechas voam em redor da cabeça de Ansen, que lidera o cortejo pelas escadas acima. O outro, ferido por Fullhouse, grita o alerta. Renci, a quem foi dito para ficar lá em baixo, saca do blaster e desata a subir a parede da cratera. Toda a gente se apressa a chegar lá acima.

Ansen é o primeiro. Que vê ele? O interior da cratera é um ferro-velho, e no canto perto da grua jaz um velho Z-95 coberto em parte por uma grande lona... um pouco mais longe vêem-se armadas uma série de velhas tendas de campanha, e depois é sucata e mais sucata. Dois indigentes, armados de lanças, carregam sobre Ansen, que saca dos seus dois sabres de luz e num ápice fere um no peito e braço e mata outro trespassando-o com a letal lâmina de energia. Ao mesmo tempo, Torin arruma de vez o segundo arqueiro.

De uma das tendas sai então o óbvio líder dos saqueadores, um trandoshan de pele verde e dois metros de altura, grandes brincos nas orelhas e enorme blaster nas manápulas. Com ele vêm mais dois gandulos de lança. Com um só tiro certeiro derruba Ansen, que fica estendido no chão com fumo a sair do peito! Mas o seu urro selvagem de vitória é abafado pelos estertores da morte: do cimo da beira da cratera, Torin e Fullhouse fuzilam o trandoshan a tiro. E Renci, logo atrás, abate o guerreiro já ferido. Os dois restantes, olhando para o corpo sem vida do seu chefe e dos seus companheiros, largam as lanças e rendem-se, mãos na cabeça.

Enquanto Torin e Fullhouse se preparam para lidar com os prisioneiros, Renci corre para Ansen, a recuperar do choque, e administra-lhe os primeiros socorros - e parece ser bastante proficiente. Apesar dos esgares de dor, o estudante da Força sente-se melhor. Foi por pouco...

E é assim que a noite e seu manto escuro finalmente caiem sobre esta paisagem árida em Ord Mantel. Mas é lá em cima, à órbita rosada do planeta, indiferente a estes pequenos dramas, que chega uma outra, bem pior, escuridão...
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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Retrato de tunas

Force Push

Descobri a regra escondida no site da WotC (e, modéstia à parte, acho que esgalhámos bem o improviso):

Force Push: You can physically shove your target in addition to Force Strike's normal effects. By spending 4 vitality points (instead of the normal 2 vitality point cost of Force Strike), your target is pushed 2 meters directly away from you and knocked prone on a failed Reflex save. For every 5 ranks you have in Move Object, the target may be pushed back an additional 2 meters. In addition, the target gets a +4 bonus to its Reflex save for every size category greater than Medium, a –4 penalty to its Reflex save for every size category smaller, and a +4 bonus to its Reflex save if it has more than two legs or is otherwise more stable than a normal humanoid. In all other respects, Force Push functions the same as a normal use of Force Strike.

If the target hits an obstacle in its path, it lands prone in that square, and both the target and the obstacle take damage as if the target were a falling object that was dropped a distance of 4 meters (1d6 points of damage and DC 15 Reflex save to avoid for a Medium-sized target; see Table 12-22 in the Revised Core Rulebook). If the obstacle makes its save to avoid being struck, the target continues moving in a straight line until its maximum distance is reached and it lands prone in that square.
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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Retrato de Barendd

boas

tenho a dizer k não houve 1 unica sessão de SWd20 k eu não gosta-se,e esta foi + uma.teve tensão entre pc's,npc's.....luta e divertimento geral.......

não me posso despedir sem referir o Lord Ariakas\gill "fullhouse" k esteve em grande com

tiradas geniais.....(force pull e force push)

 

 

fikem bem e até á proxima sessão

 

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

Retrato de tunas

Sessão IX

A poeira assenta na pequena cratera: as feridas de Ansen Gallis não são graves, umas escoriações e umas costelas rachadas, nada que uns dias de descanso não curem. Enquanto Renci Tosh se encarrega do ferido, Torin Dol faz algumas reparações breves no Z-95 da rapariga; em pouco tempo está em condições de voar, e Torin sugere ir até à plataforma onde se encontra a Firefly, voltar à cratera e regressar com todos a bordo, poupando assim muito tempo e aborrecimentos. Depois, com calma e melhores condições, poderá dedicar-se aos reparos com mais atenção.
Enquanto Torin voa até à plataforma 27, Gil vasculha o acampamento à procura de algo valioso, mas apenas encontra água e comida, mas nada de real valor. Mas, sem que ninguém se tenha apercebido, entre as reparações improvisadas e visitas à sucata espalhada no acampamento, Torin Dol deu de caras com um pequeno cofre selado numa escotilha escondida numa peça de nave há muito abandonada; o cofre contém o selo de Jabba, um hutt que é líder de um infame cartel criminoso! Torin decidiu ficar com o cofre e mais tarde logo ver se o abre ou não. Por agora fica escondido...
O kel dor voa direito a Worlport, aterra no espaçoporto ao lado da Firefly e regressa para buscar os seus companheiros. A tempo do jantar, hora local, o grupo regressa à sua plataforma, onde descansa também o pequeno Z-95, um anão perto da nave dos heróis.
Gil decide ir jantar e gastar mais uns créditos ao jogo, enquanto o restante grupo fica para trás, reparando o pequeno caça. Renci Tosh, agradecida, paga os merecidos 500 créditos ao grupo, que a convida a pernoitar na nave, pois há espaço de sobra e é mais seguro; afinal, os Bomu ainda andam por aí!
Enquanto o kel dor se afadiga com o Z-95, Gallis, sempre desconfiado, esgueira-se ao cockpit da Firefly e tenta entrar no mainframe para descobrir algo mais sobre o grupo de heróis com quem se viu forçado ao convívio. E é nestes preparos algo suspeitos que é surpreendido por uma voz feminina: "Então, já encontraste o que procuras?", pergunta Renci, à porta do cockpit...
A jovem senta-se com Gallis e ambos têm uma "pequena conversa", em que ambos declaram a sua mútua antipatia pelo Império e respectivos passados obscuros. Gallis pede a ajuda de Renci para saber o que se passa com as forças imperiais, e esta, acedendo à holonet local, descobre entre outras coisas, um prémio bastante antigo de 5000 créditos sobre a cabeça de Ansen Gallis, datado do final das Guerras Clone, por associação com os Jedi... e mais recentemente, da chegada há poucas horas de um Star Destroyer Imperial ao sistema. "O Império não presta visitas de cortesia...", diz Ansen Gallis. Decidem que têm de sair de Ord Mantell o quanto antes.
Entretanto, nas suas reparações, Torin dá de caras com algumas informações estranhas guardadas na memória do computador de bordo do Z-95, que parecem implicar Renci em algo subversivo contra o Império: pelos vistos, o objectivo da sua visita a Ord Mantell é a busca de informações guardadas por um tal de Boxer. As informações são, aparentemente, o fruto de espionagem industrial ao Império e para serem usadas contra este. O kel dor fica algo perturbado com isto.
E é precisamente isto que Renci Tosh conta a Gallis no cockpit da Firefly: o seu empregador é um activista anti-imperial e ela vem na demanda de importante informação que poderá ser usada contra o Império. Ambos saem da nave e dirigem-se a Torin, e após uma conversa todos aceitam, cada qual pelas suas razões, recuperar as informações guardadas por esse tal Boxer e sair do sistema o quanto antes.
Os três dirigem-se então para o sector industrial de Worlport, onde fica a morada de Boxer. Chegados lá, já noite cerrada, dão de caras com uma zona velha repleta de sucateiros, sendo o de Boxer apenas mais um, um empório de peças usadas. O velho sucateiro é um homem já de alguma idade, barbudo, algo rezingão, que aceita recebê-los quando se identificam como sendo Renci Tosh & acompanhantes. O seu ferro-velho está repleto de relíquias, algumas das quais são velhos droides de combate ainda funcionais (e altamente ilegais). Boxer leva os heróis para o seu bunker, um complexo subterrâneo totalmente minado, que ele ameaça fazer explodir ao mais pequeno sinal de interesse imperial. Na sua sala de controlo os três são confrontados com a visão bizarra de uma mistura de velha barraca de sem-abrigo (com colchão bolorento, petromax seboso, roupa estendida numa corda a secar...) e sala de sistemas altamente sofisticados e complexos, dominada por enorme consola, mainframe e dezenas de monitores debitando informação e monitorizando comunicações civis, militares e afins. Um centro nevrálgico de comunicações e espionagem, em outras palavras... e por todo o lado, cargas explosivas de demolição prontas a ser activadas com o toque de um botão.
Que querem eles então? As informações pedidas pelo empregador de Renci Tosh, o senhor X. E o velho Boxer sem hesitar passa a Renci um datapad com o que pretendem. A situação é algo surreal, mas ainda fica mais estranha quando, alertado por uma discreta cotovelada da rapariga, Ansen Gallis repara numa velha armadura de stormtrooper pendurada a um canto, suja e desmazelada! Gallis fica enervado, confronta o velho, "Quem és tu, velho, e que faz ali aquela armadura!?". E é assim que todos ficam a saber que Boxer não passa de um velho clone veterano das Guerras Clone. Um velho clone mais apegado ao seu general jedi que à sua indoctrinação e que se tornou marginal após o final da guerra. E é por causa de Ansen Gallis, que ele reconheceu graças aos sabres de luz, que este velho clone se presta a ajudá-los. A galáxia precisa de justiça. É preciso pôr cobro à tirania do Império. Mas antes têm de encontrar um tal de Uron Gal, diz-lhes o velho, ele tem a outra metade da informação. Questões de segurança.
Torin e Renci estão surpresos e confusos: Jedi? Clones? Despedindo-se de Boxer, o grupo encontra-se de novo na noite de Ord Mantell, e Renci não pára com as suas perguntas insistentes a Gallis: "Sim, sei quem eram os jedi, e conheço esse Uron Gal, era... um colega... julgava-o morto.", diz ele, que parece tão surpreso com estas novidades como os outros. E segundo Boxer o tal indivíduo trabalha no Lady Luck, o maior casino de Ord Mantell.
Seguindo para o casino, um palacete imponente no centro de Worlport, os heróis perdem-se no meio da multidão à procura de Uron Gal, que acabam por encontrar no piso superior, um clube decadente e exclusivo dedicado aos prazeres físicos. E é no meio de dançarinas exóticas que Ansen Gallis põe os olhos em cima do seu antigo companheiro, agora um homem gordo e algo decadente, de trajes caros e jóias reluzentes. Uron Gal fica lívido com a presença de Gallis, leva os heróis para uma sala VIP e, nervosíssimo, pergunta-lhes o que querem e o que fazem ali. E como é que Gallis ainda está vivo, pois pensava que todos os seus antigos irmãos haviam sido massacrados!? Ninguém está mais chocado que Ansen Gallis, que não reconhece o seu velho colega neste homem gordo e assustado...
O grupo percebe que Uron Gal não tem esperança para o fim da tirania imperial, mas que ajuda no que pode, contrabandeando foragidos ao Império e passando informação sensível aqui e ali, tal como agora lhes fornece a segunda metade da chave para a informação que carregam; Gallis, por seu lado, percebe que o seu velho amigo perdeu a fé na Força e no Código Jedi.
Gal escolta então os heróis para fora do casino usando as entradas de serviço, e quando estavam para se despedir, lembra-se que se esqueceu de parte importante da informação em sua própria casa, e contrafeito leva-os até lá no seu luxuoso landspeeder. É noitinha quando chegam a um adormecido bairro residencial de classe. Entram em casa de Uron Gal, que sobe ao seu quarto para recuperar a informação. Quando desce, apenas tem tempo de a dar a Renci Tosh antes de uma grande explosão rebentar a porta de entrada! Agindo por instinto, Gallis agarra a rapariga e salta pela janela para a rua, enquanto Uron Gal grita "Pelas traseiras!", seguido de Torin Dol e respectiva caçadeira em riste. Stormtroopers irrompem disparando através do hall de entrada; Tanto Torin como Gal escapam por um triz pela cozinha, entre trocas acesas de tiros de blaster, deixando alguns "rapazes de branco" estendidos ao longo dos corredores. Na cozinha Torin dispara sobre o detector de incêncios, desencadeando uma chuva de pó químico que tudo ofusca, e assim passam para o jardim das traseiras. Já lá fora, entre as sebes, são seguidos por mais stormtroopers, e uma pequena batalha campal tem lugar no meio das roseiras exóticas, e mais stormtroopers ficam caídos no solo. Enquanto isso, no outro lado da casa, Gallis e Tosh vêem-se confrontados por um agente imperial à paisana (que esperava à porta). Quando repara nos dois, dispara sobre eles, mas a carga de Gallis deixa o homem no chão, gritando de dores sem uma mão, decepada pelo sabre de luz.
E o grupo reúne-se de novo em plena rua, a vizinhança já em sobressalto, pessoas na rua em robe, sirenes de polícia a ouvirem-se ao fundo... suando em bica, Uron Gal enfia toda a gente no seu landspeeder e arranca dali para fora a toda a velocidade. "Somos procurados, tremos de fugir imediatamente. Para o espaçoporto...". Durante a curta viagem a grande velocidade pelas adormecidas ruas de Worlport, Gal contacta os seus associados e manda-os destruir todos os seus documentos; é cada um por si, agora que o Império aí está à porta. Apenas não consegue contactar o velho Boxer - apenas estática responde aos chamamentos.
Chegados à plataforma 27, os heróis sabem que Del-Pal-Tu e Gil "Fullhouse" estão a bordo. Apenas Razak está incontactável. Ficará para trás, desta vez, não há mais tempo... Avançam rapidamente para a plataforma, e Renci dirige-se para o seu Z-95: "Encontramo-nos em órbita!". Torin segue rápido para a Firefly para iniciar os preparativos de descolagem. Uron pára Ansen antes de embarcarem: "Que vais fazer agora? Que vamos fazer, Gallis?". Mas Gallis não tem tempo de responder: "Sentes isto, Gallis?", diz Uron Gal, uma expressão de preocupação a vincar-se no rosto, seguida de outra de terror absoluto. Pois em direcção à plataforma de voo dirige-se uma sinistra figura de negro, alta e imponente.
Rápido, Uron Gal vira-se para Gallis, o terror nos olhos negros misturado com uma nova e estranha determinação: "Vai, Ansen, agora é a tua vez. Vai!! Vai!!!". E com isto empurra o seu velho companheiro e fecha a porta do hangar.
Ansen, apanhado de surpresa, apenas tem tempo de ver a figura de negro avançar ameaçadoramente brandindo um sabre de luz vermelho como sangue, enquanto Uron Gal, em postura de defesa, empunha o seu, verde esmeralda. Naquele segundo de silêncio antes da porta blindada se fechar por completo, Ansen Gallis não se esquecerá da respiração metálica e pesada da figura de negro e do seu elmo qual caveira preta reflectindo os brilhos dos sabres de luz prestes a chocar: "MORRERÁS AGORA, JEDI...".

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Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Retrato de tunas

Pouco tempo antes...

O oficial de comunicações havia sido muito claro. E apesar do registo impecável no governo militar de Ord Mantell, Jon Carand, comandante da guarnição imperial, estava preocupado. Haviam os rumores, havia o sussurar medroso de nomes que inspiravam respeito e terror, nos tempos da academia, em Carida. Ficara no ar uma indefinível sensação de preocupação misturada com... sim, seria isso?
Terror.

O oficial de comunicações havia sido muito claro: daí a sete horas-padrão, saltaria do hiperspaço Exactor, o Star Destroyer particular do Executor Imperial, Lorde Darth Vader.

(...)

A hora aproxima-se. O seu oficial de comunicações acaba de o informar que o Exactor acaba de chegar ao sistema. O shuttle de Vader está a caminho da superfície, de Worlport, onde a guarnição imperial tem o seu QG. A noite está calma, mas na plataforma de aterragem Jon treme dentro do seu uniforme. De frio? O shuttle aproxima-se. A guarda de honra de vinte stormtroopers coloca-se em sentido ao aterrar da nave, e com a rampa de acesso descida ouvem-se os sons metálicos de botas pesadas. Emergindo da escuridão do interior da nave surge a figura imponente de Lorde Vader, armadura negra reluzindo sob os focos leitosos dos projectores e capa esvoaçando com a brisa que agita a noite mantelliana.

"Lorde Vader, este é um prazer inesperado!", Jon Carand sente o frio glacial que irradia deste ser, sente a presença indefinível que ouvira em rumores, e mesmo a sua alma militar dura e treinada encolhe dentro do peito. "Espero poder ser capaz de o auxiliar no que for preciso.". "DEIXEMOS OS GALANTEIOS E FORMALIDADES, CAPITÃO. ESTOU AQUI PARA OBTER RESPOSTAS. RESPOSTAS ACERCA DO VELHO CLONETROOPER E DO SEU ANTIGO GENERAL, NEB GORIUN.". A respiração pesada e a voz metálica fazem arrepiar os cabelos da nuca do oficial. Nunca na sua vida temeu criatura alguma, da sua ou de outra espécie. Mas o que tem à sua frente não é um homem. "Evidentemente, Lorde Vader. Mas vamos abrigar-nos do vento e dirigir-nos ao centro de comando?". Enquanto Jon fala, a figura sinistra dirige-se às escadas da plataforma e já segue em frente quando o oficial retoma o passo, ao seu lado, ambos flanqueados pela guarda de stormtroopers. Não se vê um único civil à vista.

A ida até ao centro de comando é feita rapidamente. E em absoluto silêncio. Apenas aquela respiração pesada, metálica, sofrida, enche o ar, para além do vento. O nó na garganta do capitão adensa-se... O cortejo é recebido no centro de comando por toda a guarnição. No meio das continências, o comandante e Vader dirigem-se para os
escritórios pessoais de Jon Carand. Enfim sós, consegue Jon gracejar com o que lhe resta de cinismo. A porta fecha-se, e o mundo exterior parece agora uma memória
distante. Vader, sem se sentar, vira-se para o oficial, dedo em riste: "ESPERO AGORA, CAPITÃO, SABER PORQUE RAZÃO FOI DESTRUÍDO TODO O COMPLEXO DO ANTIGO CLONE."

O momento da verdade. Jil Carand inspira fundo, e chama a si todo o
seu treino nas forças especiais. "A nossa procura do clone Boxer requereu esforços consideráveis, milorde. O complexo onde se escondia estava armadilhado, e parece ter obtido ajuda inesperada por parte de um grupo de sabotadores e contrabandistas. Apesar de tudo, as nossas indagações levam-nos a crer que possui um antigo associado aqui em Ord Mantell, provavelmente em Trader's Quarter. Temos agentes do ISB a tratar do assunto neste preciso momento. "E QUANTO AO CLONE? REVELOU ALGUM INDÍCIO DO PARADEIRO DO SEU GENERAL JEDI?". A referência de Vader à antiga ordem mística da Velha República deixa o comandante desconfortável. Que tem a sua missão em Ord Mantell a ver com esses antigos charlatães? Mas pelos vistos poderá explicar certas coincidências... "O clone Boxer foi emboscado por uma patrulha
de stormtroopers. O velho clonetrooper foi uma das baixas, lamento informar... Mas uma busca exaustiva do que restou do ferro-velho onde tinha a base permitiram descobrir os indicíos de que lhe falei anteriomente, de um cúmplice em Trader's Quarter. E pelo que o ISB conseguiu indagar neste pouco tempo, será esse cúmplice ele próprio... um
antigo... associado jedi.". Estas últimas palavras caem no mais profundo silêncio. De mãos enluvadas no cinto da sua formidável armadura, Vader nada diz, limitando-se a fitar Jon Carand detrás do seu impenetrável elmo negro.

Passa-se um minuto, marcado pelo respirar penoso, mórbido, do executor do Imperador.
Então, bruscamente, Vader dirige-se para a porta. Sem parar, as suas palavras de despedida são as seguintes: "OS SEUS ESFORÇOS, CAPITÃO, NÃO FORAM AFINAL UMA TOTAL PERDA DO MEU TEMPO. QUERO O CONTACTO DOS SEUS AGENTES EM TRADER'S QUARTER. ELES QUE SE PREPAREM PARA A MINHA CHEGADA. DESTA VEZ, SINTO A PRESENÇA DE JEDI.".
_______________________________________________________________________________

Luke: "What's in there?"

Yoda: "Only what you take with you."

Retrato de Rui

Partes boas: Excelente

Partes boas:

Excelente sessão, diverti-me imenso e adorei todas as partes de tensão que se geraram no jogo com o aparecimento de vários elementos do passado genérico do Ansen; é mesmo deste tipo de elementos no jogo que adoro explorar, este tipo de questão que nos encosta à parede e faz pensar no que é mais importante; espero que o Tiago tenha o mesmo tipo de oportunidades!

Provavelmente terias posto este tipo de tensão no jogo sem eu ter falado contigo, mas de qualquer maneira foi uma excelente adição.

Em retroexpectiva, isto fez-me lembrar o Force Unleashed: não é exactamente Star Wars (falta-lhe talvez um pouco mais pulp, mas isso de certeza que virá no futuro), mas tem todos os elementos familiares para ainda assim ser reconhecível à primeira vista.

Partes menos boas:

O sistema. Eu sou daqueles que acha que o sistema é realmente importante, e o D20 não é sistema para jogar Star Wars, na minha nada humilde, mas muito honesta, opinião. Está tudo escalado e nivelado, pede um mapa de batalha para os combates (mesmo não sendo a edição Saga), e não reflecte o que se vê nos filmes com os heróis a derrotar dezenas de stormtroopers como se fossem mooks - daí as minhas expectativas saírem tantas vezes goradas, porque a referência que tenho são os filmes.

A viagem de comboio. Nós, os jogadores, não tivemos real influência no desenrolar da narrativa, e acho que devemos apontar o dedo ao sistema, mais uma vez, que não permite qualquer influência dos jogadores na história para além das decisões tácticas que tomam nos combates. Julgo que o teu próprio gosto também corre todo nessa veia, mas nesse caso era bom que os combates fossem de facto nivelados para que houvesse escolhas reais, e não só como abertura em crescendo de tensão para o Darth Vader brilhar no final... o que dito assim parece uma coisa má, mas aí aponto o dedo ao setting: cheio de personagens canónicas, é complicado alterar-lhe a história sem parecer que se está a fazer batota. Luke Skywalker há só um.

O GM. Calma! O Pedro é um excelente GM! Este ponto serve só para demonstrar que o sistema D20 é tão mau que o Pedro se vê obrigado a ignorar partes do mesmo (combates?)! E a parte do Boxer deixou-me um amargo na boca. Mas, como já disse, julgo que foi pelas minhas referências: os Jedi escapam SEMPRE por um respiradouro.

Em conclusão:

Pesando tudo, ainda acho que foi uma excelente tensão. Eu detesto o sistema D20 e quando mais vezes o enrabar melhor, e se ainda por cima me divertir a jogar da maneira que mais gosto (com as tais decisões complicadas) vou sentir-me como um puto que acabou de receber uma PS3 completamente artilhada e com os jogos todos. Ainda estou à espera da revelação ao ex-stormtrooper que o Ansen Gallis é um Jedi. ;-)

Que a Força esteja convosco!

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Não te metas comigo, camarada; tenho n avisos à navegação, alguns deles em público, e não tenho medo de os

Retrato de Barendd

boas..

bem eu para não variar gostei da sessão

 

ao contrario do meu colega acima eu na sou tão analitiko.

rui nenhum de nos se compara ao luke skywalker ou a kualker outro

heroi......isso foi subentendino no inicio da campanha,por isso todas as referecias k

fazes em relação ás nossas acções não corresponderem ás tuas referencias não

fazem muito sentido....mesmo assim 2 jogadores + um npc demos cabo de 5\6

stormtroopers + o oficial sem sermos feridos!!!!isso ja não é dizer pouco.

 

em relação ao resto.....bom tipico rui(isto não é ofensa,ele sabe)eu tambem gosto

de alguma profundidade dos persos,mas não passar a vida nisso

 

em relação ao famoso "apita o comboio"é assim apartir do momento em k se

aceita uma missão os persos perdem bastante o controle e são levados pelos

acontecimentos.

 

enfim ja me alonguei muito + do k keria.....até á proxima sessão....a ver se com +

persos envolvidas nestas xelentes aventuras

 

ps:kuase me eskeçia,GM akele comentario complementar á sessão esta muito bom

 

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"

Retrato de Rui

Vou só endereçar isto hoje

Vou só endereçar isto hoje porque me parece relevate, dado ser hoje que jogamos e as coisas já amadureceram um pouco mais na minha cabeça:

Nos filmes, os stormtroopers caem como tordos. No jogo, os stormtroopers ficam feridos. Percebes a diferença? Além disso, o Skywalker rebentou uma DeathStar, duas vezes. Não consigo quantificar o nível dele (em nenhuma das ocasiões), mas parece-me que por os stats dele em termos D20 é estar a ofende-lo, no mínimo. Quando é que nós vamos rebentar com uma DeathStar? Provavelmente nunca, mas isso só o Pedro pode responder com toda a certeza, e imagino que não seja já no 4º nível. [também podes dizer que o Skywalker teve sorte aos dados das duas vezes, mas isso também me parece ridiculo]

O meu gosto pela profundidade dos personagens não se reflecte mecanicamente em nenhum dos jogos que estou a jogar agora. Não há nada nos jogos que me dê uma vantagem/desvantagem mecânica por jogar o meu perso de uma maneira ou de outra..., tirando os pontos de Dark Side, que ainda não sei como funcionam, mas até à vista me parecem ser algo meta que se poderá tornar engraçado; a ver. O sistema D20, muito mais virado para o combate, não endereça de maneira nenhuma este tipo de jogo; até o True20 e o MnM têm mecânicas para isto (vide Hero Points et al). Isto que jogamos, simplesmente não tem.

Depois, e se calhar clarificando o meu ponto do comboio, o final da sessão já estava pré-estabelecido; é como a aventura dos piratas, se nós não fossemos por ali, algo mau acontecia, e esse algo mau era a campanha acabar. Que influência é que nós temos na coisa? Nenhuma. Nós estamos lá para nos divertir-mos com aquilo que o Pedro nos dá, e para juntos colaborarmos para tornar isso mais divertido. A mim, no entanto, soa-me a pouco; se calhar podíamos estar a fazer a mesma coisa com outros personagens e a aventura iria acabar da mesma maneira, não sei (a dos piratas iria, garanto-te)[já agora, pegando novamente no exemplo do MnM, podes ganhar Hero Points se te puseres em sarilhos: ou seja, tendo influência na história - o mesmo não se passa aqui].

Não quero mandar abaixo o excelente trabalho do Pedro, embora seja isso que parece; acho que o Pedro, de todas as conversas que tenho tido com ele, é das pessoas que mais vive o rpg que conheço, e o universo Star Wars é realmente das coisas que ele mais adora, como o demonstra pelo bom trabalho que desenvolve e pela dedicação que demonstra, mas também acho que o D20 não é a melhor coisa para jogar o tipo de jogo que eu quero, e que se calhar ele também quer!

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Não te metas comigo, camarada; tenho n avisos à navegação, alguns deles em público, e não tenho medo de os usar!

Retrato de Barendd

boas..

depois de ponderar uns dias,decidi não continuar esta troca de post's,por varias razões:

esta discussão é velha,ja mais k repetida,e eu não kero isto aki neste post....este post serve para

session report's,e comentarios adicionais e sobre a campanha de Gm e jogadores

 

ainda assim posso terminar por dizer k a minha visão continua diferente da tua

e em nada mudou!!!!

fikem bem e k venha a proxima sessão

 

PS:bom contrariando um pouco o k acabei de escrever acima(mas visto k "o mal ja esta feito")peço a kem

acompanhe esta campanha neste post,se se kiserem juntar ao grupo por favor contactem o tunas...ou eu,obrigado

 

"Spartans! Enjoy your breakfast, for tonight we dine in Hell!"